ARP promoverá 2ª edição de workshop sobre dados como diferencial nas estratégias de comunicação

A ótima adesão de sócios da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) no workshop “Data Driven Marketing” promovido pela entidade, estimulou a realização de uma segunda edição do evento. Na oportunidade, o CEO e cofundador da Zeeng, Eduardo Prange, expôs aos participantes sua experiência e deu dicas sobre como usar os dados como diferencial nas estratégias de comunicação.

Prange é empreendedor, possui MBA em Gerenciamento de Marketing e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo. Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Além disso, presidiu o Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira de Agentes Digitais – ABRADI. Para completar, venceu o prêmio ABComm de Inovação Digital por dois anos seguidos (2016 e 2017), como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

O workshop volta a acontecer no mês de agosto, dando a chance de participação daqueles que não puderam comparecer na primeira edição. Exclusivo para sócios e convidados da entidade, o encontro será realizado no dia 13, das 19h30 às 22h, na sede da ARP (Rua Tobias da Silva, 120 – Moinhos de Vento). Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail arp@arpnet.com.br ou pelo WhatsARP: (51) 9.9872.5567.

Fonte: Felipe Vieira – Jornalista

Para CMOs, transformação digital carece de métricas

Para 12% dos CMOs de grandes empresas brasileiras, a maior dificuldade da transformação digital é comprovar resultados dos investimentos. O dado é fruto de uma pesquisa realizada pela E-Consulting com 291 líderes de marketing entre as mil maiores empresas do País. Entre os executivos, 11% afirmaram que, no longo prazo, o desafio é obter resultados concretos que motivem acionistas a investirem no conceito.

Já para 10% dos entrevistados, a barreira está na capacidade de investimento menor do que o necessário. E, para 9%, o obstáculo é não saber lidar com o manuseio dos dados para conhecer o usuário, o cliente ou o consumidor. As entrevistas foram feitas de fevereiro a junho deste ano.

Mas, para além das dificuldades, ainda não há um consenso sobre o objetivo de transformar digitalmente uma empresa. Segundo a pesquisa, a maior parcela dos respondentes, 17%, acham que o papel da mudança é preparar os negócios das empresas para o futuro. Para um grupo também de 17%, é uma resposta tecnológica à pressão de clientes, consumidores e usuários.

“Entretanto, há uma diferença de percepção entre setores. Nos bancos, a questão digital é muito mais quente, e há uma apropriação do tema muito mais agressiva. Outros setores, como varejo ou bens e consumo, isso é bem tímido”, afirma Daniel Domeneghetti, coordenador da pesquisa e CEO da E-Consulting.

Da porta para fora

Como motores externos da transformação digital, 14% dos CMOs indicam que investiram para ampliar o relacionamento com o cliente, usando a favor o consolidado cenário de conectividade digital. Para 13% dos entrevistados, outro motivo para realocar recursos é a globalização seguida da amplificação dos padrões de escolha e consumo. Outra parcela de executivos, 13%, separa o orçamento por conta da popularização do tripé: revolução tecnológica, universalização de acesso e barateamento das tecnologias.

Ainda segundo a pesquisa, 11% dos CMOs investiriam em transformação digital como resposta à pressão do mercado, enquanto 9% poderiam aderir ao conceito para se diferenciar dos concorrentes. Para 9%, investir em tecnologias digitais teria um foco de crescimento nas vendas em função do acesso a novos mercados e segmentos.

Já 8% dos líderes enxergam no conceito a melhor maneira de conhecer o cliente, consumidor, usuário por meio da inteligência de dados. Para 7%, o principal motivo é a combinação de aumento de eficiência, sinergia e produtividade com redução de custos aliados a novos métricas produtivas.

 Fonte: Meio & Mensagem