Alright AdTech Company, All Press Comunicação e Trends Content promovem bate-papo sobre comunicação & tecnologia

A tecnologia abriu um universo de possibilidades para quem trabalha diretamente com marketing e comunicação. Será que a sua empresa está antenada para essas novidades? Para falar sobre tecnologia, criatividade e comunicação, a Alright AdTec Company, All Press Comunicação e Trends Content promovem no dia 15 de agosto, na Acate Dowtown, o talk “Inteligência de marketing: a tecnologia aliada à nova jornada do consumidor”, com Pérsio Oliveira, do Waze (geolocalização), Felipe Oliva, da Squid (plataforma de marketing de influência) e Eduardo Prange, da Zeeng (data driven marketing). O evento integra o Floripa Conecta, iniciativa inspirada no SXSW, em Austin (Texas), e que conecta uma série de eventos independentes no mês de agosto. As vagas já estão esgotadas – há lista de espera.

Na abertura do “Inteligência de Marketing”, Cristiano Terres (Alright), Melina Costa (Trends Content) e Déborah Almada (All Press) vão abordar como as mudanças estão impactando o segmento de comunicação e quais as estratégias que as marcas estão usando para se conectar com seus públicos.

Criado em 2008 em Tel Aviv, Israel, o Waze caiu no gosto do brasileiro como uma alternativa para driblar o trânsito. O país é o maior mercado da América Latina e um dos cinco maiores do mundo em número de usuários.

Listada na segunda edição do ranking 100 Startups to Watch, da Pequenas Empresas Grandes Negócios, a Squid atua no planejamento e execução de campanhas personalizadas com influenciadores. Em Santa Catarina é, desde o início de 2019, parceira exclusiva da All Press Comunicação, agência de comunicação conduzida pelos sócios Rogério Kiefer e Déborah Almada.

Já a Zeeng, é a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Por meio da análise de dados, a empresa consegue monitorar o que dizem sobre as marcas e seus concorrentes na internet, o que auxilia na criação de estratégias de comunicação mais certeiras.

Pérsio Oliveira – Waze

Business Partner Latam no Waze. Mais de 15 anos atuando em Operações de Marketing e Negócios em Telecom nos principais players do mercado nacional, iniciou no Google em 2016 atendendo o segmento de Agências SMB e posteriormente atuando com Parcerias estratégicas para produtos Google Ads. Há 3 meses iniciou o desafio de buscar por Channel Partners para Waze em Latam. Persio é Administrador de Empresas com Especializações em Marketing pelo Mackenzie/SP e ABEMD e possui MBA em negócios pela FGV-SP.

Felipe Oliva – Squid

Felipe Oliva é cofundador e Chief Strategy Officer da Squid, empresa de marketing de influência que atua no planejamento e execução de campanhas personalizadas com influenciadores. Formado em engenharia pela USP, Oliva é referência no marketing de influência já tendo palestrado em eventos como RIO2C, Social Media Week, Expo Marketing Digital e YouPix Con. Tem passagem por outras empresas de tecnologia e experiência no desenvolvimento de estratégias para marketing online e offline.

Eduardo Prange – Zeeng

CEO e Co-founder da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP.  Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais, Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

Para mais informações e inscrições (em lista de espera), acesse este link.

Fonte: Acontecendo Aqui

Data-driven: vantagem competitiva com o uso produtivo dos dados

Na Nova Economia, o volume de dados disponíveis para empresas cresceu de maneira vertiginosa, não apenas em quantidade mas também em complexidade. Com o aumento do volume, diversidade, profundidade e latência, temas como Analytics, Big Data, Machine Learning, Data Science etc passaram a estar presentes no dia a dia das organizações. Apesar disso, o uso produtivo é que fica abaixo da expectativa. Destaque para “uso produtivo”. Digo isso porque é comum empresas com grandes DataLakes, ferramentas de Visualização de Dados e Dashboards não utilizarem as informações para guiar seus caminhos.

Uma recente pesquisa, realizada pela Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) em conjunto com o Google, aponta que 38% das empresas ainda utilizam a intuição para orientar suas decisões. Apenas 27% se consideram uma organização Data-driven, ou seja, que definem suas ações a partir das informações – foram ouvidos 3225 empresários. Acontece que, ao contrário do que se possa pensar, isso não ocorre pela falta de informação dentro das empresas. Um dos principais motivos que a pesquisa destaca é a falta de habilidade dos profissionais de marketing em se aprofundarem nas análises de forma a entender os fenômenos que compõem KPIs (Key Performance Indicator, em português, indicador-chave de desempenho) agregados.

Nos modelos tradicionais, a análise e disseminação dos conhecimentos gerados pelos dados ficavam centralizados em times específicos, como Planejamento, Inteligência de Marketing, CRM etc. Atualmente, as ferramentas de WebAnalytics empoderam o time de Marketing, que podem consultar as informações que precisam no momento que quiserem, inclusive de forma real-time. Porém, quando isso acontece de forma desestruturada, a consequência é uma incapacidade de desenvolver uma visão única e integrada do consumidor e dos resultados da empresa.

O que te impede de começar hoje?

Um artigo recém publicado pela eMarketer divulgou uma pesquisa realizada pela Snowflake Computing em parceria com a Harvard Business review e destacou que pessoas, 44%, e processos, 29%, são os principais impedimentos para evoluir uma cultura de tomada de decisão a partir da intuição da liderança para uma mais baseada em dados. Para começar a implementar processos novos, organizamos abaixo um roteiro que tem funcionado e auxiliado diferentes empresas. Veja as três fases da implementação de um processo de análise de KPIs orientado a objetivos de negócios:

1- Conheça e alinhe os objetivos de negócio

Não comece a montar nenhuma tabela ou gráfico ainda. Organize, em primeiro lugar, os objetivos de negócio da sua área ou do âmbito que você atender. Por exemplo: Melhorar a rentabilidade, ganhar maior penetração de mercado e melhorar a satisfação do cliente. Posteriormente, desça um nível e entenda quais ações táticas serão necessárias para entregar os objetivos de negócio.

2- Mapeie as métricas e priorize

Agora que está claro os objetivos e as ações táticas que permitirão entregar os resultados, você precisará de KPIs que te ajudem a medir o progresso sem a necessidade de esperar prazos muito longos para saber se as ações deram certo ou não. Nesse processo, você deve primeiro explorar o máximo de métricas, colete sugestões e debata sobre os principais drivers relacionados às ações, não se limite as informações que você já usa nos relatórios atuais. O segundo passo dessa etapa é priorizar, todo indicador é uma métrica, mas nem toda métrica é um KPI, apenas as mais relevantes serão destacadas.

3- Avalie a maturidade dos dados e planeje a execução

Após os objetivos de negócio, as ações táticas e os KPIs, chegou o momento de avaliar a maturidade de dados atual da sua empresa. Esse momento é importante para alinhar as expectativas, ajustar caminhos e planejar a implementação das métricas de acordo com o nível de disponibilidade das informações.

Existe no mercado muitas ferramentas disponíveis que se propõem a lidar com o volume crescente de dados, sua mineração e visualizações. No entanto, muitas empresas estão mergulhando de cabeça em um volume abundante de elementos, as discussões se tornam cada vez mais complexas e técnicas, falta para os líderes de negócios conclusões que lhes dê a confiança necessária para agir.

Ao final deste roteiro, você estará pronto para iniciar uma mudança de mindset, e construir um processo que te leve para além do data-driven, mais orientado aos insights e melhor preparado na tomada de decisão, de modo ágil e preciso. Veja que em nenhum momento falamos sobre tecnologias, pois acreditamos que, independentemente da plataforma e mecanismo, as empresas precisarão de processos e pessoas que permitam extrair o máximo potencial de suas ferramentas, uma cultura verdadeiramente insight-driven.

Por Felipe Ladislau, consultor de CRM da aceleradora Organica

Fonte: Inforchannel