Mais da metade das pesquisas no Google resultam em zero cliques

Segundo uma pesquisa da empresa de análise de marketing Jumpshot, mais da metade das pesquisas feitas no Google não geram cliques. O estudo mostra que, em junho de 2019, por exemplo, 50,3% das pesquisas do Google receberam um total de zero cliques.

O estudo levou em conta as 40 milhões de pesquisas feitas no Google através de computadores e dispositivos móveis nos Estados Unidos, e reforça que essa tendência de pesquisas com clique zero tem crescido desde 2016.

Por outro lado, as pesquisas com cliques orgânicos em sites que não são do Google continuam caindo, e agora representam 45% de todo o tráfego.

Não é tão surpreendente que um grande número de pesquisas não resulte em cliques, especialmente quando consideramos que o Google está voltando sua atenção para o resumo dos resultados no topo da Pesquisa.

O resultado também não é exatamente inédito. Em junho, a Search Engine Land já havia citado uma pesquisa anterior da Fishkin que sugeriu que o número de buscas com clique zero no primeiro trimestre de 2019 atingiu quase 49% de todas as consultas.

Ainda assim, a descoberta reacende as discussões sobre a conduta anticompetitiva do Google, que muitos já criticam desde sempre.

O Google ainda não se pronunciou sobre o resultado da pesquisa.

Fonte: B9

Google começará a exibr podcast nos resuldados de pesquisa

O Google começará a exibir podcasts em seu resultado de pesquisa, para ser mais fácil de encontrá-lo. O site de busca exibirá episódios individuais, ou seja, caso alguém pesquise um programa ou uma entrevista específica, a procura mostrará os possíveis capítulos.

Também será possível pedir ajuda ao Google Assistente, “Olá, Google, reproduza um podcast sobre o NerdCast do Jovem Nerd”. Porém, não há informações de quando a funcionalidade do Assistente será atualizada.

O Google informou que suporta a reprodução de terceiros para aqueles podcasts que são exclusivos de algumas plataformas. Para remover a indexação de pesquisa, a equipe está automaticamente transcrevendo todos os programas, então, todos que publicarem com um RSS Feed terão seus conteúdos indexados automaticamente.

Fonte: Adnews

Twitter: Um quinto de seguidores de políticos pode ser fake

As últimas eleições comprovaram a gravidade das fake news em momento de instabilidade política. A disseminação de informações vagas e difamações infundadas em redes sociais ganhou destaque na esfera pública e chamou a atenção para a importância de combater o fenômeno. Pensando nisso, a agência de reputação Bold Lion (www.boldlion.com.br) fez uma análise do Twitter de cinco importantes figuras públicas, com o objetivo de verificar a presença de perfis falsos entre seus seguidores: Jair Bolsonaro, Fernando Haddad, João Amoêdo, Tiririca e Carla Zambelli.

Em um total de 1.013 seguidores analisados, o perfil do Presidente Jair Bolsonaro (PSL) apresentou 22% de fakes, enquanto o ex-prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), teve um total de 18% de usuários-fantasma entre os membros de seu público.

“Nós coletamos aleatoriamente uma parcela do following de cada um e utilizamos uma ferramenta digital para identificar os bots, classificados como fakes”, afirma um dos sócios da Bold Lion, Gustavo De Amorim.

João Amoêdo (NOVO) teve o menor índice de seguidores falsos entre os ex-presidenciáveis, com 17% da amostragem inválida. Os demais nomes considerados foram o do humorista e atual Deputado Federal Tiririca (PR-SP) e da Deputada Federal Carla Zambelli (PSL-SP). O primeiro, apresentou um índice de 10% de seguidores falsos e a segunda, 5% – o que não configura menor gravidade para o problema.

Reação em cadeia para viralizar, diz especialista em mídias digitais

Segundo Michel Bekhor, da agência de comunicação Press Works e especialista em mídias digitais, “os bots programados para seguirem uma determinada figura pública podem, por exemplo, retuitar uma notícia falsa em favor de um indivíduo e gerar uma reação em cadeia, fazendo a informação falsa chegar a um usuário verificado que espalha o fato para milhares de pessoas. A partir daí, o estrago está feito”.

Metodologia

A pesquisa coletou uma amostra aleatória dos followers de cada personalidade e utilizou uma ferramenta digital para identificar perfis com alta chance de serem bots, classificados como fakes. Entre os critérios utilizados para verificar as contas duvidosas, estavam a presença na rede – a maioria dos bots contabilizam zero tuíte – e a utilização de nomes genéricos acompanhados de números – padrão comum entre usuários-fantasma.

“Vale lembrar que os perfis privados foram descartados da análise, uma vez que é impossível verificar suas atividades e, portando, defini-los como legítimos ou fakes”, diz

Fonte: Ecommerce News

As 100 palavras mais pesquisadas no Google

As tendências de busca sempre mudam, o que pode dificultar o acompanhamento do que acontece no mercado. Diante de tantas alterações, torna-se impossível se informar sobre as mudanças gerais, mas conhecer um quadro mais amplo pode ser útil, não apenas para ver interesses atuais, mas também para acompanhar tendências mundias.

Para ajudar nisso, as equipes da Ahrefs e da Siege Media se uniram para analisar os termos mais pesquisados no Google entre usuários nos EUA nos últimos 12 meses (terminando em 1º de junho de 2018).

Confira o infográfico:

 

 

Fonte: AdNews