Big Data ou Small Data? Entenda as diferenças e saiba como usar cada um

gerenciamento de dados nunca foi tão importante quanto é hoje. Não à toa, o Big Data nasceu da necessidade cada vez maior em conseguir lidar com a grande quantidade de informações gerada a partir dos processos cotidianos de uma empresa.

Baseando-se em três princípios: volume, velocidade e variedade, o objetivo é armazenar e analisar estes dados, sendo possível, por exemplo, organizar relatórios que mostrem os comportamentos, preferências e necessidades dos clientes.

Hoje é fundamental contar com soluções de Big Data para garantir o sucesso contínuo da empresa, pois, apenas ele é capaz de lidar com tanta rapidez e eficiência com a quantidade gigantesca de dados que as companhias geram e salvam atualmente.

Já o Small Data vem ganhando protagonismo no mercado nos últimos tempos graças às expectativas e necessidades dos clientes que querem personalização e um atendimento diferenciado, o que incentiva as organizações a buscarem maneiras inovadoras de trazer algo único para seu público-alvo.

A ferramenta analisa os dados de forma qualitativa, enquanto o Big Data faz isso quantitativamente. Além disso, ainda possibilita a análise de detalhes e opiniões sobre a experiência do cliente, seus desejos e necessidades, permitindo insights e decisões que, talvez, o Big Data não pudesse proporcionar. O resultado é maior conhecimento para entregar ao cliente a melhor experiência possível e produtos desenhados exatamente de acordo com o que ele deseja.

Para entender como o Big Data e o Small Data podem ser vantajosos para o seu negócio, a seguir, listo as principais diferenças entre essas tecnologias e como elas podem gerar resultados para a sua marca:

Condições dos dados

Como o Big Data lida com uma grande quantidade de informações, estas ficam armazenadas de forma não-estruturada, exigindo um trabalho minucioso de agregação e de interpretação para que possam ser analisadas. Enquanto isso, o Small Data atua com um volume menor, o que faz com que os dados dessa ferramenta estejam prontos para análise sempre que necessário.

Localização

O Big Data opera com todas as informações da organização, colhendo-as a partir dos sistemas na nuvem, do SQL Server, dos bancos de dados, dos PCs da empresa, entre outros lugares nas quais são geradas. Já o Small Data costuma trabalhar apenas com elementos vindos dos PCs, dos CRMs, de pesquisas e das redes sociais. A partir desses meios, é possível ter acesso direto às opiniões, hábitos, dúvidas, reclamações e necessidades dos clientes.

Tamanho e complexidade

A medida que o Big Data atua com medidas como terabyte e petabyte, o Small Data — que, lembre-se, recolhe dados de poucas fontes — lida com quantidades que, além de pequenas, também são consideravelmente mais simples. Uma única venda já é capaz de gerar subsídios muito importantes para o Small Data.

Importância e utilidade

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o Small Data não chegou para substituir o Big Data. A mineração e a análise de dados continuam tendo uma importância crescente dentro das companhias, que nunca geraram tantas informações digitais como hoje.

Com isso, é possível perceber que ambas são tecnologias complementares. Elas solucionam diferentes necessidades das empresas, possibilitando melhores resultados, decisões mais embasadas e eficientes, além de um crescimento contínuo das organizações.

*Alexandre Glikas é diretor-geral da Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb

Fonte: Computer World

Estudo revela como anda a presença digital das marcas brasileiras mais valiosas

Zeeng e Blumahub divulgam estudo inédito que aponta posicionamento das marcas mais valiosas de 2018 no ambiente digital.

Anualmente, a Interbrand, consultoria global de marca, realiza estudo em que apresenta as 25 marcas mais valiosas do mercado brasileiro.

Com o objetivo de compreender melhor como essas empresas se comportam no ambiente digital, a Zeeng, plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, em parceria com a Bluma Hub, empresa focada em estratégias digitais, preparou o estudo inédito sobre o tema.

O ranking analisa o impacto positivo de um bom posicionamento na internet na visão dos consumidores. “Essa é uma provocação para estimular a reflexão de como as marcas do estudo estão se comportando e como isso pode atribuir ainda mais valor ou apresentar uma possibilidade de crescimento para essas empresas” comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Ao todo, as empresas foram divididas em treze setores:

Financeiro: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Cielo e BTG Pactual Digital são as cinco marcas mais presentes digitalmente. Quando analisadas separadamente, nota-se que o Banco do Brasil demonstra um posicionamento de notícias muito mais elevado do que qualquer outra competidora, enquanto nas redes sociais o Itaú é a marca que apresenta maior ativo social.

Cerveja: As marcas mais relevantes no ambiente digital são Skol, Brahma, Itaipava, WALS e Bohemia. As marcas Brahma e Bohemia podem melhorar seus ranking de Web Analytics, onde outras marcas nacionais estão melhores posicionadas.

Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos: Os destaques foram Natura, Salon Line, Tô de Cacho, O Boticário e Hinode. Embora a Natura seja uma empresa de relevância nacional, em relação ao trabalho no digital, ocupa o segundo lugar, perdendo para a Salon Line.

Energia: petróleo, gás, etanol, gasolina, lubrificantes e afins: as empresas que estão no top 5 são: Petrobras, Ipiranga, Atvos, Raízen, CPFL Energia. É importante levar em consideração que a Petrobrás apresenta uma grande diferença, em seu posicionamento de notícias por ter sido constantemente citada em matérias relacionadas à política nacional.

Moda e produtos de luxo:  Os destaques são Lojas Renner, Riachuelo, C&A, Marisa e Reserva, respectivamente. Delas, a Lojas Renner – que é a 11ª marca mais valiosa da pesquisa – ocupa o 1º lugar no posicionamento online. Mesmo que as empresas apresentem um ativo social muito próximo um do outro, a Renner é muito mais ativa nas plataformas de mídias sociais.

Hospital, clínicas, laboratórios e afins: Hospital Israelita Albert Eintein, Hospital São Camilo, Hospital Sírio-Líbanês, Hospital Moinhos de Vento e o Laboratório Fleury são destaques no top 5.  Os hospitais mostram-se muito estruturados em relação à seu posicionamento digital, sendo 4 dos 5. Embora apareça no ranking, a empresa Fleury ainda pode explorar ações no ambiente digital e melhorar sua posição.

Para acessar o estudo completo com todas os setores, acesse aqui.

Fonte: Proxxima, Revista Live Marketing

Zeeng estuda presença digital dos e-commerces durante a Black Friday

A Black Friday, data de maior movimentação do varejo, passou. Mas por onde olhamos, percebemos o rasto que ela deixou ao longo do mês. Pensando nisso, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics, mediu a presença digital das marcas Americanas, Carrefour, Casas Bahia, Centauro, Fast Shop, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Submarino durante o mês de novembro e estudou como cada uma delas se comportou em suas redes sociais, na imprensa e web analytics:

Assista o vídeo na íntegra 

A empresa com maior destaque em todos os âmbitos foi a Magazine Luiza, com nota 7,7 no Zeeng Score, indicador que leva em conta o nível de atuação da empresa nas redes sociais, imprensa e web analytics. Ao longo do mês foram 102 publicações. Seguida pela Fastshop, com 95 posts, e Ricardo Eletro, com 53 posts.

No Youtube, a Magazine Luiza também foi a marca que mais postou, com 38 vídeos, seguida por Casas Bahia, com 24, e Ponto Frio, com 23. No Instagram, a empresa postou 45 posts, seguida de Netshoes, com 20, e Americanas, com 11. A frenquência da Magazine Luiza no Twitter foi de 87 posts, seguida por Submarino, com 86, e Americanas, com 79.

O grande destaque dos e-commerces nas redes sociais está no formato de publicação utilizado neste período. “Este ano, foi forte a atuação das empresas nas redes sociais com foco na produção de conteúdos em vídeo. Vimos o que era tendência virar realidade e as marcas souberam aproveitar isso a seu favor” relata Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Os vídeos foram muito utilizados pelas marcas, para garantir a atenção do consumidor no tema Black Friday, com predominância desses posts Magazine Luiza.

No comportamento na imprensa, o Submarino ficou na frente, com mais de 1.700 notícias, seguido de Magazine Luiza 322 notícias e Casas Bahia 311 notícias.

Fonte: E-Commerce News

O cuidado das marcas com interações polarizadas no digital

Estudo da Hello, que aponta que a publicidade online segue enfrentando rejeição dos internautas, corrobora a luta pela atenção dos anunciantes, preocupados com comentários negativos

Fortalecimento de pautas feministas, LGBT e políticas são alguns exemplos de manifestações sociais que eclodem, diariamente, nas redes. Segundo Davi Bertoncello, CEO da agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello, o brasileiro já é reconhecidamente um povo sociável e conectado à internet. “O mundo online já se fundiu ao off-line”. Atentas a esse movimento, as marcas vêm construindo relacionamentos com seus consumidores no digital. No entanto, as intensas interações polarizadas, entre brandlovers e haters pressionam anunciantes, preocupados permanentemente em não cometer deslizes capazes de gerar uma enxurrada de comentários contrários e negativos às marcas.

Quase metade (49%) dos internautas possui interesse pelas redes sociais de anunciantes que admiram, 22% a mais que os números de 2016. O dado é da Hello, que, por meio do estudo Papo Digital, realizou entrevistas digitais com mais de 1.400 pessoas, maiores de 16 anos e integrantes das classes A, B e C. A pesquisa foi realizada entre 3 e 8 de maio deste ano.

Apesar da receptividade do público em relação às marcas no ambiente online, a publicidade na internet segue enfrentando rejeição. Cerca de 50% dos participantes do estudo da agência de pesquisa de mercado e inteligência admitem bloquear publicidade na internet, quando possível. De acordo com Davi, as pessoas deixam de lado anúncios ruins ou sem relevância. “Além disso, aqueles conteúdos publicitários que representam uma barreira à navegabilidade acabam não sendo aceitos”. Segundo o profissional, para que a comunicação consiga atingir o cliente, é preciso batalhar pela atenção.

O Papo Digital mostra, por exemplo, que 48% do público presta atenção em publicidade em posts das redes sociais, 35%, em banners e pequenos anúncios nos sites, e 33%, em vídeos. Mas, 56% estão compartilhando filmes publicitários se gostam de suas mensagens. O CEO da Hello explica que conteúdo audiovisual tem o maior potencial de engajamento online, “basta ver a importância de Youtube e Netflix para as audiências ou como, ao longo do tempo, serviços como Facebook e Instagram abriram cada vez mais espaço para compartilhamento de vídeos”. Diferente da TV, onde a mensagem é exibida para uma audiência de forma massificada, pela internet é possível atingir os públicos de forma segmentada, “o que demanda uma necessidade ainda maior de conhecer os clientes, seus valores, o uso que fazem em cada rede social e em qual momento da jornada online do consumidor a marca deseja impactá-lo”.

Nike (18%) e Adidas (15%), Samsung (7%) são as marcas mais admiradas, segundo estudo da Hello. Confira ranking completo dos anunciantes mais adorados pelos consumidores:

 

 

Ainda segundo o estudo da Hello, os jovens (67%) – de 16 a 24 anos – são os mais ativos na internet. Para Davi, esse público, desde cedo, está acostumado a desbravar o online. Nas redes sociais, o principal objetivo é a comunicação com amigos e familiares. “Isso explica o Instagram ser tão utilizado quanto Facebook e Whatsapp. Fora isso, ainda existe a questão intrínseca da busca de maior aceitação social que ocorre durante essa fase da vida, que gera uma necessidade de expandir a rede de contatos e competir pelo número de amigos nas redes, likes e compartilhamento”.

Apesar do engajamento dos jovens, as marcas não podem deixar de construir peças para um público mais velho – a partir de 55 anos. “Os anunciantes precisam lembrar que esse público se relaciona com o universo digital de forma diferente”, aponta o CEO. Segundo Davi, os seniores estão preocupados em postar notícias e assuntos ligados à saúde e causas sociais e menos interessados em expor seus gostos e seguir influenciadores e celebridades. “Vale lembrar também que outro público muito negligenciado pelas marcas é aquele formado por pessoas com deficiência. Apesar de formarem a maior minoria do mundo, com um bilhão de pessoas, e no Brasil serem 20% da população, nem 1% do conteúdo digital das grandes marcas brasileiras são acessíveis”, aponta.

A Hello mostra que a TV (53%) ainda é o meio que mais chama a atenção para anúncios. Diferentemente do Brasil, no mundo os investimentos de publicidade em meios digitais já superam os de televisão. “No País, a grande sacada é conseguir aproveitar essa descentralização dos canais de comunicação tradicionais e digitais para atingir seu consumidor de forma inteligente. É possível definir qual público atingir em cada meio, mas também quando, ou qual o melhor momento da jornada de um cliente para transmitir certa mensagem”, diz.

Veja os meios de publicidade que mais recebem atenção de acordo com o perfil do público (%):

Fonte: Meio e Mensagem

O mercado não sabe o que é Web Analytics

Insights sobre dados podem trazer para a empresa uma descoberta de um erro que poderia impactar vendas ou uma melhoria que auxilie na resolução de um problema

 Recentemente tive mais de 99 recomendações no meu LinkedIn sobre Google Analytics, com diversos profissionais e amigos me recomendando sobre esse skill e fiquei muito contente por atingir esse número. Passada a euforia, eu fiquei com uma pulga atrás da orelha e algo me chamou muita a atenção. Apesar de ter mais de 99 recomendações nesse skill, em web analytics mesmo eu tinha apenas 34.

Claro que muitas pessoas podem me recomendar por Google Analytics e não fazer o mesmo em WA, mas isso me chamou muito a atenção pois é algo que vivemos muito no mercado. Vendo essa informação pude constatar que o mercado até hoje ainda possui muitas dúvidas sobre o que é Web Analytics e acaba confundindo a análise de dados com a ferramenta. Uma das principais causas disso é a falta de conhecimento em entender que web analytics está no fato de transformar os dados em ação e não importa onde estão esses dados, excel, Google analytics ou através de uma pesquisa com usuários.

Vamos fazer um exercício sobre Web Analytics e Interpretação de dados:

Interpretando os dados mostrados na imagem abaixo, o que você consegue concluir?

Analise um pouco o gráfico antes de saber a interpretação.
Este é um gráfico personalizado mostrando a hora que mais vende no site.  Interpretando esse gráfico, chegamos a decisão que a hora que mais vende no site é as 15:00. Agora a pergunta que tenho que fazer é? Ok, mas porquê? Qual canal que mais vende a essa hora?

Através do relatório personalizado que criamos no Google analytics conseguimos ver que a hora que mais vende é as 15:00 e que os canais que mais influenciam para isso são e-mail e Adwords, seguindo por Google orgânico e tráfego direto.

Nessa interpretação de dados, concluímos que se aumentarmos nosso investimento em Adwords às 15:00 podemos obter um retorno maior, ou que podemos enviar os e-mails segmentados para as bases antes das 15, mas vale a pena linkar isso com a taxa de abertura e cliques por hora também.

Outro exemplo:
Interpretando os dados abaixo, o que podemos concluir? Este é um gráfico de pesquisas internas do site!

Analise um pouco o gráfico antes de saber a interpretação.
Este é um gráfico com mais interpretações. Primeiro ponto que podemos interpretar é que Orquídea é meu produto mais buscado e vendido:

Segundo ponto que podemos analisar é que estamos perdendo oportunidade com a busca por girassol e margarida. Os usuários acessam meu site, buscam por essa informação e eu não vendo o produto. Se somarmos as buscas de “girassol”, “girasol” e margarida, temos 20 buscas, se tornam os mais buscados.

A principal interpretação desse relatório de Web Analytics é que os usuários estão entrando no seu site e dizendo: “Eu quero comprar margaridas” “Eu quero comprar girassol”, só que você não tem esse produto! Você está perdendo uma oportunidade aqui!

O terceiro ponto a ser analisado no relatório é uma possível falha na sua ferramenta de busca. A ferramenta está separando os resultados das buscas para “lirio” e “lirios” e “orquidea” e “orquideas”. Será que seu site diferencia singular de plural? Ou direciona ambos para o mesmo resultado? “Orquídea” no singular e “lírios” no plural possuem receita já “orquídeas” no plural e “lírio” no singular não possuem receita. Tem algo no mínimo estranho aí!

O último ponto a ser analisado neste relatório de buscas é a possível criação de uma categoria chamada “Presente de Aniversário” com dicas para presentear as pessoas com flores.

Se meu site tem 10 buscas por esse termo e ainda sim possui venda, significa que meus usuários querem saber dicas de como presentear alguém com flores. Talvez a criação de uma categoria de presentes de aniversário ou uma página ajudando o usuário a comprar presentes de aniversário pode aumentar a sua conversão, uma vez que os usuários já buscam por isso em seu site.

Em um gráfico simples de busca do site, analisamos diversos pontos para melhorar ou oportunidades para aumentar a nossa conversão e interação com o usuário.

Um trabalho de Web Analytics vai muito além de analisar as métricas mais conhecidas apenas e vai muito mais muito além da ferramenta. É como se você ganhasse um celular totalmente poderoso soubesse que ele faz infinitas coisas, mas não utiliza nada. Para que você tem esse telefone?

No mercado digital, temos junto a Web Analytics e suas ferramentas de monitoramento a possibilidade de mensurar os dados e de criar e inovar no mercado, pois podemos analisar o resultado positivo ou negativo de uma nova funcionalidade em real time. É por isso que dizemos que web analytics é mais que um gráfico bonitinho.

Fonte: Mundo do Marketing

A importância da presença digital para sua empresa e como esse instrumento pode impulsioná-la

A presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional

Com a ascensão da internet devido ao movimento de transformação digital dos negócios, a tecnologia se tornou indispensável para a vida e o trabalho da maior parte das pessoas. Por conta disso, estar no ambiente online se tornou fundamental na estratégia de marketing de qualquer marca, produto ou serviço.

Por toda essa relevância, a presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional. Hoje, com as pessoas cada vez mais conectadas na rede, seja por meio de smartphones ou por outros dispositivos, é comum recorrer a internet para qualquer tipo de atividade. Segundo projeções da consultoria Gartner, até 2020, haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados. Isso significa muitas conexões – alguns até estimam que esse número seja muito maior, mais de 100 bilhões.

Outra questão que não deve inviabilizar o investimento de uma companhia em ambiente digital é a área de atuação. Por mais específico que seja um nicho de mercado, é possível chegar até um determinado público-alvo ou a um cliente em potencial. É importante que se invista tempo e algum esforço para que uma empresa se destaque em âmbito digital. Vale lembrar, que a presença digital não contempla apenas as redes sociais, mas também os acessos da webpage e o conteúdo noticioso que pode vir a ser publicado em portais online.

É bom ressaltar que a atuação no meio digital deve ser planejada e só dá resultados se tiver uma estratégia cuidadosa por trás. Antes de mais nada, os responsáveis pelo marketing precisam definir um objetivo. Aqui pode ser um aumento de vendas, retenção de novos clientes, rebranding, ou até mesmo uma rede virtual criada para o atendimento ao consumidor. O próximo passo é descobrir como o público escolhido se relaciona e se comporta na web. Esse processo é de extrema importância, uma vez que ajuda o gestor de marketing a definir quais os melhores canais para marcar presença.

Cuidado! A popularidade de um canal, ou de uma rede social não garante sucesso à uma estratégia de marketing digital.

É preciso saber onde a audiência desejada está para poder alcançá-la e isso pode envolver outras plataformas. Por fim, defina os formatos e os conteúdos que serão usados para interagir com o público. Lembre-se: a presença digital é um ótimo instrumento para cativar o consumidor e provocá-lo a conhecer uma marca. O engajamento conquistado por meio de uma estratégia digital é um trunfo para a fidelização e retenção de novos clientes.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Adminstradores

Presença Online – 10 pontos fundamentais para o sucesso da sua empresa no ambiente digital

Estar presente hoje no ambiente digital e construir uma presença online relevante é imprescindível para que as marcas sejam reconhecidas e encontradas por seus consumidores. Buscar por informações no ambiente digital já se tornou um caminho natural, um hábito das pessoas. Para que seu negócio esteja bem indexado nos mecanismos de busca é imprescindível ter uma boa estratégia de marketing digital.

A presença online das marcas transcende a construção de um web site, significa a soma de diferentes iniciativas de registros e participações da marca no ambiente digital. Esse processo de reconhecimento envolve sim, a criação de um web site, mas vai além, pois também leva em consideração, por exemplo o conteúdo desenvolvido em blog, as notícias veiculadas em portais relevantes e a participação em redes socais. São mais de 200 variáveis que impactam diretamente na relevância da presença online e consequente melhor indexação nos mecanismos de busca, eu elenquei 10 critérios que considero cruciais para esse processo 😀

Presença online, Web Analytics

01-Conteúdo único e de valor: Essa é a essência do SEO, produzir conteúdo de qualidade para o usuário. Pense menos nos robôs e mais no que as pessoas estão buscando e gostariam de ver no seu site. O Google valoriza isso!

02-Autoridade da página: PageRank foi o primeiro algoritmo criado por Larry Page há mais de 20 anos, baseado nos links que uma página recebe. Apesar da idade, ele ainda é usado, como o próprio Google afirma. Porém, muitos profissionais preferem o Page Authority, métrica da Moz que promete mais transparência, atualizações e precisão que o PageRank. Você pode conferir o seu na ferramenta Open Site Explorer, da Moz.

03-Autoridade do domínio: O posicionamento de uma página também é influenciado pela autoridade do seu domínio. Confira o seu Domain Authority também no Open Site Explorer.

04-TrustRank: Com saber se seu site é confiável? “Diga-me com quem andas…”. O Google determina o seu TrustRank baseado em seus relacionamentos, ou seja, em quantos links você recebe de sites de confiança.

05-Velocidade de carregamento: Esse é um dos fatores que o Google fez questão de anunciar: o tempo de carregamento dos sites influencia bastante na experiência do usuário e, consequentemente, no seu rankeamento.

06-Responsividade: Em abril de 2015, o Google anunciou que as páginas mobile-friendly ganhariam melhores posições nas buscas realizadas em dispositivos móveis.

07-Certificado SSL e HTTPS: O Google informou que sites seguros, que usam Certificado SSL e HTTPS, ganham prioridade. Ainda não se percebeu impacto disso no rankeamento, mas esse fator deve ganhar força.

08-Palavra-chave no título: O uso da palavra-chave é essencial na otimização, e o título é um dos fatores mais importantes do SEO On Page. Então, insira sua palavra-chave nele!

09-Usabilidade: Quanto mais você facilitar a vida do usuário dentro do seu site, melhor será sua experiência. Usabilidade impacta em tempo de permanência, visualizações de página e taxa de rejeição.

10-Arquitetura do site: Organização do conteúdo é essencial para usabilidade e ajuda o Google a entender suas páginas.

Vale ressaltar que ao todo são mais de 200 critérios e isso muda com uma certa frequência, porém acredito que os “TOP 10” estejam aqui pontuados 😀

Post escrito pela Isadora Longo, colaboradora do blog da Zeeng, Consultora de Startups e Mestre em Design Estratégico.