A importância do big data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

Fonte: ADNEWS

A ascenção do novo CDO: de líder da “Transformação Digital” para CEO das empresas

O papel dos CDOs evoluiu e, agora, esses profissionais fazem parte do planejamento de sucessão dos CEOs e Presidentes das organizações. Por isso, o relatório “101 CDOs que se tornaram CEOs”, realizado pelo CDO Club / Bain Capital, evidenciou que as empresas estão contratando CDOs para construir novos negócios e amplificar e fortalecer os já existentes. Mas quais habilidades e experiências são necessárias para que esses profissionais tenham sucesso, tanto agora como no futuro? Shawn Fitzgerald, Research Director, World Wide Digital Transformation Strategies do IDC, falou sobre o assunto no DES Madrid 2019.

Durante sua palestra, Fitzgerald explicou como as organizações bem-sucedidas estão investindo e se transformando para realizar escalada digital e comentou sobre as áreas nas quais os CDOs deveriam priorizar para fornecer suas lideranças e orientar as organizações nessa jornada de transformação.

As empresas precisam de líderes capazes de gerenciar as interrupções possibilitadas pela tecnologia, bem como gestores com experiência na construção de novos negócios e na transformação das organizações. Os CDOs que possuírem essas habilidades serão cada vez mais valorizados pelas organizações.

 

O complexo processo da Transformação Digital

Transformação Digital representa a maior mudança de negócios desde a revolução industrial. De acordo com os dados apresentados por Fitzgerald, no palco do DES 209, o IDC prevê US$ 6,6 trilhões de investimentos diretos em hardware, software e serviços relacionados até 2022. Desses investimentos, os CEOs esperam ver mais de US$ 18 trilhões de valor econômico agregado em produtos, serviços e recursos operacionais habilitados digitalmente.

Os principais investimentos em tecnologia digital são: nuvem, big data e analytics, computação cognitivainteligência artificial e IoT. Além dessas tecnologias, a transformação bem-sucedida envolverá pessoas, processos, dados e governança para sustentar o digital.

Assim, a Transformação Digital consiste em transformar o negócio com a aplicação da tecnologia. Os dados devem ser o drive das empresas e os processos são necessários para usar os dados de forma correta e útil.

Ok, as empresas precisam aplicar a tecnologia, mas tome cuidado para a tecnologia não tomar conta do seu principal negócio. Você não precisa se tornar uma empresa de tecnologia para fazer a transformação digital. O essencial é ter bons parceiros de tecnologia e processos, além de realizar uma mudança na cultura interna em todo os departamentos.

Portanto, os CDO s não devem pensar só em tecnologia e nem só em mudança de gestão. Tudo precisa estar integrado no processo de transformação, principalmente os departamentos da empresa.

Fonte: Digitalks

 

Algoritmos do Google impactam diretamente sites de e-commerce nos mecanismos de pesquisa

Recentemente, em seu evento anual chamado Marketing Live, a Google anunciou diversas mudanças em suas plataformas, e essas reformulações são direcionadas a lojistas e anunciantes. O maior site de buscas tem o objetivo de entrar de forma incisiva no mundo do e-commerce, trazendo novas experiências e também atualizações nos mecanismos de pesquisa.

Segundo a apresentação no evento, a Google irá disponibilizar ferramentas por meio das quais será possível encontrar produtos e compará-los. Além disso, o consumidor terá a opção de comprar em sites ou em alguma loja física mais próxima. O usuário também poderá adquirir um produto diretamente de vídeos e anúncios no YouTube, por exemplo.

Alguns participantes do evento acharam que as novidades podem transformar a Google em um marketplace. Contudo, a própria empresa diz que esse não é o grande objetivo e que até mesmo os próprios marketplaces e e-commerces poderão usar as atualizações e novidades da Google para aumentar suas vendas e alcançar mais clientes.

Qual a importância e o impacto do algoritmo?

As alterações poderão favorecer os e-commerces, como a própria empresa diz, mas para que isso aconteça é necessário que as lojas online também façam a sua parte. Os algoritmos da Google têm um impacto direto no mecanismo de busca. Atualmente, a Google é um dos principais sites de busca, abrangendo um nível mundial. Então, para que seja possível encontrar o que deseja, os algoritmos são usados em programas e sistemas de computador que buscam por sites que respondam de forma efetiva às regras que existem em seus mecanismos. É dessa forma que são classificados quais sites serão os primeiros a aparecer e ter um bom posicionamento no ranking.

Ou seja, sites que não sigam plenamente as regras dos mecanismos de busca fazem com que os algoritmos não os encontrem e, com isso, não os apresentem como resultado de uma pesquisa realizada. São vários fatores e regras que influenciam os resultados de uma busca. Um exemplo é que, há algum tempo, o algoritmo priorizava sites leves para poupar os dados de internet e o tempo de espera para a página ser carregada por completo.

Como melhorar o posicionamento no ranking de pesquisas?

A cada atualização, também muda a forma de avaliar como será feito o ranqueamento de sites. Por exemplo, normalmente, as primeiras posições ficam para sites que cumprem todas as regras e entregam o melhor conteúdo, se preocupando em proporcionar a melhor experiência de navegação para o consumidor.

Sites pesados, com baixo conteúdo, responsividade ruim e URLS e outras características confusas, caem no ranking e não conseguem uma boa posição, muitas vezes nem aparecendo para o usuário. Para melhorar a posição no ranqueamento, todos esses fatores, e mais alguns, terão que ser aprimorados. Para que isso se torne efetivo, uma consultoria de marketing digital pode fazer toda a diferença!

A Consultoria Digital é uma empresa que oferece consultoria de marketing digital e otimização de sites (SEO). Esse conjunto de estratégias foi pensado para fazer com que seu site fique nas primeiras posições sem pagar para os mecanismos de buscas, ou seja, de forma orgânica. Dessa forma, seu site pode subir no ranking e ganhar mais relevância.

Fonte: Terra

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365

Esconder número de likes e de views no Instagram tende a ser positivo

E se o número de curtidas nas fotos no Instagram não aparecesse mais? E se a contagem de visualizações não fosse mais pública? Você postaria a foto do seu almoço ou o vídeo do seu cachorro brincando? Será que a marca X apostaria no influenciador Y? Questões assim estão mais próximas de se tornarem reais e parte do dia a dia de quem utiliza a plataforma.

A rede social anunciou este mês que está testando essas possibilidades. O experimento ocorre no Canadá e, por enquanto, não há prazo para terminar nem indicação se a mudança será ou não adotada globalmente. “O recurso está sendo testado para que os seguidores se concentrem nas fotos e nos vídeos que são compartilhados, e não em quantas curtidas recebem”, aponta o posicionamento oficial do Instagram.

Ainda nessa linha de mais qualidade de uso da rede e reflexo do Instagram na vida de seus usuários, a plataforma tem outros recursos já trabalhados há algum tempo. As iniciativas de suporte incluem uma campanha de prevenção ao bullying, feita em parceria com a Unicef; ferramentas para ajudar no combate a essa prática e informações sobre recursos de apoio para quem pesquisa as #ansiedade e #depressão.

Leandro Bravo é head de relacionamento da Celebryts, startup cujo pilar principal é levar resultado dentro de uma campanha em rede de influência. “Verificamos todos os números e nuances, perfil de público, reating e outros, para identificar o melhor influenciador para a campanha”, comenta. A plataforma capta os nomes automaticamente pelo Instagram ou YouTube e mantém uma base filtrada e qualificada com cerca de 60 mil nomes. “Não temos casting, porque só indicamos os nomes que realmente fazem sentido para aquele cliente, e não o contrário”, explica.

Entre os clientes já atendidos pela Celebryts estão Nestlé, Leroy, Bob’s, Netshoes, Microsoft, O Boticário, Magazine Luiza e Domino’s. Com cerca de três anos, a empresa está em crescimento acelerado e vê com bons olhos os testes feitos pelo Instagram. “Tem um ponto positivo para as pessoas e marcas de aprofundar o foco no conteúdo e não no números de likes. Mas acho que para empresas especializadas como a nossa isso já era uma realidade. Quando temos de identificar o melhor nome, não vemos só números ou só uma métrica, é um conjunto, um conteúdo já faz parte da nossa empresa. Acredito que essa mudança tem muito mais a ver com público final”, diz Bravo.

O executivo acredita que, se o recurso for adotado, o número de likes estará dentro da parte de dados ao qual o influenciador e/ou a marca com a qual trabalha tem acesso. Outro ponto que ele chama a atenção é a importância de fazer com que os creators se sintam representados e valorizados.

Com uma visão semelhante, Eduardo Apolinário, diretor de relacionamento com clientes da Sprinklr para a América Latina, também está otimista com a possível mudança. Ele afirma que vê um resultado positivo para os usuários e para a rede ser usada de forma mais saudável, sem comparações e busca por números. “O like por si só é uma métrica não tão sólida para a gente confirmar se o conteúdo tem grande relevância ou não. Tem outras métricas, como de conversas e engajamento, para medir com mais qualidade a aceitação e a produtividade. Acho que todo mundo ganha. Mas é um teste, temos de esperar, para ter mais dados para corroborar se é bem aceito ou não, e os pontos negativos e positivos”, comenta.

Adaptação e evolução
Profissionais que trabalham com influenciadores e conteúdo ressaltam que ambientes de testes são muito comuns nas redes sociais, para avaliar sistemas e comportamentos, que por isso é preciso aguardar a definição do Instagram antes de tomar qualquer medida em relação ao dia a dia.

Rodrigo Soriano, fundador da Airfluencers, reforça que a novidade, se aprovada, deve afetar mais a parte de comportamento. “Tem pessoas que não gostam de dar o primeiro like, outras que gostam de dar like em algo que já foi avalizado por muita gente. Agora a reação terá de ser muito mais pelo conteúdo postado”, diz. Soriano avalia ainda que isso não deve interferir no trabalho com influenciadores, pelo contrário. “O mercado vai valorizar cada vez mais o conteúdo, ao tirar a visão dos números. A métrica vai se adequar. Mudanças são corriqueiras. E quem trabalha com social media está sempre preparado”, afirma.

A executiva Flavia Meirelles, sócia-diretora da Forma RP, também vê com bons olhos e considera possíveis reflexos na dinâmica entre influenciador e marca. “Ou a cultura do like vai deixar de ser uma métrica ou será cada vez mais necessária a intermediação de agências que tenham acesso aos dados dos influencers, já que esses dados não estarão disponíveis na rede. Nesse sentido, o foco hoje dedicado à geração de likes deve se voltar à criação de um conteúdo ainda mais engajador”, acredita.

Facilidade para comprar
Enquanto essa possibilidade está em teste, o Instagram expandiu outro recurso apresentado recentemente: a Checkout, ferramenta de compras iniciada em março. No fim de abril, a rede anunciou que em vez de o criador de conteúdo tagear as marcas que está usando, adicionar os detalhes na legenda e responder dúvidas em comentários e mensagens no Direct, agora ele pode marcar o que está usando. Anteriormente, só as marcas podiam fazer isso.

No anúncio da novidade, o Instagram afirmou que “independentemente do momento em que as pessoas se sentem inspiradas, o nosso compromisso é tornar a experiência de compras mais simples, conveniente e segura”. Os testes começaram com cerca de 50 criadores de conteúdo, entre eles a brasileira Camila Coelho e as personalidades da mídia e empresária Kim Kardashian West e Kylie Jenner.

“Meus seguidores sempre perguntam nos comentários e no Direct sobre quais marcas eu estou usando ou sobre onde comprar algumas peças. Essa ferramenta vai facilitar muito para que eu possa oferecer os detalhes e informações que meus seguidores estão procurando, com um único clique. Os dias de tirar print da tela, salvar na galeria de fotos e de caçar para encontrar meus produtos favoritos acabaram”, afirma Camila.

De acordo com o Instagram, para que os criadores marquem os produtos, as empresas devem fazer parte da versão beta da Checkout. Além disso, a rede vai fornecer insights sobre o desempenho das publicações de compras.

Fonte: Prop Mark

A era do dataísmo e os próximos passos do marketing

O dataísmo é a nova religião dos dados. No passado acreditava-se muito nos princípios da fé para ter respostas às angústias que nos cercavam. Agora os poderosos algoritmos nos dão encaminhamento para as respostas. Alguns usam as estatísticas assim como os bêbados, mais para apoio do que para iluminação.

Antes eu estimava o tempo que levaria para me locomover de A para B, hoje tenho o tempo exato. Antes recorria à intuição dos mais velhos para saber se ocorreria uma chuva durante o dia, hoje tenho a previsão exata se isto acontecerá. Antes fazia minhas orações para não ser acometido por uma doença grave, hoje os testes de DNA fazem análises preditivas. Quando queríamos saber alguma informação para nos ajudar a decidir, recorríamos antigamente ao professor, ao chefe e até ao padre da paróquia. Tínhamos como base de conhecimento as grandes religiões, como o Cristianismo, o Hinduísmo, o Budismo e o Islamismo.

Não sou mais um profissional de marketing, hoje sou um profissional de Matemarketing, minha vida é sufocada por dados. No passado quando encontrava os meus pares de mercado, a pergunta mutua que me faziam era: qual é a sua agência de publicidade?  Hoje perguntamos: quais são as martechs que estão plugadas no seu negócio? Todas as martechs tem no seu DNA algoritmos potentes que geram dados, que por sua vez geram informações, que por sua vez geram a big idea.

A sequência é mais ou menos essa: Biga Data, Data, Small data, insight.  No período da big ideia pura, para aprovar uma campanha havia necessidade de muitas autorizações, assinaturas e carimbos dando autenticidade de que a ideia havia sido aprovada. Era um vai vem de papel, pranchas, assinaturas, etc. Hoje é muito comum o analista fazer uma campanha nas redes sociais, ninguém viu, ninguém aprovou e ninguém opinou. Ela impacta 1 milhão de pessoas, geram milhões de impressões, click views e centenas de clientes interessados etc. Com custo de aquisição de cliente e prospect, e acuracidade de 06 casas depois da vírgula. Tudo é absolutamente mensurado. Acabou a era dos palpiteiros de plantão.

Estamos vivendo a era do Dataísmo, a nova religião de dados, tudo se explica através de números. Os profissionais de marketing e comunicação que não acordarem para esta nova realidade estão fora da arena de negócios. Independentemente da carreira que atuamos, todos deveremos ser proficientes em competências analíticas, sobretudo os profissionais de humanas que passaram e ter que incorporar essa nova habilidade no seu grid. Ouso afirmar que o Big Data adquiriu um protagonismo significativo nos últimos anos a ponto de parear com o big ideia, no entanto um não vive sem o outro. Profissionais de humanas, bem-vindos ao mundo de exatas.

Fonte: Consumidor Moderno

Análise de dados auxilia no crescimento das marcas

Atualmente, nenhuma ação de comunicação de sucesso existe sem o uso de dados. Estamos em tempos de real time marketing, onde as marcas precisam se movimentar de acordo com os movimentos dos seus concorrentes e dos consumidores. Para isso, é importante monitorar a todo tempo informações que de alguma forma ajudem na concepção de soluções e estratégias de comunicação.

Ter sucesso no mercado é basicamente vender um produto ou serviço. E quando se analisa o ambiente competitivo, com muitos players e diversos canais para comunicação, ter visibilidade é essencial para impulsionar as vendas. Pensando nisso, reunimos opiniões de diversos especialistas de comunicação que relataram a importância de usar a análise de dados como trampolim para os negócios. Confira!

Mensuração de dados
Para os anunciantes, analisar dados é ideal para ter maior precisão nas compras de mídia e consequente na avaliação de resultados. Segundo Celso Vergeiro, CEO da Adstream, o cruzamento de informações como compra de mídia, valores investidos, exibição e audiência da mídia veiculada, é possível avaliar cada campanha, se os resultados esperados foram atingidos e até mudar o plano de voo caso os resultados não estejam sendo alcançados. “Muitas marcas utilizam ferramentas de medição, mas ainda pouco precisas. Quanto mais informação conseguirmos cruzar por meio dos relatórios analíticos, mais eficientes serão as campanhas” completa.

Análise da concorrência
Entender o posicionamento da sua empresa utilizando dados disponíveis no mercado a seu favor torna a tomada de decisão muito mais assertiva. “Mais do que monitorar o mercado é de suma importância analisar o comportamento da concorrência como forma de entender o que mais está funcionando em suas estratégias de comunicação. Você pode e deve usar estas evidências como forma de se diferenciar em seu mercado, tomando ações corretivas, embasadas e de maneira ágil. Como já diz algumas das máximas da administração: o que não pode ser medido não pode ser gerenciado!”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Comportamento do consumidor
O Analytics é uma ferramenta crucial para o entendimento do comportamento do consumidor nos meios digitais. Saber o que desperta seu interesse, quais as principais páginas e ações dentro de um site. Mas vai além disso, é importante entender também como o conteúdo é consumido, por qual canal, por quanto tempo, que tipo de assunto tem mais aderência. “Compreender os objetivos do consumidor é essencial para saber o que o marketing irá perseguir. Pensar nas pessoas não como um número, mas como parte integrante da engrenagem do sucesso das estratégias”, afirma Hérica Machado, Head de Performance da DIWE, primeira agência de profound marketing do país. “De maneira prática podemos usar como exemplo uma análise simples, mas que muda toda a maneira de pensar uma estratégia, que é entender qual o principal dispositivo de acesso ao seu site. Em um cenário que o mobile tenha uma parcela maior de acessos, o planejamento deve ser feito com o pensamento “mobile first”, campanhas, formatos e ações devem conversar diretamente com esse dispositivo. Por outro lado, entender se existe apenas volume por esse dispositivo mas não qualificação, ou seja, pelo Analytics, podemos acompanhar se o tráfego é qualificado e isso dá insumos para traçar planos de ação que possam aumentar essa qualidade. Todas essas características influenciam na maneira de consumo de informação e em como podemos otimizar a comunicação com o público aumentando a visualização da marca”, finaliza Hérica.

Google Search começará a exibir anúncios em dispositivos móveis em breve

A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro.

O aplicativo de buscas do Google (ou Google Search), aquela barra de pesquisas localizada na página inicial do seu smartphone, começará a trazer anúncios ainda este ano. Essa adição pode fazer com que este recurso seja um novo gerador de receitas para a empresa. Além disso, também será adicionado uma galeria de até oito imagens com anúncios dentro dos resultados de pesquisa.

Com isso, o Google quer facilitar aos usuários a tarefa de descobrir e comprar novos produtos. A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro. Essa mudança tem o objetivo de facilitar o modo como o usuário faz suas compras online.

Os anúncios também vão aparecer na página inicial do aplicativo do Google, chamado de Discover. Ele funciona como um feed de notícias, no estilo do Facebook, em que os usuários acessam para visualizar conteúdos personalizados, de acordo aos seus hábitos.

A empresa informou que os anúncios serão veiculados em qualquer lugar onde o Discover estiver disponível, inclusive em sua versão mobile, mas esclareceu que a publicidade só estaria no aplicativo do Google.

Os anúncios no Discover vêm sendo testados desde o ano passado, quando a empresa disse que mais de 800 milhões de pessoas estava usando o recurso mensalmente. O Google também disse que iria começar a mostrar conteúdo personalizado em sua página inicial do Google Shopping.

Fonte: Olhar Digital

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital