Época Negócios destaca Zeeng entre as 100 Startups to watch

Época NEGÓCIOS e Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam um radar preciso das empresas nascentes mais atraentes do mercado e a Zeeng está entre elas!

 

Em meio à crescente complexidade do ecossistema de inovação brasileiro, o projeto “100 Startups to Watch” nasce como o mais preciso radar para detectar talentos e orientar governos, empresas e investidores. Fruto de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de análise de dados e mobilizou uma equipe de mais de 40 especialistas e líderes da comunidade de startups, que fizeram parte de um Conselho Consultivo. Escolhidas entre mais de 1,3 mil inscritas, as empresas listadas têm foco em soluções que estão moldando os rumos da nova economia e foram divididas em 14 setores e nos estágios protótipo, validação, MVP, tração e escala., MVP, tração e escala.

 

 

ÉPOCA NEGÓCIOS Qual é a sua visão sobre o cenário de corporate venture no Brasil?
Rogério Tamassia
 Tivemos uma explosão de iniciativas de aproximação entre corporações e startups nos últimos dois anos. Mas é preciso destacar que boa parte desses projetos ainda está ligada a estágios iniciais do corporate venture. Trata-se de um movimento natural: grandes empresas preferem apostar em formatos como hackathons e competições antes de investir em programas de inovação mais consistentes. Embora não gerem resultados expressivos, esses modelos ajudam a preparar as organizações para níveis de parceria que exigem mais comprometimento, como aceleradoras e fundos de investimento.

NEGÓCIOS Como as corporações podem evoluir para estratégias mais consistentes?
Rogério
 As empresas precisam saber o que estão procurando. Patrocinar um hackathon dificilmente resultará em um modelo de negócio “disruptivo”. Mas pode ser uma boa oportunidade para aprender sobre startups. Programas de aceleração corporativos, por sua vez, tendem a apresentar resultados mais palpáveis. No final das contas, tudo depende de quanto as empresas estão dispostas a investir na parceria — e em quanto tempo esperam obter o retorno sobre esse investimento.

NEGÓCIOS O que os gestores dos programas devem fazer para que as startups não sejam sufocadas pelos processos burocráticos de grandes empresas?
Rogério
 A maioria das corporações trabalha com metas de curto prazo. O problema é que startups apresentam ciclos de maturação mais extensos, incluindo etapas sucessivas de tentativa e erro. Quando essas duas realidades se encontram, é natural que aconteça um choque. A melhor maneira de resolver esse conflito é adotar uma mentalidade voltada para o longo prazo. Demonstrar compromisso é essencial para ganhar legitimidade no ecossistema de startups e tecnologia.

NEGÓCIOS Quais tendências devem surgir no circuito de inovação corporativa?
Rogério 
Passada a fase de consolidação atual, acredito que veremos um número maior de empresas apostando em estratégias mais completas. As organizações passarão a implantar modelos que contemplem negócios em diversos estágios de crescimento. A crença de que os programas de corporate venture servem para encontrar unicórnios também deve chegar ao fim. As expectativas de retorno sobre investimento tendem a ficar mais realistas.

NEGÓCIOS Por que é importante levantar dados que ajudem a mapear o ecossistema de startups?
Rogério 
A disponibilidade de informações confiáveis é essencial para que as empresas enxerguem o nível de evolução das startups brasileiras. Muitos executivos viajam para o Vale do Silício em busca de tecnologias que já existem por aqui. Existem muitas soluções inovadoras sendo criadas no país. Precisamos encontrar novas maneiras de mostrá-las para o mundo.

Fonte: Época Negócios

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

Entenda como o Big Data possibilita qualificar e mensurar o perfil da concorrência e ver como ela atua nas plataformas, diminuindo erros e maximizando acertos

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação,  quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em Big Data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas – e já falamos disso em outro artigo – ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o Big Data Analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência  – o assunto principal deste artigo.

Sabendo com quem competimos

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas  também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar

Uma solução como a Zeeng consolida, em uma única plataforma, informações que antes se encontravam de modo desintegrado, dispersas em diferentes ferramentas. Com essa plataforma única, o cruzamento informacional se dá de maneira extremamente ágil, e em tempo real. Isso permite que você baseie suas tomadas de decisão em evidências reais, deixando de depender de um  “feeling” criativo.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

Post escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform.

Zeeng é destaque no projeto Draft

A Zeeng é uma plataforma de Big Data Analytics para marketing e comunicação

Nome:
Zeeng.

O que faz:
É uma plataforma de Big Data Analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

Que problema resolve:
Possibilita que dados obtidos por meio de sites, redes sociais e notícias sejam compilados em um mesmo lugar, auxiliando profissionais da área em brainstorms e em estudos de concorrência.

O que a torna especial:
De acordo com os fundadores, a startup permite que os gestores de marketing tenham em mãos, em tempo real, informações sobre o comportamento de suas marcas na mídia, ambiente digital e nas redes sociais, além de observar o movimento dos concorrentes.

Modelo de negócio:
A Zeeng lucra com a assinatura SaaS da plataforma que tem pacotes comerciais a partir de 1.500 reais mensais.

Fundação:
Março de 2017.

Sócios:
Eduardo Prange — CEO
André Saldanha — CTO
Cesar Paz — Advisory Board

Perfil dos fundadores:

Eduardo Prange — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Turismo e Lazer pela Fundação Universidade Regional de Blumenau e tem MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT-SP. Foi sócio-fundador da Seekr e ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira dos Agentes Digitais (ABRADI).

André Saldanha — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Computação pelo Centro Universitário La Salle. Trabalhou na Plugar.

Cesar Paz — 53 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Engenharia pela PUC-RS. Atua como professor do curso de Comunicação Digital da Unisinos. Fundou a AG2 e a ABRADI e é sócio e membro do advisory board da Alright, EYXO, Delta, Zeeng, DEx01, Minovelt e Delta.

Como surgiu:
Eduardo conta que antes de empreender a Zeeng era cofundador da Seekr, empresa de monitoramento de mídias sociais no Brasil. Durante o período em que ficou à frente do negócio, ele diz que percebeu um problema comum nos projetos de marketing digital: a fragmentação de diferentes tecnologias de monitoramento de informações. A partir daí, surgiu a ideia de encontrar uma forma de consolidar em uma única plataforma esses recursos. Em setembro de 2016, já com os dois sócios, iniciou o processo de desenvolvimento do MVP e a Zeeng foi lançada no mercado em abril do ano passado.

Estágio atual:
A Zeeng conta com mais de 30 clientes ativos e cerca de 1 600 marcas monitoradas por sua plataforma.

Aceleração:
Foi acelerada pela InovatiVa Brasil e atualmente está no programa da Wow Aceleradora.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 550 mil reais na empresa.

Necessidade de investimento:
Pretendem abrir conversas com potenciais fundos de investimento, em 2019, para captar uma rodada Série A de 3 milhões de reais.

Mercado e concorrentes:
“O ano de 2017 foi de validação de várias teses para a Zeeng. Porém, em 2018, já estamos trabalhando visando a expansão da empresa”, afirma Eduardo. Ele diz que o negócio não tem concorrentes diretos no Brasil, mas aponta alguns player internacionais que possuem semelhanças com seu produto, como SimiliarWeb, TapClicks e SocialBakers.

Maiores desafios:
“Acreditamos que o grande desafio em 2018 seja o de consolidar nosso modus operandi e gerarmos escala em todas as frentes da empresa: marketing, vendas, pesquisa e desenvolvimento e atendimento”, conta o CEO.

Faturamento:
300 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Já atingiu o break-even em outubro de 2017.

Visão de futuro:
“Já temos o título de ser a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Porém, queremos o reconhecimento como os líderes deste mercado. Dentro dos nossos sonhos mapeados para os próximos cinco anos está atingir a marca de 3 mil clientes e levar nosso produto para outros países”, diz Eduardo.

Onde encontrar:
Site
Contato

Fonte: Draft

Zeeng Insights

Temos novidades na plataforma! 😀

 

É com muito orgulho que anunciamos nosso novo módulo disponível na plataforma: Zeeng Insights, nele encontramos informações mais aprofundadas e novos relatórios para as marcas administradas por você 🙂

Neste novo módulo é possível fazer diversas análises e comparações novas, por exemplo a análise de curtidas novas por dia no Facebook.

 


Também é possível analisar o número de impressões pagas e orgânicas no período desejado, além de ter acesso ao campo de pessoas alcançadas.

 

Nesta área é possível comparar o número de impressões que cada tipo de mídia gera (gráfico 1), ainda dentro do tipo de mídia é possível comparar o desempenho entre Orgânico e pago. Também temos acesso a informações demográficas como o Sexo e a Idade do público que interagiu com as postagens.

Na área seguinte temos a listagem dos posts que obtiveram mais interações e em seguida os que tiveram o menor desempenho.

 

Como este é um relatório vivo, existe uma área onde é possível inserir comentários e apresentar insights para seus clientes ou Stakeholders.

E por último, mas não menos importante, temos os comparativos de períodos anteriores:

Gostou do novo módulo?

Caso tenha alguma dúvida entre em contato com a gente pelas nossas redes sociais ou mande um e-mail para contato@zeeng.com.br! 🙂

O novo desafio no mundo do Big Data: a execução!

Big data virou palavra de ordem: tudo vem dos dados. A questão é que o ouro não está mais na informação em si, mas sim no que somos capazes de fazer com ela

Agora mesmo, enquanto você lê este texto, bilhões de dados estão sendo gerados no mundo todo, nas mais diversas plataformas e em formatos variados. É o tão falado big data, o enorme conjunto de dados que serão garimpados, analisados e processados para fornecerem ideias e insights, gerando estratégias e soluções.  Hoje, a maioria das organizações está consciente de que é essencial ter em mãos dados que sejam importantes para o seu negócio. O desafio, agora, é identificar e usar bem os dados corretos, isto é, os mais adequados para o contexto e as demandas.

O que estou querendo dizer com isso é que, cada vez mais, o valor não reside na informação em si, mas sim na nossa capacidade de tratá-la, analisá-la e, principalmente, contextualizá-la. Porque só assim conseguimos fazer o melhor uso dos dados que vão, efetivamente, enriquecer nossas campanhas, nossas ideias, nossos projetos e trabalhos. Como dissemos em um artigo anterior, “nestes tempos digitais, há grande diversidade de canais, e as marcas devem estar em todos eles – como seus clientes estão – com a mensagem certa, no tom correto, na hora exata”.

Sabemos que a publicidade tradicional já não funciona, afinal, o mundo mudou, a internet diversificou as fontes de pesquisa e não buscamos mais informação como costumávamos fazer. O tempo em que a propaganda dizia às pessoas o que elas queriam ou do que precisavam já passou. Hoje, a empresa que quiser ser relevante tem que chegar ao consumidor com a solução que ele precisa naquele momento para resolver determinada dúvida ou problema. E, para isso, o uso estratégico do big data, com a coleta eficiente e as análises precisas, deve embasar qualquer plano de atuação ou tomada de decisão.

John Fernandez, VP de receita de marketing da Contently, disse em um artigo recente que os profissionais de marketing precisam de evidências quantitativas para provar – principalmente para gestores e acionistas – o valor dos investimentos. Mas, ele observa, muitos deles “parecem estar fixados em reunir todos os dados quando deveriam realmente colocar todas as suas fichas em busca dos dados corretos”. Relatando experiências com o jogo de pôquer e suas tentativas de melhorar o seu desempenho nas partidas a partir de uma planilha com todos os dados de todas as suas jogadas, ele percebeu que “dados por si só não são a solução”.

Mas, então, o que se pode fazer para usar os dados de maneira mais eficaz? Segundo Fernandez, a resposta pode ser enganadoramente simples: comece com um dado que mostre um impacto claro nos negócios e siga a partir daí. Um exemplo: você tem uma reunião em que vai apresentar a proposta da sua agência para a empresa X. Você pode chegar com muita informação sobre essa empresa –  não terá feito mais do que se espera, certo? Por outro lado, se você tem na cabeça que “dados por si só não são a solução”, terá estudado, também, o contexto, o mercado da empresa, como ela aparece, como se diferencia (ou não) dos seus competidores, seus pontos fracos e fortes, o que as pessoas comentam sobre a empresa e sobre seus competidores. Enfim, você terá, mais do que dados, informações pertinentes, relevantes, que passaram por uma análise cuidadosa e efetivamente contribuem para mostrar (e gerar insights para mudar) a realidade da empresa cliente. Ou seja, o uso dos dados corretos enriquece a atuação.

Dados adequados geram conteúdo relevante

Um exemplo citado por Fernandez é o Walmart, que começou a obter, aos poucos, mais orçamento e participação quando a equipe editorial descobriu que os clientes engajados via conteúdo tinham um tíquete médio de pedidos 7% maior do que o dos clientes que compravam direto. E à medida que foi usando mais inteligência e sabendo mais sobre qual conteúdo criar, houve outros sinais de progresso – a taxa de rejeição caiu 22% e o tempo que as pessoas passavam no site aumentou 30%.

A lição é que, se o conteúdo é rei, a informação relevante é a rainha nesta corte digital. Os melhores dados, analisados e contextualizados, levam à criação de conteúdo mais rico e influente, inspiram produtos, serviços e ofertas que respondem às demandas dos clientes.

“Digital e conteúdo têm de ser como um vírus.

A agência inteira precisa ser infectada.”

Luiz Telles, diretor nacional de conteúdo e engajamento da Artplan

É mais do que hora de os profissionais de marketing, além de pensarem no conteúdo como a bateria que superalimenta tudo o que eles fazem, perceberem que, para além dos dados, a utilização das informações corretas e relevantes é o que realmente importa. E, para isso, o uso de plataformas que utilizam a inteligência para coletar e analisar informações é fundamental, reunindo os dados corretos sobre um potencial consumidor e ajudando os times criativos a convertê-los em ações que sejam relevantes, adequadas, efetivas e que tenham mais originalidade e um approach mais direcionado.

Artigo escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng.

Zeeng: conheça a plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação

Entrevista para a Revista VendaMais

Entender o seu posicionamento no mercado e comparar com seu ambiente competitivo, por meio de uma plataforma de big data analytics,voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Essa é a proposta da Zeeng, empresa de Porto Alegre que visa trazer, com uma interface simples e intuitiva, dados e informações para auxiliar na tomada de decisões.

Confira nesta entrevista com o CEO da Zeeng, Eduardo Prange, como esta funcionalidade pode auxiliar a compreender o comportamento de mercado e gerar insights para gestores.

Para começar, vamos falar um pouco da Zeeng: o que fazem e o que oferecem exatamente?

A Zeeng oferece uma plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação. Apostamos em uma interface simples e intuitiva para que os nossos clientes possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores. E também acompanhar as ações das marcas de seu interesse no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

A plataforma opera em três vertentes principais:

  • Web Analytics;
  • Monitoramento de notícias;
  • Análise de comportamento de marcas em mídias sociais.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights. Todo conteúdo capturado é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing em suas empresas.

Quais as principais tendências por parte das empresas que você vê hoje ocorrendo na questão do uso de big data analytics na área de Marketing?

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

O mercado está aquecido e passando por um processo de amadurecimento. O tema big data analytics e data driven marketing está na pauta prioritária de todo e qualquer CMO contemporâneo.

O que vemos é uma grande oportunidade das empresas se apropriarem de dados externos como forma de se diferenciarem competitivamente no mercado. Porém a oportunidade ainda esbarra na dificuldade de incutir essa tecnologia no dia-a-dia. Seja por questões de cultura ou até mesmo por desconhecimento técnico.

Acredito que esse processo evolutivo ganhará ainda mais força em 2018. E os CMOS passarão a contar com o apoio de profissionais capacitados em “data science”. Esses profissionais, por sua vez passarão a exercer um espaço cada vez mais estratégico nas organizações, ocupando o “C level”, como CDOs (Chief Data Officer), fornecendo insumos para tomadas de decisões que transcendam a área de marketing das organizações.

Uma vez que tenhamos essa imersão dos CDOs nas organizações, acredito que iniciaremos verdadeiramente de maneira eficaz a operar o marketing com uma série de tecnologias de inteligência artificial e machine learning. Isso elevará e potencializará ainda mais os resultados obtidos pelas empresas em suas ações e campanhas.

Imagine que uma empresa está pensando em usar big data analytics para melhorar sua comunicação. Por onde deve começar? De maneira sucinta e objetiva, quais as suas principais recomendações?

Acredito que esse processo deva acontecer com o acompanhamento dos parceiros de comunicação (agências e consultorias de marketing) das empresas. Sem sombra de dúvidas, os parceiros são fundamentais para que a imersão neste “novo” mundo seja ainda mais efetiva para as empresas.

O que sempre digo para os nossos clientes é: não tenha medo de experimentar, errar, aperfeiçoar e evoluir. Mesmo no universo do data driven marketing, não existe receita de bolo. O que existe é um arsenal tecnológico que pode e deve fazer parte do dia-a-dia das organizações como forma de empoderar os gestores de marketing a tomarem decisões baseadas em evidências informacionais de seus mercados.

E é de suma importância que exista consciência de que este é um caminho sem volta. Em países desenvolvidos como Estados Unidos, Inglaterra, França e Espanha, o data driven marketing já deixou de ser tendência. Ele se tornou crucial nas organizações há pelo menos três anos.

Quais são os erros mais comuns que você vê as empresas cometendo em relação a este assunto específico? O que você acha que DEIXOU de funcionar, mas ainda tem empresas fazendo?

Como existe um volume muito representativo de dados dentro das organizações, elas acabam investindo energia para aperfeiçoarem a extração de valor que os mesmos podem proporcionar. E acreditam na tomada de decisão limitada e embasada no que lhes pertencem.

O fato é: as empresas possuem “dados em casa”. Mas o que efetivamente elas fazem com eles?

Não estou dizendo que os dados internos não geram valor! Estes têm de fato muito valor, mas de maneira alguma podemos desconsiderar o cruzamento e integração com os dados relacionados ao ambiente externo das organizações.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando maiores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são somente alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes.

Dessa lista de erros, qual você considera o mais grave? Por quê?

Subestimar o valor e poder dos dados! Existem muitos gestores de marketing que estão enxergando tudo isso como tendência, algo do futuro, com baixa prioridade em suas organizações. O fato é que se eles não se conscientizarem de que este é um caminho sem volta, podem levar as suas empresas à falência.

Qual seu diferencial em relação a outros possíveis concorrentes? Por que vocês são diferentes de outros fornecedores da área?

Atualmente no Brasil não existe nenhuma plataforma que ofereça a mesma proposta de valor ao mercado de comunicação e marketing como a Zeeng. Resolvemos um problema informacional relacionado à inteligência competitiva e levamos evidências para os nossos clientes tomarem as melhores decisões.

Desenvolvemos a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Consolidamos em uma única plataforma o que antes nossos clientes encontravam de maneira fragmentada e desintegrada em diferentes ferramentas. Isso possibilita um cruzamento informacional extremamente ágil, em tempo real. E permite uma tomada de decisão baseada em evidências e não mais apenas pelo “big idea” ou pelo “feeling” criativo.

Com tanta experiência na área, quais dicas ou informações você vê sendo dadas pela mídia em geral sobre este assunto com as quais claramente não concorda?

Vejo muita “fumaça” em cima do termo big data, do uso de inteligência artificial e sobre robôs substituindo pessoas nas organizações, que por sua vez ficarão desempregadas. Entendo que esse processo de transformação e evolução esteja relacionado à realocação das competências profissionais. Um grande exemplo disso está relacionado a escassez dos profissionais de ciência de dados, extremamente valorizados (estou falando em âmbito global). Ou seja, quem serão os “operadores” destas máquinas que estão sendo e ainda serão criadas?

Que tipo de empresa pode se beneficiar dos serviços/produtos oferecidos pela Zeeng?

A aplicação não se restringe a um perfil específico de empresas, e sim à maturidade e ao nível de competição no qual esteja inserida. Quanto mais competitivo o mercado for e/ou maior apelo ao consumidor final a empresa possuir, maior será a aderência com o nosso negócio.

Em outra ponta, existem as agências de comunicação em geral (tradicionais, digitais, PR, etc.) que possuem uma grande percepção de valor sobre a plataforma. Elas utilizam a Zeeng em diferentes áreas: comercial (para fortalecer o speech na aquisição de clientes), planejamento, criação, conteúdo e mídia.

Damos condições dos profissionais das agências atuarem de maneira fundamentada (orientada por dados) e mensurável em tempo real, permitindo a correção de rotas dentro das ações e campanhas propostas aos seus clientes.

Da mesma forma, que tipo de situação a Zeeng NÃO se propõe a resolver?

A Zeeng não presta Consultoria e/ou serviço de inteligência. Focamos no nosso modelo de negócio (SaaS), em que vendemos assinatura para a licença de uso da nossa plataforma.

Nosso core business está relacionado ao desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam as áreas de marketing e comunicação.

Entendemos que os melhores parceiros para os nossos clientes (empresas) sejam as agências de comunicação e empresas de consultoria que possuem expertise para extração de valor, obtenção de insights e proposição de ações orientadas pelas evidências apresentadas na plataforma.

Onde uma pessoa que quiser saber mais sobre a Zeeng pode encontrar informações e tirar dúvidas?

O nosso principal canal é o nosso website: www.zeeng.com.br. As pessoas interessadas na plataforma da Zeeng podem se dirigir para o nosso blog ou até mesmo solicitar um “free trial” da plataforma.

Algum último comentário que queira fazer para os leitores da VendaMais?

Gostaria de agradecer pelo espaço e convite para esta entrevista e me colocar 100% à disposição para evoluirmos a conversa, conforme interesse do público, por meio do meu perfil no Linkedin: /eduardoprange ou até mesmo e-mail: eduardo.prange@zeeng.com.br. Um grande abraço a todos!

Fonte: Revista Venda Mais

Data Driven Marketing: os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital

Na manhã de hoje tivemos a oportunidade de participar de um Webinar organizado pelos nossos queridos parceiros da Trezo.

Falamos sobre o que mais gostamos: Data Driven Marketing – os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital!

Para os amigos que ficaram interessados e não conseguiram participar do webinar, segue o vídeo na íntegra para assistir:

Nos colocamos 100% á disposição para estressarmos o tema/assunto por aqui 😀 #GoZeeng#DataDrivenMarketing

O uso estratégico de Big Data para a aquisição de clientes nas agências de comunicação

A importância de uma boa plataforma para proporcionar a melhor experiência para o seu cliente desde a contratação

No universo das agências e dos gestores de comunicação e marketing, encontrar as melhores formas para as empresas se comunicarem com o público sempre foi o ponto central. O que a revolução digital fez foi acrescentar a esse core novas maneiras e ferramentas de atuação e gestão para atender à demanda crescente por fundamentação e métricas para as ações propostas. Foi-se o tempo da “genialidade pura” e do “feeling” para criar e propor ações de massa para públicos mais ou menos genéricos. Para ser relevante e efetivo hoje, é preciso conhecer o público, entender bem suas necessidades e então pensar na experiência a ser proporcionada a este público.

Afinal, de que adianta gastar muito para aparecer no horário nobre da TV, nas páginas mais caras das revistas ou impulsionar dezenas de posts em redes sociais se você não sabe muito bem com que público falar, como falar, onde falar e, principalmente, o que e quando falar? Nestes tempos digitais, há grande diversidade de canais, e as marcas devem estar em todos eles – como seus clientes estão – com a mensagem certa, no tom correto, na hora exata.  Em tempos de Big Data, o uso inteligente deste grande volume de dados, com coleta eficiente e análises precisas, é fundamental para embasar qualquer plano de atuação.

Assim, com o imenso volume de informações que geramos e temos à disposição e a necessidade de analisá-las de forma rápida, objetiva e concreta, surgem diversas soluções voltadas a extrair o valor real dessa massa de dados e transformá-la em conhecimento útil para embasar ações e iniciativas guiadas por dados para as marcas. Este uso estratégico do Big Data é importante já na hora de conquistar um cliente – seja prospectando uma determinada empresa/marca, seja atendendo a uma chamada específica -, pois você tem que estar preparado para a disputa com outros fornecedores.

A prospecção e mesmo a formatação de uma proposta são trabalhos caros e que levam tempo – é preciso que profissionais qualificados estudem muito bem o cliente e/ou sua demanda, entendam o que acontece no entorno deste cliente e quais são os seus problemas, para poder então formatar um plano de atuação/proposta voltado ao atendimento daquilo que ele precisa.

Neste momento, o uso de uma plataforma que contemple todas as necessidades de comunicação pode se mostrar decisivo ao municiar sua agência com informações mais qualificadas e insights realmente relevantes. Mas faltava no mercado uma boa plataforma usando Web Analytics, Clipping e Social Brand Behavior, reunindo o conhecimento qualificado que você precisa em um mesmo lugar, com fácil visualização, acesso e entendimento. E foi  com o objetivo de ocupar esse espaço que criamos a Zeeng, a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado nacional. É uma solução pioneira com essa proposta e uma visão inovadora no modo com que se propõe a resolver os problemas.

Muito mais em uma só plataforma

Estamos falando de uma plataforma que  traz basicamente os conceitos do Big Data – volume de dados, muita velocidade, veracidade, valor e variedade  – mas que é focada em trabalhar como um gerador de insights, um empoderador para os profissionais de comunicação e marketing. Seu benefício imediato é acabar com essa multiplicidade de ferramentas e abas abertas no navegador, contemplando o que sua agência precisa em um só lugar.

Em termos de web analytics, a ferramenta permite que se entenda o comportamento de acessos de qualquer website – e o grande valor, aqui, é que você consegue perceber o que acontece dentro do site do cliente mas também no dos concorrentes, como as palavras que as pessoas estão buscando para chegar até eles. Com isso, em uma reunião de apresentação para um provável futuro cliente, por exemplo, você terá um tom de autoridade muito maior, explicando por que os concorrentes dele recebem mais acessos ao blog, quais links externos mais atraem tráfego para os canais deles e oferecendo ideias mais concretas de atuação, além de insights significativos para o negócio deste futuro cliente. Assim também o trabalho de prospecção se torna mais rico e criativo com as informações que a plataforma permite captar.

Nossa plataforma também oferece uma segunda vertente, a de trabalhar com notícias, numa espécie de clipping que objetiva capturar dados relacionados às empresas/marcas que estão sendo monitoradas. Ao perceber algum pico, verificamos se a conotação é negativa para antecipar a reação a uma possível crise, por exemplo. Também conseguimos medir a relevância dos veículos e acompanhar o pico noticioso dos concorrentes. Com isso, podemos entender melhor a estratégia de marca desta concorrência, já que muito dessa postura pode ser visualizada por meio das notícias sobre determinada marca ou empresa.

Um terceiro ponto diferencial na plataforma é a análise de comportamento das marcas (Social Brand Behavior) em seus canais oficiais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube). É um trabalho de análise e otimização da presença e do desempenho dessas empresas – e de suas concorrentes  – nas mídias sociais, feito dentro dos canais oficiais das marcas. Como o meu concorrente X gera mais engajamento no Facebook? Qual é a frequência de postagens das marcas? A estratégia é orgânica, paga ou híbrida? Como definir um share of voice para cada uma das redes? Quais os horários de melhor acesso? Essas e (muitas) outras informações são facilmente obtidas e claramente visualizadas nos dashboards da plataforma.

Vale destacar, ainda, que a Zeeng trabalha com captura de dados de diferentes bases públicas e redes sociais, sem necessidade de login dos usuários. Ao consolidar todos esses dados em uma única plataforma, passa-se a trabalhar com informação direta, em vez de dados a burilar. E o que vai diferenciar sua empresa das demais, então, será a capacidade de executar ações a partir das informações que a plataforma entrega.

Então, sua agência pode utilizar as funcionalidades da plataforma para conquistar um cliente e ele, depois, quer continuar a receber as informações tão ricas que lhe foram mostradas na apresentação. E assim, além de empoderar a tomada de decisão por meio de um trabalho de inteligência com informações estratégicas, a plataforma da Zeeng revela-se, também, uma grande aliada na aquisição de clientes. Quer saber mais ou testar a plataforma? Acesse www.zeeng.com.br

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
Cíngulo
ePHealth
Fix It
Hi Technologies
Labi Exames
Liv Up
Oncotag
Pickcells
Portal Telemedicina
Tismoo

SERVIÇOS
DogHero
Flapper
Full Face
GetNinjas
IDwall
Instacarro
Justto
Nuper
Omnize
OriginalMy
Teravoz

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Back4app
Cognitivo.ai
Eunerd
Pluga
TotalVoice

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Zeeng na final do Prêmio ABCOMM como MELHOR FERRAMENTA DE MARKETING DIGITAL do Brasil

É com muito orgulho que comunicamos que estamos entre os indicados para o prêmio da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABCOMM como melhor Ferramenta de Marketing Digital 2018.

Para conquistarmos o prêmio final, precisamos da ajuda de vocês!

Para votar basta acessar o link: http://www.abcomm.org/vota-ferramenta.php, selecionar a Zeeng e votar.

Depois disso não esqueça de CONFIRMAR O VOTO no seu e-mail, sem a confirmação o seu voto não será válido. #GoZeeng🙏🏽🎯🚀