Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365

Análise de dados auxilia no crescimento das marcas

Atualmente, nenhuma ação de comunicação de sucesso existe sem o uso de dados. Estamos em tempos de real time marketing, onde as marcas precisam se movimentar de acordo com os movimentos dos seus concorrentes e dos consumidores. Para isso, é importante monitorar a todo tempo informações que de alguma forma ajudem na concepção de soluções e estratégias de comunicação.

Ter sucesso no mercado é basicamente vender um produto ou serviço. E quando se analisa o ambiente competitivo, com muitos players e diversos canais para comunicação, ter visibilidade é essencial para impulsionar as vendas. Pensando nisso, reunimos opiniões de diversos especialistas de comunicação que relataram a importância de usar a análise de dados como trampolim para os negócios. Confira!

Mensuração de dados
Para os anunciantes, analisar dados é ideal para ter maior precisão nas compras de mídia e consequente na avaliação de resultados. Segundo Celso Vergeiro, CEO da Adstream, o cruzamento de informações como compra de mídia, valores investidos, exibição e audiência da mídia veiculada, é possível avaliar cada campanha, se os resultados esperados foram atingidos e até mudar o plano de voo caso os resultados não estejam sendo alcançados. “Muitas marcas utilizam ferramentas de medição, mas ainda pouco precisas. Quanto mais informação conseguirmos cruzar por meio dos relatórios analíticos, mais eficientes serão as campanhas” completa.

Análise da concorrência
Entender o posicionamento da sua empresa utilizando dados disponíveis no mercado a seu favor torna a tomada de decisão muito mais assertiva. “Mais do que monitorar o mercado é de suma importância analisar o comportamento da concorrência como forma de entender o que mais está funcionando em suas estratégias de comunicação. Você pode e deve usar estas evidências como forma de se diferenciar em seu mercado, tomando ações corretivas, embasadas e de maneira ágil. Como já diz algumas das máximas da administração: o que não pode ser medido não pode ser gerenciado!”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Comportamento do consumidor
O Analytics é uma ferramenta crucial para o entendimento do comportamento do consumidor nos meios digitais. Saber o que desperta seu interesse, quais as principais páginas e ações dentro de um site. Mas vai além disso, é importante entender também como o conteúdo é consumido, por qual canal, por quanto tempo, que tipo de assunto tem mais aderência. “Compreender os objetivos do consumidor é essencial para saber o que o marketing irá perseguir. Pensar nas pessoas não como um número, mas como parte integrante da engrenagem do sucesso das estratégias”, afirma Hérica Machado, Head de Performance da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. “De maneira prática podemos usar como exemplo uma análise simples, mas que muda toda a maneira de pensar uma estratégia, que é entender qual o principal dispositivo de acesso ao seu site. Em um cenário que o mobile tenha uma parcela maior de acessos, o planejamento deve ser feito com o pensamento “mobile first”, campanhas, formatos e ações devem conversar diretamente com esse dispositivo. Por outro lado, entender se existe apenas volume por esse dispositivo mas não qualificação, ou seja, pelo Analytics, podemos acompanhar se o tráfego é qualificado e isso dá insumos para traçar planos de ação que possam aumentar essa qualidade. Todas essas características influenciam na maneira de consumo de informação e em como podemos otimizar a comunicação com o público aumentando a visualização da marca”, finaliza Hérica.

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Pesquisa inédita revela como C-levels brasileiros utilizam dados para tomada de decisão

Quanto maior a empresa, maior a utilização de dados na tomada de decisão. Contudo, a ferramenta escolhida para a elaboração dos dados e as áreas que demandam mais informações diferem bastante e demonstram que muitas organizações podem estar trabalhando com o ‘achismo’.

Essas informações fazem parte da pesquisa inédita sobre  Como utilizar dados para tomada de decisão, apresentada com exclusividade durante um painel no Digitalks Executive by PwC, no dia 24 de abril, em São Paulo, que contou com a participação de Edu Neves, do Reclame Aqui, Felipe Schepers, da Opinion Box, Gabriela Manzini, do Digitalks, João Ciaco, ex-FCA (Fiat Chrysler Automotive), e Reinaldo Nogueira, da BSP (Business School São Paulo), do grupo Anhembi Morumbi.

A pesquisa realizada pelo Digitalks, em parceria com o Opinion Box, foi composta por 800 entrevistas online com gerentes, diretores, C-levels e presidentes de empresas a partir de 50 funcionários em todo o país.

Segundo Felipe Schepers, COO do Opinion Box, entre os desafios levantados na pesquisa estão a implantação de uma cultura de trabalhar com dados nas empresas, deixando de lado o achismo, além de avaliação e testes frequentes dos dados recebidos. “Sozinhos, sem uma avaliação mais profunda, os dados não dizem nada. Também é preciso saber quais são mais relevantes ou fundamentais, abordá-los por vários aspectos diferentes e testá-los com frequência, sempre pensando no futuro da empresa”, esclarece Felipe.

Na pesquisa, as áreas administrativas (58%), de vendas (47%), de TI (41%), de operações (38%), de produtos (33%) e marketing (33%) são as que mais fazem relatórios, com frequência diária (36%), semanal (44%), mensal (16%) e até a cada três meses ou com menor periodicidade (4%).

O uso de Excel varia de acordo com o porte da empresa, sendo 75% de utilização em empresas com 50 a 99 funcionários, 77% entre 100 a 499, 64% entre 500 e 999, e 61% a partir de 1.000 colaboradores. Enquanto 71% dos entrevistados utilizam o Excel, 22% adotam o Google Data Studio, 20% empregam outras ferramentas de BI, 17% o Google Sheets, 16% Power BI, 8% Tableau, 4% não souberam responder enquanto 2% utilizam outras.

Sua empresa tem muitos, poucos ou nenhum dado?

Os entrevistados foram questionados sobre o volume de dados que suas empresas têm de cara área. 76%  das empresas consideram ter muitos dados da área de vendas. Em seguida vem os dados de produção, gerados em grande volume em 72% das empresas. Dados sobre o mercado em geral e sobre a satisfação do cliente empatam em terceiro lugar, com 61%. Em menor volume as empresas também têm muitos dados sobre comportamento do consumidor e sobre a satisfação da equipe (57% cada), seguidos pelos dados sobre a concorrência (52%) e as buyer personas da empresa (40%).

No tocante a dados X decisões, as empresas que utilizam dados para basear suas decisões as tomam de forma mais inteligente segundo 82% dos entrevistados. No entanto, 75% gostariam que a empresa utilizasse mais dados para tomar decisões e 36% têm dificuldades em acompanhar relatórios de dados e métricas, o que demonstra que, na prática, boa parte das empresas se consideram data-driven, mas não necessariamente o são de fato, segundo explicou Schepers

Entre os principais desafios apontados pelas organizações, 22% esperam encontrar profissionais qualificados em análise de dados, 19% querem manter a periodicidade de atualização, 18% pretendem implantar uma cultura de gestão de dados, 14% pretendem coletar dados de forma sistemática, 12% querem aprovar orçamento para contratar ferramentas, 9% gostariam de compreender os dados coletados, 5% acreditam não ter desafios e 1% não vê importância nisso.

Durante o painel, após a apresentação da pesquisa, Edu Neves, do Reclame Aqui, disse que a pergunta errada resulta em dados errados, ou seja, o problema pode ser o viés. “É preciso ser outsider. Embora os dados sejam coletados por ferramentas, devem ser vistos e avaliados por seres humanos”, concluiu.

Para João Ciaco, que recém saiu da FCA, o desafio é trabalhar modelos e processos em tempo real e também tomar decisão dessa forma. “Como a quantidade de dados é muito grande, o que faz a diferença é a agilidade. Mais do que isso, tem que ter olhar crítico com tudo que recebe. Os desafios são a quebra de paradigmas e a geração de novos pensamentos e dados para ter resultados”, conclui.

Reinaldo Nogueira, da BSP, acredita que o profissional ficou hermético. “É fundamental saber qual é a pergunta de negócios que tem que ser respondida, entender exatamente o que se quer e não esperar que o time de dados resolva. As pessoas querem muito estar lá na frente, mas quando olham internamente descobrem que a empresa ainda está no ambiente 1.0, o que acontece em várias empresas de diferentes segmentos em todo o mundo”, completa.

Para finalizar, Gabriela Manzini, do Digitalks, esclareceu que os dados trazem informações para balizar decisões, mas a empresa tem suas raízes, sua linha de atuação e precisa se pautar também por tendências sociais e de mercado por isso os dois pilares (Dados e Tendências) têm que andar juntos, sempre pensando a longo prazo.

Fonte: Digitalks

ProXXIma: veja tudo o que rolou no evento

Se você nunca ouviu falar ou não conhece o ProXXIma, não se preocupe que a gente te explica.

Uma definição bem curtinha e simples, que está disponível no próprio site do evento:

O mais respeitado evento do setor de marketing e comunicação digital do Brasil. Reúne líderes e gestores de marca para discutir o impacto que a inovação e a tecnologia podem ter nos negócios, com apresentações de palestrantes internacionais, cases e experiências de sucesso no mundo.

Você pode ver mais informações sobre o evento, aqui no site oficial.

E nós, a convite da nossa parceira Squid (adoramos!), estivemos por lá. Aqui você vai conferir o que vimos e aprendemos no primeiro dia de evento, que acontecerá também amanhã 08/05.

Antes de falarmos sobre as palestras, é legal a gente falar sobre a estrutura do evento. O espaço é incrível e como a programação conta com palestras internacionais, os participantes tem acesso aos fones para tradução. Todo mundo conseguia consumir o conteúdo e entender do que se tratava o papo.

Mas e as palestras? Vamos ao que interessa!

TENHA MEDO. TENHA MUITO MEDO. MAS SIGA EM FRENTE.

Começamos com a palestra do Fernando Machado – CMO Global, Burger King e Ariel Grunkraut – Vice Presidente de Marketing e Vendas, Burger King Brasil.

O papo já começou com uma informação super legal sobre a marca, caso você não saiba, o Burger King foi eleito a marca mais criativa do mundo em 2018. Claro, um título merecido pelos inesquecíveis cases de sucesso criados pela marca. Em 2015 a marca passou pelo processo de entendimento, que até então estava criando campanhas genéricas. As embalagens e os espaços dos restaurantes não eram bem utilizados no sentido criativo.

Como foi o processo de mudança do Burger King?

  1. Entender a marca. Chegou a hora de ir pra rua conversar com as pessoas. A equipe perguntou para as pessoas, quando pensavam no BK o que vinha a cabeça? TODOS falavam Whopper. O BK não é o lugar onde tu vai levar alguém para um date, pois as pessoas se sujam comendo. Fast food é uma ocasião feliz. A coroa, por exemplo, tem grande significado para os clientes e para marca. Quando você coloca a coroa na pessoa, parece que a versão de 12 anos dela vem à tona <3 O tom da marca, tem que estar em toda comunicação, como por exemplo, no recente vídeo que refere-se à campanha vetada, do Banco do Brasil.
  2. Fazer um bom briefing – O bom briefing não precisa ser uma longa carta.
  3. Deixar a ideia crescer – quando um leão cresce é muito fácil de matar. Você precisa trabalhar com medo, mas não deixar que isso te impeça de fazer as coisas. Os ciclos são muito curtos, as pessoas vão comentar sobre sua campanha durante as primeiras 48hs e os seus picos de mídia espontânea serão curtos e rápidos. E você vai ver as pessoas falando de coisas que você aprovou com medo e nervoso. Isso faz parte do processo 😉
  4. O maior risco é não tomar nenhum risco.
  5. Um time – O time conta com seus criativos, mas todas as pessoas se envolvem no processo. Desde o briefing.

A partir dessas mudanças, a marca começou a ser premiada, vender e crescer ainda mais.

Depois dessa grande aula de branding e criatividade, passamos para a próxima palestra do evento.

QUEM É VOCÊ NA FILA DO PÃO? E NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL?


Se a transformação digital é o futuro dos negócios, é essencial poder medi–la. O Isobar Brasil Group – estrutura que conta com Cosin Consulting, Isobar, LOV e Pontomobi – lança o Digital Strength Index (DSI), criado para medir qual a maturidade digital das marcas no país. Vamos conhecer a primeira versão brasileira do índice que estabelece novos parâmetros na transformação de marcas e negócios na economia digital.
Alessandro Cosin – CEO, Cosin Consulting linked by Isobar

A apresentação mostrou o modelo de medição da transformação de marcas e negócios no digital. A medição é feita através do DSI, dá uma olhada na imagem:

A medição foi realizada e testada em 300 marcas, para entender a sua maturidade digital. E como podemos ver na imagem abaixo, o Varejo encontra-se mais preparado e maduro no mercado digital, diante dos outros setores.

Aqui você pode ver quais são as líderes de cada segmento, de acordo com a medição.

Antes de mais nada, é importante levar em consideração que esse resultado é apenas uma ponta de uma grande transformação pela qual as marcas passam.

Não podemos pensar apenas no retorno financeiro ou no objetivo final. A transformação digital influencia na cultura, nos investimentos, nas metodologias, na arquitetura tecnológica, entre outros fatores. A mudança estrutural é muito maior.

Agora o papo é sobre agência 😉

 UM NOVO MODELO DE AGÊNCIA ESTÁ SURGINDO. MAS QUAL, MESMO?

Cada agência de propaganda do mundo busca hoje seu próprio caminho de reinvenção. Para quem investe nesse negócio em transformação, o desafio é: em qual modelo apostar? A S4, de Martin Sorrell, tem sua resposta.
Wesley ter Haar – COO, MediaMonks e Diretor Executivo, S4 Capital Group.

O momento de uma Nova Era. Novas soluções. Nova economia.

O que foi feito de diferente?

  • Mais rápido. Mais barato. Mais eficiente. Temos que destruir o modelo Mad Man e criar algo que traga valor de fato para as empresas.
  • Modelo somente digital
    A única forma de ganhar dinheiro, é ser bom e rápido. E a escola é por meio da tecnologia e não pessoas.
  • Único P&L
  • Foco no crescimento orgânico
  • Somos puramente digital
  • Vivemos na Época do ecossistema de marca
  • Geografia, idade e gênero – não querem dizer nada. Temos que misturar empatia e engenharia. As pessoas querem ser ouvidas, mas não espionadas. Conteúdo hoje é como se você tivesse que fazer uma campanha eleitoral, sem saber quando vai acontecer.
  • A grande ideia é editava e espremida em diferentes canais digitais.
  • Precisamos entender onde tem fit de formato de conteúdo entre marca e consumidor.
  • Em média vemos anúncios por 1.7 segundos – dados do Facebook.

Ufa! Muita coisa, né? Esses dados deixam a cabeça cheia de ideias. Agora, vamos falar sobre inovação?

INOVAÇÃO COMO MISSÃO


Uma conversa sobre inovação na maior cervejaria do mundo, abrangendo tanto marcas quanto processos e o papel e a importância da ZX Ventures nesse ecossistema.Ricardo Dias – Vice Presidente de Marketing, AMBEV.

80% das ideias inovadoras fracassam.

Sabe por que o Fornite é a maior ameaça pra Netflix atualmente? Pois a briga é pela atenção das pessoas. Independente do formato.

A saída das marcas é usar a tecnologia para que elas acompanhem o comportamento dos consumidores. A tecnologia está ligada diretamente à cultura e ao comportamento da sociedade.

Por isso você precisa conhecer o seu mercado e saber quem são os seus leões (os seus concorrentes diretos). Eles existem e vão existir por muito tempo, mas enquanto isso, você precisa gerar contato com o seu cliente.

Contato? Isso mesmo. O contato gera intimidade com as pessoas. Sem intimidade, não se tem nada.

Por isso, pra AMBEV hoje ter dados é essencial. O foco da empresa é ter esses dados para que a partir deles, se consiga gerar um contato e uma intimidade com as pessoas.

E funciona?

Ao que tudo indica, sim 😉

Agora é o momento da DPZ&T, o que uma grande agência de publicidade preparou?

A gente não queria ser mais agência de propaganda, mas sim agentes de mudança do negócio dos nossos clientes.”

Como eles vão fazer isso? Usando dados como inspiração (mais uma vez, os dados estão presentes nas transformações das empresas).

Assim, a agência criou um braço de performance. Dá uma olhada na imagem abaixo.

Quanto do resultado que o cliente teve, pode ser atribuído ao trabalho feito pela agência? 
Essa é a nova pergunta.

VAREJO CONECTADO
MOBILE, SOCIAL, AR/VR, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MUITO MAIS

Diante de nós, numa velocidade acelerada, o varejo foi deixando de ser a loja da esquina para se transformar em plataformas conectadas omnichannel de ativação e vendas. E mais: integrado a marketing e comunicação. É o comércio 4.0. Sean Lyons – CEO GLOBAL R/GA (EUA)

“O digital quebrou a diferença entre MKT e vendas. Agora é tudo a mesma coisa.”

As marcas que nasceram antes da revolução digital, hoje estão tendo uma dificuldade para crescer. Por que ? Porque a tecnologia chegou e mudou tudo. E os concorrentes são aqueles que nasceram no mundo digital.

Mais da metade da lista das 500 maiores empresas do mundo de 2017, pararam de crescer.

Nós tínhamos hábitos de mídia e agora temos hábitos de tecnologia.

Por que eu deveria entrar na sua loja se não for pra comprar?

Este é o novo desafio das lojas físicas. A Apple oferece palestras dentro das lojas, a Nike oferece a experiência de você experimentar um tênis em uma situação real de corrida, a Bonobos (comprada pelo Walmart há 3 anos) vende roupas, mas você apenas experimenta na loja e recebe em casa.

O ato de comprar se tornou uma grande experiência.

A conveniência é basicamente o “facilite minha vida”.

AS MARAVILHAS E DIFICULDADES DE SER MULTIPLATAFORMA

Foi-se o tempo em que produzir conteúdo para uma só plataforma era o suficiente e que ligar um só aparelho atendia todos os nossos desejos de consumidor.

Com o desenvolvimento da tecnologia, o tempo pede pressa ou somos nós que perdemos o eixo? Como estar em todos os lugares ao mesmo tempo, como acompanhar tudo o que acontece e ainda manter a sua identidade e sanidade? Vanessa Oliveira – Diretora da VIU HUB, Globosat

A VIU é a área da Globosat, a maior programadora da América Latina, focada no desenvolvimento de projetos e conteúdos digitais.

A TV está deixando de ser um lugar para programas televisivos e sim um espaço para marcas. Mesmo sendo vista como uma mídia tradicional há tempos, o crescimento dos influenciadores transformou a maneira que vemos a televisão.

O momento de levar em conta que todos somos marcas. Todos influenciamos e todos criamos é agora.

Vamos falar sobre o futuro? 😀

O FUTURO DO CONTEÚDO É TECNOLOGIA CONECTANDO GENTE


Nossa palestrante deixou sua posição de Country Manager do Google na Colômbia para a de Country Manager da Discovery no País por acreditar que o futuro passa pela curadoria de conteúdos através de plataformas tecnológicas conectadas ao consumidor final.
Carolina Angarita – Country Manager e Diretora da Operação Digital LATAM, Discovery Inc. (Colômbia).

Estamos vivendo o melhor momento da TV, agora ela é personalizada.

As marcas precisam ser obcecadas pelo consumidor. Não é apenas colocá-lo no centro.

Dá uma olhada nessas informações:

  • 60% dos consumidores da América Latina, diz que pagaria mais para marcas que se preocupa com meio ambiente.
  • As pessoas estão com obsessão por bem estar.
  • Queremos participar do dia a dia das marcas.
  • Nascemos com 78 órgãos mas agora temos mais 1 o celular. E isso fez nosso pensamento visual ficar vertical.

A Discovery possui uma ferramenta de I.A. 😉

Além de gerar ações comerciais com mais precisão, a nova solução também permite otimizações e correções em tempo real.

“Não é novidade fazer mapeamento de performance e otimizar ações em tempo real no ambiente digital, mas na TV isso ainda é uma inovação. Teremos estrutura para, junto com nossos clientes e suas agências de publicidade, fazer otimizações constantes para que os resultados e as entregas sejam efetivos”, reforça Carolina.

“Conteúdo que não é útil e relevante, não é conteúdo é paisagem.”

O QUE SUA MARCA PODE APRENDER COM AS CAMPANHAS DE TRUMP E BOLSONARO?

As últimas campanhas políticas nos mostraram como a comunicação mudou! Mas o que mudou? O que o marketing político do mundo contemporâneo tem a ensinar para as marcas do mesmo mundo contemporâneo. O que fazer. E o que não fazer…
André Torretta – Sócio Fundador, Torreta.br

A política nos trouxe a narrativa visual. Eu não preciso mais falar para ser entendido.
Em 2012 começamos com a Big Data na política e isso chegou com o Obama, dá uma olhada nesse link depois:

Com tática polêmica, página de Obama no Facebook é ‘curtida’ por 1 mi em um dia

Você sabia que para cada pessoa o Obama manda um e-mail diferente? Isso muda a experiência das pessoas, diante de uma compra, assim como diante de uma campanha eleitoral.

Até que em 2013 nasceram as Fake News na política. O que é uma bomba de semiótica.

E vale lembrar que compartilhar Fake News pode gerar consequências jurídicas aos envolvidos. Por isso tenha muito cuidado com as informações que você disponibiliza pras pessoas.

Agora o papo é de coração pra coração <3

HEARTBEATS: O FUTURO DAS EXPERIÊNCIAS HUMANAS

Depois que a tecnologia transformou as batidas do nosso coração em dados e informação, são elas que passaram a ser a nova métrica de sucesso das experiências humanas. É a biométrica da vida, da interatividade e do marketing.
Eco Moliterno – Chief Creative Officer Latam, Accenture Interactive

Já parou pra pensar que antes mesmo de nascermos, os nossos batimentos cardíacos são a nossa forma de comunicação? O ritmo dos batimentos já falam sobre o nosso estado, nossas emoções, quando ainda nem sabemos o que é respirar.

Por isso o batimento cardíaco é a linguagem mais universal do mundo.
O batimento cardíaco é a métrica mais verdadeira possível. Pois não pode ser falsa.

Estamos vivendo a evolução da personalização.

O processo começou com a impressão digital e agora é uma validação digital (leitura de iris).  Estamos indo para validação através do coração e ele é cognitivo.

A tecnologia de Segurança Cognitiva, por exemplo, conseguiria detectar se existem batimentos cardíacos no ambiente. E tudo isso não está distante dos dias atuais. Dá uma olhada:

O Apple Watch salvou alguém que estava para morrer, através de um alerta ao diagnosticar os seus batimentos que estavam fora do normal.

A saúde toma um outro rumo quanto ao acesso de informações. Por exemplo, você poderia saber exatamente com quantos dias está grávida, ao acessar os batimentos cardíacos. Quem sabe monitorar os batimentos cardíacos do seu pet e proporcionar uma experiência ainda melhor quanto ao que ele precisa? 🙂

E se você tiver acesso aos dados de outra pessoa?

Demais, né? Veja só as inúmeras possibilidades que os dados estão proporcionando para as pessoas. A nossa ideia de personalização está ficando pra trás mesmo. E são muitos exemplos onde os batimentos já foram testados e utilizados como dados de acesso.

Até hoje focamos em balancear muito o lado emocional e racional do cérebro. Agora o balanceamento é dos dois lados do corpo. Existe inteligência artificial, mas não existe emoção artificial. Então tudo que fizemos tem que ser de baixo pra cima.

A gastronomia, antes era feita apenas de olfato e paladar. Agora não, temos a visão, a audição, estamos vendo os pratos, estamos ouvindo o que os chefs tem a dizer. O chef é o novo publicitário, porque ele criou experiência humanas.

A publicidade do futuro precisa ser como na imagem acima. Ela deve se guiar por todos os sentidos 😉

Por exemplo, se eu quiser ver um filme que me deixa mais animada, eu busco o filme de 160 batimentos. Nós vamos nos guiar através das batidas dos nossos corações e assim, vamos ter ainda mais opinião e informação sobre o que consumimos.

Então qual é o papel da comunicação aqui?

Ajudar a criar experiências que toque os corações. Na verdade, esse poder sempre existiu, mas agora estamos estudando como transformar e aumentar o nível de cada uma dessas experiências. Assim, teremos conexões que nunca foram vistas. <3

Segundo dia de evento

Começamos a quarta-feira com uma palestra sensacional:

MÍDIAS SOCIAIS, O FENÔMENO HATER E NOSSOS VÍCIOS CONECTADOS

A sociedade contemporânea tem novos vícios. Digitais, a maior parte deles, explodindo globalmente nas mídias sociais. Haters ganham protagonismo. Como ser relevante nesse mundo online de conflitos em tempo real?
Brian Solis – Futurista e Principal Analista, Altimeter Group (EUA)

Uma curiosidade sobre a palestra. O Brian começou a escrever o 8º livro dele, mas ainda não conseguiu terminar, pois as coisas mudam muito rápido. Como acompanhar o ritmo das transformações?

Por isso o foco é entender o comportamento das pessoas no uso das redes sociais, pois só assim sua marca poderá aproveitar bem estes canais. Enquanto você estiver focado em tecnologias, o comportamento das pessoas estará mudando e você não vai conseguir atingir a sua audiência da melhor forma.

Entenda e estude sobre o comportamento das pessoas.

As redes sociais fazem com que seja muito difícil respirar, ela nos tira o foco. A nossa falta de concentração é muito perceptível.

“Eu estava escrevendo um livro e acabei escrevendo um artigo no meu blog sobre distração e falta de foco.”

No mundo onde todos tem acesso a tudo, aos melhores filtros, agora estamos dependendo da tecnologia para nos expressar e sermos criativos? Quanto mais a gente consome coisas, menos a gente cria, compartilhar não é criar. O ato de compartilhar, passou a ser obrigatório para quem cria. Já parou pra pensar nisso?

Qual foi a última vez que você sentou e não fez nada?

A vida vale ser compartilhada mas também precisa ser vivida. Temos que usar a tecnologia para ser útil e que traga mais benefícios para todos e não o contrário.

Imaginem um dia sem bateria? Estamos começando a nos tornar uma sociedade de narcisistas, pois pensamos que precisamos mostrar tudo que estamos fazendo para ter validação social. Curtidas se tornaram moedas.

Nós medimos o quanto somos bons, pelo quantidade de seguidores e curtidas. Se você não recebe muitas curtidas, você apaga certo? Pois não é legal, compartilhar algo que as pessoas não demonstraram que gostaram.

(sim, essa palestra mexeu bastante com a nossa cabeça)

Em meio a uma era digital, passamos dos limites e paramos de compartilhar uma vida que costumava ser real.

Ninguém nos ensinou como equilibrar a tecnologia com a vida real. Ninguém ensinou o que fazer quando você se torna um pouquinho famoso na internet. Não é mesmo?

Estamos mudando até as ruas por causa do celular. O digital está interferindo de forma drástica na vida real. E nem sempre isso acontece para melhorar a qualidade de vida.

Quando abrimos as redes sociais temos muitas notificações, elas foram criadas de propósito, pois ao vê-las nosso corpo ativa 6 estímulos de prazer e relaxamento e por isso que não conseguimos deixar de usar.

Você sabia que a tecnologia está mudando o seu cérebro?

A nossa forma de viver, com o contexto de hiperconectividade que nos encontramos atualmente, o nosso cérebro mudou a forma de operar e se conectar. Isso acontece por conta da Neuroplasticidade. Calma, vou te explicar.

A Neuroplasticidade é a capacidade do nosso Sistema Nervoso mudar e se adaptar às condições em que vivemos. Isso acontece de forma estrutural e funcional. Ou seja, se você é uma pessoa super conectada, o seu cérebro irá mudar a forma de funcionamento, para acompanhar o seu ritmo de vida. A tecnologia, por exemplo, tem o poder de nos deixar sem foco e com dificuldades de nos concentrarmos em uma única tarefa por mais tempo. Isso não é uma simples distração, é o seu cérebro.

Esse assunto já está na pauta de grandes líderes atuais:

A tecnologia está acabando com nossa capacidade de ter um mergulho mais profundo em nossa consciência, pois estamos esperando pelas informações e não mais indo atrás delas. Às vezes você nem recebeu uma notificação, mas pega o celular, pois está acostumado a fazer isso muitas vezes no seu dia.

É o momento de entendermos as consequências que o uso das redes sociais traz para a nossa saúde e para as nossas vidas. Criou-se a erosão da auto estima, pois nos comparamos todos os dias a muitas pessoas. E esse processo está longe de ser saudável.

Vamos deixar de usar as redes sociais?

Não! A ideia é que precisamos reaprender a usá-las, de uma forma menos agressiva.

O que compartilhamos mostra muitas vezes o queríamos ser ou nos tornar e não o que somos de fato.”

Hoje, não temos como saber se algo foi escrito por uma pessoa ou por um robô. Essa tendência só vai aumentar, nós sabemos. Isso é bom? É uma reflexão que todos devemos fazer.

Tudo isso sem falar do FOMO, né? O famoso Fear Of Missing Out, que na verdade, deveria ser:

E se deixássemos de usar TANTO as redes sociais, já pensou em fazer um DETOX? Quais seriam os benefícios?

E se um dia as nossas moedas foram LIKES, hoje elas são as nossas fotos.

Qual a reflexão da primeira palestra (que deixou a gente bem reflexivo, por sinal)?

Precisamos viver a vida, mesmo que ninguém esteja assistindo.

Depois dessa, vamos continuar falando sobre ele, o cérebro!

MARCAS, DADOS E A MAIOR TECNOLOGIA DE TODAS: O CÉREBRO HUMANO

Dados e novas tecnologias para a ativação e comunicação de marcas virou o novo normal. Mas é a cabeça de seres humanos que controla tudo. Profissionais de mídia de excelência discutem o que é Data Mindset.
Apresentador:Paulo Ilha – Media VP, DPZ&T
Debatedores: Eduardo Schaeffer – Diretor de Negócios Integrados, Globo, Marco Bebiano – Diretor de Desenvolvimento de Negócios com Agências, Google Brasil e Federico Goyret – Diretor de Marketing, Renault do Brasil

Tudo está em transformação. Veículos, Agências e Clientes.

Transformação da Agência no ponto de vista de mídia
A transformação mudou muito pelo novo mindset digital. O que não gera valor é commodite e commodite vira custo e vai ser reduzido. Não é apenas sobre comprar mídia digital. É sobre aplicar o pensamento digital, gestão e métricas em todo o processo. E evoluímos de mindset digital para um mindset de dados.

Não existe pós ação, não existe pós venda. Tudo pode ser realimentado e a venda é uma constante.

Mídia tradicional
Começava pela produção conteúdo, que gera audiência e que gera receita. Agora temos um elemento novo que são os dados. Para entender o dados individualizado, por pessoa, temos que mergulhar no digital. Com foco de alimentar o conteúdo próprio e também o conteúdo publicitário, que quanto mais fluído for, mais vai funcionar.

Com o objetivo inicial de atender à Renault, a DPZ&T anuncia a criação da VivaSix, seu novo braço de performance.

Hoje os dados podem guiar as marcas para que os resultados sejam obtidos com maior eficiência, mas é bom lembrar que a regulação sobre a privacidades de dados do consumidor, que entra em vigor em agosto de 2020.

NÃO, NOSSO MERCADO AINDA NÃO É DIGITAL!


Estudo inédito da McKinsey revela que a indústria da comunicação no Brasil ainda tem que comer muitos bites e bits para virar gente grande e forte no mundo digital. Como suplementar essa inanição?
Apresentador: Marcelo Tripoli – Digital Vice, McKinsey
Debatedores: Igor Puga – Diretor de Marketing e Marca, Banco Santander e Othon Vela – Diretor de Marketing, Via Varejo

A performance no Santander, está muito mais nos dados gerados decorrentes de testes feitos pela companhia, do que com ferramentas que tragam mais dados das pessoas na internet.

Alguns mercados têm mais facilidade em ter maturidade digital, porque a cultura da indústria que veio antes do digital, já pensava em comissão, em jornada, em personalização, como o mercado financeiro, por exemplo. Pois este mercado, cria o produto e vende, então não ter uma jornada do consumidor bem estabelecida o banco já tinha quebrado. O que é totalmente diferente para uma empresa de alimentos, por exemplo.

A concorrência interna, move montanhas. Uma visão de TI, por Squad e não de VP de TI, pois não é mais ele que define como cada setor crescerá.

Agências precisam ser cada dia a mais cúmplices dos problemas dos clientes. 

LIDERANDO A MUDANÇA: APRENDENDO A APRENDER

Espera-se de nós cada vez mais criatividade e inovação. Nosso maior desafio é combinar o potencial das tecnologias exponenciais e da inteligência artificial com nossas forças humanas e inteligência emocional. Aprendizagem adaptativa é a resposta, para pessoas e empresas, nesta nova humanidade aumentada.
Tim Lucas – Palestrante e Líder de Negócios, Hyper Island

Nossa capacidade de apenas observar é limitada. Partimos direto para o julgamento. A IA não sabe ler contexto, ela vê coisas literais, pois isso ainda demora essa evolução de interpretação.

As coisas acontecem na loja, só lá você irá aprender de fato o que precisa fazer.

Comece resolvendo o problema de 1 pessoa, depois escala a solução. Se tentar resolver um problema de massa, dificilmente irá conseguir.

GERAÇÃO Z E O FUTURO DO TRABALHO

A geração Z, os nascidos de 1995 a 2010, se tornará o maior grupo populacional do planeta ainda este ano. Em 2020, já ocupará mais de 20% dos postos de trabalho, demandando mudanças contundentes tanto nas estruturas e processos corporativos quanto nas relações profissionais. Como as empresas da indústria da comunicação podem continuar atraentes para os talentos dessa primeira geração totalmente nativa digital?
Cintia Gonçalves – Sócia e CSO, AlmapBBDO

Somos afetados por mudanças políticas e tecnologias, mais do que nunca. O Z da Geração Z vem de ZAP = agilidade, rapidez e energia.

Durante essa palestra, fizemos um teste ao vivo. Dá uma olhada:

Aqui estão os resultados de todas as perguntas:

O papo sobre gerações, é menos sobre rótulo, mais sobre pano de fundo. Não se prenda a esteriótipos.

3 layers que influenciam no dia a dia da Geração Z:

É uma geração mais pé no chão. 77% acredita que vai ter que se esforçar mais profissionalmente para se realizar, do que as gerações anteriores.

Querem empresas que tenha um propósito e que possibilitem a ele a eles devolverem algo para a sociedade.

Quais são os benefícios que espera da empresa:
38% cuidados com a saúde
34% mentoria
10% trabalho remoto
13.5% tempo livre

Pesquisa da: Delloite

  • 79% deseja trabalhar em médias e grandes empresas
  • 14% declaram stratup como objetivo de trabalho

“A boa empresa é aquela que investe no meu futuro” foi a respostas de muitas pessoas da Geração Z.

  • Eles são aprendizes rápidos.
  • Eles têm diferentes experiências do conhecer.
  • 96% deles acham que um bom líder é aquele que busca o desenvolvimento da sua equipe e compartilha conhecimento a todo instante.
  • É a geração mais inclusiva da história.

Diversidade no ambiente de trabalho tem muito a ver com a questão social. Além de trazer criatividade e inovação.

Hierarquia se dá pelo conhecimento e não pelo cargo. Será o líder quem entende mais sobre o assunto do que está se falando no momento.

Líder é…

  • 96% busca o desenvolvimento da equipe
  • 95% trabalha junto com o seu time
  • 95% compartilha conhecimento
  • 70% fala nós e não eu

AI para geração do passado é “quantos robos vão roubar quantos empregos”. AI para geração Z esse papo não existe.

O melhor mundo é o humano!

ABRINDO O JOGO: AGÊNCIAS EM QUESTÃO

Sem papas na língua, dois dos mais destacados líderes de agências do País, discutem onde as agências precisam buscar mais relevância e entrar como protagonistas no jogo da inovação e transformação dos negócios dos clientes.
Fernando Musa – Chief Executive, Grupo Ogilvy Brasil e Hugo Rodrigues – Chairman & CEO, WMcCann
Moderador: Alexandre Zaghi Lemos – Editor-Chefe, Meio & Mensagem

O brasil é um país de extremos, ou é zero ou é 10, nunca é 7.
Quando você está em um ecossistema de mudança as pessoas querem falar sobre mudanças, o marketing e a publicidade ficaram 50 anos de boas, mas hoje não é mais.

A gente não pode evoluir destruindo, tá tudo em transformação, não é só a publicidade. E não quer dizer que fizemos errado no passado, mas temos que fazer diferente.

As agências não podem ter o onus da culpa da mudança, a mudança é de todo mundo, agência, veículo, anunciantes.

Tem uma nova geração entrando no mercado, a agência precisa estar preparada para receber essa galera. (se liguem agências!)

O melhor modelo, é aquele que seja transparente para todos, e que seja rentável para ambos. Não tem como achar um modelo, quando você trabalha em um ecossistema que muda toda hora, pois mesmo que se ache ele agora, amanhã ele ta defasado.

O melhor modelo, é aquele que entrega o melhor para o que o cliente quer e precisa.

Temos que aprender hoje para sobreviver amanhã e não para sobreviver nos próximos anos, porque vai mudar e nós sabemos disso. As marcas estão entendendo também que serão empresas de comunicação, além do que já fazem, como a AMBEV está fazendo, por exemplo.

A agência tem que ser cada vez mais Tailor Made.

David fez a campanha do BK, chamando casting da campanha do BB que foi boicotado, acha que o que eles fizeram foi muito mais sobre os movimentos da sociedade, a publicidade tem o papel de trazer a diversidade. A publicidade tem que retratar a vida das pessoas.

O FIM DA IDADE MÉDIA E O INÍCIO DA IDADE MÍDIA

O fim da Idade Média acontece apenas agora. Antes, éramos avaliados pela média e pelos protocolos genéricos. Graças à tecnologia e à inovação, agora, cada um de nós é todo um universo à parte. Únicos, nos tornamos agentes de mídia, transformadores sociais como nunca.
Walter Longo – CEO, Unimark e Sócio, BBL Games

A idade média está acabando na verdade somente agora, porque até hoje tudo que a gente faz ou fazia, era analisado ou orientado pela média da população, tudo era pela cultura mediana.

Exemplo: as taxas de juros, são avaliadas pelo número de inadimplentes e não pelo adimplentes. E isso está mudando.

Tudo é feito pela média das pessoas. E estamos saindo para uma idade personalizada, e ai vem o fim da idade média, e tudo isso com vinda do big data. Estamos deixando a idade média e entrando na idade mídia, onde somos respeitados na nossa individualidade.

Estamos no momento Wearables, o que vamos usar para gerar dados do nosso corpo.

Inicio da idade mídia, foi o dia em que foi quebrado do software e do hardware, mais que um lançamento de um novo device, isso gerou uma nova forma de ver o mundo. Isso aconteceu com várias coisas, como o celular, por exemplo. A cada dia que passa ele vai aprendendo novos truques.

A visão que o imutável pode ser mudado e até melhorado, fez tudo mudar.

A customização mimou as pessoas, pois nos fez entender que somos indivíduos que temos temos e vontades diferentes. Agora é tudo para personalizado para todos.

Hoje temos assentos de carro que se moldam a nós, porque hoje os produtos precisam se moldar para individualização de todos nós.

Antes a gente comprava da loja mais próxima, agora podemos comprar de qualquer loja do mundo todo. E tudo vai continuar evoluindo de forma dramática.

As bicicletas antes a gente achava muito moderno poder pegar na rua e largar nos pontos do itau, agora a gente pega a bicicleta e larga onde quiser, onde acharmos que devemos e precisamos.

Antigamente usávamos P, M e G. Agora as roupas vão se adaptar ao nosso tamanho e compraremos de acordo com as nossas medidas.

Agora com a idade mídia há uma nova premissa básica, não tem como agência ter um mesmo modelo para todos, tenho que criar um modelo para aquele clientes de acordo com o que ele precisa e com a maturidade de entendimento dele do mkt da empresa.

Temos que tratar desigualmente pessoas e empresas que sempre foram aparentemente iguais.

Hoje em dia temos que correr para não sair do lugar. Não é mais só para crescer. Trocamos o mundo da atenção para o mundo da distração. O foco tá cada vez mais pulverizado. Atenção e engajamento são cada vez mais escasso.

O que queremos em uma academia?

Da customização em massa para a individualização.

Criar algo para média hoje significa criar algo para ninguém.O Big Data é a chave que abre todas as portas da idade mídia.

Pessoa não são, pessoas estão.

Como usar o bigdata neste cenário ?

Passamos de ROI para ROL – Retorn of Learning

Bom, foi INCRÍVEL mas acabou 🙁

Fonte: Share

Fonte: Share

A longa jornada da transformação digital começou por marketing

Faz muito tempo que o mercado fala sobre a Transformação Digital, tão necessária para todas as empresas se adequarem aos hábitos dos consumidores atuais. A exigência de experiências fluidas, integradas e alinhadas aos seus contextos, fez com que esse tema fosse realmente tratado como uma prioridade, e já causou grandes transformações na maneira como o marketing é feito.

Começamos pelo consumidor

Isso pode ser muito bem observado quando analisamos a importância que a estratégia Customer Centric vem ganhando em todas as frentes. Design Thinking já virou parte do nosso dia-a-dia, e a preocupação com Customer Experience é constante.

Passamos a monitorar e estudar todos os comportamentos dos nossos consumidores, indo muito além do momento, da oferta e do canal de conversão, para realmente entender toda a jornada de compra e tomada de decisão.
Essa primeira etapa da transformação digital parece realmente ter começado pelos consumidores, então, naturalmente, foi vista como um problema de Marketing e CRM, pois são essas áreas que sempre lidaram com a interface e as experiências destes consumidores.

Cenário atual

Nesse panorama, vimos o surgimento de ferramentas e plataformas – que compilam diversas tecnologias transformadoras – sendo oferecidas como serviço para áreas de Marketing (“as a service”). Tecnologias essas que tornam viáveis a entrega de experiências fluidas para nossos consumidores e a execução de estratégias sofisticadas em múltiplos canais digitais e/ou físicos para nossos times de Marketing.

Assuntos bastante complexos e técnicos, como Inteligência Artificial, Algoritmos de Recomendação, Modelos de Propensão, Detecção Automática de Atrito, Automação de Processos, Correspondência de Identidade, etc., estão sendo consumidos pelas áreas de Marketing há um bom tempo. E junto com eles também veem muitos desafios de tecnologia.

Uma consequência disso é o viés mais técnico que os profissionais de marketing estão adquirindo, cargos como Marketing Technologist são cada vez mais frequentes no mercado. De certa maneira, as áreas de Marketing estão sendo pioneiras em trazer essas tecnologias transformadoras para suas empresas.

Próxima etapa da transformação

Se resgatarmos então a necessidade de entendermos a jornada completa dos consumidores e de entregar experiências realmente fluidas e integradas, muitas vezes o Marketing esbarra em plataformas transacionais, sistemas legados e outros processos fundamentais da empresa que ainda não estão prontos para isso.

Por isso, entendemos que a Transformação Digital agora está em uma segunda etapa. Invés de impulsionada pelos consumidores, precisa ser impulsionada pela própria empresa, transformando e modernizando todos os processos chave: transacionais, operacionais, logísticos, etc.

Tudo isso precisa fazer parte de uma Plataforma de Negócios, alimentada por dados, sustentada por Inteligência Artificial e com grande capacidade de integração. Essa plataforma precisa falar naturalmente – e em tempo real – com as estratégias Customer Centric citadas.

Esse é um grande desafio de tecnologia e inovação, que permeia todas as áreas de uma empresa. O Marketing já está profundamente digital, essa é sua nova natureza. CMO e CTO nunca precisaram estar tão próximos.

Fonte: Digitalks

Instagram nega teste do fim dos likes

Na semana passada, Jane Wong, especialista em fazer a engenharia reversa de redes sociais com a finalidade de descobrir ferramentas não-lançadas, vulnerabilidades e códigos, publicou em seu perfil no Twitter três fotos que mostram como o Instagram ficaria sem a contagem de likes públicos — apenas o usuário dono do perfil poderia ver a quantidade. De acordo com Wong, o app “quer que seus seguidores foquem no que você compartilha, e não em quantos likes você recebe”.

A descoberta está ainda hoje gerando discussões sobre se a nova versão é, de fato, um teste oficial da rede ou não. Se aplicada, a ferramenta pode impactar no trabalho de influenciadores que se respaldam nessa métrica para orçar o valor de publicações patrocinadas. O Instagram se pronunciou afirmando que não testou a ferramenta. “Não estamos testando isso no momento. Mas explorar formas de reduzir a pressão no Instagram é algo que sempre estamos pensando”, afirmou uma fonte ao portal The Verge.

O Instagram não é a única rede social que repensa a questão da pressão e popularidade. Em novembro do ano passado, Ev Williams, co-fundador do Twitter e conselheiro, disse no Web Summit de Lisboa, em Portugal, que mostrar o número de seguidores de usuário foi provavelmente extremamente prejudicial. “Deixa claro que o jogo é de popularidade”, afirmou.

Fonte: Meio & Mensagem

Presença digital para empresas: entenda por que é tão importante para o seu negócio

Será que uma empresa vai alcançar o público-alvo de forma plena sem apostar no potencial da internet? A resposta é não em quase 100% dos casos. Isso porque em grande parte dos empreendimentos investir na rede mundial de computadores é fundamental para ganhar mais visibilidade.

O cenário atual mostra que a presença digital para empresas é algo imprescindível para construir uma imagem positiva e estar mais influente no cotidiano dos consumidores. Ignorar as possibilidades de ganho proporcionadas pela web é um dos maiores erros que um empresário do ramo de design pode cometer.

Saiba o que é presença digital

Essa ação consiste na maneira como de uma empresa utiliza os recursos digitais para consolidar uma posição no mercado e chamar a atenção do público.

A presença digital para empresas é um elemento vital para a estratégia de branding, porque trabalha com a imagem que a organização pretende transmitir para o mercado e mostra como a companhia busca se relacionar os clientes.

Em outras palavras, a presença digital tem como meta a construção de uma marca sólida, que passe para os consumidores alguns valores essenciais para o sucesso, como agilidade, credibilidade e transparência.

Conheça os motivos para investir no mundo digital

Após compreender o que é presença digital para empresas, vale a pena saber as razões que justificam um escritório de design, por exemplo, estar inserido em diversos canais eletrônicos.

Cotidiano digital dos clientes

Hoje, a maioria das pessoas têm um smartphone ou outro dispositivo móvel para acessar a internet. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 116 milhões de brasileiros estão conectados à rede mundial de computadores.

Isso mostra que a população usa os meios digitais para realizar diversas atividades, como fazer compras, pagar impostos, escolher as opções de lazer para o final de semana, tirar dúvidas sobre serviços, entre outras.

Muitos brasileiros utilizam os smartphones como principal recurso de acesso à internet. Por isso, a estratégia para se aproximar do público-alvo necessita levar em consideração às características dos dispositivos móveis na hora de utilizar um criador de sites ou uma plataforma para loja virtual.

Mais chances de aumentar a visibilidade

Por mais que a famosa propaganda boca a boca tenha o seu valor, estar na internet é uma excelente alternativa para estar mais próxima dos clientes.

Ao ficar na primeira página do Google, um escritório de design tem boas possibilidades de fechar negócios e de expandir os lucros. Afinal, esse mecanismo de busca é adotado por praticamente 100% dos internautas, no Brasil.

Estar bem localizado no Google é uma forma de reforçar a presença digital para empresas. Muitos consumidores, antes de fazer uma compra, fazem pesquisas sobre a reputação da companhia e os preços disponíveis no mercado.

Interação mais ativa com o público-alvo

Segundo um estudo da plataforma de mídia Hootsuite em parceria com a agência We are Social, o Brasil tem 140 milhões de usuários ativos nas redes sociais. Esse número, com certeza, indica que a presença digital para empresas é mais do que necessária para obter um desempenho expressivo nas vendas.

Um canal no YouTube, por exemplo, pode promover uma maior identificação dos consumidores com um escritório de design por meio da criação de um conteúdo que seja educativo e atraente para o público-alvo.

Não ter um perfil no Facebook atualmente é praticamente o mesmo de deixar de investir em um site. O Brasil é um dos países que têm uma maior presença na rede social mais usada no mundo.

Vendas disponíveis 24 horas por dia

Manter uma loja física aberta o dia inteiro não faz sentido, concorda? Por outro lado, contar com um site para expandir as vendas é uma excelente forma de garantir a presença digital para empresas.

Um dos motivos é que os clientes têm mais facilidade e comodidade de fazer compras pela internet. Afinal, podem escolher o horário que desejam comprar, pesquisar preços com tranquilidade e verificar como os produtos e serviços das corporações são avaliados.

Além disso, não precisam sair de casa nem enfrentar filas longas para pagar a conta no caixa. Essas vantagens mostram que uma empresa deve ter um site. Do contrário, perderá ótimas chances de expandir as vendas e de fortalecer a participação no mercado.

Concorrência já está atenta ao mundo digital

Se um empreendedor fizer uma análise de mercado antes de abrir um negócio, perceberá que muitos concorrentes já estão aproveitando a potencialidade da rede mundial de computadores para atrair o público-alvo.

Muitas companhias sabem que a internet oferece grandes oportunidades para conquistar clientes de diversas regiões de um país e até do exterior. Um restaurante de uma cidade turística, por exemplo, pode contar com um site, anúncios no Google e perfis nas redes sociais para divulgar promoções.

Promover o estabelecimento adotando uma estratégia inteligente na web é crucial para manter o negócio com um crescimento sustentável, o que contribui para fortalecer a marca.

Veja como garantir a presença digital para empresas

Muitos empresários sabem que a internet é perfeita para alavancar as vendas. Mas de que maneira explorar as potencialidades do mundo digital? Para responder a essa pergunta, mostraremos alguns recursos que podem ser explorados por um escritório de design.

  • Site (deve conter dados sobre o histórico da empresa, serviços disponíveis, links para as redes sociais e blog corporativo);
  • Blog Corporativo (é um instrumento que ajuda a educar o público-alvo e ajuda a empresa a ser localizada nos mecanismos de busca com mais facilidade);
  • Buscadores (contar com uma posição privilegiada no Google e no Bing, por exemplo, é peça-chave para aumentar a visibilidade);
  • Redes Sociais (Facebook, Twitter, YouTube, WhatsApp e LinkedIn permitem uma interatividade com diferentes segmentos do público-alvo, o que contribui para analisar as tendências do mercado);
  • E-mail marketing (é uma ferramenta que ajuda a lembrar os clientes de ofertas imperdíveis e de mantê-los conectados com a marca).

É inegável que um escritório de design deve estar presente no mundo digital. Mas isso deve ser feito com criatividade e bom senso. Não adianta investir em campanhas, caso o público-alvo não seja atingido de forma impactante. Sem dúvida, contar com um site dinâmico e com um bom logo farão com que o seu negócio seja mais atraente para o público-alvo.

Fonte: Designers Brasileiros

Tomador de decisão, influenciador de opinião e o comprador: Como entender a jornada do consumo pode fazer o marketing digital impulsionar o mercado B2B

Com um mercado cada vez mais competitivo, tem se tornado um desafio para empresas com foco em B2B divulgar os seus produtos, apesar de ainda existir um espaço muito grande para crescer por meio de estratégias de marketing digital. São inúmeras possibilidades por meio de novas segmentações, canais e formatos para utilizar este tipo de plano.

O desafio das estratégias de marketing digital para as empresas que visam negócios B2B é saber distinguir o tomador de decisão, influenciador de opinião e o comprador. “Por exemplo, se a estratégia estiver focada no comprador, mas ele não é o tomador de decisão, a chance dessa iniciativa fracassar é enorme. Após a diferenciação entre os profissionais, chega o momento de saber impactá-los nos diversos horários, seja durante o trabalho ou lazer”, destaca Douglas Ribeiro, Operations Manager da GhFly, é uma agência referência em marketing digital e líder em performance.

Para Diego Carmona, CVO da leadlovers, plataforma de automação de marketing digital, identificando que a responsabilidade e a relação em negócios B2B, é um pouco diferente das negociações B2C, principalmente quando se trata de público, é evidente que a estratégia muda ”Claro que sem deixar de lado o fato de que são pessoas do outro lado, mas levando em consideração que o peso na mão da pessoa que negocia é maior por afetar a instituição inteira”, diz Carmona.

Também é importante levar em consideração que por ser uma venda mais complexa, o público costuma ser mais exigente, seletivo, high touch e fiel. “Eles não compram por impulso, logo, exigem uma negociação muito pautada pela racionalidade e pela clareza de todos os pontos”, afirma Taynar Costa Marketing Coordinator da DIWE, primeira agência de profound marketing do país.

Outro ponto, é que jornada de compra no B2B é, geralmente, mais longa, muito pautada pela racionalidade e negociação e passa por diversas etapas, como análises da necessidade do produto, orçamento disponível e necessidade do investimento. “Nesse sentido, as ações devem ser mais direcionadas, segmentadas e com cadências mais frequentes e objetivas. É preciso ter um entendimento maior sobre o setor em que o negócio está inserido, bem como as necessidades de médio e longo prazo, se pensarmos na necessidade de se tornar um parceiro estratégico” finaliza Taynar.

Para compreender a melhor maneira de se comunicar com o seus públicos de interesse e elaborar um planejamento mais assertivo é importante fazer uma análise de mercado. Nesse sentido uma ferramenta de Big Data Analytics é imprescindível. “Adotar o uso desse tipo de plataforma é fundamental. Com elas é possível trazer dados de inteligência competitiva e fortalecer as decisões dos gestores de comunicação e marketing, desde a etapa do planejamento até a mensuração de dados”,afirma Eduardo Prange, CEO da Zeeng primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação. “Quem não utiliza esse tipo de ferramenta acaba tendo mais dificuldade operacional para conseguir informações, mesmo que seja da sua própria empresa, já que o objetivo desse tipo de plataforma é complementar informações que as organizações têm de si, com os elementos do mercado em que atua”, finaliza Prange.

Vale ressaltar que a conexão emocional com marcas B2B é superior ao B2C, conforme revela o Google e Motista. Isso indica que a fidelidade e confiança tendem a ser maior, logo é muito importante ter uma estratégia adequada não somente durante a aquisição de novos clientes, mas na manutenção deles.

Fonte: Ecommercenews 

Zeeng entre as melhores ferramentas de marketing digital do mercado brasileiro

A Zeeng foi eleita a segunda melhor ferramenta de marketing digital do mercado brasileiro 😀

A Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) apresentou ontem (terça, 16/4) durante o Prêmio ABComm de Inovação Digital 2019, a lista dos profissionais e empresas campeãs do prêmio de melhores do mercado digital.

 A premiação tem o propósito de reconhecer quem vem se destacando no setor e reconheceu cases e empresas de destaque nas categorias:

  • Destaque em Serviços Digitais
  • Melhor Plataforma de E-commerce
  • Ferramenta de Marketing Digital
  • Logística no E-commerce
  • Melhor Agência de Performance
  • Destaque em Tecnologia Web
  • Start-up do ano

Já a premiação dos profissionais estava dividida nas categorias:

  • Profissional de Marketing Digital
  • Profissional de E-commerce
  • Profissional de Tecnologia
  • Empreendedor Digital

Os vencedores foram revelados durante evento o DigitalizeME, em São Paulo. Além da premiação, o DigitalizeME apresentou debates e palestras sobre omnichannel, e-commerce, marketing digital, logística, meios de pagamento e antifraude, e também um painel juntamente com um prêmio para as mulheres no e-commerce.