Verbete Draft: o que é Marketing Holístico

Não precisa acender incenso. O Marketing Holístico leva em conta que todas as partes envolvidas com a empresa se relacionem em uma estratégia ampla e, portanto, mais eficiente. Conheça.

MARKETING HOLÍSTICO

O que acham que é:  Marketing voltado a terapias alternativas.

O que realmente é: Marketing Holístico é uma abordagem que visa contemplar partes diversas (como stakeholders, clientes, funcionários, fornecedores) ao criar e implementar estratégias de marketing. No conceito está a ideia de que a melhor solução nasce de uma perspectiva ampla e inter-relacionada. Quatro vertentes, necessariamente, precisam trabalhar juntas no Marketing Holístico: Marketing de Integração, de Relacionamento, Interno e Socialmente Responsável. Segundo Guilherme Pereira, diretor acadêmico dos MBAs da FIAP, o Marketing de Integração deve criar uma experiência unificada para o cliente, da mensagem ao entendimento. “Já o Marketing de Relacionamento visa gerar vínculo e criar envolvimento a longo prazo da marca com o cliente e o Marketing Interno é um conjunto de ações direcionadas ao público interno da organização ou empresa”, afirma. Eventualmente é possível adicionar mais vertentes como endomarketing, webmarketing, branding etc. Para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, que analisa big data nas áreas de marketing e comunicação, o Marketing Holístico parte do pressuposto de que todas as partes envolvidas com a organização sofrem interferência e se relacionam. “Todos os processos de desenvolvimento, projeto ou a implementação de programas e atividades de marketing devem ter consciência dessa correlação.”

Quem inventou: Os acadêmicos e autores norte-americanos Philip Kotler e Kevin Lane Keller.

Quando foi inventado: Em 2006.

Para que serve: Para, por meio da sinergia criada entre todas as partes, impactar positivamente o resultado, fazendo com que o produto ou serviço venda mais. “Basicamente, o Marketing Holístico procurar enxergar o entorno de forma mais ampla e complexa, visando construir valor para a marca e para a empresa”, diz Silvio Sato, do curso de Publicidade e Propaganda da FAAP.

Quem usa: Qualquer empresa ou marca que deseje integrar estratégias.

Efeitos colaterais: Ineficiência, caso haja resistência na mudança da cultura da empresa (advinda da integração das áreas).

Quem é contra: Empresas que acreditam que a eficiência vem da segmentação. “São organizações que acreditam que o departamento de marketing é o pensador e o executor das estratégias, e não a empresa como um todo”, afirma Pereira.

Fonte: Projeto Draft

Aliadas, tecnologia e dados de consumo ajudam marcas a otimizar sua performance em vendas

Por Ricardo Rodrigues (*)

Você sabia que, em média, menos de 2% dos visitantes que chegam a um e-commerce compram no ato? Desse dado é possível concluir muita coisa. Primeiro que nenhum negócio consegue sobreviver exclusivamente de compras por impulso. A conta de investimento em atração de público versus vendas nunca vai fechar desse jeito. O que nos leva ao segundo ponto: só porque 98% de usuários deixam um site sem comprar nada, não significa que eles não gostaram dos produtos ou não têm intenção de converter com a marca em algum momento. Essas pessoas simplesmente não estavam prontas para comprar.

E isso pode acontecer por diversos motivos – o consumidor estava sem o cartão de crédito na hora, com pressa para buscar o filho na escola ou se distraiu com um e-mail de trabalho. Isso acontece porque a jornada de compra não é linear. Ao mesmo tempo, as marcas não podem simplesmente desperdiçar todo esse volume de potenciais clientes, que entraram no site e demonstraram interesse nos produtos. Portanto as empresas precisam ajudar as pessoas a tomarem uma decisão de compra e o melhor caminho para fazer isso é através dos dados de consumo, que indicam o perfil e comportamento do público de uma empresa e podem orientar campanhas mais assertivas.

Desvendando o perfil do consumidor através dos dados

Para otimizar a estratégia de marketing digital, o primeiro passo é  identificar quem são os visitantes do site – as necessidades e desejos do consumidor. Entender com profundidade o comportamento desses usuários  enquanto navegam nas páginas do site e quais são os produtos e categorias em que tem mais interesse é essencial para que as marcas criem campanhas mais direcionadas e personalizadas, com maior potencial de conversão, fazendo com que cada consumidor se sinta especial, mais próximo e querido pela empresa.

Todo este processo, desde a primeira identificação do cliente com a marca até a fidelização e recompra, é definido pela jornada de compra.  O objetivo de qualquer negócio online é buscar a evolução do visitante nesse processo, para que se torne um comprador fiel e constante, justamente pela boa experiência vivida no e-commerce.

Uma estratégia baseada em dados

Uma vez identificados os perfis de consumo dos consumidores, é possível aplicar uma comunicação humanizada, adequada ao momento em que aquele usuário está na sua jornada de compra.

Por exemplo: resultados preliminares de uma pesquisa de neurociência e linguística, liderada pela Social Miner, mostram que quando um novo visitante entra num site e está na fase de consideração da sua jornada de compra, usar uma linguagem mais afetiva e empática pode performar até 17% melhor. Ou seja, para cadastrar mais leads, o ideal é que as marcas sejam receptivas e encantem o seu potencial cliente. Na fase de avaliação, o compartilhamento de informações sobre os produtos – utilidades e vantagens – pode garantir resultados até 23% melhores.

Já na fase de conversão, a oferta de benefícios financeiros, como descontos e condições especiais, são mais relevantes em 60% dos casos e, na fase de retenção, o cuidado com a experiência pós-compra, bem como conteúdos que proporcionam uma boa experiência garantem a fidelização.

Estudamos ainda a relação entre a navegação do usuário em um site com a sua intenção de compra. E descobrimos que quanto mais engajado esse consumidor está, visitando mais páginas, maiores são as suas chances de conversão. Isso significa que podemos prever, com baixíssimo grau de erro, a probabilidade de um visitante comprar ou não, baseado em seu comportamento de navegação. Uma boa estratégia de engajamento ajuda as marcas a guiarem a navegação dos seus visitantes dentro do site, multiplicando as oportunidades de venda.

Automação x humanização: é possível ter os dois ao mesmo tempo?

A automação, aliada à personalização, permite que as marcas tratem os seus clientes com exclusividade e melhor: faça isso de forma escalável. Ou seja, a tecnologia faz o trabalho duro de análise de dados, enquanto as equipes de marketing podem focar no que realmente importa: as pessoas e o que elas esperam das marcas.

É, portanto, um recurso essencial tanto para grandes, quanto para pequenas e médias empresas. Num cenário de grandes e-commerces, os recursos ajudam a vencer o desafio de criar campanhas humanizadas, em escala. Já para o pequeno e médio empreendedor, oferece diferencial competitivo – baseada na experiência de compra humanizada – já que nem sempre essas organizações podem brigar por preço. Chamamos essa metodologia, que garante até 3,5 vezes mais conversões para as marcas, de People Marketing.

Por fim, é sempre importante buscar parceiros de confiança para que a sua marca esteja em boas mãos, afinal é a sua reputação que está em jogo. Existem empresas que podem te ajudar nesse sentido: criando verdadeiros laços entre a sua marca e seus clientes. Nós da Social Miner promovemos uma comunicação humanizada e automatizada para e-commerces aumentarem suas vendas. Minha dica é: valorize seu consumidor e fale com ele como se fossem bons amigos. Seja autêntico e, com certeza, você irá se destacar no mercado.

(*) Ricardo Rodrigues é cofundador da Social Miner

Fonte: Proxxima

GARTNER IDENTIFICA CINCO MITOS SOBRE O USO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NAS EMPRESAS

Os líderes de TI e de negócios geralmente ficam confusos sobre o que a Inteligência Artificial (IA) pode fazer por suas organizações e são frequentemente desafiados por falsas ideias sobre como aplicar os conceitos dessa tecnologia em suas organizações. O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, avalia que os gestores de TI e negócios que desenvolvem projetos de inteligência artificial devem separar a realidade dos mitos para elaborar suas estratégias de inovação para o futuro.

“Com a tecnologia de IA ​​entrando nas companhias, é crucial que os líderes de negócios e de TI compreendam completamente como as soluções inteligentes podem criar valor para seus negócios e onde estão suas limitações”, diz Alexander Linden, Vice-Presidente de pesquisa do Gartner. “As tecnologias de Inteligência Artificial só podem gerar valor se fizerem parte da estratégia da organização e forem usadas da maneira correta”.

Para evitar concepções erradas, o Gartner anuncia cinco mitos sobre o uso da Inteligência Artificial:

Mito 1: A Inteligência Artificial funciona da mesma maneira que o cérebro humano

A Inteligência Artificial é uma disciplina de engenharia da computação. Em seu estado atual, consiste em ferramentas de software destinadas a resolver problemas. Embora algumas formas de IA sejam altamente capacitadas e habilidosas, seria impossível pensar que as aplicações inteligentes atuais são semelhantes ou equivalentes à inteligência humana.

“Algumas formas de aprendizado de máquina (ML – de Machine Learning, em inglês), que é uma categoria de inteligência artificial, podem ter sido inspiradas pelo cérebro humano, mas não são equivalentes”, afirma Linden. “A tecnologia de reconhecimento de imagem, por exemplo, é mais precisa do que a maioria dos humanos, mas não é útil quando se trata de resolver um problema de matemática. A regra com a Inteligência Artificial, hoje, é que ela resolve uma tarefa extremamente bem, mas, se as condições da tarefa mudarem um pouco, essa tecnologia falhará”.

Mito 2: Máquinas inteligentes aprendem por conta própria

A intervenção humana é necessária para desenvolver uma máquina ou um sistema baseado em Inteligência Artificial. O envolvimento pode vir de experientes cientistas de dados humanos, que são imprescindíveis para executar tarefas como definir e enquadrar quais são as questões a serem executadas, preparar os dados, determinar conjuntos de informações apropriados para a análise, remover possíveis erros (ver mito 3) e – o mais importante – para atualizar continuamente o software, permitindo a integração de novos conhecimentos e de aprendizagem para o próximo ciclo de inovação presente nas máquinas.

Mito 3: Inteligência Artificial pode ser livre de preconceito

Toda tecnologia de Inteligência Artificial é baseada em dados, regras e outros tipos de informações fornecidas por especialistas humanos. Semelhante aos humanos, as aplicações inteligentes também são intrinsecamente enviesadas por uma forma ou outra de análise.

“Hoje, não há como banir completamente o preconceito, no entanto, temos que tentar reduzi-lo ao mínimo”, diz Linden. “Além de soluções tecnológicas, como diversos conjuntos de dados, também é crucial garantir a diversidade nas equipes que trabalham com a Inteligência Artificial e fazer com que os membros da equipe revisem o trabalho uns dos outros. Esse processo simples pode reduzir significativamente o viés de seleção e confirmação”.

Mito 4: A Inteligência Artificial só substituirá trabalhos repetitivos e que não exigem graus avançados

A Inteligência Artificial permite que as empresas tomem decisões mais precisas por meio de previsões, classificações e agrupamentos da análise de dados. Essas habilidades das soluções baseadas em IA permitiram que as empresas reduzissem as demandas acerca das tarefas mais comuns, mas, por outro lado, também aumentaram a complexidade das tarefas remanescentes. Um exemplo é o uso de Inteligência Artificial na avaliação de imagens na área da saúde. Uma radiografia de tórax baseada em IA pode detectar doenças mais rapidamente que radiologistas. No setor financeiro e de seguros, robôs estão sendo usados ​​para o gerenciamento de rendas ou detecção de fraudes. Essas capacidades não eliminam o envolvimento humano nessas tarefas, mas permitem que os humanos lidem apenas com os casos incomuns ou mais específicos. Com o avanço da Inteligência Artificial ​​no local de trabalho, os líderes de negócios e de TI devem ajustar os perfis de trabalho e o planejamento das habilidades de suas equipes, além de oferecer opções de certificações e reciclagem de conhecimento para os profissionais já presentes na companhia.

Mito 5: Nem todas as empresas precisam de uma estratégia de Inteligência Artificial

Todas as organizações devem considerar o impacto potencial das soluções de Inteligência Artificial ​​em suas estratégias e investigar como essa tecnologia pode ser aplicada às demandas de suas operações. Evitar a exploração da Inteligência Artificial é o mesmo que abandonar a próxima fase da automação, o que, em última análise, poderia colocar as companhias em desvantagem competitiva.

“Mesmo que a estratégia atual de uma empresa não utilize a Inteligência Artificial, é importante que os líderes de negócios dessa companhia avaliem esse tema para tomar uma decisão consciente, baseada em muita pesquisa e avaliação do cenário. E como em relação a qualquer outra estratégia, é sempre recomendável que as companhias revisitem periodicamente seus planos, alterando suas diretrizes e rumos de acordo com as necessidades da organização. As ferramentas de Inteligência Artificial podem ser necessárias mais cedo do que o esperado”, finaliza Linden.

Fonte: Digitalks

4 dicas para escolher uma plataforma de inteligência de dados

Os dados são nossos parceiros de negócio e essa já é uma realidade instalada no mercado atual. Há algum tempo, as pessoas, empresas e profissionais de áreas comentam sobre como as informações, geradas tanto no ambiente online quanto no off-line, têm servido para compor estratégias e mudar verdadeiramente o rumo de ações e campanhas

Artigo produzido por: Eduardo Prange

Como você já deve ter percebido: estou falando de uma nova era, a era das plataformas de inteligência de dados.

Segundo a Gartner, principal empresa de consultoria e pesquisa do mundo, 2,2 milhões de terabytes de novos dados são criados todos os dias e a expectativa é que, até 2020, exista um total de 40 trilhões de gigabytes de dados espalhados pelo mundo.

Isso quer dizer que, em pouco tempo, tudo o que conhecemos de informação será apenas uma ponta (muito pequena) do iceberg conhecido como Big Data.

A tendência é que a quantidade de dados gerados nos próximos anos seja tão grande que parecerá impossível mensurá-la e, para as empresas, fazer leituras deste cenário se torna imprescindível.

Pensando em ajudar você nessa jornada de competição acirrada, separei algumas dicas para auxiliar na escolha de uma ferramenta de inteligência que atenda tanto os seus desejos, como os dos leads, que poderão contar com um fornecedor que oferece mais do que bons produtos, mas ótimas experiências. Confira!

1. Captura de dados eficiente: As plataformas de inteligência de dados são ambientes que reúnem enormes quantidades de informações de diferentes bases públicas, mídias sociais, etc., e que precisam ser eficientes para cruzamentos e análises de conteúdo complexos.

O objetivo é que, além das grandes coletas de dados, as informações capturadas sejam eficazes do ponto de vista estratégico. Que sirvam para identificar comportamentos e conhecer os perfis dos consumidores, por meio de cruzamento de dados usando ferramentas como o Analytics de forma inteligente.

A ideia é que os dados coletados sirvam como base para melhores tomadas de decisão. Por isso, procure por uma solução que entregue: usabilidade, praticidade, organização e que também está pronta para as grandes análises de dados.

2. Gestão de dados inteligente: Além do auxílio na coleta de informações significativas para a empresa, uma plataforma de dados tem como proposta aumentar sua capacidade de gestão.

Com uma solução que faz uma leitura de dados complexa existem mil maneiras de melhorar os resultados do negócio. Em vez de despender tempo fazendo uma coleta e seleção enorme de informações, você já tem os dados mais interessantes distribuídos em dashboards e relatórios, basta fazer a leitura.

A tecnologia, portanto, facilita muito o trabalho de controle sobre o que está servindo de insumo para as estratégias da empresa.

O gerenciamento das informações – uma prática fundamental quando se lida com dados – deixa de ser uma tarefa morosa e passa a funcionar como um meio muito eficiente para geração de insights.

3. Visualização facilitada: Outro fator que deve ser levado em consideração é optar por ferramentas totalmente visuais. Ou seja, os dados precisam ser apresentados de maneira que todos tenham acesso prático, desde as pessoas de negócios até os profissionais que lidam diariamente com inteligência.

Uma boa plataforma deve ser funcional ao ponto de permitir avaliações rápidas de cenários para reverter problemas pontuais, como mudar uma campanha de marketing com o objetivo de aumentar as conversões em leads, por exemplo.

4. Análise estratégica: Uma plataforma de inteligência de dados muito completa permite que a empresa se diferencie das outras no mercado e isso está totalmente relacionado ao seu poder de análise.

Para que a empresa ganhe destaque entre seus concorrentes diretos e indiretos, é importante que ela tenha potencial analítico e encontre facilmente respostas para seus planos, ações e estratégias em dados muito valiosos.

Com o auxílio de boas plataformas é possível diminuir o risco das avaliações apressadas de cenário. Todo e qualquer levantamento feito pela sua empresa será fundamentado em dados estratégicos, pois a própria solução funciona de maneira inteligente, oferecendo relatórios comparativos, simplificando o trabalho de análise.

Com isso, a produtividade das equipes acaba aumentando e insights diferenciados surgem para melhorar os negócios da empresa.

O tempo de retrabalho é reduzido, assim como os custos, e gestores e líderes passam a desempenhar funções ainda mais estratégicas, mudando positivamente a realidade das empresas, agora muito mais inteligentes.

Para finalizar, posso dizer que por ter acompanhado os resultados da segunda edição do estudo “Índice de Inteligência Empresarial”, realizado pela Zebra Technologies Corp., empresa inovadora na estrutura de negócios com soluções e parceiros que permitem às companhias capturar sua vantagem competitiva, percebi que o número de empresas enquadradas na categoria “smart” dobrou em 2018, em relação ao ano anterior.

Isso quer dizer que elas estão aproximando cada vez mais o mundo físico com o digital, impulsionando suas ações por meio de tecnologia e plataformas inteligentes.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Crypto ID

Privacy by Design: Uma resposta inteligente para a alucinante jornada de proteção de dados pessoais e adequando à LGPD

Mesmo as leis bem ordenadas são impotentes diante dos costumes“ — Nicolau Maquiavel 1469 – 1527.

As montadoras hoje não entregam um carro sem sistema de freios, espelhos retrovisores, ABS, airbags frontais, materiais internos não inflamáveis, dentre outros. Muitos destes não eram itens de série nos veículos há 40 anos ou não tinham seu uso aplicado em massa. Dentro do contexto da época, muitos destes itens eram considerados dispensáveis, na perspectiva do fabricante e dos proprietários. As estatísticas do trânsito demostram hoje o quão importante são.

economia de dados e toda a revolução que ela provocou nos últimos 10 anos segue um caminho similar. E essa travessia vem enlouquecendo todo o mercado – de grandes players de tecnologia a startups –  pois escancara os gapsque existem hoje em seus produtos (ou em sua implementação), do ponto de vista de segurança da informação e privacidade de dados.

GDPR e LGPD são movimentos naturais que surgiram para direcionar e trazer o equilíbrio necessário entre inovação e proteção de dados. A necessidade destas leis é inquestionável. Porém, não há lei que traga sozinha resultados efetivos caso não haja disrupção na forma de como o desenvolvimento de produtos e soluções hoje tratam o tema de cybersecurity e privacidade de dados pessoais. Vale a provocação aqui de que uma plataforma ou um app, por mais cool and inspiring que seja, não sobrevive ileso a um vazamento de dados ou abuso na utilização destes. Privacidade pode não ser relevante no MVP de uma startup, porém, será essencial com a ampliação da base de clientes.

Privacy by Design é uma abordagem elaborada na década de 1990 por Ann Cavoukian, na época responsável pelo Gabinete de Informação e Privacidade do estado de Ontário/Canadá. A GDPR dedica o capítulo 25 inteiro ao tema de Privacy by Design. Curiosamente, este é um dos capítulos mais generosos da GDPR no sentido de prover direcionamento e recomendações ao mercado.

Menção feita pela autoridade de proteção de dados da Europa (ICO – Information Commissioner’s Office) sobre Privacy by Design: “Em essência, isso significa que você precisa integrar a proteção de dados em suas atividades de processamento e práticas de negócios, desde a concepção e por todo o ciclo de vida dos dados. Privacy by Design envolve considerar antecipadamente proteção de dados e privacidade em tudo que você faz. Contribuirá para a conformidade com os princípios e requisitos fundamentais do GDPR e demonstra comprometimento efetivo com o tema.”

Independentemente do método que a sua tribo utilize – agilescrum, kanban, squads, cascade, extreme go horse (!!) – o desenvolvimento de um produto ou serviço deve cuidar de questões relevantes no contexto de privacidade. Exemplos:

  1. Natureza dos dados que serão coletados ou tratados (cadastrais, transacionais, sensíveis, dados de navegação e rastreamento);
  2. O consentimento do cliente para o uso dos seus dados;
  3. A transparência com o cliente sobre como os dados serão tratados e com quem serão compartilhados;
  4. Personalização de campanhas de marketing e ofertas de produtos –  cuidados na seleção de público utilizando critérios ou algoritmos enviesados;
  5. Controle de acesso aos dados;
  6. Tracking do uso das informações (logs para monitoramento);
  7. Proteção contra vazamento ou divulgação indevida.

Product ownersscrum mastersUX designers, gestores ou especialistas de negócio, arquitetos de dados, estatísticos, desenvolvedores, testadores, times de devops e equipes do ongoing – todos estes possuem papel específico na implementação de segurança e privacidade.

Privacy by Design baseia-se em 7 princípios:

  1. Preventivo não reativo – a concepção, desenho e implementação são conduzidas contemplando requisitos para evitar incidentes de privacidade dados;
  2. Privacidade como configuração padrão – o produto é entregue tendo suas configurações iniciais setadas com a adequada privacidade;
  3. Privacidade embutida no design da solução – privacidade incorporada a modelos de negócio e arquitetura de sistemas, aplicações e bancos de dados;
  4. Full Funcionallity (no zero sum) – abordagem win win – os requisitos de negócio igualmente balanceados com os requisitos de proteção dos dados;
  5. End-to-End Security – medidas de segurança e privacidade são aplicadas em todo o ciclo de vida dos dados – da coleta, armazenamento, tratamento, processamento, uso e descarte;
  6. Visibilidade e Transparência – cliente com visão clara de como o produto trata os seus dados pessoais. Uma política de privacidade de dados bem elaborada pode salvar uma empresa. Com isso, evitamos uma abordagem “Privacy Zuckering”, uma referência aos escândalos recentes de mau uso de dados;
  7. Respeito pelo cliente – abordagem user-centric. Aqui está a alma do conceito de proteção dos dados pessoais dos cidadãos. A avaliação da user experience definitivamente passa pelo conforto que o cliente tem de que o produto zela pelos seus dados.

Privacy by Design confere um tom concreto e prático à jornada de implementação de compliance com a GDPR e LGPD. Provém um enfrentamento efetivo a impactos em processos de negócio, arquitetura de sistemas, banco de dados, nas práticas internas de segurança da informação e na forma como a empresa se relaciona com os seus clientes e parceiros.

E assim o baile seguirá nos deleitando com a deliciosa e instigante dança entre inovação e privacidade de dados, em harmonia.

Fonte: Digitalks

Marketing data-driven, chatbots e serviços de voz devem crescer em 2019, diz Google

O mundo está se transformando e migrando totalmente para o digital. Com o marketing, não é diferente. Esse cenário gerou uma mudança de pensamento responsável por alterar o comportamento de consumo das pessoas, o que vem exigindo algumas adequações por parte do mercado.

Com essa realidade, diversas ferramentas surgiram para auxiliar as marcas a atingirem o seu público-alvo de forma mais efetiva. Em uma previsão sobre quais delas serão destaque em 2019, o Google aponta o Marketing Data-Driven, o uso de Chatbots e de serviços de voz como algumas dos principais métodos utilizados pelas empresas para melhorar suas entregas e o seu relacionamento com o cliente. Confira:

 

Marketing Data-Driven

O uso de dados na tomada de decisões otimiza diversos processos e estratégias de marketing digital. Pensando nisso, o próprio Google prevê para 2019 o lançamento de novas estruturas acionáveis que contemplem os chamados 5A’s do Marketing Data-Driven. Segundo ela após a dominação destes 5As – audiência, assets, acesso, atribuição e automação – será possível as marcas se equiparem através da transformação digital, fornecendo experiências cada vez mais completas a seus clientes.

Chatbots

A tendência é que a nova geração de Chatbots com Inteligência Artificial agrade mais o público, já que, hoje, de acordo com uma pesquisa do Instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar com Chatbots. A previsão é que essa mudança no comportamento dos robôs possibilitará uma conversação mais realista, com diálogos mais verdadeiros. E até 2020, pelo menos 85% das interações entre marcas e cliente sejam feitas por Chatbots.

 

Serviços de voz

O uso de ferramentas de voz deve ser integrado a ferramentas de marketing e estima-se que até o fim de 2019 as vendas de smart speakers cresçam 50%, movimentando US$ 2,7 bilhões nesse mercado. A tendência é que cada vez mais vejamos aplicativos que farão uso de serviços de voz, desde deliveries a portais de notícias e lojas de varejo. A loja H&M Home, por exemplo, lançou recentemente um aplicativo que, em conjunto com o Google Assistant, dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ainda ajuda a navegar no catálogo da loja e encontrar produtos adequados.

Fonte: Thinkwithgoogle, Doxxa

O que você não está vendo no MWC: fim dos apps e edge computing.

Está no MWC, mas nem todo mundo está vendo.

Os apps como os conhecemos vão ir desaparecendo aos poucos, cedendo lugar a uma nova era de “aplicativos”, se é que os chamaremos assim, em que a integração com a internet será mais íntima e pervasiva, em que plataformas de interação cognitiva, anabolisadas por dados, falarão (literalmente) de forma mais próxima conosco e em que as marcas terão a sua disposição, para conversar de maneira interativa direta, recursos digitais em tempo real, one to one, como nunca tivemos antes.

Quem acompanha o MWC todos os anos está vendo isso acontecer em capítulos. De uma certa forma, quase em câmera lenta.

Embora sempre repitamos, com razão, que as transformações tecnológicas digitais avançam a uma velocidade estonteante, essa substituição dos apps, instalados em nossos celulares, por uma nova geração tecnológica de interação direta entre o emissor (qualquer emissor, aquele que aciona uma cadeia de interação) e nós, humanos consumidores e usuários, vem se dando de maneira gradual. E deverá seguir assim.

Quando digo fim dos apps, digo fim dos aplicativos que temos hoje populando a tela de início dos nos celulares, você sabe. Eles nos são hoje indispensáveis e fica difícil imaginar a vida sem eles.

Mas veja, tudo o que fazem e os benefícios que nos entregam, seguirão. E serão ainda mais sofisticados. O que fica cada vez mais claro a cada MWC é que eles irão cedendo espaço a plataformas que conversarão mais conosco, seja por voz (as assistentes de voz que viraram celebridades de dois anos para cá), que é a tendência mais clara hoje, seja por video-conf (imagem), e que estarão embarcadas em todas as coisas, a Internet das Coisas.

Até os próprios celulares, na mesma linha da câmera lenta, irão sendo substituídos aos poucos por torradeiras. If you know what I mean.

Isso está no MWC 2019 como está também, só que nas salas mais técnicas, a discussão sobre edge computing, que é mais cabeçuda e difícil para quem não é do mundo telcom, como é o seu caso e o meu, mas que vale aqui comentarmos, porque é um pedaço importante de todos os parágrafos aí de cima, aquela parte que nós leigos não vemos, mas que viabiliza a interface que chega até nós e com a qual interagimos.

Tentando facilitar nossa vida aqui, o tal edge computing é uma camada de infra-estrutura de armazenagem e transmissão de dados que vai ficar (já está ficando) entre a nuvem e nossos aparatos móveis de dia a dia. Ela vai trazer mais agilidade, eficiência e flexibilidade ao tráfego de dados e, portanto, para nossa vida em geral. Chama-se edge porque fica na franja de rede mais próxima dos devices que levamos no bolso hoje, ou de qualquer aparelho/máquina que se conecte com a internet.

É papo de infra-estrutura de rede, mas que vai possibilitar que novos e ainda mais diversificados recursos de aparelhos celulares possam ser desenvolvidos e que, por exemplo, campanhas interativas das marcas sejam resolvidas com maiores e melhores recursos digitais interativos.

Bom, se não entendeu, deixa pra lá. Quis apenas sinalizar aqui que o edge computing vai vir e que vai ajudar a nos conectarmos de forma ainda mais rápida e rica, no ambiente mobile.

Mais do que toda a nova coleção de aparelhos móveis que o MWC 2019 está exibindo, são essas transformações as que de fato vão mudar mais profundamente o mundo (cada vez mais mobile) em que vivemos.

Fonte: Proxxima

Eficiência de marketing: como deixar de jogar no escuro

A avalanche dos meios digitais, com sua ampla gama de ferramentas de medição, mudou o midset das empresas na área de comunicação e marketing. Agora, os investimentos no próprio meio digital ou mídia tradicional, eventos, brindes e ações variadas estão condicionados a provar sua real contribuição aos objetivos de negócio das empresas, sejam eles refletidos em fortalecimento de marca ou, principalmente, contribuição com as vendas.

 É então que chegamos à grande pergunta: mas conseguimos medir com razoável nível de solidez e de forma exequível o retorno financeiro (ou em imagem) dos investimentos em marketing? A resposta cabal é sim, mesmo nas ações off-line.

 A dúvida que fica então é “como fazer isso?”. Uma primeira resposta apressada seria realizando pesquisas de campo, o que de fato é possível, porém é custoso e demanda um tempo que, na maioria das vezes, acaba sendo lento para retroalimentar as estratégias de negócios.

 Desenvolvemos, porém, uma abordagem que mescla os conhecimentos de negócio e estatística avançada de consultorias com o conhecimento do perfil dos meios e ações das agências de comunicação para desenvolver uma solução que batizamos de Engenharia de Mídia. Nela, buscamos garantir que a estratégia e tática de marketing alcancem os melhores resultados possíveis para os clientes ao impactar mais pessoas, com o melhor uso do investimento e com foco em conversão.

 No caso de investimentos e ações no meio digital, a medição é direta, especialmente naquelas associadas a plataformas de e-commerce. Nos demais casos, utilizamos uma modelagem estatística para medir de forma indireta esse retorno. Os modelos mais usuais combinam dados de vendas e de impactos gerados por meio de ações de marketing para entender a correlação entre estes dois fatores. São cálculos estatísticos complexos, baseados em dados históricos e de mercado, para os quais contamos com o suporte de estatísticos e matemáticos experientes.

 Há ainda metodologias que alavancam o conhecimento do negócio de clientes, no qual a expertise de mídia e a comunicação das agências podem identificar e utilizar as variáveis corretas, de acordo com a realidade e o objetivo de cada cliente.

 Recentemente, tivemos um exemplo em uma grande rede de shoppings centers identificando qual a melhor forma de alavancar o negócio utilizando ações de marketing. Sabemos que shoppings não investem de forma significativa em mídia tradicional ou digital e que também as vendas não são necessariamente a melhor métrica de sucesso para o departamento de marketing desse segmento. Nesse caso, os modelos tradicionais não se aplicam.

Diante disso, foi preciso desenvolver uma modelagem customizada criando um registro histórico de eventos temáticos realizados nas diferentes unidades, informações de fluxo de pessoas e outros dados como indicadores socioeconômicos e metragem de cada unidade para construir um modelo que respondesse à seguinte pergunta: Qual o fluxo adicional de clientes gerado por cada tipo de evento em cada um dos diferentes shoppings da rede? Dessa forma, foi possível desenvolver uma ferramenta que suportasse, de forma analítica, a criação de planos de comunicação mais  eficientes para cada uma das unidades.

Para adequar as ações, esse tipo de análise suporta executivos de marketing na tomada de decisão para escolher a melhor forma de aplicar seus investimentos em comunicação nos veículos, formatos e conteúdos que geram maior potencial de resultado para o seu negócio.

Com isso, é possível construir modelos customizados utilizando indicadores e pesquisas de percepção de valor da marca para identificar quais estratégias de comunicação têm mais efetividade em gerar esse tipo de impacto nos consumidores. Tudo isso de forma analítica e baseada em dados.

 Aplicar esse tipo de modelo é um investimento que se paga e traz para os anunciantes mecanismos para “deixar de jogar no escuro”, possibilitando o modelo operacional muito mais robusto e que favorece o desenvolvimento contínuo em termos de estratégia e resultados financeiros.

 É importante ressaltar que esta abordagem não substitui o trabalho das agências, que continuam responsáveis pelo planejamento, criação e execução das ações. Trata-se de empoderar o cliente de ferramentas para que ele possa ter melhores resultados e insumos para pleitear mais recursos em sua organização.

 Fonte: Proxxima

Facebook informará quem coleta dados para depois direcionar publicidade

A partir de 27 de fevereiro, o Facebook permitirá que usuários saibam quem coletou informações pessoais como email e número de celular com o objetivo de direcionar publicidade. Hoje, usuários têm acesso apenas à empresa que direcionou o anúncio, mas não ao agente que as coletou – o responsável pode ser um desenvolvedor ou uma agência de marketing.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo site de tecnologia TechCrunch, que havia antecipado a mudança.

Diante de episódios relacionados à falta de transparência no último ano, o botão “Por que estou vendo isso?” ganhará uma nova camada de informações.

Se uma pessoa recebe uma peça publicitária no feed de notícias, pode entender que o direcionamento ocorreu devido à sua faixa etária e à localização geográfica, e foi feita por uma marca específica.

Com a mudança, saberá quem de fato coletou os dados e se teve o email e o número de telefone utilizados para a segmentação, visto que esse processo só pode ser feito mediante consentimento. A ferramenta existe desde junho, mas não havia um processo de verificação.

“A explicação ‘Por que estou vendo isso?’ exibirá o nome da empresa que carregou as informações do usuário no Facebook e destacará qualquer compartilhamento que possa ter ocorrido. Isso pode incluir o envolvimento de agências, desenvolvedores ou outros parceiros”, diz a empresa em uma publicação na página Facebook Advertisers Hub, dedicada a anunciantes.

A ferramenta integra a estratégia de proteção de dados do Facebook, que tenta modificar alguns de seus processos após os casos de violação de privacidade de 2018. Com esse tipo de dispositivo, usuários podem rastrear de onde recebem propaganda.

O Facebook ainda não confirmou se a medida valerá para o Brasil também.

Fonte: GauchaZH

Como a Lei Geral de Proteção de Dados impacta na experiência do seu cliente?

Após longos debates com a sociedade civil, que levaram quase nove anos, a Lei Geral de Proteção de Dados, mais conhecida pela sigla LGPD, foi promulgada em agosto de 2018, cuja eficácia plena se dará em agosto de 2020. Baseada em sua “irmã mais velha”, a europeia GDPR – General Data Protection Regulation – vai de encontro a uma tendência já apontada pelo Gartner em 2017, na sua pesquisa anual Iconoculture Values and Lifestyle.
Esta pesquisa já apontava, na época, o que a privacidade, representada por fatores como segurança e serenidade, passava a prevalecer sobre a conveniência como preocupação ou experiência desejada por consumidores em todo o mundo. Este resultado, de certa maneira, surpreende os especialistas, já que, durante a última década, a tendência sempre foi acumular informações sobre o cliente para surpreende-lo com ofertas e serviços personalizados. Com isso, imaginaram eles, fidelizariam e encantariam seus clientes.
Na esteira deste pensamento, tecnologias emergentes vieram para facilitar e tornar viável não só a coleta e armazenamento destas informações, mas, principalmente, seu uso efetivo para atrair e reter clientes. Enquanto isso, as fontes de informação passaram daquelas disponíveis somente nas bases de dados das próprias empresas para a infinidade e abrangência das informações que transitam nas redes sociais e blogs. Big datamachine learning e, finalmente, a inteligência artificial passam a ser a ordem do dia para utilizar ao máximo toda essa informação e melhorar a experiência do cliente.
Neste fim de década, as empresas enfrentam agora um desafio: o cliente passa a exigir a privacidade no tratamento de suas informações. Não aceitam mais a troca delas por conveniência. Querem a garantia de que será cuidada e protegida. Mais do que isso, querem saber o que fazem com ela. O direito à privacidade e à segurança de suas informações é um tema quente. Não tenham dúvidas disso.
Uma frase que li outro dia na internet, “se você dá sua confiança a alguém que não a merece, estará concedendo-lhe, na verdade, o poder de destruí-lo” talvez mostre porque a questão da privacidade se tornou tão importante. Se você fornece suas informações a empresas ou instituições que não são capazes de protegê-las em troca de conveniência, benefícios de uma oferta boa, ou um produto interessante, estará correndo o risco de ter sua vida virada de ponta a cabeça. Seja em um mau uso, vazamento de dados ou outro incidente causado pelo desleixo ou falta de preocupação com o assunto. É isso que a pesquisa do Gartner parece ter concluído.
Assim, minha recomendação às empresas é que entendam a lei, não como um estorvo ou motivo para tirar dinheiro, mas como uma oportunidade de criar condições para proteger as informações de seus clientes, ganhar sua confiança e usufruir de todo o poder que ela trará em termos dos benefícios do seu uso consistente.
Ao confiar que seu potencial fornecedor protege suas informações, potenciais consumidores e clientes entregarão um poder a sua empresa para lhe vender cada vez mais. E este poder, acreditem, será um diferencial importante daqui para a frente. Entender o uso da LGPD como uma ferramenta para melhorar a experiência do seu cliente nestes aspectos pode ser uma boa ideia. Vale uma reflexão.
Fonte: Digitalks