Facebook enfim dirá claramente nos termos de uso que ganha dinheiro direcionando anúncios a usuários

Enquanto o Facebook não é alvo de forte regulação nos EUA e em outras partes do mundo, a rede social vai fazer algumas alterações em seus termos de uso após pressão da União Europeia. Na prática, a plataforma terá de ser clara sobre seu modelo de negócio para os usuários, informando que é gratuito, pois a companhia ganha dinheiro ao direcionar propagandas para os membros do serviço.

A União Europeia explica melhor o tipo de esclarecimento que eles querem que o Facebook expresse claramente aos usuários: que o Facebook vende para terceiros informações baseadas no uso de dados dos perfis.

Apesar de a rede ter concordado com as propostas da União Europeia, o Facebook tem até junho de 2019 para atualizar os termos de uso.

O escrutínio sobre o Facebook na Europa vem após a polêmica da Cambridge Analytica, em que dados de um teste de personalidade foram usados em um contexto político. A Comissão Europeia quer que a rede seja cada vez mais clara ao informar como ganha dinheiro e de onde vêm as receitas da empresa. Pode parecer um pouco óbvio para quem é do ramo de tecnologia, mas, aparentemente, mesmo na Europa, não existe muito bem a noção de que os dados dos usuários são a mina de ouro da companhia de Mark Zuckerberg.

“Termos de uso mais claros são bem-vindos, mas não resolvem o problema inerente ao modelo de negócio do Facebook, que foi construído na exploração e monetização extensas da privacidade das pessoas, na dominação de mercado na Europa e preocupações sobre o cumprimento da lei de privacidade europeia”, disse Ursula Pachl, vice-diretora geral do BEUC (Bureau Européen des Unions de Consommaterus), órgão de fiscalização de direitos do consumidor da União Europeia, ao TechCrunch.

Além dessa questão sobre modelo de negócio, informa a União Europeia, o Facebook também alterou:

  • Sua política de limitação de responsabilidade e reconhece agora sua responsabilidade em caso de negligência, por exemplo, no caso de dados terem sido usados de indevidamente por terceiros.
  • Seu poder de alterar unilateralmente os termos e condições, limitando-se a casos em que as alterações sejam razoáveis, tendo em conta o interesse do consumidor.
  • As regras relativas à retenção temporária de conteúdos suprimidos dos consumidores. Esse conteúdo só poderá ser retido em casos específicos — por exemplo, para cumprir um pedido de uma autoridade — e por um período máximo de 90 dias em caso de razões técnicas.
  • A linguagem que esclarece o direito de recurso dos usuários quando o conteúdo deles for removido.

Ao TechCrunch, um porta-voz do Facebook informou que as mudanças nos termos de serviço ocorrerão globalmente, e não só no território europeu. “Temos trabalhado muito neste ano para explicar melhor como o Facebook funciona, quais dados coletamos e como nós os utilizamos. Como parte desse esforço contínuo, atualizaremos os termos de serviço para ser mais claros em como o Facebook ganha dinheiro. Várias das atualizações (nos termos) são resultado de nosso trabalho com o a rede de proteção ao consumidor europeia (CPC, na sigla em inglês), mas nós faremos essas mudanças globalmente.”

No ano passado, havia rumores de que a União Europeia estaria preparando uma multa de bilionária por causa de uma falha de segurança que permitia o acesso a credenciais de 50 milhões de contas. A cobrança ainda não chegou, mas nada impede que Bruxelas (Bélgica), sede da União Europeia, escreva um talão de multa e mande para Menlo Park, a sede do Facebook na Califórnia.

Lógico, isso não é sinal de que as coisas estão tranquilas para o Facebook na Europa. Como notou Ursula em sua fala, a rede ainda é investigada pela sua dominação de mercado e por possíveis violações do GDPR.

Fonte: GIZMODO BRASIL

Eduardo Prange – A importância da inteligência competitiva no contexto digital

 

* Por Eduardo Prange

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Sobre a Zeeng
A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Revista Live Marketing

SEO é mais importante que palavra-chave

*por Betto Alves, coordenador de marketing na SEMrush

Estar em primeiro lugar nas pesquisas de sites de busca é importante, mas é preciso ser realmente a solução relevante que as pessoas procuram. É preciso oferecer mais! Por isso, o trabalho de SEO (Search Engine Optimization) se torna muito mais do que apenas o foco em palavras-chaves e, sim, um projeto que deve ser analisado continuamente, a longo prazo, dentro da sua estratégia de marketing digital.

Mas, quais técnicas de SEO são importantes além de trabalhar uma lista de palavras chave específica para o seu negócio? Conheça outros pontos importantes para destacar no seu projeto e acompanhar de perto, diariamente, para não ter problemas na hora da indexação.

Site responsivo

O acesso mobile cresce cada vez mais. Por isso, ter um site responsivo não é mais um diferencial, mas sim obrigação! Isso porque, ter um site que se adeque aos mais diferentes formatos de aparelhos, contribui para oferecer uma melhor experiência para o usuário e diminui a taxa de rejeição, por exemplo.

Ter um site responsivo, também é fundamental para uma boa indexação em sites de busca com o Google. Isso porque, quando uma busca é feita por um dispositivo móvel, ele dá preferências aos sites que tem essa opção, otimizando o tráfego orgânico.

Outro fator importante, é que desde março de 2018, o Google anunciou que prioriza a versão mobile de um site na hora de indexá-lo, tornando os sites mobile, muito mais importantes para o buscador do que o mobile.

Velocidade de Carregamento e Arquitetura de site otimizada

Além do site se adequar aos mais diferentes formatos de tela disponíveis hoje no mercado, outros dois pontos são importantes para um bom desempenho na sua estratégia de SEO. São eles: velocidade de carregamento e arquitetura de site otimizada.

O Google dá atenção a páginas que carregam mais rápido. Isso significa que de nada adianta ter um site cheio de imagens lindas e detalhes cativantes se os arquivos e imagens demoram minutos para carregar. A lentidão no carregamento do seu site, pode afetar negativamente todo o seu projeto de otimização.

Quando falamos sobre design e estrutura do site, também é preciso ficar de olho. O usuário precisa encontrar com facilidade o que ele procura. O seu site precisa ser, acima de tudo, extremamente útil. Por isso, as informações das páginas precisam estar organizadas de maneira hierárquica.

Tags

Bom SEO, é sinônimo de bom conteúdo. Por isso, é importante ficar atento aos conteúdos que você produz em sua página e principalmente as TAGs de suas páginas. Sendo elas:

Tag de título: essa tag deve ser cativante para ajudar os rastreadores a encontrá-la com mais facilidade. Na criação desta tag, você precisa se atentar a títulos duplicados que podem confundir os seus clientes.

Tag H1: esta tag também é importante para os rastreadores e usuários entenderem o seu conteúdo. Robôs de pesquisa usam o H1 para ter uma ideia do que a sua página fala. Essa tag também contribui para que o seu texto fique mais estruturado e crie um conteúdo escaneável.

Meta descrição: uma meta descrição bem feita pode ser o grande diferencial para gerar o clique para o seu site. Por isso, ela se torna tão importante para o seu negócio. Sempre que seu link aparecer em uma pesquisa, essa descrição aparecerá logo abaixo falando sobre o conteúdo daquela página. Vale também o cuidado com meta descrições duplicadas, pois elas podem atrapalhar os buscadores a entenderem o que é realmente relevante.

SSL

O seu site é um site seguro? O SSL é uma chave de segurança que cria uma conexão segura com a internet e garante que não haja problemas de invasão durante a troca de dados. Este dado agora, é um dos fatores de rankeamento do Google. Assim, hoje o HTTPS, gerado pelo certificado SSL, permite que o Google Analytics identifique a fonte de tráfego de qualquer site para qualquer endereço.

É preciso verificar se o seu certificado SSL está atualizado, se ele ainda é válido, registrado no domínio correto e se não gera notificações perturbadoras para o seu usuário. Quando falamos de adicionar este protocolo seguro para o seu site, é preciso ter cuidado para não se deparar com redirecionamentos ausentes para não resultar em ranqueamentos mais baixos.

Lembre-se: ao adicionar o SSL em seu site, atualize os links internos e seu sitemap com URLs em HTTPs.

Estratégias com links

SEO é muito mais do que palavra-chave. Ao fazer a otimização de sites é fundamental estar atento também a uma estratégia de links. Afinal, são eles que vão guiar as pessoas dentro do seu site. Desde a construção das URLs até os links de direcionamento.

Por exemplo, uma URL pode afetar negativamente a indexação e classificação do seu site. Assim, usar hífens entre as palavras, ajuda muito a construir URL amigáveis e a evitar problemas e a não atrapalhar a legibilidade para robôs e humanos.

Ao trabalhar técnicas de link building, tome cuidado também com os links quebrados, para não gerar uma experiência uma experiência ruim com os seus usuários. Busque sempre estar relacionado a sites de referência, já que, quanto mais importante o link te indicou tem, mais relevância você também terá pelo site de busca!

Fique atento também a quantidade de links em uma mesma página para que seu site não pareça um spam.

Trabalhe bem com as mídias sociais

Esteja presente nas mídias sociais. Tenha um perfil mais próximo e dinâmico no relacionamento dos seus clientes. Utilize imagens que podem viralizar e produza posts de qualidade. Investir em links externos também te ajuda, já que quando você divulga os seus conteúdos nesses canais, você é visto positivamente pelos mecanismos de busca, já que o alcance orgânico do seu material e contribuindo para que estes endereços fiquem bem posicionados.

Qualidade de Conteúdo

A qualidade e o tamanho do seu texto são extremamente importantes. O seu conteúdo precisa ser relevante para o Google, não pode ser um texto sem nexo criado com o planejador de palavra chave, que não faça sentido e faça com que o leitor desista em minutos. Ele precisa encontrar o que ele busca!

Como resultado deste bom trabalho, quanto melhor for o texto que você criar, mais chances tem dele estar no topo da busca orgânica!

Análise de concorrência

Estar de olho nos seus concorrentes pode ser um grande diferencial. Assim, você pode aproveitar todas as brechas e falhas de estratégia de SEO que ele não executa para aumentar o seu volume de buscas e alcançar melhores resultados.

Visto todos esses detalhes, fica claro que a pesquisa de palavras-chave é apenas um pequeno detalhe para otimizar o seu site e ter destaque nas páginas do Google. Para isso, é ter ferramentas que te auxiliem nesse projeto, como a SEMrush.

Ferramentas para a construção de estratégia

Hoje, a SEMrush possui o maior banco de dados de palavras-chaves do Mundo. São mais de 8 milhões de palavras-chaves, nos mais diferentes idiomas, para te ajudar no seu planejamento de pesquisa. Com uma rápida pesquisa, é possível uma visão geral das palavras escolhidas, a dificuldade de cada uma e insights para criar tráfego orgânico.

Mas, não é só isso, a ferramenta também contribui com um relatório completo com análise do site de seus clientes, mostrando o relatório de posições, as lacunas de palavras-chave, um relatório de backlinks dos concorrentes e uma análise de tráfego consistente.

Comentamos sobre a importância da criação de um forte portfólio de backlinks. Com a SEMrush você conseguir analisar os seus backlinks, criar uma auditoria e ainda contar com uma ferramenta especializada de linkbuilding.

Alguns detalhes em um projeto de SEO são mais difíceis de serem mapeados, entre eles erros de SEO on-page, como links quebrados, erros em tags e meta descrição. Uma maneira fácil de solucionar esse problema é o nosso Site Audit e o ON Page SEO Checker.

Conheça essa e outras ferramentas de SEO da SEMrush em nosso e-book. Você pode também baixar um checklist completo para conferir quais itens de SEO, além das palavras-chaves, precisa implementar no seu negócio.

Fonte: Canal Tech

Segurança e acesso a dados preocupam times de analytics

Estudo da MicroStrategy mapeia o estágio da incorporação de boas práticas de gestão de dados em empresas no Brasil e no mundo

Cerca de 78% dos profissionais brasileiros que trabalham com dados e ferramentas de analytics acreditam que suas empresas estão utilizando tecnologias de dados de maneira efetiva. Para 75% deles, estas tecnologias tem cumprido um papel importante na transformação digital de suas organizações.

Os dados são da MicroStrategy (MSTR), empresa que oferece plataformas de análise de dados e softwares de mobilidade ao mercado. A companhia realizou um estudo com 500 profissionais das áreas de analytics e BI para descobrir o estágio da adoção de práticas da analytics nas empresas.

A pesquisa Global State of Enterprise Analytics foi realizada em abril com respondentes da Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos e Brasil, em parceria com a consultoria de pesquisa Hall & Partners. Os participantes representam empresas com entre 250 e 20 mil funcionários.

Segundo 62% dos brasileiros que participaram da pesquisa, a principal aplicação de ferramentas de analytics está na orientação de estratégias. Já 57% buscam usar dados para sistematizar processos e otimizar custos. Mais da metade usa dados para monitorar o desempenho financeiro da empresa e gerenciar riscos de mercado. Usar dados para desenvolver produtos e atrair clientes, por sua vez, está no escopo de 45% dos profissionais brasileiros.

Ainda, 6 em cada 10 profissionais brasileiros dizem obter mais eficiência e produtividade dos processos de trabalho com o apoio de dados. As áreas que mais fazem uso de ferramentas de analytics são TI, finanças e Serviços ao Consumidor.

Quando questionados sobre as tendências que terão os impactos mais significativos sobre as práticas de analytics nos próximos cinco anos, os entrevistados brasileiros ranquearam tecnologias de cloud computing, big data e inteligência artificial como as mais relevantes.

Profissionalização dos departamentos de dados

A pesquisa identificou que 62% das empresas brasileiras já contam com um chief data officer (CDO) e 17% estão considerando criar uma posição voltada para a gestão de dados. De forma a otimizar seus processos de gestão, 46% consideram migrar toda sua estrutura de TI para a nuvem e 80% planejam investir mais em analytics nos próximos anos. Ainda, 77% das empresas brasileiras planejam investir na contratação de talentos com especialidades analíticas em um futuro próximo.

Desafios

Apesar do olhar atento às disciplinas ligadas a dados, muitas empresas ainda esbarram em problemas que impedem a consolidação de práticas de analytics. De acordo com 48% dos brasileiros participantes, a principal barreira para o uso de data e analytics em suas empresas é a preocupação com a segurança de dados. Em segundo lugar, segundo 30% dos respondentes, está a falta de treinamento para os profissionais, e, em terceiro, o acesso limitado aos dados da organização, conforme apontaram 27% dos participantes.

O uso de soluções tecnológicas pouco amigáveis ao trabalho com dados é um empecilho para 23% dos profissionais. Além disso, 20% acreditam que suas empresas não possuem uma estratégia orientada para dados e que o uso de analytics não é uma prioridade para os executivos.

Fonte: Meio & Mensagem

Black Friday: 7 dicas de marketing digital para aplicar na data

Táticas eficazes impulsionam vendas em uma das datas mais importantes para o varejo

Black Friday é uma das datas mais aguardadas por consumidores e pelo comércio. Em 2018, deve registrar um crescimento de 15% em vendas, movimentando cerca de R$ 2,4 bi, segundo dados do E-bit. Mas, de acordo com especialistas, é preciso enxergar muito além da sexta-feira.

“A Black Friday abre as portas para novos consumidores e para o estreitamento de laços com antigos clientes. Por isso, precisa ser pensada dentro de uma estratégia que englobe não só o evento em si, mas também os possíveis momentos de compra futuros”, explica Aline Bezerra, gerente de Contas da NewBlue.

Na construção das estratégias para um resultado positivo e de longo prazo, o Marketing Digital é essencial. Além de garantir uma boa conversão de vendas, ele permite construir uma comunicação eficaz e de longo prazo com os consumidores. Confira a seguir sete dicas da especialista para aplicar o Marketing Digital na Black Friday, mas colher resultados durante o ano todo:

1. Descubra quem é o seu público

Um bom planejamento será centrado em utilizar a inteligência de dados antes do desenvolvimento de qualquer peça. Onde está o cliente? Por meio de qual dispositivo ele prefere comprar? “Uma vez mapeados os públicos e audiências, é possível criar formas mais eficientes de impactá-los no momento mais oportuno”, explica Aline.

2. Mantenha o foco no longo prazo

De acordo com dados de pesquisa da consultoria Provokers, disponibilizados pelo Google, 78% dos consumidores voltaram a comprar na loja depois de fazer a 1º compra na Black Friday. Ou seja, é preciso direcionar o Marketing Digital para a segunda venda. “Uma experiência positiva de compra aumenta as chances de um retorno. Ignorar o poder de efetivação de vendas no longo prazo é um enorme desperdício!”, diz a especialista.

3. Dados valem ouro

A Black Friday é uma fonte de informações valiosas para o negócio. Por isso, é importante considerar no planejamento o monitoramento e a organização dos dados captados. “Compreender como os clientes chegaram até você, por meio de quais canais, é essencial para o relacionamento futuro”, diz Aline. São eles que vão ajudar a gerar o lifetime value, uma das métricas mais importantes. Monitore e entenda as estratégias dos seus concorrentes.

4. Use a Black Friday como parte da estratégia

O consumidor tem hoje uma jornada de compra orgânica, e não se guia apenas por um evento ou uma promoção. Não adianta apostar todas as fichas somente nas últimas horas ou na semana da liquidação. A construção de uma estratégia efetiva de marketing para a Black Friday passa por diferentes momentos e por um caminho no qual não é possível pular etapas.

5. Reforce a presença da sua marca com antecedência

Nos dias mais próximos à Black Friday, por conta da maior demanda, os anúncios digitais em plataformas como o Google têm uma concorrência bem mais alta. “É preciso trabalhar com antecedência e considerando sempre cada etapa da jornada, interpretando todos os sinais do público. Assim, a empresa/marca poderá se destacar e criar relações mais profundas com os consumidores”, pontua Aline.

6. Pense no mobile primeiro

Grande parte dos usuários considera a experiência de compra mobile um dos atributos mais importantes para retornar em um segundo momento. Além disso, 70% deles usa o dispositivo móvel para buscar os produtos pelo Google. Pensar fora da caixa neste momento poderá fazer toda a diferença em relação à concorrência.

7. Seja Omnichannel

O digital ainda é muito expressivo na Black Friday. Mas a data também faz parte do universo das lojas físicas. “Muita gente opta por fazer as compras off-line ou por pedir na internet e retirar em uma loja física. Esse público faz parte do universo de consumidores e precisa ser considerado nas estratégias. Quanto mais gente você conseguir impactar, melhor para o seu negócio”, finaliza Aline.

Fonte: Itforum365

20% mais vendas se o marketing usar dados

Estudo BCG/Google constatou que a maioria das empresas de varejo ainda está em estágios iniciais na utilização de informações para tomada de decisões. Veja aqui como galgar etapas

O setor de marketing da sua empresa já utiliza dados do consumidor para tomar decisões? E, se usa, com qual profundidade? Para responder a questões como essas, a consultoria BCG e o Google realizaram um estudo com mais de 60 profissionais dessa área que trabalham em diversos segmentos da economia, incluindo o varejo. O levantamento encontrou quatro estágios de maturidade no uso de informações para decisões de marketing: nascente, emergente, conectado e multimomento – nesta ordem.

A maioria das empresas varejistas está no segundo nível. Ou seja, tem dados, mas eles não estão integrados on e off line ou conectados com análises de retorno do investimento. Além disso, as decisões geradas não são personalizadas a partir do comportamento individual do cliente. Mas, afinal, qual é a vantagem de dar passos na direção do estágio mais avançado, em que tudo isso já acontece?

Segundo o estudo, as empresas que avançam no uso de dados na área de marketing elevam em até 20% seu faturamento e reduzem em até 30% seus custos. Tudo isso graças à assertividade das decisões. “No caso do varejo alimentar, é possível definir, por exemplo, se os folhetos de ofertas precisam ser personalizados para cada loja ou não, se serão distribuídos online ou em papel, etc.”, explica Eduardo Leone, sócio do BCG. “E mais: o varejista consegue entender em quais produtos o consumidor é mais sensível a preço e em quais não é, o que evita ofertas desnecessárias”, comenta. Para ele, também é importante que os varejos que trabalham com e-commerce integrem os dados obtidos nesse canal com os das lojas físicas. O cruzamento deles permite personalizar o sortimento nos dois canais, entre outros benefícios.

Estágios de maturidade no uso de dados em marketing

  • Nascente: decisões de marketing menos complexas pautadas em dados de terceiros, baixa ligação com resultados de vendas
  • Emergente: campanhas baseadas em dados próprios, com profundidade menor que em outros estágios, teste independente de canais de mídia
  • Conectado: dados integrados e ativados nos diferentes canais com clara conexão com retorno do investimento e resultado de vendas
  • Multimomento: execução dinâmica, otimizada e personalizada para cada cliente em todos os canais

O que você precisa para alcançar novos estágios

  • Dados: conectados Interligar todas as fontes de informação, online e off line
  • Tecnologia: contar com um conjunto de ferramentas tecnológicas de marketing, como de análise de web, sistemas de CRM e de personalização de mensagens
  • Métricas: gerar indicadores que permitam analisar o impacto nas vendas e no lucro
  • Competências Estratégicas: além de contratar cientistas de dados e experts, é importante que esses profissionais interajam com os demais talentos das empresas. Há companhias que contam com um desses profissionais no time de cada área
  • Novas Formas de Trabalho: implantar a cultura de “testar e aprender” e “falhar rápido” ajuda a ser mais ágil e a encontrar ciclos mais curtos de planejamento

 

Fonte: SA Varejo

HubSpot Academy oferece cursos gratuitos de Marketing Digital

Certificação permite ampliar o conhecimento de ferramentas e técnicas no âmbito de automação de marketing, iniciativa cada vez mais presente na estratégia das empresas

A preocupação em entregar um conteúdo de qualidade já está na agenda das empresas há anos. Entretanto, com a chegada da Era Digital, é possível notar a rapidez da difusão das informações onde os usuários passam a ter cada vez mais acessos à diferentes opiniões e troca de experiências. Essa característica exige que os conteúdos estejam alinhados tanto com a necessidade do cliente, como com o objetivo de negócio e com o time de vendas.

Pensando em levar o conhecimento para auxiliar as organizações na otimização de seus conteúdos a partir da experiência do usuário, a HubSpot desenvolveu o HubSpot Academy. Desde 2012, o ambiente transforma a maneira de fazer negócio das pessoas e empresas ao oferecer treinamentos gratuitos: cursos, projetos, certificações e treinamento de software. No Brasil já são 6,5 mil pessoas certificadas nos cursos da academia.

De acordo com Rodrigo Souto, gerente de marketing da HubSpot para o Brasil, o interesse em automação de marketing cresceu significativamente no país, o que reforça a importância de oferecer cursos focados para esse tipo de público: “Nosso estudo, ‘O Estado do Inbound’, aponta que a instabilidade econômica do Brasil afetou diretamente as estratégias de marketing digital das empresas de maneira que 36% afirmam ter aumentado os esforços em marketing de conteúdo motivados pelo cenário econômico. Com a HubSpot Academy, nosso propósito é educar e inspirar as pessoas para que, juntos, possamos transformar a maneira como o mundo faz negócios. Atingimos desde pessoas que já têm contato com ferramentas de automação de marketing e querem otimizar a maneira de fazer negócios, até iniciantes que buscam ampliar seu conhecimento sobre o tema”, completa.

A pesquisa “O Estado do Inbound 2018”, reforça a importância do marketing digital ao confirmar que a confiança na eficácia da estratégia de marketing aumenta até 75% para equipes que trabalham com inbound. As empresas devem, inclusive, manter (ou aumentar) a presença em vídeos do YouTube, Instagram e Facebook, além de se concentrarem em descobrir como fazer negócios em aplicativos profissionais como o LinkedIn, o Snapchat e o Slack – ainda apontados como um mistério para a maioria das empresas.

Os cursos da HubSpot Academy podem ser encontrados diretamente no site da academia.

Certificação de Inbound em destaque

Um dos cursos gratuitos da academia que mais atrai os usuários do Brasil é Certificação de Inbound, disponível no site da empresa em Português. Composto por doze aulas sobre os fundamentos e os quatro estágios da metodologia Inbound, o curso inclui conteúdos como otimização do site, anatomia da landing page, aprimoramento das habilidades de vendas de inbound e tópicos como SEO, blog, email marketing e mídias sociais.

No final das aulas, o usuário deve realizar uma prova composta de 60 questões de múltiplas escolhas e atingir uma nota de 45 para comprovar o domínio da metodologia inbound e receber o certificado da HubSpot. No total, mais de 4 mil foram certificados no Brasil e outras 40 mil pessoas estão inscritas no curso de Inbound em português.

Fonte: It Frum 365