A North Face vandalizou a Wikipédia para melhorar seu ranqueamento no Google

A empresa de artigos esportivos outdoor The North Face passou uma bela vergonha semana passada, depois que uma agência de publicidade trabalhando para eles compartilhou vários artigos da Wikipédia de populares destinos turísticos com fotos de modelos usando roupas e acessórios da marca.

O golpe publicitário queria colocar os artigos North Face no topo dos resultados de imagem do Google para vários destinos (a notícia foi dada primeiro pela AdAge). A Wikipédia tem uma posição proeminente nos resultados do Google para basicamente todo local da Terra, então a agência achou que esse seria um jeito fácil de conseguir marketing indireto aparentemente orgânico de graça.

Infelizmente para a North Face e a agência de publicidade Leo Burnett Taylor Made, editar a Wikipédia sem revelar que você está sendo pago pra isso vai contra as regras do site. Os voluntários da enciclopédia online, que trabalham incansavelmente para garantir a exatidão das informações no site, não ficaram nada felizes com a ideia.

Daí que tuítes de editores da Wikipédia começaram a rodar denunciando as ações questionáveis da agência. Na quarta, a Fundação Wikimedia deu sua declaração oficial sobre o caso, chamando a campanha de “similar a depredar patrimônio público”. As imagens postadas pela agência foram deletadas desde então.

Como Liam Wyatt, um conhecido editor da Wikipédia e ex-wikipediano residente no Museu Britânico, explicou por Skype: “A questão é o segredo. Não é tanto um crime, mas acobertamento. Os Termos de Serviço da Fundação Wikimedia têm uma cláusula específica contra defesa paga não-declarada”.

Wyatt apontou que há um pequeno exército de editores pagos da Wikipédia em várias instituições culturais pelo mundo, mas a diferença-chave é que essas instituições estão divulgando sua atividade na Wikipédia e fazendo uma tentativa de boa-fé de melhorar os artigos do site com seus próprios recursos e especialidades. O que não era o caso com a North Face.

Muitas das fotos que a agência estava postando eram de qualidade inferior daquelas sendo substituídas. Fotos próprias para uma entrada de enciclopédia – ou seja, fotos que capturam com precisão o tema de maneira documental e informal – estavam sendo substituídas por fotos ensolaradas de modelos usando mochilas caras em primeiro plano, enquanto o cenário real era apenas de pano de fundo.

Segundo Wyatt, a agência poderia ter feito as coisas de um jeito mais responsável.

“Eles poderiam ter feito isso eticamente”, disse Wyatt, “acrescentando essas imagens aos artigos da Wikipédia, poderiam ter colocado um pequeno resumo ‘Imagem de tal empresa ou tal campanha’ ou ‘Estamos postando essas fotos como parte da seguinte atividade’, e aí tudo bem. Mas não fizeram isso, e não disseram nada em sua própria página. Eles sabiam o que estavam sabendo, porque usaram resumos quando fizeram essas edições, e os resumos das edição diziam coisas como ‘foto recente’”.

Pra piorar, depois de violar os termos de uso da Wikipédia, a agência lançou um vídeo se gabando da campanha. Eles até fizeram referência à campanha como “colaborando com a Wikipédia” em um dos textos no vídeo.

“Eles colocaram a palavra ‘colaborando’ com a Wikipédia, e aí… o vídeo dizia que o maior risco era eles serem descobertos. Se sua maior preocupação fazendo um projeto que é ostensivamente colaborativo é ser descoberto pelas pessoas com quem você está colaborando… então não é colaboração coisa nenhuma”, disse Wyatt.

Todas as edições feitas pela agência foram revertidas pelos voluntários da Wikipédia. Algumas horas depois que a declaração da Fundação Wikimedia foi publicada, a North Face se desculpou pela campanha pelo Twitter, e um porta-voz da empresa disse num e-mail para a VICE que eles estão “num processo de abordar diretamente a Wikipédia para encontrar o melhor jeito de consertar as coisas”.

Fonte: Vice

Algoritmos do Google impactam diretamente sites de e-commerce nos mecanismos de pesquisa

Recentemente, em seu evento anual chamado Marketing Live, a Google anunciou diversas mudanças em suas plataformas, e essas reformulações são direcionadas a lojistas e anunciantes. O maior site de buscas tem o objetivo de entrar de forma incisiva no mundo do e-commerce, trazendo novas experiências e também atualizações nos mecanismos de pesquisa.

Segundo a apresentação no evento, a Google irá disponibilizar ferramentas por meio das quais será possível encontrar produtos e compará-los. Além disso, o consumidor terá a opção de comprar em sites ou em alguma loja física mais próxima. O usuário também poderá adquirir um produto diretamente de vídeos e anúncios no YouTube, por exemplo.

Alguns participantes do evento acharam que as novidades podem transformar a Google em um marketplace. Contudo, a própria empresa diz que esse não é o grande objetivo e que até mesmo os próprios marketplaces e e-commerces poderão usar as atualizações e novidades da Google para aumentar suas vendas e alcançar mais clientes.

Qual a importância e o impacto do algoritmo?

As alterações poderão favorecer os e-commerces, como a própria empresa diz, mas para que isso aconteça é necessário que as lojas online também façam a sua parte. Os algoritmos da Google têm um impacto direto no mecanismo de busca. Atualmente, a Google é um dos principais sites de busca, abrangendo um nível mundial. Então, para que seja possível encontrar o que deseja, os algoritmos são usados em programas e sistemas de computador que buscam por sites que respondam de forma efetiva às regras que existem em seus mecanismos. É dessa forma que são classificados quais sites serão os primeiros a aparecer e ter um bom posicionamento no ranking.

Ou seja, sites que não sigam plenamente as regras dos mecanismos de busca fazem com que os algoritmos não os encontrem e, com isso, não os apresentem como resultado de uma pesquisa realizada. São vários fatores e regras que influenciam os resultados de uma busca. Um exemplo é que, há algum tempo, o algoritmo priorizava sites leves para poupar os dados de internet e o tempo de espera para a página ser carregada por completo.

Como melhorar o posicionamento no ranking de pesquisas?

A cada atualização, também muda a forma de avaliar como será feito o ranqueamento de sites. Por exemplo, normalmente, as primeiras posições ficam para sites que cumprem todas as regras e entregam o melhor conteúdo, se preocupando em proporcionar a melhor experiência de navegação para o consumidor.

Sites pesados, com baixo conteúdo, responsividade ruim e URLS e outras características confusas, caem no ranking e não conseguem uma boa posição, muitas vezes nem aparecendo para o usuário. Para melhorar a posição no ranqueamento, todos esses fatores, e mais alguns, terão que ser aprimorados. Para que isso se torne efetivo, uma consultoria de marketing digital pode fazer toda a diferença!

A Consultoria Digital é uma empresa que oferece consultoria de marketing digital e otimização de sites (SEO). Esse conjunto de estratégias foi pensado para fazer com que seu site fique nas primeiras posições sem pagar para os mecanismos de buscas, ou seja, de forma orgânica. Dessa forma, seu site pode subir no ranking e ganhar mais relevância.

Fonte: Terra

Google lança app para ajudar surdos

Nesta segunda feira, (4), o Google anunciou o lançamento de dois aplicativos para pessoas com deficiência auditiva e surdas.

Chamados de Amplificador de Som e Live Transcribe, os apps ajudam fazendo transcrição em tempo real para que surdos leiam o que esta sendo dito, direto na tela do celular.

O Amplificador de Som serve para tornar o áudio mais claro e mais fácil de ouvir ao amplifica-los nos fones de ouvido.

De acordo com o Google, o Live Transcribe utiliza o microfone do aparelho para identificar a conversa e fazer as transcrições, disponibilizando 70 idiomas, incluindo o português.

Para ter essa nova ferramenta, é necessário habilita-lo em “Configurações de Acessibilidade” do Android e assim já estará disponível a partir do botão de acessibilidade na barra de navegação.

Assista o vídeo:

Fonte: Adnews

Big techs têm ano de altos e baixos

O Facebook de Mark Zuckerberg registrou perda de 25% em 2018
CHIP SOMODEVILLA/AFP/JC

O ano para as ações das principais empresas de tecnologia pode ser dividido em valorização até meados de setembro e declínio de outubro em diante. O movimento levou companhias como o Facebook a registrar perda de 25% em 2018 – primeira queda desde a abertura de capital, em 2012.

Apesar do recuo nas bolsas norte-americanas, de multas e depoimentos ao Congresso dos Estados Unidos, 2018 foi um ano de receitas recordes para as integrantes do Faang, acrônimo de Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google (controlada pela Alphabet), ou Famg (que exclui Netflix e inclui a Microsoft).

Com destaque, Apple e Amazon conquistaram uma marca inédita. Foram as pioneiras em atingir o valor de mercado de US$ 1 trilhão (R$ 3,8 trilhões), em agosto e setembro, respectivamente. A empresa cofundada por Steve Jobs aproveitou a liderança em smartphones caros para surfar no otimismo do mercado norte-americano.

Já a Amazon dá sinais, ano após ano, de que revolucionou o varejo de forma irrevogável e de que pode se expandir mais para mercados promissores, como Índia e Brasil. Para Eduardo Glitz, sócio da StartSe, a marca da Apple foi mais uma consequência da bolsa americana do que de perspectiva de inovação, ao contrário da Amazon.

“A Apple não lançou um produto que mudou a história da empresa. Ela reposicionou o preço do iPhone, mas não entrou em um mercado completamente novo em que passou a ser relevante. A Amazon também foi positivamente impactada pela bolsa, mas ainda tem a figura de Jeff Bezos, homem mais rico do mundo, querendo inovar e pode tomar diversos mercados que não tomou.”

Entre suas novidades anuais, a Apple lançou um Apple Watch com eletrocardiograma, que capta a frequência cardíaca dos usuários pelo relógio, e fez adaptações em seus aparelhos, como aumentar a tela e a resistência à água.

Alguns pontos, entretanto, preocuparam investidores no último trimestre. A previsão de crescimento máximo de 5% de receita anual para a temporada de festas, o anúncio de cortes a fornecedores do iPhone, a decisão de não divulgar números sobre a venda de aparelhos (como smartphones e iPads) e as consequências da guerra comercial entre EUA e China estão entre os principais receios que permanecerão em 2019.

“Existe uma grande cautela sobre os impactos da tensão comercial no setor de tecnologia, até porque boa parte dos consumidores da Apple está na China. Se houver mais barreiras para chegar ao país asiático, as perspectivas das empresas que dependem desses consumidores também serão afetadas”, diz Arthur Siqueira, sócio da GEO Capital.

Além disso, a empresa chegou a um ponto de maturidade em que a perspectiva de aumentar a base instalada é baixa. Analistas dizem que, para continuar crescendo, a companhia californiana precisa criar uma camada de serviços e fazer com que as pessoas migrem de produtos diferentes na mesma plataforma, gastando recursos na Apple Pay, Apple Music e App Store.

“Mesmo que o sistema iOS tenha uma frente menor de mercado em relação ao Android, ela tem uma captura de valor muito acima da dos usuários Android. A empresa tinha cerca de US$ 200 bilhões (R$ 774 bilhões) em caixa no início do ano, suficientes para comprar a Disney. Para os investidores, o que a Apple vai fazer com o dinheiro é uma pergunta que ainda não está respondida”, diz Maximiliano Carlomagno, fundador da Innosciense, consultoria em gestão da inovação.

A Amazon, por sua vez, transcendeu o conceito de comércio eletrônico pelo qual foi reconhecida nas últimas duas décadas. Adquiriu a cadeia de supermercados Whole Foods Market, com cerca de 470 lojas, para reduzir a logística para a entrega de alimentos, e abriu lojas da Amazon Go, em que o processo é automatizado e dispensa atendentes.

Fonte: Jornal do Comercio

Em audiência, presidente do Google é questionado sobre privacidade de dados e nega viés político na empresa

Em meio ao crescente escrutínio de empresas do Vale Silício que utilizam dados de usuário, Sundar Pichai, presidente do Google, se apresentou pela primeira vez diante de legisladores nesta quarta-feira (12).

Em audiência realizada pelo Comitê Jurídico da Câmara dos Deputados nos Estados Unidos, ele foi questionado sobre:

  • práticas de privacidade e violação de dados pessoais;
  • a maneira como a empresa lidou com campanhas de desinformação para influenciar eleições;
  • suposto viés político nos resultados de buscas;
  • interesse em voltar ao mercado chinês;
  • monopólio da plataforma
Sundar Pichai, presidente do Google, testemunha em audiência na Congresso dos Estados Unidos. — Foto: Jim Young/Reuters

Sundar Pichai, presidente do Google, testemunha em audiência na Congresso dos Estados Unidos. — Foto: Jim Young/Reuters

O executivo também foi questionado sobre violações de dados pessoais, depois que o Google anunciou que irá acelerar o processo de fechamento de sua rede social Google+, com a revelação de um erro que expôs dados de mais de 50 milhões de usuários. Pichai afirmou que o Google oferece um sistema que permite aos usuários ter controle e ajustar como seus dados são coletados pela empresa.

Apesar disso, grande parte da discussão entre Pichai e os congressistas se focou em acusações de que o Google usa sua rede de aplicativos e mecanismos de busca para suprimir vozes conservadores — uma alegação que o executivo negou com veemência. “Nós usamos uma metodologia robusta para refletir o que está sendo dito sobre qualquer tópico a qualquer hora. Posso assegurar que fazemos isso sem nenhum viés ideológico e político.”

Durante a audiência, que durou 3h30, os congressistas republicanos focaram em questionar Pichai sobre acusações de que o Google teria uma preferência em deixar sites conservadores mal posicionados nas buscas. Para isso usaram evidências, como vídeos e e-mails vazados, de que engenheiros e funcionários da empresa tinham preferência ideológica.

Outros legisladores, acusaram a empresa de dar suporte a iniciativas que convocavam eleitores latinos a votar em estados-chave. Pichai negou qualquer viés na ferramenta de anúncios, afirmando que ela é baseada em oferta e demanda.

Ele também respondeu a perguntas sobre a entrada do Google na China, um mercado que a empresa deixou em 2010. A preocupação dos congressistas é que a empresa jogue pelas regras chinesas e estabeleça censura nas buscas no país.

Pichai respondeu a essas perguntas afirmando que o Google é uma empresa que “nunca esqueceu suas raízes americanas”. Ele acrescentou que a empresa gerou, nos últimos três anos, US$ 150 bilhões para a economia americana, criando 24 mil vagas de trabalho.

Fonte: G1

Saiu! Confira a lista dos assuntos mais buscados no Google em 2018

MC Loma, Segundo Sol e o meme ‘é verdade esse bilete’ estão entre os termos mais procurados

O Google divulgou nesta quarta-feira a tradicional lista anual dos termos mais buscados no Brasil e no mundo.

Em 2018, o termo mais buscado por aqui foi Copa do Mundo. Em seguida, vieram Big Brother Brasil, Eleições 2018 e o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Já no mundo, Meghan Markle foi o nome mais buscado durante este ano.

Confira a lista completa de cada categoria no Brasil:

Buscas

Copa do Mundo
Big Brother Brasil
Eleições 2018
Jair Bolsonaro
Horário de Brasília
Greve dos caminhoneiros
Luiz Inácio Lula da Silva
Fernando Haddad
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Stan Lee

Como fazer
Como fazer slime?
Como fazer figurinhas no Whatsapp?
Como fazer gasolina?
Como fazer crepioca?
Como fazer perguntas no Instagram?
Como fazer bacalhau?
Como fazer declaração de Imposto de Renda 2018?
Como fazer kefir?
Como fazer guacamole?
Como fazer pipoca doce?

O que é
O que é fascismo?
O que é intervenção militar?
O que é lúpulo?
O que é Ursal?
O que é Corpus Christi?
O que é chaira?
O que é afonia?
O que é momo?
O que é Encceja?
O que é tuberculose ganglionar?

Por quê?
Por que a guerra na Síria?
Por que votar no Bolsonaro?
Por que ou porque?
Por que não pode comer carne na Sexta-feira Santa?
Por que Ibrahimovic não foi convocado?
Por que não votar em Bolsonaro?
Por que Nadja foi expulsa de A Fazenda?
Por que a série Lúcifer foi cancelada?
Por que o Amoedo não participa dos debates?
Por que quarta-feira de Cinzas?

Acontecimentos
Copa do Mundo
Eleições 2018
Greve dos caminhoneiros
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Campeonato brasileiro
Prisão do Lula
Horário de verão
Caso Vitória
Enem 2018
Julgamento do Lula

Celebridades
Sylvester Stallone
Pabllo Vittar
MC Loma
Meghan Markle
Roger Waters
Letícia Almeida
Douglas Sampaio
Tata Amaral
Cristiane Machado
Priscila Tossan

Séries
La Casa de Papel
Elite
Riverdale
Lucifer
The 100
O Mecanismo
The Good Doctor
3%
Westworld
Scandal

Programas de TV e novelas
Big Brother Brasil
Segundo Sol
O Outro Lado do Paraíso
Deus Salve o Rei
A Fazenda
O Tempo não Pára
The Voice Brasil
As Aventuras de Poliana
Orgulho e Paixão
Tempo de Amar

Tecnologia
Motorola One
iPhone X
Zenfone 5
Moto G6
Moto G5
Galaxy J7
Galaxy J4
Galaxy J5
Sarahah
iPhone 8 Plus

Esportistas
Kylian Mbappé
Philippe Coutinho
Henrique Dourado
Mohamed Salah
João Miranda
Roberto Firmino
Alisson Becker
Douglas Costa
Luka Modrić
Lyoto Machida

Times da série A
Flamengo
Palmeiras
Corinthians
São Paulo
Grêmio
Vasco da Gama
Cruzeiro
Santos
Internacional
Atlético Mineiro

Mortes
Stan Lee
Avicii
Mr. Catra
XXXTentacion
Marielle Franco
Nara Almeida
Vitória Gabrielly
Mac Miller
Eduardo Carneiro
Anthony Bourdain

Virou meme
Que Tiro Foi Esse
Fábio Assunção
É verdade esse bilhete
Jair Bolsonaro
Neymar Jr.
Copa do Mundo
Dia do Amigo
Lula
Pikachu
Akon

Filmes
A Freira
Deadpool 2
Pantera Negra
Vingadores: Guerra Infinita
Venom
Bohemian Rhapsody
Um Lugar Silencioso
Nasce uma Estrela
Os Incríveis 2
Cinquenta Tons de Liberdade

Música (Letras)
Era uma Vez
Que Tiro Foi Esse
Dona Maria
Vai Malandra
O Sol
Bohemian Rhapsody
Mostra Tua Força, Brasil
Notificação Preferida
Mulherão da Porra
Ousado Amor

Buscas no mundo

Pessoas
Meghan Markle
Demi Lovato
Sylvester Stallone
Logan Paul
Khloe Kardashian
Jair Bolsonaro
Brett Kavanaugh
Hailey Baldwin
Stormy Daniels
Cardi B

Notícias
Copa do Mundo
Furacão Florence
Resultado Mega Millions
Casamento Real
Resultado das eleições
Furacão Michael
Confirmação de Kavanaugh
Tiroteiro da Flórida
Greve dos caminhoneiros
Desligamento do governo

Fonte: Correio 24 Horas

Amazon começa a brincar de busca, batendo de frente com Google

Não há mais muros ou limites entre negócios no mundo capitalista contemporâneo, notadamente no âmbito das plataformas tecnológicas. Agora a Amazon começa a dar passos determinados para iniciar o que poderá (ou não) vir a ser uma invação no business do Google. Acompanhar vale a pena.

Mas como isso está acontecendo?

Vamos lá…

Você já deve estar ligado que Amazon é hoje a terceira força no mundo do online advertising, ficando atrás apenas de Google e Facebook, certo?

Os números da antes livraria online nesse âmbito são já bastante impressionantes e a expectativa do ano que vem é que a empresa atinja a marca dos US$ 10 bilhões em ad revenue.

Os dois big players deverão responder por 54% do total de investimentos em publicidade online em 2019, o que é um pedaço gigante ainda, óbvio, mas esse percentual chegou a ser de 73% há não muito distantes dois anos. Parte dessa mudança tem diretamente a ver com a chegada sem pedir licença da Amazon.

Bom, é aí que começa a história da busca. Porque direcionados pela poderosa máquina de publicidade digital da companhia, os internautas passaram a buscar por produtos crescentemente a partir da plataforma Amazon. O que é natural e faz todo sentido para quem já está no ambiente do maior marketplace do mundo, certo?

Então, é por essa porta de trás, que a Amazon está entrando pela frente no mundo do search.

Em artigo do site especializado Search Engine Watch, o que está previsto é que essa atuação expanda-se inclusive para fora dos muros do marketplace Amazon. Veja: “In another extension of its full-court press to rapidly expand its online advertising business, Amazon is now testing a pilot program that lets advertisers use search queries to retarget ads across the web using its demand side platform. It’ll be the first time Amazon’s rich search data will be used outside the walls of its own platform for advertisers to capture shoppers’ intent and serve up more personalized ads”.

Ou seja, Amazon passa a ser um player de online advertising cada vez mais abrangente e poderoso, tendo como upside desse movimento incomodar também o Google no mundo do search.

Briga de cachorro muito grande. E a gente aqui, só assistindo de camarote.

Fonte: ProXXima

Google anuncia inteligência artificial que pode atender chamadas para o usuário

A Google anunciou, nesta terça-feira (09), um serviço inspirado nos filmes de ficção científica, o Call Screening, aplicativo que pode atender uma ligação e até identificar chamadas de telemarketing. A novidade foi lançada junto com o Pixel 3, smartphone da companhia, nos Estados Unidos.

O programa é uma evolução do Google Duplex, apresentada no ano passado. A aplicação funciona da seguinte forma: ao receber uma ligação, o usuário pode tocar em um botão para que o Google assistente atenda o telefone, se identifique e pergunte o motivo da chamada. A voz da outra pessoa será transcrita na tela e o dono do smartphone poderá escolher entre atender, desligar ou bloquear o contato.

O software poderá sugerir rápidas respostas durante o telefonema, com o objetivo de obter mais informações de quem ligou ou prometer um retorno. De acordo com a empresa, a inovação promete impedir que o usuário receba ligações de telemarketing.

O Call Screening está disponível apenas nos Estados Unidos e em inglês, o recurso chegará primeiro no Pixel 3. Ainda não se sabe se há alguma possibilidade de a função ser liberada para outras fabricantes Android.

Fonte: Adnews

 

CEO do Google confirma sistema de busca com censura

Nesta terça-feira (16), o CEO do Google, Sundar Pichai, confirmou um plano de sistema de busca com censura para operar na China. Segundo o próprio, os testes internos da ferramenta têm sido promissores.

Pichai disse que o acesso à informação é um dos valores da marca. “Estamos impelidos por nossa missão de oferecer informações para todos, e a China representa 20% da população mundial”. Ainda afirmou que diversos fatores foram colocados na balança, incluindo as leis de cada país.

A China possui um enorme sistema de censura que proíbem palavras e frases que são vistas como subversivas. O Google se retirou da China em 2010, em meio a preocupações com censura e ciberataque que comprometeram algumas contas de ativistas de direitos humanos. Em agosto, cerca de 1500 funcionários assinaram uma carta aberta pedindo para saberem o que estava sendo desenvolvido.

Fonte: Adnews