Eduardo Prange – A importância da inteligência competitiva no contexto digital

 

* Por Eduardo Prange

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

O marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Sobre a Zeeng
A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Fonte: Revista Live Marketing

Webinar: Como monitorar performance de atores políticos no ambiente digital

Em parceria com a Trêspontos, Zeeng Data Driven Platform promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital.

O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

 

QUEM MINISTRA

Thiago Ribeiro: publicitário, criador da plataforma Trespontos e outros negócios digitais. Liderou a equipe de Inteligência, Monitoramento e Interações da campanha vitoriosa de Rui Costa ao governo do Estado da Bahia e da campanha que elegeu Jaques Wagner senador da República, nas últimas eleições. Atuou como professor universitário, consultor de Marketing para PMEs, Coordenador de Comunicação da Ouvidoria Geral do Município de Salvador, Ouvidor e Gerente de Marketing da Desenbahia.

Em parceria com a Trêspontos Zeeng promove o Webinar sobre como monitorar a performance de políticos no ambiente digital. O Webinar traz o case de Thiago Ribeiro que utilizou a plataforma durante as eleições para monitorar a candidatura de políticos, sendo dois deles elegidos nas eleições de 2018.

Confira abaixo mais informações:

Convidado especial: Eduardo Prange: Chief Executive Officer (CEO) e sócio da Zeeng. Empreendedor “Promessas Endeavor”. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP. Sócio-fundador da Seekr (Hi Platform), empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais. Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e nos anos de 2016 e 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia do mercado brasileiro.

PROGRAMA

Que eleições!?
Fluxo de trabalho que usei nas eleições
O case das últimas eleições
Kit de ferramentas
Modelo de relatório
Case de performance: com Zeeng
Métricas para tomada de decisão
Desafios para as próximas campanhas
Papo aberto

COMO FUNCIONA

Papo aberto com profissionais e estudantes, pensado como um espaço colaborativo de aprendizagem. No dia do evento, você receberá um link para participar e interagir ao vivo. Ao longo do evento, compartilhe dúvidas, impressões, ideias, referências e tudo que puder ampliar nossa troca.

Os encontros não serão gravados. Reúna sua equipe, assista na sua empresa, de casa, no metrô, de onde quiser. Vamos repensar as práticas, movimentar a comunidade, trocar experiências e ampliar nosso contato com profissionais de todo o Brasil.

RESUMO

08/01 (10 – 11h)
Online, Ao Vivo
Vagas limitadas
Certificado
Gratuito

Garanta sua vaga!

De olho na carreira do futuro: 10 mestrados internacionais em Ciência de Dados

A análise de dados é um campo em rápido crescimento, à medida que as empresas correm para utilizar os dados valiosos que coletam. Se você precisa aumentar a proficiência da sua equipe em Ciência de Dados, considere a possibilidade de investir em um mestrado na área.

Data Science Degree Programs Guide lista os melhores programas de mestrado em Ciências de Dados em universidades públicas e sem fins lucrativos. Um sistema de pontos foi desenvolvido com base em três categorias: relação aluno-professor, preço líquido médio e se a escola oferece áreas de concentração no programa de graduação.

Aqui estão algumas delas:

1. Purdue University: Krannert School of Management

Oferecido através da Krannert School of Management, o Mestrado em Ciência da Administração e Gestão de Informação da Purdue University é um programa de tempo integral que começa todos os anos em junho e dura três semestres. O programa de pós-graduação oferece três especializações em análise da cadeia de suprimentos, análise de investimentos ou análise de finanças corporativas.

É um programa certificado pela STEM, concebido para educar os alunos sobre as mais recentes tecnologias e técnicas analíticas, através da experiência prática. Você também aprenderá a usar várias ferramentas relevantes do setor, como SAS, Python, Minitab e SQL. Ao se formar, a universidade promete que o profissional poderá aplicar suas habilidades a problemas de dados usando as práticas recomendadas mais recentes para análise de dados corporativos.

Local : West Lafayette, Indiana
Presencial ou online? Há a necessidade de frequentar as aulas no campus
Razão aluno-professor : 12: 1
Custo: US$ 29.741 para estudantes estrangeiros, US$ 47.786 para alunos de fora do estado
Foco: Análise da Cadeia de Suprimentos, Análise de Investimentos ou Análise de Finanças Corporativas

2. DePaul University

A DePaul University oferece um mestrado em Ciência de Dados que promete equipar os alunos com as habilidades certas para uma carreira na área. O programa requer uma pós-graduação anterior, mas o profissional pode escolher entre concluir um projeto de análise de dados aplicado, fazer um curso básico de Análise Preditiva, participar de um estágio de análise ou apresentar uma dissertação de mestrado.

A DePaul University também oferece quatro especializações em Ciência de Dados, que incluem métodos computacionais, assistência médica, hospitalidade e marketing. O currículo de cada especialização “enfatiza a proficiência técnica e a experiência prática” enquanto fornece aos alunos “habilidades avançadas em mineração de dados, Estatística, Machine Learning e Big Data”.

Localização: Chicago, Illinois
No campus ou online: todos os cursos de métodos computacionais estão disponíveis online; alguns cursos de saúde, marketing e hospitalidade são online, mas outros requerem aulas presenciais
Aluno-professor : 15: 1
Custo: US$ 1.060 por crédito/hora
Foco: Métodos Computacionais, Assistência Médica, Hospitalidade e Marketing

3. University of Rochester

A University of Rochester oferece um MS in Data Science através do Instituto Goergen de Ciência de Dados. O programa pode ser concluído em dois ou três semestres de estudo em tempo integral, mas o caminho de dois semestres inclui uma carga horária rigorosa, por isso é recomendado para alunos que já tenham uma sólida formação em Ciência da Computação e Matemática. Para aqueles sem um forte conhecimento em Ciência da Computação, há a opção de um curso de verão que irá ajudar o profissional a acelerar seus conhecimentos até o início do programa.

Ao longo do programa, o profissional terá a chance de concluir estágios e obter orientação profissional. E poderá escolher entre três especializações, incluindo Métodos computacionais e estatísticos, Ciências da Saúde e Biomédicas e Ciências sociais e de Negócios.

Local: Rochester, Nova Iorque
Presencial ou online: É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 10: 1
Custo: US$ 51.072, em média, para 32 créditos
Foco: Métodos computacionais e estatísticos, Ciências da Saúde e Biomédicas e Ciências Cociais e de Negócios.

4. New York University

A New York University oferece um MS em Data Science (MSDS) com opção entre várias especializações, incluindo Data Science, Big Data, Matemática e Dados, Processamento de Linguagem Natural e Física. O profissional precisará completar 36 créditos para se formar, o que leva os alunos em tempo integral a uma média de dois anos de curso, até a conclusão da primeira especialização.

O aluno também será solicitado a concluir um projeto de conclusão durante o programa que o conduzirá por todo o processo de solução de problemas reais com dados em todos os setores. Espera-se que os alunos obtenham experiência prática útil na coleta e processamento de dados e, em seguida, utilizem esses dados para projetar e implementar soluções.  

Localização: New York
No campus ou online: É necessária a presença no campus
Relação aluno-professor: 10: 1
Custo: US$2.286, mas é possível economizar em taxas de inscrição e de serviços pagando por mais de uma especialização de uma só vez
Foco: Ciência de Dados, Big Data, Matemática e Dados, Processamento de Linguagem Natural e Física

5. Carnegie Mellon University

A Carnegie Mellon University oferece um mestrado em Computação e Ciência de Dados (MCDS) através da Tepper School of Business. Durante o primeiro semestre, o aluno terá que fazer quatro cursos básicos: Computação em Nuvem, Machine Learning, Ciência de Dados interativa e um seminário sobre Ciência de Dados. Até o final do primeiro semestre, o aluno precisará selecionar três especializações, incluindo Sistemas, Análise ou Ciência de Dados centrada no ser humano. Sua escolha ajudará a formatar os cursos que fará no resto do programa.

O programa se concentra em projetos experimentais, coleta de dados, modelagem e análise de dados, resolução de problemas e interação homem-máquina. Os problemas nessas áreas são abordados usando um currículo de Ciência da Computação que inclui Engenharia de Software, Machine Learning e Estatística. Os alunos saem aptos a trabalhar com conjuntos de dados de larga escala em ambientes complexos de TI.

Local: Pittsburgh, Pensilvânia
No campus ou online : É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor : 10: 1
Custo : US$ 25.000 por semestre
Concentrações: Sistemas, Análise e Ciência de Dados centrada no ser humano

6. Columbia University na cidade de Nova York

A Columbia University oferece um mestrado em Ciência de Dados por meio do Data Science Institute, que exige 30 créditos para ser concluído. O curso oferece uma longa lista de especializações, incluindo Análise na área da Saúde, Segurança Cibernética, Finanças e Business Analytics e Cidades Inteligentes, entre outros tópicos.

Antes de se inscrever no programa, o profissional precisará ser capaz de codificar em vários idiomas, como R, Python, C e Java. O domínio de pelo menos um desses idiomas será necessário para o crédito de Algorithms for Data Science.

Local: Nova York
Presencial ou online : É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 6: 1
Custo: US$ 2.018 por crédito
Especializações : Sistemas de Computação para Ciência de Dados; Cíbersegurança; Dados, Mídia e Sociedade; Finanças e Business Analytics; Fundamentos da Ciência de Dados; Análise na área de Saúde; e Cidades Inteligentes

7. North Carolina State University

A North Carolina State University oferece um programa MS in Analytics (MSA) projetado como uma experiência de aprendizado  de 10 meses que enfoca o trabalho em equipe e o coaching individual.

Para se inscrever no programa o profissional precisará de experiência com codificação em mais de um idioma, conhecimento de análise quantitativa complexa e ser graduado em Estatística. O programa de pós-graduação não requer a seleção de uma longa lista de disciplinas eletivas e aulas básicas. Em vez disso, o profissional seguirá um currículo afinado que incentiva o aprendizado interativo e o trabalho em equipe.

Localização: Raleigh, Carolina do Norte
Presencial ou online: É necessária frequência no campus
Relação de aluno para professor: 6: 1
Custo: US$ 23.460 para estudantes americanos, US$ 43.466 para estudantes estrangeiros
Especializações: Nenhuma

8. Georgia Institute of Technology

O Georgia Institute of Technology oferece um MS in Analytics que combina Estatística, Pesquisa Operacional, Computação e Negócios para oferecer um programa de graduação interdisciplinar para cientistas de dados. Ele é projetado para dotar os estudantes de Ciência de Dados nas habilidades adequadas para lidar com Inteligência de Negócios e tomada de decisões em um ambiente corporativo.

O programa MS inclui três trilhas: Ferramentas Analíticas, Análise de Negócios e Análise de Dados Computacionais. O estudante  pode escolher entre um programa no campus que pode ser concluído em um ano ou um programa de graduação online que normalmente é concluído em um ou dois anos. A optação pelo programa presencial dá acesso a orientação profissional.

Localização: Atlanta, Georgia
No campus ou online: Programas presenciais e online
Relação aluno-professor : 20:1
Custo: US$ 1.206 por crédito/hora para estudantes residentes, $ 1.665 por crédito/hora para estudantes de fora do estado; e $ 275 por crédito/hora para o programa online
Especializações: Ferramentas Analíticas, Análise de Negócios e Análise de Dados Computacionais

9. Universidade de Oklahoma

A Universidade de Oklahoma oferece um mestrado em Ciência de Dados e Analytics através das escolas de Ciência da Computação e Engenharia Industrial e de Sistemas. O curso combina conhecimentos de ambos os departamentos para ensinar aos alunos as habilidades certas para “projetar e construir ferramentas para extrair, assimilar e analisar dados”.

Alunos em período integral podem obter um diploma em 14 meses, mas também há opções para alunos em meio período. O grau mais simples, sem defesa de tese, requer nove disciplinas eletivas, 13 horas de cursos em cima das 24 horas necessárias de um curso de engenharia. O curso com defesa de tese requer três disciplinas eletivas em cima dos 20 disciplinas necessárias, uma hora de estágio de engenharia e seis horas gastas em um projeto de pesquisa.

Local : Norman, Oklahoma
Presencial ou online : no campus, opções online e híbridas
Relação aluno-professor : 18: 1
Mensalidade : US$ 30.000 por semestre, em média
Especializações: Nenhuma

10. Universidade de Iowa

A Universidade de Iowa oferece seu Mestrado em Ciência e Análise de Dados (MS DSA)através do Tippie College of Business. Essa graduação interdisciplinar combina Big Data e Business Analytics, permitindo que os alunos trabalhem “de ponta a ponta no campo do Big Data”, de acordo com a universidade.

O curso é realizado online e combina conceitos de Ciência da Computação e Engenharia de Sistemas. Alunos de pós-graduação podem escolher entre um caminho apenas de cursos ou um de defesa de tese. Em geral, leva 14 meses para que os alunos obtenham os 33 créditos necessários para a formatura. O mestrado requer passar pelos 10 cursos, mas, depois dos cinco primeiros, o aluno ganhará um certificado de especialização.

Local: Iowa City, Iowa
Proporção aluno-professor: 15: 1
Presencial ou online: Presença obrigatória no campus
Mensalidade: US $ 10.457 por semestre para estudantes residentes, US $ 16.860 para estudantes de fora do estado
Especialização: Nenhuma

Fonte:http: IDGNOW

Gestão da informação em tempo real e o aumento da produtividade das empresas

Considerado o novo petróleo por conter alto valor na geração de negócios, os dados são cada vez mais peça-chave na condução da gestão das empresas. Seja na tomada de decisão ou na capacidade de crescimento da produtividade, analisar e entender a grande quantidade de informações que temos à disposição é algo estratégico e indispensável para as companhias, independente do seu porte ou setor de atuação.

Extrair valor das iniciativas de big data analytics tem acelerado a busca por soluções e ferramentas que auxiliem nesse processo. De acordo com estimativas da consultoria IDC, os gastos com esses serviços devem crescer este ano no Brasil cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços, vão atingir US$3,2 bilhões no país.

Diversos setores já entenderam a importância da big data analytics e da gestão da informação em tempo real. Essa capacidade fornece aos gestores e tomadores de decisão informações acuradas e consistentes sobre o seu negócio, aumentando a assertividade nas ações. O principal objetivo é atingir maturidade que resulte em redução de custo, em melhor eficiência e, acima de tudo, em ganho de produtividade.

Outro ponto de extrema importância quando falamos em análise de informações é compreender possíveis falhas que podem gerar impactos negativos. O monitoramento de dados pode levar a uma maior identificação de erros, buscando a sua resolução com agilidade. O uso de ferramentas de big data analytics consegue utilizar de capacidade preditiva para encontrar problemas mais graves, o que leva a tomada de decisões eficientes para corrigi-los mais rapidamente.

 

A gestão da informação também diz respeito a dados retroativos. Ou seja, manter o histórico de dados coletados garante a realização de análises preditivas, que também possuem alto valor.

Além disso, caracterizar os tipos de dados que devem ser geridos em tempo real, a partir das melhores estratégias do seu negócio, também é fundamental para garantir ganho de eficiência. Diante de um processo que assegure que os dados sejam úteis e gerem novos insights para o gestor, é preciso criar padrões, tanto de qualidade, como de aplicações. A partir da compreensão específica do seu mercado, deve-se identificar dados que atendam à redução dos riscos operacionais, à padronização dos processos repetíveis e à melhoria dos fluxos de trabalho, por exemplo.

Em termos práticos, uma boa gestão da informação em tempo real oferece, além dos benefícios já mencionados, uma melhor realocação de recursos humanos e tecnológicos. Isso resulta em desgargalamento de operações críticas dentro da empresa. Além disso, também cria um workflow mais claro e objetivo das diversas etapas de comunicação entre os diferentes setores da companhia. Ou seja, reforça uma cultura organizacional que preze pela correção, responsabilidade e qualidade nos trabalhos desenvolvidos.

Em um mundo cada vez mais interligado, e que qualquer ação realizada gera dados e informações, é natural que todos as empresas queiram o otimizar a gestão a partir da análise correta. As companhias podem fazer essa implementação desde um profissional dedicado a essa função, até um cientista de dados, ou por meio de plataformas tecnológicas que integrem aos sistemas de gestão já presentes nas empresas.

Fonte: Ecommerce News

CI&T aponta tendências da transformação digital para 2019

Relevância da cultura baseada em dados, necessidade de autonomia às áreas e mudanças no marketing digital estão entre as tendências para a jornada de transformação digital das empresas no próximo ano

De acordo com o Gartner, a transformação digital de negócios passou de experimento para mainstream. As iniciativas digitais vão liderar a lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital – um número acima dos 17% em 2018. Outro dado que chama a atenção é que apenas 4% das organizações não terão nenhuma iniciativa digital no próximo ano, o que sinaliza essa mudança do digital como uma plataforma mainstream.

CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes marcas com presença global, compartilha algumas tendências desse mercado para o próximo ano:

Adoção da cultura data-driven: As organizações deverão intensificar o uso de dados como parte do planejamento e estratégias de negócios para todas as suas áreas. Uma cultura baseada em dados permite o monitoramento em tempo real das principais fontes de informação, tanto para guiar processos-chave de transformação digital como realizar atualizações tempestivas no desempenho de lançamentos de novos produtos e serviços. Para compreender as interações com os consumidores, as empresas terão que possuir maior competência em análise de dados (analytics). O uso do analytics fará toda a diferença para criar novas jornadas, onde o consumidor terá suas necessidades antecipadas e supridas de forma sem precedentes, assim como a identificação e a correção tempestiva de pontos de fricção. Ao se tornar uma organização mais inteligente e data-driven, será possível retroalimentar o negócio com dados e insights, construindo uma cultura de valor com foco no cliente e, consequentemente, impulsionando os negócios.

Mudanças do marketing no digital – Em 2019, as marcas deverão intensificar ainda mais a substituição das técnicas tradicionais por um novo mindset, mudando suas estratégias de marketing para focá-las no estímulo à experimentação e, principalmente, na inserção do cliente no centro do negócio entendendo não apenas seu mix de canais, mas sua relação com múltiplos touchpoints on e offline. O chamado Agile Marketing precisará ser implementado, com ciclos curtos e rápidos aprendizados como parte do processo de transformação digital. Para isso, equipes de marketing deverão estudar mais e correr atrás dos resultados.

Revolução da Inteligência Artificial (IA) – Outra tendência que crescerá exponencialmente será a aplicação da Inteligência Artificial, especialmente em assistentes virtuais para a oferta de experiências altamente convenientes, personalizadas e onipresentes aos consumidores. A IA vai provocar uma verdadeira revolução nos negócios peer-to-peer oupeer-to-machine, para transformá-los em machine-to-machine através da voz.

Autonomia e empoderamento das áreas – A quebra de estruturas de silos (departamentos) para dar lugar às equipes multidisciplinares (SQUADs) nas organizações está entre as ações-chave do processo de mudança cultura da transformação digital. A tendência é a formação de equipes com mais autonomia e empoderamento, agindo de forma colaborativa, em torno de um objetivo comum e com incentivo à experimentação e inovação, para que a empresa ganhe a velocidade que o mercado exige na tomada de decisões que vão gerar real valor aos seus consumidores.

Capacidade de lidar com riscos – A transformação digital traz muitos desafios e riscos também. Ano a ano, as empresas precisarão estar cada vez mais preparadas para lidar com os riscos dessa jornada, que inclui testes e experimentos fundamentais para a evolução da marca no ambiente digital. As organizações vão precisar entender que a missão de resolver problemas vai além de uma área específica, para ser tratada de forma global por todas as esferas, especialmente a do cliente.

“Em 2019, teremos que ter um olhar ainda mais profundo para as capacidades disruptivas dessas tendências, que vão provocar grandes transformações nas relações entre os consumidores e as marcas”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Fonte: Proxxima

Zeeng estuda presença digital dos e-commerces durante a Black Friday

A Black Friday, data de maior movimentação do varejo, passou. Mas por onde olhamos, percebemos o rasto que ela deixou ao longo do mês. Pensando nisso, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics, mediu a presença digital das marcas Americanas, Carrefour, Casas Bahia, Centauro, Fast Shop, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Submarino durante o mês de novembro e estudou como cada uma delas se comportou em suas redes sociais, na imprensa e web analytics:

Assista o vídeo na íntegra 

A empresa com maior destaque em todos os âmbitos foi a Magazine Luiza, com nota 7,7 no Zeeng Score, indicador que leva em conta o nível de atuação da empresa nas redes sociais, imprensa e web analytics. Ao longo do mês foram 102 publicações. Seguida pela Fastshop, com 95 posts, e Ricardo Eletro, com 53 posts.

No Youtube, a Magazine Luiza também foi a marca que mais postou, com 38 vídeos, seguida por Casas Bahia, com 24, e Ponto Frio, com 23. No Instagram, a empresa postou 45 posts, seguida de Netshoes, com 20, e Americanas, com 11. A frenquência da Magazine Luiza no Twitter foi de 87 posts, seguida por Submarino, com 86, e Americanas, com 79.

O grande destaque dos e-commerces nas redes sociais está no formato de publicação utilizado neste período. “Este ano, foi forte a atuação das empresas nas redes sociais com foco na produção de conteúdos em vídeo. Vimos o que era tendência virar realidade e as marcas souberam aproveitar isso a seu favor” relata Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Os vídeos foram muito utilizados pelas marcas, para garantir a atenção do consumidor no tema Black Friday, com predominância desses posts Magazine Luiza.

No comportamento na imprensa, o Submarino ficou na frente, com mais de 1.700 notícias, seguido de Magazine Luiza 322 notícias e Casas Bahia 311 notícias.

Fonte: E-Commerce News

Solicitar dados públicos anonimamente se torna mais fácil no Brasil com novos mecanismos do governo e da sociedade civil

Para jornalistas brasileiros, poder preservar a identidade ao solicitar dados públicos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) tornou-se mais fácil recentemente.

Na semana passada, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) passou a permitir que cidadãos peçam informações a órgãos federais de forma “anônima”. Isso tornou o país um dos sete no mundo a proteger a identidade dos requerentes, de acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-Rio).

Com o novo dispositivo, o solicitante ainda precisa inserir seus dados pessoais ao fazer o pedido pela LAI, mas a identidade é conhecida apenas pela CGU, de acordo com reportagem do Estadão. Isso quer dizer que o servidor público encarregado de fornecer a informação não sabe quem fez a pergunta.

Embora a mudança valha apenas para instâncias federais do governo, os jornalistas que quiserem manter o anonimato ao requisitar dados a órgãos estaduais e municipais, assim como a federais, também podem recorrer a uma nova ferramenta da Open Knowledge Brasil chamada Queremos Saber. O nome é uma homenagem ao site de pedidos de informação criado pelo grupo Transparência Hacker em 2011, antes mesmo da LAI entrar em vigor.

A plataforma funciona como um intermediador para fazer perguntas a órgãos públicos. O usuário cadastra no site seu pedido, que é encaminhado ao governo em nome da Open Knowledge. Nenhuma informação pessoal é registrada — o usuário fica apenas com um número de protocolo que, posteriormente, dá acesso à resposta, segundo explicação no site do Queremos Saber.

Um dos criadores da ferramenta, Vitor Baptista, reúne os pedidos, descarta aqueles que não se encaixam no formato da LAI e protocola junto aos órgãos governamentais as perguntas. “Esse processo é fácil de ser replicado em outros países, até porque esse problema não é exclusivo do Brasil. O Queremos Saber é um sistema muito simples, porque é feito de forma manual”, explica Baptista ao Centro Knight.

Para o repórter do Estado de S. Paulo especializado em LAI Luiz Fernando Toledo, garantir o anonimato dos requerentes pode evitar o enviesamento das respostas e, consequentemente, melhorar a qualidade do material enviado por órgãos públicos.

No ano passado, o jornalista revelou que um chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo disse que iria dificultar a resposta dos pedidos feitos por Toledo e por repórteres da TV Globo e do Agora São Paulo. Em um áudio de uma reunião, o funcionário público diz querer fazer os profissionais desistirem de reportagens que poderiam ser negativas ao governo, tornando a obtenção de respostas por LAI mais trabalhosa. Após a revelação da gravação, o servidor foi exonerado do cargo. A prefeitura disse não haver irregularidades com a transparência.

Segundo a lei de transparência brasileira, os órgãos públicos não podem levar em consideração o motivo ou o autor das solicitações ao produzir as respostas. “[Nesse caso] mostramos que a prefeitura tinha dificuldade em cumprir a legislação, e isso continua sendo um problema até hoje”, diz Toledo ao Centro Knight.

Um relatório da organização Artigo 19 publicado este ano reuniu 16 ocorrências de intimidação judicial, pressão psicológica, exposição de identidade, perseguição política e sonegação de informações em pedidos de LAI.

Por essas razões, proteger a privacidade dos cidadãos que requerem informações públicas é uma reivindicação importante dos defensores da transparência no Brasil, segundo especialistas. O país já havia feito um compromisso nessa área em 2016, por meio da iniciativa internacional Open Government Partnership (OGP).

Novos desafios para liberdade de informação no Brasil

O próximo passo para a melhoria na transparência brasileira é estender a proteção da identidade de requerentes a outras esferas do poder público, diz Toledo. “No caso dos governos locais, o obstáculo é muito grande. Primeiro porque muitos nem têm canal de transparência, ou têm um canal precário. Existem problemas ainda mais básicos que a proteção de identidade. É justamente nesses casos que o problema é mais grave”, afirma.

Baptista destaca o fato de que o sistema de pedidos do Queremos Saber não pode ser automatizado pois não existe padronização na forma de registrar perguntas por meio da LAI entre as diferentes instâncias do governo. “Antes, se aceitava fazer pedidos por e-mail, o que facilitaria a automatização. Em outros países, é possível fazer perguntas dessa forma”, ressalta.

A forma com que o governo implementou a anonimização dos pedidos de LAI também é motivo de críticas. O fato de a CGU ainda conhecer a identidade dos requerentes não garante a segurança total do pedido, segundo Baptista. Especialistas apontam ainda para a necessidade de um órgão de controle independente para monitorar a qualidade das respostas.

Apesar desses fatores, Baptista percebe que, desde que a LAI foi sancionada, em 2012, houve melhoria na percepção do público sobre a importância da transparência governamental. “Lembro que pedi uma informação e os servidores imprimiram, carimbaram, assinaram, digitalizaram e me mandaram”, diz. “Para mim, o maior avanço que tivemos é a mudança cultural entre servidores público e cidadãos”.

Nota da editora: a colaboradora do Centro Knight Alessandra Monnerat, que escreveu este post, também trabalha para o jornal O Estado de S. Paulo, citado neste texto.

Fonte: Jounalism in the Americas

 

Bancos e setor de bebidas dominam ranking de marcas mais valiosas do Brasil, diz pesquisa

Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil continuam na liderança, como nos últimos seis anos, segundo a Interbrand; veja a lista.

As empresas do setor financeiro e de bebidas continuam na liderança do ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2018, de acordo com uma pesquisa da consultoria Interbrand divulgada nesta quinta-feira (22).

Das cinco primeiras posições, três são bancos e duas são marcas de bebidas alcoólicas.

Como nos últimos seis anos, as cinco marcas de maior valor são Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil (veja abaixo a lista completa). Este ano, a marca Assaí passou a integrar o ranking, ocupando a 23ª posição, com um valor de R$ 459 milhões.

Itaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrands, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/ReutersItaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrands, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/Reuters

Itaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrand, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/Reuters

O valor total das marcas que compõem o ranking cresceu 2,7% em relação a 2017, se aproximando de R$ 120 bilhões. Das 25 marcas ranqueadas, nove perderam valor. Já as que estão no topo da lista ficaram ainda mais valiosas, com as cinco primeiras correspondendo a 75,8% do total, ante 75,3% no ano passado.

Veja abaixo as 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2018:

  1. Itaú: R$ 29,7 bilhões (+6%)
  2. Bradesco: R$ 22,6 bilhões (+2%)
  3. Skol: R$ 16,9 bilhões (+6%)
  4. Brahma: R$ 11,3 bilhões (+1%)
  5. Banco do Brasil: R$ 10,1 bilhões (-2%)
  6. Natura: R$ 7,5 bilhões (+8%)
  7. Antarctica: R$ 4,04 bilhões (-1%)
  8. Petrobras: R$ 3,07 bilhões (+1%)
  9. Vivo: R$ 2,3 bilhões (-2%)
  10. Cielo: R$ 1,4 bilhão (-18%)
  11. Renner: R$ 1,32 bilhão (+2%)
  12. Lojas Americanas: R$ 1,15 bilhão (+1%)
  13. Ipiranga: R$ 1,12 bilhão (-2%)
  14. BTG Pactual: R$ 938 milhões (-13%)
  15. Magazine Luiza: R$ 745 milhões (50%)
  16. Casas Bahia: R$ 722 milhões (+5%)
  17. Porto Seguro: R$ 715 milhões (+12%)
  18. Havaianas: R$ 656 milhões (-5%)
  19. CVC: R$ 518 milhões (+21%)
  20. Extra: R$ 506 milhões (+1%)
  21. Bohemia: R$ 462 milhões (-3%)
  22. Localiza: R$ 461 milhões (+10%)
  23. Assaí: R$ 459 milhões
  24. Totvs: R$ 457 milhões (-8%)
  25. Fleury: R$ 441 milhões (+7%)
 Fonte: Interbrand

Black Friday cresce em vendas e reclamações na web

Número de consumidores e aumento no tíquete médio são responsáveis por resultado inédito na data, segundo dados da Ebit|Nielsen

montante das vendas no e-commerce aumentou 23% nesta Black Friday em comparação à edição do ano passado. Ao todo, foram R$ 2,6 bilhões, aponta a Ebit|Nielsen. O número de pedidos, por sua vez, subiu 13% — totalizando 4,27 milhões. Já o tíquete médio cresceu 8%, chegando a R$ 608. O número de consumidores únicos (que fez ao menos uma compra online) cresceu 9% em relação ao ano anterior, indo para 2,41 milhões.

Na sexta-feira, 23, os produtos de tíquete médio mais elevado foram destaque como, por exemplo, smartphones, itens de linha branca e TVs. Segundo a Ebit|Nielsen, o crescimento foi impulsionado também pela confiança dos consumidores na Black Friday. Levantamento da instituição realizado antes da chegada da data havia indicado que o índice de pessoas que não acreditavam na veracidade dos descontos diminuiu de 38%, em 2017, para 35%, em 2018.

Embora a confiança na data promocional tenha aumentado, o número de reclamações durante o período de ofertas foi maior neste ano. Segundo monitoramento do ReclameAqui, a data registrou 4,2 mil reclamações das 18 horas de quinta-feira, 22, às 23 h 59 de sexta-feira, 23, contra 3,5 mil no mesmo período do ano anterior. O total de reclamações chegou a 5,6 mil considerando a partir das 11 horas da quarta-feira, dia 21, até as 23h 59 da sexta-feira, 23. Segundo o site, o volume de apontamentos foi concomitante a um recorde de acesso à plataforma. Para a empresa, isso é um indicador de que o consumidor pesquisou mais antes de comprar.

Os problemas de infraestrutura tecnológica foram superados, indica o ReclameAqui. Entretanto, os grandes descontos esperados numa Black Friday e o cumprimento de prazos não atingiram taxas ideais. “Nos últimos anos, o perfil de reclamação mudou. Agora, ao invés de problemas técnicos, o consumidor reclama de propaganda enganosa e maquiagem de preço”, afirmou em comunicado à imprensa Felipe Paniago, diretor de operações do ReclameAqui.

A propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram na liderança dos principais motivos de queixas (14,2%), assim como nas edições anteriores. Na sequência, aparecem empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6% cada uma. Os segmentos mais indicados foram “Smartphones e celulares”, com 11,6% das publicações, e televisores, com 5,3% do total, seguidos por passagem aérea (4,7%), tênis (3,6%) e cartão de crédito (2,9%).

Termômetro das redes
Piadas e desejos de compras dividiram a maioria dos comentários sobre a Black Friday de 18 a 25 deste mês. A constatação é de um estudo realizado pela plataforma Torabit, que analisou quase 400 mil menções sobre o evento nas redes sociais.

Piadas foram maioria no cenário analisado: Aproveita a Black Friday e compra noção que você não tem

A categoria alimentos e bebidas despontou na liderança da conversa nas redes sociais. Em seguida, veio telefonia, que teve seu destaque nos celulares da marca Apple – marca mais citada do período, embora não tenha participado oficialmente do dia de promoções.

Houve menções de todos estados sobre a data, os que mais falaram foram RJ (29%), SP (20%), MG (9%), RS e PR (5%). As mulheres estiveram mais presentes nas menções, batendo 61% das citações, contra 39% de homens.

As piadas formam a maioria no cenário analisado com 45% de participação nas menções. Por outro lado, o usuário expressou algum desejo de compra, ou a compra efetiva de algum produto/serviço, em 42% das oportunidades. Já 9% dos comentários diziam respeito a não ter dinheiro para pagar, enquanto 4% citaram o termo “black fraude”.

Veja os destaques do monitoramento da Torabit abaixo:

Crédito: Torabit

Crédito: Torabit

Fonte: Meio & Mensagem