A importância do big data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

Fonte: ADNEWS

A ascenção do novo CDO: de líder da “Transformação Digital” para CEO das empresas

O papel dos CDOs evoluiu e, agora, esses profissionais fazem parte do planejamento de sucessão dos CEOs e Presidentes das organizações. Por isso, o relatório “101 CDOs que se tornaram CEOs”, realizado pelo CDO Club / Bain Capital, evidenciou que as empresas estão contratando CDOs para construir novos negócios e amplificar e fortalecer os já existentes. Mas quais habilidades e experiências são necessárias para que esses profissionais tenham sucesso, tanto agora como no futuro? Shawn Fitzgerald, Research Director, World Wide Digital Transformation Strategies do IDC, falou sobre o assunto no DES Madrid 2019.

Durante sua palestra, Fitzgerald explicou como as organizações bem-sucedidas estão investindo e se transformando para realizar escalada digital e comentou sobre as áreas nas quais os CDOs deveriam priorizar para fornecer suas lideranças e orientar as organizações nessa jornada de transformação.

As empresas precisam de líderes capazes de gerenciar as interrupções possibilitadas pela tecnologia, bem como gestores com experiência na construção de novos negócios e na transformação das organizações. Os CDOs que possuírem essas habilidades serão cada vez mais valorizados pelas organizações.

 

O complexo processo da Transformação Digital

Transformação Digital representa a maior mudança de negócios desde a revolução industrial. De acordo com os dados apresentados por Fitzgerald, no palco do DES 209, o IDC prevê US$ 6,6 trilhões de investimentos diretos em hardware, software e serviços relacionados até 2022. Desses investimentos, os CEOs esperam ver mais de US$ 18 trilhões de valor econômico agregado em produtos, serviços e recursos operacionais habilitados digitalmente.

Os principais investimentos em tecnologia digital são: nuvem, big data e analytics, computação cognitivainteligência artificial e IoT. Além dessas tecnologias, a transformação bem-sucedida envolverá pessoas, processos, dados e governança para sustentar o digital.

Assim, a Transformação Digital consiste em transformar o negócio com a aplicação da tecnologia. Os dados devem ser o drive das empresas e os processos são necessários para usar os dados de forma correta e útil.

Ok, as empresas precisam aplicar a tecnologia, mas tome cuidado para a tecnologia não tomar conta do seu principal negócio. Você não precisa se tornar uma empresa de tecnologia para fazer a transformação digital. O essencial é ter bons parceiros de tecnologia e processos, além de realizar uma mudança na cultura interna em todo os departamentos.

Portanto, os CDO s não devem pensar só em tecnologia e nem só em mudança de gestão. Tudo precisa estar integrado no processo de transformação, principalmente os departamentos da empresa.

Fonte: Digitalks

 

O que faz um Chief Data Officer e qual o seu valor para as organizações?

Chief Data Officer tem varrido as corporações que já assumiram a linha de frente da transformação digital. Mas apesar de ter ganhado atenção nos últimos anos, o papel de um CDO é, relativamente, antigo. Tenha como exemplo a Capital One, que nomeou o primeiro CDO em 2002. Apenas algumas organizações seguiram o exemplo na década que se seguiu, mas a Big Data Executive Survey de 2018 da NewVantage Partners descobriu que 62,5% dos tomadores de decisões de negócios e tecnologia da Fortune 1000 disseram que suas organizações haviam nomeado um diretor de dados.

Mas afinal qual é a função de um CDO? O diretor de dados supervisiona uma série de funções relacionadas a dados que podem incluir desde gerenciamento, garantia da qualidade dos dados e criar uma estratégia para tal. Ele ou ela também pode ser responsável pela análise de dados e inteligência de negócios, um processo fundamental para obter informações valiosas dos dados.

Algumas funções de gerenciamento de dados podem falhar na TI, e as análises podem pertencer a outro papel nas organizações, no caso um Chief Analytics Officer, um cargo que alguns dizem ser intercambiável com o CDO.

O papel e as responsabilidades do diretor de dados

O diretor de dados é um executivo sênior responsável pelo uso e controle de dados em toda a organização. Enquanto o diretor de dados é frequentemente encurtado para o CDO, o papel não deve ser confundido com o do Chief Digital Officer, que, às vezes, também é chamado de CDO.

“O diretor de dados é a pessoa sênior, com foco nos negócios, que entende a estratégia e a direção do negócio, mas seu foco é em como sustentar isso com os dados”, explica Caroline Carruthers, diretora da consultoria Carruthers and Jackson, e que já foi Chief Data Officer da Network Rail, e co-autora do livro “The Chief Data Officer’s Playbook and Data-Driven Business Transformation: How to Disrupt, Innovate and Stay Ahead of the Competition” (Manual do Chief Data Officer e Transformação de Negócios Orientados a Dados: Como revolucionar, Inovar e Permanecer à Frente da Competição, na tradução literal).

Embora alguns CIOs e CTOs vejam a criação de um CDO como uma invasão ao seu território, Carruthers diz que os limites são distintos. Chief Data Officers são responsáveis por áreas como qualidade de dados, governança de dados, liderança em gerenciamento de dados, estratégia de informações, ciência de dados e análise de negócios.

“A diferença entre o CDO e o CIO em minha mente é bastante clara, e eu costumo usar a analogia do balde e da água”, compara Carruthers. “O CIO é responsável pelo balde. Eles são responsáveis por garantir que o balde tenha o tamanho certo, que não haja buracos, que seja seguro e que esteja no lugar certo. É responsável pelo fluido que entra no balde, sai do balde, que vai para o lugar certo, que tem a qualidade certa e o fluido certo para começar”.

Chief Data Officer vs. Chief Analytics Officer

Mesmo que o diretor de dados e o diretor de análise sejam dois papéis distintos, ambos devem residir na mesma pessoa, argumenta Guy Gomis, sócio da empresa de recrutamento BrainWorks. “Estou achando que os melhores da classe combinam os dois”, diz ele. “A maioria dos líderes em análise quer possuir a estratégia de dados e como a empresa trata os dados e eles querem possuir análises”.

Isso faz sentido se você pensar sobre. Analytics é como os dados fornecem valor, então essa é uma função essencial. Ao mesmo tempo, você precisa de uma boa estratégia de dados e um bom gerenciamento de dados, ou não obterá dados de qualidade para analisar. Assim, Gomis diz: “A melhor prática é ter o diretor de estratégia de dados e de análise de dados que possui dados e análises e trabalha em estreita colaboração com o CIO”.

A quem o diretor de dados deve se reportar?

Enquanto as organizações estão rapidamente adotando o papel de diretor de dados, a NewVantage diz que ainda há muita confusão e desacordo sobre o mandato e a importância da posição. Sua pesquisa constatou que 39% dos participantes identificaram o diretor de dados como o executivo com responsabilidade principal pela estratégia de dados e resultados, mas 61% apontaram para outros executivos de nível C ou alegaram que não havia um único ponto de responsabilidade. Além disso, 50% sentiram que o diretor de dados deveria sentar-se no comitê executivo, com o mesmo número de discordantes.

Carruthers diz que o diretor de dados ou CDO poderia se reportar a lugares muito diferentes na organização, embora ela favoreça o CEO ou o Chief Operation Officer. “O único lugar que eu acredito que é absolutamente errado para o profissional se sentar é enquanto o papel do CIO”, diz ela. “À medida que o papel evolui e amadurece, ele está se reportando a outros lugares no negócio. Está se movendo em direção a mais de um lugar na mesa superior, o que deveria ser. Para mim, o CIO e o CDO deveriam trabalhar muito lado a lado, de mãos dadas como uma parceria, e uma parceria não funciona quando um parceiro trabalha para o outro parceiro”.

Anthony Scriffignano, cientista chefe de dados da Dun & Bradstreet, que se reporta ao CEO da Dun & Bradstreet, diz que não há uma resposta única para a questão de onde um diretor de dados deve reportar. “Eu vi o papel em finanças, TI, marketing, pesquisa e desenvolvimento, pode até ser o desenvolvimento de produtos”, diz ele. “Frequentemente, é um novo papel, talvez criado por uma pessoa que ficou sobrecarregada com as exigências de seu próprio papel, então você encontrará muitas vezes nessa parte da organização porque é quem a criou. Mas isso não significa necessariamente que é onde deve ficar”.

Fonte: CIO

Veja como é a estrutura das holdings no País

Encartado pelo 12º ano consecutivo na versão impressa do Especial Agências & Anunciantes, publicado anualmente por Meio & Mensagem, o Mapa das Agências está, pela primeira vez, disponível para download grátis. Para isso, basta preencher o formulário clicando aqui.

A versão 2019 do Mapa das Agências traz novo design e aumenta sua abrangência para mais grupos nacionais e internacionais. O objetivo é dar aos leitores em um único poster uma visão geral de como estão organizadas no Brasil as maiores holdings atuantes no mercado de agências, suas empresas e principais executivos.

O download do Mapa das Agências não é a única novidade do Especial Agências & Anunciantes 2019, cuja versão impressa circula com data de 27 de maio, apenas para assinantes. A publicação traz os rankings dos 300 maiores anunciantes e das 50 maiores agências do País em 2018, além dos segmentos econômicos e categorias de produtos que mais investem em compra de mídia, com dados ainda mais precisos, a partir deste ano balizados pelos números do Cenp-Meios. Inclui também a nova seção Raio X, com informações adicionais das 50 maiores agências do mercado, com principais executivos e clientes, e o total de funcionários de cada empresa. Além de reportagens, análises e entrevistas sobre a evolução na relação de anunciantes e agências, tanto na busca de novos modelos operacionais como na necessidade de arejar o trabalho cotidiano, abrindo espaço para a inovação.

Outra novidade é este site especial Drops Agências & Anunciantes, com reportagens, entrevistas e informações que complementam alguns temas tratados na edição impressa, entre as quais detalhes sobre a comunicação de setores como os de educação e seguros.

Fonte: Meio&Mensagem

Algoritmos do Google impactam diretamente sites de e-commerce nos mecanismos de pesquisa

Recentemente, em seu evento anual chamado Marketing Live, a Google anunciou diversas mudanças em suas plataformas, e essas reformulações são direcionadas a lojistas e anunciantes. O maior site de buscas tem o objetivo de entrar de forma incisiva no mundo do e-commerce, trazendo novas experiências e também atualizações nos mecanismos de pesquisa.

Segundo a apresentação no evento, a Google irá disponibilizar ferramentas por meio das quais será possível encontrar produtos e compará-los. Além disso, o consumidor terá a opção de comprar em sites ou em alguma loja física mais próxima. O usuário também poderá adquirir um produto diretamente de vídeos e anúncios no YouTube, por exemplo.

Alguns participantes do evento acharam que as novidades podem transformar a Google em um marketplace. Contudo, a própria empresa diz que esse não é o grande objetivo e que até mesmo os próprios marketplaces e e-commerces poderão usar as atualizações e novidades da Google para aumentar suas vendas e alcançar mais clientes.

Qual a importância e o impacto do algoritmo?

As alterações poderão favorecer os e-commerces, como a própria empresa diz, mas para que isso aconteça é necessário que as lojas online também façam a sua parte. Os algoritmos da Google têm um impacto direto no mecanismo de busca. Atualmente, a Google é um dos principais sites de busca, abrangendo um nível mundial. Então, para que seja possível encontrar o que deseja, os algoritmos são usados em programas e sistemas de computador que buscam por sites que respondam de forma efetiva às regras que existem em seus mecanismos. É dessa forma que são classificados quais sites serão os primeiros a aparecer e ter um bom posicionamento no ranking.

Ou seja, sites que não sigam plenamente as regras dos mecanismos de busca fazem com que os algoritmos não os encontrem e, com isso, não os apresentem como resultado de uma pesquisa realizada. São vários fatores e regras que influenciam os resultados de uma busca. Um exemplo é que, há algum tempo, o algoritmo priorizava sites leves para poupar os dados de internet e o tempo de espera para a página ser carregada por completo.

Como melhorar o posicionamento no ranking de pesquisas?

A cada atualização, também muda a forma de avaliar como será feito o ranqueamento de sites. Por exemplo, normalmente, as primeiras posições ficam para sites que cumprem todas as regras e entregam o melhor conteúdo, se preocupando em proporcionar a melhor experiência de navegação para o consumidor.

Sites pesados, com baixo conteúdo, responsividade ruim e URLS e outras características confusas, caem no ranking e não conseguem uma boa posição, muitas vezes nem aparecendo para o usuário. Para melhorar a posição no ranqueamento, todos esses fatores, e mais alguns, terão que ser aprimorados. Para que isso se torne efetivo, uma consultoria de marketing digital pode fazer toda a diferença!

A Consultoria Digital é uma empresa que oferece consultoria de marketing digital e otimização de sites (SEO). Esse conjunto de estratégias foi pensado para fazer com que seu site fique nas primeiras posições sem pagar para os mecanismos de buscas, ou seja, de forma orgânica. Dessa forma, seu site pode subir no ranking e ganhar mais relevância.

Fonte: Terra

Gartner apresenta quatro tendências de Data & Analytics para empresas de médio porte

Gartner alerta que a aplicação dos recursos para a gestão de dados em empresas de médio porte se tornará, em breve, um fator crítico para a sua diferenciação e até mesmo para a sobrevivência em longo prazo. Segundo a consultoria, a produção de organizações de médio porte podem melhorar drasticamente usando as ferramentas analíticas de forma disruptiva.

Os agricultores, por exemplo, podem aumentar sua capacidade de cultivar uma área exponencialmente maior com o mesmo número de funcionários (ou menos). Do mesmo modo, as análises e visualizações de vídeo também podem permitir que os varejistas entendam os perfis dos compradores e os padrões de tráfego de compras.

O Gartner apresenta quatro tendências para essas empresas:

Tendência 1: implante opções de análise visual de dados para obter melhores decisões de negócios orientadas por dados – Tradicionalmente, as equipes de médio porte visualizam dados em poucas plataformas distintas. Nos últimos cinco anos, no entanto, novas tecnologias surgiram, com soluções que dividem os dados em ferramentas separadas, em diversas camadas para a visualização interativa e altamente integrada. A descoberta das soluções para a análise visual dos dados permite que os CIOs misturem fontes de informações diferentes, o que significa que eles são capazes de diagnosticar problemas de negócios e testar regularmente se as operações atuais são eficazes. Essas plataformas são baseadas principalmente nos conceitos de computação em nuvem, oferecendo flexibilidade e escalabilidade, além de uma capacidade de diagnóstico analítica mais profunda.

Tendência 2: use ferramentas de preparação de dados para elevar a produtividade e a governança das informações – Obter dados prontos para uso pode ser demorado e difícil, e as empresas de médio porte frequentemente não têm os recursos corretos para fazer isso bem. A preparação de dados é um processo iterativo e ágil, que permite melhorar e simplificar os esforços para a análise e compartilhamento de dados, além de estimular as iniciativas de reutilização e a governança das informações. Ferramentas de preparação de dados dão aos usuários a oportunidade de ver conexões importantes dentro do conjunto geral de dados criado na organização e, com isso, compartilhar as descobertas para diferentes equipes e áreas. Tecnologias emergentes, como os recursos aprimorados de aprendizado de máquina e catálogos de dados, facilitam ainda mais o compartilhamento de ideias de negócios.

Tendência 3: habilite mais autoatendimento e automação com soluções de Augmented Analytics – A visualização de dados simplifica alguns desafios de Data & Analytics, mas encontrar maneiras para identificar e construir modelos de análise mais eficientes continua a ser uma tarefa complexa e demorada. Além disso, é difícil saber em quais insights atuar e quais são significativos. Os recursos de Augmented Analytics usam técnicas de Inteligência Artificial para simplificar processos analíticos, como preparação de dados, descoberta de insights e compartilhamento de informações.

Tendência 4: implemente a análise preditiva para otimizar e incorporar análises em cenários comerciais de alto valor – A análise preditiva responde à pergunta “O que é provável que aconteça”. Anteriormente, os profissionais de marketing usavam a tecnologia para descobrir o que os clientes provavelmente fariam, mas a atual geração de recursos de análise preditiva tem permitido que as empresas apliquem essa oportunidade em toda sua rotina de negócios. À medida que as empresas que usam a tecnologia continuam relatando bons resultados, e à medida que a quantidade e a qualidade dos dados aumentam, também aumenta o interesse por essa tecnologia. A análise preditiva é relativamente fácil de ser implantada para funções comerciais específicas. Para contar com esses recursos, empresas de médio porte podem implementar aplicações empacotadas, embora essas opções possam ser limitadas em agilidade, personalização e quanto diferenciação competitiva elas oferecem.

Fonte: IP News

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Notícias não capturadas?

Ao abrir um chamado para equipe de suporte sobre notícias não capturadas fique atento(a) aos pontos abaixo para que o diagnóstico seja mais rápido e eficaz:

 

1) O período filtrado está de acordo com o período em que a notícias foi postada?

 

2) Nas notícias que não foram capturadas existem expressões iguais as que estão filtradas na Plataforma?

 

3) Faz mais de 48h em que a empresa foi cadastrada?

 

Se você passou por todos estes pontos, mas mesmo assim continua tendo problemas com notícias não capturadas entre em contato com a equipe de Suporte : david@zeeng.com e maiara@zeeng.com.br para que possamos te ajudar 😊

 

O que são métricas de um site

Os mecanismos de busca seguem um padrão para definir quem vai ser melhor posicionado, estes padrões podem ser chamados de métricas.

Existem várias métricas que definem seu projeto, nesse post, iremos tratar de apenas 5, são elas:

CF – Citation Flow;

TF – Trust Flow;

TR – Trust Ratio;

DA – Domain Authority;

PA – Page Authority.

Usaremos 2 ferramentas para analisar as métricas:

Majestic – Para verificar TF e CF;

MOZ Bar – Para analisar DA e PA.

As importantes métricas Citation Flow e Trust Flow foram lançadas pela majestic em 2012.

Agora vamos conhecer cada uma das métricas já apresentadas:

CITATION FLOW

O Citation Flow é o numero que indica as referências apontadas para seu site ou para a URL analisada. Ou seja, é a nota que o Majestic te dá em relação aos links que apontam para você

Por exemplo: No seu projeto, tem cerca de 100 sites apontando para ele, então com base nesses apontamentos, o majestic te dá uma nota, essa nota se chama: Citation Flow (CF).

TRUST FLOW

O Trust Flow mede a QUALIDADE dos backlinks que seu site recebe, ou seja, quanto mais backlinks você receber de um site com boa autoridade (DA), melhor sera sua métrica de Trust Flow.

Por exemplo: Você está recebendo 100 backlinks de 100 sites diferentes, isto é, 1 backlink por site, e estes 100 sites tem uma boa autoridade na internet, boas métricas, etc, então seu Trust Flow aumentará. Resumindo, seu site será confiante para poder passar trust flow para outros sites, interessante né? ;D

Ah – um pequeno detalhe – também é possível que um Trust Flow seja maior que um Citation Flow, isso quer dizer que os links que apontam para o site analisado vem de poucos sites de muita autoridade.

TRUST RATIO

Trust flow/Citation Flow = Trust Ratio

Essa matemática funciona muito bem, devido a certos parâmetros, Exemplo:

Imagine que o CF seja muito alto (100) e o TF super baixo (5), isso quer dizer que o projeto esta recebendo muitos backlinks ou links juice de um projeto que não tem tanta qualidade, ou quase nada de qualidade. Não adianta você ter vários sites apontando para seu projeto, sendo que eles não tem autoridade e qualidade nenhuma.

Em geral, quando isso acontece e porque possivelmente é um site de ‘spam’ apontando para o seu ou um site sem autoridade e de pouquíssima confiança para os buscadores.

O valor de um bom Trust Ratio é aproximado de 1. Claro, 2 seria melhor ainda…

Por exemplo: Se você tiver um projeto que o CF seja 11 e o TF de 15, aplicando a formula o resultado seria = 15/11=1,36, que é um excelente resultado… ;D

DA – DOMAIN AUTHORITY

O que é domain authority – “Domínio de Autoridade” é uma métrica criada pela empresa MOZ, serve para analisar a autoridade que tal domínio exerce na internet, vários fatores influenciam nessas métricas

PA – PAGE AUTHORITY

O que é page authority – “Pagina de Autoridade” também é uma métrica criada pela empresa MOZ, serve para analisar a autoridade de uma pagina.Você pode ter varias paginas no seu site, porem, nem todas tem a mesma autoridade, tanto é que algumas os motores de buscam indexam mais rápido e posicionam melhor, enquanto outras demoram muito e o posicionamento não e tão bom.

Fonte: Administradores

 

Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365