Facebook informará quem coleta dados para depois direcionar publicidade

A partir de 27 de fevereiro, o Facebook permitirá que usuários saibam quem coletou informações pessoais como email e número de celular com o objetivo de direcionar publicidade. Hoje, usuários têm acesso apenas à empresa que direcionou o anúncio, mas não ao agente que as coletou – o responsável pode ser um desenvolvedor ou uma agência de marketing.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo site de tecnologia TechCrunch, que havia antecipado a mudança.

Diante de episódios relacionados à falta de transparência no último ano, o botão “Por que estou vendo isso?” ganhará uma nova camada de informações.

Se uma pessoa recebe uma peça publicitária no feed de notícias, pode entender que o direcionamento ocorreu devido à sua faixa etária e à localização geográfica, e foi feita por uma marca específica.

Com a mudança, saberá quem de fato coletou os dados e se teve o email e o número de telefone utilizados para a segmentação, visto que esse processo só pode ser feito mediante consentimento. A ferramenta existe desde junho, mas não havia um processo de verificação.

“A explicação ‘Por que estou vendo isso?’ exibirá o nome da empresa que carregou as informações do usuário no Facebook e destacará qualquer compartilhamento que possa ter ocorrido. Isso pode incluir o envolvimento de agências, desenvolvedores ou outros parceiros”, diz a empresa em uma publicação na página Facebook Advertisers Hub, dedicada a anunciantes.

A ferramenta integra a estratégia de proteção de dados do Facebook, que tenta modificar alguns de seus processos após os casos de violação de privacidade de 2018. Com esse tipo de dispositivo, usuários podem rastrear de onde recebem propaganda.

O Facebook ainda não confirmou se a medida valerá para o Brasil também.

Fonte: GauchaZH

Alemanha estabelece limite para coleta de dados do Facebook

O Escritório Federal de Concorrência (FCO) da Alemanha anunciou nesta quinta-feira (7) novos limites à maneira como o Facebook coleta dados de suas subsidiárias Whatsapp e Instagram, assim como de sites que incorporam funções do Facebook como a opção “curtir”.

“No futuro, o Facebook não estará autorizado a forçar os usuários a aceitar a coleta praticamente ilimitada de seus dados por meio de outros aplicativos”, resumiu o diretor da FCO, Andreas Mundt, antes de insistir na necessidade de “consentimento voluntário” para qualquer tipo de coleta de dados, de acordo com a France Presse.

O Facebook afirmou que vai recorrer da decisão, resultado de um processo de três anos, em que a empresa foi investigada por uma série de lapsos de privacidade, incluindo o vazamento de dados de milhões de usuários, assim como o uso extenso de publicidade por estrangeiros buscando influenciar o resultado de eleições nos Estados Unidos.

De acordo com a Reuters, o FCO declarou objeção, em particular, à forma como o Facebook obtém dados de pessoas a partir de outros aplicativos – incluindo WhatsApp e Instagram, que pertencem ao próprio Facebook – e o rastreamento de pessoas que sequer são membros do serviço. Esse rastreamento, de acordo com a Reuters, é feito por meio de páginas web nas quais são incluídos os botões de “curtir” e “compartilhar” do Facebook, e mesmo por páginas nas quais a presença da rede social não é óbvia.

“Nós discordamos das conclusões e pretendemos apelar para que as pessoas na Alemanha continuem usufruindo dos nossos serviços”, disse o Facebook em nota. A decisão ainda não pode ser aplicada e a rede social tem um mês para recorrer.

Fonte: G1

Estudo revela como anda a presença digital das marcas brasileiras mais valiosas

Zeeng e Blumahub divulgam estudo inédito que aponta posicionamento das marcas mais valiosas de 2018 no ambiente digital.

Anualmente, a Interbrand, consultoria global de marca, realiza estudo em que apresenta as 25 marcas mais valiosas do mercado brasileiro.

Com o objetivo de compreender melhor como essas empresas se comportam no ambiente digital, a Zeeng, plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, em parceria com a Bluma Hub, empresa focada em estratégias digitais, preparou o estudo inédito sobre o tema.

O ranking analisa o impacto positivo de um bom posicionamento na internet na visão dos consumidores. “Essa é uma provocação para estimular a reflexão de como as marcas do estudo estão se comportando e como isso pode atribuir ainda mais valor ou apresentar uma possibilidade de crescimento para essas empresas” comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Ao todo, as empresas foram divididas em treze setores:

Financeiro: Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Cielo e BTG Pactual Digital são as cinco marcas mais presentes digitalmente. Quando analisadas separadamente, nota-se que o Banco do Brasil demonstra um posicionamento de notícias muito mais elevado do que qualquer outra competidora, enquanto nas redes sociais o Itaú é a marca que apresenta maior ativo social.

Cerveja: As marcas mais relevantes no ambiente digital são Skol, Brahma, Itaipava, WALS e Bohemia. As marcas Brahma e Bohemia podem melhorar seus ranking de Web Analytics, onde outras marcas nacionais estão melhores posicionadas.

Higiene pessoal, perfumaria e cosméticos: Os destaques foram Natura, Salon Line, Tô de Cacho, O Boticário e Hinode. Embora a Natura seja uma empresa de relevância nacional, em relação ao trabalho no digital, ocupa o segundo lugar, perdendo para a Salon Line.

Energia: petróleo, gás, etanol, gasolina, lubrificantes e afins: as empresas que estão no top 5 são: Petrobras, Ipiranga, Atvos, Raízen, CPFL Energia. É importante levar em consideração que a Petrobrás apresenta uma grande diferença, em seu posicionamento de notícias por ter sido constantemente citada em matérias relacionadas à política nacional.

Moda e produtos de luxo:  Os destaques são Lojas Renner, Riachuelo, C&A, Marisa e Reserva, respectivamente. Delas, a Lojas Renner – que é a 11ª marca mais valiosa da pesquisa – ocupa o 1º lugar no posicionamento online. Mesmo que as empresas apresentem um ativo social muito próximo um do outro, a Renner é muito mais ativa nas plataformas de mídias sociais.

Hospital, clínicas, laboratórios e afins: Hospital Israelita Albert Eintein, Hospital São Camilo, Hospital Sírio-Líbanês, Hospital Moinhos de Vento e o Laboratório Fleury são destaques no top 5.  Os hospitais mostram-se muito estruturados em relação à seu posicionamento digital, sendo 4 dos 5. Embora apareça no ranking, a empresa Fleury ainda pode explorar ações no ambiente digital e melhorar sua posição.

Para acessar o estudo completo com todas os setores, acesse aqui.

Fonte: Proxxima, Revista Live Marketing

Pela gestão efetiva da tecnologia na publicidade

A publicidade voltada para dados passa por um período de desconfiança, como mostraram as falas dos executivos da Unilever e da P&G durante o CES 2019, evento que aconteceu na semana passada em Las Vegas. Por outro lado, esse mercado está sofrendo mudanças estruturais, sobretudo em um momento em que a Europa implementa sua legislação e o Brasil aprova uma regulação parecida. Durante 2018, em um mesmo ano, discutimos o hiperconhecimento do usuário, a tecnologia na comunicação e a ponta da equação – se na parte da automatização total ou da comunicação sem dados – na qual estaria a campanha ideal.

Segundo o relatório Dimension 2018, o número de brasileiros confiantes de que as marcas se comunicavam bem passou de 86% em 2017 para 80% em 2018 – embora seja uma porcentagem alta, esta queda mostra uma mudança na percepção do consumidor sobre a comunicação das marcas.

Também a relação entre usuário e publicidade online foi algo a se perceber:  54% dos consumidores globais bloqueiam, sempre ou esporadicamente, os anúncios online, sob o argumento de que não gostam da publicidade ou de que ela está piorando; apesar de nem sempre se engajarem com as campanhas, no entanto, eles também entendem que seus dados pessoais têm valor como matéria-prima para elas, motivo pelo qual considerariam a venda deles para marcas de sua preferência por 150 dólares ou mais.

Além das reações manifestadas pelo consumidor final, as questões regulatórias também implicaram em uma revisão de processos: uma pesquisa liderada pela Duke University, a Associação Nacional dos Anunciantes e a Deloitte mostra que mais de 10% dos profissionais de marketing americanos pretende reduzir o uso de dados 3rd party. Essa reação vem dos browsers utilizados pelos internautas, que têm políticas distintas – e cada vez mais restrititvas – sobre cookies, mas principalmente de escândalos sobre a utilização das informações desses cookies, como o famoso Cambridge Analytica, que chocou tanto o mercado no início do ano passado. A alternativa ao uso desse tipo de dados veio do Publisher que, ao obter dados legítimos e consentidos, se tornou um parceiro atrativo para campanhas feitas com dados confiáveis e dentro das leis.

 Como os dados podem agregar, em vez de substituir?

 Neste contexto, o que se vê é que não existe um abandono do uso da tecnologia para a comunicação, mas o desafio de usá-la de maneira mais estratégica do que tática, entendendo e medindo os reais ganhos que a publicidade traz e pode trazer. Para tanto, é necessário que pensemos nas inovações tecnológicas para a propaganda não só como ferramentas a serviço da criação, mas também como geradoras de negócio.

Em um viés criativo, o uso de dados pode contribuir, por exemplo, com a adoção de uma visão user-centric pela otimização de criativos dinâmicos (DCO).  Dessa maneira, a mensagem, traduzida em peças impactantes e criativas, é veiculada de maneira customizada com base nos  dados, que vão variar de acordo com as preferências, características ou lugar do consumidor dentro do funil de conversão.

Mas o verdadeiro valor do mercado adtech, sobretudo dos players do lado da compra da mídia programática, está (e tende a continuar) cada vez mais na mensuração e  na análise das campanhas. É com o acompanhamento das audiências que se identificam as melhores condições para a veiculação de uma campanha (como a frequência ideal, a recência, os domínios preferenciais e os perigosos para a marca) e se revela o padrão de compra de mídia mais adequado para gerar um incremento real no valor da publicidade (melhores preços de bid, formatos mais impactantes para cada desafio de comunicação, tipos de mensagem que geram maior engajamento).

O mercado dos dados se reinventa e renasce como inteligência. As restrições que sentimos nos mercados estrangeiros e que replicamos aqui são, antes de um fator limitante de negócios, o reflexo de um mercado que, por sua evolução, precisa encontrar soluções cada vez mais eficientes para manter seus resultados e sua expansão. Mudamos de era: partimos da automação desmedida para o gerenciamento estratégico – e criativo – da tecnologia, em que o valor não é só medido pelas muitas métricas pelas quais se pode pautar uma campanha, mas pelos insights que ela é capaz de trazer para os profissionais de marketing e publicitários.

Fonte: Proxxima

Quantas são e o que fazem as martechs brasileiras

As martechs, startups que prestam serviços de marketing, já são 194 no Brasil. A constatação é do levantamento Liga Insights MarTechs, realizado pela aceleradora Liga Ventures em parceria com a Astela Investimentos. Do montante analisado, os serviços mais comuns prestados são relacionados a atendimento, produtividade, social media e comunicação, analytics, performance e ferramentas de fidelidade do cliente. Com menor representatividade estão CRM, vendas e geração de leads.

Para chegar ao número, a Liga Ventures analisou um banco de dados com mais de 11 mil startups no país durante o ano de 2018 e selecionou as mais promissoras prestadoras de serviços de marketing. O levantamento também considerou entrevistas de especialistas de empresas como Uber, Centauro, Mercado Pago, Magazine Luiza e XP Investimentos. “Essas startups auxiliam na criação e execução de estratégias e conteúdos nas áreas de marketing, além de ajudarem no gerenciamento de grandes times focando em produtividade”, diz Raphael Augusto, startup hunter da Liga ventures e responsável pelo estudo.

“Nosso ecossistema vem amadurecendo e, com isso, várias iniciativas em diversos setores vêm se estabelecendo. Por uma questão de proximidade do dia-a-dia do potencial empreendedor, que aí consegue avaliar de uma maneira mais clara a oportunidade de empreender, alguns setores saem na frente nessa corrida – como o varejo, afinal, todos nós compramos ou vendemos quase que diariamente, independente da nossa formação ou profissão”, reforça Raphael.

Das startups mapeadas, 42% estão na cidade de São Paulo seguidos por Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia. Marcelo Sato, sócio da Astela Investimentos, explicou em artigo recente no ProXXIma, que o resultado da junção entre marketing e tecnologia impulsionou o fortalecimento dessas empresas. “O primeiro desafio das empresas é a concepção de um produto que demonstre uma proposta de valor e o seguinte é construir o canal de distribuição para seu produto. Encontrada essa combinação, temos a gêneses de negócios que prosperam e crescem exponencialmente”, observa.

Outro estudo, o “100 Startups to Watch”, fruto de uma parceria entre a Editora Globo e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, identificou as 13 martechs brasileiras mais promissoras. Entre elas estão Contentools e Exact Sales, de Florianópolis, a Decision6 e Forebrain, do Rio de Janeiro, Meus Pedidos, de Joinville, Mindminers, SenseData, SocialMIner, Squid e Ramper, todas de São Paulo. Além de Tracksale, de Belo Horizonte, Zeeng, de Porto Alegre e Trakto, de Maceió. O estudo, que reúne outros segmentos além de marketing, demandou mais de cinco meses de análise de dados e selecionou as startups de um total de 1,3 mil inscritas.

Luiz Morcelli, CMO do Ahoy! Berlin, centro de inovação em São Paulo, afirma que as martechs são uma necessidade para as agências, consultorias e áreas de marketing das empresas. “Dentro desse ecossistema de inovação, dessa nova economia, elas complementam o trabalho das outras startups. Um exemplo próximo e recente é a InLoco e que acabou de ganhar o Caboré e passou recentemente por um programa de aceleração”, observa.

Fonte: Meio&Mensagem

CI&T aponta tendências da transformação digital para 2019

Relevância da cultura baseada em dados, necessidade de autonomia às áreas e mudanças no marketing digital estão entre as tendências para a jornada de transformação digital das empresas no próximo ano

De acordo com o Gartner, a transformação digital de negócios passou de experimento para mainstream. As iniciativas digitais vão liderar a lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital – um número acima dos 17% em 2018. Outro dado que chama a atenção é que apenas 4% das organizações não terão nenhuma iniciativa digital no próximo ano, o que sinaliza essa mudança do digital como uma plataforma mainstream.

CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes marcas com presença global, compartilha algumas tendências desse mercado para o próximo ano:

Adoção da cultura data-driven: As organizações deverão intensificar o uso de dados como parte do planejamento e estratégias de negócios para todas as suas áreas. Uma cultura baseada em dados permite o monitoramento em tempo real das principais fontes de informação, tanto para guiar processos-chave de transformação digital como realizar atualizações tempestivas no desempenho de lançamentos de novos produtos e serviços. Para compreender as interações com os consumidores, as empresas terão que possuir maior competência em análise de dados (analytics). O uso do analytics fará toda a diferença para criar novas jornadas, onde o consumidor terá suas necessidades antecipadas e supridas de forma sem precedentes, assim como a identificação e a correção tempestiva de pontos de fricção. Ao se tornar uma organização mais inteligente e data-driven, será possível retroalimentar o negócio com dados e insights, construindo uma cultura de valor com foco no cliente e, consequentemente, impulsionando os negócios.

Mudanças do marketing no digital – Em 2019, as marcas deverão intensificar ainda mais a substituição das técnicas tradicionais por um novo mindset, mudando suas estratégias de marketing para focá-las no estímulo à experimentação e, principalmente, na inserção do cliente no centro do negócio entendendo não apenas seu mix de canais, mas sua relação com múltiplos touchpoints on e offline. O chamado Agile Marketing precisará ser implementado, com ciclos curtos e rápidos aprendizados como parte do processo de transformação digital. Para isso, equipes de marketing deverão estudar mais e correr atrás dos resultados.

Revolução da Inteligência Artificial (IA) – Outra tendência que crescerá exponencialmente será a aplicação da Inteligência Artificial, especialmente em assistentes virtuais para a oferta de experiências altamente convenientes, personalizadas e onipresentes aos consumidores. A IA vai provocar uma verdadeira revolução nos negócios peer-to-peer oupeer-to-machine, para transformá-los em machine-to-machine através da voz.

Autonomia e empoderamento das áreas – A quebra de estruturas de silos (departamentos) para dar lugar às equipes multidisciplinares (SQUADs) nas organizações está entre as ações-chave do processo de mudança cultura da transformação digital. A tendência é a formação de equipes com mais autonomia e empoderamento, agindo de forma colaborativa, em torno de um objetivo comum e com incentivo à experimentação e inovação, para que a empresa ganhe a velocidade que o mercado exige na tomada de decisões que vão gerar real valor aos seus consumidores.

Capacidade de lidar com riscos – A transformação digital traz muitos desafios e riscos também. Ano a ano, as empresas precisarão estar cada vez mais preparadas para lidar com os riscos dessa jornada, que inclui testes e experimentos fundamentais para a evolução da marca no ambiente digital. As organizações vão precisar entender que a missão de resolver problemas vai além de uma área específica, para ser tratada de forma global por todas as esferas, especialmente a do cliente.

“Em 2019, teremos que ter um olhar ainda mais profundo para as capacidades disruptivas dessas tendências, que vão provocar grandes transformações nas relações entre os consumidores e as marcas”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Fonte: Proxxima

Zeeng Score é destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Zeeng Score: o indicador da sua marca no ambiente competitivo

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital.

“Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”,  explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Confira o vídeo sobre o lançamento do Zeeng Score:

Lançamento repercutiu nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

A novidade foi destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil, como: ProXXima, Meio & Mensagem, Revista Live Marketing, AdNews, e dezenas de outros.

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Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Afirmação foi de Eduardo Prange, durante palestra no 1º Congresso da Transformação Digital

A manhã do último sábado, 17, começou agitada no 1º Congresso da Transformação Digital. Com três palestras simultâneas desde as 9h, a movimentação na Fundaparque, em Bento Gonçalves, é tão intensa quanto ontem. Uma das atrações tratou de ‘Data Driven Marketing: Os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital’, ministrada por Eduardo Prange, CEO da Zeeng. E, para explicar o conceito da técnica, comparou: “Data Driven nada mais é do que um mundo orientado por dados, com mais agilidade e facilidades. É como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento”.

Explicando também que a ferramenta é uma disciplina de marketing baseada em dados, “algo que se tornou essencial para as definições estratégicas”, Eduardo focou sua explanação no conceito de real time. Segundo ele, antes mesmo de pensar em dados, as empresas precisam fazer o famoso feijão com arroz, que significa investir na presença digital. Para ele, o primeiro passo para o uso de Data Driven é estar em um site institucional que permita o uso de Analytics, nas principais redes sociais e produzir conteúdos para portais e blogs da área de atuação. Por outro lado, alertou: “Mais importante do que estar nesses ambientes digitais, é mensurar essa presença”.

As organizações, na opinião do palestrante, precisam entender que as pessoas deixaram de falar DAS marcas pelo desejo de falar COM elas. E para corroborar sua visão, apresentou cases de chocolates, séries da Netflix e aplicativos de relacionamento, que adaptaram suas estratégias conforme coletavam dados, opiniões e reações das pessoas no mundo online. Citou ainda o caso de vazamento de dados da Cambridge Analytica na eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. “Essas informações já são capazes de definir processo eleitoral. Alguma dúvida de que é preciso olhar para Data Driven?”, provocou.

Como etapa mais prática da sua palestra, Eduardo apresentou plataformas capazes de encontrar dados de pessoas – e usou o nome de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como exemplo de busca – e de analisar a presença digital de marcas – e optou por mostrar uma empresa local, a Vinícola Aurora. O palestrante finalizou a explanação afirmando: “O Data Driven pode nos guiar, mas para frente. Ao usar dados, não olhamos mais para o passado na tomada de decisões estratégicas”.

Confira apresentação na íntegra: Data Driven Marketing – Os dados como verdadeiros aliados nas estratégias digitais from zeengbr

O evento contou cobertura em tempo real realizada pela equipe do portal Coletiva.net, com apoio do Grupo Record RS.

LinkedIn entra no bonde do “Stories” com recurso “Student Voices”

A rede social de networking profissional LinkedIn está prestes a inaugurar uma função nunca antes vista na história da internet: “Stories”. Ok, ironias à parte, a rede, de propriedade da Microsoft, confirmou informações de pesquisadores digitais e afirmou que está, de fato, testando uma função similar aos Stories do InstagramFacebookWhatsApp e o precursor de todos eles, o Snapchat. Ainda sem previsão de lançamento, a chamada “Student Voices” será direcionada à demografia universitária presente no LinkedIn.

Algumas diferenças entre a Student Voices e os Stories da indústria, porém, pontuam uma separação leve entre si: no caso do LinkedIn, primeiramente, não serão permitidas fotos, apenas vídeos. Mais além, ao contrário das outras redes, o material publicado pela Student Voices não deve desaparecer após 24 horas, mas sim depois de uma semana, estando ainda disponíveis nas atividades recentes do usuário (ou em um slideshow fixo dentro da página de alguma universidade, por exemplo).

Falando ao Techcrunch, a gerente de produtos do LinkedIn, Isha Patel, disse: “As playlists de campus são uma nova função de vídeo que estamos aos poucos disponibilizando para alguns estudantes universitários dos EUA. Como sabemos, estudantes adoram caturar em vídeo os seus momentos, então criamos este novo produto para auxiliá-los a se conectarem entre si por meio de experiências compartilhadas no campos, criando um senso de comunidade”.

O LinkedIn ainda diz que a ferramenta ambiciona incentivar o compartilhamento de eventos universitários por parte dos estudantes, como feiras de recrutamento de estágios, workshops e palestras: “É uma ótima forma dos estudantes construírem seus perfis e ter este conteúdo autêntico, que mostra quem eles são e quais têm sido as suas experiências acadêmicas e profissionais. Ter estes vídeos apresentados em seus perfis pode ajudar os estudantes a ampliarem a sua rede de contatos, prepará-los para a vida após a graduação, além de auxiliar empregadores em potencial a aprender mais sobre eles”, disse Patel.

Essa é mais uma manobra do LinkedIn para ampliar seu poder de atração junto ao público jovem: recentemente, algumas atualizações da plataforma inauguraram testes com emojis de reações (similar ao Facebook) e até postagem de threads e comentários com GIFs.

(Imagem: Divulgação/LinkedIn)

Fonte: Techcrunch

Facebook e Instagram agora avisam quanto tempo o usuário passa nas redes sociais

Há algum tempo, o Facebook tinha anunciado a ferramenta “Tempo no Facebook” para ajudar os usuários a gerenciarem quanto tempo eles passam navegando pela rede social. Eis que nesta quarta-feira (21), o recurso é enfim lançado, chegando gradativamente aos dispositivos Android e iOS. Na seção em questão, é possível visualizar quantos minutos foram gastos no app no aparelho celular em uso durante a última semana.

O usuário também pode definir um limite diário e receber um lembrete para que o aplicativo o avise para dar uma pausa na navegação após um determinado tempo. É importante ressaltar que a ferramenta não se aplica apenas ao Facebook, já que o Instagram também está recebendo esse novo painel de atividades. Para encontrar os novos recursos, basta acessar a página de configurações em qualquer um dos dois apps.

No Facebook, toque em “Tempo no Facebook”, e no Instagram, basta selecionar “Sua atividade”. Na parte superior, haverá um painel revelando o tempo médio que cada app foi usado. É possível ver somente o total do dia, também. E para definir um lembrete diário, que o alertará quando atingir o tempo estipulado para passar na rede social, basta configurar o painel na parte de baixo. O lembrete pode ser alterado ou cancelado a qualquer momento.

(Imagem: Facebook Newsroom)

Caso queira um empurrão extra para não acessar muito ambas as redes, basta ir em “Configurações de notificação” e ativar a nova opção “Silenciar notificações Push”. Com isso, as notificações do Facebook e do Instagram serão silenciadas por um tempo. Apesar de estarem um pouco escondidas, as duas ferramentas podem ajudar os usuários a se manterem um pouco mais desapegados das mídias sociais, focando as atenções em outras atividades.

Contudo, o recurso está chegando apenas para aplicativos e, portanto, nas versões web do Facebook e do Instagram o uso permanece livre, sem opções de auto gerenciamento de tempo. Isso levanta questões sobre opções mais pesadas de restrições, ou pelo menos mais expostas, às vistas dos usuários. Além disso, não há uma distinção exata da contagem de tempo ativa e passiva no painel, o que pode dificultar um pouco o gerenciamento.

Isso significa que não dá exatamente como ver detalhadamente quanto tempo é gasto visualizando o feed de notícias, assistindo Stories ou explorando fotos e perfis; tampouco é definido se/quando o usuário cria postagens ou comentários e/ou envia mensagens privadas e interage em grupos. Ter um gráfico com tais detalhes certamente forneceria uma visão mais clara e possivelmente ajudaria a pessoa a transformar seu tempo nas redes sociais em algo mais produtivo.

Em agosto, quando as novidades foram anunciadas oficialmente, o comunicado afirmava que as ferramentas foram desenvolvidas para que “o tempo que as pessoas passam no Facebook e no Instagram seja positivo, inspirador e com propósito”. A companhia de Mark Zuckerberg ainda desejava que “as novas ferramentas proporcionem mais controle sobre o tempo que as pessoas passam em nossas plataformas e também estimulem conversas entre pais e filhos sobre os hábitos online mais adequados para eles”.

Fonte: WiredTech CrunchFacebook Newsroom