A era do dataísmo e os próximos passos do marketing

O dataísmo é a nova religião dos dados. No passado acreditava-se muito nos princípios da fé para ter respostas às angústias que nos cercavam. Agora os poderosos algoritmos nos dão encaminhamento para as respostas. Alguns usam as estatísticas assim como os bêbados, mais para apoio do que para iluminação.

Antes eu estimava o tempo que levaria para me locomover de A para B, hoje tenho o tempo exato. Antes recorria à intuição dos mais velhos para saber se ocorreria uma chuva durante o dia, hoje tenho a previsão exata se isto acontecerá. Antes fazia minhas orações para não ser acometido por uma doença grave, hoje os testes de DNA fazem análises preditivas. Quando queríamos saber alguma informação para nos ajudar a decidir, recorríamos antigamente ao professor, ao chefe e até ao padre da paróquia. Tínhamos como base de conhecimento as grandes religiões, como o Cristianismo, o Hinduísmo, o Budismo e o Islamismo.

Não sou mais um profissional de marketing, hoje sou um profissional de Matemarketing, minha vida é sufocada por dados. No passado quando encontrava os meus pares de mercado, a pergunta mutua que me faziam era: qual é a sua agência de publicidade?  Hoje perguntamos: quais são as martechs que estão plugadas no seu negócio? Todas as martechs tem no seu DNA algoritmos potentes que geram dados, que por sua vez geram informações, que por sua vez geram a big idea.

A sequência é mais ou menos essa: Biga Data, Data, Small data, insight.  No período da big ideia pura, para aprovar uma campanha havia necessidade de muitas autorizações, assinaturas e carimbos dando autenticidade de que a ideia havia sido aprovada. Era um vai vem de papel, pranchas, assinaturas, etc. Hoje é muito comum o analista fazer uma campanha nas redes sociais, ninguém viu, ninguém aprovou e ninguém opinou. Ela impacta 1 milhão de pessoas, geram milhões de impressões, click views e centenas de clientes interessados etc. Com custo de aquisição de cliente e prospect, e acuracidade de 06 casas depois da vírgula. Tudo é absolutamente mensurado. Acabou a era dos palpiteiros de plantão.

Estamos vivendo a era do Dataísmo, a nova religião de dados, tudo se explica através de números. Os profissionais de marketing e comunicação que não acordarem para esta nova realidade estão fora da arena de negócios. Independentemente da carreira que atuamos, todos deveremos ser proficientes em competências analíticas, sobretudo os profissionais de humanas que passaram e ter que incorporar essa nova habilidade no seu grid. Ouso afirmar que o Big Data adquiriu um protagonismo significativo nos últimos anos a ponto de parear com o big ideia, no entanto um não vive sem o outro. Profissionais de humanas, bem-vindos ao mundo de exatas.

Fonte: Consumidor Moderno

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Para entender e conquistar clientes é preciso dados, não suposições

Conhecer os clientes e construir relacionamentos têm sido princípios básicos para o bom andamento dos negócios em todo o mundo. Estamos na era da hiperconectividade e você, com toda certeza, já deve ter ouvido falar em Big Data, inteligência artificial (IA), CRM, ‘machine learning’, Google analytics, ‘business intelligence’, entre inúmeros outros termos e ferramentas que se valem da análise de dados para impulsionar resultados nos mais diferentes setores. E, caso ainda não esteja familiarizado com o ‘data science‘ na gestão da sua empresa, esse é um bom momento para começar.

O mercado está cada vez mais focado em entender a jornada do cliente e sua experiência de compra. Afinal, a razão para aquela grande ideia de negócio ter nascido é a satisfação do público-alvo, seja na entrega de um produto ou de um serviço. Avanços tecnológicos, como a inteligência artificial e o machine learning, vêm transformando as estratégias de atração e relacionamento com clientes.

A utilização de análise de dados no marketing possibilita aprimorar processos, obter ‘insights’ preciosos para analisar grandes volumes de dados e tomar decisões estratégicas com o objetivo de aumentar as vendas e o ROI, fidelizar clientes e aprimorar a experiência do usuário, por exemplo. Essa nova era do marketing, conhecida por ‘data driven’, está colocando em cheque o trabalho das agências de publicidade tradicionais – que não estão preparadas para tamanha complexidade.

Companhias que analisam seus dados conseguem responder rapidamente a mudanças do mercado, prever padrões de comportamento e prevenir riscos com mais agilidade. Analisando dados, as empresas aumentam as possibilidades de entender o cliente e responder às suas necessidades, o que leva ao crescimento.

Essas informações podem ser coletadas em diferentes lugares, como redes sociais, sites de pesquisa, e-mail, newsletters, fóruns, aplicativos e ‘gadgets’. Ao acessar um site, os ‘logs’ de acesso e de visualização ou de cliques do usuário mostram seu ponto de interesse. Quando ele faz uma compra online, é possível construir um histórico de estatísticas que mostra hábitos de consumo. Por meio dos comentários – positivos ou não – em redes sociais, ele registra uma percepção sobre aquela marca/serviço.

Porém, não é uma tarefa simples agregar valor a essa infinidade de dados, de forma que tenham sentido para gerar negócios de relevância. É preciso analisar as informações de forma inteligente, com as ferramentas e a abordagem certas para formular ‘insights’ – o ‘data science’ nada mais é do que um estudo metódico dos dados e informações referentes a um negócio, abrangendo diversas perspectivas sobre um determinado assunto.

Os profissionais de marketing – e de outras áreas – têm percebido a importância de entender métodos básicos de ciência de dados para se comunicar com as equipes de análise e avaliar as oportunidades. Atualmente, tudo o que é feito nos canais de mercado transforma-se em informação valiosa para estabelecer um padrão que caracterize o cliente certo para determinado negócio.

Está mais do que comprovado que o mercado, hoje, se baseia em números para crescer, e as companhias não podem mais focar seu planejamento e gestão em suposições. São esses dados, concretos e bem analisados, que serão de grande valia para a validação do modelo de negócio e para indicar para onde devem ser direcionadas as estratégias para que a satisfação, o engajamento e a fidelização do público-alvo sejam alcançados.

Fonte: It Forum 365

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação, quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em big data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o big data analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência – o assunto principal deste artigo.

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

* Eduardo Prange é CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação.

Fonte: Administradores.com

Data Driven Marketing: saiba o que é e como usar essa estratégia

O uso em larga escala das tecnologias digitais gera uma tonelada de dados por meio de mídias sociais, aplicativos, blogs etc. Coletar, armazenar e decodificar essas informações é uma oportunidade pra entender profundamente o comportamento e os interesses do cliente. É aí que entra o data driven marketing.

A estratégia utiliza dados ricos sobre o consumidor e o mercado, pra tomar decisões mais certeiras. Assim, é possível atingir o cliente em cheio com uma experiência memorável e aumentar a efetividade de todas as ações de marketing.

Quer entender melhor o que é data driven marketing e como colocar essa tendência em prática na sua empresa? Então, continue a leitura!

O que é data driven marketing?

Como o próprio nome sugere, o data driven marketing — em português, marketing orientado por dados — é uma estratégia na qual todas as decisões são tomadas com base na análise de informações concisas. Ou seja, aqui nem o “achismo” nem o “feeling” têm vez. Tudo é guiado pelos dados!

Nesse modelo, o consumidor fica no centro da estratégia. O objetivo é conhecer toda a jornada do cliente e conseguir uma visão mais profunda sobre os desejos e necessidades do seu público. Com base nisso, as ações de marketing podem ser otimizadas e direcionadas pra atender cada comprador de forma individualizada.

Quais são os benefícios para o marketing?

O universo digital está crescendo, e com ele um amplo leque de oportunidades de negócios. O uso de tecnologias digitais gera uma infinidade de dados diariamente. Quando interpretadas, essas informações podem ser utilizadas pelo marketing pra gerar insights valiosos.

De acordo com um levantamento realizado pela International Data Corporation (IDC), empresa global de inteligência de mercado, a quantidade de dados gerados mais que dobra a cada dois anos. A previsão é que em 2020 o volume de dados seja de 44 trilhões de gigabytes.

Todas essas informações podem ser usadas pra otimizar as ações da sua empresa. Uma pesquisa realizada pela Google, em parceria com a Econsultancy, mostra que 93% dos profissionais de marketing concordam que a colaboração entre as equipes de marketing e análise é essencial pra gerar resultado. A seguir, você vai ver as principais vantagens da estratégia.

Segmentação mais precisa

Segmentar em marketing significa categorizar o público com base em interesses e comportamentos semelhantes. Na prática, é isso que permite que você atinja a pessoa certa, na hora certa.

O data driven marketing é uma ótima tática pra aprimorar a segmentação de consumidores. Afinal, com a análise de dados, é possível identificar quem é seu cliente, onde ele está, como ele interage com os diferentes canais e até quais são os horários em que ele está ativo.

Identificação de conteúdos relevantes

Criar ofertas relevantes é um princípio básico pra qualquer campanha na era digital. Mas como oferecer conteúdos adequados para o cliente sem sequer conhecer seus interesses e hábitos de consumo? Impossível, né?

Um dos benefícios do marketing orientado por dados está na possibilidade de identificar o que é relevante para o seu cliente ou não. Dessa forma, você consegue personalizar a comunicação e oferecer mensagens que realmente agreguem valor.

Otimização da experiência do cliente

Experiência é tudo! A vantagem mais evidente do data driven marketing é analisar todas as interações e usar esses dados pra melhorar a experiência do cliente. Afinal, as informações coletadas permitem que a comunicação seja personalizada, e ainda estreitam o relacionamento. Tudo isso resulta em um consumidor mais engajado e fiel à sua marca.

Maior retorno financeiro para a empresa

Campanhas orientadas por dados são mais certeiras, por isso apresentam um melhor Retorno sobre Investimento (ROI). De acordo com a Certain, empresas que implementaram o data driven marketing observaram um aumento entre 10 e 20% em seu ROI.

Como vimos, as vantagens de adotar a estratégia no seu negócio são incontestáveis. Mas, afinal, como colocar isso em prática? A seguir, você vai ver algumas dicas pra implementar a técnica na sua empresa.

Como usar essa estratégia?

O data driven marketing pode ser utilizado em todas as etapas da jornada de compra, desde a descoberta, passando pelo processo de reconhecimento, consideração e decisão, até as ações de fidelização.

Por isso, antes de colocar a estratégia pra rodar, o primeiro passo é fazer um planejamento a fim de definir os objetivos de cada campanha. Independentemente do propósito, é importante ficar de olho nas dicas que vêm a seguir.

Adote tecnologias adequadas

Sem tecnologias pra coletar, armazenar e interpretar os dados, o data driven marketing seria inviável. Sendo assim, a escolha de softwares especializados na governança de dados é um fator determinante para o sucesso ou o fracasso da estratégia.

Priorize a qualidade dos dados

Não basta reunir uma quantidade de dados quaisquer. Claro que é importante coletar informações vindas de diversas fontes — como mídias sociais, ferramentas de CRM, aplicativos, blogs, vídeos, imagens, relatórios de atendimento etc. Mas é bom lembrar que esses dados isolados não apresentam nenhum valor estratégico.

É necessário filtrar as informações e priorizar a qualidade. A interpretação dos dados é tão importante quanto a coleta. É no processo de cruzamento e análise de dados que um amontoado de informações vira conhecimento estratégico.

Segmente as campanhas

Quando uma pessoa se depara com um anúncio no Facebook que não tem nada a ver com seus desejos e interesses, ela vai rolar a página sem dar a mínima atenção pra ele, certo? Pode até ser que ela fique incomodada. Nesse caso, a empresa desperdiçou tempo e dinheiro com o público errado. É por isso que a segmentação é tão relevante.

Se você já conhece bem quem quer e precisa atingir, é possível aumentar a eficiência das campanhas. Assim, a comunicação é direcionada pra quem está predisposto a consumir conteúdos, produtos e serviços da sua empresa. Por consequência, as ações geram maior engajamento e resultados mais efetivos.

Personalize as ações

Anote aí: usar o data driven marketing pra fazer uma abordagem one to one é uma dica de ouro. Isso cria a sensação de que a oferta é única e foi desenvolvida especialmente para aquele cliente específico. E foi mesmo!

Portanto, invista em recursos pra compreender o que os consumidores realmente desejam. A comunicação personalizada precisa considerar gostos, interesses, hábitos e informações pessoais (como nome e data de aniversário). Quanto mais precisa ela for, maior será o valor percebido pelos compradores.

Mensure os resultados

A performance de uma campanha nesse modelo é 100% mensurável. Por isso, é importante criar indicadores de desempenho pra verificar se o plano está dando certo ou não. O acompanhamento constante dos resultados permite realizar ajustes eventuais e aprimorar a estratégia.

No data driven marketing, todas as decisões são orientadas por dados. Isso permite que você tenha um profundo conhecimento sobre os hábitos do cliente e, consequentemente, crie ações mais efetivas. Portanto, use o poder dos dados pra alavancar os resultados do seu negócio!

Fonte: Mutant

 

COMO AUMENTAR A TAXA DE CONVERSÃO EM MEUS CANAIS DIGITAIS?

Hoje vivemos na era da experiência, o que é muito contrária a era das vendas, que acontecia entre 1920 e 1940, onde a diferenciação e concorrência eram os preços dos produtos e serviços.

Com o passar de anos, chegou a internet e com ela o posicionamento marketing de produtos, os 4 p’s do marketing até hoje com a nova era da experiência.

novo consumidor não busca apenas o melhor preço ou a melhor qualidade de produto, ele busca a experiência que a marca pode oferecer durante o consumo do produto ou serviço entregue.

O público possui acesso a informações de forma contínua e rápida. Sem tempo de consumir o bombardeio de informações disseminadas pelos veículos, essas pessoas buscam seguir marcas que estão de acordo com o seu perfil de consumo.

O público consome cada vez mais vídeos, fotos e textos curtos e objetivos que acionem sentimentos como emoção ou alegria, assim, isso insere-se de forma mais verdadeira na história da pessoa.

Entenda o que é marketing de conteúdo: Qual a importância do Marketing de conteúdo para a sua empresa?

As empresas buscam inserir-se nesse novo modelo de  relacionamento com o consumidor, fazendo pesquisas para desenvolverem ações que convertam suas vendas.

Afinal, como converto ações em vendas?

O primeiro passo, é entender seu target, sabendo isso, a empresa consegue medir previsões de retorno de suas futuras ações.

Após entender o target e onde ele  está, a empresa deve trabalhar branding e performance de forma integrada, sabendo que essas duas palavras devem andar juntas sempre.

Branding é algo construído a médio e longo prazo, num conjunto de ações e estudos. Já a performance é algo com resultado a ser medido a curto prazo, com o objetivo de conversão.

Saiba mais sobre branding: Saiba o que é branding e como isso influencia na sua empresa

Aumentar a conversão de vendas é além de uma meta, é manter o posicionamento e imagem da marca positivos diante da sociedade.

Clareza no posicionamento de marca é um dos passos para manter a empresa fortalecida. Além disso, a relação entre consumidor e empresa é algo que deve ser muito transparente, humanizado e ágil.

Fonte: Digitalks

Na economia digital, confiança de marca se torna prioridade

4ª edição do estudo global Future Focus da iProspect mostra estratégias das empresas em um ambiente de negócios digital, hipersensível e com baixa confiança e atenção

A confiança sempre foi a base dos mercados financeiros, da política e dos relacionamentos. No entanto, esta percepção vem caindo em todo o mundo: apenas um em cada quatro diz que a maioria das pessoas pode ser confiada, apenas 40% acreditam que os meios de comunicação fazem um bom trabalho para distinguir a ficção da realidade e apenas 26% acreditam que as empresas são transparentes no uso de seus dados pessoais. De outro lado, a atenção nunca foi tão escassa, com 62% das pessoas das 23 maiores economias admitindo que estão constantemente olhando para telas – segundo a Apple, usuários do iPhone destravam seus aparelhos 80 vezes ao dia em média e passam mais de 2 horas por dia em redes sociais.

Neste cenário, em 2019, a confiança de marca ganhou um papel central. É o que aponta a 4ª edição do Future Focus, estudo global da iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 300 clientes globais, incluindo empresas do FTSE 100 e do Fortune 500, e utilizou dados de pesquisa primárias com amostras superiores a 10 mil pessoas. O relatório também inclui entrevistas exclusivas com líderes globais de empresas como The New York Times, IBM, Microsoft, Hilton, The Economist, Rachel Zoe, Inc. e AccorHotels. O estudo aponta que 88% dos gestores de marketing entrevistados tem a confiança de marca como sua prioridade para 2019 e 76% afirmam também que a confiança é importante para manter seus clientes consumindo sua marca.

“À medida que a tecnologia borra mais a linha entre troca de informações e de bens/serviços, a confiança do consumidor se torna ainda mais primordial. Confiança já não é mais apenas uma questão, mas sim a questão”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil. O executivo completa ainda que “para reconquistar a confiança, as marcas precisam adotar princípios que respeitem, respondam e valorizem a escassez de tempo das pessoas”. O Future Focus aponta que a confiança está baseada em três pilares principais: Credibilidade, Relevância e Confiabilidade. O estudo mostra também que cada pilar ganhou contornos novos, frente a um cenário de comunicação hipersensível.

A Credibilidade foi fortemente impactada pelas fake news, pela maior preocupação com dados pessoais e por novas normas de gestão de dados. “Neste novo contexto, os consumidores esperam mais responsabilidade, transparência e prestação de contas antes de dar sua confiança. As marcas precisarão redobrar seus esforços para aparecem como opções confiáveis”, ressalta o diretor geral da iProspect. Três fatores podem auxiliar a marca nesta área. Primeiro, o estabelecimento de um propósito de marca forte e o envolvimento ativo em questões sociais (a maioria da população, especialmente os milennials, considera este engajamento uma obrigação moral). Segundo, a comunicação das marcas deve se basear em estratégias de produção de conteúdo, posicionamento em buscas e presença em mídias sociais. E, por fim, as marcas devem utilizar a tecnologia, com destaque para a inteligência artificial, bots e ativação por voz, para possibilitar a entrega em larga escala e com segurança da promessa de marca.

Já a busca pela Relevância está associada ao uso correto de dados para o desenvolvimento de experiências individualizadas, a integração dos recursos digitais a vida cotidiana das pessoas e o investimento na crescente utilização das assistentes digitais acionados por voz. “Embora os profissionais de marketing possam acessar mais dados do consumidor do que nunca, eles precisarão avaliar cuidadosamente cada um para se concentrar naqueles que podem realmente ajudar a melhorar a experiência do consumidor, online e offline. Além disso, compra, pequenas tarefas e buscas por voz já são uma realidade e este ponto de contato tende a excluir os demais e as marcas não podem ficar de fora”, explica Bruno Mosconi.

A Confiabilidade, por sua vez, se refere à percepção de qualidade na interação do consumidor com as marcas, seja ela oriunda de experiências próprias ou de terceiros. A importância deste fator vem crescendo, sendo que muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma conveniência maior. A maioria dos gestores de marketing (58%), inclusive, consideram que construir uma experiência de marca mais conveniente irá alavancar mais o crescimento dos negócios do que o fortalecimento de marca. A busca por mais conveniência para o consumidor deve começar pela reanálise deste quesito em todos os canais digitais da marca. Os feeds de informação sobre produtos e serviços merecem especial atenção. Eles devem ser precisos, detalhados e constantemente enriquecidos. Se a marca conseguir manter esse padrão de informação em todos os pontos de contato, mais forte ainda será a mensagem. Por fim, os marketplaces podem alavancar os e-commerces das empresas, uma vez que eles vêm influenciando cada vez mais a decisão de compra.

“Na era conveniência, os profissionais de marketing precisarão equilibrar corretamente seus esforços entre construir suas marcas e projetar soluções altamente convenientes. Eles terão que remover o atrito em qualquer lugar onde os consumidores se envolvam com a marca: website, escritórios, mídias e plataformas de vendas”, concluiu o diretor da iProspect Brasil.

Fonte: Proxxima

Facebook enfim dirá claramente nos termos de uso que ganha dinheiro direcionando anúncios a usuários

Enquanto o Facebook não é alvo de forte regulação nos EUA e em outras partes do mundo, a rede social vai fazer algumas alterações em seus termos de uso após pressão da União Europeia. Na prática, a plataforma terá de ser clara sobre seu modelo de negócio para os usuários, informando que é gratuito, pois a companhia ganha dinheiro ao direcionar propagandas para os membros do serviço.

A União Europeia explica melhor o tipo de esclarecimento que eles querem que o Facebook expresse claramente aos usuários: que o Facebook vende para terceiros informações baseadas no uso de dados dos perfis.

Apesar de a rede ter concordado com as propostas da União Europeia, o Facebook tem até junho de 2019 para atualizar os termos de uso.

O escrutínio sobre o Facebook na Europa vem após a polêmica da Cambridge Analytica, em que dados de um teste de personalidade foram usados em um contexto político. A Comissão Europeia quer que a rede seja cada vez mais clara ao informar como ganha dinheiro e de onde vêm as receitas da empresa. Pode parecer um pouco óbvio para quem é do ramo de tecnologia, mas, aparentemente, mesmo na Europa, não existe muito bem a noção de que os dados dos usuários são a mina de ouro da companhia de Mark Zuckerberg.

“Termos de uso mais claros são bem-vindos, mas não resolvem o problema inerente ao modelo de negócio do Facebook, que foi construído na exploração e monetização extensas da privacidade das pessoas, na dominação de mercado na Europa e preocupações sobre o cumprimento da lei de privacidade europeia”, disse Ursula Pachl, vice-diretora geral do BEUC (Bureau Européen des Unions de Consommaterus), órgão de fiscalização de direitos do consumidor da União Europeia, ao TechCrunch.

Além dessa questão sobre modelo de negócio, informa a União Europeia, o Facebook também alterou:

  • Sua política de limitação de responsabilidade e reconhece agora sua responsabilidade em caso de negligência, por exemplo, no caso de dados terem sido usados de indevidamente por terceiros.
  • Seu poder de alterar unilateralmente os termos e condições, limitando-se a casos em que as alterações sejam razoáveis, tendo em conta o interesse do consumidor.
  • As regras relativas à retenção temporária de conteúdos suprimidos dos consumidores. Esse conteúdo só poderá ser retido em casos específicos — por exemplo, para cumprir um pedido de uma autoridade — e por um período máximo de 90 dias em caso de razões técnicas.
  • A linguagem que esclarece o direito de recurso dos usuários quando o conteúdo deles for removido.

Ao TechCrunch, um porta-voz do Facebook informou que as mudanças nos termos de serviço ocorrerão globalmente, e não só no território europeu. “Temos trabalhado muito neste ano para explicar melhor como o Facebook funciona, quais dados coletamos e como nós os utilizamos. Como parte desse esforço contínuo, atualizaremos os termos de serviço para ser mais claros em como o Facebook ganha dinheiro. Várias das atualizações (nos termos) são resultado de nosso trabalho com o a rede de proteção ao consumidor europeia (CPC, na sigla em inglês), mas nós faremos essas mudanças globalmente.”

No ano passado, havia rumores de que a União Europeia estaria preparando uma multa de bilionária por causa de uma falha de segurança que permitia o acesso a credenciais de 50 milhões de contas. A cobrança ainda não chegou, mas nada impede que Bruxelas (Bélgica), sede da União Europeia, escreva um talão de multa e mande para Menlo Park, a sede do Facebook na Califórnia.

Lógico, isso não é sinal de que as coisas estão tranquilas para o Facebook na Europa. Como notou Ursula em sua fala, a rede ainda é investigada pela sua dominação de mercado e por possíveis violações do GDPR.

Fonte: GIZMODO BRASIL

Big Data ou Small Data? Entenda as diferenças e saiba como usar cada um

gerenciamento de dados nunca foi tão importante quanto é hoje. Não à toa, o Big Data nasceu da necessidade cada vez maior em conseguir lidar com a grande quantidade de informações gerada a partir dos processos cotidianos de uma empresa.

Baseando-se em três princípios: volume, velocidade e variedade, o objetivo é armazenar e analisar estes dados, sendo possível, por exemplo, organizar relatórios que mostrem os comportamentos, preferências e necessidades dos clientes.

Hoje é fundamental contar com soluções de Big Data para garantir o sucesso contínuo da empresa, pois, apenas ele é capaz de lidar com tanta rapidez e eficiência com a quantidade gigantesca de dados que as companhias geram e salvam atualmente.

Já o Small Data vem ganhando protagonismo no mercado nos últimos tempos graças às expectativas e necessidades dos clientes que querem personalização e um atendimento diferenciado, o que incentiva as organizações a buscarem maneiras inovadoras de trazer algo único para seu público-alvo.

A ferramenta analisa os dados de forma qualitativa, enquanto o Big Data faz isso quantitativamente. Além disso, ainda possibilita a análise de detalhes e opiniões sobre a experiência do cliente, seus desejos e necessidades, permitindo insights e decisões que, talvez, o Big Data não pudesse proporcionar. O resultado é maior conhecimento para entregar ao cliente a melhor experiência possível e produtos desenhados exatamente de acordo com o que ele deseja.

Para entender como o Big Data e o Small Data podem ser vantajosos para o seu negócio, a seguir, listo as principais diferenças entre essas tecnologias e como elas podem gerar resultados para a sua marca:

Condições dos dados

Como o Big Data lida com uma grande quantidade de informações, estas ficam armazenadas de forma não-estruturada, exigindo um trabalho minucioso de agregação e de interpretação para que possam ser analisadas. Enquanto isso, o Small Data atua com um volume menor, o que faz com que os dados dessa ferramenta estejam prontos para análise sempre que necessário.

Localização

O Big Data opera com todas as informações da organização, colhendo-as a partir dos sistemas na nuvem, do SQL Server, dos bancos de dados, dos PCs da empresa, entre outros lugares nas quais são geradas. Já o Small Data costuma trabalhar apenas com elementos vindos dos PCs, dos CRMs, de pesquisas e das redes sociais. A partir desses meios, é possível ter acesso direto às opiniões, hábitos, dúvidas, reclamações e necessidades dos clientes.

Tamanho e complexidade

A medida que o Big Data atua com medidas como terabyte e petabyte, o Small Data — que, lembre-se, recolhe dados de poucas fontes — lida com quantidades que, além de pequenas, também são consideravelmente mais simples. Uma única venda já é capaz de gerar subsídios muito importantes para o Small Data.

Importância e utilidade

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o Small Data não chegou para substituir o Big Data. A mineração e a análise de dados continuam tendo uma importância crescente dentro das companhias, que nunca geraram tantas informações digitais como hoje.

Com isso, é possível perceber que ambas são tecnologias complementares. Elas solucionam diferentes necessidades das empresas, possibilitando melhores resultados, decisões mais embasadas e eficientes, além de um crescimento contínuo das organizações.

*Alexandre Glikas é diretor-geral da Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb

Fonte: Computer World

Como vencer o desafio de qualificar leads com conteúdo inteligente

Adotar as estratégias de marketing certas para o seu negócio, melhorar a comunicação entre a marca e o consumidor e qualificar leads é o desejo de toda organização. Mas alcançar estes objetivos nem sempre é uma tarefa fácil.

Não existe fórmula mágica ou algum tipo de receita para conquistar clientes interessados no seu produto ou serviço e ter sucesso em suas ações e campanhas. Tudo está relacionado a forma como as empresas se preparam para encarar os desafios do marketing digital, a imagem que elas apresentam para os consumidores em todos os pontos de contato, a forma como se posicionam e resolvem um problema e, principalmente, como elas entendem o conceito de produção de conteúdo inteligente.

 

O desafio de qualificar leads

Um dos desafios do marketing é qualificar leads. Chamar a atenção dos consumidores certos para o seu negócio e mantê-los interessados é uma grande  dificuldade, principalmente quando não se sabe como agir dentro das diversas possibilidades que o universo da comunicação apresenta. Mas, uma coisa é certa: para alcançar esses clientes, é preciso ir além das estratégias de marketing óbvias (ou até mesmo ultrapassadas).

  • Atrair os consumidores em potencial com informações rasas
  • Insistir em mensagens de autopromoção sem efetivamente resolver os problemas dos clientes
  • Usar os mais variados canais para conquistar leads sem calcular se os meios escolhidos são os que mais se alinham ao seu perfil

Esses são apenas alguns exemplos sobre como as empresas têm tentado melhorar a sua base de leads. O que não se sabe, muitas vezes, é que para envolver os consumidores certos – ou seja, aqueles que demonstram engajamento e tem muito potencial de compra – é necessário produzir conteúdo inteligente. E mais do que isso: saber que qualquer estratégia de conteúdo de valor exige tempo, manutenção, teste, coleta e análise de dados, segmentação, estudo e pesquisa constante sobre as Personas e muito alinhamento de discurso.

Portanto, mais do que nunca, a sua empresa deve conhecer os caminhos do marketing que levam uma organização ao sucesso. Para não somente alcançar milhares de consumidores que talvez nunca comprem ou tenham interesse pelo seu serviço e para que não se gaste mais tempo com planejamentos e produções que podem não chegar os resultados esperados.

Confira, a seguir, as três principais maneiras de qualificar leads e melhorar a sua base de clientes:

 

1. Atração

Uma das principais formas de interagir com os consumidores quando o objetivo é que eles conheçam a marca e se interessem pelas suas ofertas é usando marketing de atração, conhecido também como Inbound Marketing. Uma metodologia que, somente pelo nome, já mostra ao que veio: atrair mais leads para a base de contatos.

O mais interessante é que essa estratégia não funciona como no marketing tradicional, quando qualquer pessoa pode ser classificada como um cliente em potencial. Por meio de Inbound, a ‘atração’ acontece de forma direcionada e a panfletagem ou propaganda é substituída por campanhas e anúncios que alcançam diretamente o público-alvo da marca. Em vez de ir até os clientes para mostrar as suas ofertas e procurar atraí-lo a todo e qualquer custo, são utilizados meios mais discretos (e também mais efetivos) de chamar a atenção, conquistando e engajando leads muito mais qualificados.

A ideia é reduzir tempo de trabalho e fazer com que o consumidor venha até a marca com menos esforço. Sendo assim, a sensação é como se você estivesse pegando uma pessoa pela mão – que por alguma ação, click, comentário ou comportamento nas suas páginas de relacionamento demonstrou interesse pelo negócio -, mostrando a ela o valor do produto ou serviço, para que a mesma, naturalmente, acesse o site da marca e conheça o que ela tem a oferecer.

Para que isso dê certo, não basta ser um produtor de conteúdo vazio e criar diversas publicações sem levar em conta a construção de um planejamento e de uma estratégia de comunicação coerente – fatores essenciais para o sucesso no marketing digital.

Nessas horas, é necessário priorizar o uso de conteúdo inteligente – isto é, aquele que tem um propósito, que oferece valor para o consumidor e de forma objetiva resolve seus problemas e dúvidas. Estamos falando de postagens em mídias sociais, materiais com conteúdo mais denso, publicações com caráter educacional, anúncios nos mecanismos de buscas, e-mails marketing personalizados, entre outros formatos de entrega, produzidos com muita qualidade, que ajudam no desenvolvimento de uma estratégia de atração.

Feito isso, é essencial destacar que todo conteúdo qualificado é produzido com base em muito conhecimento e pesquisa. De nada adianta construir peças gráficas atrativas se esse conteúdo não é pensado e direcionado para as pessoas certas. O cliente deve estar sempre no centro do marketing de atração. Achar que você sabe o que ele deseja não vai levá-lo a lugar nenhum, pois conhecer seu público consumidor profundamente significa estar constantemente analisando seus comportamentos, feedbacks e comentários e interagindo ao máximo para saber se aquela pessoa é realmente um lead qualificado para o seu negócio.

 

2. Relacionamento

Outra possibilidade que o marketing permite é a de qualificar leads por meio de estratégias de relacionamento. E, aqui, não nos referimos somente aos mecanismos digitais, que podem auxiliar na atração, nutrição e fidelização de consumidores, mas aos mais tradicionais, utilizados pelas empresas há séculos para manter uma boa relação com o cliente.

É como o caso de uma equipe que trabalha no setor comercial ou de marketing, conhecidos como Inside Sellers, que pode auxiliar na construção de melhores relacionamentos. Por exemplo, durante um evento direcionado para o seu segmento de atuação, é possível conversar com diversas pessoas, mostrar o propósito da marca e capturar dados (como nome, contato e e-mail dos participantes) para depois iniciar uma estratégia de relacionamento muito efetiva, envolvendo diferentes times da organização.

Essas informações podem ser direcionadas para a equipe de marketing que, por meio do método tradicional, realiza ligações para os leads, procurando maior aproximação. A proposta aqui é começar o relacionamento de forma mais direta e com o auxílio do time de telemarketing, lembrando a pessoa qual é a oferta da empresa e afirmando que as portas estão abertas para negociações. Depois, entra em cena o setor comercial oferecendo uma demonstração do produto ou uma promoção para os consumidores que demonstraram interesse no primeiro contato. E assim começam novas parcerias para as empresas.

Outra maneira de qualificar leads é por meio de estratégias de relacionamento que envolvem a equipe de marketing digital. É possível usar os dados de campanhas de ativação para conhecer os consumidores, entender seus comportamentos e segmentá-los a partir dos seus gostos e desejos, oferecendo materiais direcionados ao interesse de cada um por meio de e-mails marketing e outras ações estratégicas.

Nesse momento, mostrar que a empresa domina diferentes temáticas e conhece a fundo sobre assuntos relacionados ao seu segmento de atuação pode fazer toda a diferença. Além de passar muita credibilidade para os leads, que poderão perceber o nível de qualidade da sua empresa ao receber conteúdos inteligentes e muito bem produzidos, é uma forma de conquistá-los e mantê-los informados e interessados sobre o seu negócio.

 

3. Venda

A qualificação de leads tem o poder de transformar os resultados das suas equipes de marketing e comercial. Mas, como é possível chegar a esse ponto e realmente conquistar consumidores mais interessados para o negócio? Uma das estratégias mais usadas é a de marketing voltado para a promoção de produtos e serviços.

Nesse caso, o objetivo da marca é vender. Ou seja, alcançar aqueles consumidores maduros para efetuar uma compra. O foco está totalmente na oferta e todo conteúdo produzido será orientado para contribuir com essa proposta. Para isso, não é preciso envolver grandes equipes ou o setor comercial da empresa, basta ter conhecimento em produção de conteúdo inteligente e usar os recursos de marketing digital certos para alcançar os leads.

Fonte: Doxxa