Conheça o Draftline, estúdio de conteúdo da Ambev

Em funcionamento desde o começo deste ano, o Draftline é uma nova forma de a Ambev trabalhar a comunicação de suas marcas nas redes sociais. O estúdio de conteúdo atua nos perfis de oito marcas da empresa: Brahma, Budweiser, Corona, Fusion (energético), Guaraná Antarctica, Skol, Stella Artois e água Tônica Antarctica.

São feitas publicações quase diárias no Twitter, Facebook e Instagram de cada uma delas, além de diferentes atuações na ferramenta de busca do Google.

“Nosso trabalho é complementar aos das agências de publicidade”, afirmou Felipe Meretti, diretor de conteúdo do Draftline. A intenção, segundo ele, é se aproximar do público de uma forma natural e criativa.

“Aqui, nós descemos um degrau para falar lado a lado com os consumidores. Puxamos uma cadeira e sentamos nas mesas, no meio das conversas, sempre preocupados com timing e contexto”, declarou.

Interações em assuntos do dia a dia e que geraram memes nas redes sociais, são comuns. Este ano, produtora utilizou brincadeiras publicadas nas redes sociais para falar do lançamento de Skol Puro Malte

Equipe mescla funcionários e agências

O primeiro projeto do Draftline, ainda de forma experimental, aconteceu durante a Copa do Mundo da Rússia, em julho do ano passado. Após o torneio, a estrutura foi montada mesclando profissionais da Ambev e das agências Mutato e Soko. Todos atuam dentro de um mesmo escritório. A equipe brasileira possui cerca de 45 colaboradores, com diferentes perfis: jornalistas, publicitários, produtores de moda e até matemáticos. Os times são multifuncionais, com diretores de arte, redatores, gerentes de comunidades online (“community manager”, em inglês) e analistas de redes sociais (em funções como “social listening” e “social responding”).

Reunião de pauta diária e aprovação pelo WhatsApp

A equipe é dividida em quatro “squads” (pelotões, em inglês): dois exclusivos para Brahma e Skol, um que cuida das marcas de cerveja internacionais (Budweiser, Corona e Stella Artois) e outro que toma conta de bebidas não alcoólicas (Fusion, Guaraná e Tônica). As equipes se reúnem todos os dias pela manhã e fazem uma grande reunião de pauta. “Todo o processo é pensado como o do mundo editorial. Temos as reuniões de pauta, analisamos os assuntos mais quentes e inserimos nosso ponto de vista em cima de alguns deles”, disse Meretti. Segundo o executivo, os criativos voltam para as mesas e pensam nas publicações. As aprovações, feitas.

Há ainda uma área de inteligência de mídia, que atua de forma independente, na agência Blinks. “O objetivo é virar um ‘data driven content studio’, com análise de dados em tempo real e profissionais de inteligência de mídia ao lado da criação”, disse o executivo.

Estratégia começou na Colômbia

Com a abertura do estúdio por aqui, o Brasil se une a países como Estados Unidos, Austrália, México e China, outros dos dez que já possuem a estrutura pelo mundo. A Colômbia foi o primeiro país a receber a iniciativa. Atualmente, o escritório de Bogotá conta com cerca de 150 profissionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Draftline trabalha com mais de 40 marcas da AB InBev, oferecendo uma gama de serviços que inclui produção de TV, mídia exterior, e-mail marketing e mídia programática. No Brasil, o estúdio tem sede em uma casa na zona sul de São Paulo, mas a ideia é mudar para um espaço maior no começo do segundo semestre.

Summit no Brasil

A relevância da atuação do escritório brasileiro dentro da estratégia global da companhia já tem resultado. No final de julho, o país receberá o primeiro grande encontro dos estúdios “Draftline”, que terá a presença de cerca de 80 profissionais do mundo todo.

Fonte: UOL

Veja como é a estrutura das holdings no País

Encartado pelo 12º ano consecutivo na versão impressa do Especial Agências & Anunciantes, publicado anualmente por Meio & Mensagem, o Mapa das Agências está, pela primeira vez, disponível para download grátis. Para isso, basta preencher o formulário clicando aqui.

A versão 2019 do Mapa das Agências traz novo design e aumenta sua abrangência para mais grupos nacionais e internacionais. O objetivo é dar aos leitores em um único poster uma visão geral de como estão organizadas no Brasil as maiores holdings atuantes no mercado de agências, suas empresas e principais executivos.

O download do Mapa das Agências não é a única novidade do Especial Agências & Anunciantes 2019, cuja versão impressa circula com data de 27 de maio, apenas para assinantes. A publicação traz os rankings dos 300 maiores anunciantes e das 50 maiores agências do País em 2018, além dos segmentos econômicos e categorias de produtos que mais investem em compra de mídia, com dados ainda mais precisos, a partir deste ano balizados pelos números do Cenp-Meios. Inclui também a nova seção Raio X, com informações adicionais das 50 maiores agências do mercado, com principais executivos e clientes, e o total de funcionários de cada empresa. Além de reportagens, análises e entrevistas sobre a evolução na relação de anunciantes e agências, tanto na busca de novos modelos operacionais como na necessidade de arejar o trabalho cotidiano, abrindo espaço para a inovação.

Outra novidade é este site especial Drops Agências & Anunciantes, com reportagens, entrevistas e informações que complementam alguns temas tratados na edição impressa, entre as quais detalhes sobre a comunicação de setores como os de educação e seguros.

Fonte: Meio&Mensagem

ProXXIma: veja tudo o que rolou no evento

Se você nunca ouviu falar ou não conhece o ProXXIma, não se preocupe que a gente te explica.

Uma definição bem curtinha e simples, que está disponível no próprio site do evento:

O mais respeitado evento do setor de marketing e comunicação digital do Brasil. Reúne líderes e gestores de marca para discutir o impacto que a inovação e a tecnologia podem ter nos negócios, com apresentações de palestrantes internacionais, cases e experiências de sucesso no mundo.

Você pode ver mais informações sobre o evento, aqui no site oficial.

E nós, a convite da nossa parceira Squid (adoramos!), estivemos por lá. Aqui você vai conferir o que vimos e aprendemos no primeiro dia de evento, que acontecerá também amanhã 08/05.

Antes de falarmos sobre as palestras, é legal a gente falar sobre a estrutura do evento. O espaço é incrível e como a programação conta com palestras internacionais, os participantes tem acesso aos fones para tradução. Todo mundo conseguia consumir o conteúdo e entender do que se tratava o papo.

Mas e as palestras? Vamos ao que interessa!

TENHA MEDO. TENHA MUITO MEDO. MAS SIGA EM FRENTE.

Começamos com a palestra do Fernando Machado – CMO Global, Burger King e Ariel Grunkraut – Vice Presidente de Marketing e Vendas, Burger King Brasil.

O papo já começou com uma informação super legal sobre a marca, caso você não saiba, o Burger King foi eleito a marca mais criativa do mundo em 2018. Claro, um título merecido pelos inesquecíveis cases de sucesso criados pela marca. Em 2015 a marca passou pelo processo de entendimento, que até então estava criando campanhas genéricas. As embalagens e os espaços dos restaurantes não eram bem utilizados no sentido criativo.

Como foi o processo de mudança do Burger King?

  1. Entender a marca. Chegou a hora de ir pra rua conversar com as pessoas. A equipe perguntou para as pessoas, quando pensavam no BK o que vinha a cabeça? TODOS falavam Whopper. O BK não é o lugar onde tu vai levar alguém para um date, pois as pessoas se sujam comendo. Fast food é uma ocasião feliz. A coroa, por exemplo, tem grande significado para os clientes e para marca. Quando você coloca a coroa na pessoa, parece que a versão de 12 anos dela vem à tona <3 O tom da marca, tem que estar em toda comunicação, como por exemplo, no recente vídeo que refere-se à campanha vetada, do Banco do Brasil.
  2. Fazer um bom briefing – O bom briefing não precisa ser uma longa carta.
  3. Deixar a ideia crescer – quando um leão cresce é muito fácil de matar. Você precisa trabalhar com medo, mas não deixar que isso te impeça de fazer as coisas. Os ciclos são muito curtos, as pessoas vão comentar sobre sua campanha durante as primeiras 48hs e os seus picos de mídia espontânea serão curtos e rápidos. E você vai ver as pessoas falando de coisas que você aprovou com medo e nervoso. Isso faz parte do processo 😉
  4. O maior risco é não tomar nenhum risco.
  5. Um time – O time conta com seus criativos, mas todas as pessoas se envolvem no processo. Desde o briefing.

A partir dessas mudanças, a marca começou a ser premiada, vender e crescer ainda mais.

Depois dessa grande aula de branding e criatividade, passamos para a próxima palestra do evento.

QUEM É VOCÊ NA FILA DO PÃO? E NA TRANSFORMAÇÃO DIGITAL?


Se a transformação digital é o futuro dos negócios, é essencial poder medi–la. O Isobar Brasil Group – estrutura que conta com Cosin Consulting, Isobar, LOV e Pontomobi – lança o Digital Strength Index (DSI), criado para medir qual a maturidade digital das marcas no país. Vamos conhecer a primeira versão brasileira do índice que estabelece novos parâmetros na transformação de marcas e negócios na economia digital.
Alessandro Cosin – CEO, Cosin Consulting linked by Isobar

A apresentação mostrou o modelo de medição da transformação de marcas e negócios no digital. A medição é feita através do DSI, dá uma olhada na imagem:

A medição foi realizada e testada em 300 marcas, para entender a sua maturidade digital. E como podemos ver na imagem abaixo, o Varejo encontra-se mais preparado e maduro no mercado digital, diante dos outros setores.

Aqui você pode ver quais são as líderes de cada segmento, de acordo com a medição.

Antes de mais nada, é importante levar em consideração que esse resultado é apenas uma ponta de uma grande transformação pela qual as marcas passam.

Não podemos pensar apenas no retorno financeiro ou no objetivo final. A transformação digital influencia na cultura, nos investimentos, nas metodologias, na arquitetura tecnológica, entre outros fatores. A mudança estrutural é muito maior.

Agora o papo é sobre agência 😉

 UM NOVO MODELO DE AGÊNCIA ESTÁ SURGINDO. MAS QUAL, MESMO?

Cada agência de propaganda do mundo busca hoje seu próprio caminho de reinvenção. Para quem investe nesse negócio em transformação, o desafio é: em qual modelo apostar? A S4, de Martin Sorrell, tem sua resposta.
Wesley ter Haar – COO, MediaMonks e Diretor Executivo, S4 Capital Group.

O momento de uma Nova Era. Novas soluções. Nova economia.

O que foi feito de diferente?

  • Mais rápido. Mais barato. Mais eficiente. Temos que destruir o modelo Mad Man e criar algo que traga valor de fato para as empresas.
  • Modelo somente digital
    A única forma de ganhar dinheiro, é ser bom e rápido. E a escola é por meio da tecnologia e não pessoas.
  • Único P&L
  • Foco no crescimento orgânico
  • Somos puramente digital
  • Vivemos na Época do ecossistema de marca
  • Geografia, idade e gênero – não querem dizer nada. Temos que misturar empatia e engenharia. As pessoas querem ser ouvidas, mas não espionadas. Conteúdo hoje é como se você tivesse que fazer uma campanha eleitoral, sem saber quando vai acontecer.
  • A grande ideia é editava e espremida em diferentes canais digitais.
  • Precisamos entender onde tem fit de formato de conteúdo entre marca e consumidor.
  • Em média vemos anúncios por 1.7 segundos – dados do Facebook.

Ufa! Muita coisa, né? Esses dados deixam a cabeça cheia de ideias. Agora, vamos falar sobre inovação?

INOVAÇÃO COMO MISSÃO


Uma conversa sobre inovação na maior cervejaria do mundo, abrangendo tanto marcas quanto processos e o papel e a importância da ZX Ventures nesse ecossistema.Ricardo Dias – Vice Presidente de Marketing, AMBEV.

80% das ideias inovadoras fracassam.

Sabe por que o Fornite é a maior ameaça pra Netflix atualmente? Pois a briga é pela atenção das pessoas. Independente do formato.

A saída das marcas é usar a tecnologia para que elas acompanhem o comportamento dos consumidores. A tecnologia está ligada diretamente à cultura e ao comportamento da sociedade.

Por isso você precisa conhecer o seu mercado e saber quem são os seus leões (os seus concorrentes diretos). Eles existem e vão existir por muito tempo, mas enquanto isso, você precisa gerar contato com o seu cliente.

Contato? Isso mesmo. O contato gera intimidade com as pessoas. Sem intimidade, não se tem nada.

Por isso, pra AMBEV hoje ter dados é essencial. O foco da empresa é ter esses dados para que a partir deles, se consiga gerar um contato e uma intimidade com as pessoas.

E funciona?

Ao que tudo indica, sim 😉

Agora é o momento da DPZ&T, o que uma grande agência de publicidade preparou?

A gente não queria ser mais agência de propaganda, mas sim agentes de mudança do negócio dos nossos clientes.”

Como eles vão fazer isso? Usando dados como inspiração (mais uma vez, os dados estão presentes nas transformações das empresas).

Assim, a agência criou um braço de performance. Dá uma olhada na imagem abaixo.

Quanto do resultado que o cliente teve, pode ser atribuído ao trabalho feito pela agência? 
Essa é a nova pergunta.

VAREJO CONECTADO
MOBILE, SOCIAL, AR/VR, INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E MUITO MAIS

Diante de nós, numa velocidade acelerada, o varejo foi deixando de ser a loja da esquina para se transformar em plataformas conectadas omnichannel de ativação e vendas. E mais: integrado a marketing e comunicação. É o comércio 4.0. Sean Lyons – CEO GLOBAL R/GA (EUA)

“O digital quebrou a diferença entre MKT e vendas. Agora é tudo a mesma coisa.”

As marcas que nasceram antes da revolução digital, hoje estão tendo uma dificuldade para crescer. Por que ? Porque a tecnologia chegou e mudou tudo. E os concorrentes são aqueles que nasceram no mundo digital.

Mais da metade da lista das 500 maiores empresas do mundo de 2017, pararam de crescer.

Nós tínhamos hábitos de mídia e agora temos hábitos de tecnologia.

Por que eu deveria entrar na sua loja se não for pra comprar?

Este é o novo desafio das lojas físicas. A Apple oferece palestras dentro das lojas, a Nike oferece a experiência de você experimentar um tênis em uma situação real de corrida, a Bonobos (comprada pelo Walmart há 3 anos) vende roupas, mas você apenas experimenta na loja e recebe em casa.

O ato de comprar se tornou uma grande experiência.

A conveniência é basicamente o “facilite minha vida”.

AS MARAVILHAS E DIFICULDADES DE SER MULTIPLATAFORMA

Foi-se o tempo em que produzir conteúdo para uma só plataforma era o suficiente e que ligar um só aparelho atendia todos os nossos desejos de consumidor.

Com o desenvolvimento da tecnologia, o tempo pede pressa ou somos nós que perdemos o eixo? Como estar em todos os lugares ao mesmo tempo, como acompanhar tudo o que acontece e ainda manter a sua identidade e sanidade? Vanessa Oliveira – Diretora da VIU HUB, Globosat

A VIU é a área da Globosat, a maior programadora da América Latina, focada no desenvolvimento de projetos e conteúdos digitais.

A TV está deixando de ser um lugar para programas televisivos e sim um espaço para marcas. Mesmo sendo vista como uma mídia tradicional há tempos, o crescimento dos influenciadores transformou a maneira que vemos a televisão.

O momento de levar em conta que todos somos marcas. Todos influenciamos e todos criamos é agora.

Vamos falar sobre o futuro? 😀

O FUTURO DO CONTEÚDO É TECNOLOGIA CONECTANDO GENTE


Nossa palestrante deixou sua posição de Country Manager do Google na Colômbia para a de Country Manager da Discovery no País por acreditar que o futuro passa pela curadoria de conteúdos através de plataformas tecnológicas conectadas ao consumidor final.
Carolina Angarita – Country Manager e Diretora da Operação Digital LATAM, Discovery Inc. (Colômbia).

Estamos vivendo o melhor momento da TV, agora ela é personalizada.

As marcas precisam ser obcecadas pelo consumidor. Não é apenas colocá-lo no centro.

Dá uma olhada nessas informações:

  • 60% dos consumidores da América Latina, diz que pagaria mais para marcas que se preocupa com meio ambiente.
  • As pessoas estão com obsessão por bem estar.
  • Queremos participar do dia a dia das marcas.
  • Nascemos com 78 órgãos mas agora temos mais 1 o celular. E isso fez nosso pensamento visual ficar vertical.

A Discovery possui uma ferramenta de I.A. 😉

Além de gerar ações comerciais com mais precisão, a nova solução também permite otimizações e correções em tempo real.

“Não é novidade fazer mapeamento de performance e otimizar ações em tempo real no ambiente digital, mas na TV isso ainda é uma inovação. Teremos estrutura para, junto com nossos clientes e suas agências de publicidade, fazer otimizações constantes para que os resultados e as entregas sejam efetivos”, reforça Carolina.

“Conteúdo que não é útil e relevante, não é conteúdo é paisagem.”

O QUE SUA MARCA PODE APRENDER COM AS CAMPANHAS DE TRUMP E BOLSONARO?

As últimas campanhas políticas nos mostraram como a comunicação mudou! Mas o que mudou? O que o marketing político do mundo contemporâneo tem a ensinar para as marcas do mesmo mundo contemporâneo. O que fazer. E o que não fazer…
André Torretta – Sócio Fundador, Torreta.br

A política nos trouxe a narrativa visual. Eu não preciso mais falar para ser entendido.
Em 2012 começamos com a Big Data na política e isso chegou com o Obama, dá uma olhada nesse link depois:

Com tática polêmica, página de Obama no Facebook é ‘curtida’ por 1 mi em um dia

Você sabia que para cada pessoa o Obama manda um e-mail diferente? Isso muda a experiência das pessoas, diante de uma compra, assim como diante de uma campanha eleitoral.

Até que em 2013 nasceram as Fake News na política. O que é uma bomba de semiótica.

E vale lembrar que compartilhar Fake News pode gerar consequências jurídicas aos envolvidos. Por isso tenha muito cuidado com as informações que você disponibiliza pras pessoas.

Agora o papo é de coração pra coração <3

HEARTBEATS: O FUTURO DAS EXPERIÊNCIAS HUMANAS

Depois que a tecnologia transformou as batidas do nosso coração em dados e informação, são elas que passaram a ser a nova métrica de sucesso das experiências humanas. É a biométrica da vida, da interatividade e do marketing.
Eco Moliterno – Chief Creative Officer Latam, Accenture Interactive

Já parou pra pensar que antes mesmo de nascermos, os nossos batimentos cardíacos são a nossa forma de comunicação? O ritmo dos batimentos já falam sobre o nosso estado, nossas emoções, quando ainda nem sabemos o que é respirar.

Por isso o batimento cardíaco é a linguagem mais universal do mundo.
O batimento cardíaco é a métrica mais verdadeira possível. Pois não pode ser falsa.

Estamos vivendo a evolução da personalização.

O processo começou com a impressão digital e agora é uma validação digital (leitura de iris).  Estamos indo para validação através do coração e ele é cognitivo.

A tecnologia de Segurança Cognitiva, por exemplo, conseguiria detectar se existem batimentos cardíacos no ambiente. E tudo isso não está distante dos dias atuais. Dá uma olhada:

O Apple Watch salvou alguém que estava para morrer, através de um alerta ao diagnosticar os seus batimentos que estavam fora do normal.

A saúde toma um outro rumo quanto ao acesso de informações. Por exemplo, você poderia saber exatamente com quantos dias está grávida, ao acessar os batimentos cardíacos. Quem sabe monitorar os batimentos cardíacos do seu pet e proporcionar uma experiência ainda melhor quanto ao que ele precisa? 🙂

E se você tiver acesso aos dados de outra pessoa?

Demais, né? Veja só as inúmeras possibilidades que os dados estão proporcionando para as pessoas. A nossa ideia de personalização está ficando pra trás mesmo. E são muitos exemplos onde os batimentos já foram testados e utilizados como dados de acesso.

Até hoje focamos em balancear muito o lado emocional e racional do cérebro. Agora o balanceamento é dos dois lados do corpo. Existe inteligência artificial, mas não existe emoção artificial. Então tudo que fizemos tem que ser de baixo pra cima.

A gastronomia, antes era feita apenas de olfato e paladar. Agora não, temos a visão, a audição, estamos vendo os pratos, estamos ouvindo o que os chefs tem a dizer. O chef é o novo publicitário, porque ele criou experiência humanas.

A publicidade do futuro precisa ser como na imagem acima. Ela deve se guiar por todos os sentidos 😉

Por exemplo, se eu quiser ver um filme que me deixa mais animada, eu busco o filme de 160 batimentos. Nós vamos nos guiar através das batidas dos nossos corações e assim, vamos ter ainda mais opinião e informação sobre o que consumimos.

Então qual é o papel da comunicação aqui?

Ajudar a criar experiências que toque os corações. Na verdade, esse poder sempre existiu, mas agora estamos estudando como transformar e aumentar o nível de cada uma dessas experiências. Assim, teremos conexões que nunca foram vistas. <3

Segundo dia de evento

Começamos a quarta-feira com uma palestra sensacional:

MÍDIAS SOCIAIS, O FENÔMENO HATER E NOSSOS VÍCIOS CONECTADOS

A sociedade contemporânea tem novos vícios. Digitais, a maior parte deles, explodindo globalmente nas mídias sociais. Haters ganham protagonismo. Como ser relevante nesse mundo online de conflitos em tempo real?
Brian Solis – Futurista e Principal Analista, Altimeter Group (EUA)

Uma curiosidade sobre a palestra. O Brian começou a escrever o 8º livro dele, mas ainda não conseguiu terminar, pois as coisas mudam muito rápido. Como acompanhar o ritmo das transformações?

Por isso o foco é entender o comportamento das pessoas no uso das redes sociais, pois só assim sua marca poderá aproveitar bem estes canais. Enquanto você estiver focado em tecnologias, o comportamento das pessoas estará mudando e você não vai conseguir atingir a sua audiência da melhor forma.

Entenda e estude sobre o comportamento das pessoas.

As redes sociais fazem com que seja muito difícil respirar, ela nos tira o foco. A nossa falta de concentração é muito perceptível.

“Eu estava escrevendo um livro e acabei escrevendo um artigo no meu blog sobre distração e falta de foco.”

No mundo onde todos tem acesso a tudo, aos melhores filtros, agora estamos dependendo da tecnologia para nos expressar e sermos criativos? Quanto mais a gente consome coisas, menos a gente cria, compartilhar não é criar. O ato de compartilhar, passou a ser obrigatório para quem cria. Já parou pra pensar nisso?

Qual foi a última vez que você sentou e não fez nada?

A vida vale ser compartilhada mas também precisa ser vivida. Temos que usar a tecnologia para ser útil e que traga mais benefícios para todos e não o contrário.

Imaginem um dia sem bateria? Estamos começando a nos tornar uma sociedade de narcisistas, pois pensamos que precisamos mostrar tudo que estamos fazendo para ter validação social. Curtidas se tornaram moedas.

Nós medimos o quanto somos bons, pelo quantidade de seguidores e curtidas. Se você não recebe muitas curtidas, você apaga certo? Pois não é legal, compartilhar algo que as pessoas não demonstraram que gostaram.

(sim, essa palestra mexeu bastante com a nossa cabeça)

Em meio a uma era digital, passamos dos limites e paramos de compartilhar uma vida que costumava ser real.

Ninguém nos ensinou como equilibrar a tecnologia com a vida real. Ninguém ensinou o que fazer quando você se torna um pouquinho famoso na internet. Não é mesmo?

Estamos mudando até as ruas por causa do celular. O digital está interferindo de forma drástica na vida real. E nem sempre isso acontece para melhorar a qualidade de vida.

Quando abrimos as redes sociais temos muitas notificações, elas foram criadas de propósito, pois ao vê-las nosso corpo ativa 6 estímulos de prazer e relaxamento e por isso que não conseguimos deixar de usar.

Você sabia que a tecnologia está mudando o seu cérebro?

A nossa forma de viver, com o contexto de hiperconectividade que nos encontramos atualmente, o nosso cérebro mudou a forma de operar e se conectar. Isso acontece por conta da Neuroplasticidade. Calma, vou te explicar.

A Neuroplasticidade é a capacidade do nosso Sistema Nervoso mudar e se adaptar às condições em que vivemos. Isso acontece de forma estrutural e funcional. Ou seja, se você é uma pessoa super conectada, o seu cérebro irá mudar a forma de funcionamento, para acompanhar o seu ritmo de vida. A tecnologia, por exemplo, tem o poder de nos deixar sem foco e com dificuldades de nos concentrarmos em uma única tarefa por mais tempo. Isso não é uma simples distração, é o seu cérebro.

Esse assunto já está na pauta de grandes líderes atuais:

A tecnologia está acabando com nossa capacidade de ter um mergulho mais profundo em nossa consciência, pois estamos esperando pelas informações e não mais indo atrás delas. Às vezes você nem recebeu uma notificação, mas pega o celular, pois está acostumado a fazer isso muitas vezes no seu dia.

É o momento de entendermos as consequências que o uso das redes sociais traz para a nossa saúde e para as nossas vidas. Criou-se a erosão da auto estima, pois nos comparamos todos os dias a muitas pessoas. E esse processo está longe de ser saudável.

Vamos deixar de usar as redes sociais?

Não! A ideia é que precisamos reaprender a usá-las, de uma forma menos agressiva.

O que compartilhamos mostra muitas vezes o queríamos ser ou nos tornar e não o que somos de fato.”

Hoje, não temos como saber se algo foi escrito por uma pessoa ou por um robô. Essa tendência só vai aumentar, nós sabemos. Isso é bom? É uma reflexão que todos devemos fazer.

Tudo isso sem falar do FOMO, né? O famoso Fear Of Missing Out, que na verdade, deveria ser:

E se deixássemos de usar TANTO as redes sociais, já pensou em fazer um DETOX? Quais seriam os benefícios?

E se um dia as nossas moedas foram LIKES, hoje elas são as nossas fotos.

Qual a reflexão da primeira palestra (que deixou a gente bem reflexivo, por sinal)?

Precisamos viver a vida, mesmo que ninguém esteja assistindo.

Depois dessa, vamos continuar falando sobre ele, o cérebro!

MARCAS, DADOS E A MAIOR TECNOLOGIA DE TODAS: O CÉREBRO HUMANO

Dados e novas tecnologias para a ativação e comunicação de marcas virou o novo normal. Mas é a cabeça de seres humanos que controla tudo. Profissionais de mídia de excelência discutem o que é Data Mindset.
Apresentador:Paulo Ilha – Media VP, DPZ&T
Debatedores: Eduardo Schaeffer – Diretor de Negócios Integrados, Globo, Marco Bebiano – Diretor de Desenvolvimento de Negócios com Agências, Google Brasil e Federico Goyret – Diretor de Marketing, Renault do Brasil

Tudo está em transformação. Veículos, Agências e Clientes.

Transformação da Agência no ponto de vista de mídia
A transformação mudou muito pelo novo mindset digital. O que não gera valor é commodite e commodite vira custo e vai ser reduzido. Não é apenas sobre comprar mídia digital. É sobre aplicar o pensamento digital, gestão e métricas em todo o processo. E evoluímos de mindset digital para um mindset de dados.

Não existe pós ação, não existe pós venda. Tudo pode ser realimentado e a venda é uma constante.

Mídia tradicional
Começava pela produção conteúdo, que gera audiência e que gera receita. Agora temos um elemento novo que são os dados. Para entender o dados individualizado, por pessoa, temos que mergulhar no digital. Com foco de alimentar o conteúdo próprio e também o conteúdo publicitário, que quanto mais fluído for, mais vai funcionar.

Com o objetivo inicial de atender à Renault, a DPZ&T anuncia a criação da VivaSix, seu novo braço de performance.

Hoje os dados podem guiar as marcas para que os resultados sejam obtidos com maior eficiência, mas é bom lembrar que a regulação sobre a privacidades de dados do consumidor, que entra em vigor em agosto de 2020.

NÃO, NOSSO MERCADO AINDA NÃO É DIGITAL!


Estudo inédito da McKinsey revela que a indústria da comunicação no Brasil ainda tem que comer muitos bites e bits para virar gente grande e forte no mundo digital. Como suplementar essa inanição?
Apresentador: Marcelo Tripoli – Digital Vice, McKinsey
Debatedores: Igor Puga – Diretor de Marketing e Marca, Banco Santander e Othon Vela – Diretor de Marketing, Via Varejo

A performance no Santander, está muito mais nos dados gerados decorrentes de testes feitos pela companhia, do que com ferramentas que tragam mais dados das pessoas na internet.

Alguns mercados têm mais facilidade em ter maturidade digital, porque a cultura da indústria que veio antes do digital, já pensava em comissão, em jornada, em personalização, como o mercado financeiro, por exemplo. Pois este mercado, cria o produto e vende, então não ter uma jornada do consumidor bem estabelecida o banco já tinha quebrado. O que é totalmente diferente para uma empresa de alimentos, por exemplo.

A concorrência interna, move montanhas. Uma visão de TI, por Squad e não de VP de TI, pois não é mais ele que define como cada setor crescerá.

Agências precisam ser cada dia a mais cúmplices dos problemas dos clientes. 

LIDERANDO A MUDANÇA: APRENDENDO A APRENDER

Espera-se de nós cada vez mais criatividade e inovação. Nosso maior desafio é combinar o potencial das tecnologias exponenciais e da inteligência artificial com nossas forças humanas e inteligência emocional. Aprendizagem adaptativa é a resposta, para pessoas e empresas, nesta nova humanidade aumentada.
Tim Lucas – Palestrante e Líder de Negócios, Hyper Island

Nossa capacidade de apenas observar é limitada. Partimos direto para o julgamento. A IA não sabe ler contexto, ela vê coisas literais, pois isso ainda demora essa evolução de interpretação.

As coisas acontecem na loja, só lá você irá aprender de fato o que precisa fazer.

Comece resolvendo o problema de 1 pessoa, depois escala a solução. Se tentar resolver um problema de massa, dificilmente irá conseguir.

GERAÇÃO Z E O FUTURO DO TRABALHO

A geração Z, os nascidos de 1995 a 2010, se tornará o maior grupo populacional do planeta ainda este ano. Em 2020, já ocupará mais de 20% dos postos de trabalho, demandando mudanças contundentes tanto nas estruturas e processos corporativos quanto nas relações profissionais. Como as empresas da indústria da comunicação podem continuar atraentes para os talentos dessa primeira geração totalmente nativa digital?
Cintia Gonçalves – Sócia e CSO, AlmapBBDO

Somos afetados por mudanças políticas e tecnologias, mais do que nunca. O Z da Geração Z vem de ZAP = agilidade, rapidez e energia.

Durante essa palestra, fizemos um teste ao vivo. Dá uma olhada:

Aqui estão os resultados de todas as perguntas:

O papo sobre gerações, é menos sobre rótulo, mais sobre pano de fundo. Não se prenda a esteriótipos.

3 layers que influenciam no dia a dia da Geração Z:

É uma geração mais pé no chão. 77% acredita que vai ter que se esforçar mais profissionalmente para se realizar, do que as gerações anteriores.

Querem empresas que tenha um propósito e que possibilitem a ele a eles devolverem algo para a sociedade.

Quais são os benefícios que espera da empresa:
38% cuidados com a saúde
34% mentoria
10% trabalho remoto
13.5% tempo livre

Pesquisa da: Delloite

  • 79% deseja trabalhar em médias e grandes empresas
  • 14% declaram stratup como objetivo de trabalho

“A boa empresa é aquela que investe no meu futuro” foi a respostas de muitas pessoas da Geração Z.

  • Eles são aprendizes rápidos.
  • Eles têm diferentes experiências do conhecer.
  • 96% deles acham que um bom líder é aquele que busca o desenvolvimento da sua equipe e compartilha conhecimento a todo instante.
  • É a geração mais inclusiva da história.

Diversidade no ambiente de trabalho tem muito a ver com a questão social. Além de trazer criatividade e inovação.

Hierarquia se dá pelo conhecimento e não pelo cargo. Será o líder quem entende mais sobre o assunto do que está se falando no momento.

Líder é…

  • 96% busca o desenvolvimento da equipe
  • 95% trabalha junto com o seu time
  • 95% compartilha conhecimento
  • 70% fala nós e não eu

AI para geração do passado é “quantos robos vão roubar quantos empregos”. AI para geração Z esse papo não existe.

O melhor mundo é o humano!

ABRINDO O JOGO: AGÊNCIAS EM QUESTÃO

Sem papas na língua, dois dos mais destacados líderes de agências do País, discutem onde as agências precisam buscar mais relevância e entrar como protagonistas no jogo da inovação e transformação dos negócios dos clientes.
Fernando Musa – Chief Executive, Grupo Ogilvy Brasil e Hugo Rodrigues – Chairman & CEO, WMcCann
Moderador: Alexandre Zaghi Lemos – Editor-Chefe, Meio & Mensagem

O brasil é um país de extremos, ou é zero ou é 10, nunca é 7.
Quando você está em um ecossistema de mudança as pessoas querem falar sobre mudanças, o marketing e a publicidade ficaram 50 anos de boas, mas hoje não é mais.

A gente não pode evoluir destruindo, tá tudo em transformação, não é só a publicidade. E não quer dizer que fizemos errado no passado, mas temos que fazer diferente.

As agências não podem ter o onus da culpa da mudança, a mudança é de todo mundo, agência, veículo, anunciantes.

Tem uma nova geração entrando no mercado, a agência precisa estar preparada para receber essa galera. (se liguem agências!)

O melhor modelo, é aquele que seja transparente para todos, e que seja rentável para ambos. Não tem como achar um modelo, quando você trabalha em um ecossistema que muda toda hora, pois mesmo que se ache ele agora, amanhã ele ta defasado.

O melhor modelo, é aquele que entrega o melhor para o que o cliente quer e precisa.

Temos que aprender hoje para sobreviver amanhã e não para sobreviver nos próximos anos, porque vai mudar e nós sabemos disso. As marcas estão entendendo também que serão empresas de comunicação, além do que já fazem, como a AMBEV está fazendo, por exemplo.

A agência tem que ser cada vez mais Tailor Made.

David fez a campanha do BK, chamando casting da campanha do BB que foi boicotado, acha que o que eles fizeram foi muito mais sobre os movimentos da sociedade, a publicidade tem o papel de trazer a diversidade. A publicidade tem que retratar a vida das pessoas.

O FIM DA IDADE MÉDIA E O INÍCIO DA IDADE MÍDIA

O fim da Idade Média acontece apenas agora. Antes, éramos avaliados pela média e pelos protocolos genéricos. Graças à tecnologia e à inovação, agora, cada um de nós é todo um universo à parte. Únicos, nos tornamos agentes de mídia, transformadores sociais como nunca.
Walter Longo – CEO, Unimark e Sócio, BBL Games

A idade média está acabando na verdade somente agora, porque até hoje tudo que a gente faz ou fazia, era analisado ou orientado pela média da população, tudo era pela cultura mediana.

Exemplo: as taxas de juros, são avaliadas pelo número de inadimplentes e não pelo adimplentes. E isso está mudando.

Tudo é feito pela média das pessoas. E estamos saindo para uma idade personalizada, e ai vem o fim da idade média, e tudo isso com vinda do big data. Estamos deixando a idade média e entrando na idade mídia, onde somos respeitados na nossa individualidade.

Estamos no momento Wearables, o que vamos usar para gerar dados do nosso corpo.

Inicio da idade mídia, foi o dia em que foi quebrado do software e do hardware, mais que um lançamento de um novo device, isso gerou uma nova forma de ver o mundo. Isso aconteceu com várias coisas, como o celular, por exemplo. A cada dia que passa ele vai aprendendo novos truques.

A visão que o imutável pode ser mudado e até melhorado, fez tudo mudar.

A customização mimou as pessoas, pois nos fez entender que somos indivíduos que temos temos e vontades diferentes. Agora é tudo para personalizado para todos.

Hoje temos assentos de carro que se moldam a nós, porque hoje os produtos precisam se moldar para individualização de todos nós.

Antes a gente comprava da loja mais próxima, agora podemos comprar de qualquer loja do mundo todo. E tudo vai continuar evoluindo de forma dramática.

As bicicletas antes a gente achava muito moderno poder pegar na rua e largar nos pontos do itau, agora a gente pega a bicicleta e larga onde quiser, onde acharmos que devemos e precisamos.

Antigamente usávamos P, M e G. Agora as roupas vão se adaptar ao nosso tamanho e compraremos de acordo com as nossas medidas.

Agora com a idade mídia há uma nova premissa básica, não tem como agência ter um mesmo modelo para todos, tenho que criar um modelo para aquele clientes de acordo com o que ele precisa e com a maturidade de entendimento dele do mkt da empresa.

Temos que tratar desigualmente pessoas e empresas que sempre foram aparentemente iguais.

Hoje em dia temos que correr para não sair do lugar. Não é mais só para crescer. Trocamos o mundo da atenção para o mundo da distração. O foco tá cada vez mais pulverizado. Atenção e engajamento são cada vez mais escasso.

O que queremos em uma academia?

Da customização em massa para a individualização.

Criar algo para média hoje significa criar algo para ninguém.O Big Data é a chave que abre todas as portas da idade mídia.

Pessoa não são, pessoas estão.

Como usar o bigdata neste cenário ?

Passamos de ROI para ROL – Retorn of Learning

Bom, foi INCRÍVEL mas acabou 🙁

Fonte: Share

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Oito em cada 10 gestores diz que transformação digital impacta a sua área de atuação

Oito em cada dez executivos C-level percebem a transformação digital como um fator que impacta diretamente o seu mercado de atuação. Esse foi um dos aprendizados trazidos pela pesquisa Business Impact Insights, realizada pela CI&T – multinacional brasileira especializada na transformação digital de grandes marcas e com presença global – em parceria com o Opinion Box durante o primeiro CI&T Business Impact Summit 2019, evento realizado no início de abril. A pesquisa ouviu cerca de 200 executivos, sendo 100% em cargos de liderança.

E, se o impacto é inevitável, estão esses líderes e suas empresas preparados? Quase 84% dos entrevistados responderam sim à questão, quando a pergunta é voltada a uma autoanálise. Mas, quando questionados sobre o nível de preparo da companhia como um todo, o número cai para 71%.

“A maior parte dos executivos já tem consciência da relevância que a transformação digital tem para o seu negócio, porém, isso não significa que suas companhias – como um todo – já estejam preparadas para essa mudança. Apesar da alta liderança já estar engajada no processo, a transformação digital só será efetiva quando os silos deixarem de existir e trouxer real impacto para o negócio – e, pelo que a pesquisa apurou, os principais indicadores que estão sendo medidos são crescimento da receita (56%) e custos/eficiência operacional (73%). E, nesse contexto, cultura e tecnologia são enablers”, destacou Cesar Gon, fundador e CEO da CI&T.

E por falar em mindset, mudança cultural desponta – para os respondentes – como principal fator para destravar a transformação (75%), seguido de tecnologia (67%) e business (38%). “O fator ‘negócio’ estar por último pode parecer curioso, mas não é. Na verdade, já há um entendimento que a transformação tem que ser no negócio e não necessariamente do negócio”, complementou o executivo.

Em um outro recorte, a pesquisa também apurou quais são os principais fatores que têm motivado as empresas a iniciarem o processo de transformação digital. Mais de 23% dos executivos apontaram a melhora dos serviços como a principal razão, seguido da manutenção da liderança de mercado (22%) e da preparação para competir com nativos digitais (16%).

“Conhecer os clientes e gerar impacto nos negócios aparecem logo na sequência e, na CI&T, entendemos que subverter essa ordem – para ter sucesso – é crucial. Nossa prática dentro de clientes, como Nestlé, Raízen e Itaú, por exemplo, nos mostrou que buscar impacto no curto prazo e colocar o cliente no centro são prioritários”, afirma Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Já em relação às tecnologias que devem impactar mais diretamente os negócios, os executivos entrevistados destacaram ferramentas que já são utilizadas com cada vez mais frequência e que, também, passaram a ser incorporadas nas estratégias das empresas, como a Inteligência Artificial (60%), Analytics e Big Data (46%), Internet das Coisas (41%), Blockchain (36%), Realidade Aumentada e Realidade Virtual (34%) e Chatbot (27%).
“Comece pelo impacto. Essa é a principal mensagem que a CI&T tem levado ao mercado e que nossa expertise tem mostrado ser viável e central. Nesse sentido, temos auxiliado diversas empresas a se transformarem e a atingirem resultados em ciclos muito mais curtos.

Acreditamos que a transformação no negócio é o melhor ativo que podemos entregar aos nossos clientes e que, sem dúvida, fará toda a diferença no longo prazo”, conclui Gon, fundador e CEO da CI&T.

Foram realizadas 200 entrevistas online, com profissionais de nível de gestão (gerentes, diretores, vice-presidentes e C-levels) em empresas com no mínimo 500 funcionários que estão passando por transformação digital em verticais como Finanças, Varejo e Comércio, Indústria e Manufatura, Educação, Saúde, Serviços, Bens de Consumo, RH, entre outros; aplicadas através de um questionário de autopreenchimento com 21 perguntas. As entrevistas foram realizadas pelo Opinion Box entre os dias 4/abr a 8/abr de 2019. Margem de erro geral de 7,6 PP e nível de confiança de 95%.

Fonte: TI Inside Online

Publicidade digital alcançará US$ 9 bi na América Latina

Os investimentos feitos em publicidade no ambiente digital deverão alcançar o montante de US$ 9,17 bilhões na América Latina em 2019. A previsão faz parte da edição deste ano do estudo Latin America Ad Spending, realizado pela consultoria eMarketer.

De acordo com a pesquisa, a expectativa é que, até o ano de 2023, sejam investidos US$ 82, 1 bilhões em publicidade digital na região. Desse valor, mais de US$ 5 bilhões deverão ser direcionados para a mídia mobile. A pesquisa da eMarketer foi realizada com base em números fornecidos por agências e empresas digitais do continente, entre elas, a Logan, presente em oito países latino-americanos (entre eles, o Brasil).

Pelos cálculos da eMarketer, o investimento total gerado pela publicidade em 2019 será 14,1% do que no ano anterior. Apesar da perspectiva positiva para o setor, a pesquisa ressalta que a evolução da publicidade digital na região ainda é inferior à média mundial e que o mobile tende a ser o pilar que puxará a maior parte dos investimentos da área, sobretudo com a sofisticação dos smartphones e a ampliação do acesso aos serviços de internet.

O relatório projeta, ainda, que o Brasil continuará sendo, ao final de 2019, o maior mercado de anúncios mobile da América Latina, respondendo por 50,7% de toda a verba publicitária do segmento na região. Na sequência estará o México, com uma fatia de 17,7%, seguido da Argentina, com 4,2%.

Considerando o investimento geral em publicidade digital, o Brasil também fica na liderança. A estimativa é que, ao final de 2019, o País responda por 53,7% de todo o valor investido em mídias digitais na América Latina.

Fonte: Meio e Mensagem

Na economia digital, confiança de marca se torna prioridade

4ª edição do estudo global Future Focus da iProspect mostra estratégias das empresas em um ambiente de negócios digital, hipersensível e com baixa confiança e atenção

A confiança sempre foi a base dos mercados financeiros, da política e dos relacionamentos. No entanto, esta percepção vem caindo em todo o mundo: apenas um em cada quatro diz que a maioria das pessoas pode ser confiada, apenas 40% acreditam que os meios de comunicação fazem um bom trabalho para distinguir a ficção da realidade e apenas 26% acreditam que as empresas são transparentes no uso de seus dados pessoais. De outro lado, a atenção nunca foi tão escassa, com 62% das pessoas das 23 maiores economias admitindo que estão constantemente olhando para telas – segundo a Apple, usuários do iPhone destravam seus aparelhos 80 vezes ao dia em média e passam mais de 2 horas por dia em redes sociais.

Neste cenário, em 2019, a confiança de marca ganhou um papel central. É o que aponta a 4ª edição do Future Focus, estudo global da iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 300 clientes globais, incluindo empresas do FTSE 100 e do Fortune 500, e utilizou dados de pesquisa primárias com amostras superiores a 10 mil pessoas. O relatório também inclui entrevistas exclusivas com líderes globais de empresas como The New York Times, IBM, Microsoft, Hilton, The Economist, Rachel Zoe, Inc. e AccorHotels. O estudo aponta que 88% dos gestores de marketing entrevistados tem a confiança de marca como sua prioridade para 2019 e 76% afirmam também que a confiança é importante para manter seus clientes consumindo sua marca.

“À medida que a tecnologia borra mais a linha entre troca de informações e de bens/serviços, a confiança do consumidor se torna ainda mais primordial. Confiança já não é mais apenas uma questão, mas sim a questão”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil. O executivo completa ainda que “para reconquistar a confiança, as marcas precisam adotar princípios que respeitem, respondam e valorizem a escassez de tempo das pessoas”. O Future Focus aponta que a confiança está baseada em três pilares principais: Credibilidade, Relevância e Confiabilidade. O estudo mostra também que cada pilar ganhou contornos novos, frente a um cenário de comunicação hipersensível.

A Credibilidade foi fortemente impactada pelas fake news, pela maior preocupação com dados pessoais e por novas normas de gestão de dados. “Neste novo contexto, os consumidores esperam mais responsabilidade, transparência e prestação de contas antes de dar sua confiança. As marcas precisarão redobrar seus esforços para aparecem como opções confiáveis”, ressalta o diretor geral da iProspect. Três fatores podem auxiliar a marca nesta área. Primeiro, o estabelecimento de um propósito de marca forte e o envolvimento ativo em questões sociais (a maioria da população, especialmente os milennials, considera este engajamento uma obrigação moral). Segundo, a comunicação das marcas deve se basear em estratégias de produção de conteúdo, posicionamento em buscas e presença em mídias sociais. E, por fim, as marcas devem utilizar a tecnologia, com destaque para a inteligência artificial, bots e ativação por voz, para possibilitar a entrega em larga escala e com segurança da promessa de marca.

Já a busca pela Relevância está associada ao uso correto de dados para o desenvolvimento de experiências individualizadas, a integração dos recursos digitais a vida cotidiana das pessoas e o investimento na crescente utilização das assistentes digitais acionados por voz. “Embora os profissionais de marketing possam acessar mais dados do consumidor do que nunca, eles precisarão avaliar cuidadosamente cada um para se concentrar naqueles que podem realmente ajudar a melhorar a experiência do consumidor, online e offline. Além disso, compra, pequenas tarefas e buscas por voz já são uma realidade e este ponto de contato tende a excluir os demais e as marcas não podem ficar de fora”, explica Bruno Mosconi.

A Confiabilidade, por sua vez, se refere à percepção de qualidade na interação do consumidor com as marcas, seja ela oriunda de experiências próprias ou de terceiros. A importância deste fator vem crescendo, sendo que muitos consumidores estão dispostos a pagar mais por uma conveniência maior. A maioria dos gestores de marketing (58%), inclusive, consideram que construir uma experiência de marca mais conveniente irá alavancar mais o crescimento dos negócios do que o fortalecimento de marca. A busca por mais conveniência para o consumidor deve começar pela reanálise deste quesito em todos os canais digitais da marca. Os feeds de informação sobre produtos e serviços merecem especial atenção. Eles devem ser precisos, detalhados e constantemente enriquecidos. Se a marca conseguir manter esse padrão de informação em todos os pontos de contato, mais forte ainda será a mensagem. Por fim, os marketplaces podem alavancar os e-commerces das empresas, uma vez que eles vêm influenciando cada vez mais a decisão de compra.

“Na era conveniência, os profissionais de marketing precisarão equilibrar corretamente seus esforços entre construir suas marcas e projetar soluções altamente convenientes. Eles terão que remover o atrito em qualquer lugar onde os consumidores se envolvam com a marca: website, escritórios, mídias e plataformas de vendas”, concluiu o diretor da iProspect Brasil.

Fonte: Proxxima

O que as melhores agências para trabalhar têm em comum?

Equipe da Mirum, avaliada como a Melhor Agência de grande porte. Foto: Divulgação

As melhores agências para se trabalhar oferecem treinamentos e mentoria a seus colaboradores, estimulam a colaboração e caminham para o equilíbrio cada vez maior entre homens e mulheres em cargos de liderança. É o que mostra a sétima edição do ranking Melhores Agências do estudo Melhores Empresas para Trabalhar, divulgado nesta segunda-feira, 14.

Relativo ao ano de 2018, o levantamento foi feito com mais de 10 mil empresas em 59 países, considerando questionários quantitativos com colaboradores, comentários dos funcionários e avaliação de cultura e práticas das empresas. Na edição mais recente do estudo, participaram agências com no mínimo 30 funcionários: ao todo, foram 52 agências inscritas, contabilizando 7,3 mil funcionários.

Pelo segundo ano consecutivo, a Mirum, do grupo JWT, aparece como a melhor agência de grande porte para se trabalhar no Brasil (ver ranking abaixo).  Na segunda posição está a I-Cherry, do mesmo grupo, enquanto a RMA Comunicação manteve a terceira posição. Já entre as agências de médio porte, a primeira colocada é a DP6, à frente da Netza e da Audi Comunicação.

O incentivo ao bem-estar geral e ao desenvolvimento profissional dos colaboradores parecem ser unanimidade entre as agências premiadas pelo GPTW: 35% dispõem de verbas para programas de desenvolvimento; 40% oferecem cursos internos e 65% oferecem bolsas de estudos para cursos de idiomas, graduação e pós graduação. Ainda, 6 em cada 10 agências premiadas oferecem programas de coaching e mentoria aos funcionários.

Entre todos os colaboradores das agências premiadas, 15% foram promovidos durante 2018, taxa superior à de 2017 – que foi de 11%. Além disso, apenas 5% tiveram demissões em massa nos últimos 5 anos.

Fatores de retenção

A oportunidade de crescimento é o fator que mais “segura” os colaboradores nas agências, de acordo com 52% dos funcionários das 20 melhores agências. A qualidade de vida aparece como fator relevante para 24% dos funcionários, seguida do alinhamento de valores com a agência, importante para 13% deles. Só depois são considerados os benefícios e estabilidade profissional, apontados como os mais relevantes por 8% e 2% dos colaboradores, respectivamente.

Ainda, quanto maior o número de feedbacks dado aos colaboradores, maior é o índice de confiança em uma agência: cerca de 46% dos funcionários das agências premiadas receberam mais de três feedbacks no ano passado. “Incentivamos e cobramos que nossa liderança faça conversas periódicas com os times, pois assim conseguimos identificar o clima da área, da empresa e ajudá-los no desenvolvimento e crescimento profissional”, exemplifica Guilherme Gomide, CEO da Mirum.

Em 2018, a agência implementou campanhas e treinamentos de conscientização sobre o assédio moral, sexual e o machismo no ambiente de trabalho. No período, também criou um grupo de debate sobre diversidade, uma aceleradora de talentos para estagiários e estendeu a licença maternidade e paternidade.

Escritório da DP6, considerada a melhor agência de médio porte. Foto: Divulgação

A DP6, agência de performance considerada a melhor de médio porte, faz o monitoramento constante da satisfação dos funcionários para entender se estão recebendo desafios interessantes e adquirindo novos aprendizados. “Temos um plano de carreira claro e estruturado: todos recebem feedbacks constantes e temos avaliações 360º e de desempenho a cada seis meses. Isto faz com que as pessoas percebam que estão evoluindo”, afirma Fernanda Rezende Soares, responsável pela área de RH da agência.

Após as avaliações de desempenho, todos os colaboradores constroem um plano de desenvolvimento individual, e então sentam-se com os líderes mensalmente para fazer um acompanhamento e direcionamento de carreira.

Além de programas de educação continuada e horários flexíveis, as melhores agências para trabalhar costumam dar prioridade para seus próprios colaboradores na hora de preencher vagas de destaque. “Falamos abertamente sobre carreira e reconhecemos nosso time. As oportunidades existem para quem faz a diferença”, acrescenta Guilherme.

 

Equipe da Netza, segunda colocada entre as agências de médio porte. Foto: Divulgação

A Netza, que desde a primeira edição do ranking esteve entre as 5 primeiras colocadas, busca ainda manter um sistema de gestão mais colaborativo. “Nossa política de gestão horizontal tem como princípio básico uma estrutura sem valorização de relações de poder. Nossa dinâmica é mais participativa, nas quais as decisões são tomadas em conjunto”, afirma Fabiana Schaeffer, sócia-diretora da agência.

Lideranças

Conforme aponta o estudo, a maioria das agências reconhecidas pelo Great Place to Work caminham para um ambiente de trabalho igualitário em termos de gênero. As mulheres ocupam cerca de 54% das funções de média liderança e 46% dos cargos de alta liderança nas agências premiadas. Contudo, entre as 20 principais agências da lista, o cargo de CEO é ocupado por mulheres em apenas seis. O perfil médio dos CEOs é de profissionais com cerca de 42 anos, os quais ocupam o cargo há nove anos, em média.

Na relação com os líderes, colaboradores valorizam a capacidade de gerenciamento de pessoas e negócios, o respeito às suas questões profissionais e pessoais e a imparcialidade em relação a todos os funcionários.

A DP6, por exemplo, aposta em um formato de liderança acessível. “A liderança busca deixar todos os colaboradores informados sobre a estratégia e planos futuros, conquistas e perdas. Todos os líderes são acessíveis e existe muita abertura para sugestões. Novas ideias são ouvidas e levadas em consideração, independente de cargo e tempo de empresa”, conta Fernanda.

Remuneração

Mesmo entre as agências mais atraentes, contudo, há opiniões críticas dos colaboradores sobre a remuneração e modelos de gestão. Cerca de 36% dos funcionários acham que as pessoas de sua agência não são pagas adequadamente pelo serviço que fazem. Outros 27% acreditam que chefes lançam mão do favoritismo em relação a funcionários e não envolvem os colaboradores em decisões que afetam suas atividades.

Fonte: Meio&Mensagem

Data Driven Marketing: os dados trabalhando a favor da sua agência

Na era digital, as marcas lutam para serem relevantes: com data driven marketing, as agências de comunicação ajudam a entregar o conteúdo adequado na hora e formato para o cliente certo

Nunca se produziu tanta informação no mundo. Estima-se que 90% dos dados disponíveis hoje foram criados nos últimos dois anos: nesta era digital, somos todos consumidores altamente conectados e deixamos traços por onde quer que andemos, na web e fora dela. Mas esse enorme conjunto de dados complexos, estruturados ou não – o tão falado big data -, que abriga informações importantes para os negócios, é inútil se as marcas não sabem como lidar com ele. Como eu disse em outro artigo, o valor não está mais na informação em si, mas na nossa capacidade de tratar, analisar e contextualizar essa informação. Assim se faz o melhor uso dos dados, conseguindo que eles efetivamente enriqueçam nossas campanhas, inspirem nossas ideias e confiram mais relevância aos nossos projetos, resultando no sucesso dos nossos clientes.

A análise estratégica desses dados traz relevância para os negócios, além de possibilitar que sua marca se torne mais próxima do cliente, chamando sua atenção e oferecendo a oportunidade de otimizar a experiência que será proporcionada a ele. Neste cenário, as agências de comunicação têm usado cada vez mais o recurso do data driven marketing, ou marketing orientado por dados, isto é, as ideias e as decisões para ações de marketing são embasadas na análise das informações coletadas sobre o público e o mercado. Com isso, a mensagem que chega ao cliente é a que ele quer ouvir (ou ler) em qualquer canal em que ele esteja, do jeito e na hora em que ele quiser.

O data driven marketing, portanto, traz subsídios valiosos para o desenvolvimento de novas ofertas em produtos, bens e serviços, ajuda a reduzir custos operacionais e oferece diversos outros benefícios. Permite inclusive que sua marca se torne mais próxima do público e você consiga fazer projeções, de acordo com o comportamento do cliente agora, e formular estratégias mais objetivas. Por que esperar pelo futuro se for possível antecipar tendências e comportamentos e programar o que se vai fazer amanhã?

Com o marketing orientado por dados, você consegue uma visão mais ampla sobre o seu negócio e o mercado como um todo, ouvindo e entendendo os consumidores, conhecendo a concorrência e o que eles buscam. Planeja e mede estratégias e resultados de suas campanha, seus investimentos em mídia e identifica que ação ou conteúdo pode fazer mais sentido para cada segmento do seu público.

Atuar com data driven marketing facilita e otimiza seguir e ativar campanhas e metas em diversos canais; monitorar os hábitos e as rotinas do público;  criar estratégias de aproximação com o público; personalizar a comunicação da sua marca; modificar e ajustar suas estratégias em tempo real; medir com precisão os resultados obtidos e integrar dados de diferentes fontes e perceber novos rumos.

Um exemplo de bom uso de data driven marketing pode ser visto no caso da revista The Economist, publicação internacional fundada em 1843. Em 2015, com a venda de assinaturas paralisada, a publicação percebeu que, para os não-leitores, ela parecia tratar apenas de assuntos econômicos. Então, após cuidadosa análise, tratou da segmentação do público e implantou plataformas de automação de mídia com o objetivo de mostrar a cada nicho – jovens, mulheres, gays, idosos – anúncios personalizados explicitando para estes públicos que a revista também trazia conteúdos que atendiam aos seus interesses e gostos específicos, indo muito além das temáticas econômicas.

O resultado desse trabalho focado na análise dos dados e no aproveitamento dessas informações para personalizar a campanha foi além das expectativas: 5,2 milhões de impressões e 64 mil novos assinantes em pouco mais de um ano, significando um aumento de faturamento de 51,7 milhões de libras.

A partir da análise dos dados relacionados ao problema a ser resolvido – aumentar o número de assinaturas -, a publicação centenária soube utilizar as informações de que dispunha e foi capaz de perceber a oportunidade e planejar ações visando atender à necessidade de obter novos assinantes. Ou seja, com os dados certos, análise e contextualização adequadas, é possível criar processos de marketing que atendam as demandas dos seus clientes e que podem ser escalados e repetidos.

Inteligência + tecnologia = melhor uso de data driven marketing

A boa notícia é que está se tornando mais fácil aplicar inteligência a todos esses processos, graças às novas tecnologias. Existem diversas plataformas e inúmeras fontes de dados disponíveis para que as agências de comunicação consigam aperfeiçoar a performance das ações – suas e dos seus clientes – além de ajudarem na criação de novas diretrizes para os negócios.

Ao contar com uma plataforma de big data analytics para marketing e comunicação, sua agência consegue entender o posicionamento do cliente e suas dores, bem como conhecer e comparar o ambiente competitivo em que ele se encontra. Esses e outros dados vão dar sustentação às decisões para melhorar a experiência e os resultados dos clientes. Sua agência já é data driven? Não perca mais tempo. A Zeeng está à disposição para ajudar.

Artigo escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng.