Os 5 pontos por trás das campanhas de páscoa bem-sucedidas (apoiado por dados)

Não importa a estratégia, a melhor abordagem para maximizar seu orçamento nas campanhas de Páscoa é através da coleta de dados

A Páscoa está virando a esquina – e mesmo que o seu negócio não esteja diretamente ligado ao feriado, é possível aproveitar o período de caça aos ovos com campanhas excelentes.

Conforme as famílias se preparam para passar o dia cozinhando e criando memórias juntas, essa época representa uma oportunidade particularmente grande para os comerciantes no setor de alimentos.

De acordo com a Federação Nacional de Varejo, só no ano passado era esperado que fosse gerado US$18,2 milhões em valor de receita nos Estados Unidos – e isso representa muitos coelhos de chocolate.

E por falar em coelhos de chocolate, de acordo com a Mintel, os lançamentos de chocolates na Páscoa cresceram 23% em 2018. Brasil, África do Sul, Alemanha, Reino Unido e França lideram as vendas. No Reino Unido, país de origem da Mintel, o feriado rendeu cerca de US$835 milhões em 2018.

Então, neste ano, nos concentrando no setor de alimentos para ajudar você a alcançar famílias de todos os lugares, desde a caça anual de ovos de Páscoa até a mesa de jantar. Estamos revelando onde os profissionais de marketing têm as maiores oportunidades segmentadas e como podem criar campanhas de impacto.

Nossos insights são confirmados por milhões de cliques e bilhões de reações

Esses insights são baseados em análise de 10.148.681 cliques e 7.754.841.162 reações a campanhas como essas da Taste of Home:

As marcas estão usando a Taboola para circular conteúdos relacionados à Páscoa e são bons exemplos para os comerciantes de alimentos na hora de criar suas campanhas para o feriado.

Não importa a estratégia, nós sinceramente acreditamos que a melhor abordagem para maximizar seu orçamento é através da coleta de dados – e estamos usando esses dados para ajudá-los a capitalizar as oportunidades.

Nós definimos oportunidade na intersecção entre oferta e procura. Quando há alta demanda para conteúdo, mas baixa oferta, é uma grande oportunidade.

Nesse contexto, a demanda é definida como uma taxa de cliques (CTR). Se alguém clica em um conteúdo, presumimos que a pessoa quer vê-lo. Oferta é a porcentagem de gastos que os comerciantes destinam para esse tipo de conteúdo em nossa rede.

Agora que esclarecemos isso, aqui está o que nossos dados revelaram.

Para quem falar: construindo o seu público para a Páscoa

Seu público sempre será exclusivo para a sua marca e o conteúdo da sua campanha. Embora não possamos te dizer exatamente qual será a melhor audiência para a sua marca, podemos dizer como encontrá-lo.

Siga esses cinco passos para definir o seu público da Páscoa:

● Comece sua campanha com segmentação ampla. Nós recomendamos algo tão amplo quanto a sua rede.

● Use a primeira semana para coletar dados do público que responde. Use esses dados para identificar os segmentos do público que funcionarão para você.

● Na segunda semana, teste alguns desses segmentos do público. Preste especial atenção ao modo como diferentes públicos-alvo estão respondendo a diferentes anúncios.

● Ajuste os anúncios. Faça teste A/B para melhores resultados do público.

● Repita.

A seguir, falaremos sobre os tipos de conteúdo. A escolha do conteúdo a ser exibido afetará o desempenho do seu público e suas ações.

O que executar: escolhendo o conteúdo que terá o maior impacto nas vendas

A maior oportunidade para os comerciantes da indústria de alimentos envolve galerias de fotos – há uma alta demanda para esse tipo de conteúdo durante todo o ano e não há muita oferta.

O vídeo na página de destino também representa uma grande oportunidade para os comerciantes de alimentos que pretendem se destacar na competição neste feriado.

Quando se aproximar dos consumidores: horas do dia e da semana com melhor desempenho

Conteúdos sobre comidas têm melhores desempenhos quando são distribuídos aos domingos e terças-feiras. Esses dias apresentam alta demanda de consumidores interessados em produtos alimentares e ambos são dias em que a oferta é menor que a demanda.

Se você realizar campanhas de testes nas terças-feiras, é importante notar que os dias úteis não são os melhores para alcançar seus consumidores. A maior oportunidade de sucesso reside nas primeiras horas da manhã ou ao anoitecer, quando as refeições são planejadas.

Onde contatar os consumidores: tipos de dispositivos com melhor desempenho

Você deve ter ouvido que os dispositivos móveis são os melhores locais para contatar seus consumidores e estamos aqui para dizer que isso continua sendo verdade. A maior demanda por conteúdo de alimentos existe primeiro em aparelhos móveis, em segundo lugar em tablets e em terceiro em desktops.

Nesta Páscoa, teste suas campanhas nos dispositivos móveis para vencer a concorrência.

Como: exemplos de insights e campanhas criativas para te inspirar

Antes de mergulharmos nos exemplos, vamos falar de objetivos. O “como” do planejamento de campanha, com certeza, incluirá como medir os seus principais indicadores de desempenho (KPIs).

A competição dentro da indústria alimentar é medir as visualizações de páginas durante a distribuição de conteúdo via publicidade. Teste algumas campanhas através deste tipo de plataforma nesta Páscoa.

Você está pronto para lançar a campanha perfeita – mas está faltando um elemento crítico. Anúncios criativos que são atraentes e de alto desempenho.

Conteúdo patrocinado: mantenha-o colorido e numere suas manchetes

Quando estiver trabalhando com conteúdo patrocinado – para direcionar os consumidores para sua galeria de fotos, por exemplo – tente usar texto nas imagens e, definitivamente, use fotos coloridas. Estamos vendo as taxas de cliques crescerem 120% nestes tipos de fotos.

Suas manchetes também são importantes. Para conteúdos de alimentos, tente usar listas numeradas para atrair demanda. Vemos palavras como “um” e “três” crescerem cerca de 134% nas taxas de cliques.

Exemplo de campanha: Plated conquistou 12% a mais de inscritos

Plated, uma marca de assinatura de comida popular, usou conteúdo patrocinado em campanhas para atrair inscrições através de suas páginas de artigos. Testes A/B em thumbnails, manchetes e fontes de conteúdo levaram a um enorme aumento nas assinaturas.

Por fim, continue testando

Nunca é demais reforçar a importância do teste A/B. Os pequenos detalhes do seu público irão afetar muito essas recomendações.

Use essas recomendações como um ponto de partida para a sua campanha de Páscoa.

● Quem: use a segmentação em grande escala primeiro para encontrar públicos-alvos que atendam às suas metas.

● O que: teste galerias de fotos ou conteúdos em vídeo.

● Quando: experimente as primeiras horas da manhã ou o anoitecer da terça-feira e domingo.

● Onde: foque nos dispositivos móveis.

● Como: foque na sua região para as campanhas de sua marca. Mantenha as imagens coloridas, vídeos e manchetes numeradas.

Embora as práticas recomendadas sejam um ótimo jeito de começar, é importante lembrar que elas estão sempre mudando, especialmente na internet. A Taboola Trends pode te dar mais alguns insights em tempo real por categoria, idioma e região.

Fonte: Digitalks

Zeeng realiza levantamento que mapeia presença digital das escolas de samba do Rio de Janeiro

Salvador, 07/03/2019 – Os desfiles das escolas de samba de 2019 são sempre a grande atração do carnaval. E, para defenderem seus enredos e compartilharem detalhes da participação em um dos maiores eventos do Brasil, as escolas utilizam cada vez mais a internet e redes digitais.

Afim de acompanhar o engajamento das escolas de samba do Rio de Janeiro, um dos principais recantos do samba no Brasil, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação, realizou um estudo onde analisou as redes sociais e a presença digital das escolas cariocas no Carnaval de 2019.

O período analisado foi de 01 de janeiro ao dia 26 de fevereiro no Facebook, Instagram, Twitter e Youtube. O resultado concluiu que as escolas com maior presença digital foram: Acadêmicos do Salgueiro, Portela e Estação Primeira de Mangueira.

A Acadêmicos do Salgueiro fechou este período com 315.782 fãs no Facebook; 24.381 seguidores no Twitter; 202.176 no Instagram e 223 inscritos no Youtube. A Portela acumulou 340.017 fãs no Facebook; 9.501 seguidores no Twitter; 126.883 no Instagram e 1.534 inscritos no Youtube. Enquanto a Estação Primeira de Mangueira alcançou 255.154 fãs no Facebook; 28.570 seguidores no Twitter; 123.222 seguidores no Instagram e 6.795 inscritos no Youtube.

Já a média de engajamento no Facebook durante o período apontado foi de 0,15% da Acadêmicos do Salgueiro; 0,23% da Portela e 0,23% da Estação Primeira de Mangueira. No Instagram, a média foi de 1,13% da Acadêmicos do Salgueiro; 1,39% da Portela e 1,95% da Estação Primeira de Mangueira.

Se tratando de notícias veiculadas, as escolas mais presentes foram Estação Primeira de Mangueira, com 706 matérias; seguida pela Portela com 521; e Beija–Flor com 422. A Acadêmicos do Salgueiro ocupa o quarto lugar com 374 matérias.

“Notamos que a medida que o Carnaval se aproxima, as escolas aumentam suas interações com seus fãs e seguidores nas redes sociais. Se levarmos em consideração que cada vez mais as pessoas buscam informações nos meios digitais, a tendência é que as interações aumentem e a presença online do mundo do samba invada as redes, ano a ano”, finaliza Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Fonte: TI Bahia

Marketing data-driven, chatbots e serviços de voz devem crescer em 2019, diz Google

O mundo está se transformando e migrando totalmente para o digital. Com o marketing, não é diferente. Esse cenário gerou uma mudança de pensamento responsável por alterar o comportamento de consumo das pessoas, o que vem exigindo algumas adequações por parte do mercado.

Com essa realidade, diversas ferramentas surgiram para auxiliar as marcas a atingirem o seu público-alvo de forma mais efetiva. Em uma previsão sobre quais delas serão destaque em 2019, o Google aponta o Marketing Data-Driven, o uso de Chatbots e de serviços de voz como algumas dos principais métodos utilizados pelas empresas para melhorar suas entregas e o seu relacionamento com o cliente. Confira:

 

Marketing Data-Driven

O uso de dados na tomada de decisões otimiza diversos processos e estratégias de marketing digital. Pensando nisso, o próprio Google prevê para 2019 o lançamento de novas estruturas acionáveis que contemplem os chamados 5A’s do Marketing Data-Driven. Segundo ela após a dominação destes 5As – audiência, assets, acesso, atribuição e automação – será possível as marcas se equiparem através da transformação digital, fornecendo experiências cada vez mais completas a seus clientes.

Chatbots

A tendência é que a nova geração de Chatbots com Inteligência Artificial agrade mais o público, já que, hoje, de acordo com uma pesquisa do Instituto Statista, apenas 34% dos entrevistados preferem conversar com Chatbots. A previsão é que essa mudança no comportamento dos robôs possibilitará uma conversação mais realista, com diálogos mais verdadeiros. E até 2020, pelo menos 85% das interações entre marcas e cliente sejam feitas por Chatbots.

 

Serviços de voz

O uso de ferramentas de voz deve ser integrado a ferramentas de marketing e estima-se que até o fim de 2019 as vendas de smart speakers cresçam 50%, movimentando US$ 2,7 bilhões nesse mercado. A tendência é que cada vez mais vejamos aplicativos que farão uso de serviços de voz, desde deliveries a portais de notícias e lojas de varejo. A loja H&M Home, por exemplo, lançou recentemente um aplicativo que, em conjunto com o Google Assistant, dá conselhos sobre a decoração de ambientes em diversos estilos e ainda ajuda a navegar no catálogo da loja e encontrar produtos adequados.

Fonte: Thinkwithgoogle, Doxxa

Sua empresa sabe transformar dados dos clientes em insights poderosos?

marketing digital já é uma tendência que ganha cada vez mais espaço. O tema se torna fundamental na estratégia de negócios das empresas que querem conquistar novos clientes e fidelizar os que já existem. Entretanto, apoiar-se apenas em ferramentas deixou de ser uma solução. O momento agora é de ganhar espaço com a utilização dos dados dos clientes para insights capazes de otimizar os resultados por meio de um relacionamento eficiente.

Antes, nos baseávamos no funil de vendas – onde a preocupação era atrair por meio de conteúdo. Hoje, complementar a isso, é fundamental encontrar maneiras de transformar as informações apuradas e entender para qual setor o dado pode trazer benefícios. Isso porque, qualquer informação gerada pode ser valiosa para a empresa, só é preciso encontrar o melhor caminho.

Algumas áreas como as de marketing e de vendas, por exemplo, podem se beneficiar de inúmeras maneiras. O conhecimento sobre o histórico de acesso, e-mails abertos, artigos lidos, permite avaliar o assunto mais interessante para abordar, e o momento certo de iniciar uma conversa ou venda. Dessa forma, o tempo é otimizado e a abordagem se torna muito mais assertiva, pois está alinhada com a necessidade do seu cliente ou prospect.

Essa assertividade reflete, diretamente, na credibilidade da empresa, o que gera ainda mais confiança para o cliente, e este, por sua vez, sente que sua necessidade está sendo atendida. Por falar nisso, quando você estuda os dados armazenados na sua base, você também é capaz de mapear os problemas. Ao identificar situações que podem ser evitadas, você pode salvar possíveis negócios que já estariam perdidos.

feedback é um exemplo relevante de utilização das informações dos clientes em qualquer time de uma organização. Baseado na resposta, o time de desenvolvimento pode entender o que deve ser melhorado no produto. Já o time de atendimento consegue  entender a melhor hora de investir em um novo treinamento ou avaliar a utilização de chatbots para responder perguntas mais frequentes. E por que não avaliar se a satisfação com o serviço e a forma que os clientes falam sobre o seu produto é uma maneira de linguagem eficiente para o time de marketing se comunicar com eles? Isso pode (e deve!) ser utilizado a favor do seu negócio.

Abaixo, algumas dicas para auxiliar na utilização dos dados de forma criativa e alinhada, tanto com seu cliente quanto com o objetivo do seu negócio:

Avalie o cenário

Entenda o momento e o cenário que sua empresa vive. É importante saber sobre a indústria em que o seu negócio está a fim de determinar quais canais você terá mais sucesso para atingir o seu público. Você sabe quem é seu melhor cliente? Quanto ele te custa? Após definir o perfil, toda sua estratégia passa a ser orientada para atingir aquele usuário.

 

Integre os departamentos

Com a estratégia definida, estude os setores da sua empresa e perceba se todos se comunicam da maneira correta. Tenha certeza que 100% das áreas são mensuradas: se uma informação interessante foi aproveitada pelo time de marketing, é fundamental que as outras áreas tenham conhecimento e busquem maneiras de trabalhar de forma alinhada com esses dados. Entenda muito bem todas essas referências para conseguir aproveitá-las na reestruturação ou melhoria dos processos.

 

Busque integrar sua tecnologia

Atente-se para as ferramentas que já viabilizam mais transparência entre as áreas com a otimização da rotina do seu time. Centralizar processos e dados em um só ambiente permite uma visão ampla e garante a entrega otimizada de resultados. Além disso, insights que geralmente são perdidos no trajeto, são preservados quando integrados – pois tudo está lá, armazenado e à disposição dos seus colaboradores. Tenha em mente o que é mais valioso para o seu negócio no momento e entenda qual a melhor ferramenta para automatizar cada um dos processos.

 

Valorize a opinião do seu cliente

Ele é sua melhor fonte de feedback. Converse e pesquise o motivo dele estar ali. Para aqueles que ainda não se tornaram clientes, investigue a razão e enxergue formas de melhorar. Muitas vezes, as empresas apresentam resistência ao receber uma crítica, entretanto, seu cliente mais “difícil” pode ser sua melhor fonte de informação. Se você ainda não tem um perfil de cliente ideal bem definido, foque nisso primeiro, estude o seu mercado, compartilhe informações de valor com seu público-alvo, se torne referência na sua indústria e entregue valor antes de querer receber valor do seu cliente.

 

Avalie sempre as questões relacionadas à segurança

Por fim, mas não menos importante, trabalhar com dados exige cada vez mais cuidado. Com leis que surgem para regulamentar o uso da informação, atente-se para que seu negócio esteja alinhado às leis e seja transparente tanto dentro (validando processos e informações com a área jurídica) quanto fora (apoiando-se em parceiros capazes de otimizar a utilização de ferramentas e de informar as pessoas sobre a utilização dos seus dados pessoais).

 

Fonte: Digitalks

Data-driven: vantagem competitiva com o uso produtivo dos dados

Na Nova Economia, o volume de dados disponíveis para empresas cresceu de maneira vertiginosa, não apenas em quantidade mas também em complexidade. Com o aumento do volume, diversidade, profundidade e latência, temas como Analytics, Big Data, Machine Learning, Data Science etc passaram a estar presentes no dia a dia das organizações. Apesar disso, o uso produtivo é que fica abaixo da expectativa. Destaque para “uso produtivo”. Digo isso porque é comum empresas com grandes DataLakes, ferramentas de Visualização de Dados e Dashboards não utilizarem as informações para guiar seus caminhos.

Uma recente pesquisa, realizada pela Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) em conjunto com o Google, aponta que 38% das empresas ainda utilizam a intuição para orientar suas decisões. Apenas 27% se consideram uma organização Data-driven, ou seja, que definem suas ações a partir das informações – foram ouvidos 3225 empresários. Acontece que, ao contrário do que se possa pensar, isso não ocorre pela falta de informação dentro das empresas. Um dos principais motivos que a pesquisa destaca é a falta de habilidade dos profissionais de marketing em se aprofundarem nas análises de forma a entender os fenômenos que compõem KPIs (Key Performance Indicator, em português, indicador-chave de desempenho) agregados.

Nos modelos tradicionais, a análise e disseminação dos conhecimentos gerados pelos dados ficavam centralizados em times específicos, como Planejamento, Inteligência de Marketing, CRM etc. Atualmente, as ferramentas de WebAnalytics empoderam o time de Marketing, que podem consultar as informações que precisam no momento que quiserem, inclusive de forma real-time. Porém, quando isso acontece de forma desestruturada, a consequência é uma incapacidade de desenvolver uma visão única e integrada do consumidor e dos resultados da empresa.

O que te impede de começar hoje?

Um artigo recém publicado pela eMarketer divulgou uma pesquisa realizada pela Snowflake Computing em parceria com a Harvard Business review e destacou que pessoas, 44%, e processos, 29%, são os principais impedimentos para evoluir uma cultura de tomada de decisão a partir da intuição da liderança para uma mais baseada em dados. Para começar a implementar processos novos, organizamos abaixo um roteiro que tem funcionado e auxiliado diferentes empresas. Veja as três fases da implementação de um processo de análise de KPIs orientado a objetivos de negócios:

1- Conheça e alinhe os objetivos de negócio

Não comece a montar nenhuma tabela ou gráfico ainda. Organize, em primeiro lugar, os objetivos de negócio da sua área ou do âmbito que você atender. Por exemplo: Melhorar a rentabilidade, ganhar maior penetração de mercado e melhorar a satisfação do cliente. Posteriormente, desça um nível e entenda quais ações táticas serão necessárias para entregar os objetivos de negócio.

2- Mapeie as métricas e priorize

Agora que está claro os objetivos e as ações táticas que permitirão entregar os resultados, você precisará de KPIs que te ajudem a medir o progresso sem a necessidade de esperar prazos muito longos para saber se as ações deram certo ou não. Nesse processo, você deve primeiro explorar o máximo de métricas, colete sugestões e debata sobre os principais drivers relacionados às ações, não se limite as informações que você já usa nos relatórios atuais. O segundo passo dessa etapa é priorizar, todo indicador é uma métrica, mas nem toda métrica é um KPI, apenas as mais relevantes serão destacadas.

3- Avalie a maturidade dos dados e planeje a execução

Após os objetivos de negócio, as ações táticas e os KPIs, chegou o momento de avaliar a maturidade de dados atual da sua empresa. Esse momento é importante para alinhar as expectativas, ajustar caminhos e planejar a implementação das métricas de acordo com o nível de disponibilidade das informações.

Existe no mercado muitas ferramentas disponíveis que se propõem a lidar com o volume crescente de dados, sua mineração e visualizações. No entanto, muitas empresas estão mergulhando de cabeça em um volume abundante de elementos, as discussões se tornam cada vez mais complexas e técnicas, falta para os líderes de negócios conclusões que lhes dê a confiança necessária para agir.

Ao final deste roteiro, você estará pronto para iniciar uma mudança de mindset, e construir um processo que te leve para além do data-driven, mais orientado aos insights e melhor preparado na tomada de decisão, de modo ágil e preciso. Veja que em nenhum momento falamos sobre tecnologias, pois acreditamos que, independentemente da plataforma e mecanismo, as empresas precisarão de processos e pessoas que permitam extrair o máximo potencial de suas ferramentas, uma cultura verdadeiramente insight-driven.

Por Felipe Ladislau, consultor de CRM da aceleradora Organica

Fonte: Inforchannel

Quantas são e o que fazem as martechs brasileiras

As martechs, startups que prestam serviços de marketing, já são 194 no Brasil. A constatação é do levantamento Liga Insights MarTechs, realizado pela aceleradora Liga Ventures em parceria com a Astela Investimentos. Do montante analisado, os serviços mais comuns prestados são relacionados a atendimento, produtividade, social media e comunicação, analytics, performance e ferramentas de fidelidade do cliente. Com menor representatividade estão CRM, vendas e geração de leads.

Para chegar ao número, a Liga Ventures analisou um banco de dados com mais de 11 mil startups no país durante o ano de 2018 e selecionou as mais promissoras prestadoras de serviços de marketing. O levantamento também considerou entrevistas de especialistas de empresas como Uber, Centauro, Mercado Pago, Magazine Luiza e XP Investimentos. “Essas startups auxiliam na criação e execução de estratégias e conteúdos nas áreas de marketing, além de ajudarem no gerenciamento de grandes times focando em produtividade”, diz Raphael Augusto, startup hunter da Liga ventures e responsável pelo estudo.

“Nosso ecossistema vem amadurecendo e, com isso, várias iniciativas em diversos setores vêm se estabelecendo. Por uma questão de proximidade do dia-a-dia do potencial empreendedor, que aí consegue avaliar de uma maneira mais clara a oportunidade de empreender, alguns setores saem na frente nessa corrida – como o varejo, afinal, todos nós compramos ou vendemos quase que diariamente, independente da nossa formação ou profissão”, reforça Raphael.

Das startups mapeadas, 42% estão na cidade de São Paulo seguidos por Florianópolis, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Campinas, São José dos Campos, Recife, Londrina e Goiânia. Marcelo Sato, sócio da Astela Investimentos, explicou em artigo recente no ProXXIma, que o resultado da junção entre marketing e tecnologia impulsionou o fortalecimento dessas empresas. “O primeiro desafio das empresas é a concepção de um produto que demonstre uma proposta de valor e o seguinte é construir o canal de distribuição para seu produto. Encontrada essa combinação, temos a gêneses de negócios que prosperam e crescem exponencialmente”, observa.

Outro estudo, o “100 Startups to Watch”, fruto de uma parceria entre a Editora Globo e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, identificou as 13 martechs brasileiras mais promissoras. Entre elas estão Contentools e Exact Sales, de Florianópolis, a Decision6 e Forebrain, do Rio de Janeiro, Meus Pedidos, de Joinville, Mindminers, SenseData, SocialMIner, Squid e Ramper, todas de São Paulo. Além de Tracksale, de Belo Horizonte, Zeeng, de Porto Alegre e Trakto, de Maceió. O estudo, que reúne outros segmentos além de marketing, demandou mais de cinco meses de análise de dados e selecionou as startups de um total de 1,3 mil inscritas.

Luiz Morcelli, CMO do Ahoy! Berlin, centro de inovação em São Paulo, afirma que as martechs são uma necessidade para as agências, consultorias e áreas de marketing das empresas. “Dentro desse ecossistema de inovação, dessa nova economia, elas complementam o trabalho das outras startups. Um exemplo próximo e recente é a InLoco e que acabou de ganhar o Caboré e passou recentemente por um programa de aceleração”, observa.

Fonte: Meio&Mensagem

Memo: onde a velha mídia acha uma nova fonte de receita

A Memo, uma startup que começa a operar em janeiro, está unindo duas grandes tendências globais — o uso de dados e os marketplaces — para criar um novo modelo de negócios que pode se revelar um alento para a indústria de notícias.

Criada por Eddie Kim, que tem mais de dez anos de experiência com analytics e big data, a Memo é um marketplace que vende os dados de matérias publicadas em grandes veículos para agências de PR, grandes empresas e qualquer um que tenha interesse em pagar por esse tipo de informação.

Funciona assim: os grupos de mídia que se cadastram na plataforma passam a disponibilizar informações como o número de visitantes, tempo médio de acesso e trechos mais lidos sobre cada uma de suas notícias, além do perfil dos leitores. Se um jornal publicar uma matéria sobre a Unilever, por exemplo, ela poderá entrar na plataforma, pagar uma taxa de cerca de US$ 100 e ter acesso aos principais dados relacionados àquela matéria.

O valor será dividido com o veículo que forneceu as informações e pode variar dependendo da popularidade da notícia. Hoje, algumas empresas já fornecem às companhias e agências de PR dados em tempo real sobre como as marcas estão repercutindo na internet. A grande sacada da Memo é oferecer insights sobre cada matéria individualmente e não uma visão geral do desempenho da marca.

Num momento em que a velha mídia busca formas alternativas para ganhar dinheiro não deve ser difícil convencer os grandes grupos do setor a aderirem à plataforma — que, além de fornecer uma nova fonte de receita sem custo adicional, pode servir como leads para novos anunciantes. “Na pspaço de relacionamento e geração de leerspectiva do publisher, é uma receita que virá de uma base completamente nova de compradores

— a indústria de relações públicas e comunicação”, o fundador da startup disse ao The Wall Street Journal. “Na plataforma, os veículos vão conseguir uma margem bruta de 100%, porque os dados já estão disponíveis.” Na outra ponta do negócio, a solução deve ter um apelo grande principalmente para as agências de relações públicas, que tem uma dificuldade histórica para conseguir mensurar os resultados de seu trabalho (apesar de serem cada vez mais cobradas por isso), e para as áreas de comunicação e marketing das grandes empresas.

Segundo a Memo, grupos de mídia como o BuzzFeed e a Meredith (dona da revista People) já aceitaram fornecer seus dados para a plataforma; na outra ponta, a Unilever, a marca de lentes Vision Path e a varejista Parachute Home assinaram para usar os serviços. Para Matt Minoff, o chief digital officer da Meredith, um dos pontos mais interessantes da plataforma é que ela pode estimular marcas a anunciar nos veículos do grupo. “O benefício indireto do serviço pode se provar, de um ponto de vista de receitas, maior do que o que vamos conseguir com a venda dos dados de matérias”, disse ao WSJ.

Fonte: Brazil Journal

Eduardo Prange – A importância da inteligência competitiva no contexto digital

 

* Por Eduardo Prange

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Sobre a Zeeng
A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Revista Live Marketing

Webinar: Como monitorar performance de atores políticos no ambiente digital

Em parceria com a Trêspontos, Zeeng Data Driven Platform promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital.

O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

 

QUEM MINISTRA

Thiago Ribeiro: publicitário, criador da plataforma Trespontos e outros negócios digitais. Liderou a equipe de Inteligência, Monitoramento e Interações da campanha vitoriosa de Rui Costa ao governo do Estado da Bahia e da campanha que elegeu Jaques Wagner senador da República, nas últimas eleições. Atuou como professor universitário, consultor de Marketing para PMEs, Coordenador de Comunicação da Ouvidoria Geral do Município de Salvador, Ouvidor e Gerente de Marketing da Desenbahia.

Em parceria com a Trêspontos Zeeng promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital. O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

Confira abaixo mais informações:

Convidado especial: Eduardo Prange: Chief Executive Officer (CEO) e sócio da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP. Sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

PROGRAMA

Que eleições!?
Fluxo de trabalho que usei nas eleições
O case das últimas eleições
Kit de ferramentas
Modelo de relatório
Case de performance: com Zeeng
Métricas para tomada de decisão
Desafios para as próximas campanhas
Papo aberto

COMO FUNCIONA

Papo aberto com profissionais e estudantes, pensado como um espaço colaborativo de aprendizagem. No dia do evento, você receberá um link para participar e interagir ao vivo. Ao longo do evento, compartilhe dúvidas, impressões, ideias, referências e tudo que puder ampliar nossa troca.

Os encontros não serão gravados. Reúna sua equipe, assista na sua empresa, de casa, no metrô, de onde quiser. Vamos repensar as práticas, movimentar a comunidade, trocar experiências e ampliar nosso contato com profissionais de todo o Brasil.

RESUMO

08/01 (10 – 11h)
Online, Ao Vivo
Vagas limitadas
Certificado
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De olho na carreira do futuro: 10 mestrados internacionais em Ciência de Dados

A análise de dados é um campo em rápido crescimento, à medida que as empresas correm para utilizar os dados valiosos que coletam. Se você precisa aumentar a proficiência da sua equipe em Ciência de Dados, considere a possibilidade de investir em um mestrado na área.

Data Science Degree Programs Guide lista os melhores programas de mestrado em Ciências de Dados em universidades públicas e sem fins lucrativos. Um sistema de pontos foi desenvolvido com base em três categorias: relação aluno-professor, preço líquido médio e se a escola oferece áreas de concentração no programa de graduação.

Aqui estão algumas delas:

1. Purdue University: Krannert School of Management

Oferecido através da Krannert School of Management, o Mestrado em Ciência da Administração e Gestão de Informação da Purdue University é um programa de tempo integral que começa todos os anos em junho e dura três semestres. O programa de pós-graduação oferece três especializações em análise da cadeia de suprimentos, análise de investimentos ou análise de finanças corporativas.

É um programa certificado pela STEM, concebido para educar os alunos sobre as mais recentes tecnologias e técnicas analíticas, através da experiência prática. Você também aprenderá a usar várias ferramentas relevantes do setor, como SAS, Python, Minitab e SQL. Ao se formar, a universidade promete que o profissional poderá aplicar suas habilidades a problemas de dados usando as práticas recomendadas mais recentes para análise de dados corporativos.

Local : West Lafayette, Indiana
Presencial ou online? Há a necessidade de frequentar as aulas no campus
Razão aluno-professor : 12: 1
Custo: US$ 29.741 para estudantes estrangeiros, US$ 47.786 para alunos de fora do estado
Foco: Análise da Cadeia de Suprimentos, Análise de Investimentos ou Análise de Finanças Corporativas

2. DePaul University

A DePaul University oferece um mestrado em Ciência de Dados que promete equipar os alunos com as habilidades certas para uma carreira na área. O programa requer uma pós-graduação anterior, mas o profissional pode escolher entre concluir um projeto de análise de dados aplicado, fazer um curso básico de Análise Preditiva, participar de um estágio de análise ou apresentar uma dissertação de mestrado.

A DePaul University também oferece quatro especializações em Ciência de Dados, que incluem métodos computacionais, assistência médica, hospitalidade e marketing. O currículo de cada especialização “enfatiza a proficiência técnica e a experiência prática” enquanto fornece aos alunos “habilidades avançadas em mineração de dados, Estatística, Machine Learning e Big Data”.

Localização: Chicago, Illinois
No campus ou online: todos os cursos de métodos computacionais estão disponíveis online; alguns cursos de saúde, marketing e hospitalidade são online, mas outros requerem aulas presenciais
Aluno-professor : 15: 1
Custo: US$ 1.060 por crédito/hora
Foco: Métodos Computacionais, Assistência Médica, Hospitalidade e Marketing

3. University of Rochester

A University of Rochester oferece um MS in Data Science através do Instituto Goergen de Ciência de Dados. O programa pode ser concluído em dois ou três semestres de estudo em tempo integral, mas o caminho de dois semestres inclui uma carga horária rigorosa, por isso é recomendado para alunos que já tenham uma sólida formação em Ciência da Computação e Matemática. Para aqueles sem um forte conhecimento em Ciência da Computação, há a opção de um curso de verão que irá ajudar o profissional a acelerar seus conhecimentos até o início do programa.

Ao longo do programa, o profissional terá a chance de concluir estágios e obter orientação profissional. E poderá escolher entre três especializações, incluindo Métodos computacionais e estatísticos, Ciências da Saúde e Biomédicas e Ciências sociais e de Negócios.

Local: Rochester, Nova Iorque
Presencial ou online: É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 10: 1
Custo: US$ 51.072, em média, para 32 créditos
Foco: Métodos computacionais e estatísticos, Ciências da Saúde e Biomédicas e Ciências Cociais e de Negócios.

4. New York University

A New York University oferece um MS em Data Science (MSDS) com opção entre várias especializações, incluindo Data Science, Big Data, Matemática e Dados, Processamento de Linguagem Natural e Física. O profissional precisará completar 36 créditos para se formar, o que leva os alunos em tempo integral a uma média de dois anos de curso, até a conclusão da primeira especialização.

O aluno também será solicitado a concluir um projeto de conclusão durante o programa que o conduzirá por todo o processo de solução de problemas reais com dados em todos os setores. Espera-se que os alunos obtenham experiência prática útil na coleta e processamento de dados e, em seguida, utilizem esses dados para projetar e implementar soluções.  

Localização: New York
No campus ou online: É necessária a presença no campus
Relação aluno-professor: 10: 1
Custo: US$2.286, mas é possível economizar em taxas de inscrição e de serviços pagando por mais de uma especialização de uma só vez
Foco: Ciência de Dados, Big Data, Matemática e Dados, Processamento de Linguagem Natural e Física

5. Carnegie Mellon University

A Carnegie Mellon University oferece um mestrado em Computação e Ciência de Dados (MCDS) através da Tepper School of Business. Durante o primeiro semestre, o aluno terá que fazer quatro cursos básicos: Computação em Nuvem, Machine Learning, Ciência de Dados interativa e um seminário sobre Ciência de Dados. Até o final do primeiro semestre, o aluno precisará selecionar três especializações, incluindo Sistemas, Análise ou Ciência de Dados centrada no ser humano. Sua escolha ajudará a formatar os cursos que fará no resto do programa.

O programa se concentra em projetos experimentais, coleta de dados, modelagem e análise de dados, resolução de problemas e interação homem-máquina. Os problemas nessas áreas são abordados usando um currículo de Ciência da Computação que inclui Engenharia de Software, Machine Learning e Estatística. Os alunos saem aptos a trabalhar com conjuntos de dados de larga escala em ambientes complexos de TI.

Local: Pittsburgh, Pensilvânia
No campus ou online : É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor : 10: 1
Custo : US$ 25.000 por semestre
Concentrações: Sistemas, Análise e Ciência de Dados centrada no ser humano

6. Columbia University na cidade de Nova York

A Columbia University oferece um mestrado em Ciência de Dados por meio do Data Science Institute, que exige 30 créditos para ser concluído. O curso oferece uma longa lista de especializações, incluindo Análise na área da Saúde, Segurança Cibernética, Finanças e Business Analytics e Cidades Inteligentes, entre outros tópicos.

Antes de se inscrever no programa, o profissional precisará ser capaz de codificar em vários idiomas, como R, Python, C e Java. O domínio de pelo menos um desses idiomas será necessário para o crédito de Algorithms for Data Science.

Local: Nova York
Presencial ou online : É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 6: 1
Custo: US$ 2.018 por crédito
Especializações : Sistemas de Computação para Ciência de Dados; Cíbersegurança; Dados, Mídia e Sociedade; Finanças e Business Analytics; Fundamentos da Ciência de Dados; Análise na área de Saúde; e Cidades Inteligentes

7. North Carolina State University

A North Carolina State University oferece um programa MS in Analytics (MSA) projetado como uma experiência de aprendizado  de 10 meses que enfoca o trabalho em equipe e o coaching individual.

Para se inscrever no programa o profissional precisará de experiência com codificação em mais de um idioma, conhecimento de análise quantitativa complexa e ser graduado em Estatística. O programa de pós-graduação não requer a seleção de uma longa lista de disciplinas eletivas e aulas básicas. Em vez disso, o profissional seguirá um currículo afinado que incentiva o aprendizado interativo e o trabalho em equipe.

Localização: Raleigh, Carolina do Norte
Presencial ou online: É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 6: 1
Custo: US$ 23.460 para estudantes americanos, US$ 43.466 para estudantes estrangeiros
Especializações: Nenhuma

8. Georgia Institute of Technology

O Georgia Institute of Technology oferece um MS in Analytics que combina Estatística, Pesquisa Operacional, Computação e Negócios para oferecer um programa de graduação interdisciplinar para cientistas de dados. Ele é projetado para dotar os estudantes de Ciência de Dados nas habilidades adequadas para lidar com Inteligência de Negócios e tomada de decisões em um ambiente corporativo.

O programa MS inclui três trilhas: Ferramentas Analíticas, Análise de Negócios e Análise de Dados Computacionais. O estudante  pode escolher entre um programa no campus que pode ser concluído em um ano ou um programa de graduação online que normalmente é concluído em um ou dois anos. A optação pelo programa presencial dá acesso a orientação profissional.

Localização: Atlanta, Georgia
No campus ou online: Programas presenciais e online
Relação aluno-professor : 20:1
Custo: US$ 1.206 por crédito/hora para estudantes residentes, $ 1.665 por crédito/hora para estudantes de fora do estado; e $ 275 por crédito/hora para o programa online
Especializações: Ferramentas Analíticas, Análise de Negócios e Análise de Dados Computacionais

9. Universidade de Oklahoma

A Universidade de Oklahoma oferece um mestrado em Ciência de Dados e Analytics através das escolas de Ciência da Computação e Engenharia Industrial e de Sistemas. O curso combina conhecimentos de ambos os departamentos para ensinar aos alunos as habilidades certas para “projetar e construir ferramentas para extrair, assimilar e analisar dados”.

Alunos em período integral podem obter um diploma em 14 meses, mas também há opções para alunos em meio período. O grau mais simples, sem defesa de tese, requer nove disciplinas eletivas, 13 horas de cursos em cima das 24 horas necessárias de um curso de engenharia. O curso com defesa de tese requer três disciplinas eletivas em cima dos 20 disciplinas necessárias, uma hora de estágio de engenharia e seis horas gastas em um projeto de pesquisa.

Local : Norman, Oklahoma
Presencial ou online : no campus, opções online e híbridas
Relação aluno-professor : 18: 1
Mensalidade : US$ 30.000 por semestre, em média
Especializações: Nenhuma

10. Universidade de Iowa

A Universidade de Iowa oferece seu Mestrado em Ciência e Análise de Dados (MS DSA)através do Tippie College of Business. Essa graduação interdisciplinar combina Big Data e Business Analytics, permitindo que os alunos trabalhem “de ponta a ponta no campo do Big Data”, de acordo com a universidade.

O curso é realizado online e combina conceitos de Ciência da Computação e Engenharia de Sistemas. Alunos de pós-graduação podem escolher entre um caminho apenas de cursos ou um de defesa de tese. Em geral, leva 14 meses para que os alunos obtenham os 33 créditos necessários para a formatura. O mestrado requer passar pelos 10 cursos, mas, depois dos cinco primeiros, o aluno ganhará um certificado de especialização.

Local: Iowa City, Iowa
Proporção aluno-professor: 15: 1
Presencial ou online: Presença obrigatória no campus
Mensalidade: US $ 10.457 por semestre para estudantes residentes, US $ 16.860 para estudantes de fora do estado
Especialização: Nenhuma

Fonte:http: IDGNOW