Big techs têm ano de altos e baixos

O Facebook de Mark Zuckerberg registrou perda de 25% em 2018
CHIP SOMODEVILLA/AFP/JC

O ano para as ações das principais empresas de tecnologia pode ser dividido em valorização até meados de setembro e declínio de outubro em diante. O movimento levou companhias como o Facebook a registrar perda de 25% em 2018 – primeira queda desde a abertura de capital, em 2012.

Apesar do recuo nas bolsas norte-americanas, de multas e depoimentos ao Congresso dos Estados Unidos, 2018 foi um ano de receitas recordes para as integrantes do Faang, acrônimo de Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google (controlada pela Alphabet), ou Famg (que exclui Netflix e inclui a Microsoft).

Com destaque, Apple e Amazon conquistaram uma marca inédita. Foram as pioneiras em atingir o valor de mercado de US$ 1 trilhão (R$ 3,8 trilhões), em agosto e setembro, respectivamente. A empresa cofundada por Steve Jobs aproveitou a liderança em smartphones caros para surfar no otimismo do mercado norte-americano.

Já a Amazon dá sinais, ano após ano, de que revolucionou o varejo de forma irrevogável e de que pode se expandir mais para mercados promissores, como Índia e Brasil. Para Eduardo Glitz, sócio da StartSe, a marca da Apple foi mais uma consequência da bolsa americana do que de perspectiva de inovação, ao contrário da Amazon.

“A Apple não lançou um produto que mudou a história da empresa. Ela reposicionou o preço do iPhone, mas não entrou em um mercado completamente novo em que passou a ser relevante. A Amazon também foi positivamente impactada pela bolsa, mas ainda tem a figura de Jeff Bezos, homem mais rico do mundo, querendo inovar e pode tomar diversos mercados que não tomou.”

Entre suas novidades anuais, a Apple lançou um Apple Watch com eletrocardiograma, que capta a frequência cardíaca dos usuários pelo relógio, e fez adaptações em seus aparelhos, como aumentar a tela e a resistência à água.

Alguns pontos, entretanto, preocuparam investidores no último trimestre. A previsão de crescimento máximo de 5% de receita anual para a temporada de festas, o anúncio de cortes a fornecedores do iPhone, a decisão de não divulgar números sobre a venda de aparelhos (como smartphones e iPads) e as consequências da guerra comercial entre EUA e China estão entre os principais receios que permanecerão em 2019.

“Existe uma grande cautela sobre os impactos da tensão comercial no setor de tecnologia, até porque boa parte dos consumidores da Apple está na China. Se houver mais barreiras para chegar ao país asiático, as perspectivas das empresas que dependem desses consumidores também serão afetadas”, diz Arthur Siqueira, sócio da GEO Capital.

Além disso, a empresa chegou a um ponto de maturidade em que a perspectiva de aumentar a base instalada é baixa. Analistas dizem que, para continuar crescendo, a companhia californiana precisa criar uma camada de serviços e fazer com que as pessoas migrem de produtos diferentes na mesma plataforma, gastando recursos na Apple Pay, Apple Music e App Store.

“Mesmo que o sistema iOS tenha uma frente menor de mercado em relação ao Android, ela tem uma captura de valor muito acima da dos usuários Android. A empresa tinha cerca de US$ 200 bilhões (R$ 774 bilhões) em caixa no início do ano, suficientes para comprar a Disney. Para os investidores, o que a Apple vai fazer com o dinheiro é uma pergunta que ainda não está respondida”, diz Maximiliano Carlomagno, fundador da Innosciense, consultoria em gestão da inovação.

A Amazon, por sua vez, transcendeu o conceito de comércio eletrônico pelo qual foi reconhecida nas últimas duas décadas. Adquiriu a cadeia de supermercados Whole Foods Market, com cerca de 470 lojas, para reduzir a logística para a entrega de alimentos, e abriu lojas da Amazon Go, em que o processo é automatizado e dispensa atendentes.

Fonte: Jornal do Comercio

Em audiência, presidente do Google é questionado sobre privacidade de dados e nega viés político na empresa

Em meio ao crescente escrutínio de empresas do Vale Silício que utilizam dados de usuário, Sundar Pichai, presidente do Google, se apresentou pela primeira vez diante de legisladores nesta quarta-feira (12).

Em audiência realizada pelo Comitê Jurídico da Câmara dos Deputados nos Estados Unidos, ele foi questionado sobre:

  • práticas de privacidade e violação de dados pessoais;
  • a maneira como a empresa lidou com campanhas de desinformação para influenciar eleições;
  • suposto viés político nos resultados de buscas;
  • interesse em voltar ao mercado chinês;
  • monopólio da plataforma
Sundar Pichai, presidente do Google, testemunha em audiência na Congresso dos Estados Unidos. — Foto: Jim Young/Reuters

Sundar Pichai, presidente do Google, testemunha em audiência na Congresso dos Estados Unidos. — Foto: Jim Young/Reuters

O executivo também foi questionado sobre violações de dados pessoais, depois que o Google anunciou que irá acelerar o processo de fechamento de sua rede social Google+, com a revelação de um erro que expôs dados de mais de 50 milhões de usuários. Pichai afirmou que o Google oferece um sistema que permite aos usuários ter controle e ajustar como seus dados são coletados pela empresa.

Apesar disso, grande parte da discussão entre Pichai e os congressistas se focou em acusações de que o Google usa sua rede de aplicativos e mecanismos de busca para suprimir vozes conservadores — uma alegação que o executivo negou com veemência. “Nós usamos uma metodologia robusta para refletir o que está sendo dito sobre qualquer tópico a qualquer hora. Posso assegurar que fazemos isso sem nenhum viés ideológico e político.”

Durante a audiência, que durou 3h30, os congressistas republicanos focaram em questionar Pichai sobre acusações de que o Google teria uma preferência em deixar sites conservadores mal posicionados nas buscas. Para isso usaram evidências, como vídeos e e-mails vazados, de que engenheiros e funcionários da empresa tinham preferência ideológica.

Outros legisladores, acusaram a empresa de dar suporte a iniciativas que convocavam eleitores latinos a votar em estados-chave. Pichai negou qualquer viés na ferramenta de anúncios, afirmando que ela é baseada em oferta e demanda.

Ele também respondeu a perguntas sobre a entrada do Google na China, um mercado que a empresa deixou em 2010. A preocupação dos congressistas é que a empresa jogue pelas regras chinesas e estabeleça censura nas buscas no país.

Pichai respondeu a essas perguntas afirmando que o Google é uma empresa que “nunca esqueceu suas raízes americanas”. Ele acrescentou que a empresa gerou, nos últimos três anos, US$ 150 bilhões para a economia americana, criando 24 mil vagas de trabalho.

Fonte: G1

Saiu! Confira a lista dos assuntos mais buscados no Google em 2018

MC Loma, Segundo Sol e o meme ‘é verdade esse bilete’ estão entre os termos mais procurados

O Google divulgou nesta quarta-feira a tradicional lista anual dos termos mais buscados no Brasil e no mundo.

Em 2018, o termo mais buscado por aqui foi Copa do Mundo. Em seguida, vieram Big Brother Brasil, Eleições 2018 e o presidente eleito, Jair Bolsonaro.

Já no mundo, Meghan Markle foi o nome mais buscado durante este ano.

Confira a lista completa de cada categoria no Brasil:

Buscas

Copa do Mundo
Big Brother Brasil
Eleições 2018
Jair Bolsonaro
Horário de Brasília
Greve dos caminhoneiros
Luiz Inácio Lula da Silva
Fernando Haddad
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Stan Lee

Como fazer
Como fazer slime?
Como fazer figurinhas no Whatsapp?
Como fazer gasolina?
Como fazer crepioca?
Como fazer perguntas no Instagram?
Como fazer bacalhau?
Como fazer declaração de Imposto de Renda 2018?
Como fazer kefir?
Como fazer guacamole?
Como fazer pipoca doce?

O que é
O que é fascismo?
O que é intervenção militar?
O que é lúpulo?
O que é Ursal?
O que é Corpus Christi?
O que é chaira?
O que é afonia?
O que é momo?
O que é Encceja?
O que é tuberculose ganglionar?

Por quê?
Por que a guerra na Síria?
Por que votar no Bolsonaro?
Por que ou porque?
Por que não pode comer carne na Sexta-feira Santa?
Por que Ibrahimovic não foi convocado?
Por que não votar em Bolsonaro?
Por que Nadja foi expulsa de A Fazenda?
Por que a série Lúcifer foi cancelada?
Por que o Amoedo não participa dos debates?
Por que quarta-feira de Cinzas?

Acontecimentos
Copa do Mundo
Eleições 2018
Greve dos caminhoneiros
Copa São Paulo de Futebol Júnior 2018
Campeonato brasileiro
Prisão do Lula
Horário de verão
Caso Vitória
Enem 2018
Julgamento do Lula

Celebridades
Sylvester Stallone
Pabllo Vittar
MC Loma
Meghan Markle
Roger Waters
Letícia Almeida
Douglas Sampaio
Tata Amaral
Cristiane Machado
Priscila Tossan

Séries
La Casa de Papel
Elite
Riverdale
Lucifer
The 100
O Mecanismo
The Good Doctor
3%
Westworld
Scandal

Programas de TV e novelas
Big Brother Brasil
Segundo Sol
O Outro Lado do Paraíso
Deus Salve o Rei
A Fazenda
O Tempo não Pára
The Voice Brasil
As Aventuras de Poliana
Orgulho e Paixão
Tempo de Amar

Tecnologia
Motorola One
iPhone X
Zenfone 5
Moto G6
Moto G5
Galaxy J7
Galaxy J4
Galaxy J5
Sarahah
iPhone 8 Plus

Esportistas
Kylian Mbappé
Philippe Coutinho
Henrique Dourado
Mohamed Salah
João Miranda
Roberto Firmino
Alisson Becker
Douglas Costa
Luka Modrić
Lyoto Machida

Times da série A
Flamengo
Palmeiras
Corinthians
São Paulo
Grêmio
Vasco da Gama
Cruzeiro
Santos
Internacional
Atlético Mineiro

Mortes
Stan Lee
Avicii
Mr. Catra
XXXTentacion
Marielle Franco
Nara Almeida
Vitória Gabrielly
Mac Miller
Eduardo Carneiro
Anthony Bourdain

Virou meme
Que Tiro Foi Esse
Fábio Assunção
É verdade esse bilhete
Jair Bolsonaro
Neymar Jr.
Copa do Mundo
Dia do Amigo
Lula
Pikachu
Akon

Filmes
A Freira
Deadpool 2
Pantera Negra
Vingadores: Guerra Infinita
Venom
Bohemian Rhapsody
Um Lugar Silencioso
Nasce uma Estrela
Os Incríveis 2
Cinquenta Tons de Liberdade

Música (Letras)
Era uma Vez
Que Tiro Foi Esse
Dona Maria
Vai Malandra
O Sol
Bohemian Rhapsody
Mostra Tua Força, Brasil
Notificação Preferida
Mulherão da Porra
Ousado Amor

Buscas no mundo

Pessoas
Meghan Markle
Demi Lovato
Sylvester Stallone
Logan Paul
Khloe Kardashian
Jair Bolsonaro
Brett Kavanaugh
Hailey Baldwin
Stormy Daniels
Cardi B

Notícias
Copa do Mundo
Furacão Florence
Resultado Mega Millions
Casamento Real
Resultado das eleições
Furacão Michael
Confirmação de Kavanaugh
Tiroteiro da Flórida
Greve dos caminhoneiros
Desligamento do governo

Fonte: Correio 24 Horas

Amazon começa a brincar de busca, batendo de frente com Google

Não há mais muros ou limites entre negócios no mundo capitalista contemporâneo, notadamente no âmbito das plataformas tecnológicas. Agora a Amazon começa a dar passos determinados para iniciar o que poderá (ou não) vir a ser uma invação no business do Google. Acompanhar vale a pena.

Mas como isso está acontecendo?

Vamos lá…

Você já deve estar ligado que Amazon é hoje a terceira força no mundo do online advertising, ficando atrás apenas de Google e Facebook, certo?

Os números da antes livraria online nesse âmbito são já bastante impressionantes e a expectativa do ano que vem é que a empresa atinja a marca dos US$ 10 bilhões em ad revenue.

Os dois big players deverão responder por 54% do total de investimentos em publicidade online em 2019, o que é um pedaço gigante ainda, óbvio, mas esse percentual chegou a ser de 73% há não muito distantes dois anos. Parte dessa mudança tem diretamente a ver com a chegada sem pedir licença da Amazon.

Bom, é aí que começa a história da busca. Porque direcionados pela poderosa máquina de publicidade digital da companhia, os internautas passaram a buscar por produtos crescentemente a partir da plataforma Amazon. O que é natural e faz todo sentido para quem já está no ambiente do maior marketplace do mundo, certo?

Então, é por essa porta de trás, que a Amazon está entrando pela frente no mundo do search.

Em artigo do site especializado Search Engine Watch, o que está previsto é que essa atuação expanda-se inclusive para fora dos muros do marketplace Amazon. Veja: “In another extension of its full-court press to rapidly expand its online advertising business, Amazon is now testing a pilot program that lets advertisers use search queries to retarget ads across the web using its demand side platform. It’ll be the first time Amazon’s rich search data will be used outside the walls of its own platform for advertisers to capture shoppers’ intent and serve up more personalized ads”.

Ou seja, Amazon passa a ser um player de online advertising cada vez mais abrangente e poderoso, tendo como upside desse movimento incomodar também o Google no mundo do search.

Briga de cachorro muito grande. E a gente aqui, só assistindo de camarote.

Fonte: ProXXima

Google anuncia inteligência artificial que pode atender chamadas para o usuário

A Google anunciou, nesta terça-feira (09), um serviço inspirado nos filmes de ficção científica, o Call Screening, aplicativo que pode atender uma ligação e até identificar chamadas de telemarketing. A novidade foi lançada junto com o Pixel 3, smartphone da companhia, nos Estados Unidos.

O programa é uma evolução do Google Duplex, apresentada no ano passado. A aplicação funciona da seguinte forma: ao receber uma ligação, o usuário pode tocar em um botão para que o Google assistente atenda o telefone, se identifique e pergunte o motivo da chamada. A voz da outra pessoa será transcrita na tela e o dono do smartphone poderá escolher entre atender, desligar ou bloquear o contato.

O software poderá sugerir rápidas respostas durante o telefonema, com o objetivo de obter mais informações de quem ligou ou prometer um retorno. De acordo com a empresa, a inovação promete impedir que o usuário receba ligações de telemarketing.

O Call Screening está disponível apenas nos Estados Unidos e em inglês, o recurso chegará primeiro no Pixel 3. Ainda não se sabe se há alguma possibilidade de a função ser liberada para outras fabricantes Android.

Fonte: Adnews

 

CEO do Google confirma sistema de busca com censura

Nesta terça-feira (16), o CEO do Google, Sundar Pichai, confirmou um plano de sistema de busca com censura para operar na China. Segundo o próprio, os testes internos da ferramenta têm sido promissores.

Pichai disse que o acesso à informação é um dos valores da marca. “Estamos impelidos por nossa missão de oferecer informações para todos, e a China representa 20% da população mundial”. Ainda afirmou que diversos fatores foram colocados na balança, incluindo as leis de cada país.

A China possui um enorme sistema de censura que proíbem palavras e frases que são vistas como subversivas. O Google se retirou da China em 2010, em meio a preocupações com censura e ciberataque que comprometeram algumas contas de ativistas de direitos humanos. Em agosto, cerca de 1500 funcionários assinaram uma carta aberta pedindo para saberem o que estava sendo desenvolvido.

Fonte: Adnews

Google anuncia site com informações de todos os candidatos

O Google continua lançando campanhas para auxiliar brasileiros a tomarem ciência de seus candidatos nas eleições. Agora a empresa anunciou uma ferramenta que facilita a informação dos mesmos, como parte da campanha #VotoInformado.

A primeira novidade é uma página chamada Google Eleições 2018, que usa o banco de dados do TSE para exibir informações sobre os 27 mil candidatos inscritos para disputar todos os cargos. A empresa também permite filtrar o conteúdo por cargos, gêneros, estado ou partido.

A ferramenta conta com informações mais aprofundadas sobre os candidatos á presidência. O canal reunirá notícias, entrevistas e conferir tendências sobre buscas relacionadas ao candidato. A página também exibe listas de ONGs de múltiplos setores para obter informações especializadas.

Uma outra mudança importante realizada pelo Google é que agora o usuário poderá realizar uma busca simples sobre um dos 8.500 candidatos a presidente, senador e deputado federal. Para isso, a plataforma do Google usará o “Painel do Conhecimento” (a caixa que fica ao lado dos resultados da pesquisa) para exibir informações específicas como partido, idade, cargo disputado, dados familiares e histórico.

Por fim, o Google Notícias também foi ajustado para o período eleitoral, tornando-se capaz de notificar o usuário sobre debates e exibi-los ao vivo por streaming. O app também permitirá acompanhar as publicações feitas pelos candidatos e pelo TSE pela plataforma.

A Zeeng oferece para o mercado uma ferramenta completa de análise do comportamento dos candidatos nas redes sociais para possibilitar um melhor entendimento das estratégias utilizadas por eles nessas eleições.

 

Fonte: AdNews

Outubro Rosa e o marketing digital

De acordo com o Google, assuntos relacionados a health care estão entre os mais buscados durante todo o ano. No mês de outubro, há picos de procura por palavras-chaves como “câncer de mama”, “Outubro Rosa” e “auto-exame”. Segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, na comparação entre outubro de 2016 e outubro de 2017 houve um incremento de 1,74% nas buscas por consultas com mastologistas.

O Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo e dirigido à sociedade, em especial, às  mulheres. Empresas e entidades também se engajam nos temas de prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama, tipo de câncer mais frequente entre as mulheres. No Brasil, apenas em 2018, o Instituto Nacional do Câncer (INCA) estimou 59.700 novos casos, dos quais mais de 14.388 resultaram em morte.

O movimento surgiu na última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa, foi distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990, pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. Para sensibilizar as populações à sensibilidade do tema, desde então, cidades são enfeitadas com os laços rosas e diversas ações. A primeira iniciativa do Outubro Rosa no Brasil foi a iluminação do Obelisco do Ibirapuera no dia 02 de outubro de 2002. A iniciativa foi de um grupo de mulheres simpatizantes com a causa de prevenção ao câncer de mama que, com o apoio de uma empresa de cosméticos, iluminou de rosa o Obelisco em alusão ao Outubro Rosa.

Durante todo o mês de outubro, campanhas de marketing digital realizadas por empresas da área de saúde ajudam a promover a conscientização da população sobre o câncer de mama. Além de serem uma poderosa ferramenta de conscientização para mulheres em busca de diagnóstico precoce ou mesmo de tratamento elas também trazem visibilidade aos profissionais.

De acordo com o Google, assuntos relacionados a health care estão entre os mais buscados durante todo o ano. No mês de outubro, há picos de procura por palavras-chaves como “câncer de mama”,  “Outubro Rosa” e “auto-exame”. Segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, na comparação entre outubro de 2016 e outubro de 2017 houve um incremento de 1,74% nas buscas por consultas com mastologistas.

“As campanhas sazonais de prevenção, como o Outubro Rosa, contribuem muito para a conscientização da população e servem como um alerta para tema. Com isso, as pessoas passam a se informar, pesquisar o tema e buscar profissionais especialistas para a realização de consultas e exames. No ano passado, por meio de campanhas preventivas de marketing digital, conseguimos nos posicionar na internet e tivemos incremento de 20% no número de consultas relativas aos demais meses”, explica o mastologista Daniel Gallo, da Clínica Dediq.

Além disso, o marketing digital gera engajamento e pode ajudar mulheres com dificuldades relacionadas ao diagnóstico e tratamento da doença, com barreiras relacionadas a aspectos emocionais – como medo, ansiedade, negação, depressão -, crenças pessoais – percepções errôneas, preferências e aspectos religiosos e espirituais – e aspectos físicos – efeitos colaterais e mudança corporal provocados pelo tratamento, além de comunicação ruim com a equipe de saúde e experiências prévias negativas, que buscam novas alternativas e profissionais no mundo virtual.

Fonte: Proxxima

Sua empresa está pronta para o futuro data-driven?

Todo mundo sabe da importância dos dados. Basta notar que as empresas que mais cresceram nos últimos anos tem no seu core esse compromisso de ser data-driven, e existe uma enorme oportunidade para muitas outras chegarem aos estágios mais avançados dessa transformação.

Dados são uma riqueza ainda tão pouco explorada, que ela não está sendo nem mesmo avaliada formalmente nas análises de valor das empresas. É como se a gente avaliasse o solo, mas ignorasse o potencial escondido no subsolo. No entanto, é apenas uma questão de tempo até o valor da massa de dados de um negócio começar a fazer parte do balanço das empresas, assim como o goodwillde marca já faz hoje. Segundo a consultoria Gartner, em 2021 isso já será uma realidade.

Nos últimos dois anos, foram produzidos 90% de todos os dados disponíveis no mundo. E nos próximos dois, vamos produzir um volume equivalente a todo o conhecimento gerado pela humanidade até hoje. Mas essas informações capturadas todos os dias precisam ser refinadas e transformadas em inteligência capaz de gerar riqueza para as empresas. Não adianta ter centenas de milhões de terabytes de dados se eles não forem acionáveis.

E como podemos acumular dados e extrair valor deles, colocando o consumidor no centro e criando vantagens competitivas para as empresas?

O primeiro passo é começar a reunir esses dados agora mesmo – tudo bem se você ainda não tiver uma estratégia definida do que fazer com eles. A verdade é que está ficando cada vez mais fácil usar as informações coletadas de forma inteligente. Não é à toa que vemos uma grande quantidade de empresas e universidades desenvolvendo e patenteando algoritmos no momento.

Um bom exemplo é a chinesa Alibaba.com. Com três plataformas de e-commerce, meio de pagamento mobile, navegador, empresa de vídeos e site de notícias próprios, eles se consolidaram como a 12ª empresa em market cap em 2017¹. Mas de onde eles extraem esse valor? Se você disse “dos dados”, acertou.

A Alibaba usa seus algoritmos de recomendação de produtos para extrair valor de toda informação que coleta. A importância desses algoritmos para as vendas da empresa é tanta que, no ano passado, uma simples mudança neles acelerou o crescimento da receita de e-commerce em mais de 20 pontos percentuais². Além disso, eles também aplicam essa inteligência na personalização de anúncios para os parceiros do seu marketplace, incrementando ainda mais o volume de vendas da companhia.

Ok, isso tudo é extremamente interessante, mas como uma empresa se torna data-driven?

Na nossa visão, esse movimento deve se estruturar em cinco pilares: pessoas, processos, assets, dados e tecnologia.

1. Pessoas

É essencial que haja um esforço da empresa em correr atrás das pessoas que possam ajudar essa transformação a acontecer, e elas têm perfis profissionais bastante específicos, como, por exemplo, o CDO (Chief Data Officer).

Chief Data Officer é um dos líderes mais importantes para as organizações interessadas nessa mudança de direcionamento. Em 2015, apenas 25% das grandes empresas tinham esse cargo, no entanto, um estudo da Gartner estima que, em um futuro próximo, esse número alcançará 90%.³ Mas é claro que apenas líderes não bastam, também são necessários outros profissionais capacitados; um dos perfis mais valorizados para isso é o do cientista de dados, especialista que trabalha na intersecção entre matemática, negócios e sistemas de informação.

Infelizmente, hoje esses dois perfis são escassos no Brasil. Mas a boa notícia é que já temos diversas faculdades do país oferecendo especialização, MBA ou mestrado nessa área do conhecimento, além de um grande número de cursos de educação a distância disponíveis – muitos oferecidos por instituições internacionais renomadas. Com tamanha demanda no mercado, a tendência é que o interesse por essa profissão cresça rapidamente nos próximos anos.

2. Processos

As operações e processos das empresas data-driven apresentam diferenças cruciais em relação às empresas tradicionais. A principal é que nelas os dados não ficam isolados em silos, mas trabalham de forma integrada. Na prática, isso significa que as informações não são armazenadas nos computadores individuais de cada funcionário, mas disponibilizadas na nuvem, para todos dentro da organização. Por exemplo, em vez de o relatório de vendas ficar disponível apenas para o gerente comercial, ele pode ser acessado em tempo real pelo marketing e pela área de compras.

Assim, é possível deixar de trabalhar com base na produtividade individual e trazer a inteligência coletiva para resolver o problema da empresa como um todo. Ao fazer isso, você deixa de acumular trabalhos em filas para tornar o processo automático, ágil e em tempo real.

3. Assets

Quando falamos de assets, nos referimos às propriedades digitais de sua empresa, e um dos pontos mais importantes se chama velocidade móvel.

Os consumidores não aceitam mais ficar esperando quando acessam um site mobile. Mais da metade dos consumidores abandonam sites móveis quando não carregam em menos de 3 segundos⁴. Para grande decepção, 75% dos sites mobile das maiores marcas do Brasil demoram mais de 20 segundos para carregar⁵. Isso impacta nos resultados para a empresa e na qualidade dos dados capturados – afinal, que dados você vai gerar se o cliente abandonar seu site ou desinstalar o seu app?

Por exemplo, o Walmart descobriu que para cada segundo a menos de espera no carregamento de seu site mobile, as conversões aumentavam 2%. Na última atualização, eles enxugaram 4 segundos do tempo de loading, resultando em um incremento de 8% nas conversões. Imagina o que é isso pra uma empresa desse tamanho.

Para ajudar as empresas a solucionar esse problema, apresentamos duas ferramentas muito eficientes na hora de testar e otimizar a velocidade de sites mobile: o Speed Scorecard e Impact Calculator.

O Speed Scorecard permite que você compare a velocidade do seu site mobilecom sites de outras empresas dentro da sua indústria, por meio de dados baseados na experiência de usuários reais do Chrome quando acessam destinos populares da internet. Já a Impact Calculator permite estimar o impacto que melhorias na velocidade do seu site mobile podem causar na sua receita.

4. Dados

Ao falarmos de dados, é imprescindível que as empresas tenham uma política transparente, responsável e segura, e que ofereçam aos usuários maneiras claras de controlar as informações que são coletadas e armazenadas sobre eles. Confiança é fundamental.

Dito isso, para começar, reúna as informações que você já possui sobre seus clientes – elas são a coisa mais importante nesse início da sua jornada em direção ao modelo data-driven. Se esses dados estiverem armazenados offline, é muito importante transferi-los para um único ambiente digital. Isso irá ajudar a melhorar a rentabilidade dos seus investimentos em marketing, afinal, o consumidor é um só, alternando continuamente entre o on e offline.

A mágica acontece mesmo quando somamos as informações de seus clientes aos dados de pessoas que se engajaram com o Google – disponibilizados sempre de forma agregada e anônima.

O Google tem sete plataformas com mais de um bilhão de usuários – uma combinação de on e off que nos permite oferecer um entendimento do consumidor como nenhum outro player. Estamos falando de bilhões de sinais que, por meio de machine learning, permitem uma comunicação muito mais focada com os consumidores, revelando intenção deles em tempo real e permitindo a ampliação do alcance em muitas vezes.

5. Tecnologia

Por fim, o último dos 5 pilares: tecnologia. Um exemplo simples de tecnologia é o Google Meu Negócio, uma ferramenta que permite ter dados de toda a jornada do consumidor, que 60% das vezes passa pelo digital, mesmo que a compra ocorra em uma loja física. Para isso, você precisa garantir a presença de suas lojas físicas no online, e o Google Meu Negócio funciona como uma grande vitrine de entrada: ele fornece ao consumidor endereço, telefone, horários de funcionamento e de pico, avaliações, entre outras informações úteis. Milhões de pessoas recorrem todos os dias ao Google Search e Google Maps para encontrar essas informações antes de visitar uma loja, e é o Google Meu Negócio que alimenta essas respostas. As buscas que usam o termo “perto de mim”, por exemplo, cresceram 75% no ano passado. Se o seu cadastro ali estiver atualizado – e ele é 100% gratuito, o consumidor vai conseguir ver informações corretas e tomar melhores decisões. Um grande varejista brasileiro colocou suas lojas no Google Meu Negócio e teve mais de 20 milhões de visualizações por mês — orgânicas e gratuitas. Com isso, a experiência do consumidor melhora e você passa a contar com dados preciosos sobre o processo de decisão de compra, inclusive visualizando estatísticas sobre visitas a suas lojas físicas de clientes que clicaram em seu anúncio digital.

E a tecnologia não para por aí. A computação em nuvem, por exemplo, está permitindo finalmente viver o sonho de tornar o big data acionável. Imagine um grande lago – um Data Lake – onde você consegue juntar todas as suas fontes de dados e disponibilizá-las de um jeito ágil, eficiente e acionável para seus executivos. Com a tecnologia de nuvem, finalmente, podemos viver esse sonho de acionar, de forma rápida e fácil, os dados que precisamos.

Agora imagine usar esse acesso para melhorar a experiência do consumidor e aumentar a eficiência de operações e marketing. Em Cingapura, o McDonald’s se fez três importantes perguntas: quais são as lojas mais e menos movimentadas? Quais os tempos de espera pelas entregas? Onde estão os consumidores interessados em delivery naquele exato momento? Cruzando essas informações em tempo real e usando nossas plataformas avançadas de marketing, eles otimizaram suas campanhas para só mostrar peças falando do delivery para consumidores em regiões onde a entrega pudesse ser rápida. Isso gerou um aumento de 58% no retorno sobre o investimento publicitário, incrementou as vendas em 9% e propiciou um salto na satisfação dos consumidores.⁶

Juntos nessa jornada

Um estudo realizado em parceria com o BCG que incluiu oito indústrias de diversos países europeus, comprovou os resultados que uma empresa pode obter quando baseia suas estratégias em dados: empresas mais maduras na transformação data-driven estão vendo até 30% maior eficiência e 20% de aumento em receita⁷.

Hoje, apenas 2% das empresas estão nesse estágio mais avançado do uso de dados, e isso revela um enorme potencial pela frente⁸.

Não é preciso esforços enormes para iniciar a caminhada em direção ao modelo data-driven. Passos simples como atualizar o seu Google Meu Negócio, testar a velocidade do seu site, fazer as melhorias de desempenho necessárias e adotar uma plataforma de analytics já são um excelente começo.

Temos plena consciência de que transformações profundas nem sempre são fáceis e levam algum tempo. Mas o importante é começar o quanto antes com o que estiver ao seu alcance e couber na realidade da sua empresa. Nós, no Google, estamos prontos para ajudá-los a tirar o máximo de proveito dessa jornada de transformação data-driven, afinal de contas, todas essas tecnologias e dados são muito mais eficientes quando desenvolvemos juntos uma estratégia sob medida para cada necessidade.

Fonte: Think with Google