Brasil é o país que mais usa redes sociais na América Latina

Se considerarmos todos os 209,3 milhões de brasileiros, seria como se cada um passasse pelo menos quatro horas apenas em redes sociais, todos os meses

O Brasil é o país que mais está conectado nas redes sociais em toda a América Latina. Cerca de 88% da população brasileira acessa o YouTube, Facebook, Twitter, Instagram, Snapchat, Pinterest e Linkedin. Superamos as taxas da Argentina — não só nesse quesito —, que bate os 83%, e do México, de aproximadamente 80%. Os números são da última pesquisa da Comscore, divulgada nesta sexta-feira. O relatório é referente aos dados do último mês de abril.

Consumo de cada rede social no Brasil, em milhões de pessoas

A faixa etária mais conectada é formada, supreendentemente para alguns, por adultos com mais de 45 anos (27%). Na sequência, aparecem as pessoas de 25 a 34 anos (25%).

Grande parte dos acessos em nosso país tem sido feita por meio de dispositivos móveis. São mais de 68 milhões de brasileiros que usam exclusivamente seus celulares para navegar nas redes sociais.

Número de acessos, em milhões 

Levando em conta o acesso por aplicativo e browser, o caso de maior sucesso é o WhatsApp, que alcança 85% entre os usuários de aplicativos de mensagens. O Facebook Messenger chega a 50% em desse público, nas mesmas condições.

A forte presença dessas plataformas no dia a dia dos brasileiros há muito já chamou a atenção do mercado. Como resultado, marcas tradicionais apostam no engajamento gerado pelas redes sociais para ações, campanhas e lançamentos.

O Brasil é o país com a maior quantidade de conteúdos pagos (38%) da América Latina, à frente do México (24%), Argentina — de novo — (20%) e Chile (20%). O Instagram gera a maior taxa de engajamento com os conteúdos (74%), seguido pelo Facebook (21%) e Twitter (5%).

“As redes sociais se converteram em plataformas de alcance transversal e multiplataforma. Isso impulsiona o crescimento de um mercado publicitário pujante. Portanto, é essencial desenvolver métricas que permitam detectar e interpretar as principais tendências de usuários e consumidores. O branded content, vídeos e celular são três formatos que ganham força em nosso país em tudo e no mundo”, completa Eduardo Carneiro, diretor da Comscore Brasil.

 Fonte: Olhar Digital

Facebook vai cobrar taxa de 30% de grupos privados que têm assinaturas

Facebook passou a testar há cerca de um ano a opção para grupos privados cobrarem uma assinatura de participantes em troca de conteúdo extra. A experiência parece ter dado certo e, a partir de 1º de janeiro de 2020, a rede social começará a reivindicar sua parcela sobre a receita.

Segundo o TechCrunch, o Facebook cobrará uma taxa de até 30%, dependendo do dispositivo em que o usuário começou a assinar o grupo privado. A comissão vale apenas para asssinaturas feitas a partir de 2020, mas deve impactar muitos administradores.

A diretora de monetização de mídia do Facebook, Kate Orseth, afirma que a empresa garantirá 70% dos ganhos aos donos de grupos. O restante do valor será destinado ao Facebook, que até o momento não cobrou nada, ou taxas de outras empresas.

Como o aplicativo do Facebook utiliza os sistemas de pagamento do iOS e do AndroidApple e Google ficam com 30% do valor das assinaturas no primeiro ano e 15%, no segundo. O Facebook ganhará a partir dessa redução, pois ficará com os outros 15% que iriam para as donas das plataformas.

Na prática, a mudança não afetará os administradores de grupos, já que parte do valor terá somente um novo destino. Em assinaturas feitas no desktop, no entanto, a rede social cobrará uma taxa de 30% que, até então, não existia.

O Facebook também permitirá a criação de grupos exclusivos de assinantes, com valores de US$ 4,99 a US$ 29,99. Com isso, administradores não precisarão criar publicações para quem não paga por conteúdo extra sobre temas como culinária, criação de filhos e organização doméstica.

Fonte: Tecnoblog

Como as marcas devem se preparar para crescer no longo prazo?

Uma preocupação diária dos profissionais de marketing é como promover esforços direcionados ao crescimento de marca no longo prazo, sem desviar das metas e dos resultados que devem ser alcançados em curtíssimo prazo. Essa necessidade é uma questão global e a principal motivação do estudo Mastering Momentum (dominando o impulso, em tradução livre), que analisou 3.900 marcas na base de dados BrandZ ™ durante o período de três anos e apresenta alguns caminhos e estratégias de como as marcas podem ter maior controle sobre essa realidade, ao mesmo tempo em que aumentam seu valor e relevância na vida das pessoas.

O estudo concluiu que apenas 1% das marcas dominam a arte de aumentar as vendas no longo prazo. Entre as marcas avaliadas, menos de 6% delas cresceram em market share no período de um ano. Apenas seis em cada dez marcas conseguiram manter esse ganho ao longo de três anos. Nesse ambiente desafiador, somente uma em cada dez consegue se destacar no longo prazo e compõe um seleto grupo –  o “One Percent Club”, como Disney, Orange e Adidas.

Diante deste cenário, o Mastering Momentum traz recomendações valiosas para as estratégias de marketing e branding em relação a distribuição dos investimentos em três áreas principais:

  • Experiência: influencie as vendas repetidas encantando os usuários existentes, pois eles são a base sobre a qual o crescimento é construído.
  • Exposição: influencie as vendas futuras, alcançando novos compradores em potencial, estabelecendo uma diferença significativa por meio de um atraente investimento criativo direcionado à mídia.
  • Ativação: influencie as vendas imediatas, garantindo que a marca e sua diferença significativa sejam facilmente lembradas no ponto de venda.

De acordo com a análise da Kantar, as marcas que conseguiram avançar nessas três etapas atingiram 65 vezes mais crescimento do que a média do mercado. O estudo também constatou que o tamanho influencia significativamente as perspectivas de crescimento, tornando fundamental para as empresas equilibrar o investimento em toda a construção da marca e geração de demanda.

Nigel Hollis, analista-chefe global da Divisão Insights da Kantar, explica que o crescimento sustentado de longo prazo é difícil, mas há uma enorme oportunidade para as empresas que estão dispostas a olhar além dos resultados do próximo trimestre. Marcas que moldam uma estratégia de crescimento relevante para sua posição superam em 45% aquelas que apenas crescem na penetração. “As marcas que concentram o investimento em marketing nos momentos que importam serão aquelas que prosperam e crescem independentemente das flutuações na economia global”, reforça Hollis.

Claire Spaargaren, diretora de orientação de marca global da Divisão Insights da Kantar, afirma que a rápida proliferação de dados no mundo conectado de hoje dá aos profissionais de marketing acesso a mais métricas do que nunca. “Os indicadores mais prontamente disponíveis – como pesquisas brutas, vendas e cliques – se concentram no que está acontecendo aqui e agora, portanto não é surpresa que as atividades que demonstram um retorno imediato apresentam a tendência de vencer a disputa pelo orçamento, por isso é extremamente importante que as marcas entendam o cenário maior. Nosso mais recente relatório global do BrandZ ™ ilustra claramente o impacto financeiro que uma marca forte pode ter em retornos maiores. Identificar indicadores confiáveis de curto prazo para o sucesso em longo prazo é o primeiro passo que os profissionais de marketing precisam adotar para liderar o crescimento futuro da marca”, diz a executiva.

Fonte: Kantar 

Twitter adota política contra intolerância religiosa

O Twitter anunciou algumas atualizações em suas políticas de moderação, passando a banir discursos de ódio voltados a grupos religiosos. As novas medidas entram em vigor a partir de hoje.

No ano passado, a plataforma fez um apelo para que os usuários ajudassem a reescrever suas políticas, propondo medidas “contra a desumanização de grupos identificáveis em geral”, o que gerou mais de 8 mil respostas vindas de pessoas de mais de 30 países.

Com o material desse enorme feedback, o Twitter decidiu começar com a “proibição da desumanização de grupos religiosos, em particular”. A nova política estabelece exemplos específicos de conteúdo direcionados a membros de grupos religiosos que devem serão removidos da plataforma, como xingamentos e demais ofensas feitas à alguém por cota de sua religião.

Fonte: B9

10 dicas para ser mais influente nas redes sociais

Nos últimos anos, vimos surgir um novo termo: Digital Influencer, ou Influenciador Digital, em bom português. Na verdade, muita gente está transformando isso em carreira e ganhando dinheiro, uma vez que essas pessoas se tornaram formadores de opinião das redes sociais apenas com suas publicações.

O grande diferencial é que um influenciador tem uma conexão estreita e até mesmo surpreendente com os seus seguidores, pois consegue fazer com que eles prestem atenção em tudo o que postam e, consequentemente, as convencem a comprar os produtos que elas usam. Não é à toa que as agências de marketing e publicidade estão apostando cada vez mais alto nessas webcelebridades para fazer seus anúncios patrocinados.

Um Digital Influencer pode ser identificado não só a partir do seu número de seguidores nas redes sociais, mas sim pelo engajamento do seu público nas postagens. Se você gosta dessa ideia de influenciar as pessoas digitalmente, veja 10 dicas de especialistas para aumentar a sua influência nas mídias sociais:

1. Crie conteúdo de qualidade

“Pense nos melhores blogueiros que você segue, aqueles que realmente deixam a sua marca e que fazem as pessoas ouvi-los. O que você vai notar é que eles simplesmente não publicam mensagens ruins. A mediocridade não é opção para eles. Não há como eles publicarem um post desleixado porque eles estão ocupados. Cada post é bem escrito, perspicaz e útil”, explica Edward James, da Go Up.

2. Use dados para embasar suas opiniões

“As pessoas que ganharam influência nas mídias sociais compartilham suas opiniões com facilidade. No entanto, o que elas fazem, além de simplesmente colocar para fora é usar dados para dar suporte às suas ideias e posições. Um exemplo disso é Neil Patel. Ele é considerado como uma das vozes mais influentes no segmento de mídia social, analytics e marketing de conteúdo. Ele faz previsões e compartilha suas opiniões em mensagens cheias de tabelas, gráficos e estatísticas”, disse DJ Sprague, CMO da JD Byrider.

3. Saiba sobre o que falam de você na internet

“Existem algumas maneiras de avaliar como você é visto por outras pessoas online. A primeira delas é simplesmente configurar Alertas do Google para si mesmo, o seu negócio, e quaisquer URLs associadas. Isso permitirá que você saiba quando está sendo mencionado e em que contexto”, explica Alexandr Kraminsky, CEO da Prestige Barbers.

4. Crie relacionamentos com outros influenciadores

“Para quem você pode lugar, enviar uma mensagem no Facebook, ou escrever um post convidado para o seu blog? Se a sua resposta honesta é ‘ninguém digno de nota’, você tem muito trabalho a fazer. Começar um networking com outros influenciadores da sua área pode ser muito útil. Não basta tentar ser bem conectado, faça de tudo para ser útil”, comenta Corey Leonard, CEO da StriveLending.

5. Marque presença fora das mídias sociais

“Você não pode tornar-se influente nas mídias sociais por gastar todo o seu tempo com elas”, explica Moe Davis Hamade, CEO da BlackNote. Isso quer dizer que não basta apenas escrever sobre um tema, também é importante ir a eventos relacionados a ele e se fazer presente no mundo real.

6. Puxe mais conversa

“São os influenciadores que começam as conversas. Uma maneira de fazer isso é criar algo grande para dizer e, em seguida, criar uma hashtag incrível. Dessa forma, as pessoas no Twitter vão começar a ver suas conversas”, diz Jody Pearmain, CEO da MyKeyManInsurance.

7. Não se afaste das polêmicas, mas evite drama

“Influenciadores não têm medo de falar o que pensam. Eles também não ficam receosos em confrontar os outros com suas divergências. Eles não têm medo de postar suas opiniões fortes sobre política, negócios e questões sociais”, diz Lia Mendoza, CEO da CruiseNewPortBeach.

8. Fale sobre suas realizações

“Aumentar sua influência nas redes sociais não é sobre popularidade. Trata-se de convencer os outros sobre suas qualificações e levá-los a enxergar você como um líder de pensamento. Isso significa que você precisa mostrar as suas realizações”, explica Peter King, CEO da Mamma.

9. Crie uma identidade

Talvez esse seja um dos principais pontos, pois é preciso que as pessoas reconheçam com facilidade as suas palavras. “Influenciadores têm grandes marcas pessoais. Parte disso é a criação de uma persona e ter uma voz que permanece consistente”, diz Dmitry Epelboym, CEO of CosmeticDentistryCenter.

10. Compartilhe coisas pessoais

“Blogueiros populares e influentes são conhecidos por postarem coisas pessoais relacionadas a negócios, doenças mentais, divórcio, autoestima e uma variedade de questões. Se você quer realmente ser um superstar da mídia social, abrace a vulnerabilidade e compartilhe coisas realmente pessoais que as pessoas possam se identificar”, explica Zoriy Birenboym, CEO da eAutoLease.

Fonte: Canal Tech

Bolsonaro aprova Autoridade Nacional de Dados

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na terça-feira, 9, o texto que altera a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, número 13.709/2018) e cria a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Vetou parte do projeto que tramitou por Câmara e Senado, incluindo questões consideradas importantes, como a obrigação de revisão por pessoal natural e a desobrigação de entendimento jurídico do principal responsável pela gestão de dados.

A aprovação era considerada urgente pelo mercado, que esperava a instauração da ANPD de modo que as empresas tivessem uma baliza institucional para regrar suas adaptações à Lei. Desse modo, o Congresso aprovou rapidamente a LGPD no final do mês passado.

O texto consolidado atualiza a definição de direitos em relação a dados pessoais, estabelecendo diferenças para a gestão dessas informações entre instituições públicas e privadas. A lei também retirou a condição de que um pedido de revisão de dados por usuário seja feito unicamente por uma “pessoa natural”. Sendo assim, se um usuário exigir, por exemplo, a exclusão de suas informações em determinada plataforma ou numa campanha, um sistema automatizado poderá analisar a questão.

O novo texto derrubou ainda a obrigatoriedade de conhecimento jurídico-regulatório por parte do principal responsável pela gestão de dados nas empresas, conhecido geralmente como data protection officer (DPO). As companhias ou instituições ficarão livres para contratar ou nomear para essa função o perfil que acreditarem serem mais apropriado.

Outra questão sensível que foi revista era a garantia de segurança às pessoas que fizessem solicitações no âmbito da Lei de Acesso à Informação. Antes, a LGPD exigia proteção sobre os dados pessoais de quem requisitasse acesso. O veto tira essa salvaguarda.

Algumas modalidades de punições a empresas que infringissem a lei também caíram. Entre elas, a interrupção do funcionamento do banco de dados por seis meses, prorrogáveis por mais seis, e a  suspensão dos serviços e atividades relacionadas a tratamento de dados por até um ano.

No entendimento geral de especialistas, os vetos priorizaram questões econômicas e enfraqueceram as atribuições fiscalizadoras da ANPD. Algumas garantias expressas no Código de Defesa do Consumidor e no Marco Civil da Internet também foram impactadas. O prazo para adaptação do mercado às diretrizes da LGPD é até agosto de 2020.

Fonte: Meio & Mensagem

Zeeng anuncia Paulo Henrique Gomes como Head of Growth

A Zeeng anuncia a entrada de Paulo Henrique Gomes como Head of Growth da empresa. O profissional chega com a missão de contribuir com a evolução do desenvolvimento da empresa, alinhando estratégias de negócios com a missão da startup.

Com mais de seis anos de experiência na indústria de Social Media, Gomes foi o primeiro brasileiro e responsável por iniciar a operação da Socialbakers aqui no Brasil, empresa global de marketing de mídia social. Dois anos depois fez o mesmo com a quintly, ferramenta Alemã de análise de performance de redes sociais, onde passou os últimos quatro anos. Nos últimos meses, o executivo estava liderando a área de growth da empresa para todo o continente Americano.

“Depois de trazer duas empresas para o Brasil, é hora de fazer o movimento inverso, meu objetivo inicial é criar uma máquina de crescimento, trabalhando diretamente nas estratégias de marketing, vendas e customer success. Em um segundo momento, iniciar a expansão da ferramenta para outros mercados. Encontrei na Zeeng uma cultura corporativa na qual me identifico muito, isso me fez brilhar os olhos e aceitar esse novo desafio”, afirma Paulo Henrique.

“O PH está chegando em um momento muito importante da empresa, com o desafio de ajudar na evolução dos nossos negócios. Com sua expertise em diferentes frentes, a meta é aumentarmos 100% nosso faturamento em 2019. Além disso, percebemos que o PH tem valores pessoais que estão muito de acordo com os nossos, com certeza será uma ótima parceria”, finaliza Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Twitter Brasil divulga lista de campanhas que se destacaram no segundo trimestre de 2019

O Twitter Brasil divulgou nesta segunda-feira, (1), a lista com as campanhas de marcas que souberam aproveitar os diferenciais da plataforma para transmitir sua mensagem à audiência de maneira criativa, impactante e efetiva durante o segundo trimestre de 2019. As marcas selecionadas no período foram Google CloudAxeUberLGAppleiFood e Natura.

A cada trimestre, o Twitter apresenta as campanhas de destaque na plataforma no período divididas em três pilares: estratégia de marca, estratégia de conteúdo e boas práticas de conteúdo em vídeo e uso de mídia. Em cada pilar, o Twitter elenca duas marcas que souberam aproveitar as características da plataforma para trazer conteúdos de qualidade e se conectar com os consumidores. Além disso, o levantamento interno indica uma campanha que reúne os elementos das três categorias.

Confira as marcas de destaque no Twitter no Brasil entre abril, maio e junho de 2019, divididas por pilares:

Estratégia de marca
(Marcas que foram capazes de analisar o comportamento do consumidor a partir das conversas no Twitter e aproveitaram a oportunidade para construção de marca na plataforma)

Google Cloud

Com o objetivo de falar sobre seu conjunto de soluções e serviços de computação em nuvem diretamente com tomadores de decisão, o Google Cloud adotou uma linha de comunicação baseada não apenas na apresentação dos recursos técnicos de seus serviços, mas sim no impacto que eles causam na produtividade e no dia a dia dos negócios. Para isso, a marca adaptou sua linguagem às pessoas e se comunicou através de parceiros que validassem a sua mensagem. A agência Blinks participou da iniciativa.

Vídeo incorporado

Valor Econômico

@valoreconomico

O que é Data Warehouse? A gerente de professional services do @GoogleCloud_BR Priscila Sergole explica sobre repositório de informações e a nova revolução tecnológica que estamos passando.

73 pessoas estão falando sobre isso

Axe

Para ganhar destaque em conversas relacionadas ao Lollapalooza Brasil, Axe engajou com usuários e respondeu em tempo real diversos Tweets sobre o tema. Tendo em vista que o posicionamento da marca é “Dá pra ter tudo”, e que muitas pessoas relataram no Twitter uma frustração de não poderem ir ao festival por conta do preço, Axe promoveu um sorteio de ingressos do Lollapalooza Berlim. Para participar, as pessoas tinham que Tweetar o nome de uma música que ouviram durante o Lollapalooza Brasil, marcando a conta da Axe e incluindo a hashtag #AxeNoLollaBR. O sorteio foi realizado assim que acabou a edição brasileira do evento. Em parceria com a área do Twitter que une criadores de conteúdo às marcas, Axe também contou com influenciadores digitais para engajar os usuários na plataforma. Toda a ação foi criada em parceria com UStudio e Tub Media.

AXE Brasil

@AXEBR

Vc pode curtir o Lolla Berlim com um amigo! Não para de tweetar: nome da música que tá rolando + + @axebr

Veja outros Tweets de AXE Brasil

Estratégia de conteúdo
(Marcas que utilizaram criadores de conteúdo para estabelecer uma conexão com a audiência e levar sua mensagem de forma natural e autêntica)

Uber

No lançamento do Uber Juntos, opção de transporte do Uber com preço mais acessível, a marca optou por utilizar o criador de conteúdo Otávio Albuquerque para apresentar os benefícios do serviço de maneira criativa e bastante visual. Uber uniu o influenciador, que participa da filmagem, narra a história e empresta sua imagem para que seja retratada de forma artística, com um estúdio de design Dirty Work, que produziu as filmagens e criou o personagem em ilustração. Assim, Otávio se transformou em desenho animado e destacou as vantagens do Uber Juntos de maneira divertida.

Vídeo incorporado

Otávio Albuquerque

@taviao

BREAKING NEWS: Depois do Tavião da airfryer, Tavião da bike dobrável, Tavião pai de pet, Tavião da corrida, chega o TAVIÃO DESENHO ANIMADO! E com uma dica show pra economizar com o Uber Juntos da @Uber_Brasil e gastar com o que realmente importa: bauruzinhos e discos do Tim Maia!

160 pessoas estão falando sobre isso

LG

Para se associar a um conteúdo de qualidade, do interesse do público e idealizado por um criador no Twitter, a LG patrocinou a série “Vidas Paralelas”, criada exclusivamente para a plataforma. Na produção, a criadora de conteúdo Patrícia dos Reis, conta em cinco episódios a história de pessoas que têm uma profissão comum, mas usam seu tempo livre para explorar habilidades curiosas, como bailarinas, musicistas, organizadoras a professoras. Ao apresentar essas histórias, Patrícia as conecta às mensagens importantes do novo smartphone LG K12+, como a qualidade da câmera, som e imagem, resistência a queda, entre outras. A agência Y&R participou da iniciativa, e a LG foi a primeira marca de tecnologia a patrocinar um conteúdo original no Twitter na América Latina.

Vídeo incorporado

Patrícia dos Reis

@pathy

Apreciem esse trailer maravilhoso de VIDAS PARALELAS, minha série aqui dentro do Twitter!

78 pessoas estão falando sobre isso

Boas práticas de vídeo e uso de mídia
(Marcas que foram bem-sucedidas no uso das boas práticas de conteúdo em vídeo e de mídia)

Apple

Para a campanha de lançamento do novo iPad Pro, a Apple utilizou vídeos de até 15 segundos focados em funcionalidades do produto apresentadas com elementos visuais que ajudam a contar uma história. Mesmo sem som, os vídeos mostram todas as principais vantagens do iPad Pro de maneira clara e assim alcançaram bons índices de engajamento na plataforma.

Apple

@Apple

Construa sua marca: Desenhe seu próprio logo do zero com o Affinity Designer e o Apple Pencil.

Veja outros Tweets de Apple

iFood

Com objetivo de incentivar o uso de seu serviço aos domingos, o iFood aproveitou as conversas no Twitter sobre Game of Thrones (GoT) para lançar a campanha #AFomeChegou e se conectar com a audiência interessada pela série e potenciais consumidores. Com vídeos animados de 15 segundos, a marca incentiva as pessoas a fazerem pedidos em sua plataforma antes do início de um episódio inédito da série, criando uma conexão genuína com os consumidores.

Vídeo incorporado

iFood

@iFood

De onde vem esse frio?

84 pessoas estão falando sobre isso

Destaque do trimestre
(Marca que apresentou bom uso das estratégias de conteúdo e marca, além de boas práticas de mídia)

Natura

Como parte de sua estratégia para o rejuvenescimento da marca, a Natura contou com o apoio do Twitter Brasil para estruturar um time inédito da empresa, dedicado a engajar em tempo real com usuários da plataforma. A formação do time seguiu o comprometimento da Natura com a diversidade, recrutando profissionais de diferentes gêneros, raças e orientações sexuais. Como resultado final do projeto, após analisar insights obtidos a partir do engajamento com o público, a Natura fez um reposicionamento da marca na plataforma. A empresa criou a persona “Nat Natura”, que substituiu a Natura Institucional no Twitter, e adotou uma nova maneira de se comunicar.

Vídeo incorporado

Nat Natura

@naturabroficial

Hoje é dia de luta, . Troque os seus “parabéns” por um “estou com você”. Em vez de dar flores, dê um abraço apertado. A gente precisa ser celebrada, mas precisa mais ser ouvida, respeitada e acolhida. Vamos todos juntos?

 Fonte: Ad News

 

Marketing e dados: uma combinação a favor do negócio

Com o intuito de conhecer melhor o consumidor para se comunicar da maneira mais assertiva possível, o marketing e a comunicação sempre tentaram se beneficiar de insights vindos dos dados; seja a partir de estudos prévios, como no passado, que diziam quais eram os locais em que seriam mais vistos ou teriam mais destaque, seja como é atualmente, com insumos colhidos em tempo real, mostrando quais são os usuários que consomem determinada ação, a taxa de conversão, interesse, informações básicas, entre outras.

A utilização de dados oriundos do ambiente digital é uma tendência rápida e efetiva em favor das empresas, uma vez que de acordo com informações da última pesquisa de lares brasileiros do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 70,5% dos brasileiros possuem acesso à internet, ou seja, 49,2 milhões de domicílios estavam conectados em 2017.

Em linhas gerais, as ações com foco nesse mundo online também crescem. Hoje, segundo o Panorama Agências Digitais 2019 da Rock Content, empresa de marketing de conteúdo, mais de 80% das agências oferecem os serviços de compra de mídia digital e de gerenciamento redes sociais  (82% e 81,7%, respectivamente), crescendo também criação de campanhas de e-mail marketing (74,4%), marketing de conteúdo (73,7%) e criação de landing pages (72,1%).

Porém, mais do que aplicar ações online, as estratégias precisam ser desenvolvidas com base na conectividade com o cliente — como ele se comporta e quais experiências são mais relevantes para sua fidelização. Os dados, para tanto, explicam e garantem uma fonte inesgotável de insights e insumos valiosos, propondo pesquisas e otimizações contínuas.

Realizar um estudo de mercado é uma das maiores aplicações da inteligência nesse campo, podendo ser realizado rapidamente com plataformas que unam dados de empresa para gerar insumo para sua decisão, no quais é possível entender o porte da empresa, saber mais sobre a persona (público-alvo), conversar no tom que seu cliente espera. As empresas de varejo e e-commerce, por essa dependência direta e rápida com consumidor, entenderam isso mais rapidamente que o restante do mercado, saindo à frente com funções que se misturam, como, por exemplo, o caso da grande varejista Magazine Luiza, com a personagem Magalu.

Vivendo a época preparatória para uso da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), é clara a posição central e de extrema importância que os dados estão tomando! Imagine quanto será vantajoso e lucrativo ao empresariado ter a possibilidade de montar uma base que quer estar ali, sendo parte da sua rede de relacionamento por opção. Por muito tempo, a situação na internet passou despercebida e quebras em sistemas, expunham os clientes e usuários, hoje é direito de este ser informado do uso (ou mal-uso) dessas informações.

Fonte: Canal Tech

O perfil do CMO de alta performance, segundo a McKinsey

Os chief marketing officers devem, cada vez mais, incorporar à sua agenda compromissos das áreas de finanças, recursos humanos e tecnologia das empresas — indo muito além do marketing em si. É o que aponta um estudo recente da McKinsey, apresentado em junho durante o Festival de Criatividade de Cannes.

Baseado em entrevistas com 60 executivos globais em cargos C-level e em pesquisas quantitativas com mais 200 executivos, realizadas entre fevereiro e maio deste ano, o estudo apontou que 83% dos CEOs globais veem no marketing um componente primordial para o crescimento da empresa.

A McKinsey identificou três perfis primordiais entre os CMOs, dentre eles um que se destaca ao entregar mais resultados às suas corporações. A maioria dos líderes de marketing, cerca de 49%, se enquadram no perfil “Amigo”: eles têm boas relações com um ou dois membros do board de diretores, na maioria das vezes o CEO, porém têm responsabilidade limitada em relação às perdas e ganhos da empresa.

Fonte: McKinsey

O segundo perfil mais comum é o de CMOs “Solitários”, que representam 27% da base da pesquisa. Estes têm relações ainda mais limitadas com outros C-Levels, e são focados primariamente nas áreas de comunicação e marketing — geralmente em estratégias de curto prazo.

O perfil mais raro (e com melhor desempenho) é o dos chamados “Aglutinadores”, CMOs que representam 24% do total. Estes se destacam por estabelecer parcerias significativas com todos os líderes da organização. De acordo com esta visão, áreas como vendas, recursos humanos, inovação em produtos e finanças devem integrar o projeto de marketing da empresa.

De acordo com a McKinsey, empresas com alto índice de crescimento são sete vezes mais propensas a contar com este perfil aglutinador, cujo papel é pensar em como o marketing pode alavancar outras áreas da companhia.

Marcelo Tripoli, sócio associado e vice-presidente de digital da McKinsey, explica que este movimento tem a ver com uma perspectiva cada vez menos isolacionista sobre o marketing. “O marketing não está deslocado da parte de produto ou operacional, por exemplo. Não adianta investir  para trazer novos clientes e então perdê-los em alguma outra ponta pois estão insatisfeitos. O melhor marketing é aquele que consegue sensibilizar a companhia como um todo e orquestrar a jornada do cliente de forma mais holística”, afirma.

Fonte: McKinsey

Neste cenário integrado, o CMO é tão responsável por lucros e perdas quanto outros executivos C-level, e portanto suas verbas são mais frequentemente defendidas por seus pares da diretoria. O perfil aglutinador também costuma ocupar o cargo de CMO por um período 48% mais longo do que os outros perfis.

Na avaliação de Tripoli, empresas nativas digitais tendem a criar culturas mais propícias para o desenvolvimento de CMOs aglutinadores. “No Brasil, diria que ainda estamos no começo desta jornada. Vejo que ainda há poucos CMOs que conseguem atuar de forma mais ampla e sair da caixinha de comunicação e marketing”, acrescenta.

Burlando o cinismo
De acordo com a McKinsey, apenas 3% dos executivos membros dos boards das empresas possuem background em marketing. Ainda, 23% dos CEOs não acreditam que a área efetivamente entregue crescimento. Entre os chief financial officers (CFOs), 40% não acreditam que investimentos em marketing devam ser defendidos em um contexto de retração. Outros 45% declinaram propostas de marketing pois julgaram que elas não demonstraram valor claro.

Para Marcelo Tripoli, o ponto pacificador entre as diferentes áreas está nas planilhas. “Quando o diretor de marketing mostra que há uma relação de causa e efeito entre a sua verba e o resultado da empresa, elimina a variável empírica da equação. Hoje, há modelos de atribuição sofisticados que permitem aos CMOs mostrar resultados e, portanto, haverá uma disputa no mercado por este diretor orientado por dados”, avalia.

Diante disso, métricas como ROI, taxa de evolução de receitas e tempo de vida do cliente tendem a ser tão valorizadas quanto indicadores como brand equity, engajamento ou GRPs.