Black Friday: 7 dicas de marketing digital para aplicar na data

Táticas eficazes impulsionam vendas em uma das datas mais importantes para o varejo

Black Friday é uma das datas mais aguardadas por consumidores e pelo comércio. Em 2018, deve registrar um crescimento de 15% em vendas, movimentando cerca de R$ 2,4 bi, segundo dados do E-bit. Mas, de acordo com especialistas, é preciso enxergar muito além da sexta-feira.

“A Black Friday abre as portas para novos consumidores e para o estreitamento de laços com antigos clientes. Por isso, precisa ser pensada dentro de uma estratégia que englobe não só o evento em si, mas também os possíveis momentos de compra futuros”, explica Aline Bezerra, gerente de Contas da NewBlue.

Na construção das estratégias para um resultado positivo e de longo prazo, o Marketing Digital é essencial. Além de garantir uma boa conversão de vendas, ele permite construir uma comunicação eficaz e de longo prazo com os consumidores. Confira a seguir sete dicas da especialista para aplicar o Marketing Digital na Black Friday, mas colher resultados durante o ano todo:

1. Descubra quem é o seu público

Um bom planejamento será centrado em utilizar a inteligência de dados antes do desenvolvimento de qualquer peça. Onde está o cliente? Por meio de qual dispositivo ele prefere comprar? “Uma vez mapeados os públicos e audiências, é possível criar formas mais eficientes de impactá-los no momento mais oportuno”, explica Aline.

2. Mantenha o foco no longo prazo

De acordo com dados de pesquisa da consultoria Provokers, disponibilizados pelo Google, 78% dos consumidores voltaram a comprar na loja depois de fazer a 1º compra na Black Friday. Ou seja, é preciso direcionar o Marketing Digital para a segunda venda. “Uma experiência positiva de compra aumenta as chances de um retorno. Ignorar o poder de efetivação de vendas no longo prazo é um enorme desperdício!”, diz a especialista.

3. Dados valem ouro

A Black Friday é uma fonte de informações valiosas para o negócio. Por isso, é importante considerar no planejamento o monitoramento e a organização dos dados captados. “Compreender como os clientes chegaram até você, por meio de quais canais, é essencial para o relacionamento futuro”, diz Aline. São eles que vão ajudar a gerar o lifetime value, uma das métricas mais importantes. Monitore e entenda as estratégias dos seus concorrentes.

4. Use a Black Friday como parte da estratégia

O consumidor tem hoje uma jornada de compra orgânica, e não se guia apenas por um evento ou uma promoção. Não adianta apostar todas as fichas somente nas últimas horas ou na semana da liquidação. A construção de uma estratégia efetiva de marketing para a Black Friday passa por diferentes momentos e por um caminho no qual não é possível pular etapas.

5. Reforce a presença da sua marca com antecedência

Nos dias mais próximos à Black Friday, por conta da maior demanda, os anúncios digitais em plataformas como o Google têm uma concorrência bem mais alta. “É preciso trabalhar com antecedência e considerando sempre cada etapa da jornada, interpretando todos os sinais do público. Assim, a empresa/marca poderá se destacar e criar relações mais profundas com os consumidores”, pontua Aline.

6. Pense no mobile primeiro

Grande parte dos usuários considera a experiência de compra mobile um dos atributos mais importantes para retornar em um segundo momento. Além disso, 70% deles usa o dispositivo móvel para buscar os produtos pelo Google. Pensar fora da caixa neste momento poderá fazer toda a diferença em relação à concorrência.

7. Seja Omnichannel

O digital ainda é muito expressivo na Black Friday. Mas a data também faz parte do universo das lojas físicas. “Muita gente opta por fazer as compras off-line ou por pedir na internet e retirar em uma loja física. Esse público faz parte do universo de consumidores e precisa ser considerado nas estratégias. Quanto mais gente você conseguir impactar, melhor para o seu negócio”, finaliza Aline.

Fonte: Itforum365

Facebook monta “sala de guerra” para monitorar eleições no Brasil e nos EUA

O Facebook admitiu o abuso da plataforma com iniciativas de desinformação nas eleições presidenciais estadunidenses em 2016 e desde então vem reunindo esforços para evitar que as fake news e ações coordenadas de pessoas mal-intencionadas possam interferir em novos pleitos.

Agora, a companhia prepara “salas de guerra” física e digital para combater esse tipo de comportamento no processo eleitoral deste ano no Brasil e nos Estados Unidos — por aqui escolhemos presidente, governador, senadores e deputados em outubro e os ianques selecionam seus novos deputados e senadores em novembro.

Essas centrais de monitoramento estarão na sede da rede social, em Menlo Park, na Califórnia. As equipes reunião diversos departamentos, incluindo os de engenharia e inteligência sobre ameaças, e dados legais e científicos, entre outras frentes. Serão mais de 300 pessoas mobilizadas simultaneamente, enquanto 20 delas estarão nessa base de operações.

“Vai servir como uma central de comando. Assim poderemos tomar decisões em tempo real, caso sejam necessárias”, adiantou o diretor de gerenciamento de produtos para as campanhas eleitorais e esforços de engajamento cívico do Facebook, Samidh Chakrabarti, em conferência com jornalistas nesta quarta-feira (19).

Brasil já conta com uma força-tarefa especial

Em julho, o Facebook disse que desvendou uma campanha com dezenas de contas e páginas usando o equivalente a US$ 11 mil em anúncios para influenciar pessoas com causas políticas de forma suspeita. O CEO Mark Zuckerberg disse recentemente que de março a outubro mais de 1,3 bilhão de perfis falsos foram desabilitados e a rede social mantém parceria com duas organizações sem fins lucrativos para monitorar a segurança em pleitos e eventos internacionais, a International Republican Institute e a International Democratic Institute.

No Brasil, já há uma reunião de esforços na plataforma para desativar contas que vêm espalhando notícias falsas e a companhia disse que se aliou a companhias de checagem de dados para criar dois bots, capazes de ajudar a reconhecer automaticamente o conteúdo de desinformação antes mesmo que eles se espalhe por aí.

Fonte: Tecmundo

Monitoramento é estratégia!

Mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas. Os possíveis cruzamentos desses dados precisam estar presentes nas corporações

Conhecer o inimigo é a arte da guerra. Estar um passo à frente e entender o pensamento do seu adversário pode garantir uma vitória durante a batalha. No mundo dos negócios essa arte não é diferente. Conhecer seu concorrente, como ele pensa e o que ele faz, é muito importante para ter sucesso.Graças à internet, monitorar a concorrência se tornou mais acessível. E essa prática pode ajudar a embasar decisões, de forma que sejam assertivas e muito mais estratégicas. O mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas, e os possíveis cruzamentos desses dados, precisam estar presentes nas corporações. Vivemos um momento em que o empreendedor não pode mais contar com a sorte ou achismos. Temos dados e eles precisam ser a base das tomadas de decisão.

Para sair na frente, comece listando seus concorrentes. Leia e pesquise o que fazem, onde estão, no que se diferenciam e como destacam no mercado que atuam. Isso exercita o olhar para o seu próprio negócio e te permite identificar melhorias necessárias, além de reforçar os pontos de vantagem que sua empresa tem.

Dê atenção aos websites, afinal eles são grandes conversores de vendas. Veja os pontos positivos, o que funciona ou não, mecanismos de busca, conteúdos. Tudo é relevante.

Monitore também o comportamento das marcas competidoras em seus canais sociais, eles são uma fonte inesgotável de informações que podem te ajudar a direcionar estratégias desde a criação até a divulgação de um produto ou serviço. É essencial conhecer as plataformas dos concorrentes, não apenas para descobrir tendências, mas também para analisar qual o tipo de estratégia de conteúdo e comunicação está sendo realizada e o nível de interação dos consumidores com as empresas.

Use a tecnologia a seu favor. Existem muitas formas de conhecer o seu mercado e os que nele atuam. Entretanto, como todo guerreiro, você precisa estar atento às mudanças e preparado para atacar.

Por: Eduardo Prange
CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.