Amazon começa a brincar de busca, batendo de frente com Google

Não há mais muros ou limites entre negócios no mundo capitalista contemporâneo, notadamente no âmbito das plataformas tecnológicas. Agora a Amazon começa a dar passos determinados para iniciar o que poderá (ou não) vir a ser uma invação no business do Google. Acompanhar vale a pena.

Mas como isso está acontecendo?

Vamos lá…

Você já deve estar ligado que Amazon é hoje a terceira força no mundo do online advertising, ficando atrás apenas de Google e Facebook, certo?

Os números da antes livraria online nesse âmbito são já bastante impressionantes e a expectativa do ano que vem é que a empresa atinja a marca dos US$ 10 bilhões em ad revenue.

Os dois big players deverão responder por 54% do total de investimentos em publicidade online em 2019, o que é um pedaço gigante ainda, óbvio, mas esse percentual chegou a ser de 73% há não muito distantes dois anos. Parte dessa mudança tem diretamente a ver com a chegada sem pedir licença da Amazon.

Bom, é aí que começa a história da busca. Porque direcionados pela poderosa máquina de publicidade digital da companhia, os internautas passaram a buscar por produtos crescentemente a partir da plataforma Amazon. O que é natural e faz todo sentido para quem já está no ambiente do maior marketplace do mundo, certo?

Então, é por essa porta de trás, que a Amazon está entrando pela frente no mundo do search.

Em artigo do site especializado Search Engine Watch, o que está previsto é que essa atuação expanda-se inclusive para fora dos muros do marketplace Amazon. Veja: “In another extension of its full-court press to rapidly expand its online advertising business, Amazon is now testing a pilot program that lets advertisers use search queries to retarget ads across the web using its demand side platform. It’ll be the first time Amazon’s rich search data will be used outside the walls of its own platform for advertisers to capture shoppers’ intent and serve up more personalized ads”.

Ou seja, Amazon passa a ser um player de online advertising cada vez mais abrangente e poderoso, tendo como upside desse movimento incomodar também o Google no mundo do search.

Briga de cachorro muito grande. E a gente aqui, só assistindo de camarote.

Fonte: ProXXima

Zeeng Score é destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Zeeng Score: o indicador da sua marca no ambiente competitivo

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital.

“Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”,  explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Confira o vídeo sobre o lançamento do Zeeng Score:

Lançamento repercutiu nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

A novidade foi destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil, como: ProXXima, Meio & Mensagem, Revista Live Marketing, AdNews, e dezenas de outros.

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Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Afirmação foi de Eduardo Prange, durante palestra no 1º Congresso da Transformação Digital

A manhã do último sábado, 17, começou agitada no 1º Congresso da Transformação Digital. Com três palestras simultâneas desde as 9h, a movimentação na Fundaparque, em Bento Gonçalves, é tão intensa quanto ontem. Uma das atrações tratou de ‘Data Driven Marketing: Os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital’, ministrada por Eduardo Prange, CEO da Zeeng. E, para explicar o conceito da técnica, comparou: “Data Driven nada mais é do que um mundo orientado por dados, com mais agilidade e facilidades. É como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento”.

Explicando também que a ferramenta é uma disciplina de marketing baseada em dados, “algo que se tornou essencial para as definições estratégicas”, Eduardo focou sua explanação no conceito de real time. Segundo ele, antes mesmo de pensar em dados, as empresas precisam fazer o famoso feijão com arroz, que significa investir na presença digital. Para ele, o primeiro passo para o uso de Data Driven é estar em um site institucional que permita o uso de Analytics, nas principais redes sociais e produzir conteúdos para portais e blogs da área de atuação. Por outro lado, alertou: “Mais importante do que estar nesses ambientes digitais, é mensurar essa presença”.

As organizações, na opinião do palestrante, precisam entender que as pessoas deixaram de falar DAS marcas pelo desejo de falar COM elas. E para corroborar sua visão, apresentou cases de chocolates, séries da Netflix e aplicativos de relacionamento, que adaptaram suas estratégias conforme coletavam dados, opiniões e reações das pessoas no mundo online. Citou ainda o caso de vazamento de dados da Cambridge Analytica na eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. “Essas informações já são capazes de definir processo eleitoral. Alguma dúvida de que é preciso olhar para Data Driven?”, provocou.

Como etapa mais prática da sua palestra, Eduardo apresentou plataformas capazes de encontrar dados de pessoas – e usou o nome de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como exemplo de busca – e de analisar a presença digital de marcas – e optou por mostrar uma empresa local, a Vinícola Aurora. O palestrante finalizou a explanação afirmando: “O Data Driven pode nos guiar, mas para frente. Ao usar dados, não olhamos mais para o passado na tomada de decisões estratégicas”.

Confira apresentação na íntegra: Data Driven Marketing – Os dados como verdadeiros aliados nas estratégias digitais from zeengbr

O evento contou cobertura em tempo real realizada pela equipe do portal Coletiva.net, com apoio do Grupo Record RS.

LinkedIn entra no bonde do “Stories” com recurso “Student Voices”

A rede social de networking profissional LinkedIn está prestes a inaugurar uma função nunca antes vista na história da internet: “Stories”. Ok, ironias à parte, a rede, de propriedade da Microsoft, confirmou informações de pesquisadores digitais e afirmou que está, de fato, testando uma função similar aos Stories do InstagramFacebookWhatsApp e o precursor de todos eles, o Snapchat. Ainda sem previsão de lançamento, a chamada “Student Voices” será direcionada à demografia universitária presente no LinkedIn.

Algumas diferenças entre a Student Voices e os Stories da indústria, porém, pontuam uma separação leve entre si: no caso do LinkedIn, primeiramente, não serão permitidas fotos, apenas vídeos. Mais além, ao contrário das outras redes, o material publicado pela Student Voices não deve desaparecer após 24 horas, mas sim depois de uma semana, estando ainda disponíveis nas atividades recentes do usuário (ou em um slideshow fixo dentro da página de alguma universidade, por exemplo).

Falando ao Techcrunch, a gerente de produtos do LinkedIn, Isha Patel, disse: “As playlists de campus são uma nova função de vídeo que estamos aos poucos disponibilizando para alguns estudantes universitários dos EUA. Como sabemos, estudantes adoram caturar em vídeo os seus momentos, então criamos este novo produto para auxiliá-los a se conectarem entre si por meio de experiências compartilhadas no campos, criando um senso de comunidade”.

O LinkedIn ainda diz que a ferramenta ambiciona incentivar o compartilhamento de eventos universitários por parte dos estudantes, como feiras de recrutamento de estágios, workshops e palestras: “É uma ótima forma dos estudantes construírem seus perfis e ter este conteúdo autêntico, que mostra quem eles são e quais têm sido as suas experiências acadêmicas e profissionais. Ter estes vídeos apresentados em seus perfis pode ajudar os estudantes a ampliarem a sua rede de contatos, prepará-los para a vida após a graduação, além de auxiliar empregadores em potencial a aprender mais sobre eles”, disse Patel.

Essa é mais uma manobra do LinkedIn para ampliar seu poder de atração junto ao público jovem: recentemente, algumas atualizações da plataforma inauguraram testes com emojis de reações (similar ao Facebook) e até postagem de threads e comentários com GIFs.

(Imagem: Divulgação/LinkedIn)

Fonte: Techcrunch

Facebook e Instagram agora avisam quanto tempo o usuário passa nas redes sociais

Há algum tempo, o Facebook tinha anunciado a ferramenta “Tempo no Facebook” para ajudar os usuários a gerenciarem quanto tempo eles passam navegando pela rede social. Eis que nesta quarta-feira (21), o recurso é enfim lançado, chegando gradativamente aos dispositivos Android e iOS. Na seção em questão, é possível visualizar quantos minutos foram gastos no app no aparelho celular em uso durante a última semana.

O usuário também pode definir um limite diário e receber um lembrete para que o aplicativo o avise para dar uma pausa na navegação após um determinado tempo. É importante ressaltar que a ferramenta não se aplica apenas ao Facebook, já que o Instagram também está recebendo esse novo painel de atividades. Para encontrar os novos recursos, basta acessar a página de configurações em qualquer um dos dois apps.

No Facebook, toque em “Tempo no Facebook”, e no Instagram, basta selecionar “Sua atividade”. Na parte superior, haverá um painel revelando o tempo médio que cada app foi usado. É possível ver somente o total do dia, também. E para definir um lembrete diário, que o alertará quando atingir o tempo estipulado para passar na rede social, basta configurar o painel na parte de baixo. O lembrete pode ser alterado ou cancelado a qualquer momento.

(Imagem: Facebook Newsroom)

Caso queira um empurrão extra para não acessar muito ambas as redes, basta ir em “Configurações de notificação” e ativar a nova opção “Silenciar notificações Push”. Com isso, as notificações do Facebook e do Instagram serão silenciadas por um tempo. Apesar de estarem um pouco escondidas, as duas ferramentas podem ajudar os usuários a se manterem um pouco mais desapegados das mídias sociais, focando as atenções em outras atividades.

Contudo, o recurso está chegando apenas para aplicativos e, portanto, nas versões web do Facebook e do Instagram o uso permanece livre, sem opções de auto gerenciamento de tempo. Isso levanta questões sobre opções mais pesadas de restrições, ou pelo menos mais expostas, às vistas dos usuários. Além disso, não há uma distinção exata da contagem de tempo ativa e passiva no painel, o que pode dificultar um pouco o gerenciamento.

Isso significa que não dá exatamente como ver detalhadamente quanto tempo é gasto visualizando o feed de notícias, assistindo Stories ou explorando fotos e perfis; tampouco é definido se/quando o usuário cria postagens ou comentários e/ou envia mensagens privadas e interage em grupos. Ter um gráfico com tais detalhes certamente forneceria uma visão mais clara e possivelmente ajudaria a pessoa a transformar seu tempo nas redes sociais em algo mais produtivo.

Em agosto, quando as novidades foram anunciadas oficialmente, o comunicado afirmava que as ferramentas foram desenvolvidas para que “o tempo que as pessoas passam no Facebook e no Instagram seja positivo, inspirador e com propósito”. A companhia de Mark Zuckerberg ainda desejava que “as novas ferramentas proporcionem mais controle sobre o tempo que as pessoas passam em nossas plataformas e também estimulem conversas entre pais e filhos sobre os hábitos online mais adequados para eles”.

Fonte: WiredTech CrunchFacebook Newsroom 

SBT cria espaço para produção de conteúdo digital

Chamado de Nano Box, estúdio servirá para a produção de lives, webséries, entrevistas e ações de branded content exibidas na plataforma online

Para ampliar a produção de conteúdo voltado às plataformas digitais, o SBT anuncia a criação do Nano Box, um espaço exclusivamente dedicação ao desenvolvimento de formatos e produção de programas, atrações, lives, webséries e outros tipos de conteúdo que serão exibidos nas plataformas digitais do canal.

De acordo com o comunicado, a emissora projeta o lançamento de várias atrações nos próximos meses como forma de ampliar a conexão com sua audiência nos meios digitais e, também, criar diferentes fontes de receita comercial. Uma das funções do Nano Box será, inclusive, ajudar a conectar creators e marcas em projetos que explorem o conteúdo da emissora.

Para estrear a área, o SBT produziu um vídeo com alguns nomes de seu elenco – como Celso Portiolli, Maísa Silva e Carlos Alberto de Nóbrega – reagindo a vídeos de câmeras escondidas exibidos pelo canal e com uma breve apresentação no novo estúdio. Veja:

Fonte: Meio & Mensagem

Jornal chinês é apresentado por âncora com Inteligência Artificial

Uma agência de notícias do governo chinês começou a utilizar inteligência artificial para apresentar as notícias do país. A “IA âncoras” foi criada pela agência Xinhua em parceria com a Sogou, empresa responsável por um dos buscadores mais populares da China.

Dois modelos foram criados, um para noticias em inglês e outra para a língua local. Para o desenvolvimento dos apresentadores, foram utilizados imagens e áudios de jornalistas reais que trabalham na emissora.

No entanto a tecnologia tem bastante limitações, já que as expressões do apresentador são com poucos movimentos de outras partes do corpo durante a fala. A voz também não é muito avançada e aparenta ser mais robótica do que de outras empresas.

Mesmo com esses problemas a companhia continuará com a tendência para a evolução na área.

Veja a apresentação do jornal abaixo:

Fonte: AdNews

Facebook usará IA para saber com quem você mora e como é a sua casa

O modelo de negócios do Facebook requer que a rede social saiba cada vez mais sobre quem são seus usuários para melhor direcionar as publicidades. Assim, quanto mais a rede souber sobre alguém, melhor.

Uma patente registrada recentemente pelo Facebook e publicada no site do Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos EUA revela que a rede social parece estar encontrando formas de saber como são as casas de seus usuários e com quem eles moram:

“Um sistema online prevê características familiares de um usuário, por exemplo, tamanho do domicílio e composição demográfica, com base nos dados de imagem do usuário, por exemplo, fotos de perfil, fotos postadas pelo usuário e fotos postadas por outros usuários conectados socialmente com o usuário, e dados no perfil do usuário que sugerem relacionamentos entre indivíduos mostrados nos dados de imagem do usuário.”

A técnica utiliza aprendizado de máquina e reconhecimento de imagens por inteligências artificiais para interpretar fotos, interações entre usuários, relações de parentesco e relacionamentos. O objetivo, de acordo com o registro, é “fornecer uma entrega de conteúdo aprimorada e direcionada ao usuário e sua família’. Usando os novos algoritmos, o Facebook será capaz de entender quem são seus colegas de quarto ou mesmo se há crianças pequenas que não possuem perfis na rede social vivendo sob o mesmo teto que você.

A novidade pode ser um diferencial para o Facebook, já que nenhuma outra empresa possui informações suficientes para oferecer serviços que englobem toda uma unidade residencial e seus ocupantes, fornecendo melhorias no direcionamento de publicidades. A patente, que foi publicada na última quinta-feira (15), foi registrada em maio, mas nada pode assegurar que já não esteja sendo utilizada pela rede social no fornecimento de anúncios segmentados. Esta mais uma prova de que não sabemos como nossos dados estão sendo utilizados pelas empresas a quem os confiamos.

Fonte: PhoneArena

Área de Customer Success cresce nas empresas

O cliente é quem dá a vida para que uma empresa possa existir. Por isso, conhecê-lo melhor, entender o que cada um deles desejam, acompanhar todos os processos durante e após uma compra se tornou obrigação para todas as empresas, independentemente da área de atuação. É importante que o cliente sinta que ele é ouvido, e mais do que isso, que é entendido.

Em meio a essa necessidade do mercado nasce a área de Customer Success, Sucesso do Cliente (em português), que tem o objetivo de se aproximar e melhorar a experiência entre os clientes e as empresas. A área busca transformar o processo de pós-venda e garantir o sucesso do consumidor e sua retenção na empresa.

Entretanto, essa área ainda não é muito praticada aqui no Brasil. Um estudo realizado pela MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, ouviu 300 profissionais da área de todo País e mostrou que 86% das empresas que não possuem a área de Customer Success (CS) têm o objetivo de desenvolvê-la ainda em 2018. “O estudo apontou que o conceito de Customer Success ainda é muito novo no Brasil, e não está claro que o investimento em CS pode ser tão ou mais vantajoso que a área de vendas, por exemplo” relata Diego Azevedo, Customer Success Manager da MindMiners.

Porém, já existem empresas que estão investindo no segmento e mostram resultados positivos. Na upLexis, empresa de tecnologia, a área foi implementada em 2016 com 4 profissionais e após dois anos a equipe já possui mais de 10 pessoas envolvidas no sucesso dos clientes. “Nosso foco é o cliente, entender o que ele precisa, ajudando-o no uso da nossa plataforma e mostrando o valor que existe no que ele contratou. É uma cultura que centraliza no cliente um pensamento que vai muito além de vender. É cuidar e gerir tudo que envolve o processo de compra e permanência na empresa”, comenta Eduardo Tardelli, CEO da upLexis.

Já na BizCapital, fintech que torna o crédito mais acessível e atende micro e pequenas empresas que estão fora do radar dos grandes bancos, têm a área desde maio de 2017, atualmente são 7 profissionais dedicados no departamento. “Nosso foco é ter uma atitude consultiva com ele em todas as etapas do processo, abrindo um canal de comunicação para deixá-lo mais seguro e confortável em obter o empréstimo para crescimento da sua empresa. Caso o empréstimo não seja concluído, ele perceba que possui um canal disponível para uma futura parceria”, comenta Thiago Angola, diretor de Customer Success.

A MVarandas, plataforma que desenvolve soluções de gestão operacional para estabelecimentos comerciais do ramo alimentício. Implementou o departamento há pouco mais de 5 meses na empresa, com 6 colaboradores disponíveis entre eles, Customer Success Manager, Customer Success Implementation e Customer Success Training. “A implementação da cultura de CS é essencial, pois ela visa equalizar os objetivos de todas áreas, focando na garantia da entrega dos resultados esperados pelo cliente.” explica Rafael Gouveia, coordenador de Customer Success.

Na Agrosmart, plataforma de agricultura digital, a área de Customers Sucess tem grande influência na empresa e é essencial para garantir o seu sucesso. A empresa criou a área para atender melhor o cliente, proporcionar melhores experiências e potencializar a percepção de valor do serviço do negócio para o mercado. Em pouco tempo, conquistaram uma ampliação no monitoramento nas áreas internas, impulsionando diretamente no trabalho da empresa e na retenção de clientes.

Para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, plataforma de big data para a área de marketing e comunicação, o sucesso do cliente é o sucesso de uma empresa. “A área sempre foi tratada como crucial para o negócio, não conseguiríamos imaginar como seria se não tivéssemos a implementado. Recentemente evoluímos a área trazendo uma visão mais data driven sobre o comportamento de nossos clientes como forma de nos anteciparmos de possíveis perdas, visto que diagnosticamos que o nível de engajamento dos clientes com a Plataforma possui relação direta com a sua retenção” comenta Prange.

Já no Promobit, social commerce de promoções, a área não existia desde o começo, mas foi após a aplicação do CS que se deu escala a um hábito vital: entender quem realmente importa e melhorar sua experiência. “O hábito de escutar os usuários, colher feedbacks, compreender problemas e gerar insights sempre esteve entre nós, porém com o crescimento da plataforma, nos últimos, anos passou a ser necessária a estruturação da área de CS, bem como a utilização de ferramentas, para isso foi implementado o NPS e Ombudsman” completa Fabio Carneiro, COO do Promobit.

Para Jordão Bevilaqua, Head de Marketing da Xtech Commerce, o diálogo com os clientes está mais próximo após a implementação da área de CS na empresa. “Só com o atingimento do sucesso de nossos clientes somos capazes de mantê-los, especialmente porque passamos a dialogar de forma mais próxima. Para conseguir isso toda nossa capacidade de desenvolvimento tecnológico é utilizada associada a nossa área de CS para tornar as nossas soluções mais robusta”, revela Jordão. Para aproximar e auxiliar os clientes, a Xtech desenvolveu materiais de apoio como ebooks, vídeos e hangouts.

Para Enrico Vincioni, Head de Customer Experience da BeeTech, fintech especializada em transações cross border, a implementação desta área foi uma evolução do atendimento e a recorrência de clientes é cada vez maior. “Sempre nos preocupamos com o atendimento nos mais diversos canais de comunicação (telefone, e-mail,Whatsapp, etc) e em entregar o melhor serviço. Fomos uma das primeiras fintechs do Brasil com atendimento via chat. Investimos em treinamento e em pesquisas sobre tendências de mercado para conseguir ajudar os clientes com excelência nos mais diversos assuntos. Por mais tecnológicas que sejam nossas plataformas não queremos perder nossa característica humana, explica Vincioni.

O Supermercado Now, plataforma de supermercado online, investe em CS desde o início. “Sabíamos que a experiência dos clientes seria fundamental para nosso sucesso. Isso gera a recorrência”, explica Denise Garcia coordenadora de relacionamento. A startup acompanha toda a jornada dos clientes uma vez que eles são seus steakholders. “Eles nos ajudam a tomarmos decisões internas. Sabemos quais são nossas fortalezas e pontos a melhorar e isso é priorizado em nosso planejamento.” explica. “Realizamos ações diferenciadas. Separamos todos os meses alguns nomes que serão prestigiados, seja aniversário ou datas especiais. Enviamos cartas assinadas à mão e até produtos que sabemos que eles gostam”, diz a coordenadora.

A Trustvox, plataforma de certificação de reviews, implantou a área de Customer Success desde o início do negócio, pois o cuidado com o cliente sempre foi prioridade para a empresa. “Nós procuramos fazer um trabalho proativo, ajudando a gerar insights estratégicos para os clientes. Devido ao trabalho que estamos realizando na área de CS sentimos uma melhora na qualidade e frequência no contato com eles, já que muitos processos foram estruturados de acordo com aquilo que ele precisava. Além disso, eles passaram a conhecer a Trustvox e por isso o índice de satisfação melhorou”, afirma Isabella Barthem, responsável pela área de Customer Success da Trustvox.

Há cinco anos, a Propz, empresa que oferece soluções de CRM, inteligência analítica e big data que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada, implementou a área de CS, que hoje conta com 18 profissionais. Na empresa, o profissional de Customer Success entra em ação, trabalhando para que cada expectativa alinhada com o cliente seja atendida, gerando satisfação e sucesso do mesmo. Para isso, fazemos disparos de campanhas, sugestões de segmentação e enviamos ofertas, pegando os desejos dos consumidores e trazendo-os para a realidade.

Fonte: Segs

Zeeng Score – Indicador que permite comparar marcas e/ou empresas no ambiente digital

Integrada a Zeeng Platform, nova funcionalidade unifica parametrização da análise competitiva de marcas no ambiente digital

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital. “Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

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