Data driven marketing: sua marca é orientada por dados?

marketing digital ampliou a possibilidade das empresas de possuírem uma comunicação com maior eficiência e uma maior disponibilidade de informações, além de mais conhecimento sobre o mercado e seus consumidores. Em um mundo cada vez mais tecnológico, aumentou a oportunidade de acesso e armazenamento de diversas informações referentes as empresas e clientes. Entretanto, com esses benefícios, a transformação digital trouxe uma dor de cabeça para empresas e agências, que é o grande volume de dados coletados, além disso, foi preciso se adaptar a um universo corporativo que está cada vez mais dinâmico e competitivo.

Quando se tem um enorme volume de informações armazenadas e uma grande necessidade de ser assertivo em um curto prazo para se diferenciar da concorrência, é preciso fazer esse grande volume de dados trabalhar a nosso favor, afim de aumentar a automação de processos para que as empresas possam direcionar seus esforços para a estratégia do negócio e tomar decisões através de dados. Sendo assim, grandes empresas estão adotando a estratégia de Data Driven Marketing. Mas afinal o que é isso?

A grosso modo o significado de Data Driven Marketing é: Marketing dirigido por dados. Ou seja, a tomada de decisão está relacionada através de dados que se torna o grande ponto central que influencia em toda ação da organização. O Data Driven permite ter uma visão 360 graus do seu produto, assim é possível compreender seus clientes com uma visão mais profunda e de forma completa, como seus costumes, necessidades, interesses e principalmente, saber em qual momento de compra que eles se encontram. Além de apontar novas tendências, novos canais e novas formas de consumo. Essa metodologia se baseia em algoritmos que cruzam esses dados que resultam em insights para otimizações de campanhas, investimentos de mídia e decisões de marketing. Atualmente é possível integrar diversas informações e junta-las em dashboards que ajudará a analisar de forma preditivas, as forças, oportunidades e fraquezas com informações importantes que ajudará no sucesso para sua empresa.

Para que uma empresa possa se tornar um Data Driven e alavancar seus resultados, é preciso ter os cincos (5) pilares que segundo o Google, devem ser estruturados dentro de sua empresa, que são; pessoas, processos, dados, assets e tecnologia.

Pessoas: É necessário que tenham pessoas especializadas neste assunto dentro da empresa. Por se tratar de um assunto complexo, as organizações devem apostar na contratação de cientista de dados (trabalha na união entre matemática, negócios e sistemas de informação), além de um CDO (Chief Data Officer) que contribuirá para essa transição.

Processos: É fundamental que aconteça uma integração completa dos dados obtidos para que não se tenha informações perdidas e que possam ser disponibilizadas na nuvem para cada funcionário de acordo com sua necessidade. E assim, agilizando o processo como um todo.

Dados: No universo digital, os dados sempre são armazenados, porém sabemos que nossos clientes vivem tanto no online e no off-line, e assim é preciso ter os dados dos dois lados para que possam ter informações de forma eficiente.

Assets: Os assets estão ligadas as propriedades digitais de sua empresa e um dos pontos mais importantes está relacionado a velocidade móvel. Pois mais da metade dos consumidores abandonam sites móveis, quando não carregam em menos de 3 segundos. Segundo o próprio Google, 75% dos sites mobile das maiores marcas do Brasil demoram mais de 20 segundos para carregar. Isso resultam em dados de clientes que não são capturados.

Link para testar a velocidade do seu site mobile: http://twixar.me/PNkn

Tecnologia: A tecnologia em prol da jornada do consumidor é necessário. Pois 60% dos consumidores passam pelo digital antes de efetuar uma compra. Sendo assim é necessário para alimentação de um big data que permite juntar diversas fontes de dados e disponibiliza-las de forma fácil e eficiente para os colaboradores da empresa, tudo isso em conjunto, aumenta o poder do seu marketing digital, sendo uma das chaves do sucesso da corporação.

Para iniciar a caminhada em direção ao data driven, não é necessário de grandes esforços. Porém, o melhor caminho é testar a velocidade de seu site e fazer as adaptações necessárias. Utilizar o Google meu negócio com o intuito de atrair mais clientes. O Google  meu negócio é uma ferramenta que permite compartilhamento de informações de sua empresa física e a possibilidade de coletar informações sobre a experiência do consumidor com a sua marca. Além disso, adotar uma plataforma de analytics para reunir dados coletados e utilizar ferramentas para dastboards como data studio por exemplo, já é um grande começo. Essa transformação é uma necessidade para que as empresas possam manter sua competitividade.

Fonte: Jornal 140

Instagram reformula opções de gênero

Instagram anunciou que está reformulando suas opções de seleção de gênero para perfis públicos.

Segundo a plataforma, atualmente eles oferecem apenas duas opções para os usuários – masculino ou feminino – além de uma terceira alternativa “não especificado”, mas que isso mudará na próxima atualização do app.

A novidade permitirá que os usuários escolham entre gêneros mais personalizados, incluindo opções como trans e gender nonconforming. Ainda segundo o comunicado do Instagram, a mudança vem para que o aplicativo possa ser “Mais inclusivo e refletivo sobre como as pessoas se identificam hoje.”

O novo recurso estará disponível já nesta semana, e também fazem parte das comemorações do Mês do Orgulho LGBT+.

O guia sobre bem-estar voltado para adolescentes LGBT+ destaca, principalmente, as ferramentas que podem mantê-los seguros e os suportes oferecidos pela plataforma para denúncias e ajuda.

Fonte: Promoview

Transformação digital: entre a miragem e a miopia

Antes de se lançar em uma iniciativa de transformação digital, as empresas precisam analisar como as mudanças nos contextos social e tecnológico vão afetar sua proposta de valor nos próximos anos e como vão fazer para financiar as inevitáveis turbulências no fluxo de caixa até a consolidação do novo modelo. Alguns acontecimentos recentes no setor de e-commerce são ilustrativos nesse aspecto. A venda da Netshoes por uma fração do que valia quando abriu seu capital, o anúncio do encerramento das operações online do Walmart e alguns boatos sobre o destino de outras operações de comércio eletrônico mostram as dificuldades da diversificação de mercados e da integração com as operações tradicionais.

Obviamente, não se trata de um desafio impossível, como demonstra a operação até aqui bem-sucedida do Magazine Luiza. Mas o foco excessivo em um nicho de consumidores ou na solução tecnológica costuma gerar um “ponto cego” para a criação de um fluxo de caixa sustentável. No caso da Netshoes, uma análise dos últimos relatórios trimestrais deixa claro que as dificuldades em lidar com a diversificação de mercados (geográficos e de produtos) afetava seriamente a rentabilidade da operação.

Não é algo inédito: gestores que se dão bem em um segmento ou região têm uma perigosa tendência de subestimar a complexidade de estender suas operações para outros setores ou locais. Parte disso se deve à crença que o mindset que trouxe o sucesso até agora será o mesmo que vai levar ao sucesso em outras circunstâncias. Muitos processos de expansão ou transformação não são uma questão de gestão do conhecimento, ou seja, adaptar uma metodologia que “deu certo”, mas sim de “gestão da ignorância”: é necessário colocar tanto esforço no mapeamento das diferenças e suas consequências sobre a lucratividade quanto no mapeamento das similaridades. Isso é particularmente difícil em uma situação de mudança tecnológica acelerada ou transformações regulatórias como as que começamos a ver na questão da privacidade e posse dos dados pessoais, que podem alterar radicalmente os custos de alguns modelos de negócios.

Muitos gestores de organizações tradicionais acreditam que é possível “injetar” um modo de fazer negócios em algum ponto de sua cadeia produtiva, mas tendem a subestimar duas variáveis: a eficiência operacional muitas vezes está intimamente relacionada com uma cultura muito específica, e uma alteração em um processo às vezes altera radicalmente outro setor da empresa (mudanças na logística frequentemente impactam a estrutura de RH, por exemplo). Pense no caso dos modelos de “marketplace” ou plataformas: embora apresentem uma estrutura de custos muito superior aos processos tradicionais, frequentemente implicam maior atrito com os integrantes da cadeia (por exemplo, o Uber).

Nem todas as empresas estão dispostas ou possuem uma cultura capaz de se adaptar à gestão de conflitos frequentes, ou são capazes de operar nas suas pontas (centros de distribuição, entrega ao consumidor final, elaboração de contratos etc.) na mesma velocidade com que seus novos “fornecedores”. A velocidade com que as empresas digitais lançam e abandonam produtos e serviços é fascinante e explica boa parte do seu sucesso. Mas como fazer isso em uma cultura que não dá autonomia para seus funcionários ou na hora da promoção privilegia o comportamento “estável”? Essa é uma situação típica das operações “omnichannel” e o alinhamento sempre é mais fácil no papel do que na vida real.

Esses são temas frequentemente ignorados quando falamos em transformação digital. Normalmente, o foco é sempre no tamanho da oportunidade em termos dos novos consumidores ou formatos de entrega de produtos e serviços. Mas sem um entendimento claro de qual a estrutura financeira que vai suportar a nova proposta de valor, essas iniciativas são abandonadas diante das primeiras dificuldades de caixa no negócio tradicional (foi o que aconteceu com as operações digitais do Carrefour, há alguns anos, e fique de olho nas decisões do GPA diante das repetidas notícias sobre os problemas da sua controladora na França).

A transformação digital vai requerer também uma mudança nos modelos de negócio e essa transição, na maior parte das vezes, afeta o fluxo de caixa e a rentabilidade de uma organização. Por isso é importante envolver o financeiro de uma empresa no processo desde o início. Não somente para viabilizar os recursos necessários até a estabilidade do novo modelo, mas também para ajudar as outras áreas a construírem indicadores que demonstrem a evolução nesta direção. Essa é uma parceria que vejo frequentemente ignorada na área de marketing e comunicação.

Quando examino os casos de sucesso e fracasso de implantação de iniciativas digitais, sempre me lembro do Miopia em Marketing, um texto clássico da nossa área que talvez alguns leitores mais novos não conheçam (afinal, o texto é contemporâneo do Kotler, rs). Ficamos frequentemente tão “maravilhados” com o que a tecnologia pode fazer por nossos produtos ou serviços que esquecemos de olhar o contexto no qual ela é consumida. E esse contexto é fundamentalmente determinado por coisas que acontecem fora das nossas empresas. Um exemplo do mercado de bens de consumo é ilustrativo: João Carlos Brega, CEO da Whirlpool da América Latina, me contou que a produtividade das fábricas brasileiras de multinacionais em diversos setores (inclusive no de eletrodomésticos) é igual ou superior às localizadas nos Estados Unidos ou na China.

O problema começa da produção “para fora”: o custo total do transporte de um contêiner entre São Paulo e Santos é quase o mesmo do envio entre China e Santos. Além disso, por conta dos trâmites alfandegários, o caminhão precisa chegar no porto cerca de duas semanas antes do embarque previsto, o que gera uma imobilização de capital que compromete qualquer ganho de produtividade na fábrica.

Pensar a transformação digital olhando apenas as tecnologias que vão sustentar a presença da sua organização na tela do celular ou computador é arriscado. Sem entender como será possível financiar a proposta de valor para seu consumidor do futuro, tudo o que você tem é uma miragem, que vai se desfazer “exponencialmente” no primeiro soluço do caixa da empresa.

Fonte: Meio & Mensagem

A importância do big data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

Fonte: ADNEWS

A ascenção do novo CDO: de líder da “Transformação Digital” para CEO das empresas

O papel dos CDOs evoluiu e, agora, esses profissionais fazem parte do planejamento de sucessão dos CEOs e Presidentes das organizações. Por isso, o relatório “101 CDOs que se tornaram CEOs”, realizado pelo CDO Club / Bain Capital, evidenciou que as empresas estão contratando CDOs para construir novos negócios e amplificar e fortalecer os já existentes. Mas quais habilidades e experiências são necessárias para que esses profissionais tenham sucesso, tanto agora como no futuro? Shawn Fitzgerald, Research Director, World Wide Digital Transformation Strategies do IDC, falou sobre o assunto no DES Madrid 2019.

Durante sua palestra, Fitzgerald explicou como as organizações bem-sucedidas estão investindo e se transformando para realizar escalada digital e comentou sobre as áreas nas quais os CDOs deveriam priorizar para fornecer suas lideranças e orientar as organizações nessa jornada de transformação.

As empresas precisam de líderes capazes de gerenciar as interrupções possibilitadas pela tecnologia, bem como gestores com experiência na construção de novos negócios e na transformação das organizações. Os CDOs que possuírem essas habilidades serão cada vez mais valorizados pelas organizações.

 

O complexo processo da Transformação Digital

Transformação Digital representa a maior mudança de negócios desde a revolução industrial. De acordo com os dados apresentados por Fitzgerald, no palco do DES 209, o IDC prevê US$ 6,6 trilhões de investimentos diretos em hardware, software e serviços relacionados até 2022. Desses investimentos, os CEOs esperam ver mais de US$ 18 trilhões de valor econômico agregado em produtos, serviços e recursos operacionais habilitados digitalmente.

Os principais investimentos em tecnologia digital são: nuvem, big data e analytics, computação cognitivainteligência artificial e IoT. Além dessas tecnologias, a transformação bem-sucedida envolverá pessoas, processos, dados e governança para sustentar o digital.

Assim, a Transformação Digital consiste em transformar o negócio com a aplicação da tecnologia. Os dados devem ser o drive das empresas e os processos são necessários para usar os dados de forma correta e útil.

Ok, as empresas precisam aplicar a tecnologia, mas tome cuidado para a tecnologia não tomar conta do seu principal negócio. Você não precisa se tornar uma empresa de tecnologia para fazer a transformação digital. O essencial é ter bons parceiros de tecnologia e processos, além de realizar uma mudança na cultura interna em todo os departamentos.

Portanto, os CDO s não devem pensar só em tecnologia e nem só em mudança de gestão. Tudo precisa estar integrado no processo de transformação, principalmente os departamentos da empresa.

Fonte: Digitalks

 

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365

Análise de dados auxilia no crescimento das marcas

Atualmente, nenhuma ação de comunicação de sucesso existe sem o uso de dados. Estamos em tempos de real time marketing, onde as marcas precisam se movimentar de acordo com os movimentos dos seus concorrentes e dos consumidores. Para isso, é importante monitorar a todo tempo informações que de alguma forma ajudem na concepção de soluções e estratégias de comunicação.

Ter sucesso no mercado é basicamente vender um produto ou serviço. E quando se analisa o ambiente competitivo, com muitos players e diversos canais para comunicação, ter visibilidade é essencial para impulsionar as vendas. Pensando nisso, reunimos opiniões de diversos especialistas de comunicação que relataram a importância de usar a análise de dados como trampolim para os negócios. Confira!

Mensuração de dados
Para os anunciantes, analisar dados é ideal para ter maior precisão nas compras de mídia e consequente na avaliação de resultados. Segundo Celso Vergeiro, CEO da Adstream, o cruzamento de informações como compra de mídia, valores investidos, exibição e audiência da mídia veiculada, é possível avaliar cada campanha, se os resultados esperados foram atingidos e até mudar o plano de voo caso os resultados não estejam sendo alcançados. “Muitas marcas utilizam ferramentas de medição, mas ainda pouco precisas. Quanto mais informação conseguirmos cruzar por meio dos relatórios analíticos, mais eficientes serão as campanhas” completa.

Análise da concorrência
Entender o posicionamento da sua empresa utilizando dados disponíveis no mercado a seu favor torna a tomada de decisão muito mais assertiva. “Mais do que monitorar o mercado é de suma importância analisar o comportamento da concorrência como forma de entender o que mais está funcionando em suas estratégias de comunicação. Você pode e deve usar estas evidências como forma de se diferenciar em seu mercado, tomando ações corretivas, embasadas e de maneira ágil. Como já diz algumas das máximas da administração: o que não pode ser medido não pode ser gerenciado!”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Comportamento do consumidor
O Analytics é uma ferramenta crucial para o entendimento do comportamento do consumidor nos meios digitais. Saber o que desperta seu interesse, quais as principais páginas e ações dentro de um site. Mas vai além disso, é importante entender também como o conteúdo é consumido, por qual canal, por quanto tempo, que tipo de assunto tem mais aderência. “Compreender os objetivos do consumidor é essencial para saber o que o marketing irá perseguir. Pensar nas pessoas não como um número, mas como parte integrante da engrenagem do sucesso das estratégias”, afirma Hérica Machado, Head de Performance da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. “De maneira prática podemos usar como exemplo uma análise simples, mas que muda toda a maneira de pensar uma estratégia, que é entender qual o principal dispositivo de acesso ao seu site. Em um cenário que o mobile tenha uma parcela maior de acessos, o planejamento deve ser feito com o pensamento “mobile first”, campanhas, formatos e ações devem conversar diretamente com esse dispositivo. Por outro lado, entender se existe apenas volume por esse dispositivo mas não qualificação, ou seja, pelo Analytics, podemos acompanhar se o tráfego é qualificado e isso dá insumos para traçar planos de ação que possam aumentar essa qualidade. Todas essas características influenciam na maneira de consumo de informação e em como podemos otimizar a comunicação com o público aumentando a visualização da marca”, finaliza Hérica.

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Pesquisa inédita revela como C-levels brasileiros utilizam dados para tomada de decisão

Quanto maior a empresa, maior a utilização de dados na tomada de decisão. Contudo, a ferramenta escolhida para a elaboração dos dados e as áreas que demandam mais informações diferem bastante e demonstram que muitas organizações podem estar trabalhando com o ‘achismo’.

Essas informações fazem parte da pesquisa inédita sobre  Como utilizar dados para tomada de decisão, apresentada com exclusividade durante um painel no Digitalks Executive by PwC, no dia 24 de abril, em São Paulo, que contou com a participação de Edu Neves, do Reclame Aqui, Felipe Schepers, da Opinion Box, Gabriela Manzini, do Digitalks, João Ciaco, ex-FCA (Fiat Chrysler Automotive), e Reinaldo Nogueira, da BSP (Business School São Paulo), do grupo Anhembi Morumbi.

A pesquisa realizada pelo Digitalks, em parceria com o Opinion Box, foi composta por 800 entrevistas online com gerentes, diretores, C-levels e presidentes de empresas a partir de 50 funcionários em todo o país.

Segundo Felipe Schepers, COO do Opinion Box, entre os desafios levantados na pesquisa estão a implantação de uma cultura de trabalhar com dados nas empresas, deixando de lado o achismo, além de avaliação e testes frequentes dos dados recebidos. “Sozinhos, sem uma avaliação mais profunda, os dados não dizem nada. Também é preciso saber quais são mais relevantes ou fundamentais, abordá-los por vários aspectos diferentes e testá-los com frequência, sempre pensando no futuro da empresa”, esclarece Felipe.

Na pesquisa, as áreas administrativas (58%), de vendas (47%), de TI (41%), de operações (38%), de produtos (33%) e marketing (33%) são as que mais fazem relatórios, com frequência diária (36%), semanal (44%), mensal (16%) e até a cada três meses ou com menor periodicidade (4%).

O uso de Excel varia de acordo com o porte da empresa, sendo 75% de utilização em empresas com 50 a 99 funcionários, 77% entre 100 a 499, 64% entre 500 e 999, e 61% a partir de 1.000 colaboradores. Enquanto 71% dos entrevistados utilizam o Excel, 22% adotam o Google Data Studio, 20% empregam outras ferramentas de BI, 17% o Google Sheets, 16% Power BI, 8% Tableau, 4% não souberam responder enquanto 2% utilizam outras.

Sua empresa tem muitos, poucos ou nenhum dado?

Os entrevistados foram questionados sobre o volume de dados que suas empresas têm de cara área. 76%  das empresas consideram ter muitos dados da área de vendas. Em seguida vem os dados de produção, gerados em grande volume em 72% das empresas. Dados sobre o mercado em geral e sobre a satisfação do cliente empatam em terceiro lugar, com 61%. Em menor volume as empresas também têm muitos dados sobre comportamento do consumidor e sobre a satisfação da equipe (57% cada), seguidos pelos dados sobre a concorrência (52%) e as buyer personas da empresa (40%).

No tocante a dados X decisões, as empresas que utilizam dados para basear suas decisões as tomam de forma mais inteligente segundo 82% dos entrevistados. No entanto, 75% gostariam que a empresa utilizasse mais dados para tomar decisões e 36% têm dificuldades em acompanhar relatórios de dados e métricas, o que demonstra que, na prática, boa parte das empresas se consideram data-driven, mas não necessariamente o são de fato, segundo explicou Schepers

Entre os principais desafios apontados pelas organizações, 22% esperam encontrar profissionais qualificados em análise de dados, 19% querem manter a periodicidade de atualização, 18% pretendem implantar uma cultura de gestão de dados, 14% pretendem coletar dados de forma sistemática, 12% querem aprovar orçamento para contratar ferramentas, 9% gostariam de compreender os dados coletados, 5% acreditam não ter desafios e 1% não vê importância nisso.

Durante o painel, após a apresentação da pesquisa, Edu Neves, do Reclame Aqui, disse que a pergunta errada resulta em dados errados, ou seja, o problema pode ser o viés. “É preciso ser outsider. Embora os dados sejam coletados por ferramentas, devem ser vistos e avaliados por seres humanos”, concluiu.

Para João Ciaco, que recém saiu da FCA, o desafio é trabalhar modelos e processos em tempo real e também tomar decisão dessa forma. “Como a quantidade de dados é muito grande, o que faz a diferença é a agilidade. Mais do que isso, tem que ter olhar crítico com tudo que recebe. Os desafios são a quebra de paradigmas e a geração de novos pensamentos e dados para ter resultados”, conclui.

Reinaldo Nogueira, da BSP, acredita que o profissional ficou hermético. “É fundamental saber qual é a pergunta de negócios que tem que ser respondida, entender exatamente o que se quer e não esperar que o time de dados resolva. As pessoas querem muito estar lá na frente, mas quando olham internamente descobrem que a empresa ainda está no ambiente 1.0, o que acontece em várias empresas de diferentes segmentos em todo o mundo”, completa.

Para finalizar, Gabriela Manzini, do Digitalks, esclareceu que os dados trazem informações para balizar decisões, mas a empresa tem suas raízes, sua linha de atuação e precisa se pautar também por tendências sociais e de mercado por isso os dois pilares (Dados e Tendências) têm que andar juntos, sempre pensando a longo prazo.

Fonte: Digitalks