33% dos brasileiros já compartilharam fake news, diz estudo

Cerca de 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

A MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, realizou um estudo para entender como os brasileiros enxergam a questão da privacidade de dados na era do Big Data. Um dos pontos discutidos no estudo foram as famosas fake news. 82% dos respondentes disseram que usam as redes sociais como fonte de informação e 33% já compartilharam um conteúdo falso. O mais incrível é que 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

Um outro ponto alarmante desse estudo são as questões da privacidade de dados, 62% dos respondentes disseram que se preocupam com a segurança de dados, mas em contrapartida, mais da metade dos entrevistados não se importariam em compartilhar seus dados se soubessem que estariam beneficiando outras pessoas comum.

 

Fonte: ipnews

O uso estratégico do dados não está transformando só a indústria, também mudará a vida humana como a que conhecemos hoje

Charles Darwin fez múltiplas contribuições para a Teoria de Evolução, mas uma das mais importantes está relacionada à capacidade de adaptabilidade dos seres humanos. Como o cientista afirmou, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”. Em outras palavras, quem não se adapta, acaba se extinguindo.

Será que hoje essa afirmação é válida? Mesmo que não precisamos ser nômades, nem caçar animais para sobreviver. Contudo, algo que continua sendo essencial é a capacidade de adaptar-se aos novos ambientes. O mundo corporativo é um claro exemplo disso, já que se uma empresa não se adapta às demandas do mercado, provavelmente vai tornar-se pouco competitiva e infelizmente pode falir diante de outros concorrentes que souberam se adaptar.

Agora, a pergunta é se os seres humanos  estão preparados para adaptar essas novas tecnologias? Ou simplesmente vão sumir assim como as outras espécies? Sem dúvidas, a humanidade não vai se extinguir, pelo menos não nos próximos séculos. O fato, contudo, é que as pessoas precisam usar a seu favor tecnologias como machine learning, inteligência artificial, big data, junto com um elemento que a acompanha desde tempos primitivos: a paixão pelos dados e métricas.

Fonte: itforum365

 

Zeeng é destaque na Liga Insights MarTechs

Zeeng é uma das startups brasileiras que está mudando o Marketing

 

Metodologia

O estudo tem como objetivo compreender como a área de Marketing está inovando e de que forma as startups que apresentam soluções para esse setor estão sendo desenvolvidas e aplicadas no Brasil. Após entendimento da cadeia e dos temas que envolvem a área, foi iniciada uma pesquisa para determinar quais são as inovações tecnológicas disponíveis atualmente e de que forma elas podem impactar os processos da área. Aqui foram considerados relatórios, estudos e informações de fontes como Statista, Forbes, IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), Bain&Company, Martech Advisor, Conductor, Gartner, OurSocialTimes, RockContent, Adobe, Econsultancy, DM News, UOL DIVEO, Affinion, Oxford Brookes University, McKinsey, BSA, Cohn & Wolfe, KPMG, Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Federação Mundial de Surdos, Business News, Business.com, Forrester, OutSocialTimes, Content Marketing Institute, MarketingProfs, TI Inside, Smart Insights, Marketo, NapcoResearch, Zendesk, ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), E-commercebrasil, Neustar, PEGN (Pequenas Empresas & Grandes Negócios), Saia do Lugar, Accenture Consulting, Gazeta do Povo, Procon, Frost & Sullivan, Sitel, Nielsen, Think With Google, Business Insider, entre outros.
Para entendermos melhor o cenário e importância das inovações na área de Marketing, tanto no mercado brasileiro quanto internacionalmente, entrevistamos mais de 30 empreendedores, profissionais e pesquisadores da área. Entre outras questões, buscamos entender como eles interpretam as startups que apresentam soluções para o setor, as oportunidades geradas, de que forma estão afetando a área e os principais desafios para o futuro. O estudo analisou 11.263 startups brasileiras e, dessas, 194 foram consideradas para a construção do landscape presente neste estudo.

Para a seleção das startups, utilizamos como critério incluir aquelas que apresentam algum tipo de atividade, serviço e/ou produto relacionados às áreas das seguintes categorias: Analytics, Data e Performance, Automação de Marketing, Conteúdos Interativos, CRM e Customer Success, Ferramentas de Comunicação, Fidelidade do Cliente, Gestão e Geração de Conteúdos, Marketing de Aproximação, Pesquisas, Reviews e Feedbacks, Plataformas de atendimento, Conectores e Produtividade, Social e Comunicação e Vendas e Geração de Leads. O mapeamento das startups foi realizado a partir de diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, a plataforma DisruptBox, recomendações, notícias em portais de negócios, bases abertas e busca ativa de startups. Por se tratar de um mercado com mudanças constantes, este estudo é dinâmico e terá atualizações periódicas para contemplar esses movimentos e expor novas startups que não apareceram nesta versão.

 

 

Acesse o estudo completo aqui.

 

 

Big Data pode otimizar o marketing das empresas

Ferramenta ajuda a embasar decisões em informações reais – e não em meras possibilidades –, localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento

Antigamente, uma boa campanha de marketing precisava de relatórios e análises de mercado, mas um bom brainstorm era capaz de criar ações inovadoras e relevantes. Hoje, sem dados em mãos, é praticamente impossível desenvolver mensagens e iniciativas que impactam seu cliente. Por isso, utilizar as soluções de Big Data é fundamental para o sucesso de qualquer campanha de marketing, já que é possível extrair e compreender informações sobre o público-alvo e traçar estratégias.

É cada vez mais improvável imaginar a gestão e divulgação de um negócio sem a utilização de dados relevantes. Pesquisa conduzida pela KPMG Capital mostra que 99% dos profissionais acreditam que Big Data é importante para a tomada de decisão. Entretanto, saber lidar com essa grande quantidade e conteúdo segue como maior desafio: 85% confirmam ter dificuldades para interpretar essas informações e apenas 25% conseguem aplicar os insights em novas estratégias.

Hoje, o marketing utiliza e está dependente de dados para desenvolver suas estratégias para o público correto e, principalmente, com a mensagem mais adequada para impactá-lo. O Big Data é uma ferramenta que ajuda a embasar as decisões de marketing em informações reais – e não em meras possibilidades.  Localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento são apenas alguns dos usos possíveis.

Muitas empresas já estão utilizando Big Data aliado à inteligência de mercado, especialmente para pensar ações de marketing. Entretanto, a simples utilização de dados com mais qualidade não garante o sucesso imediato das campanhas. É preciso saber o que fazer com essas novas informações. Elas devem gerar novos insights e servir como referência para as diferentes estratégias da equipe – e isso apenas com uma interpretação e investigação acurada dos relatórios.

Não são poucos os profissionais de marketing que torcem o nariz para a entrada dos recursos tecnológicos nos processos de criação de campanhas. Entretanto, é um caminho sem volta justamente por otimizar e trazer informações de qualidade para embasar as decisões. No caso específico do Big Data, é preciso entender que ele não chega para robotizar a criatividade inerente à área.  Na verdade, é uma ferramenta importante para auxiliar os grandes estrategistas, que agora podem usar informações reais ao invés de suposições baseados em simples estatísticas com margens de erro.

Fonte: Decision Report

Sua empresa está pronta para o futuro data-driven?

Todo mundo sabe da importância dos dados. Basta notar que as empresas que mais cresceram nos últimos anos tem no seu core esse compromisso de ser data-driven, e existe uma enorme oportunidade para muitas outras chegarem aos estágios mais avançados dessa transformação.

Dados são uma riqueza ainda tão pouco explorada, que ela não está sendo nem mesmo avaliada formalmente nas análises de valor das empresas. É como se a gente avaliasse o solo, mas ignorasse o potencial escondido no subsolo. No entanto, é apenas uma questão de tempo até o valor da massa de dados de um negócio começar a fazer parte do balanço das empresas, assim como o goodwillde marca já faz hoje. Segundo a consultoria Gartner, em 2021 isso já será uma realidade.

Nos últimos dois anos, foram produzidos 90% de todos os dados disponíveis no mundo. E nos próximos dois, vamos produzir um volume equivalente a todo o conhecimento gerado pela humanidade até hoje. Mas essas informações capturadas todos os dias precisam ser refinadas e transformadas em inteligência capaz de gerar riqueza para as empresas. Não adianta ter centenas de milhões de terabytes de dados se eles não forem acionáveis.

E como podemos acumular dados e extrair valor deles, colocando o consumidor no centro e criando vantagens competitivas para as empresas?

O primeiro passo é começar a reunir esses dados agora mesmo – tudo bem se você ainda não tiver uma estratégia definida do que fazer com eles. A verdade é que está ficando cada vez mais fácil usar as informações coletadas de forma inteligente. Não é à toa que vemos uma grande quantidade de empresas e universidades desenvolvendo e patenteando algoritmos no momento.

Um bom exemplo é a chinesa Alibaba.com. Com três plataformas de e-commerce, meio de pagamento mobile, navegador, empresa de vídeos e site de notícias próprios, eles se consolidaram como a 12ª empresa em market cap em 2017¹. Mas de onde eles extraem esse valor? Se você disse “dos dados”, acertou.

A Alibaba usa seus algoritmos de recomendação de produtos para extrair valor de toda informação que coleta. A importância desses algoritmos para as vendas da empresa é tanta que, no ano passado, uma simples mudança neles acelerou o crescimento da receita de e-commerce em mais de 20 pontos percentuais². Além disso, eles também aplicam essa inteligência na personalização de anúncios para os parceiros do seu marketplace, incrementando ainda mais o volume de vendas da companhia.

Ok, isso tudo é extremamente interessante, mas como uma empresa se torna data-driven?

Na nossa visão, esse movimento deve se estruturar em cinco pilares: pessoas, processos, assets, dados e tecnologia.

1. Pessoas

É essencial que haja um esforço da empresa em correr atrás das pessoas que possam ajudar essa transformação a acontecer, e elas têm perfis profissionais bastante específicos, como, por exemplo, o CDO (Chief Data Officer).

Chief Data Officer é um dos líderes mais importantes para as organizações interessadas nessa mudança de direcionamento. Em 2015, apenas 25% das grandes empresas tinham esse cargo, no entanto, um estudo da Gartner estima que, em um futuro próximo, esse número alcançará 90%.³ Mas é claro que apenas líderes não bastam, também são necessários outros profissionais capacitados; um dos perfis mais valorizados para isso é o do cientista de dados, especialista que trabalha na intersecção entre matemática, negócios e sistemas de informação.

Infelizmente, hoje esses dois perfis são escassos no Brasil. Mas a boa notícia é que já temos diversas faculdades do país oferecendo especialização, MBA ou mestrado nessa área do conhecimento, além de um grande número de cursos de educação a distância disponíveis – muitos oferecidos por instituições internacionais renomadas. Com tamanha demanda no mercado, a tendência é que o interesse por essa profissão cresça rapidamente nos próximos anos.

2. Processos

As operações e processos das empresas data-driven apresentam diferenças cruciais em relação às empresas tradicionais. A principal é que nelas os dados não ficam isolados em silos, mas trabalham de forma integrada. Na prática, isso significa que as informações não são armazenadas nos computadores individuais de cada funcionário, mas disponibilizadas na nuvem, para todos dentro da organização. Por exemplo, em vez de o relatório de vendas ficar disponível apenas para o gerente comercial, ele pode ser acessado em tempo real pelo marketing e pela área de compras.

Assim, é possível deixar de trabalhar com base na produtividade individual e trazer a inteligência coletiva para resolver o problema da empresa como um todo. Ao fazer isso, você deixa de acumular trabalhos em filas para tornar o processo automático, ágil e em tempo real.

3. Assets

Quando falamos de assets, nos referimos às propriedades digitais de sua empresa, e um dos pontos mais importantes se chama velocidade móvel.

Os consumidores não aceitam mais ficar esperando quando acessam um site mobile. Mais da metade dos consumidores abandonam sites móveis quando não carregam em menos de 3 segundos⁴. Para grande decepção, 75% dos sites mobile das maiores marcas do Brasil demoram mais de 20 segundos para carregar⁵. Isso impacta nos resultados para a empresa e na qualidade dos dados capturados – afinal, que dados você vai gerar se o cliente abandonar seu site ou desinstalar o seu app?

Por exemplo, o Walmart descobriu que para cada segundo a menos de espera no carregamento de seu site mobile, as conversões aumentavam 2%. Na última atualização, eles enxugaram 4 segundos do tempo de loading, resultando em um incremento de 8% nas conversões. Imagina o que é isso pra uma empresa desse tamanho.

Para ajudar as empresas a solucionar esse problema, apresentamos duas ferramentas muito eficientes na hora de testar e otimizar a velocidade de sites mobile: o Speed Scorecard e Impact Calculator.

O Speed Scorecard permite que você compare a velocidade do seu site mobilecom sites de outras empresas dentro da sua indústria, por meio de dados baseados na experiência de usuários reais do Chrome quando acessam destinos populares da internet. Já a Impact Calculator permite estimar o impacto que melhorias na velocidade do seu site mobile podem causar na sua receita.

4. Dados

Ao falarmos de dados, é imprescindível que as empresas tenham uma política transparente, responsável e segura, e que ofereçam aos usuários maneiras claras de controlar as informações que são coletadas e armazenadas sobre eles. Confiança é fundamental.

Dito isso, para começar, reúna as informações que você já possui sobre seus clientes – elas são a coisa mais importante nesse início da sua jornada em direção ao modelo data-driven. Se esses dados estiverem armazenados offline, é muito importante transferi-los para um único ambiente digital. Isso irá ajudar a melhorar a rentabilidade dos seus investimentos em marketing, afinal, o consumidor é um só, alternando continuamente entre o on e offline.

A mágica acontece mesmo quando somamos as informações de seus clientes aos dados de pessoas que se engajaram com o Google – disponibilizados sempre de forma agregada e anônima.

O Google tem sete plataformas com mais de um bilhão de usuários – uma combinação de on e off que nos permite oferecer um entendimento do consumidor como nenhum outro player. Estamos falando de bilhões de sinais que, por meio de machine learning, permitem uma comunicação muito mais focada com os consumidores, revelando intenção deles em tempo real e permitindo a ampliação do alcance em muitas vezes.

5. Tecnologia

Por fim, o último dos 5 pilares: tecnologia. Um exemplo simples de tecnologia é o Google Meu Negócio, uma ferramenta que permite ter dados de toda a jornada do consumidor, que 60% das vezes passa pelo digital, mesmo que a compra ocorra em uma loja física. Para isso, você precisa garantir a presença de suas lojas físicas no online, e o Google Meu Negócio funciona como uma grande vitrine de entrada: ele fornece ao consumidor endereço, telefone, horários de funcionamento e de pico, avaliações, entre outras informações úteis. Milhões de pessoas recorrem todos os dias ao Google Search e Google Maps para encontrar essas informações antes de visitar uma loja, e é o Google Meu Negócio que alimenta essas respostas. As buscas que usam o termo “perto de mim”, por exemplo, cresceram 75% no ano passado. Se o seu cadastro ali estiver atualizado – e ele é 100% gratuito, o consumidor vai conseguir ver informações corretas e tomar melhores decisões. Um grande varejista brasileiro colocou suas lojas no Google Meu Negócio e teve mais de 20 milhões de visualizações por mês — orgânicas e gratuitas. Com isso, a experiência do consumidor melhora e você passa a contar com dados preciosos sobre o processo de decisão de compra, inclusive visualizando estatísticas sobre visitas a suas lojas físicas de clientes que clicaram em seu anúncio digital.

E a tecnologia não para por aí. A computação em nuvem, por exemplo, está permitindo finalmente viver o sonho de tornar o big data acionável. Imagine um grande lago – um Data Lake – onde você consegue juntar todas as suas fontes de dados e disponibilizá-las de um jeito ágil, eficiente e acionável para seus executivos. Com a tecnologia de nuvem, finalmente, podemos viver esse sonho de acionar, de forma rápida e fácil, os dados que precisamos.

Agora imagine usar esse acesso para melhorar a experiência do consumidor e aumentar a eficiência de operações e marketing. Em Cingapura, o McDonald’s se fez três importantes perguntas: quais são as lojas mais e menos movimentadas? Quais os tempos de espera pelas entregas? Onde estão os consumidores interessados em delivery naquele exato momento? Cruzando essas informações em tempo real e usando nossas plataformas avançadas de marketing, eles otimizaram suas campanhas para só mostrar peças falando do delivery para consumidores em regiões onde a entrega pudesse ser rápida. Isso gerou um aumento de 58% no retorno sobre o investimento publicitário, incrementou as vendas em 9% e propiciou um salto na satisfação dos consumidores.⁶

Juntos nessa jornada

Um estudo realizado em parceria com o BCG que incluiu oito indústrias de diversos países europeus, comprovou os resultados que uma empresa pode obter quando baseia suas estratégias em dados: empresas mais maduras na transformação data-driven estão vendo até 30% maior eficiência e 20% de aumento em receita⁷.

Hoje, apenas 2% das empresas estão nesse estágio mais avançado do uso de dados, e isso revela um enorme potencial pela frente⁸.

Não é preciso esforços enormes para iniciar a caminhada em direção ao modelo data-driven. Passos simples como atualizar o seu Google Meu Negócio, testar a velocidade do seu site, fazer as melhorias de desempenho necessárias e adotar uma plataforma de analytics já são um excelente começo.

Temos plena consciência de que transformações profundas nem sempre são fáceis e levam algum tempo. Mas o importante é começar o quanto antes com o que estiver ao seu alcance e couber na realidade da sua empresa. Nós, no Google, estamos prontos para ajudá-los a tirar o máximo de proveito dessa jornada de transformação data-driven, afinal de contas, todas essas tecnologias e dados são muito mais eficientes quando desenvolvemos juntos uma estratégia sob medida para cada necessidade.

Fonte: Think with Google

Marketing de relacionamento: como conquistar e fidelizar clientes

Descubra o que é marketing de relacionamento, como aplicá-lo na sua empresa para fidelizar clientes e cases de sucesso. 

As redes sociais, a internet e as novas tecnologias aproximam clientes e marcas de uma forma nunca vista até então.

Hoje, é possível postar uma foto no Instagram com uma roupa da sua marca favorita, marcar a loja e receber uma curtida da própria empresa. Também ocorre de você fazer um desabafo no Facebook sobre uma situação chata que viveu envolvendo um produto, e dias depois receber em sua casa uma caixa do produto.

O marketing de relacionamento vem sendo muito bem aproveitado por diferentes marcas.

Se a sua empresa ainda não embarcou nessa, talvez seja a hora de parar para descobrir a importância que o marketing de relacionamento pode ter na sua empresa.

O que é marketing de relacionamento?

Marketing de relacionamento é toda e qualquer ação executada por uma empresa com o objetivo de criar e manter um bom relacionamento com seu cliente. A estratégia envolve ações de branding, prospecção e fidelização do cliente.

Para quem pretende atrair novos clientes, fidelizar antigos, conquistar defensores da marca, obter autoridade e tornar-se referência em seu mercado, o marketing de relacionamento pode ser a grande solução.

Por que marketing de relacionamento é importante?

Já faz um tempo que especialistas e analistas anunciam que estamos vivendo a era da experiência.

Os consumidores não querem mais apenas um produto de qualidade ou um serviço bem prestado. Eles desejam uma experiência única e memorável. Respostas rápidas, atendimento personalizado e soluções customizadas e surpreendentes fazem parte dessa experiência.

A empresa precisa encantar seus clientes. E o marketing de relacionamento é o caminho para se chegar lá. Ao demonstrar uma preocupação genuína com o seu cliente e um interesse em deixá-lo não só satisfeito, mas grato e realizado, você conquista mais do que um cliente. O seu consumidor passa a divulgá-lo, recomendá-lo e acompanhá-lo constantemente.

Hoje, o objetivo das marcas não é apenas conquistar clientes, mas fãs, seguidores e embaixadores da marca.

Como implantar marketing de relacionamento na minha empresa?

Parece complicado e caro, mas não é bem assim.

O marketing de relacionamento passa muito mais por uma mudança cultural do que por um investimento surreal. O primeiro passo é fazer com que todos os colaboradores da empresa entendam que a experiência do cliente envolve todo e qualquer contato que ele tenha com a sua marca.

Cada ligação, comentário no Facebook e cada visita a sua loja é uma oportunidade de encantar o seu cliente. Em todos esses casos, o foco deve estar totalmente no cliente.

Assim, se um consumidor entra no chat da sua empresa para fazer uma pergunta, o objetivo inicial do atendente deve ser esclarecer plenamente a dúvida, e não forçar uma venda. Se ele liga para fazer uma reclamação, o esforço deve ser para resolver o seu problema, e não para encontrar desculpas que livrem a barra do atendente ou da empresa.

Cases de sucesso de marketing de relacionamento

São tantos cases legais que fica difícil escolher alguns. Mas vou mostrar alguns exemplos em que é possível fazer marketing de relacionamento e ilustrá-los com cases reais de marcas:

Marketing de relacionamento em redes sociais

As redes sociais são excelentes canais para se aproximar e se relacionar com o seu consumidor. Dê atenção para as avaliações da sua página, para os comentários em publicações e também para o que estão dizendo da sua marca em outras postagens.

Com criatividade e bom humor, certamente haverá oportunidades para encantar e surpreender o seu cliente. Olha esse case de um cliente que fez uma reclamação no Twitter e se transformou em notícia nacional: um moço foi ao Estádio do Mineirão e, por questões de segurança, teve que jogar fora um desodorante roll-on. Indignado, o torcedor fez uma reclamação nas redes sociais e marcou o perfil do estádio.

O Mineirão começou a responder a reclamação de forma oficial, informando que eram regras do estatuto. Como o cruzeirense manteve sua reclamação, o estádio mostrou-se solícito para entender melhor o caso e afirmou que, para que não brigassem, era só ele falar qual era a marca do desodorante para que eles pudessem repor o prejuízo.

A história é longa e vale acompanhar o diálogo todo, que garante boas gargalhadas. Mas, para dar um spoiler, o torcedor ganhou uma caixa de desodorante e a história viralizou por todo o país. Isso só aconteceu porque a pessoa que era responsável pelo perfil da marca teve presença de espírito e enxergou uma oportunidade de converter um cliente insatisfeito.

Marketing de relacionamento com personalização

Ao acumular dados sobre os seus clientes, é possível proporcionar experiências únicas. O Spotify, por exemplo, usa com maestria o big data para personalizar a experiência do seu cliente. Quanto mais você utiliza o serviço, mais ele aprende sobre o seu gosto musical e oferece músicas e playlists exclusivas para você.

O mesmo acontece com o Netflix. Experimente entrar na tela inicial do serviço de streaming de um colega. Você verá que as recomendações e os filmes e séries exibidos podem ser completamente diferentes, de acordo com o que cada um gosta de assistir.

E ficamos tão felizes quando o Spotify toca aquela música que amamos ou apresenta uma banda que não conhecíamos, que automaticamente publicamos nas nossas redes sociais. É neste momento que nos tornamos divulgadores e fãs da marca.

 

 

Marketing de relacionamento por email

Existem diversas formas de criar proximidade e ter um bom relacionamento com seus clientes por email. Ofertas customizadas, conteúdos relevantes e ações de cross-selling com base no histórico de compras são só alguns exemplos.

Eu, por exemplo, sou apaixonada por livros e pela Amazon. As ações de email marketing deles são tão acertadas que, frequentemente, eu me descadastro do mailing deles. Aí descubro que perdi uma promoção importante, vou lá e reativo meu email. Começo a receber ofertas e promoções de livros que eu desejo loucamente, passo a receber uma caixa da Amazon por mês em minha casa, percebo que aquilo está se tornando uma compulsão, e vou lá e descadastro novamente.

Faz anos que nossa relação é assim, e sempre que comento isso em uma roda com mais de 10 pessoas, pelo menos uma delas diz que tem uma relação parecida.

Isso ocorre porque a Amazon, além de utilizar bem os dados, utiliza bem as estratégias de email marketing, que tornam suas ofertas personalizadas e sedutoras demais para que eu e outros aficionados por livros possam resistir.

Como a pesquisa de mercado pode ajudar no marketing de relacionamento?

A pesquisa de mercado é uma excelente ferramenta para ajudar a sua empresa a construir um bom marketing de relacionamento. Pedir que seus clientes preencham o questionário já é uma forma de construir relacionamento e uma oportunidade de encantar o cliente. Pense isso na hora de escrever o convite da sua pesquisa ou compartilhá-la em seus perfis de redes sociais.

Mas como os dados da pesquisa podem ajudar no marketing de relacionamento?

Conhecer o cliente

Acumular dados dos clientes é fascinante, mas nem sempre é possível. Se seu produto ou serviço é offline, por exemplo, fica bem mais difícil rastrear os hábitos de consumo e o comportamento do consumidor. Além disso, mesmo que seja possível acumular os dados, nem tudo é captado através do big data.

Percepções, relacionamento com concorrentes e opiniões sobre a experiência, normalmente, só podem ser obtidas perguntando diretamente ao cliente. A pesquisa de mercado pode oferecer informações valiosas sobre os seus consumidores.

Entenda a forma como ele pesquisa e consome produtos, as redes sociais que ele está presente, a imagem que ele tem da sua marca, a satisfação com seu produto e diversos outros dados importantes para você traçar sua estratégia de marketing de relacionamento.

Medir resultados

A pesquisa de satisfação é a forma mais imediata de compreender se seus clientes estão satisfeitos. Avalie os diferentes aspectos e pontos de contato do seu cliente com a marca. Assim você descobre se as ações estão gerando os resultados esperados.

Fonte: Opinion Box

Época Negócios destaca Zeeng entre as 100 Startups to watch

Época NEGÓCIOS e Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam um radar preciso das empresas nascentes mais atraentes do mercado e a Zeeng está entre elas!

 

Em meio à crescente complexidade do ecossistema de inovação brasileiro, o projeto “100 Startups to Watch” nasce como o mais preciso radar para detectar talentos e orientar governos, empresas e investidores. Fruto de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de análise de dados e mobilizou uma equipe de mais de 40 especialistas e líderes da comunidade de startups, que fizeram parte de um Conselho Consultivo. Escolhidas entre mais de 1,3 mil inscritas, as empresas listadas têm foco em soluções que estão moldando os rumos da nova economia e foram divididas em 14 setores e nos estágios protótipo, validação, MVP, tração e escala., MVP, tração e escala.

 

 

ÉPOCA NEGÓCIOS Qual é a sua visão sobre o cenário de corporate venture no Brasil?
Rogério Tamassia
 Tivemos uma explosão de iniciativas de aproximação entre corporações e startups nos últimos dois anos. Mas é preciso destacar que boa parte desses projetos ainda está ligada a estágios iniciais do corporate venture. Trata-se de um movimento natural: grandes empresas preferem apostar em formatos como hackathons e competições antes de investir em programas de inovação mais consistentes. Embora não gerem resultados expressivos, esses modelos ajudam a preparar as organizações para níveis de parceria que exigem mais comprometimento, como aceleradoras e fundos de investimento.

NEGÓCIOS Como as corporações podem evoluir para estratégias mais consistentes?
Rogério
 As empresas precisam saber o que estão procurando. Patrocinar um hackathon dificilmente resultará em um modelo de negócio “disruptivo”. Mas pode ser uma boa oportunidade para aprender sobre startups. Programas de aceleração corporativos, por sua vez, tendem a apresentar resultados mais palpáveis. No final das contas, tudo depende de quanto as empresas estão dispostas a investir na parceria — e em quanto tempo esperam obter o retorno sobre esse investimento.

NEGÓCIOS O que os gestores dos programas devem fazer para que as startups não sejam sufocadas pelos processos burocráticos de grandes empresas?
Rogério
 A maioria das corporações trabalha com metas de curto prazo. O problema é que startups apresentam ciclos de maturação mais extensos, incluindo etapas sucessivas de tentativa e erro. Quando essas duas realidades se encontram, é natural que aconteça um choque. A melhor maneira de resolver esse conflito é adotar uma mentalidade voltada para o longo prazo. Demonstrar compromisso é essencial para ganhar legitimidade no ecossistema de startups e tecnologia.

NEGÓCIOS Quais tendências devem surgir no circuito de inovação corporativa?
Rogério 
Passada a fase de consolidação atual, acredito que veremos um número maior de empresas apostando em estratégias mais completas. As organizações passarão a implantar modelos que contemplem negócios em diversos estágios de crescimento. A crença de que os programas de corporate venture servem para encontrar unicórnios também deve chegar ao fim. As expectativas de retorno sobre investimento tendem a ficar mais realistas.

NEGÓCIOS Por que é importante levantar dados que ajudem a mapear o ecossistema de startups?
Rogério 
A disponibilidade de informações confiáveis é essencial para que as empresas enxerguem o nível de evolução das startups brasileiras. Muitos executivos viajam para o Vale do Silício em busca de tecnologias que já existem por aqui. Existem muitas soluções inovadoras sendo criadas no país. Precisamos encontrar novas maneiras de mostrá-las para o mundo.

Fonte: Época Negócios

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

Entenda como o Big Data possibilita qualificar e mensurar o perfil da concorrência e ver como ela atua nas plataformas, diminuindo erros e maximizando acertos

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação,  quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em Big Data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas – e já falamos disso em outro artigo – ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o Big Data Analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência  – o assunto principal deste artigo.

Sabendo com quem competimos

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas  também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar

Uma solução como a Zeeng consolida, em uma única plataforma, informações que antes se encontravam de modo desintegrado, dispersas em diferentes ferramentas. Com essa plataforma única, o cruzamento informacional se dá de maneira extremamente ágil, e em tempo real. Isso permite que você baseie suas tomadas de decisão em evidências reais, deixando de depender de um  “feeling” criativo.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

Post escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform.

Facebook vai marcar anúncios políticos e indicar quem pagou por eles

Campanhas com fins eleitorais serão marcadas como “Propaganda Eleitoral” no Facebook e exibirão CPF ou CNPJ do responsável

Com a proximidade das eleições no Brasil, o Facebook vem adotando medidas para tratar com mais transparência as campanhas políticas divulgadas na rede social. Nesta quinta-feira (9), a companhia anunciou uma delas: vai marcar conteúdo político patrocinado e indicar quem está pagando por ele.

Mais precisamente, os anúncios com temática política deverão ter uma marcação na parte superior com os dizeres “Pago por” seguido do nome da entidade ou pessoa física responsável por promover aquele conteúdo na rede social.

 

Tem mais: se os anúncios forem marcados especificamente como eleitorais — fazem campanha direta para um candidato, por exemplo —, eles receberão a identificação “Propaganda Eleitoral”. O CPF ou CNPJ do responsável por promover anúncios desse tipo será informado junto à marcação.

Para veicular anúncios eleitorais na rede social, partidos políticos e candidatos deverão se registrar no Facebook e submeter documentos como número de CPF / CNPJ e comprovante de endereço para validação cadastral. Somente depois disso é que as campanhas serão liberadas.

Os anúncios autorizados começarão a ser veiculados em 16 de agosto. O Facebook disponibilizou esta página para registro e mais informações. A companhia também promete liberar uma “biblioteca de anúncios” que indicará gastos aproximados com propagandas eleitorais, o público-alvo destas e outras informações relacionadas.

De acordo com o Facebook, o Brasil é o segundo país em que a rede social passa a sinalizar anúncios com fins políticos. O principal objetivo com as medidas de transparência é tornar o serviço um ambiente menos tóxico, por assim dizer, durante o período de campanha eleitoral.

Mas não é só por isso que as medidas foram criadas: elas estão conciliadas com um conjunto de regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Presumivelmente, as medidas também deverão ajudar o Facebook a evitar escândalos similares ao da Cambridge Analytica.

Vale relembrar que combater fake news faz parte desses esforços. Recentemente, o Facebook removeu da rede social 196 páginas e 87 perfis brasileiros acusados de disseminar notícias falsas.

Fonte: Tecnoblog

Preocupado com fake news, Lula desmente candidatura com Pabllo Vittar

As mídias sociais horizontalizaram a comunicação, mas também popularizaram as fake news. Em um mundo que qualquer usuário compartilha informações que podem ser vistas por milhares de pessoas, diversas postagens tomam proporções gigantescas. E em tempos eleitorais, esta forma de gerar conteúdos ganha um espectro ainda mais enviesado.

Uma das últimas demonstrações desta maneira de espalhar notícias aconteceu com Lula. Na última semana, o político anunciou que sua chapa teria Fernando Haddad como vice-presidente, porém a nota nem teve tempo de ser divulgada e a internet já correu para eleger outros presidenciáveis.

Por meio de uma montagem sem autoria definida, a web trocou Haddad por Pabllo Vittar. Feita de maneira inverossímil, a imagem, que foi levada na brincadeira, demonstra como as eleições deste ano serão influenciadas pelas redes sociais e o quanto os partidos estão preocupados com o fenômeno.

Tida como uma “brincadeira” que poucas pessoas acreditariam, a fake news ativou o alerta vermelho do PT e fez com que ele chegasse até a postar uma nota oficial em suas redes. Confira abaixo o comunicado que agora pode chamar a atenção, mas, que daqui alguns meses, poderá ser praxe nas páginas oficiais de presidenciáveis:

Está circulando essa imagem na rede então vamos explicar: o vice de Lula é Fernando Haddad e não Pabllo Vittar, pessoal. #OBrasilFelizDeNovo #timeLula

Publicado por Lula em Segunda, 6 de agosto de 2018

Fonte: adnews