Matemarketing: o grande segredo por trás do marketing holístico

Desde pequenos, somos forçados a aprender uma série de disciplinas na escola que não despertam o nosso interesse. Era Mesozóica, pretérito imperfeito, relevos territoriais e origem da vida, são alguns exemplos. Mas nenhuma dessas matérias se comparava ao medo que se tinha dos cálculos matemáticos. Lembro bem da frase dita milhares de vezes durante o ensino médio: “Não vejo a hora de me formar na escola para nunca mais ter que ver matemática na frente”. Mas eu mal sabia o que viria.

No mundo do marketing, existem diversas formas de trabalhar. Podemos usar estratégias que focam em branding, no conteúdo, no inbound, no relacionamento ou até mesmo nas mídias sociais. Porém, uma de suas ferramentas essenciais, capaz de transformar de forma impressionante os negócios é o Matemarketing, conceito inspirado na linha de raciocínio de Romeu Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa.

Como diz o nome, o Matemarketing é a junção do marketing com matemática. Sim, isso é possível! Se trata de usar a inteligência de dados como base das estratégias de negócio, ou seja, utilizar o tão comentado Big Data para criar campanhas com alto grau de engajamento de público. Neste contexto, e com a ajuda de informações específicas adquiridas por meio de plataformas especializadas, podemos identificar padrões e preferências do grupo de pessoas a ser alcançado.

Isso significa que trabalhar com marketing deixou de ser uma prática estritamente ligada à criatividade. O mundo mudou, e com o avanço exponencial da tecnologia, novas formas de trabalhar com informações surgiram, como a Ciência de Dados e todas as ramificações da famosa Inteligência Artificial.

Dessa forma, a criação de campanhas e anúncios, assim como a maneira de tocar o negócio, deixou de ser apoiada na intuição, sendo feita a partir da união da análise detalhada das informações, com os objetivos a serem alcançados, para que as chances de colher bons frutos no futuro aumentem.

Com uma visão 360° do mercado e um entendimento profundo do cliente, as empresas hoje têm o poder de mirar nas melhores alternativas para investir seu capital e energia da melhor forma.Nessa conjuntura, o matemarketing pode trazer benefícios que otimizam as formas das marcas lidarem com os consumidores.

A utilização dos dados captados para turbinar os conteúdos produzidos é uma boa iniciativa para gerir resultados positivos. Além disso, também existe a vantagem em conhecer bem a persona a ser atingida. Mas não se espante, é atingir de uma forma boa. Com o uso da matemática com o marketing, é possível elencar as preferências dos clientes e oferecer cada vez mais soluções certeiras para os problemas que rondam seu público.

Mas não pense que esse conceito é 100% voltado para os consumidores. A retenção de informações exatas vai te ajudar a focar naquilo que funciona e excluir o que der errado, assim como vai fazer você conhecer melhor os passos da concorrência. Visto isso, as estratégias que não alcançarem as metas e estiverem dando prejuízo podem ser identificadas rapidamente, evitando assim prejuízos maiores no futuro.

Podemos dizer, então, que a coleta, a análise e a contextualização de dados são elementos essenciais para as ideias progredirem. Isso porque, com as leituras de comportamento e análises preditivas, os empreendedores conseguem ter noção do que irão enfrentar com antecedência. Assim, a matemática se torna amiga inseparável das estratégias de marketing, integrando os segmentos de forma amistosa e produtiva.

E agora? Vai duvidar do poder dos dados?

Fonte: ABC da Comunicação

Zeeng facilita o mercado de marketing e comunicação

Com o título de primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado de marketing e comunicação do Brasil, a Zeeng traduz o esforço empreendedor de seus criadores para conquista global. A startup foi idealizada tomando como base a estrutura de sua plataforma, que facilita e viabiliza o trabalho de profissionais que atuam no setor de marketing e de comunicação.
As soluções projetadas e aplicadas pela Zeeng dão o acesso rápido, via uma plataforma intuitiva, que reúne informações (obtidas por meio de sites, redes sociais e notícias) que, compiladas em um mesmo local, servem de instrumento de análise. Como, por exemplo, utilizada para fazer a análise de marcas e de empresas, em tempo real, possibilitando a comparação com suas concorrentes de mercado.
Sistema que serve, inclusive, para melhorar os desempenhos e escalas, além de auxilar na correção de rumo dos negócios em inúmeros segmentos do setor corporativo.
O CEO da Zeeng, Eduardo Prange, também lembra outras aplicações realizadas a partir da utilização da plataforma de Big Data Analytics, como, por exemplo, o contrato de licenças feitas por profissionais da área de marketing, que estão realizando trabalho de análise e de desempenho de candidatos em campanha eleitoral na Bolívia e no Uruguai. Prange diz que é possível fazer inúmeras aplicações para os produtos da Zeeng. “Não oferecemos apenas informações, apresentamos insights”, salienta.
Hoje, a Zeeng conta com mais de 4,2 mil marcas monitoradas em sua plataforma, que utiliza Inteligência Artificial (IA), viabilizando mais e mais oportunidades, bem como na conquista de clientes pelo mundo. Prange explica que a capacidade de ver as flutuações das empresas e suas marcas no mercado, em tempo real, permite a correção nas decisões de especialistas. Desse modo, a plataforma também é capaz de receber mais dados e marcas, além de se retroalimentar em um processo contínuo.
A Zeeng, segundo Prange, foi criada a partir da constatação de um problema – diferentes tecnologias de monitoramento de informações prejudicavam o trabalho de projetos na área de marketing digital. Então, em 2017, a startup foi fundada para preencher a lacuna no mercado, reunindo em uma única plataforma tais recursos. Naquele mesmo ano, a Zeeng então passou pelo programa de aceleração da InovatiVa Brasil e, no começo de 2018, pelo programa da Wow Aceleradora.
O desafio da startup é consolidar a plataforma de modo muito mais intuitivo. “A ideia é que as pessoas, mesmo sem conhecimento na área de dados, possam compreender como está o posicionamento de suas empresas, dentro do seguimento em que atuam”, explica Prange.

ARP promoverá 2ª edição de workshop sobre dados como diferencial nas estratégias de comunicação

A ótima adesão de sócios da Associação Riograndense de Propaganda (ARP) no workshop “Data Driven Marketing” promovido pela entidade, estimulou a realização de uma segunda edição do evento. Na oportunidade, o CEO e cofundador da Zeeng, Eduardo Prange, expôs aos participantes sua experiência e deu dicas sobre como usar os dados como diferencial nas estratégias de comunicação.

Prange é empreendedor, possui MBA em Gerenciamento de Marketing e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo. Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Além disso, presidiu o Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira de Agentes Digitais – ABRADI. Para completar, venceu o prêmio ABComm de Inovação Digital por dois anos seguidos (2016 e 2017), como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

O workshop volta a acontecer no mês de agosto, dando a chance de participação daqueles que não puderam comparecer na primeira edição. Exclusivo para sócios e convidados da entidade, o encontro será realizado no dia 13, das 19h30 às 22h, na sede da ARP (Rua Tobias da Silva, 120 – Moinhos de Vento). Interessados em participar devem confirmar presença pelo e-mail arp@arpnet.com.br ou pelo WhatsARP: (51) 9.9872.5567.

Fonte: Felipe Vieira – Jornalista

Alright AdTech Company, All Press Comunicação e Trends Content promovem bate-papo sobre comunicação & tecnologia

A tecnologia abriu um universo de possibilidades para quem trabalha diretamente com marketing e comunicação. Será que a sua empresa está antenada para essas novidades? Para falar sobre tecnologia, criatividade e comunicação, a Alright AdTec Company, All Press Comunicação e Trends Content promovem no dia 15 de agosto, na Acate Dowtown, o talk “Inteligência de marketing: a tecnologia aliada à nova jornada do consumidor”, com Pérsio Oliveira, do Waze (geolocalização), Felipe Oliva, da Squid (plataforma de marketing de influência) e Eduardo Prange, da Zeeng (data driven marketing). O evento integra o Floripa Conecta, iniciativa inspirada no SXSW, em Austin (Texas), e que conecta uma série de eventos independentes no mês de agosto. As vagas já estão esgotadas – há lista de espera.

Na abertura do “Inteligência de Marketing”, Cristiano Terres (Alright), Melina Costa (Trends Content) e Déborah Almada (All Press) vão abordar como as mudanças estão impactando o segmento de comunicação e quais as estratégias que as marcas estão usando para se conectar com seus públicos.

Criado em 2008 em Tel Aviv, Israel, o Waze caiu no gosto do brasileiro como uma alternativa para driblar o trânsito. O país é o maior mercado da América Latina e um dos cinco maiores do mundo em número de usuários.

Listada na segunda edição do ranking 100 Startups to Watch, da Pequenas Empresas Grandes Negócios, a Squid atua no planejamento e execução de campanhas personalizadas com influenciadores. Em Santa Catarina é, desde o início de 2019, parceira exclusiva da All Press Comunicação, agência de comunicação conduzida pelos sócios Rogério Kiefer e Déborah Almada.

Já a Zeeng, é a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Por meio da análise de dados, a empresa consegue monitorar o que dizem sobre as marcas e seus concorrentes na internet, o que auxilia na criação de estratégias de comunicação mais certeiras.

Pérsio Oliveira – Waze

Business Partner Latam no Waze. Mais de 15 anos atuando em Operações de Marketing e Negócios em Telecom nos principais players do mercado nacional, iniciou no Google em 2016 atendendo o segmento de Agências SMB e posteriormente atuando com Parcerias estratégicas para produtos Google Ads. Há 3 meses iniciou o desafio de buscar por Channel Partners para Waze em Latam. Persio é Administrador de Empresas com Especializações em Marketing pelo Mackenzie/SP e ABEMD e possui MBA em negócios pela FGV-SP.

Felipe Oliva – Squid

Felipe Oliva é cofundador e Chief Strategy Officer da Squid, empresa de marketing de influência que atua no planejamento e execução de campanhas personalizadas com influenciadores. Formado em engenharia pela USP, Oliva é referência no marketing de influência já tendo palestrado em eventos como RIO2C, Social Media Week, Expo Marketing Digital e YouPix Con. Tem passagem por outras empresas de tecnologia e experiência no desenvolvimento de estratégias para marketing online e offline.

Eduardo Prange – Zeeng

CEO e Co-founder da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP.  Atuou como sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais, Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

Para mais informações e inscrições (em lista de espera), acesse este link.

Fonte: Acontecendo Aqui

Para CMOs, transformação digital carece de métricas

Para 12% dos CMOs de grandes empresas brasileiras, a maior dificuldade da transformação digital é comprovar resultados dos investimentos. O dado é fruto de uma pesquisa realizada pela E-Consulting com 291 líderes de marketing entre as mil maiores empresas do País. Entre os executivos, 11% afirmaram que, no longo prazo, o desafio é obter resultados concretos que motivem acionistas a investirem no conceito.

Já para 10% dos entrevistados, a barreira está na capacidade de investimento menor do que o necessário. E, para 9%, o obstáculo é não saber lidar com o manuseio dos dados para conhecer o usuário, o cliente ou o consumidor. As entrevistas foram feitas de fevereiro a junho deste ano.

Mas, para além das dificuldades, ainda não há um consenso sobre o objetivo de transformar digitalmente uma empresa. Segundo a pesquisa, a maior parcela dos respondentes, 17%, acham que o papel da mudança é preparar os negócios das empresas para o futuro. Para um grupo também de 17%, é uma resposta tecnológica à pressão de clientes, consumidores e usuários.

“Entretanto, há uma diferença de percepção entre setores. Nos bancos, a questão digital é muito mais quente, e há uma apropriação do tema muito mais agressiva. Outros setores, como varejo ou bens e consumo, isso é bem tímido”, afirma Daniel Domeneghetti, coordenador da pesquisa e CEO da E-Consulting.

Da porta para fora

Como motores externos da transformação digital, 14% dos CMOs indicam que investiram para ampliar o relacionamento com o cliente, usando a favor o consolidado cenário de conectividade digital. Para 13% dos entrevistados, outro motivo para realocar recursos é a globalização seguida da amplificação dos padrões de escolha e consumo. Outra parcela de executivos, 13%, separa o orçamento por conta da popularização do tripé: revolução tecnológica, universalização de acesso e barateamento das tecnologias.

Ainda segundo a pesquisa, 11% dos CMOs investiriam em transformação digital como resposta à pressão do mercado, enquanto 9% poderiam aderir ao conceito para se diferenciar dos concorrentes. Para 9%, investir em tecnologias digitais teria um foco de crescimento nas vendas em função do acesso a novos mercados e segmentos.

Já 8% dos líderes enxergam no conceito a melhor maneira de conhecer o cliente, consumidor, usuário por meio da inteligência de dados. Para 7%, o principal motivo é a combinação de aumento de eficiência, sinergia e produtividade com redução de custos aliados a novos métricas produtivas.

 Fonte: Meio & Mensagem

Cientista de dados: o novo profissional que o mercado procura

O mundo dos dados vem sofrendo uma grande transformação nos últimos anos e essa mudança diz respeito principalmente à quantidade, variedade e formato de informações com que temos que lidar. Há algum tempo era suficiente para uma empresa processar seus próprios dados e obter o que era necessário para a sua tomada de decisão, porém atualmente esse panorama mudou drasticamente.

As empresas querem descobrir novas relações e combiná-las com muitas outros dados que não estão em seus grandes bancos estruturados, como, por exemplo, os hábitos de consumo ou acontecimentos recentes na vida de seu cliente. Essas informações estão em posts de redes sociais, blogs e outras fontes externas e são gerados pela facilidade de utilização da Internet, proporcionada principalmente pelo uso crescente de dispositivos móveis, como tablets e smartphones.

Essa mudança de paradigma na forma como lidamos com dados trouxe também novas exigências para os profissionais que já estão ou que ainda entrarão no mercado de trabalho. O candidato a preencher a lacuna criada por essa nova necessidade precisará apresentar um perfil com algumas características que não eram muito exigidas anteriormente. Esse novo perfil engloba:

Proatividade: no mundo do Big Data Analytics, uma empresa que contrata alguém para lidar com grandes bases de dados não sabe exatamente qual a informação está procurando e nem o que pode ser extraído. É necessário que o profissional que se dispõe a lidar com esse novo paradigma tenha a iniciativa de se antecipar e descobrir quais dados são esses, onde eles estão e trazê-los à tona para que se transformem em informação útil.

Criatividade e Inovação: não basta o profissional seguir scripts prontos e fazer o que todo mundo já faz. É necessário criar, inovar e ir além dos concorrentes propondo soluções que ainda não foram implementadas e que possam trazer vantagem competitiva para as organizações. Conseguir realizar cruzamentos de dados que ninguém pensou e encontrar a informação mais escondida são capacidades raras e que trazem um grande diferencial para o profissional que se habilita a viver o mundo dos dados.

Comunicação:  o profissional de Big Data lida com diversos setores e interesses de uma organização e isso exige uma grande capacidade de comunicação para entender as demandas de cada um dos interessados. Essa comunicação pode envolver também as discussões com sua própria equipe de desenvolvimento, com o objetivo de estruturar e definir as melhores estratégias.

Conhecimento tecnológico: proatividade, criatividade e comunicação não são suficientes se o profissional não possuir conhecimento das principais ferramentas que envolvem o Big Data Analytics.  É preciso atualização constante, pois a cada dia novas tecnologias surgem para facilitar o trabalho relacionado à Ciência de Dados. Manter-se atualizado exige um grande esforço e dedicação e isso é um dos atalhos para o sucesso nesse campo de atuação.

É preciso estar preparado e atualizado para satisfazer o enorme apetite das empresas por resultados vindos da análise de Big Data. Esses resultados envolvem diversas questões, tais como: aumento de lucros, redução de custos e desperdícios, otimização e recomendação de aplicação de recursos e estratégias, etc.

Essa tecnologia já provou que não é apenas uma moda passageira e sim que veio para ficar e beneficiar diversos setores da sociedade com seus resultados surpreendentes. Inclusive, a palavra “surpreender” é a chave para o sucesso profissional de um Cientista de Dados. Surpreenda e encante todos os seus clientes com suas análises e descobertas.

Fonte: Proxxima

Plataforma monitora comunicação dos concorrentes no universo online

Pensou em uma plataforma desenvolvida para monitorar o que os seus concorrentes fazem em comunicação? Essa é a Zeeng, posicionada como a primeira plataforma de Big Data Analytics para o mercado de marketing e com viés de inteligência competitiva.
A startup funciona em uma espécie de coworking na capital gaúcha onde divide o espaço com outras semelhantes. Ela tem como co-founder e advisory board ninguém menos do que Cesar Paz, ex-CEO da AG2 e um dos principais nomes do marketing digital brasileiro. “Além de investidor, o Cesar é um grande conselheiro nosso”, conta Eduardo Prange, co-founder e CEO da Zeeng.
“A nossa principal diferenciação é mostrar para um cliente como a Mercedes-Benz o que os principais competidores como Volkswagen, Toyota e Fiat têm feito nas estratégias de comunicação, que têm gerado mais resultado. Analisamos desde as conversas em redes sociais até as notícias publicadas na mídia”, explica Prange.
Com crescimento declarado de 100% no faturamento nos últimos anos e com o objetivo de repetir o desempenho em 2019, o executivo afirma que os negócios vão muito bem e as marcas estão mais receptivas.
“A partir do momento em que a mídia começa a falar mais sobre marketing digital, o público a entender melhor sobre o tema, as marcas também passam a falar a mesma língua”, avalia ele.
Nos últimos dois meses, a empresa conquistou clientes como Fundação Dom Cabral e Banco Original. Agências como Moma, Pullse e Today também fazem parte da carteira de clientes.
A Zeeng acaba de contratar um head of growth, Paulo Henrique Gomes, com a missão de contribuir para a evolução do desenvolvimento de negócios da startup. Atualmente, a empresa conta com mais de 500 usuários e quatro mil marcas catalogadas na plataforma. A expectativa é que até o fim do ano esse número chegue a 800 usuários e ultrapasse cinco mil marcas.

Fonte: Propmark

Qual é o valor do Big Data e das análises de negócios para as empresas?

Hoje, há diversas técnicas para que os processos sejam cada mais estruturados e otimizados, por meio de noções estatísticas, processamento de informações e pesquisas de mercados. Enquanto isso, a IDC estima que até 2020 a quantidade de dados aumentará 10 vezes, em relação ano de 2010. Mas, você sabe qual é a real importância do Big Data para extrair as informações necessárias para sua organização?

A definição do termo é comumente atrelada à um grande volume de dados tanto estruturados (Softwares de empresas como ERP, CRM, sistemas financeiros, sistemas de RH) quanto não estruturados (redes sociais, portais de notícias, dados móveis) que sobrecarregam diariamente as empresas. Não é a quantidade de dados disponíveis que importa, mas sim como as organizações os utilizam para obter novos insights, na tomada de decisões e ações mais estratégicas.

Uma solução de big data deve ser capaz de trabalhar com todos os conteúdos produzidos e recebidos pela organização. Escolher uma tecnologia que atenda melhor a empresa e fazer uma análise adequada permite a redução de custos técnicos, economia de tempo e desenvolvimento de novos produtos. Com análises de big data, assim com o ‘business intelligence’ (BI), por exemplo, é possível determinar problemas e falhas técnicas em tempo real, calcular riscos, ameaças e detectar comportamentos que podem afetar toda a organização.

Visão 360º do cliente

Até agora, ficou claro que o big data representa uma grande mudança no panorama tecnológico. Mas, para enfrentar os desafios relacionados a maior variedade, velocidade e volume de informações, as organizações também estão procurando soluções de dados como Hadoop (estrutura de software de código aberto para armazenamentos de dados e executar aplicações em ‘clusters’ de hardwares comuns) e NoSQL (bancos de dados não relacionais, como gráficos, documentos e colunas). Contudo, pode ser difícil saber por onde começar e como você determina as melhores maneiras de gerar valor com essas ferramentas.

Por meio do Hadoop, é possível reunir diversas fontes de informações utilizando um hub de processamento de dados extenso e escalável para envio de informações para um banco de dados analítico. Um exemplo prático do uso desta solução, foi no caso de uma empresa de marketing digital, que reduziu o tempo de seu processo de extrair e analisar dados em até 70% em comparação do que era feito antes do uso de uma solução atrelada ao big data.

Há tempos as empresas buscam formas de analisar os bancos de dados a fim de extrair informações estratégicas para otimizar o contato com o cliente, especialmente em mercados mais competitivos, a exemplo dos serviços de telecomunicações, hospitais e setor financeiro.

Com o desenvolvimento de ferramentas para análise de dados, que geram insights durante a jornada do consumidor, é possível oferecer suporte às equipes de vendas e serviços uma compreensão mais completa de quem é o comprador, e ao mesmo tempo a imagem de como os produtos e serviços de uma marca são percebidos pelo público externo. Instruir os colaboradores sobre esta percepção e usar o big data com soluções de BI na jornada da interação com clientes é uma das formas de tomar as decisões mais produtivas e rentáveis em tempo real.

*Claudio Tancredi é Country manager da Hitachi Vantara Brasil

Fonte: It.Forum 365

Especialista vê crescimento de Neymar nas redes sociais após acusação

Entre a série de polêmicas que protagonizou em sua carreira, Neymar está encarando a maior delas nos últimos dias. Acusado de estupro pela modelo Najila Trindade, o jogador do Paris Saint-Germain viu seu nome estourar nas redes sociais mais do que nunca, como analisou Eduardo Prange, CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

A análise mostrou que houve um impacto significativo na imagem da marca do atleta, que teve um pico muito representativo de notícias nos últimos dias, chegando a mais de mil matérias capturadas sobre Neymar em que, muitas delas, têm ligação direta com o caso.

“A gente consegue ver um impacto bastante significativo sobre a imagem do atleta, olhando para ele como uma marca. É possível perceber que muitas dessas notícias têm relação direta com o caso. Depois da menção ao termo atleta, a gente tem tanto crime quanto estupro como os casos de maior destaque”, disse Prange.

Apesar da grave acusação, Neymar não perdeu seguidores nas redes sociais, pelo contrário. O atleta ganhou fãs, fato que, segundo o CEO, indica que a população está a seu favor na acusação do suposto crime.

“Chama a atenção a questão do ativo social do Neymar. Mesmo com o ocorrido, a gente vê que ele tem obtido um crescimento significativo, principalmente nesses últimos dias, em relação à sua base de base fãs, seguidores, o que nos leva a crer que as pessoas estão do lado de Neymar e que, de uma forma ou de outra, esse caso tem repercutido muito, mas, no que diz respeito ao ativo, tem trazido um apoio e uma conotação favorável a ele”, finalizou.

Fonte: Gazeta Esportiva

Movimentando US$ 189 bilhões, tecnologia de Analytics galga espaço no Brasil

Em 2019, o mercado global de soluções de Big Data e Business Analytics movimentará cerca de US$ 189,1 bilhões, de acordo com relatório da IDC. O valor representa alta de 12% sobre 2018 e mostra a saúde deste segmento, que cresce movido ao interesse das empresas em entender o consumidor, as tendências de seus segmentos e as nuances gerais que tangem ao negócio.

Atenção que pode ser medida: segundo estudo da Forbes, até 2020, a análise preditiva e prescritiva atrairá 40% dos investimentos empresariais em Business Intelligence (BI) e Business Analytics (BA).

Uma cena que move não apenas compradores, mas também fornecedores destas tecnologias. No Brasil, empresas especializadas na área têm concentrado esforços em expandir funções das soluções oferecidas e demonstrar benefícios obtidos por clientes que já as usam.

Um exemplo, a BIMachine, empresa especializada em BI e BA que tem sede no Rio Grande do Sul, escritório em São Paulo, atuação nacional e está em fase de internacionalização para América Latina e Europa. A companhia, que acumula cases de utilização de seu sistema em setores como indústria, varejo, moveleiro, calçados, alimentício, entre outros, também abre espaço para debates da tecnologia por meio de eventos.

O próximo da agenda dos especialistas será o BIMachine Moving, encontro que já reuniu mais de 550 participantes em edições pelo país e chega, na sexta-feira, 14/06, a Porto Alegre-RS. Voltado a diretores, gerentes, executivos e tomadores de decisão, será realizado na uMove.me Arena (Rua Prof. Cristiano Fischer, 464 – Petrópolis), na capital gaúcha.

A programação vai das 8h15 às 11h20, contando com as palestras “Evolução Tecnológica – O que Esperamos do Futuro”, ministrada por Augusto Fleck, CTO da BIMachine, “Analytics e Mobilidade: a Tendência e a Realidade da Gestão Inteligente”, com Augusto Fleck e Marcelo Carneiro, executivo Comercial da uMov.me, e o painel “O Fim da Era do Eu Acho: O Poder da Informação na Tomada de Decisões”, comandado por Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, Eduardo Baltar, CEO da Merithu, e Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me.

“Além das tendências e soluções abordadas na programação, traremos cases que mostrarão, na prática, como nossos clientes alcançaram benefícios de gestão que se traduziram em ganhos de negócio por meio da tecnologia de Business Intelligence e Business Analytics”, comenta Douglas Scheibler, CEO da BIMachine.

A ideia, segundo a CMO da companhia, Ana Paula Thesing, é proporcionar um debate real sobre os problemas de negócios mais comuns das empresas, permitindo aos participantes uma reflexão sobre seus negócios, cultura de análise de dados e a melhor forma de aplicar uma gestão orientada a dados dentro de sua realidade.

Inscrições pelo link: http://bit.ly/bimachine-moving-porto-alegre

Fonte: Terra