Memo: onde a velha mídia acha uma nova fonte de receita

A Memo, uma startup que começa a operar em janeiro, está unindo duas grandes tendências globais — o uso de dados e os marketplaces — para criar um novo modelo de negócios que pode se revelar um alento para a indústria de notícias.

Criada por Eddie Kim, que tem mais de dez anos de experiência com analytics e big data, a Memo é um marketplace que vende os dados de matérias publicadas em grandes veículos para agências de PR, grandes empresas e qualquer um que tenha interesse em pagar por esse tipo de informação.

Funciona assim: os grupos de mídia que se cadastram na plataforma passam a disponibilizar informações como o número de visitantes, tempo médio de acesso e trechos mais lidos sobre cada uma de suas notícias, além do perfil dos leitores. Se um jornal publicar uma matéria sobre a Unilever, por exemplo, ela poderá entrar na plataforma, pagar uma taxa de cerca de US$ 100 e ter acesso aos principais dados relacionados àquela matéria.

O valor será dividido com o veículo que forneceu as informações e pode variar dependendo da popularidade da notícia. Hoje, algumas empresas já fornecem às companhias e agências de PR dados em tempo real sobre como as marcas estão repercutindo na internet. A grande sacada da Memo é oferecer insights sobre cada matéria individualmente e não uma visão geral do desempenho da marca.

Num momento em que a velha mídia busca formas alternativas para ganhar dinheiro não deve ser difícil convencer os grandes grupos do setor a aderirem à plataforma — que, além de fornecer uma nova fonte de receita sem custo adicional, pode servir como leads para novos anunciantes. “Na pspaço de relacionamento e geração de leerspectiva do publisher, é uma receita que virá de uma base completamente nova de compradores

— a indústria de relações públicas e comunicação”, o fundador da startup disse ao The Wall Street Journal. “Na plataforma, os veículos vão conseguir uma margem bruta de 100%, porque os dados já estão disponíveis.” Na outra ponta do negócio, a solução deve ter um apelo grande principalmente para as agências de relações públicas, que tem uma dificuldade histórica para conseguir mensurar os resultados de seu trabalho (apesar de serem cada vez mais cobradas por isso), e para as áreas de comunicação e marketing das grandes empresas.

Segundo a Memo, grupos de mídia como o BuzzFeed e a Meredith (dona da revista People) já aceitaram fornecer seus dados para a plataforma; na outra ponta, a Unilever, a marca de lentes Vision Path e a varejista Parachute Home assinaram para usar os serviços. Para Matt Minoff, o chief digital officer da Meredith, um dos pontos mais interessantes da plataforma é que ela pode estimular marcas a anunciar nos veículos do grupo. “O benefício indireto do serviço pode se provar, de um ponto de vista de receitas, maior do que o que vamos conseguir com a venda dos dados de matérias”, disse ao WSJ.

Fonte: Brazil Journal

2019: o ano do ecossistema digital orientado por dados

Um dos desafios como provedor de tecnologia é ajudar o cliente a prever o futuro, não só de sua operação para preparar a infraestrutura para as demandas dos negócios, mas o futuro da própria sociedade e qual será o impacto na área de atuação das empresas. Não é fácil e, por isso, na Dell essa tarefa é uma constante.

Um estudo do Instituto for the Future (IFTF), realizado em parceria com a Dell Technologies, mapeou as consequências que as novas tecnologias devem ter na vida e no trabalho das pessoas até 2030. No ano passado, apontamos oito tendências que impactariam de forma significativa o mercado em 2018, o que nos obriga a avaliar os acertos e ajudar novamente nossos parceiros de negócios a pensar em 2019.

Fizemos previsões ousadas ano passado — algumas se concretizaram um pouco mais rápido do que outras. Sabemos que ainda há muito a ser feito em relação aos avanços das tecnologias de machine learning, inteligência artificial e sistemas autônomos, que seguem mostrando seu potencial de transformar os negócios. Enquanto isso, as organizações ainda enfrentam o desafio de preparar sua infraestrutura e sua força de trabalho para comportar todo o potencial ainda desconhecido dessas tecnologias.

Em 2019, vamos ver o ecossistema digital orientado por dados ganhar força, apoiado por seis movimentações da indústria, que exploramos a seguir:

Tecnologia imersa na vida, pessoal e profissional

Assistentes virtuais e tecnologias conectadas – casa, coisas e carros, aprendendo suas preferências e fornecendo de maneira proativa conteúdo e informações com base em interações anteriores, devem ganhar força ao se unir à realidade virtual e aumentada para criar experiências verdadeiramente imersivas. Destaca-se aí dispositivos de monitoramento de bem-estar ainda mais inteligentes, que podem capturar informações sobre o corpo, como variabilidade da frequência cardíaca (VFC) e padrões de sono, com a possibilidade de poder facilmente compartilhar essas informações com médicos para cuidar melhor da saúde.

Inteligência imersiva também nos seguirá no trabalho, com PCs e dispositivos aprendendo de forma contínua com nossos hábitos e proativamente conectando com os serviços e aplicativos certos no momento certo. Avanços em tecnologias de voz e processamento de linguagem natural criarão um diálogo mais produtivo com máquinas, enquanto a automação e robótica criarão uma colaboração mais fluida e rápida para realizar mais trabalhos. Com os aplicativos de realidade virtual e aumentada criando experiências imersivas, as pessoas terão acesso aos dados que precisam para realizar suas tarefas quando e onde estiverem.

Dados impulsionando a próxima “Corrida do Ouro” nos investimentos tecnológicos

As organizações vêm acumulando há anos grandes quantidades de dados, e a previsão é que, até 2020, se alcance o volume de 44 trilhões de gigabytes ou 44 zettabytes. A medida que a Transformação Digital ganha forma, é chegada a hora das empresas finalmente colocaram todos os dados a serviço dos negócios, motivando inovações e processos mais eficientes e gerando mais investimentos no setor de tecnologia. Novas startups devem surgir para lidar com o desafio de tornar a inteligência artificial uma realidade: para o gerenciamento e análise de dados, em que os insights podem ser obtidos virtualmente de praticamente todos os lugares, e soluções de compliance de dados para um modo mais seguro e inteligente de fornecer resultados incríveis.

Com o 5G, viveremos no limite

A rede 5G e os primeiros dispositivos compatíveis estão previstos para chegar ao mercado no próximo ano e prometem mudar completamente o consumo de dados em termos de velocidade e acessibilidade. A rede de baixa latência e alta largura de banda impactará em mais coisas, carros e sistemas conectados, o que deve acarretar em um grande volume de dados de inteligência artificial, machine learning (aprendizado de máquina) e computação na borda (edge computing), onde os dados são gerados. Não demorará muito para começarmos a ver micro-hubs ou mini data centers em nossas ruas. Os espaços urbanos estarão mais conectados do que nunca, preparando caminho para projetos de infraestruturas digitais e cidades inteligentes, revolucionando setores como saúde e indústria.

Estratégia multi-cloud para gerenciar crescimento no volume de dados

Ano passado, previmos a chegada da mega-nuvem, uma variedade de nuvens que compõem um modelo operacional multi-cloud, como parte da estratégia de TI para gerenciar o crescimento das aplicações e cargas de trabalho. Essa tendência segue forte no próximo ano, a medida em que as organizações percebem que precisam gerenciar com eficiência todos os dados gerados pela empresa. Um estudo recente da IDC apontou mais de 80% dos respondentes estavam repatriando os dados para nuvens privadas locais e podemos esperar que essa tendência continue, mesmo com projeções para crescimento da nuvem pública.

Ambientes de várias nuvens promoverão a automatização, processamento de Inteligência Artificial e aprendizagem de máquina em alta velocidade, permitindo às organizações gerenciar, mover e processar dados onde e quando for necessário. De fato, veremos mais nuvens surgirem à medida que os dados ficam cada vez mais distribuídos, computação de borda (edge computing) para dar suporte às atividades de veículos autônomos ou em fábricas inteligentes, em aplicativos nativos na nuvem, em data centers locais e protegidos para atender as exigências de conformidade e privacidade e, claro, a nuvem pública para uma variedade de aplicações e serviços que usamos todos os dias.

A Geração Z vai chegar ao local de trabalho

A Geração Z (nascidos depois de 1995) começa a integrar o mercado de trabalho, como uma força de trabalho diversificada, que se estenderá pelas próximas cinco gerações, criando uma variedade rica de experiências na vida e na tecnologia. Entre os integrantes da Geração Z, 98% terão usado tecnologia como parte de sua educação formal, muitos já entendem o básico de codificação de software e esperam contar com a melhor tecnologia disponível como parte de sua experiência de trabalho.

Esta nova geração, vai desencadear uma evolução em inovação tecnológica para a força de trabalho e criará oportunidades de educação tecnológica e aprendizagem contínua de novas habilidades com as gerações atuais. Realidade Aumentada e Realidade Virtual serão cada vez mais comuns e fecharão a lacuna de habilidades da força de trabalho atual, enquanto darão à Geração Z a velocidade e produtividade que exigem.

As cadeias de suprimentos ficarão mais fortes, mais inteligentes e mais verdes

Acreditando nas muitas vantagens de administrar um negócio sustentável, as organizações buscarão cada vez mais por maneiras de projetar todo o ciclo de seus produtos livre de resíduos, como parte de seus modelos de negócios, que inclui investir em inovações em reciclagem e boas práticas, até o correto descarte no encerramento do ciclo de vida. Na Dell, estamos compartilhando nosso projeto para transformar plásticos coletados nos oceanos em embalagens recicladas e transformar a fuligem dos gases de escape dos geradores a diesel em tinta para impressão em caixas.

Outro desafio será melhorar a rastreabilidade na cadeia de suprimentos, examinando e aproveitando as tecnologias emergentes para identificar possíveis falhas e tomar as medidas corretivas.Tecnologias de Blockchain devem contribuir para garantir confiança e segurança na terceirização, ao mesmo tempo em que garante informações e dados sobre bens e serviços ao longo da cadeia.

Parece muito desafiador, mas a verdade é que nunca tivemos um momento tão bom para tecnologia – com a inovação das redes 5G, inteligência artificial e aprendizagem de máquina, além de múltiplas nuvens e Blockchain a todo vapor.

Temos certeza que faremos uso muito positivo dos 44 zettabytes de dados gerados até 2020. Vamos destravar o poder dos dados de maneira nunca imaginada, transformando o dia a dia dos negócios e da vida cotidiana. Então, aperte os cintos, caminhamos a todo vapor para a Era dos Dados.

*Luis Gonçalves é vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Dell EMC Brasil

Fonte: ComputerWorld

CCXP: o épico feito experiência

A CCXP 2018, que se realizou em São Paulo semana passada, pode ser considerada, sob vários aspectos e sem medo de errar, como o maior festival de cultura pop do mundo. Já explico porque.

Mas o mais importante a considerar sobre a CCXP, sob a ótica na nossa indústria, talvez não seja isso.

A Comic Con Experience 2018 é um evento que faz parte de um mundo que a indústria do marketing e da comunicação considera uma espécie de universo paralelo, o mundo geek e da cultura pop. Lá habitam seres alienígenas, que se comportam e se vestem de forma estranha, viciados em conteúdos em série e jogos de toda natureza. Eu, hein?

Pois esse povo tem super-poderes. Movimenta hoje algo perto de US$ 2,2 trilhões, globalmente. Esse é o volume de dinheiro da indústria do entretenimento. A indústria da mídia publicitária, nosso mundinho dominado e particular, deve movimentar algo entre US$ 600 e US$ 700 bilhões este ano.

POW! Santa cegueira, Batman!

A maior parte desses investimentos passa, como naves especiais de Star Wars, apenas na estratosfera da nossa indústria, agências e publishers. Mesmo os anunciantes e suas marcas não endêmicas (aquelas que não fazem parte natural desse mundo extra-mídias de massa) não parecem muito entusiasmadas com o que multidões de consumidores em todas as partes do mundo já estão. Consumidores não, fãs. Registre-se.

Mais de 100 marcas estiveram na CCXP deste ano, um marco. Mas os chamados anunciantes de produtos e serviços de consumo foram tímidos.

Para citar apenas alguns e correndo o risco de esquecer outros, estiveram presentes na CCXP deste ano Ford, Havaianas, Oi e Hershey´s. E deu.

Algum craque de mídia de plantão, The Flash, vai rapidamente argumentar: mas só passaram por lá reles 260 mil pessoas. Quatro pontos de audiência de TV na Grande São Paulo, varinha de Harry Potter, já são mais que isso. Então, praquê, né?

Todo Superman tem seu momento criptonita.

Fãs do mundo geek são clusters globais de look alikes. Não são pontos de audiência, são um movimento cultural global contemporâneo anabolizado pelos tentáculos tecnológicos de uma cadeia sem fim de distribuição de conteúdo em plataformas digitais virtuais e experiências live memoráveis. Tudo interligado e hiper-conectado.

Como diz claramente a CCXP em tudo que faz… é um planeta épico. Globalmente épico.

Toda marca que se preza, deveria prezar gente assim. Numa rede assim. Num mundo assim.

É pop? Tá na Globo.

O pessoal lá da Globo parece que entendeu a saga. Tanto que várias de suas estrelas circularam, em carne e osso, pela CCXP. Foi o caso de Débora Falabella, Leandra Leal, Taís Araujo e Camila Pitanga, que foram entrevistadas ao vivo no estúdio streaming do evento, para o lançamento da nova série da Globo, Aruanas.

Mais que isso, a maior empresa de mídia da América Latina estava lá com dois grandes stands. E, pelo menos em mais uma operação da Omelete & Co., responsável pelo evento (já falaremos dela em seguida), o  GameXP, a Globo é também sócia do Omelete (os organizadores do Rock in Rio compõem igualmente a sociedade).

Opa, avisa o pessoal lá que não precisa. Anuncia só na própria Rede Globo, que basta.

Hummm, será?

Em um esforço conjunto para promover suas marcas, a Globo reuniu pela primeira vez todas as suas unidades na CCXP — GloboPlay, Globo, Globosat e Som Livre — em espaços com cenários personalizados, meet & greet’s com atores e produtores e experiências imersivas.

Globoplay na CCXP é a Globo abraçando não só o mundo geek, como a lógica do streaming e da programação on demand digital.

Desde 2015, o Telecine, grupo de canais de filmes da Globosat, são também parceiros da CCXP. Óbvio, por eles circulam alguns dos maiores sucessos de bilheteria do mundo do cinema, exatamente o mundo CCXP.

Mas não é só isso, Superman. É o conjunto da obra. A série toda.

Nem a Globo concorda que ela e os (poderosos, sem dúvida) pontos de audiência da TV convencional são um fim exclusivo em si. E, cada vez mais, entende que a diversidade e a complexidade emaranhada da cultura pop, e das marcas nela, tem agora novos horizontes. E está ocupando, sabia e estrategicamente, cada um deles.

Uma coisa, uma coisa. Outra coisa, outra coisa.

E todas as coisas se complementam. Sacou, Superman?

Por que Comic Con?

A expressão designa feiras de conteúdos da cultura pop espalhadas pelo mundo. As Comic Cons nasceram nos EUA, mais especificamente em San Diego, em 1970, quando quadrinhistas e amantes de quadrinhos (comics) de ficção científica se reuniram numa conferência (con) para apresentar trabalhos e trocar ideias sobre seu mundo  particular, repleto de ícones próprios.

As Comic Cons se alastram mundo afora e a de San Diego segue sendo emblemática, embora a realizada no Brasil ganhe a cada ano em representatividade.

“Essa pegada dos estandes dos grandes estúdios terem cada um sua ação de ativação especial, competindo entre eles para atrair os fãs, fomos  nós que criamos”, revela Otavio Juliato, sócio e CCO da Omelete & Co. Daí terem decidido colocar o XP, de experience, no nome do festival.

Otavio lembra ainda que, ano passado, a atriz Fernanda Montenegro, homenageada no evento, chamou a atenção dos organizadores para o fato de que a CCXP, como realizada no Brasil, é uma grande peça de teatro performático ao vivo.

Quem foi lá tem que concordar com ela.

Pierre Mantovani, sócio e CEO da O&CO, explica que a CCXP “não é um evento, é a celebração de todo o diálogo com os 15 milhões de fãs que o Omelete tem todos os meses, conversa todos os dias, fideliza o ano todo. E é óbvio que isso faz com que nossa relação seja mais do que os 4 dias e meio de evento ao vivo para nosso público. Nesses 5 anos de CCXP, conseguimos convencer a indústria de entretenimento que opera no Brasil a fazer como nós, investir em seus fãs. Acho que temos esse mérito. Todas as empresas que estão no festival, do menor varejista que comercializa uma simples camiseta, aos maiores estúdios de Hollywood, todos ativam sua presença aqui cativando de alguma forma o público. Somos o único evento do gênero a ter propriedades, conteúdos e ativações próprias. Investimos muito nisso. E nosso exemplo acaba por puxar as marcas a fazerem o mesmo”.

Bate um ovo aí

Omelete & Co. é a companhia hoje com atuação internacional que organiza a CCXP no Brasil desde 2014. E parece que tem feito direitinho.

Vamos aos números que fazem da CCXP de São Paulo o maior evento global da cultura pop.

260.000 visitantes. 115.000 metros quadrados. 2.000 jornalistas e influencers de 20 países. 42 celebridades de Hollywood, com destaque para Sandra Bullock e Jake Gyllenhall. 530 quadrinhistas, nacionais e internacionais. 10 dos maiores estúdios do mundo (Netflix, Disney, Warner, Fox, Amazon Prime, HBO, Paramount, Cartoon Network, Universal e Sony Pictures).

   

Jake Gyllenhall (foto Estado) e Sandra Bullock (foto E News)

    

Os atores Sam Holland, Jacob Batalon e Jake Gyllenhaal, de Homem Aranha, aparecem de surpresa no auditório-cinema da CCXP. Ao lado, Brie Larson, a Capitã Marvel.

O único que pode ser comparado com ele é o San Diego, mas este ano a CCXP, com seus números impactantes, conseguiu ser ainda maior que o original.

O barato geek

O pessoal que gosta, consome e come com farofa os conteúdos produzidos pelos maiores estúdios de cinema do mundo e os maiores fabricantes de games do Planeta, assim chamados geeks ou nerds, ou o que for, são uma audiência engajada por definição. Vivem profunda e literalmente as séries, filmes e jogos que consomem.

A maior expressão viva disso são os cosplay. Cosplay é uma arte de performance ao vivo em que os caracteres são apresentados por artistas ou performers amadores, vestindo roupas (costumes – cos) e interpretando (play) personagem populares.

É um barato.

              

Vingadores acabam sendo destaque.

   

Fã posa séria, caracterizada de Superwoman. E adolescentes se preparam para virar Mulher Maravilha.

O evento este ano contou com seu auditório-cinema de 3.500 metros, em parceria com Cinemark…

… 105 áreas para os tradicionais estúdios produtores de conteúdo (filmes e séries) …

       

… um novo e gigante player desse universo …

… uma área para quadrinhistas, o Artists Alley, patrocinada pela Ford …

… além de uma arena para eSports e palcos para blogeiros e influencers.
A Omelete & CO vai realizar este ano também a Comic Con da Alemanha e tornou-se um player respeitado na cena internacional do mundo geek e da cultura pop. Nasceu como um site de quadrinhos em 2000 e hoje, além do próprio site e das empresas CCXP e GameXP, atua ainda com sua plataforma de games e tech, The Enemy.
                                               Pra terminar, fica o agradecimento a um dos deuses desse Olimpo.

 

Fonte: Proxxima

Eduardo Prange – A importância da inteligência competitiva no contexto digital

 

* Por Eduardo Prange

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Sobre a Zeeng
A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Revista Live Marketing

Gestão da informação em tempo real e o aumento da produtividade das empresas

Considerado o novo petróleo por conter alto valor na geração de negócios, os dados são cada vez mais peça-chave na condução da gestão das empresas. Seja na tomada de decisão ou na capacidade de crescimento da produtividade, analisar e entender a grande quantidade de informações que temos à disposição é algo estratégico e indispensável para as companhias, independente do seu porte ou setor de atuação.

Extrair valor das iniciativas de big data analytics tem acelerado a busca por soluções e ferramentas que auxiliem nesse processo. De acordo com estimativas da consultoria IDC, os gastos com esses serviços devem crescer este ano no Brasil cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços, vão atingir US$3,2 bilhões no país.

Diversos setores já entenderam a importância da big data analytics e da gestão da informação em tempo real. Essa capacidade fornece aos gestores e tomadores de decisão informações acuradas e consistentes sobre o seu negócio, aumentando a assertividade nas ações. O principal objetivo é atingir maturidade que resulte em redução de custo, em melhor eficiência e, acima de tudo, em ganho de produtividade.

Outro ponto de extrema importância quando falamos em análise de informações é compreender possíveis falhas que podem gerar impactos negativos. O monitoramento de dados pode levar a uma maior identificação de erros, buscando a sua resolução com agilidade. O uso de ferramentas de big data analytics consegue utilizar de capacidade preditiva para encontrar problemas mais graves, o que leva a tomada de decisões eficientes para corrigi-los mais rapidamente.

 

A gestão da informação também diz respeito a dados retroativos. Ou seja, manter o histórico de dados coletados garante a realização de análises preditivas, que também possuem alto valor.

Além disso, caracterizar os tipos de dados que devem ser geridos em tempo real, a partir das melhores estratégias do seu negócio, também é fundamental para garantir ganho de eficiência. Diante de um processo que assegure que os dados sejam úteis e gerem novos insights para o gestor, é preciso criar padrões, tanto de qualidade, como de aplicações. A partir da compreensão específica do seu mercado, deve-se identificar dados que atendam à redução dos riscos operacionais, à padronização dos processos repetíveis e à melhoria dos fluxos de trabalho, por exemplo.

Em termos práticos, uma boa gestão da informação em tempo real oferece, além dos benefícios já mencionados, uma melhor realocação de recursos humanos e tecnológicos. Isso resulta em desgargalamento de operações críticas dentro da empresa. Além disso, também cria um workflow mais claro e objetivo das diversas etapas de comunicação entre os diferentes setores da companhia. Ou seja, reforça uma cultura organizacional que preze pela correção, responsabilidade e qualidade nos trabalhos desenvolvidos.

Em um mundo cada vez mais interligado, e que qualquer ação realizada gera dados e informações, é natural que todos as empresas queiram o otimizar a gestão a partir da análise correta. As companhias podem fazer essa implementação desde um profissional dedicado a essa função, até um cientista de dados, ou por meio de plataformas tecnológicas que integrem aos sistemas de gestão já presentes nas empresas.

Fonte: Ecommerce News

CI&T aponta tendências da transformação digital para 2019

Relevância da cultura baseada em dados, necessidade de autonomia às áreas e mudanças no marketing digital estão entre as tendências para a jornada de transformação digital das empresas no próximo ano

De acordo com o Gartner, a transformação digital de negócios passou de experimento para mainstream. As iniciativas digitais vão liderar a lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital – um número acima dos 17% em 2018. Outro dado que chama a atenção é que apenas 4% das organizações não terão nenhuma iniciativa digital no próximo ano, o que sinaliza essa mudança do digital como uma plataforma mainstream.

CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes marcas com presença global, compartilha algumas tendências desse mercado para o próximo ano:

Adoção da cultura data-driven: As organizações deverão intensificar o uso de dados como parte do planejamento e estratégias de negócios para todas as suas áreas. Uma cultura baseada em dados permite o monitoramento em tempo real das principais fontes de informação, tanto para guiar processos-chave de transformação digital como realizar atualizações tempestivas no desempenho de lançamentos de novos produtos e serviços. Para compreender as interações com os consumidores, as empresas terão que possuir maior competência em análise de dados (analytics). O uso do analytics fará toda a diferença para criar novas jornadas, onde o consumidor terá suas necessidades antecipadas e supridas de forma sem precedentes, assim como a identificação e a correção tempestiva de pontos de fricção. Ao se tornar uma organização mais inteligente e data-driven, será possível retroalimentar o negócio com dados e insights, construindo uma cultura de valor com foco no cliente e, consequentemente, impulsionando os negócios.

Mudanças do marketing no digital – Em 2019, as marcas deverão intensificar ainda mais a substituição das técnicas tradicionais por um novo mindset, mudando suas estratégias de marketing para focá-las no estímulo à experimentação e, principalmente, na inserção do cliente no centro do negócio entendendo não apenas seu mix de canais, mas sua relação com múltiplos touchpoints on e offline. O chamado Agile Marketing precisará ser implementado, com ciclos curtos e rápidos aprendizados como parte do processo de transformação digital. Para isso, equipes de marketing deverão estudar mais e correr atrás dos resultados.

Revolução da Inteligência Artificial (IA) – Outra tendência que crescerá exponencialmente será a aplicação da Inteligência Artificial, especialmente em assistentes virtuais para a oferta de experiências altamente convenientes, personalizadas e onipresentes aos consumidores. A IA vai provocar uma verdadeira revolução nos negócios peer-to-peer oupeer-to-machine, para transformá-los em machine-to-machine através da voz.

Autonomia e empoderamento das áreas – A quebra de estruturas de silos (departamentos) para dar lugar às equipes multidisciplinares (SQUADs) nas organizações está entre as ações-chave do processo de mudança cultura da transformação digital. A tendência é a formação de equipes com mais autonomia e empoderamento, agindo de forma colaborativa, em torno de um objetivo comum e com incentivo à experimentação e inovação, para que a empresa ganhe a velocidade que o mercado exige na tomada de decisões que vão gerar real valor aos seus consumidores.

Capacidade de lidar com riscos – A transformação digital traz muitos desafios e riscos também. Ano a ano, as empresas precisarão estar cada vez mais preparadas para lidar com os riscos dessa jornada, que inclui testes e experimentos fundamentais para a evolução da marca no ambiente digital. As organizações vão precisar entender que a missão de resolver problemas vai além de uma área específica, para ser tratada de forma global por todas as esferas, especialmente a do cliente.

“Em 2019, teremos que ter um olhar ainda mais profundo para as capacidades disruptivas dessas tendências, que vão provocar grandes transformações nas relações entre os consumidores e as marcas”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Fonte: Proxxima

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
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Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Zeeng na final do Prêmio ABCOMM como MELHOR FERRAMENTA DE MARKETING DIGITAL do Brasil

É com muito orgulho que comunicamos que estamos entre os indicados para o prêmio da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABCOMM como melhor Ferramenta de Marketing Digital 2018.

Para conquistarmos o prêmio final, precisamos da ajuda de vocês!

Para votar basta acessar o link: http://www.abcomm.org/vota-ferramenta.php, selecionar a Zeeng e votar.

Depois disso não esqueça de CONFIRMAR O VOTO no seu e-mail, sem a confirmação o seu voto não será válido. #GoZeeng🙏🏽🎯🚀

A Zeeng e o Abaixo as concorrências não remuneradas!

Pegando um gancho no excelente post do Pyr Marcondes, Diretor-geral da M&M Consulting, que você confere na íntegra abaixo, faço apenas um adendo: um dos motivos pelo qual a Zeeng existe é justamente para apoiar as agências no processo de aquisição de clientes. Processo este que além de caro e moroso, envolve um volume grande de players competindo para obter-se somente um vencedor. Se é que este já não era uma carta marcada!

Temos conseguido apoiar dezenas de agências no processo de aquisição de clientes, de maneira ágil e consistente, onde nossos parceiros conseguem muito rapidamente extrair um raio-x da “empresa contratante” x seus principais competidores no ambiente digital e assim se fortalecerem com insumos informacionais em tempo real.

Para quem quiser conhecer a Plataforma, sem nenhum compromisso, fica o nosso convite, pois não apenas apoiamos o “Abaixo as concorrências não remuneradas” como prezamos pela evolução deste mercado em transformação.

Abaixo as concorrências não remuneradas!

A não ser que sejam pagas, concorrências de agências de propaganda feitas por anunciantes são uma excrescência que todo o mercado, inclusive e principalmente os anunciantes, deveria lutar em conjunto para banir.

Se não, vejamos.

Um anunciante convoca agências do mercado, passa para elas um briefing (às vezes, nem isso), solicita propostas de planejamento, mídia e criação de graça, compara entre elas e escolhe a que mais lhe agrade.

Algumas vezes esse processo todo não passa de uma farsa para amealhar algumas boas novas ideias e continuar com a agência de sempre.

Se você perguntar para os anunciantes, a esmagadora maioria vai defender esse como um processo legítimo e uma prática de mercado consagrada. Vai dizer ainda que participa quem quer e que, portanto, as agências que se submetem estão topando as regras desse jogo.

Tudo verdade.

Entre a maioria dos parlamentares brasileiros e as empreiteiras do País, a propina também tem sido, durante décadas, encarada como uma prática disseminada aceita pelo mercado.

Você leitor, pessoa inteligente, já fez a comparação na sua cabeça.

Ética não é uma questão de consenso sobre práticas, é uma questão de vergonha na cara.

Tenho, como consumidor, uma sugestão de nova prática de mercado a sugerir aos anunciantes. Quero, a partir de agora, poder provar, sem pagar, vários produtos concorrentes. Degustá-los à pândega, e depois escolher o que mais gostei, levar pra casa uns magotes, a la grande, gratuitos, pra família. No peito, na faxa.

Que tal, hein? Fechado?

Pois essa é a ótica do anunciante. Uma ótica sem ética.

Falta de ética não decorre da carência de leis, mas da pura e simples má fé.

Pelo fim das concorrências não remuneradas já! E denúncia pública dos anunciantes que insistirem.

Introdução: escrita por Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Fonte: Proxxima

Entenda como a tecnologia potencializa o marketing

O Marketing se aproxima cada vez mais de tecnologia e essa relação deverá determinar o sucesso dos profissionais e das marcas de agora em diante.

Com a consolidação da transformação digital dos negócios, muitos profissionais relacionados à tecnologia, provavelmente, já ouviram falar em Martechs. Mas o que, de fato, esse termo significa? Ele contempla projetos, ferramentas ou startups que tenham a tecnologia aliada diretamente ao marketing digital. As Martechs combinam esses dois setores com o objetivo de melhorar a performance das mais diversas iniciativas –  para marcar o brand ou conversão em alguma estratégia de marketing.

Hoje é comum que os responsáveis pelo marketing de uma empresa trabalhem diretamente com o setor de tecnologia da informação. Uma pesquisa realizada pelas consultorias DataXu, Morar Consulting e WithPR, revela que mais da metade desses profissionais possuem conhecimentos em TI ou estão trabalhando com especialistas da área lado a lado.

Além disso, em outros países, as empresas têm apostado cada vez mais nessa tendência. A Gartner, consultoria especializada no desenvolvimento de novas tecnologias, por exemplo, revelou em um estudo de 2016, que 33% dos orçamentos de marketing das empresas dos Estados Unidos e da Inglaterra já são destinados à tecnologia. Hoje, a mentalidade dos gestores do setor é de que quanto mais ferramentas tecnológicas forem utilizadas para tornar as ações de marketing mais inteligente, mensuráveis e efetivas, mais “Martech” torna-se a estratégia.

Big Data auxilia na tomada de decisão

É inegável que na era digital em que vivemos, os dados são a essência da tomada de decisões empresariais. No entanto, até recentemente, a maioria desses dados eram provenientes de feedback dos clientes, testes de marketing e análises exaustivas de mercado sem o auxílio de nenhum tipo de tecnologia. Com a popularização do Big Data, no entanto, criou-se um cenário onde mais empresas podem lançar produtos com base em análises preditivas ao invés de testes experienciais. Foi uma verdadeira revolução no mercado.

Em um passado não muito distante, as pesquisas de mercado exigiam que as companhias criassem grupos específicos para testar um produto ou campanha publicitária. Entretanto, por vezes, esses conjuntos eram limitados, e o volume de dados coletados era insuficiente. Já as métricas disponíveis de Big Data abrem um leque de possibilidades para que as empresas testem novas estratégias. Como os conjuntos de dados disponíveis graças à tecnologia são muito maiores que os encontrados na maioria das pesquisas de mercado, eles proporcionam maior assertividade para o planejamento de marketing.

Imagine o quanto uma empresa não ganha em termos de competitividade quando seus gestores dispõem de informações estratégicas, como o lançamento de produtos de um concorrente, ou quantas vezes a própria marca foi citada na imprensa e nas redes sociais em um determinado período. Felizmente, já existem plataformas que conseguem mensurar esses e muitos outros indicadores.

O fato é que em pleno século XXI, é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma verdadeira inteligência competitiva que empodere os gestores na tomada de decisão. O futuro chegou e as companhias que apostarem em Martechs terão muito mais chances de atingir seus objetivos.

Artigo escrito por Eduardo Prange para o Portal Proxxima.

(*) Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de 10 anos, com participação em mais de 100 Projetos relacionados ao tema.