A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação, quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em big data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o big data analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência – o assunto principal deste artigo.

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

* Eduardo Prange é CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação.

Fonte: Administradores.com

O sucesso da inteligência de negócios está na governança de dados

As empresas estão adotando estratégias de Governança de Dados para garantir que investimentos em transformação digital sejam efetivos

Cada vez mais, as empresas estão adotando estratégias de Governança de Dados para garantir que investimentos em transformação digital sejam efetivos. Isso porque, de acordo com a reportagem publicada pela Forbes Insights, Operações, Vendas e Gestão são as três principais áreas nas companhias que impulsionaram a adoção de Business Inteligence (BI) em 2018.

A aposta em Governança surge para atender a agilidade que o mercado precisa, sem perder a segurança da informação e a precisão da análise. Em 2016, a própria Forbes, no levantamento “Breakthrough Business Intelligence: How Stronger Governance Becomes a Force for Enablement”², apontou que as organizações já sentiam o impacto da ausência de uma gestão mais adequada de dados. Nesse cenário, deixavam de aproveitar o potencial gerado por Inteligência Artificial (AI), Big Data, Analytics e BI.

Governança de dados e geração de valor

Sem me alongar demais ou simplificar de menos, podemos dizer que a Governança de Dados define o plano para o gerenciamento de ativos de informação de uma organização que se propõe ser orientada por eles. O valor de uma ação nada simples como essa é que torna a leitura de dados acessível para quem está no negócio e derruba barreiras ocupadas por conhecimentos técnicos. O CIO passa a participar de discussões mais amplas em uma empresa. E a tomada de decisão a partir de dados fica mais rápida e segura.

Ainda segundo o estudo publicado na Forbes, tomar decisões melhores, conquistar eficiência operacional, aumentar as receitas e a vantagem competitiva são os quatro principais objetivos das organizações que utilizam BI atualmente. No mundo dos negócios, estamos falando de tempo e a Governança costuma ser adotada para melhor orquestrar informações que forneçam insumo para utilizar a inteligência aplicada nela.

Usuários capacitados

Para sobreviver, toda empresa precisa ser geradora de dados e, nesse contexto, ter usuários capacitados, com acesso a fontes limpas e consistentes de informação, é extremamente relevante. Para uma empresa orientada por dados funcionar e atender a todos os níveis de acesso necessários, a Governança deve prover soluções que interajam com flexibilidade.

O objetivo é que a sensação de perder oportunidades na ausência de insights apropriados para os negócios, diminua e caminhe para zero. A soma da Governança a outras ferramentas, como Big Data, IA, BI, deve fornecer inteligência instantânea e segura quando os usuários precisarem.

Só conseguimos extrair valor dos dados se eles são acessíveis, precisos e confiáveis. Nessa nova onda, não podemos contar com dados medianos para tomar decisões de negócio e apostar na transformação digital. Hoje, IA, big data, BI, entre tantas outras inteligências aplicadas, demandam governança, proteção e monitoramentos contínuos. A vantagem diante da concorrência só existirá se as informações que alimentam pipelines de negócios estiverem reunindo o que é, de fato, relevante para os negócios. Estamos em um caminho sem volta, uma vez que os volumes de dados e a complexidade aumentam.

Fonte: Olhar Digital

Na economia digital, confiança de marca se torna prioridade

4ª edição do estudo global Future Focus da iProspect mostra estratégias das empresas em um ambiente de negócios digital, hipersensível e com baixa confiança e atenção

A confiança sempre foi a base dos mercados financeiros, da política e dos relacionamentos. No entanto, esta percepção vem caindo em todo o mundo: apenas um em cada quatro diz que a maioria das pessoas pode ser confiada, apenas 40% acreditam que os meios de comunicação fazem um bom trabalho para distinguir a ficção da realidade e apenas 26% acreditam que as empresas são transparentes no uso de seus dados pessoais. De outro lado, a atenção nunca foi tão escassa, com 62% das pessoas das 23 maiores economias admitindo que estão constantemente olhando para telas – segundo a Apple, usuários do iPhone destravam seus aparelhos 80 vezes ao dia em média e passam mais de 2 horas por dia em redes sociais.

Neste cenário, em 2019, a confiança de marca ganhou um papel central. É o que aponta a 4ª edição do Future Focus, estudo global da iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 300 clientes globais, incluindo empresas do FTSE 100 e do Fortune 500, e utilizou dados de pesquisa primárias com amostras superiores a 10 mil pessoas. O relatório também inclui entrevistas exclusivas com líderes globais de empresas como The New York Times, IBM, Microsoft, Hilton, The Economist, Rachel Zoe, Inc. e AccorHotels. O estudo aponta que 88% dos gestores de marketing entrevistados tem a confiança de marca como sua prioridade para 2019 e 76% afirmam também que a confiança é importante para manter seus clientes consumindo sua marca.

“À medida que a tecnologia borra mais a linha entre troca de informações e de bens/serviços, a confiança do consumidor se torna ainda mais primordial. Confiança já não é mais apenas uma questão, mas sim a questão”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil. O executivo completa ainda que “para reconquistar a confiança, as marcas precisam adotar princípios que respeitem, respondam e valorizem a escassez de tempo das pessoas”. O Future Focus aponta que a confiança está baseada em três pilares principais: Credibilidade, Relevância e Confiabilidade. O estudo mostra também que cada pilar ganhou contornos novos, frente a um cenário de comunicação hipersensível.

A Credibilidade foi fortemente impactada pelas fake news, pela maior preocupação com dados pessoais e por novas normas de gestão de dados. “Neste novo contexto, os consumidores esperam mais responsabilidade, transparência e prestação de contas antes de dar sua confiança. As marcas precisarão redobrar seus esforços para aparecem como opções confiáveis”, ressalta o diretor geral da iProspect. Três fatores podem auxiliar a marca nesta área. Primeiro, o estabelecimento de um propósito de marca forte e o envolvimento ativo em questões sociais (a maioria da população, especialmente os milennials, considera este engajamento uma obrigação moral). Segundo, a comunicação das marcas deve se basear em estratégias de produção de conteúdo, posicionamento em buscas e presença em mídias sociais. E, por fim, as marcas devem utilizar a tecnologia, com destaque para a inteligência artificial, bots e ativação por voz, para possibilitar a entrega em larga escala e com segurança da promessa de marca.

Já a busca pela Relevância está associada ao uso correto de dados para o desenvolvimento de experiências individualizadas, a integração dos recursos digitais a vida cotidiana das pessoas e o investimento na crescente utilização das assistentes digitais acionados por voz. “Embora os profissionais de marketing possam acessar mais dados do consumidor do que nunca, eles precisarão avaliar cuidadosamente cada um para se concentrar naqueles que podem realmente ajudar a melhorar a experiência do consumidor, online e offline. Além disso, compra, pequenas tarefas e buscas por voz já são uma realidade e este ponto de contato tende a excluir os demais e as marcas não podem ficar de fora”, explica Bruno Mosconi.

A Confiabilidade, por sua vez, se refere à percepção de qualidade na interação do consumidor com as marcas, seja ela oriunda de experiências próprias ou de terceiros. A importância deste fator vem crescendo, sendo que muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma conveniência maior. A maioria dos gestores de marketing (58%), inclusive, consideram que construir uma experiência de marca mais conveniente irá alavancar mais o crescimento dos negócios do que o fortalecimento de marca. A busca por mais conveniência para o consumidor deve começar pela reanálise deste quesito em todos os canais digitais da marca. Os feeds de informação sobre produtos e serviços merecem especial atenção. Eles devem ser precisos, detalhados e constantemente enriquecidos. Se a marca conseguir manter esse padrão de informação em todos os pontos de contato, mais forte ainda será a mensagem. Por fim, os marketplaces podem alavancar os e-commerces das empresas, uma vez que eles vêm influenciando cada vez mais a decisão de compra.

“Na era conveniência, os profissionais de marketing precisarão equilibrar corretamente seus esforços entre construir suas marcas e projetar soluções altamente convenientes. Eles terão que remover o atrito em qualquer lugar onde os consumidores se envolvam com a marca: website, escritórios, mídias e plataformas de vendas”, concluiu o diretor da iProspect Brasil.

Fonte: Proxxima

Como o marketing holístico pode revolucionar seu negócio

Esse novo jeito de atrair clientes tem como principal característica a visão do mercado como um todo

Dias atrás, consultando o dicionário, resolvi procurar o significado de algumas palavras. Passei pelo A e vi a definição de “análise”. Passei pelo C e observei com atenção a definição de “cliente”. Ao chegar na letra M, me deparei, é claro, com uma das palavras mais importantes do ambiente corporativo (senão a mais): “marketing”.

A definição era a seguinte: “Conjunto de recursos estratégicos e conhecimento especializado que contribuem para o planejamento, lançamento e aspectos essenciais para a sustentação de um produto no mercado.” Sucinta, não é? Isso porque o marketing, hoje, está muito além do seu conceito.

Em palavras simples, “marketing” é o meio certo para alcançar as pessoas corretas no melhor momento. Trata-se de chamar o cliente para o negócio e fazê-lo se sentir confortável a ponto de construir uma relação de fidelidade com a marca. No entanto, para isso, é preciso apostar em algumas táticas:

  1. Ter afinidade com aqueles preceitos estipulados e comprovados ao longo do tempo, conhecidos como os quatro P’s (Preço, Praça, Produto e Promoção), estratégia utilizada no boom de grandes marcas como Havaianas e Coca-Cola.
  2. Compreender que o enorme volume de dados (Big Data) existente no mundo é fundamental para as boas tomadas de decisão no marketing.
  3. E, por fim, saber que essa é uma área muito promissora, mas repleta de desafios, que podem ser minimizados quando se olha para o marketing de forma holística, ou seja, quando olhamos para o todo.

Os desafios do marketing

Mas, afinal, quais são os desafios do marketing atualmente? O principal deles é que, em um cenário de muitas ofertas, ter um diferencial que consiga se destacar está ficando cada vez mais difícil. Isso porque o número de concorrentes só aumenta e, nesse contexto de disputa, fica difícil prender a atenção de um cliente que tem infinitas opções à sua disposição.

Afinal, as soluções tecnológicas transformaram o jeito de vermos o mundo: uma pesquisa da SiriusDecisions, empresa norte-americana de consultoria de vendas e marketing, apontou que 67% da jornada do consumidor até a compra é feita online. E o marketing vem sendo fortemente influenciado pela invenção da internet, do uso de dados e das tecnologias de análise. O ambiente digital trouxe novas maneiras de lidar com anúncios, estatísticas e preferências. Daí, entra em cena o já citado Big Data, revolucionando o modo como o mundo publicitário e marketeiro funciona.

Com ele, é possível, por exemplo, analisar o seu público-alvo, que pode apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas. Lembre-se: o consumidor muda, novas ofertas aparecem, e é preciso se readequar.

Mas com o uso do Big Data, é possível, principalmente, coletar informações de concorrentes e clientes de toda parte, formando um banco de dados imenso sobre os rastros das pessoas ou das empresas desejadas. Com isso, o Web Analytics tornou-se uma das ferramentas mais utilizadas para formar a base de uma campanha em qualquer canal. É ele que, a partir do dados, faz a medição dos caminhos percorridos pela concorrência e também pelos usuários.

Por exemplo, calcular o Retorno sobre investimento (ROI) de uma campanha se transformou em uma tarefa mais simples de ser executada. E, a partir disso, os objetivos do plano de negócio ficam mais claros, tornando-se possível traçar estratégias certeiras para bater as metas estipuladas.

Porém, nesse contexto, as empresas e os profissionais de marketing acabam com dois caminhos a serem escolhidos: atualizar-se e adaptar-se ao novo ritmo do mercado ou tornar-se obsoleto. E, para não cair no erro de ter medo da falha e desistir, mais do que nunca é possível explorar um universo pouco conhecido: o marketing visto como um verdadeiro agente de mudança na empresa. Estou falando do marketing holístico.

O poder transformador do marketing holístico

Do marketing holístico vem a solução para o desafio da concorrência, citado acima, e, consequentemente, o surgimento de milhares de resultados de sucesso.

No ecossistema super concorrido e muito veloz em que as empresas se encontram, não basta acreditar no próprio produto ou olhar somente para as ações que a sua marca deve promover. É primordial ter conhecimento amplo das estratégias utilizadas por outras empresas, avaliando o seu potencial e acompanhando a movimentação dos concorrentes para, assim, ter uma visão de 360º do mercado, especialmente dentro do seu segmento de negócio.

Ou seja, não basta apenas olhar só para o próprio negócio nem só para o engajamento nas mídias sociais. É importante acompanhar uma série de fatores ligados ao seu ramo de atuação, o seu desempenho no ambiente online e offline,  para compreender o motivo das métricas estarem deste ou de outro jeito, procurando o caminho que o público percorre até o objetivo para determinar o padrão de comportamento a ser adotado pela empresa.

Mas, não adianta apenas levar em conta o uso de dados. É preciso transformá-los em informação, formulando uma conclusão a partir da análise do material coletado. E, nesta história, o marketing holístico é aquele que não somente une diferentes processos, atividades e demandas do marketing, mas que preza pela avaliação precisa do mercado como um todo.

Ele está ligado ao monitoramento do que acontece dentro dos muros da empresa, mas também no seu entorno, com os próprios concorrentes – diretos e indiretos – e também com os consumidores. Ele é, portanto, uma revolução no mundo do marketing e também no mundo dos negócios. Permite identificar rumos e tendências e promove ofertas reais de valor ao cliente. Tudo isso por meio de análises precisas e muito complexas dos mais diversos cenários de mercado.

Se até pouco tempo, era difícil saber como uma estratégia poderia influenciar no crescimento da sua base de leads e aumentar o número de clientes e vendas, hoje, é possível reconhecer rapidamente os caminhos certos para isso. O conhecimento profundo das ações realizadas por marcas muito parecidas com a sua, assim como a análise dos seus desempenhos (número de curtidas, interações e reações, por exemplo), elevam o diferencial competitivo. E isso serve para empresas de qualquer segmento, desde o de telefonia até o bancário.

Escrito por Eduardo Prange, Co-Founder e CEO da Zeeng – Data Driven Platform.

Verbete Draft: o que é Marketing Holístico

Não precisa acender incenso. O Marketing Holístico leva em conta que todas as partes envolvidas com a empresa se relacionem em uma estratégia ampla e, portanto, mais eficiente. Conheça.

MARKETING HOLÍSTICO

O que acham que é:  Marketing voltado a terapias alternativas.

O que realmente é: Marketing Holístico é uma abordagem que visa contemplar partes diversas (como stakeholders, clientes, funcionários, fornecedores) ao criar e implementar estratégias de marketing. No conceito está a ideia de que a melhor solução nasce de uma perspectiva ampla e inter-relacionada. Quatro vertentes, necessariamente, precisam trabalhar juntas no Marketing Holístico: Marketing de Integração, de Relacionamento, Interno e Socialmente Responsável. Segundo Guilherme Pereira, diretor acadêmico dos MBAs da FIAP, o Marketing de Integração deve criar uma experiência unificada para o cliente, da mensagem ao entendimento. “Já o Marketing de Relacionamento visa gerar vínculo e criar envolvimento a longo prazo da marca com o cliente e o Marketing Interno é um conjunto de ações direcionadas ao público interno da organização ou empresa”, afirma. Eventualmente é possível adicionar mais vertentes como endomarketing, webmarketing, branding etc. Para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, que analisa big data nas áreas de marketing e comunicação, o Marketing Holístico parte do pressuposto de que todas as partes envolvidas com a organização sofrem interferência e se relacionam. “Todos os processos de desenvolvimento, projeto ou a implementação de programas e atividades de marketing devem ter consciência dessa correlação.”

Quem inventou: Os acadêmicos e autores norte-americanos Philip Kotler e Kevin Lane Keller.

Quando foi inventado: Em 2006.

Para que serve: Para, por meio da sinergia criada entre todas as partes, impactar positivamente o resultado, fazendo com que o produto ou serviço venda mais. “Basicamente, o Marketing Holístico procurar enxergar o entorno de forma mais ampla e complexa, visando construir valor para a marca e para a empresa”, diz Silvio Sato, do curso de Publicidade e Propaganda da FAAP.

Quem usa: Qualquer empresa ou marca que deseje integrar estratégias.

Efeitos colaterais: Ineficiência, caso haja resistência na mudança da cultura da empresa (advinda da integração das áreas).

Quem é contra: Empresas que acreditam que a eficiência vem da segmentação. “São organizações que acreditam que o departamento de marketing é o pensador e o executor das estratégias, e não a empresa como um todo”, afirma Pereira.

Fonte: Projeto Draft

Zeeng realiza levantamento que mapeia presença digital das escolas de samba do Rio de Janeiro

Salvador, 07/03/2019 – Os desfiles das escolas de samba de 2019 são sempre a grande atração do carnaval. E, para defenderem seus enredos e compartilharem detalhes da participação em um dos maiores eventos do Brasil, as escolas utilizam cada vez mais a internet e redes digitais.

Afim de acompanhar o engajamento das escolas de samba do Rio de Janeiro, um dos principais recantos do samba no Brasil, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, realizou um estudo onde analisou as redes sociais e a presença digital das escolas cariocas no Carnaval de 2019.

O período analisado foi de 01 de janeiro ao dia 26 de fevereiro no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. O resultado concluiu que as escolas com maior presença digital foram: Acadêmicos do Salgueiro, Portela e Estação Primeira de Mangueira.

A Acadêmicos do Salgueiro fechou este período com 315.782 fãs no Facebook; 24.381 seguidores no Twitter; 202.176 no Instagram e 223 inscritos no Youtube. A Portela acumulou 340.017 fãs no Facebook; 9.501 seguidores no Twitter; 126.883 no Instagram e 1.534 inscritos no Youtube. Enquanto a Estação Primeira de Mangueira alcançou 255.154 fãs no Facebook; 28.570 seguidores no Twitter; 123.222 seguidores no Instagram e 6.795 inscritos no Youtube.

Já a média de engajamento no Facebook durante o período apontado foi de 0,15% da Acadêmicos do Salgueiro; 0,23% da Portela e 0,23% da Estação Primeira de Mangueira. No Instagram, a média foi de 1,13% da Acadêmicos do Salgueiro; 1,39% da Portela e 1,95% da Estação Primeira de Mangueira.

Se tratando de notícias veiculadas, as escolas mais presentes foram Estação Primeira de Mangueira, com 706 matérias; seguida pela Portela com 521; e Beija–Flor com 422. A Acadêmicos do Salgueiro ocupa o quarto lugar com 374 matérias.

“Notamos que a medida que o Carnaval se aproxima, as escolas aumentam suas interações com seus fãs e seguidores nas redes sociais. Se levarmos em consideração que cada vez mais as pessoas buscam informações nos meios digitais, a tendência é que as interações aumentem e a presença online do mundo do samba invada as redes, ano a ano”, finaliza Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Fonte: TI Bahia

4 dicas para escolher uma plataforma de inteligência de dados

Os dados são nossos parceiros de negócio e essa já é uma realidade instalada no mercado atual. Há algum tempo, as pessoas, empresas e profissionais de áreas comentam sobre como as informações, geradas tanto no ambiente online quanto no off-line, têm servido para compor estratégias e mudar verdadeiramente o rumo de ações e campanhas

Artigo produzido por: Eduardo Prange

Como você já deve ter percebido: estou falando de uma nova era, a era das plataformas de inteligência de dados.

Segundo a Gartner, principal empresa de consultoria e pesquisa do mundo, 2,2 milhões de terabytes de novos dados são criados todos os dias e a expectativa é que, até 2020, exista um total de 40 trilhões de gigabytes de dados espalhados pelo mundo.

Isso quer dizer que, em pouco tempo, tudo o que conhecemos de informação será apenas uma ponta (muito pequena) do iceberg conhecido como Big Data.

A tendência é que a quantidade de dados gerados nos próximos anos seja tão grande que parecerá impossível mensurá-la e, para as empresas, fazer leituras deste cenário se torna imprescindível.

Pensando em ajudar você nessa jornada de competição acirrada, separei algumas dicas para auxiliar na escolha de uma ferramenta de inteligência que atenda tanto os seus desejos, como os dos leads, que poderão contar com um fornecedor que oferece mais do que bons produtos, mas ótimas experiências. Confira!

1. Captura de dados eficiente: As plataformas de inteligência de dados são ambientes que reúnem enormes quantidades de informações de diferentes bases públicas, mídias sociais, etc., e que precisam ser eficientes para cruzamentos e análises de conteúdo complexos.

O objetivo é que, além das grandes coletas de dados, as informações capturadas sejam eficazes do ponto de vista estratégico. Que sirvam para identificar comportamentos e conhecer os perfis dos consumidores, por meio de cruzamento de dados usando ferramentas como o Analytics de forma inteligente.

A ideia é que os dados coletados sirvam como base para melhores tomadas de decisão. Por isso, procure por uma solução que entregue: usabilidade, praticidade, organização e que também está pronta para as grandes análises de dados.

2. Gestão de dados inteligente: Além do auxílio na coleta de informações significativas para a empresa, uma plataforma de dados tem como proposta aumentar sua capacidade de gestão.

Com uma solução que faz uma leitura de dados complexa existem mil maneiras de melhorar os resultados do negócio. Em vez de despender tempo fazendo uma coleta e seleção enorme de informações, você já tem os dados mais interessantes distribuídos em dashboards e relatórios, basta fazer a leitura.

A tecnologia, portanto, facilita muito o trabalho de controle sobre o que está servindo de insumo para as estratégias da empresa.

O gerenciamento das informações – uma prática fundamental quando se lida com dados – deixa de ser uma tarefa morosa e passa a funcionar como um meio muito eficiente para geração de insights.

3. Visualização facilitada: Outro fator que deve ser levado em consideração é optar por ferramentas totalmente visuais. Ou seja, os dados precisam ser apresentados de maneira que todos tenham acesso prático, desde as pessoas de negócios até os profissionais que lidam diariamente com inteligência.

Uma boa plataforma deve ser funcional ao ponto de permitir avaliações rápidas de cenários para reverter problemas pontuais, como mudar uma campanha de marketing com o objetivo de aumentar as conversões em leads, por exemplo.

4. Análise estratégica: Uma plataforma de inteligência de dados muito completa permite que a empresa se diferencie das outras no mercado e isso está totalmente relacionado ao seu poder de análise.

Para que a empresa ganhe destaque entre seus concorrentes diretos e indiretos, é importante que ela tenha potencial analítico e encontre facilmente respostas para seus planos, ações e estratégias em dados muito valiosos.

Com o auxílio de boas plataformas é possível diminuir o risco das avaliações apressadas de cenário. Todo e qualquer levantamento feito pela sua empresa será fundamentado em dados estratégicos, pois a própria solução funciona de maneira inteligente, oferecendo relatórios comparativos, simplificando o trabalho de análise.

Com isso, a produtividade das equipes acaba aumentando e insights diferenciados surgem para melhorar os negócios da empresa.

O tempo de retrabalho é reduzido, assim como os custos, e gestores e líderes passam a desempenhar funções ainda mais estratégicas, mudando positivamente a realidade das empresas, agora muito mais inteligentes.

Para finalizar, posso dizer que por ter acompanhado os resultados da segunda edição do estudo “Índice de Inteligência Empresarial”, realizado pela Zebra Technologies Corp., empresa inovadora na estrutura de negócios com soluções e parceiros que permitem às companhias capturar sua vantagem competitiva, percebi que o número de empresas enquadradas na categoria “smart” dobrou em 2018, em relação ao ano anterior.

Isso quer dizer que elas estão aproximando cada vez mais o mundo físico com o digital, impulsionando suas ações por meio de tecnologia e plataformas inteligentes.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Crypto ID

Big Data ou Small Data? Entenda as diferenças e saiba como usar cada um

gerenciamento de dados nunca foi tão importante quanto é hoje. Não à toa, o Big Data nasceu da necessidade cada vez maior em conseguir lidar com a grande quantidade de informações gerada a partir dos processos cotidianos de uma empresa.

Baseando-se em três princípios: volume, velocidade e variedade, o objetivo é armazenar e analisar estes dados, sendo possível, por exemplo, organizar relatórios que mostrem os comportamentos, preferências e necessidades dos clientes.

Hoje é fundamental contar com soluções de Big Data para garantir o sucesso contínuo da empresa, pois, apenas ele é capaz de lidar com tanta rapidez e eficiência com a quantidade gigantesca de dados que as companhias geram e salvam atualmente.

Já o Small Data vem ganhando protagonismo no mercado nos últimos tempos graças às expectativas e necessidades dos clientes que querem personalização e um atendimento diferenciado, o que incentiva as organizações a buscarem maneiras inovadoras de trazer algo único para seu público-alvo.

A ferramenta analisa os dados de forma qualitativa, enquanto o Big Data faz isso quantitativamente. Além disso, ainda possibilita a análise de detalhes e opiniões sobre a experiência do cliente, seus desejos e necessidades, permitindo insights e decisões que, talvez, o Big Data não pudesse proporcionar. O resultado é maior conhecimento para entregar ao cliente a melhor experiência possível e produtos desenhados exatamente de acordo com o que ele deseja.

Para entender como o Big Data e o Small Data podem ser vantajosos para o seu negócio, a seguir, listo as principais diferenças entre essas tecnologias e como elas podem gerar resultados para a sua marca:

Condições dos dados

Como o Big Data lida com uma grande quantidade de informações, estas ficam armazenadas de forma não-estruturada, exigindo um trabalho minucioso de agregação e de interpretação para que possam ser analisadas. Enquanto isso, o Small Data atua com um volume menor, o que faz com que os dados dessa ferramenta estejam prontos para análise sempre que necessário.

Localização

O Big Data opera com todas as informações da organização, colhendo-as a partir dos sistemas na nuvem, do SQL Server, dos bancos de dados, dos PCs da empresa, entre outros lugares nas quais são geradas. Já o Small Data costuma trabalhar apenas com elementos vindos dos PCs, dos CRMs, de pesquisas e das redes sociais. A partir desses meios, é possível ter acesso direto às opiniões, hábitos, dúvidas, reclamações e necessidades dos clientes.

Tamanho e complexidade

A medida que o Big Data atua com medidas como terabyte e petabyte, o Small Data — que, lembre-se, recolhe dados de poucas fontes — lida com quantidades que, além de pequenas, também são consideravelmente mais simples. Uma única venda já é capaz de gerar subsídios muito importantes para o Small Data.

Importância e utilidade

Ao contrário do que algumas pessoas pensam, o Small Data não chegou para substituir o Big Data. A mineração e a análise de dados continuam tendo uma importância crescente dentro das companhias, que nunca geraram tantas informações digitais como hoje.

Com isso, é possível perceber que ambas são tecnologias complementares. Elas solucionam diferentes necessidades das empresas, possibilitando melhores resultados, decisões mais embasadas e eficientes, além de um crescimento contínuo das organizações.

*Alexandre Glikas é diretor-geral da Locaweb Corp, unidade corporativa da Locaweb

Fonte: Computer World

Disposição incansável para testar e oferecer a melhor experiência para os clientes

A experiência de varejo vem mudando drasticamente. Por mais que alguns competidores mantenham aversão ao e-commerce e às novas formatações de loja e tecnologias digitais, a maior parte dos varejistas tradicionais, nascidos a partir da predominância de lojas físicas, estão adotando novas tecnologias em áreas como marketing e operações que transformam a experiência de compra on-line e nas lojas. A ideia de colaboração para criar parcerias que incorporem inovação para se conectar aos clientes de novas maneiras, é uma tendência forte. Trazer restaurantes gourmet e outros serviços para as lojas físicas é outra iniciativa. Nesta sessão, Phil Wabba, articulista sênior da Fortune conversou com Neela Montogomery, CEO da Crate & Barrelna primeira parte do painel: “Novas experiências de varejo – a visão dos líderes”, no Shoptalk. Na segunda parte, Ken Fenyo, líder de mercados de consumo da McKinsey conversou com Jocelyn Wong, a Chief Marketing Officer da Lowe’s. O tema central desses pingue-pongues, claro, foi a inovação na experiência do cliente.

A Crate and Barrel Holdings é uma varejista global de artigos para o lar com bandeiras como Crate and Barrel, Crate e Kids e CB2. A empresa, que tem mais de 100 lojas e franquias parceiras em 9 países, está abrindo seu primeiro restaurante nesta primavera. Também fez uma parceria com a Zola, um esforço para criar uma experiência mais completa para casais. A Zola é um sucesso entre casais que criam suas listas de presentes de casamento. Desde 1º de outubro de 2018, os casais podem se inscrever para sugerirem mais de 3.500 produtos exclusivos da Crate and Barrel diretamente em suas listas na Zola, juntamente com os mais de 60.000 presentes, experiências e fundos em dinheiro já oferecidos pela plataforma. A Crate and Barrel é a maior loja parceira a ser lançada no Zola e, por meio dessa colaboração, expande seu alcance digital para ainda novos potenciais clientes para seu cadastro.

Segundo Neela Montgomery, essas e outras iniciativas visam fazer com que a Crate and Barrel crie novas experiências de varejo para seus clientes, a partir de um esforço voltado para a inovação. A empresa hoje já tem 45% de suas vendas realizadas no canal on-line. Explorando o conceito de ecossistema, a Crate & Barrel oferece produtos fabricados por mais de 100 artesãos em 42 países, majoritariamente mulheres (65% do total da comunidade). Esse ecossistema é uma forma da empresa exercer seus valores. Por outro lado, esses valores estão misturados, combinados com soluções digitais que oferecem serviços personalizadas, com dicas embarcadas por mais de 40 mil designers acessíveis pelos clientes via app.

Ecossistema de varejo

“A estratégia de ecossistema trouxe outras marcas que colaboram para parceirizar conteúdo, ofertas e engajamento de clientes que assumem novos comportamentos em velocidade recorde”, afirma Neela. Ela ainda destaca que as lojas da rede recebem mais de 26 milhões de clientes com taxa de conversão superior a 25%. Para mobilizar consumidores, as lojas oferecem eventos – foram 75 emm 2018. Nesse contexto, Phil Wabba questionou a CEO sobre a estratégia para competir com diversos concorrentes, especializados ou multidisciplinares, como Amazon, Mayfair e Walmart? No entender de Neela, os consumidores entendem que a Crate & Barrel oferece design exclusivo, tendências inéditas, padrões inusitados, que fogem dos produtos comuns da concorrência. A força da marca está justamente no conceito de ecossistema, que. estimula designers criativos a atingirem a casa das pessoas.

Vale ressaltar que a Crate & Barrel também vende móveis, que não são produtos de compra recorrente. A CEO da empresa afirma que os clientes da rede são mais atentos à necessidade de renovar seus ambientes, de olharem para os espaços e buscarem novas soluções de design. Phill também manifestou interesse na Zola, empresa recém-adquirida pela varejista. O objetivo foi incorporar conhecimento para proporcionar uma experiência o mais fluida possível para os clientes e a Zola reunia as credenciais para apresentar produtos, com um sistema de registro e demonstração de produtos realmente eficiente. A motivação para redimensionar a experiência do cliente chegou até mesmo aos restaurantes das lojas, para que os menus pudessem estar integrados ao ambiente e os menus fossem mais atrativos. Essa tendência será incentivada com mais serviços e mais eventos. Phil Wabba satirizou a histeria de flagships que faz marcas criarem “lojas megalomaníacas em NY”, mas a CEO da Crate & Barrel não manifestou interesse em direcionar sua estratégia para esse formato.

O que os consumidores querem?

Jocelyn Wong, da Lowes, e Phil Wabba,
da Fortune, durante o Shoptalk 2019

A Lowe’s, uma loja de departamentos focada em artigos domésticos de US$ 71 bilhões de faturamento, por sua vez, tem estado na vanguarda do investimento em novas tecnologias e estratégias que enriquecem a experiência do cliente. É investindo em tecnologias como machine learning e inteligência artificial, que a rede consegue criar engajamento significativo com os clientes. Jocelyn Wong, explicou como a Lowe está reinventando a experiência do cliente em suas lojas e em plataformas digitais – incluindo o marketing digital – para ficar à frente das mudanças nas preferências do consumidor.

A empresa está empenhado em usar muito o Analytics para compreender o consumidor. Os dados estão no coração da estratégia, da cadeia de valor, da jornada do cliente, da jornada da oferta, o produto certo, no preço certo, para o consumidor certo na hora certa. “Se um cliente estiver buscando o tom perfeito de azul, nós temos que estar prontos a atender esse desejo. Imagine uma consumidora que busca uma smar tv, que faz uma busca no Google e que vê um resultado surpreendente: a Lowe’s tem a TV ideal. E quando a cliente acessa o site da Lowe’s, vê o produto, serviços e consegue fazer a compra de modo muito fluido. Isso é o que buscamos constantemente”, explica Jocelyn. Nesse sentido, a empresa busca tecnologias capazes de eliminar todos os pontos de fricção, sistemas de geolocalização, que impulsionem ofertas e ideias – acopladas a sistemas de machine learning – para gerar tráfego e conversões rápidas. A Lowe’s pensa obsessivamente em aumentar a eficiência e as tecnologias assumem essa função.

Assim como a Crate & Barrel, a empresa desenvolve parcerias e assume que aprende mais com outras parceiras para se renovar e inovar. Há novas ferramentas para serem utilizadas no arsenal de marketing, que fazem o papel dessa disciplina, de mudar os hábitos dos clientes, acontecer de fato. Jocelyn diz que o marketing deve ser efetivo, eficiente e engajador.

A executiva diz que a Lowe’s também consegue engajar o público interno. Um bom exemplo, foi a recente campainha de TV, que trouxe atores contracenando com colaboradores reais, o que mostrou claramente que eles são os heróis da marca, aqueles que fazem a magia acontecer. Dessa forma, segundo Jocelyn, o conteúdo ganha autenticidade e força.

Como mensagem final, a executiva defendeu o papel e a relevância do varejo tradicional. Segundo ela, há tantas experiências intensas e descontraídas que podem ser trazidas e muito espaço para explorar novas formas de tornar a loja física única e distinta. “Pense em montar uma cozinha. O cliente quer ver, manusear, sentir os armários, os utensílios. Essas virtudes estão nas lojas físicas. E por mais que as coisas estejam fáceis e ao alcance de nossos dedos hoje em dia, as pessoas não abrem mão do contato humano. Nós precisamos sim reforçar cada vez mais os pontos que levam as pessoas a irem para as lojas. Não acredito que lojas robotizadas sejam tendência”, concluiu.

Fonte: No Varejo

Eficiência de marketing: como deixar de jogar no escuro

A avalanche dos meios digitais, com sua ampla gama de ferramentas de medição, mudou o midset das empresas na área de comunicação e marketing. Agora, os investimentos no próprio meio digital ou mídia tradicional, eventos, brindes e ações variadas estão condicionados a provar sua real contribuição aos objetivos de negócio das empresas, sejam eles refletidos em fortalecimento de marca ou, principalmente, contribuição com as vendas.

 É então que chegamos à grande pergunta: mas conseguimos medir com razoável nível de solidez e de forma exequível o retorno financeiro (ou em imagem) dos investimentos em marketing? A resposta cabal é sim, mesmo nas ações off-line.

 A dúvida que fica então é “como fazer isso?”. Uma primeira resposta apressada seria realizando pesquisas de campo, o que de fato é possível, porém é custoso e demanda um tempo que, na maioria das vezes, acaba sendo lento para retroalimentar as estratégias de negócios.

 Desenvolvemos, porém, uma abordagem que mescla os conhecimentos de negócio e estatística avançada de consultorias com o conhecimento do perfil dos meios e ações das agências de comunicação para desenvolver uma solução que batizamos de Engenharia de Mídia. Nela, buscamos garantir que a estratégia e tática de marketing alcancem os melhores resultados possíveis para os clientes ao impactar mais pessoas, com o melhor uso do investimento e com foco em conversão.

 No caso de investimentos e ações no meio digital, a medição é direta, especialmente naquelas associadas a plataformas de e-commerce. Nos demais casos, utilizamos uma modelagem estatística para medir de forma indireta esse retorno. Os modelos mais usuais combinam dados de vendas e de impactos gerados por meio de ações de marketing para entender a correlação entre estes dois fatores. São cálculos estatísticos complexos, baseados em dados históricos e de mercado, para os quais contamos com o suporte de estatísticos e matemáticos experientes.

 Há ainda metodologias que alavancam o conhecimento do negócio de clientes, no qual a expertise de mídia e a comunicação das agências podem identificar e utilizar as variáveis corretas, de acordo com a realidade e o objetivo de cada cliente.

 Recentemente, tivemos um exemplo em uma grande rede de shoppings centers identificando qual a melhor forma de alavancar o negócio utilizando ações de marketing. Sabemos que shoppings não investem de forma significativa em mídia tradicional ou digital e que também as vendas não são necessariamente a melhor métrica de sucesso para o departamento de marketing desse segmento. Nesse caso, os modelos tradicionais não se aplicam.

Diante disso, foi preciso desenvolver uma modelagem customizada criando um registro histórico de eventos temáticos realizados nas diferentes unidades, informações de fluxo de pessoas e outros dados como indicadores socioeconômicos e metragem de cada unidade para construir um modelo que respondesse à seguinte pergunta: Qual o fluxo adicional de clientes gerado por cada tipo de evento em cada um dos diferentes shoppings da rede? Dessa forma, foi possível desenvolver uma ferramenta que suportasse, de forma analítica, a criação de planos de comunicação mais  eficientes para cada uma das unidades.

Para adequar as ações, esse tipo de análise suporta executivos de marketing na tomada de decisão para escolher a melhor forma de aplicar seus investimentos em comunicação nos veículos, formatos e conteúdos que geram maior potencial de resultado para o seu negócio.

Com isso, é possível construir modelos customizados utilizando indicadores e pesquisas de percepção de valor da marca para identificar quais estratégias de comunicação têm mais efetividade em gerar esse tipo de impacto nos consumidores. Tudo isso de forma analítica e baseada em dados.

 Aplicar esse tipo de modelo é um investimento que se paga e traz para os anunciantes mecanismos para “deixar de jogar no escuro”, possibilitando o modelo operacional muito mais robusto e que favorece o desenvolvimento contínuo em termos de estratégia e resultados financeiros.

 É importante ressaltar que esta abordagem não substitui o trabalho das agências, que continuam responsáveis pelo planejamento, criação e execução das ações. Trata-se de empoderar o cliente de ferramentas para que ele possa ter melhores resultados e insumos para pleitear mais recursos em sua organização.

 Fonte: Proxxima