A Era do Mate-Marketing

O entrevistado Romeu Busarello é diretor de marketing da Tecnisa e há quase dez anos criou uma rodada de negócios para startups dentro da empresa. Mais de 80 projetos já foram fechados. No podcast, Busarello conta sobre as transformações do mercado. Ele acha que ter conhecimentos de matemática é fundamental para se manter competitivo. Os dados aplicados ao marketing acabaram com a era dos palpiteiros. A nova era é a do mate-marketing.

Ouça a entrevista concedida às jornalistas Camila Olivo, da CBN, e Adriana Salles, da HSM Management.

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Fonte: CBN

Instagram reformula opções de gênero

Instagram anunciou que está reformulando suas opções de seleção de gênero para perfis públicos.

Segundo a plataforma, atualmente eles oferecem apenas duas opções para os usuários – masculino ou feminino – além de uma terceira alternativa “não especificado”, mas que isso mudará na próxima atualização do app.

A novidade permitirá que os usuários escolham entre gêneros mais personalizados, incluindo opções como trans e gender nonconforming. Ainda segundo o comunicado do Instagram, a mudança vem para que o aplicativo possa ser “Mais inclusivo e refletivo sobre como as pessoas se identificam hoje.”

O novo recurso estará disponível já nesta semana, e também fazem parte das comemorações do Mês do Orgulho LGBT+.

O guia sobre bem-estar voltado para adolescentes LGBT+ destaca, principalmente, as ferramentas que podem mantê-los seguros e os suportes oferecidos pela plataforma para denúncias e ajuda.

Fonte: Promoview

#CaseZeeng – WoW – Como acelerar uma Aceleradora?

Vídeo Case da WoW, uma das principais Aceleradoras de Startups do Brasil, que adotou o Data Driven Marketing em suas estratégias de comunicação e obteve retorno rápido e extremamente representativo.

Para nossa satisfação a gente bateu o recorde no número de inscrições na última turma, com aumento de mais de 50% no número de inscritos, em relação a turma anterior. Com certeza eu recomendo a Zeeng. Pela nossa experiência fez muita diferença para o nosso trabalho. (André Ghignatti, CEO da WoW Aceleradora).

Desafio: Como acelerar uma Aceleradora?

Estratégia: Adoção da Plataforma Zeeng para analisar e tomar decisões assertivas baseadas nas evidências informacionais de sucesso dos players atuantes no mercado de atuação.

Resultado: Duplicação do volume de inscrições, de forma qualificada, no processo seletivo das startups, ampliação da Encontrabilidade em mecanismos de busca, publicações de destaque nas Redes Sociais e evolução do posicionamento da marca no ambiente digital através do Zeeng Score, pulando da nona para a quarta posição entre os players monitorados.

Acho que o maior desafio de fazer a comunicação para uma aceleradora de startups está em equilibrar a balança entre o volume de startups inscritas nos processos de seleção e a qualidade delas. (Thiago Mohr Patusco, WoW Aceleradora)

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Marcas Mais Valiosas do Brasil crescem 11% em 2019, mostra ranking

 Varejo e bancos impulsionam o crescimento do valor total das marcas mais valiosas do ano

– Bradesco assume a liderança do ranking, passando do segundo ao primeiro lugar, com um valor de US$9,4 bilhões

– Magazine Luiza (+276%), Amil (+160%), Petrobras (+154%), Ypióca (+143%) e Renner (+132%) são as que tiveram maior incremento em 2019

– Google lidera o ranking das mais fortes no Brasil e pela primeira vez há cinco marcas nacionais na lista

O grupo WPP e a Kantar divulgam o novo ranking das 60 Marcas Mais Valiosas do Brasil, em parceria com a revista IstoÉ Dinheiro. Neste ano, os bancos tomaram as primeiras colocações, com o Bradesco (US$9,4 bilhões) em primeiro lugar, após um crescimento de valor de marca de 35% e Itaú (US$8,3 bilhões) na segunda colocação, também com um incremento de 35%. O terceiro lugar ficou com a Skol (US$7,2 bilhões).

O valor da soma das marcas do ranking teve um incremento de 11% em relação a 2018, alcançando US$69,9 bilhões, impulsionado principalmente pelo varejo, liderado pelo Magazine Luiza e seu crescimento de 276% em valor de marca. A Renner, rede varejista de moda, aumentou o valor da sua marca em 132%.

Bancos e varejo ganham destaque em 2019

Para Eduardo Tomiya, diretor executivo da Kantar Brasil, a experiência omnichannel, com uma ótima integração entre off e online foi a chave para o sucesso do setor varejista, nos casos do Magazine Luiza e Lojas Americanas. Já para a Renner, é a experiência do consumidor que fez a diferença, com investimentos em atendimento de qualidade variedade e uma nova disposição dos produtos nas lojas, entre outras estratégias.

Outro setor de destaque no ranking foi o de instituições financeiras, no qual, além do Bradesco e o Itaú, o Banco do Brasil se destaca com 90% de aumento no valor da sua marca em relação ao ano passado. Esse crescimento foi impulsionado pela implementação de novas soluções tecnológicas que facilitam a vida dos clientes (como a inteligência artificial ou interface de aplicativo mais intuitiva), uma resposta desses bancos tradicionais à chegada das fintechs.

Marcas nacionais se destacam entre as mais fortes

Além do ranking das Marcas Mais Valiosas do Brasil, a Kantar apresentou também o ranking das mais fortes com atuação no país. Este levantamento se refere à força das empresas nacionais ou estrangeiras que atuam no país e avalia o brand equity, ou seja, o poder de influência que ela tem no mercado e nos consumidores e que a converte na favorita do público.

Confira o ranking completo:

Esse ranking apresentou grandes mudanças, com cinco novos nomes entre as 20 marcas e a presença de mais brasileiras, passando de duas (2018) para cinco. O Guaraná Antarctica ainda alcançou o Top 10, ficando em 9° lugar, crescendo duas posições.

Metodologias diferentes

As Marcas Mais Valiosas do Brasil levam em consideração o valor financeiro (dados bolsa e da Bloomberg), além do valor de contribuição de marca: proporção do valor financeiro de uma marca gerado por sua capacidade de aumentar o volume de compra e carregar um premium price (metodologia Kantar).

Já no ranking das mais fortes são considerados apenas os aspectos de marca (brand equity), como a capacidade de gerar conexões emocionais mais significativas, a habilidade para se diferenciar de outros nomes da mesma categoria e a facilidade de se converter na primeira opção dos consumidores dentro de um grupo de produtos do mesmo segmento.

Sobre a Kantar

A Kantar é líder global em dados, insights e consultoria. Somos a empresa que mais entende como as pessoas pensam, sentem, compram, compartilham, escolhem e veem. Ao combinar nossa experiência sobre o conhecimento humano com tecnologias avançadas, as 30.000 pessoas que trabalham na Kantar contribuem para o sucesso e crescimento das principais organizações do mundo.

Sobre WPP

A WPP é o maior grupo de serviços de comunicação do mundo, com faturamento de US$ 73 bilhões e receita de US$ 19 bilhões. Através de suas empresas operacionais, o Grupo oferece uma ampla gama de serviços de publicidade e marketing, incluindo gestão de investimentos em publicidade e mídia; gestão de investimentos em dados; relações públicas e assuntos públicos; branding e identidade; comunicação de serviços de saúde; marketing direto, digital e de promoção e relacionamento, assim como comunicação especializada. A empresa emprega mais de 200.000 pessoas (incluindo associados e investimentos) em mais de 3.000 escritórios em 113 países. Para mais informações, visite www.wpp.com.

A WPP foi nomeada Holding do Ano no Festival Internacional de Criatividade do Lions de Cannes de 2016 pelo sexto ano consecutivo. A WPP também foi nomeada, pelo quinto ano consecutivo, a Holding mais Eficaz do Mundo no Effie Effectiveness Index de 2016, que reconhece a eficácia da comunicação de marketing. Em 2016, a WPP foi reconhecida pela Warc 100 como a World’s Top Holding Company (pelo segundo ano consecutivo).

TOP 60 Brazil 2019

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Fonte: Segs

Transformação digital: entre a miragem e a miopia

Antes de se lançar em uma iniciativa de transformação digital, as empresas precisam analisar como as mudanças nos contextos social e tecnológico vão afetar sua proposta de valor nos próximos anos e como vão fazer para financiar as inevitáveis turbulências no fluxo de caixa até a consolidação do novo modelo. Alguns acontecimentos recentes no setor de e-commerce são ilustrativos nesse aspecto. A venda da Netshoes por uma fração do que valia quando abriu seu capital, o anúncio do encerramento das operações online do Walmart e alguns boatos sobre o destino de outras operações de comércio eletrônico mostram as dificuldades da diversificação de mercados e da integração com as operações tradicionais.

Obviamente, não se trata de um desafio impossível, como demonstra a operação até aqui bem-sucedida do Magazine Luiza. Mas o foco excessivo em um nicho de consumidores ou na solução tecnológica costuma gerar um “ponto cego” para a criação de um fluxo de caixa sustentável. No caso da Netshoes, uma análise dos últimos relatórios trimestrais deixa claro que as dificuldades em lidar com a diversificação de mercados (geográficos e de produtos) afetava seriamente a rentabilidade da operação.

Não é algo inédito: gestores que se dão bem em um segmento ou região têm uma perigosa tendência de subestimar a complexidade de estender suas operações para outros setores ou locais. Parte disso se deve à crença que o mindset que trouxe o sucesso até agora será o mesmo que vai levar ao sucesso em outras circunstâncias. Muitos processos de expansão ou transformação não são uma questão de gestão do conhecimento, ou seja, adaptar uma metodologia que “deu certo”, mas sim de “gestão da ignorância”: é necessário colocar tanto esforço no mapeamento das diferenças e suas consequências sobre a lucratividade quanto no mapeamento das similaridades. Isso é particularmente difícil em uma situação de mudança tecnológica acelerada ou transformações regulatórias como as que começamos a ver na questão da privacidade e posse dos dados pessoais, que podem alterar radicalmente os custos de alguns modelos de negócios.

Muitos gestores de organizações tradicionais acreditam que é possível “injetar” um modo de fazer negócios em algum ponto de sua cadeia produtiva, mas tendem a subestimar duas variáveis: a eficiência operacional muitas vezes está intimamente relacionada com uma cultura muito específica, e uma alteração em um processo às vezes altera radicalmente outro setor da empresa (mudanças na logística frequentemente impactam a estrutura de RH, por exemplo). Pense no caso dos modelos de “marketplace” ou plataformas: embora apresentem uma estrutura de custos muito superior aos processos tradicionais, frequentemente implicam maior atrito com os integrantes da cadeia (por exemplo, o Uber).

Nem todas as empresas estão dispostas ou possuem uma cultura capaz de se adaptar à gestão de conflitos frequentes, ou são capazes de operar nas suas pontas (centros de distribuição, entrega ao consumidor final, elaboração de contratos etc.) na mesma velocidade com que seus novos “fornecedores”. A velocidade com que as empresas digitais lançam e abandonam produtos e serviços é fascinante e explica boa parte do seu sucesso. Mas como fazer isso em uma cultura que não dá autonomia para seus funcionários ou na hora da promoção privilegia o comportamento “estável”? Essa é uma situação típica das operações “omnichannel” e o alinhamento sempre é mais fácil no papel do que na vida real.

Esses são temas frequentemente ignorados quando falamos em transformação digital. Normalmente, o foco é sempre no tamanho da oportunidade em termos dos novos consumidores ou formatos de entrega de produtos e serviços. Mas sem um entendimento claro de qual a estrutura financeira que vai suportar a nova proposta de valor, essas iniciativas são abandonadas diante das primeiras dificuldades de caixa no negócio tradicional (foi o que aconteceu com as operações digitais do Carrefour, há alguns anos, e fique de olho nas decisões do GPA diante das repetidas notícias sobre os problemas da sua controladora na França).

A transformação digital vai requerer também uma mudança nos modelos de negócio e essa transição, na maior parte das vezes, afeta o fluxo de caixa e a rentabilidade de uma organização. Por isso é importante envolver o financeiro de uma empresa no processo desde o início. Não somente para viabilizar os recursos necessários até a estabilidade do novo modelo, mas também para ajudar as outras áreas a construírem indicadores que demonstrem a evolução nesta direção. Essa é uma parceria que vejo frequentemente ignorada na área de marketing e comunicação.

Quando examino os casos de sucesso e fracasso de implantação de iniciativas digitais, sempre me lembro do Miopia em Marketing, um texto clássico da nossa área que talvez alguns leitores mais novos não conheçam (afinal, o texto é contemporâneo do Kotler, rs). Ficamos frequentemente tão “maravilhados” com o que a tecnologia pode fazer por nossos produtos ou serviços que esquecemos de olhar o contexto no qual ela é consumida. E esse contexto é fundamentalmente determinado por coisas que acontecem fora das nossas empresas. Um exemplo do mercado de bens de consumo é ilustrativo: João Carlos Brega, CEO da Whirlpool da América Latina, me contou que a produtividade das fábricas brasileiras de multinacionais em diversos setores (inclusive no de eletrodomésticos) é igual ou superior às localizadas nos Estados Unidos ou na China.

O problema começa da produção “para fora”: o custo total do transporte de um contêiner entre São Paulo e Santos é quase o mesmo do envio entre China e Santos. Além disso, por conta dos trâmites alfandegários, o caminhão precisa chegar no porto cerca de duas semanas antes do embarque previsto, o que gera uma imobilização de capital que compromete qualquer ganho de produtividade na fábrica.

Pensar a transformação digital olhando apenas as tecnologias que vão sustentar a presença da sua organização na tela do celular ou computador é arriscado. Sem entender como será possível financiar a proposta de valor para seu consumidor do futuro, tudo o que você tem é uma miragem, que vai se desfazer “exponencialmente” no primeiro soluço do caixa da empresa.

Fonte: Meio & Mensagem

A importância do big data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

Fonte: ADNEWS

A ascenção do novo CDO: de líder da “Transformação Digital” para CEO das empresas

O papel dos CDOs evoluiu e, agora, esses profissionais fazem parte do planejamento de sucessão dos CEOs e Presidentes das organizações. Por isso, o relatório “101 CDOs que se tornaram CEOs”, realizado pelo CDO Club / Bain Capital, evidenciou que as empresas estão contratando CDOs para construir novos negócios e amplificar e fortalecer os já existentes. Mas quais habilidades e experiências são necessárias para que esses profissionais tenham sucesso, tanto agora como no futuro? Shawn Fitzgerald, Research Director, World Wide Digital Transformation Strategies do IDC, falou sobre o assunto no DES Madrid 2019.

Durante sua palestra, Fitzgerald explicou como as organizações bem-sucedidas estão investindo e se transformando para realizar escalada digital e comentou sobre as áreas nas quais os CDOs deveriam priorizar para fornecer suas lideranças e orientar as organizações nessa jornada de transformação.

As empresas precisam de líderes capazes de gerenciar as interrupções possibilitadas pela tecnologia, bem como gestores com experiência na construção de novos negócios e na transformação das organizações. Os CDOs que possuírem essas habilidades serão cada vez mais valorizados pelas organizações.

 

O complexo processo da Transformação Digital

Transformação Digital representa a maior mudança de negócios desde a revolução industrial. De acordo com os dados apresentados por Fitzgerald, no palco do DES 209, o IDC prevê US$ 6,6 trilhões de investimentos diretos em hardware, software e serviços relacionados até 2022. Desses investimentos, os CEOs esperam ver mais de US$ 18 trilhões de valor econômico agregado em produtos, serviços e recursos operacionais habilitados digitalmente.

Os principais investimentos em tecnologia digital são: nuvem, big data e analytics, computação cognitivainteligência artificial e IoT. Além dessas tecnologias, a transformação bem-sucedida envolverá pessoas, processos, dados e governança para sustentar o digital.

Assim, a Transformação Digital consiste em transformar o negócio com a aplicação da tecnologia. Os dados devem ser o drive das empresas e os processos são necessários para usar os dados de forma correta e útil.

Ok, as empresas precisam aplicar a tecnologia, mas tome cuidado para a tecnologia não tomar conta do seu principal negócio. Você não precisa se tornar uma empresa de tecnologia para fazer a transformação digital. O essencial é ter bons parceiros de tecnologia e processos, além de realizar uma mudança na cultura interna em todo os departamentos.

Portanto, os CDO s não devem pensar só em tecnologia e nem só em mudança de gestão. Tudo precisa estar integrado no processo de transformação, principalmente os departamentos da empresa.

Fonte: Digitalks

 

Algoritmos do Google impactam diretamente sites de e-commerce nos mecanismos de pesquisa

Recentemente, em seu evento anual chamado Marketing Live, a Google anunciou diversas mudanças em suas plataformas, e essas reformulações são direcionadas a lojistas e anunciantes. O maior site de buscas tem o objetivo de entrar de forma incisiva no mundo do e-commerce, trazendo novas experiências e também atualizações nos mecanismos de pesquisa.

Segundo a apresentação no evento, a Google irá disponibilizar ferramentas por meio das quais será possível encontrar produtos e compará-los. Além disso, o consumidor terá a opção de comprar em sites ou em alguma loja física mais próxima. O usuário também poderá adquirir um produto diretamente de vídeos e anúncios no YouTube, por exemplo.

Alguns participantes do evento acharam que as novidades podem transformar a Google em um marketplace. Contudo, a própria empresa diz que esse não é o grande objetivo e que até mesmo os próprios marketplaces e e-commerces poderão usar as atualizações e novidades da Google para aumentar suas vendas e alcançar mais clientes.

Qual a importância e o impacto do algoritmo?

As alterações poderão favorecer os e-commerces, como a própria empresa diz, mas para que isso aconteça é necessário que as lojas online também façam a sua parte. Os algoritmos da Google têm um impacto direto no mecanismo de busca. Atualmente, a Google é um dos principais sites de busca, abrangendo um nível mundial. Então, para que seja possível encontrar o que deseja, os algoritmos são usados em programas e sistemas de computador que buscam por sites que respondam de forma efetiva às regras que existem em seus mecanismos. É dessa forma que são classificados quais sites serão os primeiros a aparecer e ter um bom posicionamento no ranking.

Ou seja, sites que não sigam plenamente as regras dos mecanismos de busca fazem com que os algoritmos não os encontrem e, com isso, não os apresentem como resultado de uma pesquisa realizada. São vários fatores e regras que influenciam os resultados de uma busca. Um exemplo é que, há algum tempo, o algoritmo priorizava sites leves para poupar os dados de internet e o tempo de espera para a página ser carregada por completo.

Como melhorar o posicionamento no ranking de pesquisas?

A cada atualização, também muda a forma de avaliar como será feito o ranqueamento de sites. Por exemplo, normalmente, as primeiras posições ficam para sites que cumprem todas as regras e entregam o melhor conteúdo, se preocupando em proporcionar a melhor experiência de navegação para o consumidor.

Sites pesados, com baixo conteúdo, responsividade ruim e URLS e outras características confusas, caem no ranking e não conseguem uma boa posição, muitas vezes nem aparecendo para o usuário. Para melhorar a posição no ranqueamento, todos esses fatores, e mais alguns, terão que ser aprimorados. Para que isso se torne efetivo, uma consultoria de marketing digital pode fazer toda a diferença!

A Consultoria Digital é uma empresa que oferece consultoria de marketing digital e otimização de sites (SEO). Esse conjunto de estratégias foi pensado para fazer com que seu site fique nas primeiras posições sem pagar para os mecanismos de buscas, ou seja, de forma orgânica. Dessa forma, seu site pode subir no ranking e ganhar mais relevância.

Fonte: Terra

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Ferramentas digitais geram conexões mais assertivas

No mundo fora do marketing digital, em que além de atingir seu público–alvo as empresas também impactavam os não alvos de maneira indireta, era mais difícil saber com quem uma instituição estava realmente “conversando”. Novas ferramentas inéditas vieram para mudar esse cenário e hoje é possível alcançar positivamente quem é considerado o real receptor da mensagem que se deseja transmitir.

Mas, esse novo cenário vai além da aproximação entre empresa e público. A realidade virtual proporciona mecanismos que garantem o contato direto com as pessoas certas, aquelas que querem ser atingidas e realmente precisam receber informações do produto oferecido naquele momento.

Grandes aliadas da implementação de estratégia para aproximar clientes de diversas empresas que o mercado possui hoje, as ferramentas que compõem o marketing digital geram conexões mais assertivas. Por isso, destaquei algumas ferramentas importantes para esse alcance:

Redes Sociais – Sem dúvidas uma parcela do seu público está nas redes sociais, por isso, é importante que a empresa conte com esse artifício em seu plano de marketing. Mas, é importante analisar a persona e o público-alvo e entender quais plataformas mais se identificam com a sua estratégia e os objetivos da instituição.

E-mail marketing – Essa ferramenta é essencial para conquistar clientes. É ainda o meio mais eficaz para potencializar conversão se seguindo um modelo de funil de vendas. Porém, é importante dividir a lista de contatos baseando-se em critérios como interesses ou perfil, para desenvolver uma comunicação distinta para cada segmento. Elaborar um layout que se encaixe na identidade da marca e trazer ofertas interessantes, também é importante.

Links patrocinados – A cada segundo, o Google processa cerca de 40 mil buscas. A empresa pode ter toda essa exposição ao alcance do negócio ao anunciar na página de resultados. Esse é o objetivo do Google AdWords, plataforma de links patrocinados do buscador. Nele, é possível escolher as palavras de buscas que gostaria de inserir anúncios e somente é pago quando o público realmente interagir com ele.

Rede de display do Google – Esse sistema de publicidade é atrelado ao Google Ads e permite mostrar conteúdo em uma série de páginas parceiras, o que inclui a maioria dos sites da Internet. Ao elaborar a campanha, o próprio algoritmo exibe o anúncio para o público certo, não importa onde ele esteja.

Inbound marketing – Um conjunto de estratégias voltadas para educar a audiência de forma contínua até que ela fique pronta para consumir. O inbound marketing não vai atrás do seu público-alvo. Em vez disso, utiliza conteúdo de qualidade para atrair essas pessoas e se estabelece como uma autoridade no meio de atuação de uma empresa. Dessa forma, é um caminho de como conquistar clientes usando ofertas pensadas para cada perfil e um planejamento.

Marketing de conteúdo – Para impactar a audiência de uma empresa e de forma competente, é preciso oferecer um conteúdo relevante que mereça receber engajamento. Isso significa que está na hora de implementar o marketing de conteúdo. Para isso, é preciso analisar quais parecem ser as principais necessidades do público e elaborar uma lista de possíveis pautas para explorar. Posts informativos, que são capazes de cativar o público porque oferecem justamente o que o público está procurando.

Vídeos – O formato audiovisual proporciona um consumo fácil por parte do público e pode ser um mecanismo bastante eficiente para divulgar uma marca e reter clientes. Ele pode ser utilizado em redes sociais e diferentes canais de comunicação. A ferramenta funciona como uma forma de engajar melhor o público, cativá-lo de maneira pessoal e entregar o conteúdo por uma fácil assimilação. Dá para mostrar entrevistas, tutoriais, incluindo assuntos complexos e o que mais se encaixar na estratégia da empresa.

Marketing local – O marketing local leva em consideração a geolocalização do usuário para oferecer a ele uma publicidade direcionada, voltada para aquele ponto. Portanto, é mais indicado a estabelecimentos físicos, como lojas, restaurantes, academias, entre outros.

Influenciadores digitais – A publicidade online não se faz apenas com a ajuda de anúncios bem direcionados, mas com ações estratégicas que são capazes de entregar resultados de qualidade superior ao convencional. Esse é o caso dos influenciadores digitais, personalidades de múltiplas áreas que conseguem direcionar um público grande para os produtos de uma empresa.

Mobile first – Os dispositivos mobile são responsáveis pela maioria dos acessos à internet no Brasil e podem trazer uma série de oportunidades bastante valiosas para uma empresa. Vale a pena pensar na força que um SMS possui ao chamar a atenção do público.

Análise de resultados – Esse não é um canal de marketing digital,mas é essencial para potencializar os retornos e garantir o sucesso de campanhas. Para isso, é necessário ter o hábito de mensurar os resultados das campanhas para ter certeza de dois pontos bem importantes: o que deu certo e o que precisa de ajustes.

Por fim, as ferramentas digitais são de extrema importância para a comunicação de uma empresa. Sem esse recurso se torna difícil estabelecer metas e entender a evolução e desempenho de campanhas e ações online. Por isso, use e abuse dessas soluções da melhor forma.

Fonte: It Fórum 365