WhatsApp recorre à mídia impressa para alertar sobre fake news

Rede social publica mensagem com três passos para que as pessoas verifiquem a autenticidade das informações e não passem adiante mensagens inverídicas

A edição desta segunda-feira, 27, da Folha de S.Paulo, traz um anúncio do WhatsApp alertando as pessoas a respeito da importância de verificar a autenticidade das notícias que recebem e, com isso, evitar a disseminação de informações falsas.

A mensagem publicitária faz parte da estratégia da empresa de combater a disseminação das fake news, algo que vem ganhando cada vez mais importância na pauta de marketing e comunicação da rede social. No anúncio publicado no jornal, o WhatsApp usa uma linguagem didática, mostrando às pessoas três passos que devem ser tomados para evitar o compartilhamento e a disseminação de notícias falsas.

O primeiro deles, segundo a rede social, é “saber identificar que notícias podem ser falsas”. Nesse tópico, o anúncio pede as pessoas que busquem sinais que possam tirar a credibilidade daquela mensagem recebida, como o fato de ela ter vindo de um contato desconhecido, a falta de evidências ou palavras que incitem a violência. “Fotos, vídeos e até áudios podem ser manipulados para tentar te enganar”, diz o texto.

O segundo passo sugerido pelo WhatsApp é a verificação de outras fontes para validar se uma informação é mesmo verdadeira. “Faça uma busca online pelos fatos e cheque sites confiáveis de notícias para ver de onde uma história veio”, diz o texto. O último conselho dado pela rede social diz respeito diretamente ao compartilhamento de conteúdo. “Ajude a parar a divulgação. Se você se deparar com algo falso, avise as pessoas e peça para que sempre verifiquem fatos antes de compartilhá-los”, pede o anuncio.

 

 

 

Fonte: Meio Mensagem 

WhatsApp se compromete a combater compartilhamento de informações falsas

O WhatsApp quer encarar de frente o problema das fake news, principalmente aquelas notícias que geram ataques e ondas de violência. Esse foi o compromisso firmado pelo CEO da empresa, Chris Daniels, em um encontro com o ministro da tecnologia da Índia, Ravi Shankar Prasad, que acredita que a criação de um sistema de moderação dessa categoria não é nada complicado.

De acordo com declarações do governo indiano, o WhatsApp está trabalhando em ferramentas que permitem entender como uma notícia falsa é disseminada por meio da plataforma, além de determinar sua origem. Ao mesmo tempo, a companhia colabora com autoridades na investigação das motivações por trás de tais rumores, de olho na prática de crimes que possam surgir como decorrência disso.

O mercado indiano é o maior, em número de usuários, para o WhatsApp. Mais do que isso, desde junho, dezenas de mortes já foram registradas por conta de linchamentos motivados por mensagens compartilhadas pelo mensageiro, o que motivou uma resposta das autoridades e pedidos formais para que a plataforma também tomasse atitudes para impedir a disseminação desse tipo de conteúdo.

O encontro entre Daniels e Prasad ocorreu nesta terça-feira (21), com o executivo do WhatsApp tendo como principal intenção garantir ao governo que providências estão sendo tomadas. A preocupação se relaciona não apenas à pequena onda de violência, muitas vezes motivada por racismo e ódio de classe, mas também à aproximação das eleições presidenciais, que devem acontecer em 2019.

Mais uma vez, as fake news estão na mira, com o governo tentando garantir que adversários políticos não disseminem informações falsas de boca a boca e de forma descontrolada por meio do mensageiro. Uma de suas principais características é a criptografia de ponta a ponta, o que impediria o acesso às mensagens até mesmo pela própria companhia. É segurança para o usuário, mas também garantia de impunidade para quem é adepto de práticas desse tipo.

A situação indiana foi um dos estopins para mudanças recentes do WhatsApp, como o lançamento de campanhas de educação para os usuários sobre o compartilhamento de informações sem verificação e a indicação de que uma mensagem foi encaminhada de outra conversa. Seriam, acredita a empresa, maneiras de coibir a proliferação de fake news, mas cujo efeito foi considerado limitado. Daí o pedido governamental para que mais fosse feito.

 

Fonte: Canal Tech

Resumão do F8 – conferência anual do Facebook

Anualmente, o Facebook realiza sua conferência para anunciar posicionamentos novos, mudanças, evoluções. Em meio aos escândalos que envolvem a empresa, o F8 apresentou muitos recursos de inteligência artificial, realidade aumentada e virtual. Mas um dos temas que mais chamou a atenção foi a proposta de criar um concorrente do Facebook para o Tinder (a empresa de relacionamentos respondeu prontamente). E há quem diga que a companhia de Zuckerberg segue com os planos de dominar toda a internet. Veja sugestões de como usar as novidades em empresas de mídia. Destacamos alguns dos principais fatos tratados, caso não tenha conseguido acompanhar:

  • WhatsApp Business terá grandes empresas como foco e disponibilidade de vídeochamadas em grupo;
  • Uso do Whatsapp já é maior que do Instagram e Facebook (450 milhões de usuários/dia);
  • Conteúdos de stories devem, em breve ultrapassar os do feed;
  • Amigos continuam com prioridade de relevância na linha do tempo;
  • Investimentos e iniciativas para a disseminação de notícias locais;
  • Instagram terá videochamadas e adiciona ferramenta anti-bullying e integração com aplicativos de terceiros;
  • Possibilidade de realização de pagamentos via Messenger.

Confira todos os vídeos do evento na Pagína do Facebook for Developers 😀