Data-driven: vantagem competitiva com o uso produtivo dos dados

Na Nova Economia, o volume de dados disponíveis para empresas cresceu de maneira vertiginosa, não apenas em quantidade mas também em complexidade. Com o aumento do volume, diversidade, profundidade e latência, temas como Analytics, Big Data, Machine Learning, Data Science etc passaram a estar presentes no dia a dia das organizações. Apesar disso, o uso produtivo é que fica abaixo da expectativa. Destaque para “uso produtivo”. Digo isso porque é comum empresas com grandes DataLakes, ferramentas de Visualização de Dados e Dashboards não utilizarem as informações para guiar seus caminhos.

Uma recente pesquisa, realizada pela Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) em conjunto com o Google, aponta que 38% das empresas ainda utilizam a intuição para orientar suas decisões. Apenas 27% se consideram uma organização Data-driven, ou seja, que definem suas ações a partir das informações – foram ouvidos 3225 empresários. Acontece que, ao contrário do que se possa pensar, isso não ocorre pela falta de informação dentro das empresas. Um dos principais motivos que a pesquisa destaca é a falta de habilidade dos profissionais de marketing em se aprofundarem nas análises de forma a entender os fenômenos que compõem KPIs (Key Performance Indicator, em português, indicador-chave de desempenho) agregados.

Nos modelos tradicionais, a análise e disseminação dos conhecimentos gerados pelos dados ficavam centralizados em times específicos, como Planejamento, Inteligência de Marketing, CRM etc. Atualmente, as ferramentas de WebAnalytics empoderam o time de Marketing, que podem consultar as informações que precisam no momento que quiserem, inclusive de forma real-time. Porém, quando isso acontece de forma desestruturada, a consequência é uma incapacidade de desenvolver uma visão única e integrada do consumidor e dos resultados da empresa.

O que te impede de começar hoje?

Um artigo recém publicado pela eMarketer divulgou uma pesquisa realizada pela Snowflake Computing em parceria com a Harvard Business review e destacou que pessoas, 44%, e processos, 29%, são os principais impedimentos para evoluir uma cultura de tomada de decisão a partir da intuição da liderança para uma mais baseada em dados. Para começar a implementar processos novos, organizamos abaixo um roteiro que tem funcionado e auxiliado diferentes empresas. Veja as três fases da implementação de um processo de análise de KPIs orientado a objetivos de negócios:

1- Conheça e alinhe os objetivos de negócio

Não comece a montar nenhuma tabela ou gráfico ainda. Organize, em primeiro lugar, os objetivos de negócio da sua área ou do âmbito que você atender. Por exemplo: Melhorar a rentabilidade, ganhar maior penetração de mercado e melhorar a satisfação do cliente. Posteriormente, desça um nível e entenda quais ações táticas serão necessárias para entregar os objetivos de negócio.

2- Mapeie as métricas e priorize

Agora que está claro os objetivos e as ações táticas que permitirão entregar os resultados, você precisará de KPIs que te ajudem a medir o progresso sem a necessidade de esperar prazos muito longos para saber se as ações deram certo ou não. Nesse processo, você deve primeiro explorar o máximo de métricas, colete sugestões e debata sobre os principais drivers relacionados às ações, não se limite as informações que você já usa nos relatórios atuais. O segundo passo dessa etapa é priorizar, todo indicador é uma métrica, mas nem toda métrica é um KPI, apenas as mais relevantes serão destacadas.

3- Avalie a maturidade dos dados e planeje a execução

Após os objetivos de negócio, as ações táticas e os KPIs, chegou o momento de avaliar a maturidade de dados atual da sua empresa. Esse momento é importante para alinhar as expectativas, ajustar caminhos e planejar a implementação das métricas de acordo com o nível de disponibilidade das informações.

Existe no mercado muitas ferramentas disponíveis que se propõem a lidar com o volume crescente de dados, sua mineração e visualizações. No entanto, muitas empresas estão mergulhando de cabeça em um volume abundante de elementos, as discussões se tornam cada vez mais complexas e técnicas, falta para os líderes de negócios conclusões que lhes dê a confiança necessária para agir.

Ao final deste roteiro, você estará pronto para iniciar uma mudança de mindset, e construir um processo que te leve para além do data-driven, mais orientado aos insights e melhor preparado na tomada de decisão, de modo ágil e preciso. Veja que em nenhum momento falamos sobre tecnologias, pois acreditamos que, independentemente da plataforma e mecanismo, as empresas precisarão de processos e pessoas que permitam extrair o máximo potencial de suas ferramentas, uma cultura verdadeiramente insight-driven.

Por Felipe Ladislau, consultor de CRM da aceleradora Organica

Fonte: Inforchannel

Zeeng estuda presença digital dos e-commerces durante a Black Friday

A Black Friday, data de maior movimentação do varejo, passou. Mas por onde olhamos, percebemos o rasto que ela deixou ao longo do mês. Pensando nisso, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics, mediu a presença digital das marcas Americanas, Carrefour, Casas Bahia, Centauro, Fast Shop, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Submarino durante o mês de novembro e estudou como cada uma delas se comportou em suas redes sociais, na imprensa e web analytics:

Assista o vídeo na íntegra 

A empresa com maior destaque em todos os âmbitos foi a Magazine Luiza, com nota 7,7 no Zeeng Score, indicador que leva em conta o nível de atuação da empresa nas redes sociais, imprensa e web analytics. Ao longo do mês foram 102 publicações. Seguida pela Fastshop, com 95 posts, e Ricardo Eletro, com 53 posts.

No Youtube, a Magazine Luiza também foi a marca que mais postou, com 38 vídeos, seguida por Casas Bahia, com 24, e Ponto Frio, com 23. No Instagram, a empresa postou 45 posts, seguida de Netshoes, com 20, e Americanas, com 11. A frenquência da Magazine Luiza no Twitter foi de 87 posts, seguida por Submarino, com 86, e Americanas, com 79.

O grande destaque dos e-commerces nas redes sociais está no formato de publicação utilizado neste período. “Este ano, foi forte a atuação das empresas nas redes sociais com foco na produção de conteúdos em vídeo. Vimos o que era tendência virar realidade e as marcas souberam aproveitar isso a seu favor” relata Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Os vídeos foram muito utilizados pelas marcas, para garantir a atenção do consumidor no tema Black Friday, com predominância desses posts Magazine Luiza.

No comportamento na imprensa, o Submarino ficou na frente, com mais de 1.700 notícias, seguido de Magazine Luiza 322 notícias e Casas Bahia 311 notícias.

Fonte: E-Commerce News

Black Friday cresce em vendas e reclamações na web

Número de consumidores e aumento no tíquete médio são responsáveis por resultado inédito na data, segundo dados da Ebit|Nielsen

montante das vendas no e-commerce aumentou 23% nesta Black Friday em comparação à edição do ano passado. Ao todo, foram R$ 2,6 bilhões, aponta a Ebit|Nielsen. O número de pedidos, por sua vez, subiu 13% — totalizando 4,27 milhões. Já o tíquete médio cresceu 8%, chegando a R$ 608. O número de consumidores únicos (que fez ao menos uma compra online) cresceu 9% em relação ao ano anterior, indo para 2,41 milhões.

Na sexta-feira, 23, os produtos de tíquete médio mais elevado foram destaque como, por exemplo, smartphones, itens de linha branca e TVs. Segundo a Ebit|Nielsen, o crescimento foi impulsionado também pela confiança dos consumidores na Black Friday. Levantamento da instituição realizado antes da chegada da data havia indicado que o índice de pessoas que não acreditavam na veracidade dos descontos diminuiu de 38%, em 2017, para 35%, em 2018.

Embora a confiança na data promocional tenha aumentado, o número de reclamações durante o período de ofertas foi maior neste ano. Segundo monitoramento do ReclameAqui, a data registrou 4,2 mil reclamações das 18 horas de quinta-feira, 22, às 23 h 59 de sexta-feira, 23, contra 3,5 mil no mesmo período do ano anterior. O total de reclamações chegou a 5,6 mil considerando a partir das 11 horas da quarta-feira, dia 21, até as 23h 59 da sexta-feira, 23. Segundo o site, o volume de apontamentos foi concomitante a um recorde de acesso à plataforma. Para a empresa, isso é um indicador de que o consumidor pesquisou mais antes de comprar.

Os problemas de infraestrutura tecnológica foram superados, indica o ReclameAqui. Entretanto, os grandes descontos esperados numa Black Friday e o cumprimento de prazos não atingiram taxas ideais. “Nos últimos anos, o perfil de reclamação mudou. Agora, ao invés de problemas técnicos, o consumidor reclama de propaganda enganosa e maquiagem de preço”, afirmou em comunicado à imprensa Felipe Paniago, diretor de operações do ReclameAqui.

A propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram na liderança dos principais motivos de queixas (14,2%), assim como nas edições anteriores. Na sequência, aparecem empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6% cada uma. Os segmentos mais indicados foram “Smartphones e celulares”, com 11,6% das publicações, e televisores, com 5,3% do total, seguidos por passagem aérea (4,7%), tênis (3,6%) e cartão de crédito (2,9%).

Termômetro das redes
Piadas e desejos de compras dividiram a maioria dos comentários sobre a Black Friday de 18 a 25 deste mês. A constatação é de um estudo realizado pela plataforma Torabit, que analisou quase 400 mil menções sobre o evento nas redes sociais.

Piadas foram maioria no cenário analisado: Aproveita a Black Friday e compra noção que você não tem

A categoria alimentos e bebidas despontou na liderança da conversa nas redes sociais. Em seguida, veio telefonia, que teve seu destaque nos celulares da marca Apple – marca mais citada do período, embora não tenha participado oficialmente do dia de promoções.

Houve menções de todos estados sobre a data, os que mais falaram foram RJ (29%), SP (20%), MG (9%), RS e PR (5%). As mulheres estiveram mais presentes nas menções, batendo 61% das citações, contra 39% de homens.

As piadas formam a maioria no cenário analisado com 45% de participação nas menções. Por outro lado, o usuário expressou algum desejo de compra, ou a compra efetiva de algum produto/serviço, em 42% das oportunidades. Já 9% dos comentários diziam respeito a não ter dinheiro para pagar, enquanto 4% citaram o termo “black fraude”.

Veja os destaques do monitoramento da Torabit abaixo:

Crédito: Torabit

Crédito: Torabit

Fonte: Meio & Mensagem

Zeeng Score é destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Zeeng Score: o indicador da sua marca no ambiente competitivo

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital.

“Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”,  explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Confira o vídeo sobre o lançamento do Zeeng Score:

Lançamento repercutiu nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

A novidade foi destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil, como: ProXXima, Meio & Mensagem, Revista Live Marketing, AdNews, e dezenas de outros.

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Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Afirmação foi de Eduardo Prange, durante palestra no 1º Congresso da Transformação Digital

A manhã do último sábado, 17, começou agitada no 1º Congresso da Transformação Digital. Com três palestras simultâneas desde as 9h, a movimentação na Fundaparque, em Bento Gonçalves, é tão intensa quanto ontem. Uma das atrações tratou de ‘Data Driven Marketing: Os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital’, ministrada por Eduardo Prange, CEO da Zeeng. E, para explicar o conceito da técnica, comparou: “Data Driven nada mais é do que um mundo orientado por dados, com mais agilidade e facilidades. É como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento”.

Explicando também que a ferramenta é uma disciplina de marketing baseada em dados, “algo que se tornou essencial para as definições estratégicas”, Eduardo focou sua explanação no conceito de real time. Segundo ele, antes mesmo de pensar em dados, as empresas precisam fazer o famoso feijão com arroz, que significa investir na presença digital. Para ele, o primeiro passo para o uso de Data Driven é estar em um site institucional que permita o uso de Analytics, nas principais redes sociais e produzir conteúdos para portais e blogs da área de atuação. Por outro lado, alertou: “Mais importante do que estar nesses ambientes digitais, é mensurar essa presença”.

As organizações, na opinião do palestrante, precisam entender que as pessoas deixaram de falar DAS marcas pelo desejo de falar COM elas. E para corroborar sua visão, apresentou cases de chocolates, séries da Netflix e aplicativos de relacionamento, que adaptaram suas estratégias conforme coletavam dados, opiniões e reações das pessoas no mundo online. Citou ainda o caso de vazamento de dados da Cambridge Analytica na eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. “Essas informações já são capazes de definir processo eleitoral. Alguma dúvida de que é preciso olhar para Data Driven?”, provocou.

Como etapa mais prática da sua palestra, Eduardo apresentou plataformas capazes de encontrar dados de pessoas – e usou o nome de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como exemplo de busca – e de analisar a presença digital de marcas – e optou por mostrar uma empresa local, a Vinícola Aurora. O palestrante finalizou a explanação afirmando: “O Data Driven pode nos guiar, mas para frente. Ao usar dados, não olhamos mais para o passado na tomada de decisões estratégicas”.

Confira apresentação na íntegra: Data Driven Marketing – Os dados como verdadeiros aliados nas estratégias digitais from zeengbr

O evento contou cobertura em tempo real realizada pela equipe do portal Coletiva.net, com apoio do Grupo Record RS.

Zeeng Score – Indicador que permite comparar marcas e/ou empresas no ambiente digital

Integrada a Zeeng Platform, nova funcionalidade unifica parametrização da análise competitiva de marcas no ambiente digital

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital. “Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

Quer saber o score da sua empresa?

6 estratégias de Marketing Digital que vão destacar a sua empresa

Além de toda a visibilidade online, outros fatores mostram a importância do Marketing Digital: ajuda a construir uma audiência qualificada para a marca, tem um investimento mais baixo quando comparado ao Marketing Tradicional e ainda proporciona resultados reais e mensuráveis.

Muitas empresas brasileiras já entenderam a importância do Marketing Digital. Só na Resultados Digitais são mais de 8 mil clientes que estão investindo recursos na internet e colhendo bons frutos desse investimento.

No RD Summit de 2016, o Eric Santos, CEO aqui da RD, falou sobre como o Marketing Digital tem ajudado o mercado brasileiro. Citou que há 16 milhões de empresas no Brasil, mas apenas 10 mil utilizando soluções de Marketing Digital.

Isso mostra que apenas 0,06% das empresas investem de fato em Marketing Digital, um número ainda muito baixo.

Em virtude dessa baixa porcentagem, precisamos falar sobre o assunto e mostrar como o Marketing Digital pode contribuir no desenvolvimento de um negócio.

A seguir, vamos mostrar 6 pontos que provam o valor e a importância do Marketing Digital para empresas:

1. Garantir uma presença forte na internet

Quando você tem um problema ou uma dúvida, o que você faz?

Se a sua resposta for: procuro no Google, saiba que você não está sozinho.

O Google é o maior buscador online do mundo. Um bom investimento em Marketing Digital pode contribuir para que sua empresa apareça nos resultados e seja encontrada, reduzindo muito o custo de aquisição de clientes.

Não só quando alguém procura por uma solução que sua empresa oferece, mas também quando alguém procura pela sua própria empresa.

Alguma vez você já se sentiu frustrado ao procurar por uma empresa no Google ou no Facebook e não encontrá-la?

Ter uma presença digital hoje em dia é fundamental. E se o cliente está buscando por sua empresa e não a encontra na internet, as chances de ele não entrar em contato com você são imensas.

Claro que a presença digital vai além de mecanismos de busca e redes sociais. Um site com um domínio próprio é o mínimo que sua empresa precisa para ter uma boa presença digital.

2. Construir uma audiência qualificada

Como você se relaciona hoje com sua audiência? Você sabe quem são os seus clientes? Seus hábitos de consumo? Seus comportamentos? Suas profissões?

Outro ponto importante do Marketing Digital para empresas é o fato de você poder construir uma audiência que realmente deseja consumir seu produto/solução e se relacionar com ela até fidelizá-la.

O Marketing Digital possibilita que você atraia as pessoas que realmente estão interessadas e possuem fit com seu produto/solução.

Além disso, você pode organizar esses contatos, seja por meio de emails cadastrados, assinantes de uma newsletter ou até mesmo fãs no Facebook. Com o passar do tempo, essa audiência se tornará um ativo fundamental para a empresa.

3. Falar com o público certo na hora certa

No tópico acima, falamos sobre construir a audiência certa. No entanto, o Marketing Digital possibilita ir além e não só construir o público certo, mas comunicar-se com ele na hora certa.

Ao contrário do marketing offline, em que muitas vezes é impossível precisar exatamente para qual audiência você está falando, o Marketing Digital possibilita um nível de segmentação muito mais preciso do seu público.

É possível também criar mais de um público e segmentar a comunicação para cada tipo de audiência. Com as ferramentas existentes no mercado, tornou-se fácil monitorar as atividades e os perfis dos usuários.

Assim, é possível segmentar de forma bem específica as pessoas para quem você quer anunciar um produto, serviço ou conteúdo. Isso permite que você personalize muito mais suas ações e campanhas de marketing.

Por exemplo, se você segmentou suas ações para donos de pequenos mercados, isso possibilita que você faça anúncios e campanhas que respondam às dúvidas e dores específicas desse segmento.

Em virtude disso, seu público se identificará muito mais com suas ações, e assim os resultados tendem a ser muito melhores.

Sabe aquela campanha de email que você recebe e que não tem nada a ver com o que você precisa? Ou aquele flyer que você recebeu na caixa de correio e que oferece um produto que você já comprou?

Esses erros na comunicação costumam custar caro, e com o Marketing Digital você pode evitá-los.

4. Sair na frente da concorrência

Como falamos na introdução desse artigo, menos de 1% das empresas brasileiras investem em Marketing Digital.

Isso mostra que, se começar a investir hoje, você se diferenciará de boa parte de seus concorrentes.

Já falamos aqui no blog, no post Os benefícios do Marketing Digital para pequenas e médias empresas, que o Marketing Digital é a melhor opção para empresas que precisam de crescimento.

Sua empresa pode se diferenciar da concorrência com a criação de bons conteúdos que auxiliem o cliente na identificação e solução de seus problemas.

Imagine que você está buscando por uma solução e ainda não possui referências.

Sendo assim, em qual empresa você confia mais: uma empresa que possui um bom site, uma boa fanpage e um blog com conteúdos gratuitos e de valor ou em uma empresa que não tem nada disso?

5. Baixo investimento para começar

Não estamos querendo dizer que o Marketing Digital é gratuito. Não é. Mas com as ferramentas existentes hoje, com o alto poder de segmentação e com as mais variadas estratégias de otimização do site para mecanismos de busca, investir em Marketing Digital tornou-se muito mais barato do que investir na mídia tradicional.

Com o passar do tempo, o preço para fazer marketing offline acabou ficando alto. Anunciar na televisão, no rádio, na mídia impressa ou em outdoors custa caro. É um investimento alto e do qual a maioria das empresas, principalmente as que ainda possuem pouco faturamento, não consegue dar conta.

Já o Marketing Digital, embora exija, sim, um mínimo de investimento, pode ser muito mais barato do que o marketing de forma offline. Não à toa, as estratégias de marketing online ocupam também grande parte das estratégias de marketing de grandes empresas.

6. Analisar resultados com precisão

Como dissemos acima, o Marketing Digital permite que você determine com muito mais precisão quem é seu público e quais são seus gostos e preferências.

Da mesma forma, é possível acompanhar com a mesma precisão os resultados de qualquer ação de Marketing Digital.

Vamos usar como exemplo um anúncio em flyer e uma campanha de Email Marketing.

No primeiro caso você até sabe quantas peças imprimiu, mas não consegue saber exatamente quantas foram entregues, quantas foram de fato lidas e quantas geraram vendas para a sua empresa.

Já no segundo caso, você consegue ter o acesso exato de quantas pessoas abriram o email, quantas clicaram em algum link e até mesmo quantas efetuaram uma compra por meio dessa campanha.

O exemplo não se limita a esse tipo de campanha. É possível monitorar com extrema precisão o comportamento dos usuários em seu site, o desempenho de anúncios no Google, os resultados de uma postagem nas mídias sociais, o caminho de referência do usuário até ele se tornar cliente e muito mais.

Nesse aspecto, ferramentas de web analytics ajudam muito na hora de mensurar os mínimos detalhes dos resultados das estratégias de Marketing Digital.

O mercado não sabe o que é Web Analytics

Insights sobre dados podem trazer para a empresa uma descoberta de um erro que poderia impactar vendas ou uma melhoria que auxilie na resolução de um problema

 Recentemente tive mais de 99 recomendações no meu LinkedIn sobre Google Analytics, com diversos profissionais e amigos me recomendando sobre esse skill e fiquei muito contente por atingir esse número. Passada a euforia, eu fiquei com uma pulga atrás da orelha e algo me chamou muita a atenção. Apesar de ter mais de 99 recomendações nesse skill, em web analytics mesmo eu tinha apenas 34.

Claro que muitas pessoas podem me recomendar por Google Analytics e não fazer o mesmo em WA, mas isso me chamou muito a atenção pois é algo que vivemos muito no mercado. Vendo essa informação pude constatar que o mercado até hoje ainda possui muitas dúvidas sobre o que é Web Analytics e acaba confundindo a análise de dados com a ferramenta. Uma das principais causas disso é a falta de conhecimento em entender que web analytics está no fato de transformar os dados em ação e não importa onde estão esses dados, excel, Google analytics ou através de uma pesquisa com usuários.

Vamos fazer um exercício sobre Web Analytics e Interpretação de dados:

Interpretando os dados mostrados na imagem abaixo, o que você consegue concluir?

Analise um pouco o gráfico antes de saber a interpretação.
Este é um gráfico personalizado mostrando a hora que mais vende no site.  Interpretando esse gráfico, chegamos a decisão que a hora que mais vende no site é as 15:00. Agora a pergunta que tenho que fazer é? Ok, mas porquê? Qual canal que mais vende a essa hora?

Através do relatório personalizado que criamos no Google analytics conseguimos ver que a hora que mais vende é as 15:00 e que os canais que mais influenciam para isso são e-mail e Adwords, seguindo por Google orgânico e tráfego direto.

Nessa interpretação de dados, concluímos que se aumentarmos nosso investimento em Adwords às 15:00 podemos obter um retorno maior, ou que podemos enviar os e-mails segmentados para as bases antes das 15, mas vale a pena linkar isso com a taxa de abertura e cliques por hora também.

Outro exemplo:
Interpretando os dados abaixo, o que podemos concluir? Este é um gráfico de pesquisas internas do site!

Analise um pouco o gráfico antes de saber a interpretação.
Este é um gráfico com mais interpretações. Primeiro ponto que podemos interpretar é que Orquídea é meu produto mais buscado e vendido:

Segundo ponto que podemos analisar é que estamos perdendo oportunidade com a busca por girassol e margarida. Os usuários acessam meu site, buscam por essa informação e eu não vendo o produto. Se somarmos as buscas de “girassol”, “girasol” e margarida, temos 20 buscas, se tornam os mais buscados.

A principal interpretação desse relatório de Web Analytics é que os usuários estão entrando no seu site e dizendo: “Eu quero comprar margaridas” “Eu quero comprar girassol”, só que você não tem esse produto! Você está perdendo uma oportunidade aqui!

O terceiro ponto a ser analisado no relatório é uma possível falha na sua ferramenta de busca. A ferramenta está separando os resultados das buscas para “lirio” e “lirios” e “orquidea” e “orquideas”. Será que seu site diferencia singular de plural? Ou direciona ambos para o mesmo resultado? “Orquídea” no singular e “lírios” no plural possuem receita já “orquídeas” no plural e “lírio” no singular não possuem receita. Tem algo no mínimo estranho aí!

O último ponto a ser analisado neste relatório de buscas é a possível criação de uma categoria chamada “Presente de Aniversário” com dicas para presentear as pessoas com flores.

Se meu site tem 10 buscas por esse termo e ainda sim possui venda, significa que meus usuários querem saber dicas de como presentear alguém com flores. Talvez a criação de uma categoria de presentes de aniversário ou uma página ajudando o usuário a comprar presentes de aniversário pode aumentar a sua conversão, uma vez que os usuários já buscam por isso em seu site.

Em um gráfico simples de busca do site, analisamos diversos pontos para melhorar ou oportunidades para aumentar a nossa conversão e interação com o usuário.

Um trabalho de Web Analytics vai muito além de analisar as métricas mais conhecidas apenas e vai muito mais muito além da ferramenta. É como se você ganhasse um celular totalmente poderoso soubesse que ele faz infinitas coisas, mas não utiliza nada. Para que você tem esse telefone?

No mercado digital, temos junto a Web Analytics e suas ferramentas de monitoramento a possibilidade de mensurar os dados e de criar e inovar no mercado, pois podemos analisar o resultado positivo ou negativo de uma nova funcionalidade em real time. É por isso que dizemos que web analytics é mais que um gráfico bonitinho.

Fonte: Mundo do Marketing

Monitoramento é estratégia!

Mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas. Os possíveis cruzamentos desses dados precisam estar presentes nas corporações

Conhecer o inimigo é a arte da guerra. Estar um passo à frente e entender o pensamento do seu adversário pode garantir uma vitória durante a batalha. No mundo dos negócios essa arte não é diferente. Conhecer seu concorrente, como ele pensa e o que ele faz, é muito importante para ter sucesso.Graças à internet, monitorar a concorrência se tornou mais acessível. E essa prática pode ajudar a embasar decisões, de forma que sejam assertivas e muito mais estratégicas. O mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas, e os possíveis cruzamentos desses dados, precisam estar presentes nas corporações. Vivemos um momento em que o empreendedor não pode mais contar com a sorte ou achismos. Temos dados e eles precisam ser a base das tomadas de decisão.

Para sair na frente, comece listando seus concorrentes. Leia e pesquise o que fazem, onde estão, no que se diferenciam e como destacam no mercado que atuam. Isso exercita o olhar para o seu próprio negócio e te permite identificar melhorias necessárias, além de reforçar os pontos de vantagem que sua empresa tem.

Dê atenção aos websites, afinal eles são grandes conversores de vendas. Veja os pontos positivos, o que funciona ou não, mecanismos de busca, conteúdos. Tudo é relevante.

Monitore também o comportamento das marcas competidoras em seus canais sociais, eles são uma fonte inesgotável de informações que podem te ajudar a direcionar estratégias desde a criação até a divulgação de um produto ou serviço. É essencial conhecer as plataformas dos concorrentes, não apenas para descobrir tendências, mas também para analisar qual o tipo de estratégia de conteúdo e comunicação está sendo realizada e o nível de interação dos consumidores com as empresas.

Use a tecnologia a seu favor. Existem muitas formas de conhecer o seu mercado e os que nele atuam. Entretanto, como todo guerreiro, você precisa estar atento às mudanças e preparado para atacar.

Por: Eduardo Prange
CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

A importância da presença digital para sua empresa e como esse instrumento pode impulsioná-la

A presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional

Com a ascensão da internet devido ao movimento de transformação digital dos negócios, a tecnologia se tornou indispensável para a vida e o trabalho da maior parte das pessoas. Por conta disso, estar no ambiente online se tornou fundamental na estratégia de marketing de qualquer marca, produto ou serviço.

Por toda essa relevância, a presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional. Hoje, com as pessoas cada vez mais conectadas na rede, seja por meio de smartphones ou por outros dispositivos, é comum recorrer a internet para qualquer tipo de atividade. Segundo projeções da consultoria Gartner, até 2020, haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados. Isso significa muitas conexões – alguns até estimam que esse número seja muito maior, mais de 100 bilhões.

Outra questão que não deve inviabilizar o investimento de uma companhia em ambiente digital é a área de atuação. Por mais específico que seja um nicho de mercado, é possível chegar até um determinado público-alvo ou a um cliente em potencial. É importante que se invista tempo e algum esforço para que uma empresa se destaque em âmbito digital. Vale lembrar, que a presença digital não contempla apenas as redes sociais, mas também os acessos da webpage e o conteúdo noticioso que pode vir a ser publicado em portais online.

É bom ressaltar que a atuação no meio digital deve ser planejada e só dá resultados se tiver uma estratégia cuidadosa por trás. Antes de mais nada, os responsáveis pelo marketing precisam definir um objetivo. Aqui pode ser um aumento de vendas, retenção de novos clientes, rebranding, ou até mesmo uma rede virtual criada para o atendimento ao consumidor. O próximo passo é descobrir como o público escolhido se relaciona e se comporta na web. Esse processo é de extrema importância, uma vez que ajuda o gestor de marketing a definir quais os melhores canais para marcar presença.

Cuidado! A popularidade de um canal, ou de uma rede social não garante sucesso à uma estratégia de marketing digital.

É preciso saber onde a audiência desejada está para poder alcançá-la e isso pode envolver outras plataformas. Por fim, defina os formatos e os conteúdos que serão usados para interagir com o público. Lembre-se: a presença digital é um ótimo instrumento para cativar o consumidor e provocá-lo a conhecer uma marca. O engajamento conquistado por meio de uma estratégia digital é um trunfo para a fidelização e retenção de novos clientes.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Adminstradores