Google Analytics amplia ferramenta digital e unifica mensuração app e web

O Google apresenta o App + Web, funcionalidade para Google Analytics que unifica os dados de acesso a aplicativos e websites em seus relatórios. A novidade permite obter insights sobre a jornada multiplataformas, fundamental para prever as necessidades dos usuários e proporcionar novas experiências à eles.

Com a integração, o Google Analytics permite entender melhor o comportamento dos consumidores nessa nova jornada de compra, que passa por diferentes etapas no meio digital. Além disso, muitas empresas medem o engajamento de seus aplicativos com o Google Analytics para Firebase e o engajamento do website com o Google Analytics. Com o App + Web, os empresários poderão analisar ambos em uma tela só.

Os relatórios gerados pelo App + Web usam um único conjunto de métricas, possibilitando a visualização de relatórios; o total de usuários únicos que utilizam os meios digitais da empresa, independente de qual plataforma eles usam; e quantas conversões ocorreram nas plataformas em determinado período.

A primeira versão App + Web estará disponível para todas as contas do Analytics e do Analytics 360 em versão beta nas próximas semanas. Para incluir os dados do aplicativo da empresa, é necessária a implementação do SDK do Firebase no aplicativo.

Fonte: Cidade Marketing

ARP promoverá 2ª edição de workshop sobre dados como diferencial nas estratégias de comunicação

A ótima adesão de sócios da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) no workshop “Data Driven Marketing” promovido pela entidade, estimulou a realização de uma segunda edição do evento. Na oportunidade, o CEO e cofundador da Zeeng, Eduardo Prange, expôs aos participantes sua experiência e deu dicas sobre como usar os dados como diferencial nas estratégias de comunicação.

Prange é empreendedor, possui MBA em Gerenciamento de Marketing e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo. Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Além disso, presidiu o Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira de Agentes Digitais – ABRADI. Para completar, venceu o prêmio ABComm de Inovação Digital por dois anos seguidos (2016 e 2017), como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

O workshop volta a acontecer no mês de agosto, dando a chance de participação daqueles que não puderam comparecer na primeira edição. Exclusivo para sócios e convidados da entidade, o encontro será realizado no dia 13, das 19h30 às 22h, na sede da ARP (Rua Tobias da Silva, 120 – Moinhos de Vento). Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail arp@arpnet.com.br ou pelo WhatsARP: (51) 9.9872.5567.

Fonte: Felipe Vieira – Jornalista

Alright AdTech Company, All Press Comunicação e Trends Content promovem bate-papo sobre comunicação & tecnologia

A tecnologia abriu um universo de possibilidades para quem trabalha diretamente com marketing e comunicação. Será que a sua empresa está antenada para essas novidades? Para falar sobre tecnologia, criatividade e comunicação, a Alright AdTec Company, All Press Comunicação e Trends Content promovem no dia 15 de agosto, na Acate Dowtown, o talk “Inteligência de marketing: a tecnologia aliada à nova jornada do consumidor”, com Pérsio Oliveira, do Waze (geolocalização), Felipe Oliva, da Squid (plataforma de marketing de influência) e Eduardo Prange, da Zeeng (data driven marketing). O evento integra o Floripa Conecta, iniciativa inspirada no SXSW, em Austin (Texas), e que conecta uma série de eventos independentes no mês de agosto. As vagas já estão esgotadas – há lista de espera.

Na abertura do “Inteligência de Marketing”, Cristiano Terres (Alright), Melina Costa (Trends Content) e Déborah Almada (All Press) vão abordar como as mudanças estão impactando o segmento de comunicação e quais as estratégias que as marcas estão usando para se conectar com seus públicos.

Criado em 2008 em Tel Aviv, Israel, o Waze caiu no gosto do brasileiro como uma alternativa para driblar o trânsito. O país é o maior mercado da América Latina e um dos cinco maiores do mundo em número de usuários.

Listada na segunda edição do ranking 100 Startups to Watch, da Pequenas Empresas Grandes Negócios, a Squid atua no planejamento e execução de campanhas personalizadas com influenciadores. Em Santa Catarina é, desde o início de 2019, parceira exclusiva da All Press Comunicação, agência de comunicação conduzida pelos sócios Rogério Kiefer e Déborah Almada.

Já a Zeeng, é a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Por meio da análise de dados, a empresa consegue monitorar o que dizem sobre as marcas e seus concorrentes na internet, o que auxilia na criação de estratégias de comunicação mais certeiras.

Pérsio Oliveira – Waze

Business Partner Latam no Waze. Mais de 15 anos atuando em Operações de Marketing e Negócios em Telecom nos principais players do mercado nacional, iniciou no Google em 2016 atendendo o segmento de Agências SMB e posteriormente atuando com Parcerias estratégicas para produtos Google Ads. Há 3 meses iniciou o desafio de buscar por Channel Partners para Waze em Latam. Persio é Administrador de Empresas com Especializações em Marketing pelo Mackenzie/SP e ABEMD e possui MBA em negócios pela FGV-SP.

Felipe Oliva – Squid

Felipe Oliva é cofundador e Chief Strategy Officer da Squid, empresa de marketing de influência que atua no planejamento e execução de campanhas personalizadas com influenciadores. Formado em engenharia pela USP, Oliva é referência no marketing de influência já tendo palestrado em eventos como RIO2C, Social Media Week, Expo Marketing Digital e YouPix Con. Tem passagem por outras empresas de tecnologia e experiência no desenvolvimento de estratégias para marketing online e offline.

Eduardo Prange – Zeeng

CEO e Co-founder da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP.  Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais, Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

Para mais informações e inscrições (em lista de espera), acesse este link.

Fonte: Acontecendo Aqui

Reputação é a coisa mais importante

A Ideal foi criada em 2007, pelos jornalistas Eduardo Vieira e Ricardo Cesar, para responder aos anseios do mercado – que buscava uma agência capaz de entregar com qualidade trabalhos de relações públicas, redes sociais, publicidade e conteúdo. A Ideal procura unir a expertise em comunicação corporativa à criatividade publicitária. A consistência jornalística à agilidade das mídias sociais. E o poder da propaganda à responsabilidade de formar opinião. São mais de 150 pessoas que acreditam estar ajudando a construir o futuro da comunicação. “Temos o privilégio de trabalhar em projetos locais, regionais e globais para mais de 55 clientes. E praticamos, num ambiente motivador, valores como excelência, inovação, meritocracia, ética, comprometimento e resultado sustentável”, diz a organização em sua apresentação institucional. “Tento capturar o Zeitgeist e tentar antecipar tendências, tempos e movimentos. Temos objetivos de negócios claros, que precisam estar alinhados com os dos nossos clientes. Para isso, olho sempre para os desafios de negócios dos principais mercados e para talentos – que são nossa matéria-prima”, afirma Eduardo Vieira, único profissional do Brasil e da América Latina a figurar na lista The Innovator 25 Americas 2017, publicada pelo The Holmes Report – o principal veículo especializado na cobertura do segmento de Relações Públicas do mundo.

Eduardo, como ser inovador num mundo tão dinâmico?

Se existe uma nova diretriz no mundo é a seguinte: não pare de estudar. Assim como as grandes empresas do mundo, entendo que nós, indivíduos, devemos estar em versão “beta perpétuo”, ou seja, aprendendo e focando em requalificação e melhoria de qualificações. É o único jeito.

Reputação e legitimidade são as palavras mágicas para profissionais que atuam com comunicação?

São duas das mais importantes. Se você não tem reputação boa e o que faz não é legítimo, você logo se tornará fake. O que é um desastre para quem atua com comunicação. Mas também colocaria na listinha as palavras flexibilidade, autonomia, inteligência emocional, iniciativa, pensamento crítico e persuasão.

Como se cria legitimidade e reputação de forma constante?

Construindo aos poucos, no longo prazo. Reputação é a coisa mais importante do mundo hoje em dia. Ela destrói ou constrói empresas e pessoas na velocidade de um clique. Não há como construir uma boa reputação sem ser legítimo constantemente, ao longo do tempo. Não é uma corrida de 100 metros, mas uma maratona.

O que é fundamental para uma empresa de relações públicas triunfar no mercado?

Entender que a atividade não é um complemento do marketing ou uma vertente isolada na comunicação das empresas. Está no core de qualquer estratégia, pois, lida com reputação, e deveria estar sentada na mesma mesa que os consultores, advogados e banqueiros, junto com os CEOs e acionistas. Quem enxergar isso deve ser bem-sucedido no mercado.

Branded Content ou Unbranded Content, o que é melhor para a comunicação e consequentemente relevância de uma marca?

Ambos! Dependo da estratégia, são duas vertentes muito relevantes e eficazes para aumentar a relevância e o valor de uma marca. Vai depender do que precisa ser comunicado, dos riscos, oportunidades e ferramentas disponíveis. São dois recursos que estão entre os mais utilizados hoje em dia.

O que deve ser a “bússola” de um comunicador?

Sua ética e transparência, pilares para alcançar um objetivo bem definido. Sem isso, não se chega a lugar algum de modo consistente. Sêneca já dizia: “se você não sabe onde quer chegar, nenhum vento lhe é favorável”.

Quais os principais pilares do Grupo Ideal?

As empresas do Grupo Ideal atuam no segmento de gestão de reputação, ajudando seus clientes a influenciarem seus públicos de interesse. Essa influência é exercida de forma particular: nativamente híbrida entre disciplinas de comunicação (ou seja, utilizando várias, de acordo com a estratégia); agnóstica de mídia (conquistada, paga, proprietária); e sem distinção entre formatos analógicos ou digitais.

O que norteia a sua visão enquanto Co-CEO da organização?

Tento capturar o Zeitgeist e tentar antecipar tendências, tempos e movimentos. Temos objetivos de negócios claros, que precisam estar alinhados com os dos nossos clientes. Para isso, olho sempre para os desafios de negócios dos principais mercados e para talentos – que são nossa matéria-prima.

Os dados e a inteligência artificial irão intervir de que forma em sua área de atuação?

Já exercem uma influência relevante. Nenhuma estratégia de comunicação hoje é criada sem ser “data driven”, ou seja, decretamos aqui um “chega de achismo” já há alguns anos. É mais eficiente basear uma estratégia em dados do que em suposições. Já a inteligência artificial ajuda na interpretação dos dados e em algumas partes mais operacionais, como escrita.

Você afirmou que um bom líder deve ter visão de futuro. Essa visão de futuro vem com intuição ou com experiência acumulada?

Ambas! Quanto mais experiência você tem, mas sua intuição fica afiada. Muitas vezes acontecem situações novas, em que há pouquíssima experiência acumulada, então seguimos totalmente a intuição e o nosso feeling.

O que o futuro reserva para o mundo das comunicações e que você considera ser uma das mudanças mais profundas dos últimos tempos?

A única coisa que não vai mudar é que a mudança será constante… (Risos). Empresas sempre vão precisar se comunicar com as pessoas, construindo uma boa reputação para se tornar admirada, atrair talentos e vender mais. Isso nunca vai mudar. O que muda é a maneira que essa comunicação é feita, pois, surgem formatos, ferramentas e maneiras novas todos os dias. Essa é a principal realidade: precisamos nos atualizar constantemente para acompanhar as mudanças num ritmo satisfatório. Mas a essência do nosso negócio não parece que vai mudar, nem no longo prazo.

Fonte: Panorama Mercantil

Dados roubados via Google Analytics continuam públicos

Uma semana depois da divulgação de que dados confidenciais de quatro milhões de usuários tinham sido publicados em tempo real pela Nacho Analytics, seus links ainda continuam disponíveis graças à assistência do Google Analytics.

No dia 11 de julho, o fundador e CEO da Nacho Analytics, Mike Roberts, mandou um e-mail a seus clientes avisando que o site havia parado de coletar dados por conta da indisponibilidade de um fornecedor terceirizado. Não seriam aceitos novos clientes nem fornecidas mais informações — quem mantivesse sua conta aberta, porém, ainda conseguiria acessar os dados comprados anteriormente.

A coleta de dados que originou a confusão começou por conta de uma falha de segurança em extensões de navegadores (principalmente as do Chrome, mas que afetou também o Firefox) que coletavam as URLs e os nomes dos sites visitados pelo usuário. Estes eram, então, publicados quase em tempo real pela Nacho Analytics, importados diretamente das contas do Google Analytics dos usuários, com as mesmas informações confidenciais. A Nacho anunciava o produto com o prosaico slogan “Veja a conta do Analytics de qualquer um”.

Os históricos de navegação postos à venda incluíam até resultados médicos via laboratórios de análises clínicas. Nem a Tesla escapou: problemas de gerenciamento de projetos foram importados para o Google Analytics.

Segundo um representante da empresa, “a transmissão de dados que identificam pessoalmente um indivíduo, como endereços de e-mail ou números de celular, por meio do Google Analytics, é proibida pelos nossos Termos de Serviço e tomamos providências contra contas detectadas fazendo isso intencionalmente”.

Navegadores removeram extensões

O vazamento, agora conhecido como DataSpii, fez com que o Google removesse extensões da Chrome Web Store e as desativasse de milhões de dispositivos. A Mozilla fez o mesmo com a única extensão afetada do Firefox. Os dados, porém, continuam públicos através do Google Analytics e ao alcance de quem os comprou da empresa que se dizia “o modo Deus para a Internet”.

Fonte: Tecmundo

O que leva uma empresa a abrir mão do CMO?

Na semana passada, em comunicado, o McDonald’s anunciou que sua CMO global, a brasileira Silvia Lagnado, deixará a empresa em outubro e não terá uma substituição direta. Silvia estava desde 2015 no comando do marketing da rede e cuidava de temas como desenvolvimento de marketing, estratégia de menu, insights sobre consumidores e negócios, mídia, merchandising e gerenciamento de relacionamento com o consumidor.

Com a saída da executiva, o McDonald’s não terá mais a figura de um CMO e sim duas vice-presidências. Colin Mitchell foi nomeado SVP global de marketing, respondendo ao CEO da companhia, e Bob Rupczynski assumiu o cargo de SVP de marketing technology, anteriormente, os dois executivos respondiam a Silvia. A substituição de um cargo de CMO por duas áreas com menos autonomia reacende nova discussão pela opção de algumas empresas de não seguir com o cargo.

No ano de 2017, outra mudança emblemática trouxe à tona uma discussão sobre a substituição do CMO pelo CGO, ou Chief Growth Officer. Na ocasião, a Coca-Cola anunciou a criação da posição que destaca crescimento e a extinção do cargo de chefe de marketing. A função já havia sido registrada, em 2014, na Mondelēz, que anunciou Mark Clouse para CGO, substituindo o cargo de CMO.

Uma pesquisa de 2014 da Dom Strategy Partners feita com 200 CEOs e 500 executivos de marketing e comunicação mostrava que o marketing caminhava para se dividir em duas áreas: reputação e resultados. Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners, explica que não é um movimento generalizado, mas sinaliza o momento e a demanda de negócios de cada empresa.

“É um caso isolado do McDonald’s e algumas empresas, como a Coca-Cola, que transporta a funções primárias do marketing para outros C-levels. Essas empresas trabalham diretamente com a satisfação do consumidor final e precisam centrar suas estratégias em pessoas; satisfação dos stakeholders, sem esquecer de olhar para criatividade, tecnologia e análise de dados. Em algum momento dessa estratégia o marketing será acoplado em sua função primária, que é olhar e cuidar da imagem da marca”, explica Domeneghetti.

Chief Innovation and Entrepreneurship Officer

Diante das discussões sobre os atributos dos novos C-levels, no mês passado, a Universidade da Califórnia, referência em pesquisas relacionadas a empreendedorismo, sobretudo por sua conexão com o Vale do Silício, criou a função de Chief Innovation and Entrepreneurship Officer, o Cieo, que, segundo a universidade, chega para responder às demandas por inovação no escopo de grandes marcas impulsionadas, sobretudo por processos de transformação digital.

Domeneghetti afirma que o Cieo pode ser tendência para países onde inovar é disciplina nas grandes empresas. “Apesar de serem quase que um binômio na teoria, inovar e empreender são bem diferentes na prática brasileira. Inovação é transpiração com resultado a longo prazo. Pouco difundida de verdade nas empresas. Já empreender é exercício diário, que exige inteligência corporativa para saber gerir no caos diante de inúmeras imprevisibilidades do dia a dia”, afirma.

A sinalização da Universidade da Califórnia, segundo Luis Gustavo Lima, CMO da ACE, explica que ocorre sob um novo contexto. “É necessário que o mundo corporativo se mexa em direção a novas formas de fazer negócios e inovar, que, aliás, não é mais uma opção, e sim uma necessidade. Se olharmos para o relatório do Fórum Econômico Mundial sobre o cenário de empregos em 2022, veremos que das 10 profissões emergentes, todas permeiam os campos da tecnologia, dados e gestão”, sinaliza.

“A expressão ‘o que nos trouxe até aqui, não é o suficiente para nos levar adiante’ é muito atual e verdadeira. Hoje falamos de horizontalização das estruturas, design organizacional voltado à inovação, gestão e métodos ágeis, planejamento anual com revisões mensais, relacionamento com startups, design de experiência, enfim, o ritmo de mudanças está muito rápido, mas muito mesmo como nunca antes visto, e por isso é necessário repensar também os papéis e responsabilidades da liderança.”, explica Luis Gustavo Lima.

Ao criar a posição de CIEO, explica Luis Gustavo Lima, é preciso encontrar o perfil de profissional que entenda a carreira não como o tradicional Y (especialista ou generalista), mas sim o moderno T (T-shaped). “O contexto atual favorece a criação de uma nova lógica de atribuições, papéis e responsabilidades dos executivos, de forma que valorize a diversidade, acelere a inovação e a criação de novos modelos organizacionais nas empresas, e nesse sentido, é estratégico pensar em uma liderança que olhe para a administração, finanças, marketing e operações, mas também para a Inovação (diferente de P&D)”, afirma.

Fonte: Meio & Mensagem

ARP promove nova edição de workshop sobre dados nas estratégias de comunicação

A Associação Riograndense de Propaganda (ARP) promove, em 13 de agosto, a segunda edição do workshop ‘Data Driven Marketing’. Na oportunidade, o CEO e cofundador da Zeeng, Eduardo Prange, falará aos participantes sobre a sua experiência e dará dicas sobre como usar os dados como diferencial nas estratégias de comunicação.

A nova edição do workshop, que é exclusivo para sócios e convidados da entidade, será realizado das 19h30 às 22h, na sede da ARP (Rua Tobias da Silva, 120 – Moinhos de Vento). Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail arp@arpnet.com.br ou pelo WhatsApp (51) 99872.5567.

Prange tem MBA em Gerenciamento de Marketing e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo, além de ter presidido o Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira de Agentes Digitais (Abradi). O profissional ainda foi vencedor do prêmio ABComm de Inovação Digital, por dois anos seguidos (2016 e 2017), como melhor profissional de social media do mercado brasileiro.

Fonte: Coletiva

Conheça no 5º relatório State of Marketing da Salesforce as principais tendências que redefinem a profissão

Nos cinco anos desde o lançamento do relatório State of Marketing, os profissionais da área observaram uma quantidade notável de mudanças. O volume de dados aos quais as marcas têm acesso explodiu, os canais proliferaram, a mídia amadureceu, os segmentos de mercado granularizaram e os orçamentos expandiram. Entretanto, a mudança mais significativa foi a das expectativas do cliente: Hoje, 80% dos clientes dizem que a experiência oferecida por uma empresa é tão importante quanto seus produtos e serviços. Com mais opções, mais acesso a informações e mais ofertas na ponta dos dedos, é preciso mais tato e precisão do que nunca para atrair, adquirir e manter os clientes mais experientes. O resultado é um panorama de marketing mais complexo e mais interessante.

5ª edição do relatório State of Marketing mostra como toda essa mudança é mais relevante do que nunca. Com base em uma pesquisa com mais de 4.100 líderes da área de marketing, em todo o mundo, o relatório está repleto de insights valiosos para profissionais de marketing que buscam uma visão das prioridades estratégicas, dos desafios e das tecnologias que estão transformando sua profissão.
Segue aqui uma prévia de algumas das minhas conclusões mais sólidas sobre o relatório:

As principais equipes de marketing estão liderando as exigências em experiência do cliente
Independentemente do departamento, todos os funcionários de uma empresa devem agora considerar as implicações de upstream e downstream de seu trabalho na experiência geral do cliente. Quase dois terços dos profissionais de marketing identificam suas organizações mais amplas como estruturas mais alinhadas a seus trabalhos do que nunca. Os profissionais de marketing – com sua perspectiva exclusiva de necessidades, comportamentos e tendências que envolvem seus clientes – estão particularmente bem posicionados para assumir um papel de liderança nas iniciativas de experiência do cliente. Enquanto mais da metade (54%) dos profissionais de marketing de alto desempenho lideram as iniciativas de experiência do cliente em toda a empresa, menos de um terço (31%) dos funcionários com desempenho inferior dizem o mesmo.

Nossa pesquisa descobriu que nenhuma solução universal foi criada ainda para unir os dados dos clientes. O DMP (Data Management Platforms, plataformas de gerenciamento de dados), tecnologia que historicamente tem sido aproveitada para o desempenho de anúncios e otimização de mídia, é uma dessas soluções, sendo empregado por 76% dos usuários para identidade do cliente.

Agora é comum para os profissionais de marketing caminharem em direção aos mesmos objetivos de seus colegas de profissão: 53% das equipes de marketing compartilham metas e métricas comuns em relação ao atendimento ao cliente, 52% compartilham-nas com as equipes de vendas e 50% compartilham-nas com suas equipes de comércio.

A proliferação de dados aumenta a capacidade de unificação de dados
Hoje, o sucesso das campanhas depende de um número cada vez maior de fontes de dados — de taxas de abertura de e-mail a históricos de transações e cliques de anúncios — para chegar ao indivíduo certo com a oferta certa. Como resultado, o ritmo no qual os profissionais de marketing estão expandindo seus portfólios de dados é impressionante. O número médio de fontes de dados está projetado para saltar de 10 em 2017 para 15 em 2019; um aumento de 50% em apenas dois anos.Embora os profissionais de marketing tenham mais dados de clientes do que nunca, muitos deles estão lutando para compreender tudo isso. Na verdade, apenas 47% dos profissionais de marketing afirmam ter uma visão totalmente unificada das fontes de dados dos clientes.

Nossa pesquisa descobriu que nenhuma solução universal foi criada ainda para unir os dados dos clientes. O DMP (Data Management Platforms, plataformas de gerenciamento de dados), tecnologia que historicamente tem sido aproveitada para o desempenho de anúncios e otimização de mídia, é uma dessas soluções, sendo empregado por 76% dos usuários para identidade do cliente.

Os profissionais de marketing esperam que o uso de DMPs aumente 64% até 2020 e as formas nas quais eles usam a tecnologia estão evoluindo e sendo ampliadas. Embora o uso do DMP tenha sido historicamente dominado pelo desempenho do anúncio e pela otimização da mídia, os principais casos de uso atuais incluem personalização de conteúdo, resolução e gerenciamento de identidade e muito mais.

À medida que a inteligência artificial evolui, os profissionais de marketing enfatizam a confiança do cliente
Nosso estudo recente State of the Connected Customer, descobriu que 53% dos clientes esperam que as ofertas que recebem sejam sempre personalizadas, enquanto 62% esperam que as empresas antecipem suas necessidades. A personalização é, portanto, o trabalho nº 1 para profissionais de marketing, os quais relatam grandes resultados em toda a jornada do cliente proveniente de seus esforços.

Os profissionais de marketing estão recorrendo cada vez mais à inteligência artificial (IA) para desbloquear os dados necessários para a personalização em escala. Enquanto 20% dos profissionais de marketing alegaram “usar extensivamente” a IA em 2017, 29% agora dizem que suas empresas a adotaram. Outras tecnologias “inteligentes”, como a Internet das coisas (IoT) e a realidade aumentada (AR), também estão sendo adicionadas aos principais kits de ferramentas de marketing.

Como qualquer grande mudança tecnológica, o crescimento da IA no marketing traz uma nova onda de perguntas. Políticas indefinidas sobre como os dados dos clientes são usados abalaram sua confiança, fazendo com que os profissionais de marketing avaliem como eles implementam e expandem seu uso da tecnologia. Mais da metade (51%) das equipes de marketing dizem que estão mais atentas ao equilíbrio entre privacidade e personalização do que há dois anos. Descobrir esse equilíbrio pode gerar frustração. Apenas 30% dos profissionais de marketing estão totalmente satisfeitos com sua capacidade de equilibrar personalização com privacidade.

Os profissionais de marketing enfrentam dificuldades para alcançar um verdadeiro envolvimento entre canais
Embora o marketing entre canais não seja um novo conceito, eles continuam sendo uma batalha árdua; apenas 28% dos profissionais de marketing estão completamente satisfeitos com sua capacidade de interagir com os clientes entre canais em escala. Agora que os clientes usam uma média de 10 canais para se comunicar com as empresas, o desafio é o mais assustador. Interagir com os clientes de uma maneira dinâmica e informal — em tempo real e de um lado para o outro — é agora o benchmark. Os profissionais de marketing classificam o envolvimento em tempo real como sua prioridade e seu principal desafio.

Mais profissionais de marketing atendem às expectativas elevadas dos clientes de interação entre canais, mas ainda mais profissionais deixam de atendê-las. Uma média de 32% dos profissionais de marketing se envolvem dinamicamente entre canais (acima de 28% em 2017), enquanto uma média de 29% descreve seus canais como isolados (acima de 21% em 2017).

O sucesso do marketing passar por redefinição, pois a experiência do cliente tem prioridade
Os indicadores-chave de desempenho (KPIs) rastreados pelos profissionais de marketing estão mudando. Embora métricas comprovadas, como crescimento de receita, eficácia de vendas e tráfego da Web, sejam as métricas de marketing mais comuns, as métricas orientadas para o cliente estão se aproximando de suas posições. Por exemplo, 60% dos profissionais de marketing agora monitoram a satisfação do cliente, e 52% controlam as taxas de indicação do cliente. Os profissionais de marketing também estão se tornando mais granulares na forma como acompanham o engajamento em canais digitais, adotando análises sociais (54%) e análises móveis (49%).

Fonte: Meio & Mensagem

Instagram começa a liberar conta especial para criadores de conteúdo no Brasil

O Instagram tem disponibilizado novos recursos voltados principalmente a criadores de conteúdo. Agora, a rede social começou a liberar uma conta específica para esse tipo de usuário, inclusive no Brasil.

Conforme mostram as informações na rede social, a conta especial chegaria com mais recursos que uma comum. Entre eles, estão controles de perfil flexível, mensagens simplificadas e mais ferramentas de crescimento.

A primeira ferramenta ajudaria o produtor a ocultar ou mostrar informações de categoria e botões de contato no perfil. Já a segunda facilitaria o gerenciamento de solicitações de mensagens e a conexão com os fãs. Por último, a terceira forneceria informações avançadas sobre o alcance de pessoas.

Esse tipo específico também possibilita selecionar uma categoria para descrever melhor a área de atuação do criador – como artista, ator, blogueiro ou candidato político, por exemplo.

Com a nova adição, o Instagram passaria a contar com três tipos de conta: criadores de conteúdo; contas comerciais; e conta pessoa. Esta última seria a única que contém diferentes funcionalidades. Já a nova opção seria mais parecida com a destinada a empresas – já inserida na plataforma.

Até o momento, não há uma previsão de quando a opção especial ficará disponível a todos que desejam ter as funções para criador de conteúdo no Instagram. A tendência é que mais detalhes sejam divulgados em breve.

Fonte: Tudo Celular

Fim dos likes visíveis aumenta o engajamento no Instagram

Passados quase 15 dias desde que o Instagram começou a ocultar os likes da sua rede social, o assunto segue em alta entre os usuários, as marcas e os influenciadores. Para avaliar os impactos iniciais, o Jornal do Comércio solicitou que a Zeeng, especializada em Big Data e Analytics voltadas para marketing e comunicação, comparasse as interações da semana que antecedeu a retirada dos likes (de 10 a 16 de julho) até a primeira semana pós-fim dos likes (de 17 a 23 de julho). Para isso, a startup usou como referência as 10 marcas com maior volume de seguidores da sua base, de cerca de 4 mil.

 

A análise mostrou uma redução aproximada de 20% no número de likes nas publicações das marcas e também do volume de postagens (-18%). O engajamento geral, porém, aumentou – a média saiu de 0,57% no período pré-fim dos likes e foi para 0,60% no pós-fim dos likes. As interações médias cresceram 12% (somando likes e comentários), sendo que os comentários subiram 90%. Além disso, o ativo social das marcas (número de seguidores) segue crescendo, ou seja, as marcas não perderam seguidores. Pelo contrário, ganharam.

 

“O engajamento não só aumentou, como está mais qualificado, já que comentários nos posts valem mais que likes”, analisa o CEO da startup, Eduardo Prange. Ele lembra que continua sendo possível capturar, via API do próprio Instagram, os números dos perfis comerciais, ou seja, as estratégias das empresas não devem sofrer revés. “A expectativa é que essa mudança do Instagram impacte mais as pessoas do que as marcas”, projeta. Além de Prange, a Zeeng tem como sócios André Saldanha, CTO da operação, e Cesar Paz, investidor-anjo e conselheiro. Desde 2018, a WOW Aceleradora também participa no negócio.

Entre os que estão atentos a esse impacto de retirada das curtidas são os influenciadores. Dados do Business Insider Research apontam que o marketing de influência movimentará entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões até 2022. Nos dias que se seguiram a decisão, boa parte deles aqui no Brasil elogiou a ação, destacando os ganhos psicológicos na medida em que as pessoas poderão se libertar da busca incessante por mais likes.

 

Mas isso não é consenso. Alguns acreditam que essa é uma estratégia do Instagram para enfraquecer a visibilidade dessas pessoas e levar ao aumento dos posts patrocinados. Raphael Pinho, sócio da Spark, empresa de estratégia de conteúdo digital e ativação de marcas com influenciadores, não acredita que isso irá acontecer. “O Instagram quer incentivar a postagem de conteúdos de maior qualidade, o que é primordial, inclusive, para os resultados de campanhas dos próprios influenciadores”, analisa. A empresa contabiliza mais de 1,2 mil projetos com 700 influenciadores, entre eles o casting de participantes da edição 2019 do reality “O Aprendiz”, comandado por Roberto Justus.

 

Pinho destaca que existem outras formas de atestar a qualidade do engajamento, que não apenas pelo imediatismo dos likes, como comentários e compartilhamento. “Os influenciadores têm as suas audiências, mas devem ser antes de tudo grandes produtores de conteúdos, o que envolve saber trabalhar cada marca a partir de uma narrativa que faça sentido”, orienta.

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Fonte: Zeeng – Big Data Analytics

Fonte: Jornal do Comércio