Zeeng Protagonizando nas Eleições 2018

Entender um cenário político em constante transformação no Brasil nunca foi tão importante. Por isso a Zeeng coletou uma abrangente gama de dados, apresentando uma fotografia acurada – quantitativa – da militância dos presidenciáveis na web. Trata-se de um norte, neste terreno escorregadio, para a corrida eleitoral de 2018.

Nosso primeiro estudo das Eleições 2018 foi publicado no dia  27 de novembro de 2017 e você pode conferir aqui ou na íntegra:

 

Além de inúmeros clientes candidatos nas mais diferentes esferas: presidenciáveis, deputados, senadores e governadores a nossa Plataforma também tem pautado os principais veículos de comunicação do país nesta tão importante eleição onde o digital está mais presente do que nunca.

 

Você pode conferir matérias com base no levantamento realizado pela Zeeng:

Publicado pelo El País:

Segundo Maílson da Nobrega, chances do pré-candidato vencer eleições não passam de 20%

Publicados pela Veja:

Levantamento compara o volume de conteúdo sobre o ex-presidente entre agosto de 2017 e janeiro de 2018 em sites brasileiros

Alckmin, Bolsonaro e Ciro aparecem quase o mesmo tanto em matérias jornalísticas.

Os dois primeiros em números de seguidores.

Mais seguidores.

Em um cenário ruim, Bolsonaro se destaca.

 

Já pensou em entender o seu posicionamento e compara-lo com o seu ambiente competitivo? Verificando a veracidade das notícias e acompanhando em tempo real suas redes e as de seus concorrentes? Experimente a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.

Fake News – A fofoca na internet

“A notícia falsa é um conteúdo em geral disseminado na web, que emula uma página de jornal. Tem uma manchete, tem jeitão de notícia, mas não foi produzida conforme os protocolos do jornalismo”
Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab

“Gilmar Mendes mandou cancelar o BBB17”, “Governo de Goiás está distribuindo bonecas com órgãos sexuais trocados”, “Pombas são moídas junto com a cerveja”, “Projeto de Lei exigirá uniforme unissex em 2018”, “Pablo Vittar ganhará programa infantil com o apoio da Lei Rouanet”, “Filho do ex-presidente Lula é visto com uma Ferrari banhada a ouro no Uruguai”, “EUA e ONU sugerem intervenção militar no Brasil”… E por aí vai.

As frases acima foram ditas na rede mundial de computadores – internet, onde desconhecidos, por meio de perfis falsos ou não, compartilharam informações inverídicas sobre determinadas personalidades, causando dúvidas aos espectadores e prejuízos morais aos ofendidos.

Difamar personalidades, mudar a opinião pública de um político, destruir a imagem de determinada empresa ou de um produto, distorcer fatos e opiniões, são alguns dos resultados deste mundo globalizado que a cada dia é mais dependente da tecnologia para se comunicar.

A facilidade de comunicação tem possibilitado a disseminação de notícias de origem duvidosa, que vem afetando periodicamente diversos brasileiros – famosos ou anônimos. Com a Zeeng,  plataforma de Big Data Analytics, você tem a informação com segurança e qualidade, pois o sistema verifica a relevância dos portais de notícia e os classifica.

A fofoca do dia a dia ganha cada vez mais forças, já que vem sendo exposta naturalmente nas redes sociais, na sua maioria: Twitter, Facebook e WhatsApp. Comportamento que, muitas vezes ingênuo, vem causando muita dor de cabeça aos citados.

Porém esse costume não é novidade. Ele acompanhou a virada dos séculos, distorcendo até a nossa história. Como exemplo na política podemos citar o que revelou Cesar Maia em sua obra “Política e Ciência” (Maia, Cesar. 1998. Editora Revan) “…500 pessoas espalhadas em vários botequins repetindo a mesma frase fazem um estrago e disseminam um boato”. Ele lembra o episódio das eleições municipais do Rio de Janeiro em 1996, em que deu uma ajudinha ao seu candidato a prefeito, Luiz Paulo Conde, para derrotar Sérgio Cabral — o ex-governador, hoje preso. Cesar Maia pediu a um assessor que colocasse 150 pessoas em bares tomando café e dizendo “Eu soube que o Cabral vai renunciar”. Adivinhe? Conde foi eleito.

Recentemente podemos citar o caso da vereadora do Psol, Marielle Franco, assassinada em março de 2018, que teve seu nome exposto de forma completamente leviana nas redes sociais, onde políticos “notáveis” citaram a líder comunitária Marielle como “ex-esposa do Marcinho VP”, traficante que comandava o tráfico na zona sul do Rio, “usuária de maconha” e “defensora de facção rival e eleita pelo Comando Vermelho”.

O departamento jurídico do Psol, familiares e voluntários mobilizaram uma força-tarefa para desmascarar os autores das “Fake News” que difamaram a vereadora, e junto ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) buscam punição dos autores, sendo que boa parte deles se desculparam publicamente e desmentiram os boatos.

Mas, do que vale a desculpa e o sentimento de arrependimento quando a notícia já se espalhou e já causou dor e sofrimento ao ofendido, assim como aos seus familiares, amigos e colegas de trabalho? O compartilhamento de notícia falsa pode acarretar consequências jurídicas graves para o autor da postagem, já que o abalo causado à vítima não é apenas moral ou em seu círculo de amigos, mas também material, como pode ocorrer em virtude da dispensa de um emprego.

Desta forma, além de incorrer em responsabilidade criminal, onde será apurado a conduta por crime de calúnia, injúria e difamação, a vítima ou até mesmo seus familiares (dano moral reflexo), podem buscar uma reparação civil na justiça com objetivo de recebimento de indenização.

No Brasil, em vista ao regime democrático, a verdade não é absoluta e o uso da internet é cercada por princípios, como a preservação e a garantia da neutralidade da rede (art. 3.º, inciso IV, Lei 12.965/14) e a liberdade de expressão, comunicação e manifestação de pensamento (art. 3.º, inciso I, Lei 12.965/14), e tem como objetivos o acesso à informação, ao conhecimento e à participação na vida cultural e na condução dos assuntos públicos (art. 4.º, inciso II, Lei 12.965/14).

“E ainda temos o Marco Civil na Internet – Lei nº 12.965/14 que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, o qual deve ser observado não somente pelos usuários, mas também pelas empresas de comunicação em massa.”

Logo, todo cuidado é pouco. Sempre se deve procurar saber a fonte da informação, buscar verificar a notícia em um site jornalístico sério e de qualidade. E sempre desconfiar do apelo exagerado à sensação – sensacionalismo –, que viralizamos sentimentos de ódio, raiva, medo e revolta.

Afinal, a educação também deve estar presente na mídia e nas redes sociais, pois quem hoje compartilha, pode estar sendo um “alvo” amanhã. Devemos valorizar a liberdade conquistada em um espaço democrático, já que toda mudança de pensamento é construída com base no conhecimento ensinado, compartilhado e adquirido pelas diversas formas de expressão.

Fonte: Justificado

Preocupado com fake news, Lula desmente candidatura com Pabllo Vittar

As mídias sociais horizontalizaram a comunicação, mas também popularizaram as fake news. Em um mundo que qualquer usuário compartilha informações que podem ser vistas por milhares de pessoas, diversas postagens tomam proporções gigantescas. E em tempos eleitorais, esta forma de gerar conteúdos ganha um espectro ainda mais enviesado.

Uma das últimas demonstrações desta maneira de espalhar notícias aconteceu com Lula. Na última semana, o político anunciou que sua chapa teria Fernando Haddad como vice-presidente, porém a nota nem teve tempo de ser divulgada e a internet já correu para eleger outros presidenciáveis.

Por meio de uma montagem sem autoria definida, a web trocou Haddad por Pabllo Vittar. Feita de maneira inverossímil, a imagem, que foi levada na brincadeira, demonstra como as eleições deste ano serão influenciadas pelas redes sociais e o quanto os partidos estão preocupados com o fenômeno.

Tida como uma “brincadeira” que poucas pessoas acreditariam, a fake news ativou o alerta vermelho do PT e fez com que ele chegasse até a postar uma nota oficial em suas redes. Confira abaixo o comunicado que agora pode chamar a atenção, mas, que daqui alguns meses, poderá ser praxe nas páginas oficiais de presidenciáveis:

Está circulando essa imagem na rede então vamos explicar: o vice de Lula é Fernando Haddad e não Pabllo Vittar, pessoal. #OBrasilFelizDeNovo #timeLula

Publicado por Lula em Segunda, 6 de agosto de 2018

Fonte: adnews

Conheça 7 formas de engajar o público com posts em mídias sociais

A interação do público é de grande importância para a detecção da popularidade e da saúde de uma empresa. Porém, para apresentar números sólidos provenientes de uma base ativa de seguidores é necessário que diversas medidas sejam tomadas para que essa taxa de vitalidade nas mídias sociais se concretize.

Para facilitar os caminhos e apontar as estratégias mais aceitas nas redes para engajar, separamos sete dicas que podem alterar o alcance de fanpages em diversas plataformas;

Confira a lista completa abaixo:

1- Procure postar coisas atuais e relevantes

No mundo de hoje, em que as informações chegam nos usuários de forma rápida, é importante buscar assuntos diferentes e que o público deseje ler. Feriados, não somente tradicionais como o Natal ou o Ano Novo, são boas pautas e atraem diferentes públicos.

2- Tenha sua própria personalidade

As pessoas farão julgamentos a respeito do seu conteúdo baseadas na forma em que são publicados, por isso é importante ser autêntico e ter uma marca registrada. Pense como se sua empresa fosse uma pessoa física e como agiria nas redes sociais.

3- Incorpore as imagens corretas para seus posts

O Buzzsumo, ferramenta de monitoramento de mídias sociais, mostrou que adicionar imagens a um post no Facebook aumenta em 2,3% o engajamento do público. Já os tweets que possuem alguma imagem podem gerar 150% mais interação. Investir nas imagens corretas é uma forma de disseminar seu trabalho pelas redes.

4- Seja transparente

O público mais exigente sabe quando está sendo enganado. Portanto, deixar os valores da marca claros e ser honesto com o público é um grande diferencial.

5- Seja ativo e interaja: responda aos comentários

Hoje em dia, os internautas gostam de sentir que fazem a diferença, e, de fato, fazem. Quando se trata da interação entre empresa e público é muito importante que haja contato, portanto, procurar se comunicar com os clientes faz com que eles queiram voltar.

6- Peça por feedbacks e sugestões

Para buscar melhora é importante ouvir opiniões e sugestões que saiam da zona de conforto. Solicitar feedbacks e sugestões por meio das redes sociais são formas de agregar diferentes conteúdos e trazer outras pessoas para dentro da empresa.

7- Planeje conteúdo

Organização sempre será uma das chaves do negócio. Ter uma agenda de planejamento fará com que o conteúdo esteja atualizado e não correrá o risco dele se repetir nas redes.

Fonte: adnews

Data Driven Marketing: os dados a favor da comunicação

O valor não está mais na informação em si, mas na capacidade de tratar, analisar e contextualizar

 Nunca se produziu tanta informação no mundo. Estima-se que 90% dos dados disponíveis hoje foram criados nos últimos dois anos: nesta era digital, somos todos consumidores altamente conectados e deixamos traços por onde passamos, seja na web e fora dela.Mas esse enorme conjunto de dados complexos, estruturados ou não — o tão falado big data — que abriga informações importantes para os negócios, é inútil se as marcas não souberem como lidar com ele.

O valor não está mais na informação em si, mas na capacidade de tratar, analisar e contextualizar. Assim se faz o melhor uso dos dados, conseguindo que eles efetivamente enriqueçam nossas campanhas, inspirem nossas ideias e confiram mais relevância aos nossos projetos, resultando no sucesso dos nossos clientes.

A análise estratégica desses dados traz relevância para os negócios, além de possibilitar que sua marca fique mais próxima do cliente, chamando sua atenção e oferecendo a oportunidade de otimizar a experiência que será proporcionada a ele. Neste cenário, as agências de comunicação têm usado cada vez mais o recurso do data driven marketing ou marketing orientado por dados. Ou seja, as ideias e as decisões para ações de marketing são embasadas na análise das informações coletadas sobre o público e o mercado. Com isso, a mensagem que chega ao cliente é a que ele quer ouvir (ou ler) em qualquer canal em que ele esteja, do jeito e na hora em que ele quiser.

Essa ferramenta traz subsídios valiosos para o desenvolvimento de novas ofertas em produtos, bens e serviços, além de ajudar a reduzir custos operacionais e proporcionar diversos outros benefícios. Permite inclusive que sua marca se torne mais próxima do público e você consiga fazer projeções, de acordo com o comportamento do cliente, e formular estratégias mais objetivas. Por que esperar pelo futuro se é possível antecipar tendências, comportamentos e programar o que se vai fazer amanhã?

Um estudo da consultoria BCG em parceria com o Google, aponta que empresas que adotam a cultura dos dados em sua relação com os consumidores têm receita até 20% maior e chegam a cortar os custos em 30%. Com o marketing orientado por dados, é possível ter uma visão mais ampla sobre o seu negócio e o mercado como um todo, ouvir e entender os consumidores, conhecer a concorrência e o que eles buscam. Além disso, é possível planejar e medir estratégias e resultados de suas campanhas, seus investimentos em mídia e identificar que ação ou conteúdo pode fazer mais sentido para cada segmento do seu público.

A boa notícia é que está mais fácil aplicar inteligência a todos esses processos, graças às novas tecnologias. Existem diversas plataformas e inúmeras fontes de dados disponíveis para que as agências de comunicação consigam aperfeiçoar a performance das ações – suas e dos seus clientes – além de ajudarem na criação de novas diretrizes para os negócios.

Por fim, o essencial para que tudo dê certo é você entender o posicionamento do cliente, suas dores, conhecer e comparar o ambiente competitivo em que ele se encontra. Esses e outros dados vão dar sustentação às decisões para melhorar a experiência e os resultados dos clientes. E aí, sua agência já é data driven? Não perca mais tempo!

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

IGTV – Nova Geração do Vídeo

IGTV – Saiba como usá-lo em sua estratégia de comunicação

O Instagram lançou mais um serviço e vale conhecer melhor a novidade, pois em breve ela tende a ser adotada por diversas empresas, inclusive do seu setor de atuação.

O serviço, conhecido como IGTV, é uma plataforma de vídeo integrada ao app Instagram, e permite aos usuários a publicação e visualização de vídeos longos, no formato vertical.

Sem dúvidas, este lançamento provoca uma ruptura no mercado de vídeo e grandes mudanças são aguardadas. Quer saber mais? Confira o material que nossos queridos parceiros do Grupo CDI prepararam sobre este lançamento.

Baixe o guia sobre essa nova ferramenta do Instagram e aprenda como utilizar o IGTV em sua estratégia de comunicação.

Data Driven Marketing: os dados trabalhando a favor da sua agência

Na era digital, as marcas lutam para serem relevantes: com data driven marketing, as agências de comunicação ajudam a entregar o conteúdo adequado na hora e formato para o cliente certo

Nunca se produziu tanta informação no mundo. Estima-se que 90% dos dados disponíveis hoje foram criados nos últimos dois anos: nesta era digital, somos todos consumidores altamente conectados e deixamos traços por onde quer que andemos, na web e fora dela. Mas esse enorme conjunto de dados complexos, estruturados ou não – o tão falado big data -, que abriga informações importantes para os negócios, é inútil se as marcas não sabem como lidar com ele. Como eu disse em outro artigo, o valor não está mais na informação em si, mas na nossa capacidade de tratar, analisar e contextualizar essa informação. Assim se faz o melhor uso dos dados, conseguindo que eles efetivamente enriqueçam nossas campanhas, inspirem nossas ideias e confiram mais relevância aos nossos projetos, resultando no sucesso dos nossos clientes.

A análise estratégica desses dados traz relevância para os negócios, além de possibilitar que sua marca se torne mais próxima do cliente, chamando sua atenção e oferecendo a oportunidade de otimizar a experiência que será proporcionada a ele. Neste cenário, as agências de comunicação têm usado cada vez mais o recurso do data driven marketing, ou marketing orientado por dados, isto é, as ideias e as decisões para ações de marketing são embasadas na análise das informações coletadas sobre o público e o mercado. Com isso, a mensagem que chega ao cliente é a que ele quer ouvir (ou ler) em qualquer canal em que ele esteja, do jeito e na hora em que ele quiser.

O data driven marketing, portanto, traz subsídios valiosos para o desenvolvimento de novas ofertas em produtos, bens e serviços, ajuda a reduzir custos operacionais e oferece diversos outros benefícios. Permite inclusive que sua marca se torne mais próxima do público e você consiga fazer projeções, de acordo com o comportamento do cliente agora, e formular estratégias mais objetivas. Por que esperar pelo futuro se for possível antecipar tendências e comportamentos e programar o que se vai fazer amanhã?

Com o marketing orientado por dados, você consegue uma visão mais ampla sobre o seu negócio e o mercado como um todo, ouvindo e entendendo os consumidores, conhecendo a concorrência e o que eles buscam. Planeja e mede estratégias e resultados de suas campanha, seus investimentos em mídia e identifica que ação ou conteúdo pode fazer mais sentido para cada segmento do seu público.

Atuar com data driven marketing facilita e otimiza seguir e ativar campanhas e metas em diversos canais; monitorar os hábitos e as rotinas do público;  criar estratégias de aproximação com o público; personalizar a comunicação da sua marca; modificar e ajustar suas estratégias em tempo real; medir com precisão os resultados obtidos e integrar dados de diferentes fontes e perceber novos rumos.

Um exemplo de bom uso de data driven marketing pode ser visto no caso da revista The Economist, publicação internacional fundada em 1843. Em 2015, com a venda de assinaturas paralisada, a publicação percebeu que, para os não-leitores, ela parecia tratar apenas de assuntos econômicos. Então, após cuidadosa análise, tratou da segmentação do público e implantou plataformas de automação de mídia com o objetivo de mostrar a cada nicho – jovens, mulheres, gays, idosos – anúncios personalizados explicitando para estes públicos que a revista também trazia conteúdos que atendiam aos seus interesses e gostos específicos, indo muito além das temáticas econômicas.

O resultado desse trabalho focado na análise dos dados e no aproveitamento dessas informações para personalizar a campanha foi além das expectativas: 5,2 milhões de impressões e 64 mil novos assinantes em pouco mais de um ano, significando um aumento de faturamento de 51,7 milhões de libras.

A partir da análise dos dados relacionados ao problema a ser resolvido – aumentar o número de assinaturas -, a publicação centenária soube utilizar as informações de que dispunha e foi capaz de perceber a oportunidade e planejar ações visando atender à necessidade de obter novos assinantes. Ou seja, com os dados certos, análise e contextualização adequadas, é possível criar processos de marketing que atendam as demandas dos seus clientes e que podem ser escalados e repetidos.

Inteligência + tecnologia = melhor uso de data driven marketing

A boa notícia é que está se tornando mais fácil aplicar inteligência a todos esses processos, graças às novas tecnologias. Existem diversas plataformas e inúmeras fontes de dados disponíveis para que as agências de comunicação consigam aperfeiçoar a performance das ações – suas e dos seus clientes – além de ajudarem na criação de novas diretrizes para os negócios.

Ao contar com uma plataforma de big data analytics para marketing e comunicação, sua agência consegue entender o posicionamento do cliente e suas dores, bem como conhecer e comparar o ambiente competitivo em que ele se encontra. Esses e outros dados vão dar sustentação às decisões para melhorar a experiência e os resultados dos clientes. Sua agência já é data driven? Não perca mais tempo. A Zeeng está à disposição para ajudar.

Artigo escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng.

A CULTURA DE DADOS COMO FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO NO DIGITAL

Em tempo de transformação digital, é fundamental construir uma estratégia apoiada em profundas, sistemáticas e efetivas análises de dados

Os clientes são sempre lindamente, maravilhosamente insatisfeitos. Mesmo quando se dizem satisfeitos e os negócios estão indo bem, eles querem algo significativamente melhor”, Jeff Bezos. Esta frase do CEO da Amazon sintetiza bem o momento no qual estamos. Não há mais espaço no mercado para oferecer experiências mornas ou produtos que achamos que os consumidores desejam com base no nosso instinto ou no histórico de comportamentos observados até agora. A hora é de mais precisão. É necessário conhecer o cliente em profundidade, seguir seu momento de vida, acompanhar cada movimento que ele faça. E isso só é possível por meio de uma análise de dados efetiva.

Porém, quando se fala em análise de dados, é muito comum observar duas reações: a primeira é a de acreditar que o suficiente já está sendo feito. As companhias têm ferramentas e equipes de analytics e, com isso, já sentem que “cumprem essa obrigação” do mundo digital. A outra, é achar que não possuem dados suficientes ou condições adequadas para embarcar nesse universo big data. Geralmente, ambas estão equivocadas.

A maioria das empresas que considera estar realizando um bom trabalho de análise não está aproveitando as potencialidades dos dados para atender seus consumidores com mais precisão. Muitas vezes, imersas em um mundo de informações e nas possibilidades que elas geram, perdem o foco das necessidades reais que devem ser atendidas. Ou, não tendo os fatos como bases reais para as tomadas de decisão, fazem uma leitura dos dados insuficiente (ou viciada), que acaba apenas por confirmar ideias de negócio pré-estabelecidas, e não atendendo o cliente a contento. Por outro lado, as empresas que acreditam que a análise de dados é “apenas para grandes companhias” perdem oportunidades fundamentais de utilizar as informações que têm disponíveis para aproximar-se de seus usuários, desenvolver ofertas mais adequadas e alcançar o crescimento.

Enquanto isso, empresas de todas as envergaduras que são verdadeiramente guiadas por dados – as chamadas data driven enterprises – conquistam o consumidor e ganham mercado com velocidade. Mas o que as diferencia? O que é ser verdadeiramente guiado por dados?

Ao contrário do senso comum citado acima, não é ter as ferramentas certas ou a quantidade ideal de dados. Hoje, existem inúmeras tecnologias de análise distintas e uma proliferação incomensurável de dados que podem direcionar a muitas abordagens diferentes – certas ou erradas – para resolver o mesmo problema de negócios. O que diferencia essas companhias então, não é ter as “condições perfeitas”, mas conseguir identificar os desafios corretos e usar os dados que se têm em mãos para criar boas hipóteses de solução.

E sobre “encontrar os desafios corretos“, eu costumo fazer a seguinte analogia: se queremos ser inovadores, devemos agir como os cientistas que revolucionaram com suas teorias. Todos eles se basearam na profunda observação dos fatos. Então, é preciso observar os fatos, analisá-los, gerar hipóteses, experimentá-las e, assim, sucessivamente, até fazer uma descoberta. Quando eu crio o ambiente, consigo observar, tenho os fatos na minha mão, passo a ter clareza sobre o desafio que preciso perseguir e tenho um primeiro passo de uma solução. E são esses pequenos passos, dados de forma sistemática, que nos levam ao resultado que será disruptivo.

A informação é o petróleo do século 21 e a análise é o motor de combustão Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner.

Alcançando o potencial da análise de dados

Para aproveitar o potencial do big data, seja a sua empresa uma multinacional ou uma pequena operação familiar, não espere para ter tudo em mãos, comece pequeno: descubra os pontos de dor do seu value stream, do seu consumidor, uma necessidade estratégica de sua companhia e concentre-se nos dados que dizem respeito a essas questões.

Depois, crie na sua empresa uma cultura de experimentação sustentável que aproveite os insights gerados pelos dados. Aqui, o grande segredo é construir formas de cocriação com equipes multidisciplinares que tragam para a equação diferentes pontos de vista e, com essa inteligência coletiva, elaborar as hipóteses mais completas sobre os dados disponíveis. Assim, será possível chegar a soluções mais acertadas e atingir grandes resultados, além de alimentar constantemente as bases de informação da empresa.

“Em empresas tradicionais, a ‘inteligência de negócios’ é geralmente gerenciada por departamentos; as diferentes funções selecionam suas próprias ferramentas, controlam seus próprios bancos de dados e treinam seu próprio pessoal. Mas assim, o caos está instalado. (…) Por outro lado, os concorrentes que têm fortes bases de Analytics centralizam a inteligência de dados para garantir que informações críticas e outros recursos sejam bem gerenciados e que partes diferentes da organização possam compartilhar dados facilmente, sem os impedimentos de formatos, definições e padrões inconsistentes”, Thomas H. Davenport, em artigo no Harvard Business Review.

Para isso, na CI&T, por exemplo, temos como base a filosofia de gestão Lean e seu foco no que é valor para o consumidor, que estabelece e sustenta a cultura de colaboração e de aprendizado constante para atingir a melhoria contínua. E utilizamos também abordagem do design thinking – cujos pilares são a empatia, a cooperação e a experimentação – e as ferramentas de design que instrumentam esse formato.

Então, meu conselho para as lideranças nesse ambiente é: procure aprofundar-se em metodologias que sustentem um ambiente colaborativo, aplique princípios do Lean, busque respostas no design e comece de uma maneira simples. Traga para perto as pessoas envolvidas com analytics, crie grupos com diferentes habilidades e permita-se discutir os reais problemas de negócios com eles para encontrar as soluções conjuntamente a partir do que os dados retornam. E quando este processo tiver iniciado, naturalmente, outros dados de outras fontes surgirão para enriquecer as soluções nas quais os times estiverem trabalhando. O segredo é a empresa preparar suas bases e abrir-se para o mindset digital, para o mindset de crescimento e permitir-se arriscar, experimentar para adquirir aprendizado. Na segunda-feira, chame seu pessoal e comece a implementar!

Fonte: digitalks

Zeeng é destaque no projeto Draft

A Zeeng é uma plataforma de Big Data Analytics para marketing e comunicação

Nome:
Zeeng.

O que faz:
É uma plataforma de Big Data Analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

Que problema resolve:
Possibilita que dados obtidos por meio de sites, redes sociais e notícias sejam compilados em um mesmo lugar, auxiliando profissionais da área em brainstorms e em estudos de concorrência.

O que a torna especial:
De acordo com os fundadores, a startup permite que os gestores de marketing tenham em mãos, em tempo real, informações sobre o comportamento de suas marcas na mídia, ambiente digital e nas redes sociais, além de observar o movimento dos concorrentes.

Modelo de negócio:
A Zeeng lucra com a assinatura SaaS da plataforma que tem pacotes comerciais a partir de 1.500 reais mensais.

Fundação:
Março de 2017.

Sócios:
Eduardo Prange — CEO
André Saldanha — CTO
Cesar Paz — Advisory Board

Perfil dos fundadores:

Eduardo Prange — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Turismo e Lazer pela Fundação Universidade Regional de Blumenau e tem MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT-SP. Foi sócio-fundador da Seekr e ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira dos Agentes Digitais (ABRADI).

André Saldanha — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Computação pelo Centro Universitário La Salle. Trabalhou na Plugar.

Cesar Paz — 53 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Engenharia pela PUC-RS. Atua como professor do curso de Comunicação Digital da Unisinos. Fundou a AG2 e a ABRADI e é sócio e membro do advisory board da Alright, EYXO, Delta, Zeeng, DEx01, Minovelt e Delta.

Como surgiu:
Eduardo conta que antes de empreender a Zeeng era cofundador da Seekr, empresa de monitoramento de mídias sociais no Brasil. Durante o período em que ficou à frente do negócio, ele diz que percebeu um problema comum nos projetos de marketing digital: a fragmentação de diferentes tecnologias de monitoramento de informações. A partir daí, surgiu a ideia de encontrar uma forma de consolidar em uma única plataforma esses recursos. Em setembro de 2016, já com os dois sócios, iniciou o processo de desenvolvimento do MVP e a Zeeng foi lançada no mercado em abril do ano passado.

Estágio atual:
A Zeeng conta com mais de 30 clientes ativos e cerca de 1 600 marcas monitoradas por sua plataforma.

Aceleração:
Foi acelerada pela InovatiVa Brasil e atualmente está no programa da Wow Aceleradora.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 550 mil reais na empresa.

Necessidade de investimento:
Pretendem abrir conversas com potenciais fundos de investimento, em 2019, para captar uma rodada Série A de 3 milhões de reais.

Mercado e concorrentes:
“O ano de 2017 foi de validação de várias teses para a Zeeng. Porém, em 2018, já estamos trabalhando visando a expansão da empresa”, afirma Eduardo. Ele diz que o negócio não tem concorrentes diretos no Brasil, mas aponta alguns player internacionais que possuem semelhanças com seu produto, como SimiliarWeb, TapClicks e SocialBakers.

Maiores desafios:
“Acreditamos que o grande desafio em 2018 seja o de consolidar nosso modus operandi e gerarmos escala em todas as frentes da empresa: marketing, vendas, pesquisa e desenvolvimento e atendimento”, conta o CEO.

Faturamento:
300 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Já atingiu o break-even em outubro de 2017.

Visão de futuro:
“Já temos o título de ser a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Porém, queremos o reconhecimento como os líderes deste mercado. Dentro dos nossos sonhos mapeados para os próximos cinco anos está atingir a marca de 3 mil clientes e levar nosso produto para outros países”, diz Eduardo.

Onde encontrar:
Site
Contato

Fonte: Draft

Social analytics – A evolução do Monitoramento de Redes Sociais

Nos dias 04 e 05 de julho tivemos a oportunidade de participar de dois eventos, sendo um com a turma de MBA em Marketing Digital da IERGS e o outro com a turma de Pós Graduação em Marketing Digital da Feevale, organizado pela nossa querida parceira e colaboradora do nosso Blog Poli Lopes.

O tema: A evolução do monitoramento de redes sociais – Do Social Listening ao Social Brand Behavior!

Para os amigos que ficaram interessados e não conseguiram participar, segue o slideshare com a apresentação na íntegra: