Matemarketing: o grande segredo por trás do marketing holístico

Desde pequenos, somos forçados a aprender uma série de disciplinas na escola que não despertam o nosso interesse. Era Mesozóica, pretérito imperfeito, relevos territoriais e origem da vida, são alguns exemplos. Mas nenhuma dessas matérias se comparava ao medo que se tinha dos cálculos matemáticos. Lembro bem da frase dita milhares de vezes durante o ensino médio: “Não vejo a hora de me formar na escola para nunca mais ter que ver matemática na frente”. Mas eu mal sabia o que viria.

No mundo do marketing, existem diversas formas de trabalhar. Podemos usar estratégias que focam em branding, no conteúdo, no inbound, no relacionamento ou até mesmo nas mídias sociais. Porém, uma de suas ferramentas essenciais, capaz de transformar de forma impressionante os negócios é o Matemarketing, conceito inspirado na linha de raciocínio de Romeu Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa.

Como diz o nome, o Matemarketing é a junção do marketing com matemática. Sim, isso é possível! Se trata de usar a inteligência de dados como base das estratégias de negócio, ou seja, utilizar o tão comentado Big Data para criar campanhas com alto grau de engajamento de público. Neste contexto, e com a ajuda de informações específicas adquiridas por meio de plataformas especializadas, podemos identificar padrões e preferências do grupo de pessoas a ser alcançado.

Isso significa que trabalhar com marketing deixou de ser uma prática estritamente ligada à criatividade. O mundo mudou, e com o avanço exponencial da tecnologia, novas formas de trabalhar com informações surgiram, como a Ciência de Dados e todas as ramificações da famosa Inteligência Artificial.

Dessa forma, a criação de campanhas e anúncios, assim como a maneira de tocar o negócio, deixou de ser apoiada na intuição, sendo feita a partir da união da análise detalhada das informações, com os objetivos a serem alcançados, para que as chances de colher bons frutos no futuro aumentem.

Com uma visão 360° do mercado e um entendimento profundo do cliente, as empresas hoje têm o poder de mirar nas melhores alternativas para investir seu capital e energia da melhor forma.Nessa conjuntura, o matemarketing pode trazer benefícios que otimizam as formas das marcas lidarem com os consumidores.

A utilização dos dados captados para turbinar os conteúdos produzidos é uma boa iniciativa para gerir resultados positivos. Além disso, também existe a vantagem em conhecer bem a persona a ser atingida. Mas não se espante, é atingir de uma forma boa. Com o uso da matemática com o marketing, é possível elencar as preferências dos clientes e oferecer cada vez mais soluções certeiras para os problemas que rondam seu público.

Mas não pense que esse conceito é 100% voltado para os consumidores. A retenção de informações exatas vai te ajudar a focar naquilo que funciona e excluir o que der errado, assim como vai fazer você conhecer melhor os passos da concorrência. Visto isso, as estratégias que não alcançarem as metas e estiverem dando prejuízo podem ser identificadas rapidamente, evitando assim prejuízos maiores no futuro.

Podemos dizer, então, que a coleta, a análise e a contextualização de dados são elementos essenciais para as ideias progredirem. Isso porque, com as leituras de comportamento e análises preditivas, os empreendedores conseguem ter noção do que irão enfrentar com antecedência. Assim, a matemática se torna amiga inseparável das estratégias de marketing, integrando os segmentos de forma amistosa e produtiva.

E agora? Vai duvidar do poder dos dados?

Fonte: ABC da Comunicação

Zeeng facilita o mercado de marketing e comunicação

Com o título de primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado de marketing e comunicação do Brasil, a Zeeng traduz o esforço empreendedor de seus criadores para conquista global. A startup foi idealizada tomando como base a estrutura de sua plataforma, que facilita e viabiliza o trabalho de profissionais que atuam no setor de marketing e de comunicação.
As soluções projetadas e aplicadas pela Zeeng dão o acesso rápido, via uma plataforma intuitiva, que reúne informações (obtidas por meio de sites, redes sociais e notícias) que, compiladas em um mesmo local, servem de instrumento de análise. Como, por exemplo, utilizada para fazer a análise de marcas e de empresas, em tempo real, possibilitando a comparação com suas concorrentes de mercado.
Sistema que serve, inclusive, para melhorar os desempenhos e escalas, além de auxilar na correção de rumo dos negócios em inúmeros segmentos do setor corporativo.
O CEO da Zeeng, Eduardo Prange, também lembra outras aplicações realizadas a partir da utilização da plataforma de Big Data Analytics, como, por exemplo, o contrato de licenças feitas por profissionais da área de marketing, que estão realizando trabalho de análise e de desempenho de candidatos em campanha eleitoral na Bolívia e no Uruguai. Prange diz que é possível fazer inúmeras aplicações para os produtos da Zeeng. “Não oferecemos apenas informações, apresentamos insights”, salienta.
Hoje, a Zeeng conta com mais de 4,2 mil marcas monitoradas em sua plataforma, que utiliza Inteligência Artificial (IA), viabilizando mais e mais oportunidades, bem como na conquista de clientes pelo mundo. Prange explica que a capacidade de ver as flutuações das empresas e suas marcas no mercado, em tempo real, permite a correção nas decisões de especialistas. Desse modo, a plataforma também é capaz de receber mais dados e marcas, além de se retroalimentar em um processo contínuo.
A Zeeng, segundo Prange, foi criada a partir da constatação de um problema – diferentes tecnologias de monitoramento de informações prejudicavam o trabalho de projetos na área de marketing digital. Então, em 2017, a startup foi fundada para preencher a lacuna no mercado, reunindo em uma única plataforma tais recursos. Naquele mesmo ano, a Zeeng então passou pelo programa de aceleração da InovatiVa Brasil e, no começo de 2018, pelo programa da Wow Aceleradora.
O desafio da startup é consolidar a plataforma de modo muito mais intuitivo. “A ideia é que as pessoas, mesmo sem conhecimento na área de dados, possam compreender como está o posicionamento de suas empresas, dentro do seguimento em que atuam”, explica Prange.

ARP promoverá 2ª edição de workshop sobre dados como diferencial nas estratégias de comunicação

A ótima adesão de sócios da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) no workshop “Data Driven Marketing” promovido pela entidade, estimulou a realização de uma segunda edição do evento. Na oportunidade, o CEO e cofundador da Zeeng, Eduardo Prange, expôs aos participantes sua experiência e deu dicas sobre como usar os dados como diferencial nas estratégias de comunicação.

Prange é empreendedor, possui MBA em Gerenciamento de Marketing e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo. Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Além disso, presidiu o Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira de Agentes Digitais – ABRADI. Para completar, venceu o prêmio ABComm de Inovação Digital por dois anos seguidos (2016 e 2017), como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

O workshop volta a acontecer no mês de agosto, dando a chance de participação daqueles que não puderam comparecer na primeira edição. Exclusivo para sócios e convidados da entidade, o encontro será realizado no dia 13, das 19h30 às 22h, na sede da ARP (Rua Tobias da Silva, 120 – Moinhos de Vento). Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail arp@arpnet.com.br ou pelo WhatsARP: (51) 9.9872.5567.

Fonte: Felipe Vieira – Jornalista

Cientista de dados: o novo profissional que o mercado procura

O mundo dos dados vem sofrendo uma grande transformação nos últimos anos e essa mudança diz respeito principalmente à quantidade, variedade e formato de informações com que temos que lidar. Há algum tempo era suficiente para uma empresa processar seus próprios dados e obter o que era necessário para a sua tomada de decisão, porém atualmente esse panorama mudou drasticamente.

As empresas querem descobrir novas relações e combiná-las com muitas outros dados que não estão em seus grandes bancos estruturados, como, por exemplo, os hábitos de consumo ou acontecimentos recentes na vida de seu cliente. Essas informações estão em posts de redes sociais, blogs e outras fontes externas e são gerados pela facilidade de utilização da Internet, proporcionada principalmente pelo uso crescente de dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

Essa mudança de paradigma na forma como lidamos com dados trouxe também novas exigências para os profissionais que já estão ou que ainda entrarão no mercado de trabalho. O candidato a preencher a lacuna criada por essa nova necessidade precisará apresentar um perfil com algumas características que não eram muito exigidas anteriormente. Esse novo perfil engloba:

Proatividade: no mundo do Big Data Analytics, uma empresa que contrata alguém para lidar com grandes bases de dados não sabe exatamente qual a informação está procurando e nem o que pode ser extraído. É necessário que o profissional que se dispõe a lidar com esse novo paradigma tenha a iniciativa de se antecipar e descobrir quais dados são esses, onde eles estão e trazê-los à tona para que se transformem em informação útil.

Criatividade e Inovação: não basta o profissional seguir scripts prontos e fazer o que todo mundo já faz. É necessário criar, inovar e ir além dos concorrentes propondo soluções que ainda não foram implementadas e que possam trazer vantagem competitiva para as organizações. Conseguir realizar cruzamentos de dados que ninguém pensou e encontrar a informação mais escondida são capacidades raras e que trazem um grande diferencial para o profissional que se habilita a viver o mundo dos dados.

Comunicação:  o profissional de Big Data lida com diversos setores e interesses de uma organização e isso exige uma grande capacidade de comunicação para entender as demandas de cada um dos interessados. Essa comunicação pode envolver também as discussões com sua própria equipe de desenvolvimento, com o objetivo de estruturar e definir as melhores estratégias.

Conhecimento tecnológico: proatividade, criatividade e comunicação não são suficientes se o profissional não possuir conhecimento das principais ferramentas que envolvem o Big Data Analytics.  É preciso atualização constante, pois a cada dia novas tecnologias surgem para facilitar o trabalho relacionado à Ciência de Dados. Manter-se atualizado exige um grande esforço e dedicação e isso é um dos atalhos para o sucesso nesse campo de atuação.

É preciso estar preparado e atualizado para satisfazer o enorme apetite das empresas por resultados vindos da análise de Big Data. Esses resultados envolvem diversas questões, tais como: aumento de lucros, redução de custos e desperdícios, otimização e recomendação de aplicação de recursos e estratégias, etc.

Essa tecnologia já provou que não é apenas uma moda passageira e sim que veio para ficar e beneficiar diversos setores da sociedade com seus resultados surpreendentes. Inclusive, a palavra “surpreender” é a chave para o sucesso profissional de um Cientista de Dados. Surpreenda e encante todos os seus clientes com suas análises e descobertas.

Fonte: Proxxima

Qual é o valor do Big Data e das análises de negócios para as empresas?

Hoje, há diversas técnicas para que os processos sejam cada mais estruturados e otimizados, por meio de noções estatísticas, processamento de informações e pesquisas de mercados. Enquanto isso, a IDC estima que até 2020 a quantidade de dados aumentará 10 vezes, em relação ano de 2010. Mas, você sabe qual é a real importância do Big Data para extrair as informações necessárias para sua organização?

A definição do termo é comumente atrelada à um grande volume de dados tanto estruturados (Softwares de empresas como ERP, CRM, sistemas financeiros, sistemas de RH) quanto não estruturados (redes sociais, portais de notícias, dados móveis) que sobrecarregam diariamente as empresas. Não é a quantidade de dados disponíveis que importa, mas sim como as organizações os utilizam para obter novos insights, na tomada de decisões e ações mais estratégicas.

Uma solução de big data deve ser capaz de trabalhar com todos os conteúdos produzidos e recebidos pela organização. Escolher uma tecnologia que atenda melhor a empresa e fazer uma análise adequada permite a redução de custos técnicos, economia de tempo e desenvolvimento de novos produtos. Com análises de big data, assim com o ‘business intelligence’ (BI), por exemplo, é possível determinar problemas e falhas técnicas em tempo real, calcular riscos, ameaças e detectar comportamentos que podem afetar toda a organização.

Visão 360º do cliente

Até agora, ficou claro que o big data representa uma grande mudança no panorama tecnológico. Mas, para enfrentar os desafios relacionados a maior variedade, velocidade e volume de informações, as organizações também estão procurando soluções de dados como Hadoop (estrutura de software de código aberto para armazenamentos de dados e executar aplicações em ‘clusters’ de hardwares comuns) e NoSQL (bancos de dados não relacionais, como gráficos, documentos e colunas). Contudo, pode ser difícil saber por onde começar e como você determina as melhores maneiras de gerar valor com essas ferramentas.

Por meio do Hadoop, é possível reunir diversas fontes de informações utilizando um hub de processamento de dados extenso e escalável para envio de informações para um banco de dados analítico. Um exemplo prático do uso desta solução, foi no caso de uma empresa de marketing digital, que reduziu o tempo de seu processo de extrair e analisar dados em até 70% em comparação do que era feito antes do uso de uma solução atrelada ao big data.

Há tempos as empresas buscam formas de analisar os bancos de dados a fim de extrair informações estratégicas para otimizar o contato com o cliente, especialmente em mercados mais competitivos, a exemplo dos serviços de telecomunicações, hospitais e setor financeiro.

Com o desenvolvimento de ferramentas para análise de dados, que geram insights durante a jornada do consumidor, é possível oferecer suporte às equipes de vendas e serviços uma compreensão mais completa de quem é o comprador, e ao mesmo tempo a imagem de como os produtos e serviços de uma marca são percebidos pelo público externo. Instruir os colaboradores sobre esta percepção e usar o big data com soluções de BI na jornada da interação com clientes é uma das formas de tomar as decisões mais produtivas e rentáveis em tempo real.

*Claudio Tancredi é Country manager da Hitachi Vantara Brasil

Fonte: It.Forum 365

Especialista vê crescimento de Neymar nas redes sociais após acusação

Entre a série de polêmicas que protagonizou em sua carreira, Neymar está encarando a maior delas nos últimos dias. Acusado de estupro pela modelo Najila Trindade, o jogador do Paris Saint-Germain viu seu nome estourar nas redes sociais mais do que nunca, como analisou Eduardo Prange, CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

A análise mostrou que houve um impacto significativo na imagem da marca do atleta, que teve um pico muito representativo de notícias nos últimos dias, chegando a mais de mil matérias capturadas sobre Neymar em que, muitas delas, têm ligação direta com o caso.

“A gente consegue ver um impacto bastante significativo sobre a imagem do atleta, olhando para ele como uma marca. É possível perceber que muitas dessas notícias têm relação direta com o caso. Depois da menção ao termo atleta, a gente tem tanto crime quanto estupro como os casos de maior destaque”, disse Prange.

Apesar da grave acusação, Neymar não perdeu seguidores nas redes sociais, pelo contrário. O atleta ganhou fãs, fato que, segundo o CEO, indica que a população está a seu favor na acusação do suposto crime.

“Chama a atenção a questão do ativo social do Neymar. Mesmo com o ocorrido, a gente vê que ele tem obtido um crescimento significativo, principalmente nesses últimos dias, em relação à sua base de base fãs, seguidores, o que nos leva a crer que as pessoas estão do lado de Neymar e que, de uma forma ou de outra, esse caso tem repercutido muito, mas, no que diz respeito ao ativo, tem trazido um apoio e uma conotação favorável a ele”, finalizou.

Fonte: Gazeta Esportiva

Movimentando US$ 189 bilhões, tecnologia de Analytics galga espaço no Brasil

Em 2019, o mercado global de soluções de Big Data e Business Analytics movimentará cerca de US$ 189,1 bilhões, de acordo com relatório da IDC. O valor representa alta de 12% sobre 2018 e mostra a saúde deste segmento, que cresce movido ao interesse das empresas em entender o consumidor, as tendências de seus segmentos e as nuances gerais que tangem ao negócio.

Atenção que pode ser medida: segundo estudo da Forbes, até 2020, a análise preditiva e prescritiva atrairá 40% dos investimentos empresariais em Business Intelligence (BI) e Business Analytics (BA).

Uma cena que move não apenas compradores, mas também fornecedores destas tecnologias. No Brasil, empresas especializadas na área têm concentrado esforços em expandir funções das soluções oferecidas e demonstrar benefícios obtidos por clientes que já as usam.

Um exemplo, a BIMachine, empresa especializada em BI e BA que tem sede no Rio Grande do Sul, escritório em São Paulo, atuação nacional e está em fase de internacionalização para América Latina e Europa. A companhia, que acumula cases de utilização de seu sistema em setores como indústria, varejo, moveleiro, calçados, alimentício, entre outros, também abre espaço para debates da tecnologia por meio de eventos.

O próximo da agenda dos especialistas será o BIMachine Moving, encontro que já reuniu mais de 550 participantes em edições pelo país e chega, na sexta-feira, 14/06, a Porto Alegre-RS. Voltado a diretores, gerentes, executivos e tomadores de decisão, será realizado na uMove.me Arena (Rua Prof. Cristiano Fischer, 464 – Petrópolis), na capital gaúcha.

A programação vai das 8h15 às 11h20, contando com as palestras “Evolução Tecnológica – O que Esperamos do Futuro”, ministrada por Augusto Fleck, CTO da BIMachine, “Analytics e Mobilidade: a Tendência e a Realidade da Gestão Inteligente”, com Augusto Fleck e Marcelo Carneiro, executivo Comercial da uMov.me, e o painel “O Fim da Era do Eu Acho: O Poder da Informação na Tomada de Decisões”, comandado por Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, Eduardo Baltar, CEO da Merithu, e Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me.

“Além das tendências e soluções abordadas na programação, traremos cases que mostrarão, na prática, como nossos clientes alcançaram benefícios de gestão que se traduziram em ganhos de negócio por meio da tecnologia de Business Intelligence e Business Analytics”, comenta Douglas Scheibler, CEO da BIMachine.

A ideia, segundo a CMO da companhia, Ana Paula Thesing, é proporcionar um debate real sobre os problemas de negócios mais comuns das empresas, permitindo aos participantes uma reflexão sobre seus negócios, cultura de análise de dados e a melhor forma de aplicar uma gestão orientada a dados dentro de sua realidade.

Inscrições pelo link: http://bit.ly/bimachine-moving-porto-alegre

Fonte: Terra

Como o marketing holístico reduz a distância entre a marca e o sucesso

Quem não conhece a famosa frase “A união faz a força”? Pois então, ela traduz, de forma simples, o caminho do sucesso. Afinal, ninguém consegue chegar ao êxito sozinho. Aí você me pergunta ”Como assim Prange? Eu tenho conquistas individuais!”. Claro, você tem seus méritos, mas o que eu quero dizer é que ninguém consegue alcançar grandes objetivos sem ajuda em algum momento da caminhada.

Nessa perspectiva, Steve Jobs precisou de Ronald Wayne e Steve Wozniak para fundar a Apple, a maior empresa do planeta. Entrando no mundo da internet, Larry Page precisou da parceria de Sergey Brin para criar o Google. Não está entendendo onde eu quero chegar? Quero chegar a um assunto que está transformando o mundo dos negócios, o marketing holístico. Esse conceito diz que uma empresa, assim como os personagens que citei anteriormente, não deve atuar de forma desconexa, muito menos enxergar barreiras entre departamentos internos, para alcançar assim novos patamares de produtividade.

Como o marketing holístico quebra silos

Em tempos tecnológicos, o que não faltam são fórmulas prontas para chegar ao sucesso, independente da área. Vídeos e mais vídeos no youtube prometem o dobro do faturamento em algumas semanas. Postagens nas redes sociais garantem ter o segredo das vendas. Mas na execução não é bem assim. Para aumentar o potencial de uma empresa no mercado, implementar iniciativas e inovações soltas não é o suficiente. E é aí que entra o marketing holístico.

Nessa perspectiva, não basta ter ideias específicas para atender as necessidades de cada setor se o conjunto como um todo não for alinhado. Com estratégias separadas por departamentos, os silos ganham força e a tendência é que as ações e decisões tomadas sejam desconexas e ineficazes, impedindo que a empresa cresça.

Porém, trabalhando com práticas holísticas de integração entre as partes, é possível criar um ambiente muito diferente do qual descrevi acima. Ou seja, muito mais sólido e preparado para integrar os setores de forma única, captar novos clientes e satisfazer os já presentes, superando os resultados esperados.

É desafiador? Muito! Vai dar trabalho? Vai! Mas só saindo da zona de conforto que se consegue avançar de forma holística. E entre os benefícios, estão não só o aumento da produtividade, mas a possibilidade de chegar a melhores resultados de negócio, transformando o trabalho das equipes, que passam a compartilhar ideias e experiências e criar juntas iniciativas muito conectadas com os princípios da empresa.

O paralelo com o sucesso

Como visto antes, o sucesso não é algo construído sozinho, assim como não cai do céu. É preciso estar sempre pronto para a colaboração e para gerar novas soluções de negócio. E, nessa mesma perspectiva, caminha o marketing, que alcança melhor os seus objetivos quando não tratado de forma solitária. A aproximação com as equipes comerciais, de vendas e de produtos, ou seja, o trabalho conjunto, promove melhorias para as iniciativas da área e, consequentemente, para a empresa como um todo.

Por outro lado, ao falar do todo, é necessário estar a par não somente do que acontece dentro da própria empresa, mas também com os concorrentes. Por exemplo, os gestores nunca podem ficar por fora das últimas ações e movimentos feitos pelas outras marcas. Isso porque, em um mercado tão competitivo, é indispensável ter uma visão 360º em relação às tendências e novidades surgidas no seu contexto de negócio.

Para isso, as informações existentes no ambiente online podem ser suas grandes aliadas. Por meio do acesso aos dados gerados no digital é possível perceber que os algoritmos nos encaminham para as respostas e que eles são ferramentas poderosas que nos auxiliam a reconhecer o que está bombando nas mídias sociais e quais estratégias estão sendo usadas pelo seu concorrente para engajar mais o público.

A partir disso, você começa a identificar o verdadeiro potencial que a coleta e a análise de informações pode ter para o seu negócio e para o desempenho das suas equipes. Percebe que elas funcionam como um instrumento essencial para as práticas holísticas ao permitir que informações precisas da concorrência ou até mesmo da performance das suas próprias ações e campanhas sejam usadas para direcionar estratégias futuras.

O futuro é integrado

Assim como em um casamento, é hora de unir as coisas. Ou seja, integrar os conhecimentos das suas equipes para fazer uma boa leitura do cenários e contextos, cruzando dados e informações da sua própria empresa, com as da concorrência e dos clientes, para que toda e qualquer iniciativa sua seja cada vez mais personalizada. Afinal, é com a junção de times que você terá informações mais completas e poderá identificar as necessidades de cada cliente, oferecendo aquilo que ele, de fato, deseja receber.

É como diz o ditado: “Duas cabeças funcionam melhor do que uma”. Então, nesse contexto, a integração entre áreas e profissionais faz com que diversas perspectivas sejam geradas, produzindo uma discussão heterogênea e mais produtiva. O conflito de ideias leva a empresa a respostas que abrangem uma maior de gama de soluções para os problemas analisados e, dessa forma, tanto a empresa quanto o cliente sai satisfeito com o trabalho exercido.

Portanto, não hesite. Modificar a cultura do negócio implementando novas formas de desenvolver ideias, gerar insights e realizar ações e campanhas é uma ótima maneira de se manter em um mercado tão competitivo. Com o marketing holístico esse poder de transformação ocorre com a agilidade que é preciso ter – o que torna o jogo dos negócios mais interessante. E aqui convido você a pensar, a sua empresa está preparada para essa mudança?

Por Eduardo Prange, Co-Founder e CEO da Zeeng – Data Driven Platform

A importância do big data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

Fonte: ADNEWS

O que faz um Chief Data Officer e qual o seu valor para as organizações?

Chief Data Officer tem varrido as corporações que já assumiram a linha de frente da transformação digital. Mas apesar de ter ganhado atenção nos últimos anos, o papel de um CDO é, relativamente, antigo. Tenha como exemplo a Capital One, que nomeou o primeiro CDO em 2002. Apenas algumas organizações seguiram o exemplo na década que se seguiu, mas a Big Data Executive Survey de 2018 da NewVantage Partners descobriu que 62,5% dos tomadores de decisões de negócios e tecnologia da Fortune 1000 disseram que suas organizações haviam nomeado um diretor de dados.

Mas afinal qual é a função de um CDO? O diretor de dados supervisiona uma série de funções relacionadas a dados que podem incluir desde gerenciamento, garantia da qualidade dos dados e criar uma estratégia para tal. Ele ou ela também pode ser responsável pela análise de dados e inteligência de negócios, um processo fundamental para obter informações valiosas dos dados.

Algumas funções de gerenciamento de dados podem falhar na TI, e as análises podem pertencer a outro papel nas organizações, no caso um Chief Analytics Officer, um cargo que alguns dizem ser intercambiável com o CDO.

O papel e as responsabilidades do diretor de dados

O diretor de dados é um executivo sênior responsável pelo uso e controle de dados em toda a organização. Enquanto o diretor de dados é frequentemente encurtado para o CDO, o papel não deve ser confundido com o do Chief Digital Officer, que, às vezes, também é chamado de CDO.

“O diretor de dados é a pessoa sênior, com foco nos negócios, que entende a estratégia e a direção do negócio, mas seu foco é em como sustentar isso com os dados”, explica Caroline Carruthers, diretora da consultoria Carruthers and Jackson, e que já foi Chief Data Officer da Network Rail, e co-autora do livro “The Chief Data Officer’s Playbook and Data-Driven Business Transformation: How to Disrupt, Innovate and Stay Ahead of the Competition” (Manual do Chief Data Officer e Transformação de Negócios Orientados a Dados: Como revolucionar, Inovar e Permanecer à Frente da Competição, na tradução literal).

Embora alguns CIOs e CTOs vejam a criação de um CDO como uma invasão ao seu território, Carruthers diz que os limites são distintos. Chief Data Officers são responsáveis por áreas como qualidade de dados, governança de dados, liderança em gerenciamento de dados, estratégia de informações, ciência de dados e análise de negócios.

“A diferença entre o CDO e o CIO em minha mente é bastante clara, e eu costumo usar a analogia do balde e da água”, compara Carruthers. “O CIO é responsável pelo balde. Eles são responsáveis por garantir que o balde tenha o tamanho certo, que não haja buracos, que seja seguro e que esteja no lugar certo. É responsável pelo fluido que entra no balde, sai do balde, que vai para o lugar certo, que tem a qualidade certa e o fluido certo para começar”.

Chief Data Officer vs. Chief Analytics Officer

Mesmo que o diretor de dados e o diretor de análise sejam dois papéis distintos, ambos devem residir na mesma pessoa, argumenta Guy Gomis, sócio da empresa de recrutamento BrainWorks. “Estou achando que os melhores da classe combinam os dois”, diz ele. “A maioria dos líderes em análise quer possuir a estratégia de dados e como a empresa trata os dados e eles querem possuir análises”.

Isso faz sentido se você pensar sobre. Analytics é como os dados fornecem valor, então essa é uma função essencial. Ao mesmo tempo, você precisa de uma boa estratégia de dados e um bom gerenciamento de dados, ou não obterá dados de qualidade para analisar. Assim, Gomis diz: “A melhor prática é ter o diretor de estratégia de dados e de análise de dados que possui dados e análises e trabalha em estreita colaboração com o CIO”.

A quem o diretor de dados deve se reportar?

Enquanto as organizações estão rapidamente adotando o papel de diretor de dados, a NewVantage diz que ainda há muita confusão e desacordo sobre o mandato e a importância da posição. Sua pesquisa constatou que 39% dos participantes identificaram o diretor de dados como o executivo com responsabilidade principal pela estratégia de dados e resultados, mas 61% apontaram para outros executivos de nível C ou alegaram que não havia um único ponto de responsabilidade. Além disso, 50% sentiram que o diretor de dados deveria sentar-se no comitê executivo, com o mesmo número de discordantes.

Carruthers diz que o diretor de dados ou CDO poderia se reportar a lugares muito diferentes na organização, embora ela favoreça o CEO ou o Chief Operation Officer. “O único lugar que eu acredito que é absolutamente errado para o profissional se sentar é enquanto o papel do CIO”, diz ela. “À medida que o papel evolui e amadurece, ele está se reportando a outros lugares no negócio. Está se movendo em direção a mais de um lugar na mesa superior, o que deveria ser. Para mim, o CIO e o CDO deveriam trabalhar muito lado a lado, de mãos dadas como uma parceria, e uma parceria não funciona quando um parceiro trabalha para o outro parceiro”.

Anthony Scriffignano, cientista chefe de dados da Dun & Bradstreet, que se reporta ao CEO da Dun & Bradstreet, diz que não há uma resposta única para a questão de onde um diretor de dados deve reportar. “Eu vi o papel em finanças, TI, marketing, pesquisa e desenvolvimento, pode até ser o desenvolvimento de produtos”, diz ele. “Frequentemente, é um novo papel, talvez criado por uma pessoa que ficou sobrecarregada com as exigências de seu próprio papel, então você encontrará muitas vezes nessa parte da organização porque é quem a criou. Mas isso não significa necessariamente que é onde deve ficar”.

Fonte: CIO