Branded data e big content

Porque a revolução do big data não revolucionou a produção de conteúdo das marcas, ainda feita de uma maneira 1.0 e na base do achismo?

O melhor diagnóstico não saiu de nenhuma agência, consultoria nem diretoria de marketing, mas do Supremo Tribunal Federal. Há alguns meses, antes de apresentar uma batelada de estatísticas, o ministro Luís Roberto Barroso cravou: “Brasil é aquele país em que as pessoas acham, mesmo sem nunca ter procurado”. É a melhor descrição da forma como é feita boa parte do conteúdo para as marcas, hoje. De uma maneira 1.0, na base do achismo. “Eu sei que minha audiência vai gostar disso.”

Dados estão na base do trabalho dos mídias, das equipes de SEO, dos planejadores e diversas outras disciplinas. Mas não da produção de conteúdo, onde continua prevalecendo a lógica da superideia genial, como acontecia na criação publicitária dos tempos de Mad Men.

Claro, estamos na era do big data. Uma quantidade imensa de dados é coletada por meio de pesquisas de opinião, registros de algoritmos, interações com audiências e dispositivos. Mas pouquíssimos desses dados chegam vivos ao fim da longa jornada do dashboard, aos relatórios dos analistas e dali à cabeça dos planejadores e criadores de conteúdo. Parte da culpa é dos prazos, costuma-se dizer. Mas um tanto disso se deve ao processo dentro do qual os conteúdos são contratados e produzidos. Agências de publicidade, RP e digitais, houses, consultores de comunicação e estúdios de conteúdo mobilizam exércitos de analistas para produzir muitos relatórios e poucos insights.

Entretanto, da escolha de palavras até o design, da trilha sonora à foto do native, tudo só tem a ganhar com um banho de dados. Exemplo engraçado? Pesquisadores do Facebook decidiram saber como os americanos riem na rede social. “Haha” ou “hehe”? E o clássico “LoL”? Foi só puxar. A maioria das pessoas prefere “haha” (51%). Depois vêm os emojis (33,7%). “Hehe” em terceiro (12,7%) e “LoL” na lanterna (1,9%). O brasileiro “kkk” não entra na pesquisa, porque lá o significado da sigla — Ku-Klux-Klan — não tem graça nenhuma. A pesquisa também descobriu as diferenças demográficas. Em Chicago e Nova York, o emoji reina. Em Seattle e San Francisco, é “haha”. Jovens preferem emojis. E qual a importância disso? Pode ser considerável para quem fizer uma campanha usando “LoL” e achar que está falando a língua de sua audiência, quando na verdade está pagando de “vovô é uma brasa”.

Esse tipo de dado, que está no dia a dia de quem compra palavras-chave, tem aplicações muito importantes no mundo do conteúdo, quando se precisa trabalhar com segmentação, inclusão e nichos. Ou quando se trata de temas específicos e delicados, como saúde, questões étnicas ou de gênero. Mesmo nos veículos de comunicação que têm estúdios de native advertising, os dados de keywords e audiência levantados pelas redações raramente geram inteligência para o conteúdo produzido para marcas.

Em geral, apenas a ponta do iceberg dos dados é usada. Sabe-se qual é o perfil do público que se quer atingir, ou a posição de um produto em relação a seus concorrentes. Mais ou menos as informações usadas para fundamentar uma campanha de marketing nos anos 1990. Monitorar o sucesso de posts e o compartilhamento de vídeos é rotina. Mas a disputa pela audiência no YouTube, hoje, ainda é a mera reencarnação da guerra dos domingos de 20 anos atrás, quando Gugu Liberato e Faustão tentavam se superar imitando programas americanos e procurando atrações cada vez mais bizarras — de olho em uma única variável, o número de TVs ligadas. Os youtubers continuam produzindo conteúdo para as marcas com base em um briefing básico, uma explicação sobre a identidade da marca que os contratou, muita empolgação e nenhum método, em busca simplesmente de visualizações.

Só que hoje é possível acessar muito mais informação sobre a repercussão dos conteúdos veiculados do que em qualquer momento da história. E usar essa informação para gerar novos conteúdos de maneira mais inteligente e eficiente. Mas talvez seja pedir muito, quando muitas pesquisas não incluem nem sequer um google para saber o que o youtuber tinha postado no verão passado.

Fonte: Meio & Mensagem 

Facebook lança ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer seus candidatos

Nesta terça-feira (02), o Facebook lança uma ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer mais sobre os candidatos e seus programas de governo antes das eleições no próximo domingo. A nova ferramenta centraliza as informações dos candidatos em um só lugar, para ajudar os eleitores a descobrir mais sobre os candidatos a presidente, governador e senador.

Os candidatos poderão apresentar seus projetos nas suas próprias palavras e as pessoas poderão conhecê-los e suas plataformas. A ferramenta aparecerá no Feed de Notícias para todos os usuários brasileiros na semana que antecede a eleição. Lá, as pessoas podem descobrir quem são os candidatos concorrendo a cada cargo, visitar suas Páginas no Facebook e assistir a vídeos curtos, nos quais eles falam sobre questões importantes.

Os candidatos têm a oportunidade de criar quatro vídeos de 20 segundos, se apresentando e respondendo a perguntas-chave:

  • O que te motivou a concorrer a presidente / governador / senador?
  • Se eleito, o que é mais importante aprovar nos primeiros 100 dias do seu mandato?
  • Por que essas eleições são importantes?

Trabalhamos com a ONG apartidária Transparência Brasil para escolher as perguntas que os candidatos podem responder. Os vídeos são gravados pelos candidatos e suas equipes, e o Facebook não tem participação nos conteúdos.

Isso faz parte do nosso trabalho contínuo para construir uma comunidade bem informada e engajada civicamente. Acreditamos que ajudar as pessoas a conhecerem melhor os candidatos pode colaborar para a construção de comunidades mais bem informadas. Todos os dias vemos pessoas usando o Facebook para conversar sobre política – mais de 62 milhões de brasileiros comentaram sobre questões relacionadas às eleições de 2018 somente no primeiro mês da campanha eleitoral. Estamos trabalhando para tornar mais fácil para as pessoas encontrar as informações necessárias para tomar decisões informadas antes das eleições.

Você pode monitorar a presença digital dos presidenciáveis com a Zeeng de maneira gratuita, acesse aqui.

 

Fonte: Newsroom 

Logins do Facebook podem ser comprados por US$ 2,60 cada na Dark Web

Mais surpreendente do que saber que é possível adquirir logins e senha do Facebook na Dark Web, é tomar conhecimento da cotação de semelhante informação nesse mercado negro virtual. De acordo com um levantamento do site Money Guru, as informações pessoais para acessar a rede social são passadas por apenas US$ 2,60 a compradores mal intencionados.

Isso provavelmente diz algo sobre como os usuários e a própria companhia tratam esse volume de dados privados. Afinal, o relatório do referido site surge pouco depois do mais recente vazamento ocorrido no Facebook, cujo resultado foi o comprometimento de mais de 50 milhões de contas.

Mas os dados do Facebook não são os únicos transacionados na Dark Web. Logins e senhas individuais da rede social são apenas – é verdade – a mais barata das informações pesquisadas pelo Money Guru. Também é possível adquirir logins de emails por soma próxima, embora também estejam à disposição informações financeiras como os dados de cartões de crédito e débito, vendidos por US$ 14 e US$ 19,50, respectivamente.

Por fim, ao pesquisar um total de 26 dados privados associados aos principais serviços disponíveis na Web, o site revelou ser possível adquirir a identidade online completa de uma pessoa por menos de US$ 1 mil. Nesse pacote se incluem perfis em mídias sociais, contas em sites de venda e também em serviços de entretenimento, além de números de telefone e endereços.

“O fato de que scammers podem gastar menos de 750 libras para o acesso em potencial a dezenas de milhares [de contas pessoais] é algo assustador”, conclui o relatório. Sem dúvida que é.

Fonte: Money Guru

Facebook enfrenta bug e pode receber multa de até U$ 1,63 bilhão

Nesta sexta-feira (28) foi divulgada uma gigante falha de segurança no Facebook, onde hackers conseguiram total acesso a tokens de pelo menos 50 milhões de contas. Ou seja, potencialmente, os invasores teriam controle à todas as contas afetadas. Segundo o Wall Street Journal, a companhia acendeu a ameaça de uma multa que chega a U$ 1, 63 bilhão por parte da União Europeia.

O bug transitou em diversos recursos da rede social, o que fez com que a gigante tivesse de resetar os tokens dos 50 milhões de usuários e outras 40 milhões de contas como método de precaução.

O vice-presidente de gerenciamento de produtos da empresa afirmou à repórteres que os invasores tentaram coletar informações privadas dos usuários, mas ainda não se sabe ao certo se os hackers tiveram acesso à informações mais delicadas como conversas privadas no Messenger.

Segundo o Wall Street Journal, reguladores europeus não utilizaram ainda o GDPR para cobrar as multas. Resta saber agora se a multa aplicada seria a pena máxima, em especial se determinarem que o Facebook “tomou as medidas apropriadas para proteger os dados de usuários antes da invasão”.

Já nos EUA a possibilidade de multa é bastante remota, uma vez que eles não possuem um equivalente ao GDPR, portanto, enfrenta uma investigação da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) sobre violações de dados.

Fonte: AdNews

Nova ferramenta do LinkedIn traz Big Data e inteligência artificial para recrutamento de candidatos

Nesta terça-feira (25/9), o LinkedIn anunciou o lançamento do LinkedIn Talents Insights, uma ferramenta voltada à profissionais de RH responsáveis pela área de recrutamento e que usa aplicações de Inteligência Artificial e Big Data, trazendo datas em tempo real que podem ajudar na contratação de novos funcionários.

De acordo com a rede social, a ferramenta utiliza o banco de dados de mais de seus 575 milhões de usuários. A partir disso, ela fornece análises estratégicas sobre concorrência, perfis de contratação, habilidades mais procuradas para determinadas funções, entre outras métricas. O serviço pode ser adquirido como um plano de licenças anual, que varia de acordo com o número de funcionários presentes no LinkedIn.

Como funciona

 O acesso à plataforma permite a consulta de duas formas: por cargos ou companhias. Na pesquisa por cargos, por exemplo, é possível visualizar onde estão os talentos geograficamente e, por exemplo, planejar onde abrir um escritório ou investir em programas de recrutamento. Já na pesquisa por companhias, o recrutador consegue visualizar para quais empresas está perdendo candidatos ou de qual empresa se contrata com mais frequência.

LinkedIn Talents Insights ainda permite a extração de relatórios por planilhas ou apresentações, o que facilita a análise de dados pelos tomadores de decisão da empresa.

Maior eficiência

Segundo estudo recente do LinkedIn, feito com mais de 9 mil profissionais de Recursos Humanos, 64% dos entrevistados já utilizaram dados no processo de recrutamento. Dos que ainda não usam, 79% afirmam que pretendem fazê-lo para selecionar os melhores candidatos nos próximos dois anos.

“Hoje em dia, os dados de RH ainda são limitados. Na maioria das vezes, eles estão desatualizados, levam muito tempo para serem coletados e oferecem pouca visibilidade do talento que as empresas têm ou precisam encontrar”, comenta Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina. “O LinkedIn Talents Insights quer ajudar as empresas a atrair ou reter funcionários, mas também trabalhar a marca empregadora da empresa fazendo análises sofisticadas da sua principal audiência”, complementa.

Fonte: Olhar Digital

Twitter anuncia novas políticas contra discursos de ódio generalizado

O Twitter anunciou uma nova política de moderação que promete lutar contra o que chama de discurso desumanizador, aquele voltado para atingir todo um grupo de pessoas, em vez de apenas um indivíduo. As novas medidas devem entrar em vigor no final deste ano e acrescentam às atuais regras de conduta da rede social, que, por enquanto, preveem apenas medidas contra ataques diretos e voltados a indivíduos.

O combate ao discurso de ódio vem sendo um dos principais pontos de atenção da rede social nos últimos meses. Mesmo dando grandes passos nesse sentido, o Twitter ainda é criticado por fazer pouco, principalmente, por considerar apenas como discurso de ódio ou violência aquele voltado a alguém específico. Isso significa que atacar uma mulher, por exemplo, é um ponto de atenção, mas o mesmo tratamento não é dado para um discurso que ofende e generaliza todas elas.

É justamente para chegar a um consenso em relação a isso que o Twitter anunciou as novas medidas, mas ainda não as colocou em vigor. A empresa convida os próprios usuários a participarem da construção das novas normas por meio de um formulário online, indicando, por exemplo, até que ponto consideram que as normas são claras e dando sugestões de como a companhia pode agir contra esse tipo de conduta.

O outro lado da moeda também é considerado, com os utilizadores sendo levados a indicar exemplos de conversas “sadias” que poderiam ser confundidos com discursos de ódio, bem como informações de gênero, localização e idade. A ideia é chegar a um meio termo, de forma que as medidas possam ser aplicadas de acordo com os anseios da comunidade e, também, de forma a protege-la.

Na visão do Twitter, o discurso desumanizador é todo aquele que trate alguém como menos do que um humano. Um exemplo claro é a comparação de etnias, religiões ou grupos a insetos ou vírus, assim como, também, reduzir todo um gênero ou raça a um único aspecto, como a genital ou a cor da pele.

A empresa também apresenta uma visão ampla do que pode constituir grupos desse tipo, indo além das obviedades e incluindo também deficiências físicas, problemas psicológicos, profissões, alinhamento político ou práticas sociais. É justamente devido à amplitude desse tratamento que o Twitter busca a ajuda da comunidade para implementação das regras, bem como, após sua liberação, continua dependendo de denúncias e indicações para realizar uma moderação adequada.

A motivação por trás das novas regras, entretanto, fica clara quando se leva em conta a linha do tempo até aqui. Os grupos de ódio são os principais alvos das novas medidas de moderação, principalmente depois do banimento de Alex Jones, do Infowars, de outras redes sociais. Inicialmente, o Twitter anunciou que não tomaria atitudes contra o conspirador, mas diante do feedback negativo da comunidade, decidiu não apenas agir como, também, antecipar a criação de normas mais abrangentes de moderação contra a desumanização.

De acordo com a rede social, a consulta pública estará aberta até o dia 9 de outubro, com os participantes não precisando se identificar, caso não queiram. Depois, as respostas serão analisadas para composição das regras finais, que ainda não têm data para entrarem em vigor.

 

Fonte: Twitter

Facebook monta “sala de guerra” para monitorar eleições no Brasil e nos EUA

O Facebook admitiu o abuso da plataforma com iniciativas de desinformação nas eleições presidenciais estadunidenses em 2016 e desde então vem reunindo esforços para evitar que as fake news e ações coordenadas de pessoas mal-intencionadas possam interferir em novos pleitos.

Agora, a companhia prepara “salas de guerra” física e digital para combater esse tipo de comportamento no processo eleitoral deste ano no Brasil e nos Estados Unidos — por aqui escolhemos presidente, governador, senadores e deputados em outubro e os ianques selecionam seus novos deputados e senadores em novembro.

Essas centrais de monitoramento estarão na sede da rede social, em Menlo Park, na Califórnia. As equipes reunião diversos departamentos, incluindo os de engenharia e inteligência sobre ameaças, e dados legais e científicos, entre outras frentes. Serão mais de 300 pessoas mobilizadas simultaneamente, enquanto 20 delas estarão nessa base de operações.

“Vai servir como uma central de comando. Assim poderemos tomar decisões em tempo real, caso sejam necessárias”, adiantou o diretor de gerenciamento de produtos para as campanhas eleitorais e esforços de engajamento cívico do Facebook, Samidh Chakrabarti, em conferência com jornalistas nesta quarta-feira (19).

Brasil já conta com uma força-tarefa especial

Em julho, o Facebook disse que desvendou uma campanha com dezenas de contas e páginas usando o equivalente a US$ 11 mil em anúncios para influenciar pessoas com causas políticas de forma suspeita. O CEO Mark Zuckerberg disse recentemente que de março a outubro mais de 1,3 bilhão de perfis falsos foram desabilitados e a rede social mantém parceria com duas organizações sem fins lucrativos para monitorar a segurança em pleitos e eventos internacionais, a International Republican Institute e a International Democratic Institute.

No Brasil, já há uma reunião de esforços na plataforma para desativar contas que vêm espalhando notícias falsas e a companhia disse que se aliou a companhias de checagem de dados para criar dois bots, capazes de ajudar a reconhecer automaticamente o conteúdo de desinformação antes mesmo que eles se espalhe por aí.

Fonte: Tecmundo

4 maneiras de aproveitar os recursos do novo Gmail

Mudanças, muitas vezes, podem ser difíceis e requerem  tempo para adaptação. Recentemente, o Gmail ganhou um “novo visual” e isso incomodou alguns usuários.

Diante da maior atualização em anos para usuários coorporativos e um pouco mais gradual para usuários tradicionais, a novidade até agora possibilita que a comunidade teste as alterações.Ainda que um choque para algumas pessoas, a transformação possui muitos benefícios que podem ser aproveitados pelos usuários, confira algumas delas:

Organizar a caixa de entrada

Quando a conta migrar, uma solicitação com três opções serão exibidas: padrão, confortável e compacta. Elas, por sua vez, afetam o quão compactados serão exibidos os e-mails na página. Dessa forma, fica mais fácil checar a Caixa de Entrada.

Outra novidade é a forma de expansão do menu de opções das mensagens: tudo o que o usuário precisa fazer é passar o mouse por cima da mensagem desejada e selecionar o que prefere dentre as opções arquivar, excluir, marcar como lida/não lida e adiar. Para adiar, basta clicar no ícone e redefinir data e horário.

Produzir mais nos aplicativos

O novo formato de exibição inclui uma barra lateral à direita que permite acessar outras ferramentas relacionadas à produtividade. Lá, ícones de agenda e tarefas estarão inclusos e não há necessidade de abrir outra guia.

Esta barra é compatível apenas com ferramentas do Gmail, por isso, se o material não estiver em nenhuma dessas ferramentas, talvez ela não faça tanta diferença.

Maximizar a eficiência do e-mail

O Gmail integra mais inteligência artificial em seus recursos. Logo, o serviço, até certo ponto, também poderá ser acessado em modo offline.

Foi instituído a “Resposta Inteligente”, que permite o usuário responder uma mensagem curta com uma sugestão da inteligência artificial. No momento ela não tem como ser desativada, mas segundo o próprio Google, eles estão em busca de uma maneira de corrigir isso.

O usuário também pode acessar algumas funções de e-mail off-line. Em Configurações, na opção offline, deve ser selecionado a opção “Ativar e-mail offline”. Agora as opções de pesquisa, exclusão e organização dos e-mails podem ser feitos sem a pessoa estar conectada.

Manter e-mails e sua conta segura

O Gmail inclui novos recursos para proteger informações confidenciais e de conta. Por exemplo, o aviso anti-phishing é muito mais fácil de ser detectado. Na interface antiga do Gmail, as pessoas poderiam ter ignorado o texto de aviso. Agora, um banner será exibido quando algum e-mail suspeito chegar à caixa.

Agora, e-mails confidenciais também podem ser enviados. Eles têm uma data de expiração e exigem autenticação para o destinatário abri-lo e não podem ser encaminhados, copiados ou imprimidos. Para enviá-los, o remetente deve selecionar o ícone Modo Confidencial na barra inferior.

Fonte: AdNews

LinkedIn anuncia campanha global para questionar o que é sucesso

O Linkedin estreia nesta segunda-feira (3), no Brasil, a campanha digital “Juntos Nessa”. A divulgação é uma adaptação da campanha global “In It Together”, lançada em janeiro, durante o intervalo comercial do Golden Globe Awards.

A campanha é a primeira da marca no Brasil e traz peças publicitárias feitas a partir de histórias reais dos usuários da rede social profissional. A criação é da agência americana Brands2Life.

Os anúncios, feitos com três usuários brasileiros, têm como objetivo estimular um debate sobre diferentes conceitos de sucesso e mostrar que o LinkedIn oferece suporte aos profissionais que ali estão para construção da sua comunidade, sejam eles de uma grande indústria, pequenos empreendedores ou com profissões que geralmente não são vistas na rede com frequência.

“Queremos mostrar que o LinkedIn é um espaço democrático, não só para pessoas com cargos de alta liderança. Para isso, buscamos nas histórias reais e inspiradoras de pessoas que encontraram no LinkedIn uma oportunidade de criar laços ou ainda, sua própria identidade como profissional”, explica Erica Firmo, gerente de comunicação do LinkedIn para a América Latina.

Dentre as histórias da campanha estão a de um grafiteiro, uma ex-publicitária que virou chef de comida vegana crua e uma trainee de marketing. Eles foram convidados para uma sessão de fotos e em seguida, criaram artigos para o LinkedIn respondendo à pergunta: “o que é sucesso para você?”.

Acompanhada da hashtag #JuntosNessa, a campanha circulará durante todo o mês de setembro, nos canais digitais da empresa, incluindo o Facebook, Instagram, Twitter e o próprio LinkedIn.

 

 

Fonte: AdNews

A revolução do Google completa 20 anos

Buscador lançado em 1998 foi o primeiro passo para uma série de inovações que a empresa fundada em uma garagem traria para o mundo

Se o Google mudou completamente a forma como pesquisas e buscas são feitas na internet, esta é apenas uma das inovações que a empresa trouxe para o mundo como hoje conhecemos. Da revolução que o YouTube gerou na forma de consumir mídia – plataforma adquirida em 2006 pelo Google – , passando pela rede social que talvez tenha sido a primeira de sucesso, o Orkut, lançado pela empresa em 2004, até o acesso mais fácil a conteúdo em outras línguas com o Google Tradutor, as transformações que o Google e suas ferramentas trouxeram para o mundo envolve diversas etapas e ainda está em curso.

A história do Google remete ao ano de 1996, quando Larry Page e Sergey Brin, ainda estudantes da Universidade de Stanford, desenvolveram a primeira versão do motor de buscas. Mas é em 4 de setembro 1998 que ele é registrado como empresa, operando ainda na garagem de uma casa de uma amiga dos dois, localizada na Califórnia. Por isso que o dia de hoje marca a data em que o buscador começou a operar, embora o Google comemore oficialmente no dia 27 de setembro.

O que vale resgatar nestas duas décadas de atividades do Google é a relevância que a empresa tem não só nas inovações tecnológicas que trouxe mas, principalmente, nas mudanças que gerou no comportamento da sociedade. “É um caso impressionante porque antes tínhamos um outro buscador, o Yahoo, e ninguém lembra mais dele. Este sistema de compartilhamento de informações trouxe uma revolução geral em termos de consumo de informações”, observa Eduardo França, coordenador de publicidade e propaganda da ESPM-Rio. Com suas ferramentas, o Google ainda impactou diretamente o marketing digital, lembra o pesquisador.

Em abril deste ano, o Google promoveu um evento já em celebração aos 20 anos de seu serviço de buscas. Nele, revelou que 15% das consultas no Google são inéditas; 130 trilhões de endereços web já foram buscados pelo Google, e 0,25 segundo é a média de tempo de resposta a uma pesquisa. Em um cenário global em que a popularização dos smartphones é crescente, hoje 50% da buscas no Google já são feitas por celulares. Com tecnologias como o Android, revolucionou ainda sistemas operacionais e hoje domina este mercado. Investindo em projetos como YouTube Space – são dez centros como este no mundo, um dos maiores deles localizado no Rio de Janeiro – mira na capacitação de produtores de conteúdo para a plataforma YouTube.

Operando no Brasil desde 2005, o Google conta com vários escritórios no País. Em São Paulo estão localizados as operações de vendas, o Google Campus para empreendedores e o Google Partner Plex, para clientes e parceiros. Em Belo Horizonte, o Google lançou um centro de engenharia e no Rio está o YouTube Space.  Segundo a assessoria de imprensa do Google, o Brasil é o único país do mundo a possuir todos esses tipos de instalações. Hoje a empresa conta com mais de 700 funcionários em São Paulo e mais 120 no centro de engenharia de Belo Horizonte.

Entre janeiro de 2017 e maio de 2018, o Google investiu R$ 700 milhões no Brasil em projetos como cabos submarinos, uma das iniciativas da empresa para melhorar a infraestrutura na América Latina. Parte da verba também foi destinada ao Cloud Region, que tem como foco os clientes que usam o a plataforma de nuvem Google Cloud; o objetivo foi processar dados e aplicações em um local mais próximo para reduzir o tempo de latência para acesso, por exemplo. O valor investido pelo Google no mercado nacional envolveu ainda o lançamento há um ano do YouTube Space no Rio de Janeiro, projeto que visa apoiar produtores de conteúdo oferecendo uma infraestrutura profissional, acesso a estúdios e workshops ligados à tecnologia e audiovisual. Com oito plataformas com mais de um bilhão de usuários –  Busca, Android, Chrome, YouTube, Maps, Play Store, Gmail e Drive –, o Brasil é hoje está entre os cinco principais mercados do Google, não apenas em tamanho, mas também em engajamento.

Fonte: Meio e Mensagem