Zeeng Score – Indicador que permite comparar marcas e/ou empresas no ambiente digital

Integrada a Zeeng Platform, nova funcionalidade unifica parametrização da análise competitiva de marcas no ambiente digital

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital. “Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

Quer saber o score da sua empresa?

Amazon e Apple: o que vem depois do trilhão?

De acordo com especialistas em branding, a barreira ultrapassada pelas duas empresas em valor de mercado reforça conexão entre marketing e resultados

Um trilhão. Essa quantia, que ultrapassa o PIB de muitos países, foi a marca alcançada em valor de mercado por Apple e Amazon recentemente. A valorização dessas duas empresas, apesar de estar baseada na expectativa do mercado financeiro, sujeita a oscilações, reflete diretamente no valor das respectivas marcas. De acordo com o último estudo desenvolvido pela Interbrand, Apple e Amazon estão entre as cinco mais valiosas do mundo avaliadas, respectivamente em US$ 184,2 bilhões e US$ 64,8 bilhões. Neste contexto, o que a aposta do mercado tem em relação com a marca construída por trás dessas duas empresas?

Segundo Jaime Troiano, sócio fundador da Troiano Branding, o valor de mercado de ambas tem relação com a forma como elas foram gerenciadas e na maneira que construíram suas bases de entrega de experiência ao público. “E é, ao mesmo tempo, um enorme fortalecimento de sua reputação diante dos atuais e potenciais acionistas”. Ele considera que é a demonstração do quanto marcas que são inspiradas e conduzidas por propósitos tornam-se bem sucedidas. “Têm um poder natural de multiplicar seus resultados e deixam para outras empresas o exemplo da importância legitima de construir branding”, afirma.

A expectativa, base com a qual se trabalha o mercado financeiro para determinar o valor dessas empresas, é também construída por meio da conexão que essas marcas geram. “Quando falamos em expectativas, estamos falando de percepções, de opiniões, de futuro e, indissociavelmente, de marcas. Os diversos métodos que se propõem a determinar o valor das marcas nos oferecem números tão díspares quanto as regras que os governam. Ainda que por vezes um oceano os separe, importa aqui a intenção de medir a geração de valor deste intangível que captura e impulsiona riquezas para as organizações. Importa buscar compreender de alguma maneira este movimento”, observa Hélio Mariz de Carvalho, CEO e Sócio da FutureBrand.

André Matias, diretor de estratégia e brand valuation da Interbrand, afirma que esse valor simboliza a solidez da Apple e Amazon, mas está sujeito a movimentos. “Quando pensamos em valor de mercado, existe uma volatilidade maior pelo impacto especulativo de compra e venda de ações. Ou seja, apesar de histórico e simbólico, esse é um número que pode variar muito e não necessariamente representar o real valor dessas empresas”. Ele ainda ressalta que o valor de marca ajuda a balizar melhor a relevância da Apple e da Amazon no longo prazo por considerar o desempenho financeiro projetado para essas empresas.

“Isso nos leva a intuir que compreender as marcas não pode ser simplesmente atribuir a elas um valor. Talvez, quando avaliamos o impacto das marcas, as melhores perguntas devessem ser mais abrangentes e ambiciosas. O que vem depois do trilhão? Como garantir a continuidade do sucesso e a perpetuidade das organizações e suas marcas? Que papel marcas tão poderosas devem desempenhar nos dias de hoje e no futuro? Que retorno darão a todos nós? Viveremos melhor por causa delas? ”, explica Hélio.

Neste gráfico, desenvolvido pela Interbrand, a evolução de Apple e Amazon em valor de marca nos últimos dezessete anos.

 

Fonte: Meio e Mensagem

Zeeng Protagonizando nas Eleições 2018

Entender um cenário político em constante transformação no Brasil nunca foi tão importante. Por isso a Zeeng coletou uma abrangente gama de dados, apresentando uma fotografia acurada – quantitativa – da militância dos presidenciáveis na web. Trata-se de um norte, neste terreno escorregadio, para a corrida eleitoral de 2018.

Nosso primeiro estudo das Eleições 2018 foi publicado no dia  27 de novembro de 2017 e você pode conferir aqui ou na íntegra:

 

Além de inúmeros clientes candidatos nas mais diferentes esferas: presidenciáveis, deputados, senadores e governadores a nossa Plataforma também tem pautado os principais veículos de comunicação do país nesta tão importante eleição onde o digital está mais presente do que nunca.

 

Você pode conferir matérias com base no levantamento realizado pela Zeeng:

Publicado pelo El País:

Segundo Maílson da Nobrega, chances do pré-candidato vencer eleições não passam de 20%

Publicados pela Veja:

Levantamento compara o volume de conteúdo sobre o ex-presidente entre agosto de 2017 e janeiro de 2018 em sites brasileiros

Alckmin, Bolsonaro e Ciro aparecem quase o mesmo tanto em matérias jornalísticas.

Os dois primeiros em números de seguidores.

Mais seguidores.

Em um cenário ruim, Bolsonaro se destaca.

 

Já pensou em entender o seu posicionamento e compara-lo com o seu ambiente competitivo? Verificando a veracidade das notícias e acompanhando em tempo real suas redes e as de seus concorrentes? Experimente a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.

Fake News – A fofoca na internet

“A notícia falsa é um conteúdo em geral disseminado na web, que emula uma página de jornal. Tem uma manchete, tem jeitão de notícia, mas não foi produzida conforme os protocolos do jornalismo”
Francisco Brito Cruz, diretor do InternetLab

“Gilmar Mendes mandou cancelar o BBB17”, “Governo de Goiás está distribuindo bonecas com órgãos sexuais trocados”, “Pombas são moídas junto com a cerveja”, “Projeto de Lei exigirá uniforme unissex em 2018”, “Pablo Vittar ganhará programa infantil com o apoio da Lei Rouanet”, “Filho do ex-presidente Lula é visto com uma Ferrari banhada a ouro no Uruguai”, “EUA e ONU sugerem intervenção militar no Brasil”… E por aí vai.

As frases acima foram ditas na rede mundial de computadores – internet, onde desconhecidos, por meio de perfis falsos ou não, compartilharam informações inverídicas sobre determinadas personalidades, causando dúvidas aos espectadores e prejuízos morais aos ofendidos.

Difamar personalidades, mudar a opinião pública de um político, destruir a imagem de determinada empresa ou de um produto, distorcer fatos e opiniões, são alguns dos resultados deste mundo globalizado que a cada dia é mais dependente da tecnologia para se comunicar.

A facilidade de comunicação tem possibilitado a disseminação de notícias de origem duvidosa, que vem afetando periodicamente diversos brasileiros – famosos ou anônimos. Com a Zeeng,  plataforma de Big Data Analytics, você tem a informação com segurança e qualidade, pois o sistema verifica a relevância dos portais de notícia e os classifica.

A fofoca do dia a dia ganha cada vez mais forças, já que vem sendo exposta naturalmente nas redes sociais, na sua maioria: Twitter, Facebook e WhatsApp. Comportamento que, muitas vezes ingênuo, vem causando muita dor de cabeça aos citados.

Porém esse costume não é novidade. Ele acompanhou a virada dos séculos, distorcendo até a nossa história. Como exemplo na política podemos citar o que revelou Cesar Maia em sua obra “Política e Ciência” (Maia, Cesar. 1998. Editora Revan) “…500 pessoas espalhadas em vários botequins repetindo a mesma frase fazem um estrago e disseminam um boato”. Ele lembra o episódio das eleições municipais do Rio de Janeiro em 1996, em que deu uma ajudinha ao seu candidato a prefeito, Luiz Paulo Conde, para derrotar Sérgio Cabral — o ex-governador, hoje preso. Cesar Maia pediu a um assessor que colocasse 150 pessoas em bares tomando café e dizendo “Eu soube que o Cabral vai renunciar”. Adivinhe? Conde foi eleito.

Recentemente podemos citar o caso da vereadora do Psol, Marielle Franco, assassinada em março de 2018, que teve seu nome exposto de forma completamente leviana nas redes sociais, onde políticos “notáveis” citaram a líder comunitária Marielle como “ex-esposa do Marcinho VP”, traficante que comandava o tráfico na zona sul do Rio, “usuária de maconha” e “defensora de facção rival e eleita pelo Comando Vermelho”.

O departamento jurídico do Psol, familiares e voluntários mobilizaram uma força-tarefa para desmascarar os autores das “Fake News” que difamaram a vereadora, e junto ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) buscam punição dos autores, sendo que boa parte deles se desculparam publicamente e desmentiram os boatos.

Mas, do que vale a desculpa e o sentimento de arrependimento quando a notícia já se espalhou e já causou dor e sofrimento ao ofendido, assim como aos seus familiares, amigos e colegas de trabalho? O compartilhamento de notícia falsa pode acarretar consequências jurídicas graves para o autor da postagem, já que o abalo causado à vítima não é apenas moral ou em seu círculo de amigos, mas também material, como pode ocorrer em virtude da dispensa de um emprego.

Desta forma, além de incorrer em responsabilidade criminal, onde será apurado a conduta por crime de calúnia, injúria e difamação, a vítima ou até mesmo seus familiares (dano moral reflexo), podem buscar uma reparação civil na justiça com objetivo de recebimento de indenização.

No Brasil, em vista ao regime democrático, a verdade não é absoluta e o uso da internet é cercada por princípios, como a preservação e a garantia da neutralidade da rede (art. 3.º, inciso IV, Lei 12.965/14) e a liberdade de expressão, comunicação e manifestação de pensamento (art. 3.º, inciso I, Lei 12.965/14), e tem como objetivos o acesso à informação, ao conhecimento e à participação na vida cultural e na condução dos assuntos públicos (art. 4.º, inciso II, Lei 12.965/14).

“E ainda temos o Marco Civil na Internet – Lei nº 12.965/14 que estabelece princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil, o qual deve ser observado não somente pelos usuários, mas também pelas empresas de comunicação em massa.”

Logo, todo cuidado é pouco. Sempre se deve procurar saber a fonte da informação, buscar verificar a notícia em um site jornalístico sério e de qualidade. E sempre desconfiar do apelo exagerado à sensação – sensacionalismo –, que viralizamos sentimentos de ódio, raiva, medo e revolta.

Afinal, a educação também deve estar presente na mídia e nas redes sociais, pois quem hoje compartilha, pode estar sendo um “alvo” amanhã. Devemos valorizar a liberdade conquistada em um espaço democrático, já que toda mudança de pensamento é construída com base no conhecimento ensinado, compartilhado e adquirido pelas diversas formas de expressão.

Fonte: Justificado

Pesquisa sobre fake news: como os brasileiros lidam com notícias falsas

A questão das fake news vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil e no mundo. Há quem atribua os resultados das eleições norte-americanas e francesas à disseminação de fake news. Exagero ou não, a preocupação com o impacto que ela pode ter nas eleições brasileiras já foi tema de discussão no TSE e nos principais veículos da imprensa nacional.

Um estudo realizado pelo jornal Folha de S. Paulo em fevereiro deste ano mostrou que, no mês anterior, páginas de notícias falsas engajaram cinco vezes mais do que as de jornalismo nas redes sociais.

O tema é delicado e requer atenção. Deve ser discutido com seriedade e combatido à exaustão, já que as fake news nada mais são do que a disseminação de notícias falsas. Por isso, o Opinion Box, em parceria com o Digitalks, realizou uma pesquisa para saber o que os brasileiros pensam sobre fake news. Veja a seguir os resultados:

Internet como fonte de informação

Não é segredo para ninguém que a internet assumiu o protagonismo como fonte de informação. 76% dos internautas brasileiros utilizam sites, blogs e portais como fonte de leitura, acompanhamento e compartilhamento de notícias, e 74% usam as redes sociais. A título de comparação, a TV aberta é usada por 59%, o rádio por 33% e os jornais impressos por 23%.

7 em cada 10 entrevistados acreditam que a internet ajuda as pessoas a se informarem melhor, de uma forma geral. Por outro lado, 62% concordam que a internet contribui para espalhar informações falsas.

E as fake news?

65% dos entrevistados afirmam que sabem o que são fake news, e 18% já ouviram o termo mas não sabem o que significa.

Ainda assim, os internautas sabem também que as notícias falsas fazem parte do dia a dia. 37% dos internautas já compartilharam algo nas redes sociais ou no WhatsApp e depois descobriram que o conteúdo era falso. Destes, 57% apagaram o conteúdo e 29% desmentiram a informação.

E quando você se depara com um conteúdo fake na sua timeline, o que faz? 79% já perceberam que algum amigo ou parente havia compartilhado uma notícia falsa. Nesses casos, 46% avisaram a pessoa em particular sobre a falsidade do conteúdo, 38% comentaram na própria publicação e 15% não fizeram nada.

Além disso, 60% já teve contato com algum perfil fake. Destes, 61% denunciaram o perfil, 32% não fizeram nada e 7% entraram em contato pedindo que a pessoa deletasse o perfil.

Por fim, 8% admitiram já ter compartilhado uma fake news intencionalmente, seja por achar engraçado, porque gostaria que fosse verdade ou por não ter certeza absoluta de que era falsa.

Fake news e a confiabilidade nos meios

A questão da credibilidade das informações e dos veículos de comunicação em geral dividem opiniões. 33% dos entrevistados acham que as redes sociais têm mais notícias falsas do que verdadeiras, e 24% acham que têm mais notícias verdadeiras do que falsas.

34% concordam que a internet contribuiu para a queda da qualidade do jornalismo, mas 35% discordam dessa informação. E 29% acreditam que as informações divulgadas pelos meios de comunicação são confiáveis, enquanto a mesma parcela, 29%, acreditam que elas não são confiáveis.

Pensando especificamente em diferentes meios de comunicação, a TV é considerada um meio confiável por 60% dos internautas, e os jornais impressos e as revistas por 57%. 31% consideram os sites, redes sociais e blogs confiáveis, e apenas 16% confiam nas redes sociais.

Fake news: como combater

7 em cada 10 entrevistados acham que cada vez mais as pessoas têm compartilhado notícias falsas sem perceber. Por outro lado, ao falar de si mesmas, as pessoas se dizem muito atentas com a verificação do conteúdo. 8 em cada 10 afirmam que verificam as informações antes de postar em suas próprias redes sociais.

E de quem é a responsabilidade de verificar a veracidade de um conteúdo publicado? Aqui, as opiniões também divergem. 30% acham que a responsabilidade é de quem compartilha a notícia. 28% acham que a responsabilidade é do veículo que publica. Por fim, 25% acham que é das redes sociais onde as notícias são publicadas.

Informações técnicas sobre a pesquisa

A pesquisa sobre fake news foi realizada no início de março deste ano com 2.016 internautas de todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,2pp.

 

Fonte: OpinionBox

Conheça 15 soluções que podem otimizar a operação da sua empresa em 2018

O começo do ano é o momento que as empresas elaboram de forma estratégica todo o planejamento e definem as metas de cada uma das áreas para o próximo ano. Setores como administrativo, financeiro, recursos humanos, logística e pós-venda são responsáveis e fundamentais no aumento da receita e do faturamento, tanto em grandes organizações empresas como em startups.

Por este motivo, é importante que essas áreas sejam trabalhadas de forma integrada, completando umas as outras, para que elas possam auxiliar no crescimento de cada uma das corporações. Para isso, muitas delas optam por utilizar soluções tecnológicas que melhoram e automatizam processos. Conheça 15 ferramentas e plataformas que podem otimizar a operação da sua empresa em 2018:

Planejamento estratégico

Zeeng – Há alguns anos era comum que as marcas agissem olhando para trás, interpretando dados do passado. Hoje, graças à digitalização dos negócios as empresas são obrigadas a monitorar seu mercado em tempo real para que a tomada de decisão seja a mais assertiva possível. Essas mudanças, aliadas à necessidade de ações imediatas, tornaram a tomada de decisão estratégica cada vez mais complexa, uma vez que as companhias competem em âmbito global. Pensando em auxiliar os gestores de Marketing e Comunicação, e também democratizar a ciência de dados, a Zeeng desenvolveu a primeira plataforma de Big Data Analytics do Brasil voltada ao setor – a Zeeng Data Driven Platform. A empresa aposta em uma interface simples e intuitiva para que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

Propz –  O varejo físico, apesar de um mercado mais tradicional, também pode se beneficiar de soluções de inteligência artificial para vender mais, assim como os e-commerces fazem. Ofertas mais assertivas, vindas de uma coleta de dados que monitora a jornada de consumo do cliente na loja, aumentam a frequência no ambiente e o ticket médio dos estabelecimentos. A Propz, ferramenta que oferece um sistema de Inteligência Artificial e Big Data para o varejo e serviços financeiros, é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada.

Gestão de compliance:

upLexis – Com dezenas de processos para serem realizados, é comum vermos alguns erros sendo cometidos por falta de planejamento e organização nas empresas. Por isso, a gestão de compliance é fundamental para que os empresários possam incluir novos procedimentos que melhorem a gestão empresarial. Dessa forma, a upLexis é uma alternativa viável para essas corporações, já que elas têm como objetivo detectar onde estão as falhas, podendo ir desde as fraudes até ter informações divergentes para melhorar os seus resultados. Por meio de big data, é possível realizar diversas consultas e buscas que garantem a efetividade nas tomadas de decisões, e ficar em conformidade com as leis estabelecidas regulamentando a atuação interna ou externa.

Antifraude:

Konduto: Para evitar que uma compra seja realizada por criminosos virtuais utilizando cartões de crédito clonados, a Konduto, empresa brasileira que desenvolveu um sistema antifraude eficiente e de alta performance, utiliza a tecnologia de Machine Learning para monitorar o comportamento de compra do consumidor e com isso, detectar quem está realizando a compra, se é um fraudador ou não. Com isso, é possível garantir a saúde financeira das lojas virtuais e a segurança das transações efetuadas.

Pós-venda:

Tracksale:Em um mercado no qual as empresas estão cada vez mais competitivas, a experiência do usuário faz toda a diferença. Afinal, ela tem grande importância para que o cliente crie e compartilhe a imagem da empresa, seja negativa ou positiva. Por isso, ter um pós-venda eficiente pode ser a chave para entender as necessidades do consumidor e resolver problemas. Por isso, que a Tracksale surgiu no mercado com o objetivo de melhorar a experiência de compra do consumidor por meio da metodologia Net Promoter Score (NPS) e outros indicadores que medem a experiência do cliente. A startup disponibiliza mais de 70 relatórios inteligentes que cruzam dados estratégicos e geram insights para tomada de decisão e indicam quais falhas e gargalos foram encontradas em cada empresa.

Trustvox: Para que haja transparência entre o cliente e a loja, é preciso que o lojista colete e divulgue apenas opiniões verdadeiras, ou seja, daqueles que realmente compraram na loja mesmo que não sejam comentários positivos, sem que haja moderação nos comentários. Por este motivo, a Trustvox primeira e única certificadora de reviews no Brasil, atua com o propósito de tornar a sinceridade padrão de mercado no e-commerce, a fim de melhorar a experiência de compra.

Gestão documental

Vianuvem: Muitas empresas não possuem espaços disponíveis para armazenar documentos sejam eles notas fiscais, arquivos contábeis, comprovantes de pagamentos, contratos, dentre outros tipos de informações. Em alguns casos, as companhias até mesmo possuem espaço físico, mas têm problemas de armazenamento, pois em muitas situações elas guardam os documentos em locais de difícil acesso e na hora de resgatar algum deles encontra-se dificuldade. Pensando em otimizar esse processo, melhorar a gestão documental, a Vianuvem desenvolveu uma plataforma que auxilia o gestor no gerenciamento eletrônico de documentos (GED) e processos de negócios (BPM) para simplificar a comunicação nas empresas, ao entregar soluções customizáveis para diversos setores. Ele tem como proposta oferecer uma solução 100% digital capaz de desburocratizar processos internos, sejam eles notas fiscais, reembolsos, compras, contratos ou gestão de crédito.

Gestão financeira:

Iugu: Otimizar a operação financeira e gerar cobranças com agilidade ainda é um desafio para muitas empresas. No Brasil um dos métodos preferidos de pagamento é o boleto e mesmo assim, é comum que as companhias ainda tenham problemas com esse tipo de operação. Por isso, a automatização de processos na área financeira se torna fundamental. Reduzir custos operacionais com a equipe e a inadimplência dos clientes é a proposta da iugu, uma plataforma de automação financeira. A solução permite a emissão de boletos que podem ser acessados online, tanto no computador quanto no celular e também o pagamento de todos os documentos que foram pagos e os que estão pendentes.

BizCapital: Mesmo fazendo uma gestão adequada das finanças, muitas vezes, algumas empresas precisam de um investimento extra para aumentar seu estoque ou o capital de giro. Nestes casos, um empréstimo pode ser a solução para não tirar dinheiro diretamente dos lucros da empresa. Muitas fintechs oferecem crédito com juros mais atrativos, como é o caso da BizCapital, que tem como objetivo tornar o crédito mais acessível e atender micro e pequenas empresas que estão fora do radar dos grandes bancos.

Parte estrutural:

Xtech Commerce: Antes de abrir um e-commerce, é preciso que o empreendedor escolha a plataforma ideal para o seu negócio, ou seja, o sistema que ela será criada, porém ela precisa estar atrelada a outras funções também. Para isso, a Xtech Commerce, permite que o lojista trabalhe de forma multicanal, além de possuir estratégias que permitem cuidar 360º da inteligência da loja virtual.

Recursos Humanos:

Gama Academy: Um dos problemas que tem se tornado cada vez mais comuns no universo de startups é o turnover, ou seja, a rotatividade na entrada e saída dos colaboradores do quadro de funcionários. Quando alguém deixa a empresa, seja por demissão ou desligamento voluntário, é gerado um gasto com rescisões e a contratação de uma nova pessoa, o que pode prejudicar o crescimento da empresa. Para auxiliar as startups a terem um controle maior sobre os gastos com contratações e demissões, a Gama Academy, escola que trabalha com recrutamento e treinamento de talentos para o mercado digital, cria programas de seleção e capacitação para encontrar os melhores profissionais para as empresas.

2XS: Os Recursos Humanos podem, e devem, mudar. Este setor moderniza frequentemente seu modo de operação e se adequa às mais variadas empresas que surgem no mercado. Os empreendedores precisam que suas contratações sejam as mais assertivas possíveis para montarem a melhor equipe. A natureza de cada empresa deve ser compreendida em sua totalidade, para que o RH aja como uma conexão entre talentos e oportunidades. A 2XS desenvolve soluções personalizadas, combinadas com ferramentas de hunting para entender o perfil profissional que cada empresa busca de acordo com suas necessidades.

Canal assertivo para atingir o seu público-alvo;

Samba Tech: Com o crescimento do mercado de vídeos online no país, a onda Netflix ganhou evidência e atingiu o pequeno produtor. Neste ano, diversos canais com conteúdo de nicho ganharam destaque e conquistaram cada vez mais seguidores. Por isso, para impactar seu público-alvo com uma mensagem relevante, investir em conteúdo por meio de vídeos online é a melhor alternativa.Ter uma comunicação clara, dialógica com todos os seus públicos é fundamental para trabalhar a construção da confiança, e as plataformas de streaming estão aí para ajudar a pulverizar seu conteúdo e impactar seus steakholders.

A Samba Tech, pioneira na distribuição de vídeos online na América Latina, está de olho nesse mercado e desenvolveu o Samba Play, um produto para empresas, pessoas e empreendedores que queiram conquistar cada vez mais clientes por meio das plataformas digitais.

Gestão logística:

Cobli: Reduzir gastos excessivos com combustível e manutenção veicular, calcular mudanças de rota e monitorar o modo de condução dos motoristas, são algumas das preocupações dos gestores de frotas. Para isso a Cobli, startup especializada em rastreamento, telemetria e gestão de frotas, oferece um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de tecnologia que aplica algoritmos de aprendizado da máquina, o sistema da Cobli consegue determinar, com alta precisão – 93%, quem é o motorista que está dirigindo naquele momento. Com base em dados de telemetria, ou seja, modo de frenagem, tempo de aceleração e troca de marchas, é possível entregar relatórios completos e detalhados, de maneira que o gestor consegue melhorar a performance da área logística, seja ele dono de micro e pequeno negócio com poucos carros ou até grandes transportadoras com centenas de caminhões. Presente em 26 Estados e DF, a Cobli possui mais de dois mil usuários ativos mensais.

Fonte: E-Commerce News