8 tendências para empreendedores em 2019

O Brasil fechou o ano de 2018 com 10 mil startups em atividade, segundo a base de dados da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), instituição sem fins lucrativos que mapeia startups de todo Brasil. Esse mercado, portanto, está em pleno crescimento. Novas ferramentas e plataformas surgem a cada ano, e com elas novas formas de interagir com os clientes, criando assim as mais variadas possibilidades mercadológicas.

Para ajudar os empreendedores a entenderam as mudanças, o Sebrae/PR preparou o Caderno de tendências 2018/2019, analisando o mercado atual e com ênfase nas PMEs. Confira oito dessas tendências e empresas inseridas nesse contexto.

1. Cliente no controle

O jovem consumidor contemporâneo tem visto a publicidade on-line como uma inconveniência, preferindo ter o controle daquilo que consome no ambiente online. Por isso, compreender esse público, direcionando a criação de conteúdos ou ações a ele, tem se tornado essencial para o êxito de qualquer negócio.

Especializada em oferecer as principais ferramentas para o marketing digital, a leadlovers auxilia os empreendedores que queiram atrair potenciais clientes para seu negócio, sem gastar muito.

Para engajar ainda mais os consumidores, a Cazamba, empresa de tecnologia e inovação em mídia, cria formatos de anúncios customizados e de alto impacto no digital, para possibilitar mais interação das marcas com seus públicos.

Além disso, a análise de concorrência é um ponto crucial para realizar campanhas de forma eficiente. Para auxiliar neste processo, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics para o setor de comunicação e marketing, ajuda a monitorar seus concorrentes em três vertentes: redes sociais, imprensa e web analytics.

Outro exemplo é a GhFly, agência referência em marketing digital e líder em performance. A empresa é especializada em gestão de campanhas criativas e inovadoras com foco em resultado, aliando mídia online com um formato de consultoria.

2. Consumidores investigativos

Estudos recentes indicam que 70% dos consumidores procuram saber mais sobre as empresas que consomem. Se as organizações não fornecem dados, certamente o consumidor irá procurar tais informações na internet. Para ajudar nessa busca, muitas startups criaram tecnologias capazes de melhorar na pesquisa por informações verdadeiras sobre as marcas no ambiente online.

É o caso da Trustvox primeira e única certificadora de reviews no Brasil, que possui uma ferramenta que permite que os lojistas publiquem apenas as opiniões verdadeiras dos clientes, ou seja, daqueles que realmente compraram na loja mesmo não sendo comentários positivos, sem que haja moderação nos comentários, para que haja transparência entre o cliente e a loja.

3. Cultura de aprendizagem

As diversas mudanças no século XXI também resultaram no surgimento de uma preocupação quanto à construção de uma cultura de aprendizagem, inclusive no campo corporativo. Pesquisas apontam que empresas que exercem uma mentalidade de crescimento ao estimularem a educação e a capacitação de seus funcionários podem se tornar três vezes mais lucrativas.

Entre as empresas que oferecem tecnologias para auxiliar empresas na criação de treinamentos personalizados para seus colaboradores está a Qranio, plataforma mobile que usa gamificação para estimular seus usuários com conteúdos educacionais.

Outro exemplo é a Solides, HR Tech mineira especializada em gestão de pessoas e people analytics, que traz para o mercado o Self Coach, um software que funciona a partir da tecnologia de aprendizado de máquina, que é capaz de fornecer treinamento personalizado de funcionários sem interação humana.

4. Compradores imediatistas

Os tipos de serviço criados para facilitar e agilizar a entrega de produtos e serviços para o consumidor fizeram com que eles se acostumassem ao ritmo imediato e à “pronta-entrega”. Já habituados ao mundo digital, os clientes estão se tornando cada vez mais impacientes, fazendo com que empresas surgissem para responder a essa demanda como a MVarandas plataforma que desenvolve soluções de gestão operacional para estabelecimentos comerciais do ramo alimentício.

A startup proporciona por meio de suas ferramentas um suporte 24 horas, integração, parceria com aplicativos e adquirentes e gestão 360º: salão, cozinha, estoque e financeiro, segurança e sigilo dos dados.

5. Consumo on-the-go

Hoje, o consumidor tem buscado otimizar seu tempo, por meio da utilização aplicativos nas mais diversas ocasiões, desde o agendamento de entrega das compras de supermercado a domicílio à marcação de consultas online. Para trazer mais praticidade e conveniência aos seus consumidores, a Liv Up, startup de alimentação saudável, oferece um cardápio variado de refeições e porções ultracongeladas, snacks, além de opções de lanches doces e salgados, possibilitando que o cliente agende a entrega no horário que for mais conveniente para ele. Além disso, a empresa mantém um controle de qualidade dos ingredientes via incentivo da produção familiar e pequenos produtores.

Outro exemplo dessa tendência é o Supermercado Now, maior plataforma de supermercados online, que atende hoje mais de 1000 bairros da capital paulista além das regiões do ABC e Alphaville.

6. Caça ao desconto

Encontrar os melhores preços para itens de desejo é o que o consumidor mais procura na internet. Desde a recessão de 2008, que impactou a economia mundial, as pessoas têm buscado por ofertas baseadas em preços baixos, refletindo diretamente no crescimento de negócios baseados em descontos. É o caso da Promobit, rede social que reúne os melhores cupons e descontos do e-commerce brasileiro. Todas as ofertas passam por uma curadoria, garantindo que as lojas são seguras e os preços reais.

7. Espaço integrados e sociais

O mercado autônomo tem se desenvolvido em todo mundo. Por isso, a demanda por espaços de coworking, e de convivência em condomínios residenciais, também devem aumentar, assim como, a flexibilização dos espaços de trabalho para colaboradores. É o caso do CO.W., coworking que tem como objetivo conectar empresas, novas ideias e culturas diferentes em um clima voltado ao networking e à construção de um futuro cada vez mais próspero e empreendedor.

8. Cocriação

Seja por meio de recursos físicos ou digitais, as marcas agora podem tornar suas relações com os clientes cada vez mais íntimas, informais e, consequentemente, reveladoras. Conhecer o seu cliente e saber com qual a frequência que ele vai até a sua loja, são informações importantes para melhorar a sua experiência de compra. Para isso, a Propz, empresa que oferece soluções de CRM, inteligência analítica e big data que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada.

Fonte: IDGNow

Quantas são e o que fazem as martechs brasileiras

As martechs, startups que prestam serviços de marketing, já são 194 no Brasil. A constatação é do levantamento Liga Insights MarTechs, realizado pela aceleradora Liga Ventures em parceria com a Astela Investimentos. Do montante analisado, os serviços mais comuns prestados são relacionados a atendimento, produtividade, social media e comunicação, analytics, performance e ferramentas de fidelidade do cliente. Com menor representatividade estão CRM, vendas e geração de leads.

Para chegar ao número, a Liga Ventures analisou um banco de dados com mais de 11 mil startups no país durante o ano de 2018 e selecionou as mais promissoras prestadoras de serviços de marketing. O levantamento também considerou entrevistas de especialistas de empresas como Uber, Centauro, Mercado Pago, Magazine Luiza e XP Investimentos. “Essas startups auxiliam na criação e execução de estratégias e conteúdos nas áreas de marketing, além de ajudarem no gerenciamento de grandes times focando em produtividade”, diz Raphael Augusto, startup hunter da Liga ventures e responsável pelo estudo.

“Nosso ecossistema vem amadurecendo e, com isso, várias iniciativas em diversos setores vêm se estabelecendo. Por uma questão de proximidade do dia-a-dia do potencial empreendedor, que aí consegue avaliar de uma maneira mais clara a oportunidade de empreender, alguns setores saem na frente nessa corrida – como o varejo, afinal, todos nós compramos ou vendemos quase que diariamente, independente da nossa formação ou profissão”, reforça Raphael.

Das startups mapeadas, 42% estão na cidade de São Paulo seguidos por Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia. Marcelo Sato, sócio da Astela Investimentos, explicou em artigo recente no ProXXIma, que o resultado da junção entre marketing e tecnologia impulsionou o fortalecimento dessas empresas. “O primeiro desafio das empresas é a concepção de um produto que demonstre uma proposta de valor e o seguinte é construir o canal de distribuição para seu produto. Encontrada essa combinação, temos a gêneses de negócios que prosperam e crescem exponencialmente”, observa.

Outro estudo, o “100 Startups to Watch”, fruto de uma parceria entre a Editora Globo e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, identificou as 13 martechs brasileiras mais promissoras. Entre elas estão Contentools e Exact Sales, de Florianópolis, a Decision6 e Forebrain, do Rio de Janeiro, Meus Pedidos, de Joinville, Mindminers, SenseData, SocialMIner, Squid e Ramper, todas de São Paulo. Além de Tracksale, de Belo Horizonte, Zeeng, de Porto Alegre e Trakto, de Maceió. O estudo, que reúne outros segmentos além de marketing, demandou mais de cinco meses de análise de dados e selecionou as startups de um total de 1,3 mil inscritas.

Luiz Morcelli, CMO do Ahoy! Berlin, centro de inovação em São Paulo, afirma que as martechs são uma necessidade para as agências, consultorias e áreas de marketing das empresas. “Dentro desse ecossistema de inovação, dessa nova economia, elas complementam o trabalho das outras startups. Um exemplo próximo e recente é a InLoco e que acabou de ganhar o Caboré e passou recentemente por um programa de aceleração”, observa.

Fonte: Meio&Mensagem

Eduardo Prange – A importância da inteligência competitiva no contexto digital

 

* Por Eduardo Prange

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Sobre a Zeeng
A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Revista Live Marketing

Zeeng Score é destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Zeeng Score: o indicador da sua marca no ambiente competitivo

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital.

“Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”,  explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Confira o vídeo sobre o lançamento do Zeeng Score:

Lançamento repercutiu nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

A novidade foi destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil, como: ProXXima, Meio & Mensagem, Revista Live Marketing, AdNews, e dezenas de outros.

Ficou interessado? Conheça a Plataforma Zeeng GRATUITAMENTE!

A importância da inteligência competitiva no contexto digital

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

 

Eduardo Prange – CEO da Zeeng

 

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

 

Por que falar sobre isso?

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

 

“Uma marca não é mais o que nós dizemos que é, mas sim o que os consumidores dizem uns aos outros sobre elas”.

Scott Cook, fundador da Intuit

 

Nessa era do conhecimento, a informação está mais e mais acessível. E aplicando a inteligência para entender (e utilizar bem) os dados sobre o ambiente, as empresas conseguem informações que têm valor real para os seus negócios e clientes, além de garantir o conhecimento do que está acontecendo no seu mercado, o que as coloca em posição vantajosa, à frente dos seus competidores.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

 

Inteligência para conhecer a fundo o mercado e a concorrência

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

Digamos que você atua numa agência de comunicação e precisa desenvolver uma estratégia de comunicação em mídias sociais para uma determinada rede de farmácias. Trata-se de um segmento altamente concorrido, portanto, a inteligência competitiva se mostra absolutamente fundamental para que, munido das melhores informações sobre o ecossistema – e o conhecimento profundo sobre a concorrência – você consiga desenvolver o que pode ser a melhor linha de ação para que a rede cliente ganhe destaque.

Perceba que, assim, ao chegar para conversar com o cliente você terá, além dos dados sobre ele, seus objetivos e demandas, um olhar sobre o ambiente de competição que ele enfrenta, entendendo o que os rivais fazem e já avaliando a reação do público e como eles se comunicam. Ou seja, você terá condições de mostrar ao cliente que conhece as circunstâncias do mercado dele, as falhas e os acertos dele e da concorrência e, a partir daí, procurar oportunidades estratégicas para atuar com destaque e ganhar mercado. Suas chances de sucesso com este cliente crescem, não é mesmo?

Portanto, o uso da inteligência competitiva é um elemento cada vez mais importante para aperfeiçoar a execução das suas iniciativas e gerar resultados muito melhores para os clientes. Para monitorar o mercado, entender o cliente e agir proativamente em relação às estratégias da concorrência, investir em soluções que contemplem a inteligência competitiva é com certeza a melhor alternativa.  

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

 

O papel da tecnologia

Como dissemos em outro artigo, o marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

A tecnologia, portanto, ajuda o trabalho humano da inteligência a identificar aquilo que, dentre os padrões verificados nos players que disputam determinado mercado, está gerando melhores resultados, o que pode ser oportuno ou não naquele momento, etc. Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

A Zeeng, por exemplo, é uma plataforma completa especialmente voltada para as áreas de comunicação e marketing, com uma interface amigável e simples que possibilita antecipar os movimentos dos concorrentes acompanhando as ações de várias marcas no ambiente digital, entendendo o comportamento do mercado.

Como a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para essas áreas no Brasil, a Zeeng nasceu e atua nesse contexto, gerando inteligência a partir do cruzamento das informações de diversas origens e da interação com a marca. O objetivo é, sempre, ajudar o seu negócio a evoluir.

Gostou do artigo? Então eu te convido a conhecer a Zeeng – e ver tudo o mais que nós podemos fazer pela sua empresa.

33% dos brasileiros já compartilharam fake news, diz estudo

Cerca de 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

A MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, realizou um estudo para entender como os brasileiros enxergam a questão da privacidade de dados na era do Big Data. Um dos pontos discutidos no estudo foram as famosas fake news. 82% dos respondentes disseram que usam as redes sociais como fonte de informação e 33% já compartilharam um conteúdo falso. O mais incrível é que 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

Um outro ponto alarmante desse estudo são as questões da privacidade de dados, 62% dos respondentes disseram que se preocupam com a segurança de dados, mas em contrapartida, mais da metade dos entrevistados não se importariam em compartilhar seus dados se soubessem que estariam beneficiando outras pessoas comum.

 

Fonte: ipnews

Zeeng: Alerta de Notícias

É com imenso prazer que anunciamos a nova funcionalidade, já disponível na Zeeng!

Agora você poderá programar na plataforma para receber as notícias referente a sua marca através do e-mail e acessar onde estiver, seja no computador ou no seu celular.

Para ativar o Alerta de Notícias, basta você acessar o ícone na sua home e criar um alerta:

Preencher as informações para título, perfis e usuários:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Está feito!

 

 

 

 

 

 

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Zeeng é destaque na Liga Insights MarTechs

Zeeng é uma das startups brasileiras que está mudando o Marketing

 

Metodologia

O estudo tem como objetivo compreender como a área de Marketing está inovando e de que forma as startups que apresentam soluções para esse setor estão sendo desenvolvidas e aplicadas no Brasil. Após entendimento da cadeia e dos temas que envolvem a área, foi iniciada uma pesquisa para determinar quais são as inovações tecnológicas disponíveis atualmente e de que forma elas podem impactar os processos da área. Aqui foram considerados relatórios, estudos e informações de fontes como Statista, Forbes, IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), Bain&Company, Martech Advisor, Conductor, Gartner, OurSocialTimes, RockContent, Adobe, Econsultancy, DM News, UOL DIVEO, Affinion, Oxford Brookes University, McKinsey, BSA, Cohn & Wolfe, KPMG, Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Federação Mundial de Surdos, Business News, Business.com, Forrester, OutSocialTimes, Content Marketing Institute, MarketingProfs, TI Inside, Smart Insights, Marketo, NapcoResearch, Zendesk, ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), E-commercebrasil, Neustar, PEGN (Pequenas Empresas & Grandes Negócios), Saia do Lugar, Accenture Consulting, Gazeta do Povo, Procon, Frost & Sullivan, Sitel, Nielsen, Think With Google, Business Insider, entre outros.
Para entendermos melhor o cenário e importância das inovações na área de Marketing, tanto no mercado brasileiro quanto internacionalmente, entrevistamos mais de 30 empreendedores, profissionais e pesquisadores da área. Entre outras questões, buscamos entender como eles interpretam as startups que apresentam soluções para o setor, as oportunidades geradas, de que forma estão afetando a área e os principais desafios para o futuro. O estudo analisou 11.263 startups brasileiras e, dessas, 194 foram consideradas para a construção do landscape presente neste estudo.

Para a seleção das startups, utilizamos como critério incluir aquelas que apresentam algum tipo de atividade, serviço e/ou produto relacionados às áreas das seguintes categorias: Analytics, Data e Performance, Automação de Marketing, Conteúdos Interativos, CRM e Customer Success, Ferramentas de Comunicação, Fidelidade do Cliente, Gestão e Geração de Conteúdos, Marketing de Aproximação, Pesquisas, Reviews e Feedbacks, Plataformas de atendimento, Conectores e Produtividade, Social e Comunicação e Vendas e Geração de Leads. O mapeamento das startups foi realizado a partir de diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, a plataforma DisruptBox, recomendações, notícias em portais de negócios, bases abertas e busca ativa de startups. Por se tratar de um mercado com mudanças constantes, este estudo é dinâmico e terá atualizações periódicas para contemplar esses movimentos e expor novas startups que não apareceram nesta versão.

 

 

Acesse o estudo completo aqui.

 

 

Época Negócios destaca Zeeng entre as 100 Startups to watch

Época NEGÓCIOS e Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam um radar preciso das empresas nascentes mais atraentes do mercado e a Zeeng está entre elas!

 

Em meio à crescente complexidade do ecossistema de inovação brasileiro, o projeto “100 Startups to Watch” nasce como o mais preciso radar para detectar talentos e orientar governos, empresas e investidores. Fruto de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de análise de dados e mobilizou uma equipe de mais de 40 especialistas e líderes da comunidade de startups, que fizeram parte de um Conselho Consultivo. Escolhidas entre mais de 1,3 mil inscritas, as empresas listadas têm foco em soluções que estão moldando os rumos da nova economia e foram divididas em 14 setores e nos estágios protótipo, validação, MVP, tração e escala., MVP, tração e escala.

 

 

ÉPOCA NEGÓCIOS Qual é a sua visão sobre o cenário de corporate venture no Brasil?
Rogério Tamassia
 Tivemos uma explosão de iniciativas de aproximação entre corporações e startups nos últimos dois anos. Mas é preciso destacar que boa parte desses projetos ainda está ligada a estágios iniciais do corporate venture. Trata-se de um movimento natural: grandes empresas preferem apostar em formatos como hackathons e competições antes de investir em programas de inovação mais consistentes. Embora não gerem resultados expressivos, esses modelos ajudam a preparar as organizações para níveis de parceria que exigem mais comprometimento, como aceleradoras e fundos de investimento.

NEGÓCIOS Como as corporações podem evoluir para estratégias mais consistentes?
Rogério
 As empresas precisam saber o que estão procurando. Patrocinar um hackathon dificilmente resultará em um modelo de negócio “disruptivo”. Mas pode ser uma boa oportunidade para aprender sobre startups. Programas de aceleração corporativos, por sua vez, tendem a apresentar resultados mais palpáveis. No final das contas, tudo depende de quanto as empresas estão dispostas a investir na parceria — e em quanto tempo esperam obter o retorno sobre esse investimento.

NEGÓCIOS O que os gestores dos programas devem fazer para que as startups não sejam sufocadas pelos processos burocráticos de grandes empresas?
Rogério
 A maioria das corporações trabalha com metas de curto prazo. O problema é que startups apresentam ciclos de maturação mais extensos, incluindo etapas sucessivas de tentativa e erro. Quando essas duas realidades se encontram, é natural que aconteça um choque. A melhor maneira de resolver esse conflito é adotar uma mentalidade voltada para o longo prazo. Demonstrar compromisso é essencial para ganhar legitimidade no ecossistema de startups e tecnologia.

NEGÓCIOS Quais tendências devem surgir no circuito de inovação corporativa?
Rogério 
Passada a fase de consolidação atual, acredito que veremos um número maior de empresas apostando em estratégias mais completas. As organizações passarão a implantar modelos que contemplem negócios em diversos estágios de crescimento. A crença de que os programas de corporate venture servem para encontrar unicórnios também deve chegar ao fim. As expectativas de retorno sobre investimento tendem a ficar mais realistas.

NEGÓCIOS Por que é importante levantar dados que ajudem a mapear o ecossistema de startups?
Rogério 
A disponibilidade de informações confiáveis é essencial para que as empresas enxerguem o nível de evolução das startups brasileiras. Muitos executivos viajam para o Vale do Silício em busca de tecnologias que já existem por aqui. Existem muitas soluções inovadoras sendo criadas no país. Precisamos encontrar novas maneiras de mostrá-las para o mundo.

Fonte: Época Negócios

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

Entenda como o Big Data possibilita qualificar e mensurar o perfil da concorrência e ver como ela atua nas plataformas, diminuindo erros e maximizando acertos

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação,  quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em Big Data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas – e já falamos disso em outro artigo – ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o Big Data Analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência  – o assunto principal deste artigo.

Sabendo com quem competimos

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas  também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar

Uma solução como a Zeeng consolida, em uma única plataforma, informações que antes se encontravam de modo desintegrado, dispersas em diferentes ferramentas. Com essa plataforma única, o cruzamento informacional se dá de maneira extremamente ágil, e em tempo real. Isso permite que você baseie suas tomadas de decisão em evidências reais, deixando de depender de um  “feeling” criativo.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

Post escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform.