#CaseZeeng – WoW – Como acelerar uma Aceleradora?

Vídeo Case da WoW, uma das principais Aceleradoras de Startups do Brasil, que adotou o Data Driven Marketing em suas estratégias de comunicação e obteve retorno rápido e extremamente representativo.

Para nossa satisfação a gente bateu o recorde no número de inscrições na última turma, com aumento de mais de 50% no número de inscritos, em relação a turma anterior. Com certeza eu recomendo a Zeeng. Pela nossa experiência fez muita diferença para o nosso trabalho. (André Ghignatti, CEO da WoW Aceleradora).

Desafio: Como acelerar uma Aceleradora?

Estratégia: Adoção da Plataforma Zeeng para analisar e tomar decisões assertivas baseadas nas evidências informacionais de sucesso dos players atuantes no mercado de atuação.

Resultado: Duplicação do volume de inscrições, de forma qualificada, no processo seletivo das startups, ampliação da Encontrabilidade em mecanismos de busca, publicações de destaque nas Redes Sociais e evolução do posicionamento da marca no ambiente digital através do Zeeng Score, pulando da nona para a quarta posição entre os players monitorados.

Acho que o maior desafio de fazer a comunicação para uma aceleradora de startups está em equilibrar a balança entre o volume de startups inscritas nos processos de seleção e a qualidade delas. (Thiago Mohr Patusco, WoW Aceleradora)

Ficou interessado?

Precisando de investimento? Saiba onde e como encontrar

Conseguir um investimento sempre é uma tarefa desafiadora para empreendedores que desejam agregar valor ao seu negócio. Para encurtar a distância entre a startup e o investimento que tanto precisa, elencamos algumas iniciativas que ajudam os empreendedores a encontrar o investidor certo, elaborar um pitch de sucesso, se conectar com os maiores players de empreendedorismo do Brasil e até mesmo ser orientado por mentores e especialistas nos temas mais relevantes para empresa.

Programas de aceleração

O InovAtiva Brasil oferece atividades online como mentorias coletivas e individuais, capacitações, eventos presenciais e a chance de se apresentar para a maior banca de investidores do Brasil, no Demoday InovAtiva que ocorre em São Paulo, gerando ainda mais visibilidade e conexão para a empresa.

Outra aceleradora que chama a atenção é a Spin. Especializada em startup indústria do Brasil, oferece mentorias com metodologias exclusivas do Vale do Silício, estrutura de escritório e salas de reunião em quatro cidades, programas exclusivos de governança corporativa para startups, coaching em grupo e individual, treinamentos, cursos, workshops e assessoria jurídica e contábil. “Nós acreditamos que a execução de um negócio é superior a ideia, por isso buscamos bons projetos e equipes com capacidade de entrega. Esses métodos ajudam as startups a se tornarem mais atrativas para os investidores, além de promover a conexão destas com possíveis clientes, indústria e grandes empresas”, conta Beny Fard, CEO da Spin.

Internacionalização

Com o StartOut Brasil, até 20 startups participam de ciclos de imersão nos mais promissores ecossistemas de empreendedorismo do mundo. A próxima edição ocorre de 24 a 29 de março em Santiago. Nela, os empreendedores irão visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Coworkings

Os espaços de coworking têm buscado cada vez mais oferecer atividades que incentivam a conexão entre residentes com o objetivo de promover o crescimento das empresas, com a possibilidade de conquistar investimentos para o seu negócio. “Aqui no Co.W. nós sempre realizamos eventos com conteúdos direcionados aos mais diversos segmentos para criar conexões entre os empreendedores e investidores. Acreditamos que essa é a melhor maneira de fomentar o ecossistema como um todo”, afirma Renato Auriemo, CEO do Co.W., coworking que tem como objetivo conectar empresas, novas ideias e culturas diferentes em um clima voltado ao networking, inovação e a construção de um futuro cada vez mais próspero e empreendedor.

Eventos de empreendedorismo

A Summit Hub, empresa que chegou ao mercado com a missão de gerar conexões entre grandes players e novos empreendedores por meio de conteúdos e principalmente eventos, como é o caso da Gramado Summit, um dos maiores eventos para startups no Brasil. O grande objetivo do evento é alavancar o ecossistema brasileiro com a concretização de negócios e conteúdo de qualidade. Para isso, proporciona aos novos empreendedores a geração de um networking de qualidade, leads concretos e a possibilidade de ampliar seus projetos através da negociação com novos clientes e investidores.

Dicas de quem já recebeu investimento

Eduardo Prange, CEO da Zeeng, plataforma de big data analytics voltada para comunicação e marketing, participou do programa InovAtiva Brasil e compartilhou o que aprendeu: “Esteja atento e se questione sobre a real necessidade de buscar um investimento. Olhe e entenda até que ponto o capital é uma fraqueza da organização ou uma oportunidade. Se for fraqueza, linhas de crédito minimizam o impacto disso. Mas se for oportunidade, é porque você tem um negócio na mão que funciona, que pode ser tracionado e acelerado, e que só falta o dinheiro para isso acontecer”, explica Prange.

O CEO do Qranio, Samir Iásbeck, compartilha da mesma ideia. “Acredito que as startups precisam criar uma fundação sólida, para que os seu negócio seja ‘sustentável’. Os investimentos são vantajosos sim, mas entendo que a empresa deve ter um plano de negócio já consolidado, porque o crescimento acelerado pode ser um risco se ela não tiver faturamento e só estiver sobrevivendo de especulação e fundo de investimento”, afirma Iásbeck.

A BeeTech, fintech especializada em serviços digitais cross border como a Remessa Online e a BeeCâmbio, se aproxima cada vez mais do ecossistema internacional e chama atenção do mercado. Para Tatiana Delgado, Head of Business and Corporate Development, oferecer excelência aos clientes é a melhor forma de ter notoriedade. “Trabalhamos em prol do melhor serviço e, com parcerias que nos ajudam neste processo, chamamos a atenção de investidores. É inevitável que fiquemos mais conhecidos e em evidência”, explica. Em 2017 a empresa fez parte de um programa de aceleração da Visa e em 2018 recebeu um round Series A, além de firmar parceria com a Ripple para envio de remessas internacionais via blockchain.

A Agenda Edu, uma startup de educação que integra alunos, pais e escolas por meio de um app e de uma plataforma online. “Todo empreendedor, quando está captando investimento, precisa se questionar se está no momento certo para buscar investimento e se tem a maturidade necessária. Depois disso, deve encontrar um investidor que tenha uma tese de investimento aderida ao que ele está buscando. Por fim, após olhar esses pontos, tem que entender todos os riscos de uma operação como essa”, afirma Anderson Morais, CEO da empresa.

Fonte: Startupi

Concorrência e competência: mais que uma rima, uma solução

Analisar o cenário competidor, prever tendências e antecipar cenários pode mudar a realidade de uma empresa, tornando ela muito mais competente em suas ações.

Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform

 

Buscar o mercado ideal para o seu negócio, aquele em que você é quem comanda e dita as regras, é o desejo de toda empresa. Mas a verdade é que ser único em um ambiente de muita competição não é mais possível: sempre vai existir, em algum lugar, alguém com uma oferta igual ou parecida com a sua.

Vivemos em um mundo em que a cada dia surge uma nova companhia, startup ou fintech totalmente orientada por dados, abraçada em tecnologia e no universo digital. São competidores que chegam ocupando um espaço significativo dentro do mercado, e toda e qualquer organização para se manter ativa precisa estar atenta a essa movimentação.

Para entender o atual cenário competitivo basta lembrar que, hoje, se vive na era do Big Data, da análise de dados e da pronta-entrega, do imediatismo e também do real time marketing. Um produto ou serviço – mesmo que físico – precisa interagir com o universo digital, que é onde toda a magia entre empresa e cliente acontece atualmente. Mas, para isso, as empresas devem estar muito concentradas em tomar as melhores decisões de negócio, sabendo exatamente onde querem chegar e como podem alcançar isso.

As mais novas, por exemplo, entram no mercado mostrando todo o potencial de quem já nasce pronta para enfrentar os desafios impostos pela velocidade do digital, e acabam provocando mudanças muito rápidas em segmentos de atuação já consolidados. É como o caso de uma operadora de televisão percebendo a evasão de seus clientes para plataformas de streaming, como a Netflix. Das redes de hotéis recebendo menos hóspedes devido a ascensão do Airbnb. Ou dos motoristas de transporte urbano que usam canais digitais para encontrar seus passageiros, migrando para o mundo das ofertas ágeis, assim como a revolução que o crescimento das fintechs causou no mercado bancário.

 Nesse cenário, empresas tradicionais, de segmentos antes tidos como sólidos, como o de telefonia, hotelaria e até mesmo finanças, acabam vendo as suas ofertas se tornando obsoletas. E a única saída é rever os seus modelos de negócio, reparar processos e renovar as suas entregas. É preciso encarar o movimento das novas entrantes com olhar de quem está vendo um leão a sua frente. Afinal, não é à toa que para se manter ativo em um mercado altamente competitivo é necessário matar um leão por dia – ou até mesmo 10 ou 20 -, certo?

Por isso, mais certo do que qualquer outra afirmação que você vai ler neste artigo, é que as corporações que não procuram conhecer o contexto em que estão desenvolvendo as suas ofertas, não serão capazes de respirar por muito tempo. Elas podem até convencer seus consumidores de que o seu produto ou serviço, ainda assim, é o melhor, porém, não terão forças para brigar com aquelas que sabem muito bem “o que estão fazendo”, “porque estão fazendo” e “para quem estão fazendo” e entregam o máximo de valor a cada interação com o público.

Concorrência: um inimigo (nada) oculto

Contudo, não são só as novas entrantes que mexem com a competitividade do mercado e provocam esse sentimento nas empresas de querer sempre ser melhor do que a do terreno ao lado. Há séculos, sabemos que a concorrência é um inimigo nem um pouco oculto que pode, muitas vezes, derrubar a sua oferta se essa não for muito bem planejada e executada. 

O modelo das Cinco Forças de Porter, sugerido por Michael Porter, publicado no artigo “As cinco forças competitivas que moldam a estratégia”, em 1979, na Harvard Business Review, faz uma análise do cenário de competição existente entre empresas. Segundo Porter, existem algumas forças que influenciam a capacidade das empresas em atender seus clientes e ter lucros, e essas ainda mexem com todo o jogo de competição.

Entre elas estão: a ameaça de produtos substitutos, a ameaça de entrada de novos concorrentes, o poder de negociação dos clientes, o poder de negociação dos fornecedores e a rivalidade entre os concorrentes. Fatores que continuam impedindo o avanço e crescimento de muitas organizações no mercado.

O que mudou é que, hoje, não existem mais concorrentes diretos ou indiretos bem definidos. Independentemente do segmento em que a empresa atua, ela estará competindo com fatores que estão até mesmo acima das suas entregas, são eles: a agilidade e a velocidade.

 Startups como o Uber mudaram não somente a oferta de uma serviço, mas os desejos dos consumidores. O avanço do digital, o uso constante de novidades tecnológicas, ferramentas e softwares para construção de produtos e soluções de negócio, assim como o fenômeno da mobilidade, transformou o comportamento e os desejos das pessoas. Agora, elas querem ter produtos e serviços ao seu alcance com muita agilidade e priorizam aquelas organizações que conseguem resolver seus problemas em poucos minutos.

 E, nesse contexto, não se pode ficar de braços cruzados, esperando que as suas ofertas, assim como as suas ações e campanhas de marketing, sejam engolidas por outras muito mais animadoras e adequadas às expectativas dos consumidores. É preciso desenvolver uma nova mentalidade dentro da organização, transformar os processos produtivos e criativos, bem como a cultura da empresa como um todo. Começando por uma trabalho de leitura de dados que levará a um entendimento do cenário competidor, afinal, conhecer profundamente cada concorrente é fundamental para ter competência no mercado.

 

Competência: o motor por trás da competitividade

Por falar em competência, você já parou para pensar que ela é o motor por trás da competitividade? Quanto mais competentes as empresas se tornam, mais elas elevam o nível das suas entregas e sobem a régua para a concorrência. Para alcançá-las, é preciso produzir melhor, ou seja, ser mais competente a cada interação com o público. 

Nesse contexto, a minha pergunta é: o que você está fazendo, hoje, para ser mais competente? Uma das maneiras mais eficientes de conquistar boas atuações no mercado e atingir o sucesso desejado é por meio de muito conhecimento, um dos pilares da competência. Entender o cenário em que a empresa está inserida, conhecer a realidade dos competidores, assim como o comportamento dos consumidores – muito mais inseridos no ambiente online -, e combinar essa capacidade com os recursos e habilidades certas, é o que torna possível desenvolver ótimas soluções para o mercado.

No entanto, essa não é uma tarefa simples. Nem sempre as informações são fáceis de serem apuradas, coletadas e avaliadas. Além da análise de dados ser uma função complexa, exige certa preparação das empresas. Elas precisam conhecer o universo da inteligência de dados e contar com plataformas eficientes de coleta e mensuração de dados para somar resultados positivos.

Por meio delas, é possível entrar a fundo no universo do competidor, levantar informações pertinentes sobre a concorrência, antecipar possíveis cenários e tendências e reunir o conhecimento necessário para melhorar as suas estratégias. Assim, o trabalho das equipes de marketing e vendas, por exemplo, se torna muito mais prático e eficiente. Com os dados corretos em mãos, são desenvolvidos novos planejamentos, ocorrem mudanças no rumo de estratégias e a performance das ações e campanhas é aperfeiçoada, melhorando as tomadas de decisão da empresa como um todo.

Como vimos, concorrência e competência andam lado a lado quando se quer alcançar melhores desempenhos. Esses conceitos são mais que uma rima, eles são a verdadeira solução para as empresas, e você não precisa sofrer mais por falta de conhecimento ou por fazer as escolhas erradas e perder posições e clientes para os concorrentes. 

Fonte: Proxxima

33% dos brasileiros já compartilharam fake news, diz estudo

Cerca de 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

A MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, realizou um estudo para entender como os brasileiros enxergam a questão da privacidade de dados na era do Big Data. Um dos pontos discutidos no estudo foram as famosas fake news. 82% dos respondentes disseram que usam as redes sociais como fonte de informação e 33% já compartilharam um conteúdo falso. O mais incrível é que 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

Um outro ponto alarmante desse estudo são as questões da privacidade de dados, 62% dos respondentes disseram que se preocupam com a segurança de dados, mas em contrapartida, mais da metade dos entrevistados não se importariam em compartilhar seus dados se soubessem que estariam beneficiando outras pessoas comum.

 

Fonte: ipnews

Inteligência artificial deve movimentar R$ 730 mi no Brasil em 2018

Inteligência artificial deve movimentar R$ 730 milhões (US$ 180 mi) este ano, segundo estimativas do Sebrae em relatório sobre o tema. Ainda segundo um novo levantamento da IBM, o Brasil é o segundo país que mais utiliza o Watson, motor de IA da empresa. Mas, afinal, o que faz da ferramenta tão preciosa para o mercado?

“As empresas brasileiras já entenderam que têm condições de utilizar a IA para melhorar seus negócios. Não são apenas as grandes, muitas startups utilizam o Watson”, destaca o líder de vendas da ferramenta no Brasil, Roberto Celestino. Ao todo, a companhia aponta ao menos 20 tipos de indústrias que trabalham com o Watson, entre grandes bancos até sistemas de educação e pequenas empresas.

Uma das startups, por exemplo, é a I.Systems, situada em Campinas (SP). Uma das funções da empresa é fornecer soluções de produção usando inteligência artificial, principalmente para gestão de energia industrial. Segundo um dos fundadores da companhia, Igor Santiago, a IA tem capacidade de reconhecer os locais que precisam mais de energia de acordo com a produção. Por exemplo, se um setor está “a pleno vapor”, o sistema automaticamente aumenta a geração de energia nas caldeiras direcionada para o setor. “O nosso sistema fica observando quando são ligados e desligados os equipamentos. Com isso conseguimos aumentar a quantidade de energia gerada pela caldeira quando prevemos que uma máquina vai entrar em operação”, explica Santiago. Isso é capaz de gerar uma economia, entre 2% a 10%, ele estima.

Outro setor que se beneficia de investimentos do tipo é do pinturas automotivas. A startup chamada Autaza criou uma IA capaz de reconhecer distorções micrométricas na pintura. Tal sistema está sendo implantado pela General Motors na fábrica da Chevrolet em São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, e com isso, a expectativa é de que caia em 60% a necessidade de retrabalho de pintura, além de aumento da velocidade de inspeção.

Os sistemas funcionam com exemplo e aprendizagem. No caso do sistema de pintura, há um banco de dados em nuvem com uma série de exemplos de defeitos comparados com modelos perfeitos de pintura. Quando o sistema reconhece um micro defeito como os apontados no banco de dados, acusa o erro.

Embora a inteligência artificial possa ser eficiente em produção e análise de informações , ela ainda tem um problema, que é o direcionamento. A ferramenta só funciona em sistemas fechados, isto é, exige que todo o cenário e treinamento seja feito para uma determinada função e nada mais.

“A inteligência artificial não tem vontade própria. Ela deve fazer aquilo para o que ela foi treinada. No caso de Watson, se eu treinei para responder sobre determinado domínio de conhecimento, qualquer coisa diferente daquilo, ela não vai conseguir fazer”. O especialista ainda lembra que a IBM e as outras grandes desenvolvedoras têm um acordo ético. “O objetivo é que possamos desenvolver a tecnologia pensando na utilização de forma mais ética possível. Temos que trazer facilidade para o ser humano”, aponta Celestino.

Contudo, o que pode ser um limitante para o trabalho, também funciona como segurança para a possibilidade de a máquina “criar vida própria”.

Outra questão é sobre proteção de dados. Para o bom treinamento de uma IA, é preciso que muitas informações sejam colocadas em nuvem, algo na casa dos milhares ou milhões de dados que podem carregar segredos industriais.

Estes dois dados são apontados pela IBM como os principais desafios para o futuro da implantação de inteligência artificial na indústria.

Fonte: Canal Tech

“Nunca vi uma grande ideia não achar dinheiro”

Neste segundo dia de Maximídia, Juliana Azevedo, CEO da P&G, falou sobre temas que afligem o universo das marcas e agências

Para abrir a programação deste segundo dia de Maximídia, evento criado com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento do mercado, Salles Neto conversou com Juliana Azevedo, CEO da Procter & Gamble (P&G) no Brasil, sobre temas que afligem o universo das marcas e agências. Nesta quarta-feira, 3, assuntos como gestão de verbas no mundo digital, desafios gerados pelas novas tecnologias e comportamento do consumidor dominaram o palco do Hotel Unique.

Ao início do painel, Salles traz à tona a crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos. O período é responsável por tirar de cena a preocupação das empresas com construção de marca. Para Juliana, a crise muda o comportamento do consumidor, em termos de relacionamento com os anunciantes e pesquisa de compra. “A cadeia, como um todo, foi transformada”, disse. “A categoria de desodorantes, por exemplo, sofreu uma deflação. O consumidor brasileiro quer promoção. Mas, se você demonstrar o valor mais do que o preço, ele pagará por ele”. Segundo Juliana, a comunicação que quer conveniência, explorada antes da crise, não é mais suficiente.

Nesse cenário, a tecnologia assumiu um papel fundamental na vida do consumidor. O consumo de mídia, de cinco anos para cá, mudou bastante: a TV continua com alta penetração, porém, no universo jovem, o digital é tão alto quanto o meio televisão. “Mas, essas não são as únicas mídias. As pessoas estão o tempo todo nas ruas”, afirmou. “É preciso se aproveitar das mídias que vão além do on e off-line. A nossa missão é, com toda a informação disponível no mercado, entender por onde vale navegar”. Juliana contou que a  P&G está fazendo experimentos e tentando explorar a abordagem de startups, para construir planos que sejam melhores e que não usem só o físico e o digital.

Assim como o relacionamento de consumidores mudou, o trabalho com as agências sofreu alterações. “Há algumas tarefas que trouxemos para dentro de casa, como a gestão de dados, compra de mídia digital e pesquisa. E, essas coisas que se saem melhor”, afirmou Juliana. A profissional da P&G, por sua vez, ressaltou que as mudanças de atuação não aconteceram só entre agências, mas também dentro do universo dos anunciantes. “Os gestores de marcas tornaram-se gestores de atividades. Eu não vejo um futuro sem parceria com as agências, mas essas empresas precisam construir competências diferentes”.

Juliana revelou que, na evolução da P&G no Brasil, os primeiros 15 anos não contaram com trabalho da marca corporativa. “As pessoas nem sabiam pronunciar o nome. No entanto, ainda temos marcas que tem muito o que crescer individualmente”.

A profissional ainda contou que a empresa investe mais bilhões em pesquisa. “Mas, só a inovação que sai de laboratório e de produto não é o suficiente. Não vamos abandonar nossos cientistas, mas precisamos de velocidade”. Juliana disse que os planos para o Brasil, em temos de inovação, incluem: definição de problemas mais ampla; abertura de um centro de pesquisa focado em inovação, que inaugura no final deste 2018; e apostas na cultura de experimentos, para produto, ideia e distribuição.

Dessa forma, fica claro que a reputação criativa e o peso da publicidade, para a P&G, são muito importantes. No Brasil, são investidos mais de R$ 10 bilhões. “Trabalhar com publicidade pode ser um desafio ou uma oportunidade. Nunca vi uma grande ideia não achar dinheiro. Influenciadores e consumidores podem construir uma marca junto com a empresa . Ter muito bem definidos os elementos icônicos das marcas e as marcas é muito importante”, comentou Juliana.

Em todo esse contexto, a CEO falou que provar o valor do produto é desafiador. “Estamos revisando o portfólio de quase todos os nossos produtos. O Brasil, mais do que nunca, precisa de um portfólio vertical. Com o período econômico do País, precisamos apresentar produtos que caibam no orçamentos dos clientes”.

“Like a Girl”, case premiado em Cannes, é um exemplo de como as marcas podem trabalhar causas sociais. “As marcas precisam fazer muito mais do que fazem. Eu tive a honra de liderar a Always mundialmente. O posicionamento dessa marca é ajudar as meninas a terem confiança. Fizemos muita pesquisa, porque a confiança da mulher, que impacta todo o empoderamento durante a vida, cai na adolescência”, explicou Juliana. Na último estudo, 76% dos entrevistados consideraram “Like a Girl” um termo positivo. “Também influenciamos a moda, que usa esse termo para empoderamento”. A campanha também tem como foco a ação. “Há um pouco mais de dois anos, existiam poucos emojis que representavam as mulheres, de modo que não fossem elas dançando ou pintando as unhas. Fizemos 40 emojis, com a indústria, para as mulheres”. Juliana disse que a voz e o posicionamento precisam ser genuínos e parte integrante da estratégia.

Sobre 2019, Juliana falou que há boas expectativas. “Para nós que trabalhamos em uma empresa americana e reportamos os nossos resultados em dólar, não é fácil. Mas, se vivermos o mantra de manter as oportunidade de mercado e os consumidores como sempre, eu estou muito otimista. Há tendências, embora pequenas, mas positivas. E, isso é incentivador. A P&G está extremamente comprometida com o Brasil. O País está entre os três maiores mercados no mundo nas categorias que competimos. Vendemos produtos de uso diário e que não dá para viver sem. O centro de inovação representa o presente. Há muito o que fazer. Categorias que somos grandes e outras que somos pequenos. Então, o futuro é encorajador. Não podemos desperdiçar uma crise para criar coisas diferentes e crescer”.

 

 

Fonte: Meio e Mensagem

Época Negócios destaca Zeeng entre as 100 Startups to watch

Época NEGÓCIOS e Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam um radar preciso das empresas nascentes mais atraentes do mercado e a Zeeng está entre elas!

 

Em meio à crescente complexidade do ecossistema de inovação brasileiro, o projeto “100 Startups to Watch” nasce como o mais preciso radar para detectar talentos e orientar governos, empresas e investidores. Fruto de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de análise de dados e mobilizou uma equipe de mais de 40 especialistas e líderes da comunidade de startups, que fizeram parte de um Conselho Consultivo. Escolhidas entre mais de 1,3 mil inscritas, as empresas listadas têm foco em soluções que estão moldando os rumos da nova economia e foram divididas em 14 setores e nos estágios protótipo, validação, MVP, tração e escala., MVP, tração e escala.

 

 

ÉPOCA NEGÓCIOS Qual é a sua visão sobre o cenário de corporate venture no Brasil?
Rogério Tamassia
 Tivemos uma explosão de iniciativas de aproximação entre corporações e startups nos últimos dois anos. Mas é preciso destacar que boa parte desses projetos ainda está ligada a estágios iniciais do corporate venture. Trata-se de um movimento natural: grandes empresas preferem apostar em formatos como hackathons e competições antes de investir em programas de inovação mais consistentes. Embora não gerem resultados expressivos, esses modelos ajudam a preparar as organizações para níveis de parceria que exigem mais comprometimento, como aceleradoras e fundos de investimento.

NEGÓCIOS Como as corporações podem evoluir para estratégias mais consistentes?
Rogério
 As empresas precisam saber o que estão procurando. Patrocinar um hackathon dificilmente resultará em um modelo de negócio “disruptivo”. Mas pode ser uma boa oportunidade para aprender sobre startups. Programas de aceleração corporativos, por sua vez, tendem a apresentar resultados mais palpáveis. No final das contas, tudo depende de quanto as empresas estão dispostas a investir na parceria — e em quanto tempo esperam obter o retorno sobre esse investimento.

NEGÓCIOS O que os gestores dos programas devem fazer para que as startups não sejam sufocadas pelos processos burocráticos de grandes empresas?
Rogério
 A maioria das corporações trabalha com metas de curto prazo. O problema é que startups apresentam ciclos de maturação mais extensos, incluindo etapas sucessivas de tentativa e erro. Quando essas duas realidades se encontram, é natural que aconteça um choque. A melhor maneira de resolver esse conflito é adotar uma mentalidade voltada para o longo prazo. Demonstrar compromisso é essencial para ganhar legitimidade no ecossistema de startups e tecnologia.

NEGÓCIOS Quais tendências devem surgir no circuito de inovação corporativa?
Rogério 
Passada a fase de consolidação atual, acredito que veremos um número maior de empresas apostando em estratégias mais completas. As organizações passarão a implantar modelos que contemplem negócios em diversos estágios de crescimento. A crença de que os programas de corporate venture servem para encontrar unicórnios também deve chegar ao fim. As expectativas de retorno sobre investimento tendem a ficar mais realistas.

NEGÓCIOS Por que é importante levantar dados que ajudem a mapear o ecossistema de startups?
Rogério 
A disponibilidade de informações confiáveis é essencial para que as empresas enxerguem o nível de evolução das startups brasileiras. Muitos executivos viajam para o Vale do Silício em busca de tecnologias que já existem por aqui. Existem muitas soluções inovadoras sendo criadas no país. Precisamos encontrar novas maneiras de mostrá-las para o mundo.

Fonte: Época Negócios

Zeeng é destaque no projeto Draft

A Zeeng é uma plataforma de Big Data Analytics para marketing e comunicação

Nome:
Zeeng.

O que faz:
É uma plataforma de Big Data Analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

Que problema resolve:
Possibilita que dados obtidos por meio de sites, redes sociais e notícias sejam compilados em um mesmo lugar, auxiliando profissionais da área em brainstorms e em estudos de concorrência.

O que a torna especial:
De acordo com os fundadores, a startup permite que os gestores de marketing tenham em mãos, em tempo real, informações sobre o comportamento de suas marcas na mídia, ambiente digital e nas redes sociais, além de observar o movimento dos concorrentes.

Modelo de negócio:
A Zeeng lucra com a assinatura SaaS da plataforma que tem pacotes comerciais a partir de 1.500 reais mensais.

Fundação:
Março de 2017.

Sócios:
Eduardo Prange — CEO
André Saldanha — CTO
Cesar Paz — Advisory Board

Perfil dos fundadores:

Eduardo Prange — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Turismo e Lazer pela Fundação Universidade Regional de Blumenau e tem MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT-SP. Foi sócio-fundador da Seekr e ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira dos Agentes Digitais (ABRADI).

André Saldanha — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Computação pelo Centro Universitário La Salle. Trabalhou na Plugar.

Cesar Paz — 53 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Engenharia pela PUC-RS. Atua como professor do curso de Comunicação Digital da Unisinos. Fundou a AG2 e a ABRADI e é sócio e membro do advisory board da Alright, EYXO, Delta, Zeeng, DEx01, Minovelt e Delta.

Como surgiu:
Eduardo conta que antes de empreender a Zeeng era cofundador da Seekr, empresa de monitoramento de mídias sociais no Brasil. Durante o período em que ficou à frente do negócio, ele diz que percebeu um problema comum nos projetos de marketing digital: a fragmentação de diferentes tecnologias de monitoramento de informações. A partir daí, surgiu a ideia de encontrar uma forma de consolidar em uma única plataforma esses recursos. Em setembro de 2016, já com os dois sócios, iniciou o processo de desenvolvimento do MVP e a Zeeng foi lançada no mercado em abril do ano passado.

Estágio atual:
A Zeeng conta com mais de 30 clientes ativos e cerca de 1 600 marcas monitoradas por sua plataforma.

Aceleração:
Foi acelerada pela InovatiVa Brasil e atualmente está no programa da Wow Aceleradora.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 550 mil reais na empresa.

Necessidade de investimento:
Pretendem abrir conversas com potenciais fundos de investimento, em 2019, para captar uma rodada Série A de 3 milhões de reais.

Mercado e concorrentes:
“O ano de 2017 foi de validação de várias teses para a Zeeng. Porém, em 2018, já estamos trabalhando visando a expansão da empresa”, afirma Eduardo. Ele diz que o negócio não tem concorrentes diretos no Brasil, mas aponta alguns player internacionais que possuem semelhanças com seu produto, como SimiliarWeb, TapClicks e SocialBakers.

Maiores desafios:
“Acreditamos que o grande desafio em 2018 seja o de consolidar nosso modus operandi e gerarmos escala em todas as frentes da empresa: marketing, vendas, pesquisa e desenvolvimento e atendimento”, conta o CEO.

Faturamento:
300 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Já atingiu o break-even em outubro de 2017.

Visão de futuro:
“Já temos o título de ser a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Porém, queremos o reconhecimento como os líderes deste mercado. Dentro dos nossos sonhos mapeados para os próximos cinco anos está atingir a marca de 3 mil clientes e levar nosso produto para outros países”, diz Eduardo.

Onde encontrar:
Site
Contato

Fonte: Draft

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
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Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

8 startups brasileiras que podem ajudar a escalar o seu negócio em 2018

Soluções se debruçam em tecnologias emergentes como big data, analytics e inteligência artificial para movimentar o mercado B2B

 

No caminho sem volta da transformação digital, muitas empresas tradicionais e mesmo as nascentes podem se perder se não adotarem boas práticas digitais para os seus negócios.

É claro, nem todo negócio é igual ao outro, mas o que os diferenciam é o segmento de atuação. O comportamento, planos, visão empreendedora com foco em inovação são os grandes desafios para se ter sucesso.

Na lista abaixo, selecionamos oito startups brasileiras que desenvolvem soluções dedicadas ao mercado B2B e que podem ajudar a escalar o seu negócio em 2018.

Vianuvem

A startup oferece uma plataforma para gestão de documentos e processos em nuvem para empresas, chamada de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). A tecnologia prevê gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. A solução digital, segundo Fredy Evangelista, CEO da Vianuvem, traz redução no uso de papéis e otimiza os processos internos como contratos, notas fiscais, entre outros. O serviço avalia as necessidades específicas do cliente e oferece um sistema modular, o que possibilita a implantação gradativa do GED.

upLexis

A empresa oferece tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados extraídos da internet e de outras bases de conhecimento, disponibilizando informações relevantes para outras empresas escalarem. Utilizar dados extraídos de do chamado big data pode dar vantagens competitivas para conhecer clientes, gerar novos leads e evitar fraudes com compliance.

Zeeng

Por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, a Zeeng criou uma plataforma de big data analytics para o setor de marketing e comunicação. A startup atua junto às companhias da área para antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

Propz

A startup oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. A tecnologia proporciona um aumento de até 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas.

Tracksale

Com a premissa de utilizar pesquisas no pós-venda para identificar e resolver os principais problemas e gargalos dos consumidores, a Tracksale oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra. Com tecnologia Net Promoter Score do Brasil (NPS), a plataforma permite que as marcas possam coletar, de forma ágil e fácil, seus feedbacks, feitos por meio de uma única pergunta realizada via e-mail, SMS, websites, widget e aplicativos: “Em uma escala de zero a dez, quanto você recomendaria a empresa e o porquê?”.

Cobli

A startup paulistana, especializada no controle de frotas, telemetria e roteirização, desenvolveu um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial e com mais de um bilhão de quilômetros registrados, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas.

Konduto

A startup tem como objetivo monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Além disso, o sistema também leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, validação de dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual.

Trustvox

O consumidor está cada vez mais exigente antes de adquirir um determinado produto, por isso eles estão em busca de sites que prezam pela transparência e sinceridade. Pensando nisso, a Trustvox desenvolveu solução que certifica reviews no Brasil, assegurando a veracidade das avaliações. O propósito é tornar o mercado do e-commerce mais transparente e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes.

Fonte: IDG Now