A importância da inteligência competitiva no contexto digital

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

 

Eduardo Prange – CEO da Zeeng

 

Você já ouviu falar em inteligência competitiva (IC)? Se está atento e acompanhando o buzz sobre temas como transformação digital e o que vem ocorrendo no mercado, no mínimo tem uma boa ideia do que estamos falando. Empresas de todos os portes e segmentos já percebem que devem ser orientadas por dados. Assim, uma das principais abordagens em qualquer organização – e que é adotada, com certeza, por aquelas que procuram aperfeiçoar sua capacidade de compreender seu ecossistema e seu público para se manterem vivas – é o uso da inteligência.

Aplicada sobre as informações relevantes do negócio, a inteligência competitiva possibilita verificar tendências, prever movimentos, encontrar oportunidades e dar forte embasamento às decisões estratégicas da companhia, em um trabalho que pode visar o longo prazo.

 

Por que falar sobre isso?

Estamos em um mundo que experimenta mudanças constantes e em altíssima velocidade – e a verdade é que nunca se gerou tanta informação quanto nos tempos atuais. Produzimos dados a todo instante, e esse imenso volume está à disposição para ser analisado e bem trabalhado pelas companhias.

Utilizada em conjunto com a inteligência competitiva, a inteligência de mercado contribui no desenvolvimento de ações inovadoras, já que a análise das informações da concorrência e das demandas dos consumidores possibilita que uma empresa inove em seus serviços ou produtos, causando impacto muito positivo diante do seu público-alvo.

 

“Uma marca não é mais o que nós dizemos que é, mas sim o que os consumidores dizem uns aos outros sobre elas”.

Scott Cook, fundador da Intuit

 

Nessa era do conhecimento, a informação está mais e mais acessível. E aplicando a inteligência para entender (e utilizar bem) os dados sobre o ambiente, as empresas conseguem informações que têm valor real para os seus negócios e clientes, além de garantir o conhecimento do que está acontecendo no seu mercado, o que as coloca em posição vantajosa, à frente dos seus competidores.

Afinal, é somente com uma análise mais aprofundada que se consegue conhecer bem o cliente, compreender o setor do mercado com seus problemas, desafios e oportunidades. E a IC realmente se mostra importante porque, com essa orientação, conseguimos obter informações relevantes, fazer cruzamentos interessantes e conhecer profundamente quem concorre com a nossa empresa. A partir daí, podemos antever algumas direções ou ocorrências de modo a nos posicionarmos de uma maneira melhor, mais competitiva – e isso não tem preço.

 

Inteligência para conhecer a fundo o mercado e a concorrência

É fundamental hoje poder analisar as iniciativas de quem disputa o mercado com você, tanto para saber como o competidor se comporta quanto para verificar como o público reage a essas ações. Quanto mais você atua sobre bases de conhecimento sólido, mais vai deixando o “achismo” de lado, pois a construção de uma inteligência competitiva verdadeira contribui para que sua tomada de decisão tenha mais embasamento e, consequentemente, seja mais certeira e poderosa.

Digamos que você atua numa agência de comunicação e precisa desenvolver uma estratégia de comunicação em mídias sociais para uma determinada rede de farmácias. Trata-se de um segmento altamente concorrido, portanto, a inteligência competitiva se mostra absolutamente fundamental para que, munido das melhores informações sobre o ecossistema – e o conhecimento profundo sobre a concorrência – você consiga desenvolver o que pode ser a melhor linha de ação para que a rede cliente ganhe destaque.

Perceba que, assim, ao chegar para conversar com o cliente você terá, além dos dados sobre ele, seus objetivos e demandas, um olhar sobre o ambiente de competição que ele enfrenta, entendendo o que os rivais fazem e já avaliando a reação do público e como eles se comunicam. Ou seja, você terá condições de mostrar ao cliente que conhece as circunstâncias do mercado dele, as falhas e os acertos dele e da concorrência e, a partir daí, procurar oportunidades estratégicas para atuar com destaque e ganhar mercado. Suas chances de sucesso com este cliente crescem, não é mesmo?

Portanto, o uso da inteligência competitiva é um elemento cada vez mais importante para aperfeiçoar a execução das suas iniciativas e gerar resultados muito melhores para os clientes. Para monitorar o mercado, entender o cliente e agir proativamente em relação às estratégias da concorrência, investir em soluções que contemplem a inteligência competitiva é com certeza a melhor alternativa.  

As informações estão aí, e é fundamental trabalhar bem com elas para não perder terreno e não ficar para trás. E para otimizar e tornar menos árduo esse trabalho, a tecnologia – para variar – é a melhor aliada.

 

O papel da tecnologia

Como dissemos em outro artigo, o marketing hoje é potencializado pela tecnologia, e as agências contam com ferramentas, plataformas e soluções alinhadas para o marketing digital. Surgem as Martechs, que mesclam e trabalham com os dois setores para tornar ainda melhores e mais eficientes as mais variadas iniciativas. Afinal, as ações de marketing e comunicação só têm a ganhar com o cuidadoso acompanhamento da movimentação da concorrência, verificando como ela atua nas redes sociais, nos blogs e sites, como são as interações que ocorrem, que tipo de retorno o público oferece.

A tecnologia, portanto, ajuda o trabalho humano da inteligência a identificar aquilo que, dentre os padrões verificados nos players que disputam determinado mercado, está gerando melhores resultados, o que pode ser oportuno ou não naquele momento, etc. Uma coisa é certa: negócios cujos gestores obtêm e aproveitam informações estratégicas a respeito da concorrência e do mercado ganham muito em competitividade. E, com isso, podemos afirmar que talvez o que falte para a sua agência seja simplesmente esse tipo de conhecimento.

Como se comporta o seu mercado? Seus competidores fazem que tipo de campanha? Em que redes sociais estão presentes? De que modo? Como é a interação no blog deles? De que maneira eles se comunicam em cada um dos canais em que atuam? E como interagem com o público? Qual é a resposta dos clientes às interações das marcas? Estes são alguns dos muitos pontos possíveis de serem levantados e estudados a partir de uma plataforma completa que faça uso da inteligência competitiva.

A Zeeng, por exemplo, é uma plataforma completa especialmente voltada para as áreas de comunicação e marketing, com uma interface amigável e simples que possibilita antecipar os movimentos dos concorrentes acompanhando as ações de várias marcas no ambiente digital, entendendo o comportamento do mercado.

Como a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para essas áreas no Brasil, a Zeeng nasceu e atua nesse contexto, gerando inteligência a partir do cruzamento das informações de diversas origens e da interação com a marca. O objetivo é, sempre, ajudar o seu negócio a evoluir.

Gostou do artigo? Então eu te convido a conhecer a Zeeng – e ver tudo o mais que nós podemos fazer pela sua empresa.

Os dados vão pagar a conta?

Assim como qualquer outro fator, só vão pagar contas da indústria criativa se gerarem valor para os anunciantes ou para os consumidores

Dados já foram chamados de o novo petróleo, o new black, e, recentemente, ganhei uma camiseta com os dizeres “Data is the new bacon” (dado é o novo bacon). Fato é que nunca se falou tanto em dados e sua importância. Até para uma profissional como eu, que trabalho há mais de 15 anos nesta área de análise de dados e insights em empresas de mídia e consultoria, é surpreendente. Pessoas de diferentes áreas, incluindo criação e desenvolvimento de conteúdo, me abordam quase diariamente para saber mais sobre o assunto.

Porém, o enorme volume de dados disponíveis se tornou diretamente proporcional ao desconhecimento sobre o que fazer com eles — principalmente na indústria criativa. E foi exatamente o entendimento de que havia uma questão maior a ser tratada que me estimulou a dedicar meus últimos meses à análise da pergunta que se tornou minha tese na Berlin School of Creative Leadership: “Can data pay the bill? – Os dados vão pagar as contas?”.

Esse empoderamento da palavra dados é consequência das mudanças do mundo e da sociedade, bastante impactados por tecnologias como a internet das coisas (IoT) e big data. Como afirma o Fórum Econômico Mundial em seu relatório, “The future of jobs”, setores econômicos como os conhecemos irão mudar. Como resultado, modelos de negócios deverão ser reformulados, novas características profissionais serão exigidas e posições existentes no mercado de trabalho irão desaparecer.

Algumas indústrias já sentiram na pele, e no bolso, essas mudanças. A indústria criativa, que incluí mídia e agências de publicidade, é uma delas. A era digital, e o tsunami de informações que promove, colocou em xeque o bem-sucedido modelo de negócios, baseado na negociação de pontos de audiência bruta (gross rating points – GRPs) e impactos, que por anos funcionou muito bem na indústria criativa. Portanto, entender se os dados têm essa capacidade de pagar a conta é bastante relevante.

O principal objetivo da pergunta, aparentemente genérica, “os dados vão pagar as contas?” é entender qual o valor que os dados agregam para os serviços prestados pela indústria criativa aos seus clientes. Baseei-me nos conceitos de valor criado (value creation) e valor capitalizado (value capture) desenvolvidos por Paul Verdin. Neles, o autor afirma que, para ter sucesso sustentável, uma empresa ou indústria precisa criar valor para seus clientes e consumidores e, posteriormente, ser capaz de monetizá-lo. O que evidencia é que, sem valor criado, não existe monetização. Portanto, para mim, o dado assim como qualquer outro fator, só vai pagar contas da indústria criativa se ele gerar valor para os anunciantes ou para os consumidores.

Pois bem. Na pesquisa (baseada em estudos de caso), descobri que os dados têm o potencial de pagar as contas, mas tudo depende de uma combinação de fatores que vai levar ou não, à criação de valor.

Por exemplo, dados puros, sem análise, não pagam a conta. Os dados só fazem sentido se forem contextualizados, considerando o entendimento e emoção de quem os produziu: as pessoas. Quanto maior o nível de contextualização dos dados (análise não apenas dos números, mas também do comportamento do consumidor, por exemplo), mais valiosos e com maior poder de monetização serão.

Performance, por si só, também não é suficiente para pagar a conta. Monitorar a performance de uma campanha ou o desempenho de um programa contribui, sim, para otimizar investimentos, mas não paga a conta toda. Hoje, com o fácil acesso aos dados, as agências estão enfrentando a chamada comoditização dos dados e um relatório de performance deixou de ter valor, pois tornou-se um serviço operacional. Para que performance possa gerar valor e ser monetizado pelas agências, os dados precisam ser transformados em conhecimento. O time de business intelligence tem que ser capaz de não apenas extrair os números e colocá-los em um dashboard bonito, mas também e, principalmente, ter a capacidade de transformar dados em insights e insights em ação para o negócio e para o cliente.

Outro insight é que os melhores resultados e tomadas de decisões envolvendo dados vem da combinação dos algoritmos de processamento de dados com a ação e talento humanos. Isso porque o valor dos dados está na sua utilização ágil e entendimento fácil. A tecnologia contribui para rapidez da coleta dos dados, mas é fundamental saber qual é a história que eles nos contam. Ou seja, a mente humana e a criatividade continuam fundamentais na indústria criativa.

Existem outras questões que precisam ser debatidas para que os dados possam efetivamente gerar valor na indústria criativa e consequentemente gerar receita. O papel da liderança nesse processo é um deles, assim como a questão ética em relação a privacidade dos dados.

Porém, acredito que, na publicidade brasileira, a discussão deve começar com o questionamento sobre qual é o entendimento que se tem sobre dados e qual é a moeda de negociação utilizada nos modelos de publicidade.

Até hoje, os dados são encarados por essa indústria como material de suporte e performance. Audiência, GRPs, impactos, visualizações, downloads e alcance são variáveis — ou seja, dados — utilizados para dar suporte às negociações de mídia (das mais tradicionais como TV às mais modernas como os influenciadores). No entanto, a contagem dos eye balls, como falam os americanos, já não é o único dado disponível e, em tempos digitais, deixaram de ser os mais relevantes. Isso porque, além do número de impactos, é possível e necessário entender o reflexo do consumo do conteúdo de mídia na jornada ou no comportamento do consumidor para que se possa produzir conhecimento. E insights. Só assim o dado terá valor, pois tornará a comunicação com o consumidor mais efetiva e engajadora.

Portanto, é preciso encarar a necessidade de uma quebra de paradigma. Se as negociações continuarem a utilizar os dados exclusivamente como moedas de troca de mídia, nunca irão, por si só, pagar conta alguma. O pagamento continuará sendo da forma mais tradicional e antiga de negócios e a questão recai sobre a sustentabilidade do modelo de negócio em longo prazo. Entretanto, se os dados forem encarados como parte de um projeto de inovação ou comunicação capaz de gerar conhecimento, expertise ou engajamento, aí sim, poderão não apenas pagar contas, mas contribuir de maneira efetiva para um novo modelo de negócios em uma indústria em transformação.

Fonte: Meio & Mensagem 

10 tendências tecnológicas para 2019, segundo o Gartner

Blockchain, realidade aumentada e computação quântica são algumas das promessas que o mercado deve ficar de olho

Gartner destacou as principais tendências tecnológicas que as organizações precisam explorar em 2019. A consultoria define uma tendência tecnológica estratégica como a que apresenta um potencial disruptivo e que está começando a sair de um estado emergente para um impacto e uso mais amplo, ou que estão crescendo rapidamente com um alto grau de volatilidade e atingindo pontos de inflexão nos próximos cinco anos.

“Intelligence Digital Mesh tem sido um tema consistente nos últimos dois anos e continua como um grande direcionador até 2019. As tendências em cada um desses três temas são um ingrediente chave na condução de um processo contínuo de inovação como parte de uma estratégia ContinuousNEXT ”, disse David Cearley , vice-presidente do Gartner.

“Por exemplo, inteligência artificial (AI) na forma de coisas automatizadas e inteligência aumentada está sendo usada junto com IoT e computação de borda para entregar espaços inteligentes altamente integrados. Esse efeito combinatório de múltiplas tendências se unindo para produzir novas oportunidades e gerar novas rupturas é uma marca registrada das 10 principais tendências tecnológicas estratégicas do Gartner para 2019”, acrescenta.

Conheça as dez tendências:

Coisas autônomas

Coisas autônomas, como robôs, drones e veículos autônomos, usam AI para automatizar funções previamente executadas por humanos. Sua automação vai além da fornecida por modelos de programação rígidos – eles exploram a AI para fornecer comportamentos avançados que interagem mais naturalmente com o ambiente e com as pessoas.

“À medida que as coisas autônomas proliferam, esperamos uma mudança das coisas inteligentes autônomas para um enxame de coisas inteligentes colaborativas, com múltiplos dispositivos trabalhando juntos, independentemente das pessoas ou com a contribuição humana. Por exemplo, se um drone examinasse um campo grande e descobrisse que estava pronto para a colheita, ele poderia despachar uma ‘colheita autônoma’. Ou no mercado de entregas, a solução mais eficaz seria usar um veículo autônomo para mapear a área alvo. Robôs e drones a bordo do veículo poderiam garantir a entrega final do pacote”, diz o executivo.

Augmented Analytics

O Augmented Analytics (ou analytics aumentado) concentra-se em uma área específica de inteligência aumentada, usando o machine learning para transformar como o conteúdo analítico é desenvolvido, consumido e compartilhado. Os recursos analíticos aumentados avançarão rapidamente para a adoção principal, como um recurso importante de preparação de dados, gerenciamento de dados, análise moderna, gerenciamento de processos de negócios, mineração de processos e plataformas de ciência de dados.

Insights automatizados de análises aumentadas também serão incorporados em aplicativos corporativos – por exemplo, os departamentos de RH, finanças, vendas, marketing, atendimento ao cliente, compras e gerenciamento de ativos – para otimizar as decisões e ações de todos os funcionários dentro de seu contexto, não apenas aqueles de analistas e cientistas de dados. A análise aumentada automatiza o processo de preparação de dados, geração de insights e visualização de insights, eliminando a necessidade de cientistas de dados profissionais em muitas situações.

“Isso levará à ciência de dados de cidadãos, um conjunto emergente de recursos e práticas que permite aos usuários cuja tarefa principal está fora do campo de estatística e análise extrair insights preditivos e prescritivos dos dados. Até 2020, o número de cientistas de dados de cidadãos crescerá cinco vezes mais rápido que o número de cientistas especialistas em dados. As organizações podem usar cientistas de dados de cidadãos para preencher a lacuna de conhecimento em ciência de dados e aprendizado de máquina causada pela escassez e pelo alto custo dos cientistas de dados”, explica Cearley.

Desenvolvimento orientado por AI

O mercado está mudando rapidamente de uma abordagem em que os cientistas de dados profissionais devem se associar aos desenvolvedores de aplicativos para criar a maioria das soluções aprimoradas por AI para um modelo em que o desenvolvedor profissional possa operar sozinho usando modelos predefinidos como serviço. Isso fornece ao desenvolvedor um ecossistema de algoritmos e modelos de AI, bem como ferramentas de desenvolvimento adaptadas para integrar recursos e modelos de AI a uma solução.

Outro nível de oportunidade para o desenvolvimento de aplicativos profissionais surge à medida que AI é aplicada ao próprio processo de desenvolvimento para automatizar várias funções de ciência de dados, desenvolvimento de aplicativos e testes. Em 2022, pelo menos 40% dos novos projetos de desenvolvimento de aplicativos terão co-desenvolvedores de AI em sua equipe.

“Por fim, ambientes de desenvolvimento altamente avançados baseados em AI, automatizando aspectos funcionais e não-funcionais de aplicativos, darão origem a uma nova era do ‘desenvolvedor de aplicativos cidadão’, onde não profissionais poderão usar ferramentas orientadas por AI para gerar novas soluções automaticamente. Ferramentas que permitem que profissionais não profissionais gerem aplicativos sem codificação não são novidade, mas esperamos que sistemas com tecnologia AI ofereçam um novo nível de flexibilidade ”, disse Cearley.

Gêmeos digitais

Um gêmeo digital é uma representação digital de uma entidade ou sistema do mundo real. Até 2020, o Gartner estima que haverá mais de 20 bilhões de sensores conectados e terminais e gêmeos digitais existirão para potencialmente bilhões de coisas. As organizações irão implementar gêmeos digitais e evoluirão ao longo do tempo, melhorando sua capacidade de coletar e visualizar os dados corretos, aplicar as análises e regras e responder efetivamente aos objetivos de negócios.

“Um aspecto da evolução dos gêmeos digitais que vai além da IoT será empreendimentos implementando gêmeos digitais de suas organizações (DTOs). Um DTO é um modelo de software dinâmico que se baseia em dados operacionais ou outros para entender como uma organização operacionaliza seu modelo de negócios, se conecta com seu estado atual, implementa recursos e responde a mudanças para entregar o valor esperado ao cliente. Os DTOs ajudam a impulsionar a eficiência nos processos de negócios, além de criar processos mais flexíveis, dinâmicos e responsivos, que podem reagir às mudanças de condições automaticamente”, frisa o executivo.

Borda potencializada

A borda se refere aos dispositivos de ponto final usados ​​pelas pessoas ou incorporados. A computação de borda (edge computing) descreve uma topologia de computação na qual o processamento de informações e a coleta e entrega de conteúdo são colocados mais próximos desses pontos de extremidade. Ela tenta manter o tráfego e o processamento local, com o objetivo de reduzir o tráfego e a latência.

No curto prazo, a borda está sendo impulsionada pela IoT e a necessidade de manter o processamento próximo ao final, e não em um servidor de nuvem centralizado. No entanto, em vez de criar uma nova arquitetura, a computação em nuvem e a computação de borda evoluirão como modelos complementares, com serviços em nuvem sendo gerenciados como um serviço centralizado executando não apenas em servidores centralizados, mas em servidores distribuídos no local e nos próprios dispositivos de borda.

Nos próximos cinco anos, chips de AI especializados, além de maior poder de processamento, armazenamento e outros recursos avançados, serão adicionados a uma ampla gama de dispositivos de borda. A extrema heterogeneidade desse mundo de IoT integrado e os longos ciclos de vida de ativos, como sistemas industriais, criarão desafios significativos de gerenciamento. À medida que o 5G amadurece, o ambiente de computação de borda em expansão terá uma comunicação mais robusta para os serviços centralizados. O 5G fornece menor latência, maior largura de banda e um aumento dramático no número de nós (endoints de borda) por km2.

Experiência imersiva

As plataformas de conversação estão mudando a maneira como as pessoas interagem com o mundo digital. A realidade virtual (VR), a realidade aumentada (AR) e a realidade mista (MR) estão mudando a maneira pela qual as pessoas percebem o mundo digital. Essa mudança combinada nos modelos de percepção e interação leva à experiência imersiva do usuário no futuro.

“Com o tempo, passaremos do pensamento sobre dispositivos individuais e tecnologias de interface de usuário fragmentada (UI) para uma experiência multicanal e multimodal. A experiência multimodal conectará pessoas com o mundo digital em centenas de dispositivos periféricos que os cercam, incluindo dispositivos de computação tradicionais, wearables, automóveis, sensores ambientais e aparelhos de consumo”, disse Cearley. “A experiência multicanal usará todos os sentidos humanos, bem como os sentidos avançados do computador (como calor, umidade e radar) nesses dispositivos multimodais. Esse ambiente multi-experiência criará uma experiência de ambiente na qual os espaços que nos cercam definem ‘computador’ em vez dos dispositivos individuais. Com efeito, o ambiente é o computador”.

Blockchain

Blockchain promete remodelar as indústrias, trazendo confiança, fornecendo transparência e reduzindo o atrito entre os ecossistemas de negócios, potencialmente reduzindo os custos, diminuindo os tempos de liquidação das transações e melhorando o fluxo de caixa. Hoje, a confiança é depositada em bancos, câmaras de compensação, governos e muitas outras instituições como autoridades centrais com a “versão única da verdade” mantida de forma segura em seus bancos de dados. O modelo de confiança centralizada adiciona atrasos e custos de fricção (comissões, taxas e o valor do dinheiro) às transações. O conceito de blockchain fornece um modo de confiança alternativo e elimina a necessidade de autoridades centrais em arbitragem de transações.

As atuais tecnologias e conceitos de blockchain são imaturas, mal compreendidas e não comprovadas em operações de negócios em escala de missão crítica. Isto é particularmente verdade com os elementos complexos que suportam cenários mais sofisticados. “Apesar dos desafios, o significativo potencial de interrupção significa que CIOs e líderes de TI devem começar a avaliar blockchain, mesmo que não adotem as tecnologias agressivamente nos próximos anos”, alerta.

Muitas iniciativas blockchain hoje não implementam todos os atributos da ferramenta – por exemplo, um banco de dados altamente distribuído. Essas soluções inspiradas em blockchain são posicionadas como um meio de obter eficiência operacional, automatizando processos de negócios ou digitalizando registros. Eles têm o potencial de aprimorar o compartilhamento de informações entre entidades conhecidas, bem como melhorar as oportunidades de rastreamento de ativos físicos e digitais.

No entanto, essas abordagens perdem o valor da interrupção real do blockchain e podem aumentar o aprisionamento do fornecedor. As organizações que escolherem essa opção devem entender as limitações e estar preparadas para passar a soluções completas de blockchain ao longo do tempo e que os mesmos resultados possam ser obtidos com o uso mais eficiente e ajustado das tecnologias não-bloqueadas existentes.

Espaços inteligentes

Um espaço inteligente é um ambiente físico ou digital em que os seres humanos e os sistemas com tecnologia interagem em ecossistemas cada vez mais abertos, conectados, coordenados e inteligentes. Múltiplos elementos – incluindo pessoas, processos, serviços e coisas – se reúnem em um espaço inteligente para criar uma experiência mais imersiva, interativa e automatizada para um conjunto-alvo de pessoas e cenários do setor.

“Essa tendência vem se aglutinando há algum tempo em torno de elementos como cidades inteligentes, locais de trabalho digitais, residências inteligentes e fábricas conectadas. Acreditamos que o mercado está entrando em um período de entrega acelerada de espaços inteligentes robustos, com a tecnologia se tornando parte integral de nossas vidas diárias, seja como funcionários, clientes, consumidores, membros da comunidade ou cidadãos”, disse Cearley.

Ética e privacidade digital

A ética e a privacidade digitais são preocupações crescentes para indivíduos, organizações e governos. As pessoas estão cada vez mais preocupadas sobre como suas informações pessoais estão sendo usadas por organizações nos setores público e privado, e a reação só aumentará para organizações que não estejam abordando proativamente essas preocupações.

“Qualquer discussão sobre privacidade deve ser fundamentada no tópico mais amplo da ética digital e na confiança de seus clientes, constituintes e funcionários. Embora a privacidade e a segurança sejam componentes fundamentais na construção da confiança, a confiança é, na verdade, mais do que apenas esses componentes . Confiança é a aceitação da verdade de uma declaração sem evidência ou investigação. Em última análise, a posição de uma organização sobre a privacidade deve ser impulsionada por sua posição mais ampla sobre ética e confiança. Mudar de privacidade para ética leva a conversa para além de ‘estamos em conformidade’ em direção a ‘estamos fazendo a coisa certa’.

Computação quântica

A computação quântica é um tipo de computação não-clássica que opera no estado quântico de partículas subatômicas (por exemplo, elétrons e íons) que representam informações como elementos denotados como bits quânticos (qubits). A execução paralela e a escalabilidade exponencial dos computadores quânticos significa que eles se sobressaem com problemas muito complexos para uma abordagem tradicional ou onde os algoritmos tradicionais demorariam muito para encontrar uma solução.

Indústrias como as organizações automotivas, financeiras, de seguros, farmacêuticas, militares e de pesquisa têm mais a ganhar com os avanços na computação quântica. Na indústria farmacêutica, por exemplo, a tecnologia poderia ser usada para modelar interações moleculares em níveis atômicos para acelerar o tempo de comercialização de novos medicamentos para tratamento de câncer ou poderia acelerar e prever com mais precisão a interação de proteínas levando a novas metodologias farmacêuticas.

Fonte: It Forum 365

Branded data e big content

Porque a revolução do big data não revolucionou a produção de conteúdo das marcas, ainda feita de uma maneira 1.0 e na base do achismo?

O melhor diagnóstico não saiu de nenhuma agência, consultoria nem diretoria de marketing, mas do Supremo Tribunal Federal. Há alguns meses, antes de apresentar uma batelada de estatísticas, o ministro Luís Roberto Barroso cravou: “Brasil é aquele país em que as pessoas acham, mesmo sem nunca ter procurado”. É a melhor descrição da forma como é feita boa parte do conteúdo para as marcas, hoje. De uma maneira 1.0, na base do achismo. “Eu sei que minha audiência vai gostar disso.”

Dados estão na base do trabalho dos mídias, das equipes de SEO, dos planejadores e diversas outras disciplinas. Mas não da produção de conteúdo, onde continua prevalecendo a lógica da superideia genial, como acontecia na criação publicitária dos tempos de Mad Men.

Claro, estamos na era do big data. Uma quantidade imensa de dados é coletada por meio de pesquisas de opinião, registros de algoritmos, interações com audiências e dispositivos. Mas pouquíssimos desses dados chegam vivos ao fim da longa jornada do dashboard, aos relatórios dos analistas e dali à cabeça dos planejadores e criadores de conteúdo. Parte da culpa é dos prazos, costuma-se dizer. Mas um tanto disso se deve ao processo dentro do qual os conteúdos são contratados e produzidos. Agências de publicidade, RP e digitais, houses, consultores de comunicação e estúdios de conteúdo mobilizam exércitos de analistas para produzir muitos relatórios e poucos insights.

Entretanto, da escolha de palavras até o design, da trilha sonora à foto do native, tudo só tem a ganhar com um banho de dados. Exemplo engraçado? Pesquisadores do Facebook decidiram saber como os americanos riem na rede social. “Haha” ou “hehe”? E o clássico “LoL”? Foi só puxar. A maioria das pessoas prefere “haha” (51%). Depois vêm os emojis (33,7%). “Hehe” em terceiro (12,7%) e “LoL” na lanterna (1,9%). O brasileiro “kkk” não entra na pesquisa, porque lá o significado da sigla — Ku-Klux-Klan — não tem graça nenhuma. A pesquisa também descobriu as diferenças demográficas. Em Chicago e Nova York, o emoji reina. Em Seattle e San Francisco, é “haha”. Jovens preferem emojis. E qual a importância disso? Pode ser considerável para quem fizer uma campanha usando “LoL” e achar que está falando a língua de sua audiência, quando na verdade está pagando de “vovô é uma brasa”.

Esse tipo de dado, que está no dia a dia de quem compra palavras-chave, tem aplicações muito importantes no mundo do conteúdo, quando se precisa trabalhar com segmentação, inclusão e nichos. Ou quando se trata de temas específicos e delicados, como saúde, questões étnicas ou de gênero. Mesmo nos veículos de comunicação que têm estúdios de native advertising, os dados de keywords e audiência levantados pelas redações raramente geram inteligência para o conteúdo produzido para marcas.

Em geral, apenas a ponta do iceberg dos dados é usada. Sabe-se qual é o perfil do público que se quer atingir, ou a posição de um produto em relação a seus concorrentes. Mais ou menos as informações usadas para fundamentar uma campanha de marketing nos anos 1990. Monitorar o sucesso de posts e o compartilhamento de vídeos é rotina. Mas a disputa pela audiência no YouTube, hoje, ainda é a mera reencarnação da guerra dos domingos de 20 anos atrás, quando Gugu Liberato e Faustão tentavam se superar imitando programas americanos e procurando atrações cada vez mais bizarras — de olho em uma única variável, o número de TVs ligadas. Os youtubers continuam produzindo conteúdo para as marcas com base em um briefing básico, uma explicação sobre a identidade da marca que os contratou, muita empolgação e nenhum método, em busca simplesmente de visualizações.

Só que hoje é possível acessar muito mais informação sobre a repercussão dos conteúdos veiculados do que em qualquer momento da história. E usar essa informação para gerar novos conteúdos de maneira mais inteligente e eficiente. Mas talvez seja pedir muito, quando muitas pesquisas não incluem nem sequer um google para saber o que o youtuber tinha postado no verão passado.

Fonte: Meio & Mensagem 

O Big Data pode otimizar o marketing de sua empresa

Antigamente, uma boa campanha de marketing precisava de relatórios e análises de mercado, mas um bom brainstorm era capaz de criar ações inovadoras e relevantes. Hoje, sem dados em mãos, é praticamente impossível desenvolver mensagens e iniciativas que impactam seu cliente. Por isso, utilizar as soluções de Big Data é fundamental para o sucesso de qualquer campanha de marketing, já que é possível extrair e compreender informações sobre o público-alvo e traçar estratégias.

É cada vez mais improvável imaginar a gestão e divulgação de um negócio sem a utilização de dados relevantes. Pesquisa conduzida pela KPMG Capital mostra que 99% dos profissionais acreditam que Big Data é importante para a tomada de decisão. Entretanto, saber lidar com essa grande quantidade e conteúdo segue como maior desafio: 85% confirmam ter dificuldades para interpretar essas informações e apenas 25% conseguem aplicar os insights em novas estratégias.

Hoje, o marketing utiliza e está dependente de dados para desenvolver suas estratégias para o público correto e, principalmente, com a mensagem mais adequada para impactá-lo. O Big Data é uma ferramenta que ajuda a embasar as decisões de marketing em informações reais – e não em meras possibilidades.  Localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento são apenas alguns dos usos possíveis.

Muitas empresas já estão utilizando Big Data aliado à inteligência de mercado, especialmente para pensar ações de marketing. Entretanto, a simples utilização de dados com mais qualidade não garante o sucesso imediato das campanhas. É preciso saber o que fazer com essas novas informações. Elas devem gerar novos insights e servir como referência para as diferentes estratégias da equipe – e isso apenas com uma interpretação e investigação acurada dos relatórios.

Não são poucos os profissionais de marketing que torcem o nariz para a entrada dos recursos tecnológicos nos processos de criação de campanhas. Entretanto, é um caminho sem volta justamente por otimizar e trazer informações de qualidade para embasar as decisões. No caso específico do Big Data, é preciso entender que ele não chega para robotizar a criatividade inerente à área.  Na verdade, é uma ferramenta importante para auxiliar os grandes estrategistas, que agora podem usar informações reais ao invés de suposições baseados em simples estatísticas com margens de erro.

*Rafael Albuquerque é CEO da Unitfour, empresa brasileira referência em fornecimento de dados para as áreas de cobrança, call centers, risco, crédito, antifraude, CRM e marketing.

Fonte: Adnews

Mais de 50% das empresas brasileiras têm dificuldades em definir estratégias de marketing digital

Pesquisa realizada pela consultoria Web Estratégica aponta os principais desafios das organizações e as iniciativas mais usadas pelas companhias na internet

A tecnologia segue mudando a relação entre empresas e consumidores, mas grande parte das organizações ainda não entendeu a importância das ações no mundo digital, pois 56,4% das empresas investem apenas de 10% a 20% do orçamento de marketing nos canais digitais. O dado faz parte de uma pesquisa realizada com 1.024 empresas brasileiras, pela Web Estratégica, consultoria de marketing focada em negócios no mundo digital. De acordo com o levantamento, a principal dificuldade enfrentada por mais de 50% das empresas é identificar quais são as melhores estratégias de divulgação para os negócios na internet.

A iniciativa de investir na produção de conteúdo, para melhorar o posicionamento orgânico no Google, foi apontada como a ação que mais gera resultado por 34,2% das empresas. Já a gestão de redes sociais ocupou o segundo lugar nesse ranking, sendo apontada por 23,8% como a estratégia mais eficiente para as organizações. Entre as redes de anúncios, o Facebook Ads levou o crédito pelos melhores resultados em 18% dos negócios e o Google Ads em 16% das empresas.

Investir em marketing digital também é algo novo para a maior parte das empresas, pois 47,6% delas realizam ações dessa natureza há apenas um ano, 20,4% já investem nos canais digitais entre dois a quatro anos, e 13,2% já destinam verba para a divulgação na internet há um período que varia de um a três anos. “Embora as pessoas estejam cada vez mais comprando pela internet, muitas organizações ainda não estão preparadas para essa nova realidade, e têm perdido espaço no mercado”, comenta Rafael Rez, especialista em marketing digital e sócio da Web Estratégica.

A falta de investimentos em marketing digital também impede que as empresas alcancem todo o seu potencial com a divulgação na internet, segundo o levantamento para 57,3% das empresas as ações dessa natureza são responsáveis por 10% a 20% das vendas. Já para 13,1% das companhias esse número sobe, girando entre 20% a 30%. O marketing digital é extrema importância para cerca de 18% das organizações, para as quais representa mais da metade das vendas.

A profissionalização do setor também é uma deficiência de uma parcela significativa das empresas, pois 17,7% delas não têm nenhum profissional interno dedicado à função, porém a maior parte das organizações já enxerga a necessidade desses profissionais, já que 63,9% contam com equipes internas que variam de uma a três pessoas, e as demais possuem acima de três profissionais dedicados in loco ao setor.

As empresas que normalmente contam com equipes enxutas, costumam terceirizar os trabalhos, pois 77,2% preferem contratar fornecedores para criação e gestão de sites, 10,3% utilizam serviços terceirizados para a gestão de redes sociais, e somente 5,9% contratam outras organizações para produzir conteúdo. Para Rafael Rez, as empresas ainda investem muito pouco em marketing digital. “Os resultados da pesquisa mostram que muitos negócios seguem tendências, mas não procuram saber para que serve cada ferramenta”, comenta Rez. Outro ponto abordado na pesquisa, foi a frequência do acompanhamento de métricas, que muitas vezes é deixado de lado pelas empresas e acabou surpreendendo, pois 18% afirmaram fazer um acompanhamento diário.

O principal objetivo do marketing digital para 60,8% das empresas é alavancar as suas vendas e 22,3% apostam na exposição da marca. “Apesar de ser fundamental para as instituições, as empresas ainda sentem dificuldades para entender como usar o marketing digital, pois muitas ainda não possuem um objetivo definido”, comente Rez.

Em relação ao investimento para o próximo ano, 52,9% das empresas pretendem aumentar o valor investido em marketing digital entre 10% e 20%, e somente 27,5% pretendem aumentar o investimento em marketing digital em mais de 30%.

 

Fonte: Revista Live Marketing

Grupo CDI traz a relação das fake news com as marcas em e-book

Nunca se falou tanto sobre fake news. Com a evolução da comunicação via internet, a circulação de notícias cresceu em larga escala, porém nem todas as informações veiculadas são verdadeiras. É aí que entra a importância de checar o fato antes de compartilhá-lo.

Notícias falsas tem o poder de se disseminar facilmente. Seus produtores se aproveitam da falta de checagem de informações para alcançar seus objetivos, que na maioria das vezes visam arranhar a reputação de uma empresa ou indivíduo.

CONTEÚDO DO E-BOOK

Pensando nisso, o Grupo CDI reuniu um time de especialistas para compartilhar dicas de como prevenir a reputação das marcas contra as fake news. “Seu objetivo é ajudar a identificar conteúdos duvidosos, incentivar a avaliação crítica diante de dados recebidos e evitar a disseminação de fatos distorcidos”, explica Alexandre Alfredo, COO da CDI Comunicação Corporativa.

O que são fake news? Organizado em 16 páginas, o e-book trata do surgimento do termo e apresenta diversos temas atuais, pertinentes às marcas e indivíduos, como:

Iniciativas de fact-checking – Como os veículos da mídia estão se mobilizando para combater notícias falsas.

Na dúvida, jamais compartilhe – Artigo por Anaísa Silva, diretora de atendimento da CDI Comunicação Corporativa, que trata sobre as responsabilidades dos cidadãos na disseminação de informações.

A preocupação e o combate nas empresas – Wagner Giovanini, especialista em compliance e código de conduta corporativa, alerta para o potencial das fake news em destruir reputações.

Além desses e outros conteúdos, o e-book conta com uma entrevista exclusiva com Pollyana Ferrari, doutora em Comunicação Social pela USP, jornalista e professora da PUC-SP, que comenta sobre quais são as melhores formas de combater as tão faladas fake news.

DO FATO AO BOATO

No início de setembro, a CDI promoveu o evento “Do Fato ao Boato: como as fake news podem destruir a sua reputação”. O encontro, em forma de talk show, contou com a participação dos especialistas: Patrícia Blanco, presidente do Instituto Palavra Aberta; Lino Gaviolli, gerente de Compliance da Compliance Total; Francisco Brito Cruz, diretor do Internet Lab e Vinícius Mota, secretário de Redação da Folha de S. Paulo.

Confira o vídeo do evento na íntegra aqui.

Reputação é coisa séria. Demora anos para ser construída e pode ser abalada em poucos minutos. É necessário que as organizações e seus indivíduos estejam preparados para identificar conteúdos duvidosos e agir de maneira rápida e efetiva na proteção da sua imagem.

Esperamos que você possa aproveitar ao máximo esse conteúdo preparado especialmente para te orientar sobre um assunto atual e extremamente importante para o futuro das marcas. Tenha uma boa leitura!

 

 

Fonte: cdicom

Publicidade em mídias sociais continua a crescer em ritmo acelerado, aponta pesquisa

Segundo a pesquisa “Paid Social Trends” do 2º trimestre, investimento em anúncios em mídias sociais cresceu 40% em base anual

Os investimentos em publicidade em mídias sociais mantiveram sua trajetória de crescimento acelerado e registraram um crescimento de 40% em base anual (Jul/2017-Jun/2018 em relação ao mesmo período anterior). É o que mostra o estudo “Paid Social Trends” do 2º trimestre, desenvolvido pela iProspect. Essa taxa leva em consideração investimentos no Facebook, Instagram, Pinterest, Snapchat, Twitter e LinkedIn. A pesquisa foi realizada com mais de 210 marcas, cujas ações abrangem investimentos em vários países, incluindo o Brasil.

O anúncios em mídias sociais continuam a ganhar espaço dentro do mix de ações de marketing. Isso tanto pela mudança do comportamento do consumidor, como por melhorias das plataformas que continuam a desenvolver formatos mais amigáveis para os anunciantes. Apenas nos segundo trimestre, já foram ao menos 72 atualizações. Essas alterações impactam a performance das campanhas, retroalimentando o interesse neste tipo de comunicação”, explica Gustavo Macedo, diretor de Marketing e Creative Content da iProspect.

A pesquisa mostra que o LinkedIn foi a rede social que registrou o maior crescimento em investimentos em anúncios pagos, 167% comparado ao trimestre anterior e 245% em base anual. Tal desempenho está associado à sazonalidade das estratégias dos anunciantes na plataforma (o investimento no 2º trimestre costuma ser maior do que nos trimestres anteriores) e ao alto engajamento dos usuários do Linkedin que atraem muitas marcas de B2B ou mesmo de B2C com produtos corporativos e de luxo. Novas funções como o Lead Generation e o Carousel Ads também trouxeram grandes oportunidades para as marcas.

Já o Facebook Inc. (holding que reúne Facebook, Instagram e Audience Network) registrou uma variação positiva de 54% (base anual) e 17% (em relação ao trimestre anterior). Embora o crescimento se verifique em todas as plataformas da holding, a rede Facebook foi a que mais contribuiu para este crescimento que está associado a questões sazonais, expansão orgânica, busca de novos prospects e uso mais intensivo de modelos mais interativos de anúncios (a exemplo do Dynamic Ads for Broad Audiences), entre outros. Chama a atenção também o fato de os investimentos em anúncios em vídeo na holding já representarem 53% do total. Isso é devido à adoção de novidades como o Instagram Stories e In-Stream (mid-roll), bem como a maior adoção de recursos de vídeo e animação para blocos de anúncios.

Os gastos com o Snapchat aumentaram 142% em relação ao ano anterior e 9% em relação ao trimestre. Ambos os avanços são devidos à introdução de novos tipos de anúncios, incluindo filtros não geográficos e Lentes Snap, e para o maior espaço/destaque para a publicidade na plataforma. Houve um aumento de 168% comparado ano a ano em gastos com o Snap Ads, o que indica o amadurecimento deste formato e também a resposta positiva do mercado a criação da recém-lançada unidade de publicidade do Snapchat.

Pinterest registrou um crescimento de 17% em base anual e uma queda de 11% em relação ao trimestre anterior. Esta queda está associada a fatores sazonais e a iProspect espera que os investimentos nesta rede continuem a crescer, assim como vem ocorrendo nos trimestres anteriores. Isso porque a rede vem promovendo aprimoramentos importantes em termos de mensuração e formatos de publicidade que facilitam o desenvolvimento e acompanhamento de campanhas.

Por fim, o investimento no Twitter caiu 66% comparando ao ano anterior. Mas, está em alta em 2018, com 32% de aumento em comparação com o primeiro trimestre do ano. Vídeos no Twitter continuam a representar a maior parte do gasto por objetivo – 36% – no segundo trimestre de 2018, conforme as marcas continuam a ver fortes resultados com o formato Video In-Stream. O estudo aponta que as marcas estão começando a explorar o Twitter não apenas para obter visualização de seus vídeos, como para atingir outros objetivos de comunicação. Melhorias nos produtos de publicidade oferecidos e a possibilidade de checagem de dados de audiência por terceiros contribuem com este movimento.

“Como as redes sociais são um canal em constante evolução, o sucesso das marcas depende, em grande parte, de sua capacidade de acompanhar esses desenvolvimentos e adaptar suas estratégias, tanto em termos de mensagens e formatos, como em relação a diferentes aspectos da jornada do consumidor”, ressalta Gustavo Macedo.

Fonte: digitalks

33% dos brasileiros já compartilharam fake news, diz estudo

Cerca de 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

A MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, realizou um estudo para entender como os brasileiros enxergam a questão da privacidade de dados na era do Big Data. Um dos pontos discutidos no estudo foram as famosas fake news. 82% dos respondentes disseram que usam as redes sociais como fonte de informação e 33% já compartilharam um conteúdo falso. O mais incrível é que 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

Um outro ponto alarmante desse estudo são as questões da privacidade de dados, 62% dos respondentes disseram que se preocupam com a segurança de dados, mas em contrapartida, mais da metade dos entrevistados não se importariam em compartilhar seus dados se soubessem que estariam beneficiando outras pessoas comum.

 

Fonte: ipnews

Zeeng: Alerta de Notícias

É com imenso prazer que anunciamos a nova funcionalidade, já disponível na Zeeng!

Agora você poderá programar na plataforma para receber as notícias referente a sua marca através do e-mail e acessar onde estiver, seja no computador ou no seu celular.

Para ativar o Alerta de Notícias, basta você acessar o ícone na sua home e criar um alerta:

Preencher as informações para título, perfis e usuários:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Clicar em salvar:

 

 

 

Está feito!

 

 

 

 

 

 

A partir deste momento as notícias serão enviadas para seu e-mail todas as manhãs.

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