Facebook lança ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer seus candidatos

Nesta terça-feira (02), o Facebook lança uma ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer mais sobre os candidatos e seus programas de governo antes das eleições no próximo domingo. A nova ferramenta centraliza as informações dos candidatos em um só lugar, para ajudar os eleitores a descobrir mais sobre os candidatos a presidente, governador e senador.

Os candidatos poderão apresentar seus projetos nas suas próprias palavras e as pessoas poderão conhecê-los e suas plataformas. A ferramenta aparecerá no Feed de Notícias para todos os usuários brasileiros na semana que antecede a eleição. Lá, as pessoas podem descobrir quem são os candidatos concorrendo a cada cargo, visitar suas Páginas no Facebook e assistir a vídeos curtos, nos quais eles falam sobre questões importantes.

Os candidatos têm a oportunidade de criar quatro vídeos de 20 segundos, se apresentando e respondendo a perguntas-chave:

  • O que te motivou a concorrer a presidente / governador / senador?
  • Se eleito, o que é mais importante aprovar nos primeiros 100 dias do seu mandato?
  • Por que essas eleições são importantes?

Trabalhamos com a ONG apartidária Transparência Brasil para escolher as perguntas que os candidatos podem responder. Os vídeos são gravados pelos candidatos e suas equipes, e o Facebook não tem participação nos conteúdos.

Isso faz parte do nosso trabalho contínuo para construir uma comunidade bem informada e engajada civicamente. Acreditamos que ajudar as pessoas a conhecerem melhor os candidatos pode colaborar para a construção de comunidades mais bem informadas. Todos os dias vemos pessoas usando o Facebook para conversar sobre política – mais de 62 milhões de brasileiros comentaram sobre questões relacionadas às eleições de 2018 somente no primeiro mês da campanha eleitoral. Estamos trabalhando para tornar mais fácil para as pessoas encontrar as informações necessárias para tomar decisões informadas antes das eleições.

Você pode monitorar a presença digital dos presidenciáveis com a Zeeng de maneira gratuita, acesse aqui.

 

Fonte: Newsroom 

Google anuncia site com informações de todos os candidatos

O Google continua lançando campanhas para auxiliar brasileiros a tomarem ciência de seus candidatos nas eleições. Agora a empresa anunciou uma ferramenta que facilita a informação dos mesmos, como parte da campanha #VotoInformado.

A primeira novidade é uma página chamada Google Eleições 2018, que usa o banco de dados do TSE para exibir informações sobre os 27 mil candidatos inscritos para disputar todos os cargos. A empresa também permite filtrar o conteúdo por cargos, gêneros, estado ou partido.

A ferramenta conta com informações mais aprofundadas sobre os candidatos á presidência. O canal reunirá notícias, entrevistas e conferir tendências sobre buscas relacionadas ao candidato. A página também exibe listas de ONGs de múltiplos setores para obter informações especializadas.

Uma outra mudança importante realizada pelo Google é que agora o usuário poderá realizar uma busca simples sobre um dos 8.500 candidatos a presidente, senador e deputado federal. Para isso, a plataforma do Google usará o “Painel do Conhecimento” (a caixa que fica ao lado dos resultados da pesquisa) para exibir informações específicas como partido, idade, cargo disputado, dados familiares e histórico.

Por fim, o Google Notícias também foi ajustado para o período eleitoral, tornando-se capaz de notificar o usuário sobre debates e exibi-los ao vivo por streaming. O app também permitirá acompanhar as publicações feitas pelos candidatos e pelo TSE pela plataforma.

A Zeeng oferece para o mercado uma ferramenta completa de análise do comportamento dos candidatos nas redes sociais para possibilitar um melhor entendimento das estratégias utilizadas por eles nessas eleições.

 

Fonte: AdNews

Zeeng Dashboard – Eleições 2018

A menos de um 15 dias das eleições, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de comunicação e marketing, disponibiliza gratuitamente um painel online que monitora em tempo real o comportamento dos candidatos mais influentes em seus canais sociais oficiais.

Em um dashboard intuitivo e gratuito, a startup reuniu todas as informações do Facebook, Twitter, Instagram e Youtube dos concorrentes à Presidência, alternando diariamente de forma aleatória os candidatos, trazendo uma visão geral de como cada um atua no ambiente online.

“Queremos oferecer para o mercado uma ferramenta completa de análise do comportamento dos candidatos nas redes sociais para auxiliar na escolha dos eleitores, além de possibilitar um melhor entendimento das estratégias utilizadas por eles nessas eleições”, comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Para acessar o dashboard, clique aqui.

Fonte: Proxxima

Facebook monta “sala de guerra” para monitorar eleições no Brasil e nos EUA

O Facebook admitiu o abuso da plataforma com iniciativas de desinformação nas eleições presidenciais estadunidenses em 2016 e desde então vem reunindo esforços para evitar que as fake news e ações coordenadas de pessoas mal-intencionadas possam interferir em novos pleitos.

Agora, a companhia prepara “salas de guerra” física e digital para combater esse tipo de comportamento no processo eleitoral deste ano no Brasil e nos Estados Unidos — por aqui escolhemos presidente, governador, senadores e deputados em outubro e os ianques selecionam seus novos deputados e senadores em novembro.

Essas centrais de monitoramento estarão na sede da rede social, em Menlo Park, na Califórnia. As equipes reunião diversos departamentos, incluindo os de engenharia e inteligência sobre ameaças, e dados legais e científicos, entre outras frentes. Serão mais de 300 pessoas mobilizadas simultaneamente, enquanto 20 delas estarão nessa base de operações.

“Vai servir como uma central de comando. Assim poderemos tomar decisões em tempo real, caso sejam necessárias”, adiantou o diretor de gerenciamento de produtos para as campanhas eleitorais e esforços de engajamento cívico do Facebook, Samidh Chakrabarti, em conferência com jornalistas nesta quarta-feira (19).

Brasil já conta com uma força-tarefa especial

Em julho, o Facebook disse que desvendou uma campanha com dezenas de contas e páginas usando o equivalente a US$ 11 mil em anúncios para influenciar pessoas com causas políticas de forma suspeita. O CEO Mark Zuckerberg disse recentemente que de março a outubro mais de 1,3 bilhão de perfis falsos foram desabilitados e a rede social mantém parceria com duas organizações sem fins lucrativos para monitorar a segurança em pleitos e eventos internacionais, a International Republican Institute e a International Democratic Institute.

No Brasil, já há uma reunião de esforços na plataforma para desativar contas que vêm espalhando notícias falsas e a companhia disse que se aliou a companhias de checagem de dados para criar dois bots, capazes de ajudar a reconhecer automaticamente o conteúdo de desinformação antes mesmo que eles se espalhe por aí.

Fonte: Tecmundo

Apple e Twitter deverão revelar usuários que vendem elogios a candidatos

Rede de usuários divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR nas eleições 2018

Nos últimos dias, foi exposta uma rede de usuários que divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR, sem revelar que eram pagos por isso — o que viola a lei eleitoral. A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais) quer a ajuda da Apple para investigar o caso.

Bruno Nominato de Oliveira, procurador regional eleitoral auxiliar de MG, pediu nesta terça-feira (28) que a Apple revele todos os usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow Now. Ela tem 48 horas para responder.

Os dois apps eram usados para recrutar e coordenar elogios a candidatos do PT e PR no Twitter. A rede social, por sua vez, deverá informar os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica, @cadefeminista, @joycelular e @AgenciaLajoy.

Por fim, o procurador solicitou a quebra do sigilo fiscal de seis empresas envolvidas no esquema. Isso inclui a Agência LaJoy, de Joyce Falete; Fórmula e Follow, que pertencem ao deputado petista Miguel Corrêa; e três outras empresas de parceiros de Corrêa.

Esquema de elogios coordenados no Twitter:

Na noite de sábado (25), a jornalista e militante Paula Holanda (@pppholanda) revelou o esquema. A agência de publicidade LaJoy — sem CNPJ nem endereço — prometia a partir de R$ 500 por mês para tweets positivos sobre candidatos do PT. Ela foi subcontratada pela Be Connected.

A ação era bastante coordenada. No dia 23, diversos perfis tuitaram seu apoio à petista Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal. No dia 24, o assunto era Luiz Marinho, candidato a governador de SP. No dia 25, a bola da vez era Wellington Dias, governador candidato à reeleição no Piauí.

 

Isso causou estranheza. Vários perfis eram de São Paulo, mas todos resolveram elogiar um candidato do Piauí ao mesmo tempo, sem motivo aparente. Paula Holanda divulgou um briefing recebido por e-mail, dizendo que “a intenção da pauta de hoje é divulgar e enaltecer a trajetória e as ações de Wellington Dias”.

TSE proíbe propaganda paga em redes sociais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe propaganda paga nas redes sociais para a campanha de 2018, exceto se for impulsionamento “identificado de forma inequívoca como tal”. A multa de até R$ 30 mil. O Twitter não está impulsionando posts nas eleições deste ano no Brasil.

Dias afirma ao Globo que os tweets pagos foram “uma estratégia de uma moçada lá da direção nacional”, diz que “nada disso foi feito por aqui”, e reconhece que “a compra de impulsionamento é contra a lei”.

Os aplicativos Follow Now e Brasil Feliz de Novo foram usados para promover ao menos 12 candidatos nestas eleições. Ao Globo, eles negam ter pago pela publicidade.

São eles:

  • o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba;
  • Lindbergh Farias (PT), candidato ao Senado pelo RJ;
  • Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de MG;
  • Wellington Dias (PT), candidato à reeleição como governador de PI;
  • Luiz Marinho (PT), candidato ao governo de SP;
  • Márcia Tiburi (PT), candidata ao governo do RJ;
  • Décio Lima (PT), candidato ao governo de SC;
  • Tiririca (PR), candidato a deputado federal por SP;
  • Gleisi Hoffmann (PT), candidata a deputada federal pelo PR;
  • Kátia Sastre (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Andréia Gonçalves (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Luciana Costa (PR), candidata a deputada federal por SP.

O aplicativo O Brasil Feliz de Novo também está disponível na Play Store, mas o Google não entrou no pedido da PRE-MG.

 

Fonte: Tecnoblog

Entenda o que pode e o que é proibido nas redes sociais na eleição

Postagens pagas por candidatos são permitidas e uso de robôs é vetado

A eleição de 2018 será a primeira com uma legislação específica que prevê o que os candidatos podem fazer e o que ilegal fazer nas redes sociais. O uso do Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais são permitidos nas campanhas. Há, porém, limitações de práticas. O candidato pode, por exemplo, pagar para aumentar o alcance de postagens.

É ilegal, porém, que um eleitor financie diretamente essas postagens. Elas só podem ser pagas pela candidatura e precisa estar registradas em prestações de contas.

Veja o que é permitido e o que é proibido nas redes sociais:

  • Candidaturas podem pagar para aumentar alcance de postagens nas redes sociais?

Sim, as candidaturas podem patrocinar e aumentar o alcance de publicações pagando para empresas de redes sociais, casos de Facebook, Twitter e Instagram. Com isso, conseguem atingir mais internautas. Por exemplo: um post sem pagamento alcança um percentual de usuários que varia e é determinado pelo Facebook. Se um candidato paga para impulsionar a publicação, a rede social amplifica esse alcance e o conteúdo é exibido para mais pessoas. Esse pagamento precisa ser declarado na prestação de contas da campanha. A rede social informa aos usuários que o post é patrocinado.

  • Pessoas físicas, eleitores de um determinado candidato, podem pagar para impulsionar publicações dele nas redes sociais?

Não, apenas as campanhas estão liberadas para pagar às redes sociais. Um eleitor não pode financiar uma postagem de um candidato para que ela tenha maior alcance. Isso configura crime eleitoral e pode ser punido com multa no valor “de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais) ou em valor equivalente ao dobro da quantia despendida”, segundo a lei nº 13.488, de 2017, que inclui e alterou alguns pontos da lei eleitoral vigente.

  • Candidatos podem pagar a usuários com muitos seguidores para eles postarem comentários elogiosos? 

Não, isso é considerado crime eleitoral e passível de punição e multa de “de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais)” e processo criminal e civil, dependendo do caso, segundo o TSE. “É vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos”, diz o artigo 57 da lei nº 13.488.

  • Campanhas podem usar robôs para aumentar a influência de postagens nas redes sociais?

Não, é proibido o uso de perfis falsos e robôs, programas que replicam postagens e controlam contas e imitam o comportamento de usuários nas redes sociais para influenciar assuntos mais comentados e buscas. Segundo pesquisa da FGV, 10% das interações no Twitter, relacionadas com as eleições presidenciais de 2014 foram realizadas por contas vinculadas a robôs.

 

Fonte: Folha

RedeTV! promove debate multiplataforma entre candidatos ao governo de São Paulo

A RedeTV!, em parceria com a revista IstoÉ, promoverá o debate eleitoral entre os candidatos ao governo de São Paulo, ao vivo, diretamente dos estúdios do canal, em Osasco (SP), a partir das 22h desta sexta-feira (24).

O debate terá transmissão simultânea no portal da RedeTV!, UOL, página principal do Facebook Brasil e também a página da emissora na rede social, em seu perfil no Twitter e no canal do YouTube, contando com as mais inovadoras ferramentas disponíveis em cada plataforma. A interatividade será um dos pontos altos do debate. Qualquer pessoa poderá acompanhá-lo pelo celular, tablet ou computador, inclusive reagindo e opinando sobre as ideias, posicionamentos e propostas dos candidatos.

Enio Lucciola assina a direção da cobertura eleitoral na RedeTV!, sob o comando do chefe de redação transmídia Felipe Virgili e do superintendente de Jornalismo, Esportes e Digital, Franz Vacek.

 

 

Fonte: AdNews