Google Analytics amplia ferramenta digital e unifica mensuração app e web

O Google apresenta o App + Web, funcionalidade para Google Analytics que unifica os dados de acesso a aplicativos e websites em seus relatórios. A novidade permite obter insights sobre a jornada multiplataformas, fundamental para prever as necessidades dos usuários e proporcionar novas experiências à eles.

Com a integração, o Google Analytics permite entender melhor o comportamento dos consumidores nessa nova jornada de compra, que passa por diferentes etapas no meio digital. Além disso, muitas empresas medem o engajamento de seus aplicativos com o Google Analytics para Firebase e o engajamento do website com o Google Analytics. Com o App + Web, os empresários poderão analisar ambos em uma tela só.

Os relatórios gerados pelo App + Web usam um único conjunto de métricas, possibilitando a visualização de relatórios; o total de usuários únicos que utilizam os meios digitais da empresa, independente de qual plataforma eles usam; e quantas conversões ocorreram nas plataformas em determinado período.

A primeira versão App + Web estará disponível para todas as contas do Analytics e do Analytics 360 em versão beta nas próximas semanas. Para incluir os dados do aplicativo da empresa, é necessária a implementação do SDK do Firebase no aplicativo.

Fonte: Cidade Marketing

Por que a criatividade inspirada por dados é o futuro do marketing eficiente

Nunca houve uma época melhor para ser um criativo. Em um mundo cada vez mais confuso, pensar grande e ter ideias poderosas faz toda a diferença. O que já sabíamos por intuição foi comprovado por uma pesquisa da Nielsen Catalina Solutions: a criatividade ainda é o principal elemento que aumenta as vendas.

Ao mesmo tempo, novos dados, tecnologias e possibilidades do machine learningsurgem a todo momento. Hoje há mais plataformas, sinais e dados para orientar as decisões que tomamos do que jamais houve. No trabalho que faço com as melhores agências criativas do mundo, vejo que quem usa esses dados e tecnologias consegue assumir mais riscos criativos, fazer melhores escolhas e comprovar o valor das suas ideias. Aqui vão três desafios criativos que conseguimos superar com o poder dos dados e da tecnologia, e que são exemplos para todo mundo.

1. O quanto conheço meu público?

A maioria dos profissionais de marketing acha que conhece seus clientes. Mas muitas vezes, não é esse o caso. Segundo uma pesquisa recente, 61% das pessoas disseram que as marcas que deveriam conhecê-las, na verdade, não as conhecem.

Mas com tantos dados e ferramentas disponíveis para as equipes de criação e de estratégia, entender de forma mais profunda as necessidades e paixões das pessoas – e garantir que o marketing esteja alinhado a elas – está mais fácil do que nunca.

Foi isso que a Olay Skin Care fez em uma campanha recente. Sua equipe mergulhou em dados do Google e do YouTubee descobriu que seu público (e isso talvez tenha sido uma surpresa) ama futebol americano e filmes de terror. Essas informações levaram o time de criativos a criar a campanha #KillerSkin, que contou uma história única e arrebatadora em torno do Super Bowl, atraindo dezenas de milhões de espectadores e gerando um crescimento enorme nas buscas.

2. Estou oferecendo personalização em escala?

Novas tecnologias e ferramentas também podem ajudar a atingir os públicos certos com conteúdo envolvente, algo que é muito importante: uma pesquisa mostra que anúncios relevantes em vídeo recebem 3 vezes mais atenção das pessoas do que a média das propagandas.1

Um exemplo disso é a campanha da Abreva que usou o Director Mix para gerar 119 versões de um anúncio, customizando os textos de acordo com os vídeos do YouTube em que apareciam.

As pessoas que gostam de fofocas de celebridades talvez tenham visto esta versão:

Por que a criatividade inspirada por dados é o futuro do marketing eficiente

(Tradução: “Você não pode se livrar das mensalidades caríssimas, mas pode se livrar dos lábios rachados em 2 dias e meio.”)

Já quem curte tutoriais de beleza pode ter visto esta aqui:

Por que a criatividade inspirada por dados é o futuro do marketing eficiente

(Tradução: “Mantenha o visual radiante, mas livre-se dos lábios rachados. Acabe com os lábios rachados em 2 dias e meio.”)

A campanha gerou um aumento de 41% em ad recall e de 342% no interesse das buscas do público-alvo no Google e no YouTube.

3. Qual é o meu roteiro de experimentos?

Se tem uma regra do trabalho criativo que eu aprendi, foi esta: não existem regras. Mas testes inteligentes e estratégicos podem nos ajudar a entender o que funciona e o que não funciona.

Um grande exemplo são as marcas que se juntaram ao time do Unskippable Labs do Google para responder à seguinte pergunta: qual é o nível ideal de customização em uma campanha? Os resultados foram variados e impressionantes, e aqui vai um resumo: a campanha da marca Cover Girl da Coty mostrou que anúncios com customização apenas de texto performaram igual ou melhor do que a peça que, além de texto, tinha imagens customizadas. No caso da montadora de automóveis tcheca Skoda, que utilizou vídeos longos, quanto mais customização, maior foi o ad recall.

Você pode aprender com os testes de outras pessoas e usar plataformas como o YouTube para fazer experimentos enquanto os vídeos rodam, observar o engajamento dos usuários e refinar sua abordagem com base nesse feedback imediato.

Enriqueça seu trabalho com inteligência criativa

Muitas pessoas se perguntam se a tecnologia vai tirar o trabalho dos profissionais de criação. Sempre que me fazem essa pergunta, digo que nenhuma máquina pode ocupar o lugar de uma pessoa com grandes ideias.

A tecnologia e os dados são ferramentas que podem ser usadas para expandir e enriquecer seu trabalho, mas nunca vão substituir você.

Explore inspirações criativas, ferramentas e melhores práticas no hub criativo do Google: create.withgoogle.com.

Fonte: Think With Google

Matemarketing: o grande segredo por trás do marketing holístico

Marketing e matemática juntos na elaboração de estratégias precisas para alcançar cada vez mais o público certo para a sua marca

Desde pequenos, somos forçados a aprender uma série de disciplinas na escola que não despertam o nosso interesse. Era Mesozóica, pretérito imperfeito, relevos territoriais e origem da vida são alguns exemplos. Mas nenhuma dessas matérias se comparava ao medo que se tinha dos cálculos matemáticos. Lembro bem da frase dita milhares de vezes durante o ensino médio: “Não vejo a hora de me formar na escola para nunca mais ter que ver matemática na frente”. Mas eu mal sabia o que viria pela frente.

“Tá, deu pra contar a história da vida agora?” Não, calma! Todo esse “lero lero” tem um propósito. Afinal, sabemos que se não formos objetivos com nossas metas nunca conseguiremos cumpri-lás. E isso tem tudo a ver com o que eu estou falando.

No mundo do marketing, existem diversas formas de trabalhar. Podemos usar estratégias que focam em branding, no conteúdo, no Inbound, no relacionamento ou até mesmo nas mídias sociais. Mas como já falei em outros artigos, existe um tipo de lidar com todas essas categorias juntas: o marketing holístico. Não quero me aprofundar nesse conceito de novo, mas sim falar sobre uma de suas ferramentas essenciais, capaz de transformar de forma impressionante os negócios. Estou falando do Matemarketing, conceito inspirado na linha de raciocínio de Romeu Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa.

Marketing + matemática = matemarketing

Como diz o nome, é a junção do marketing com matemática. Sim, isso é possível. Se trata de usar a inteligência de dados como base das estratégias de negócio, ou seja, utilizar o tão comentado Big Data para criar campanhas com alto grau de engajamento de público. Nesse contexto, com a ajuda de informações específicas adquiridas por meio de plataformas especializadas, é possível identificar padrões e preferências do grupo de pessoas a ser alcançado.

Isso significa que trabalhar com marketing deixou de ser uma prática estritamente ligada à criatividade. O mundo mudou, e com o avanço exponencial da tecnologia, novas formas de trabalhar com informações surgiram, como a Ciência de Dados e todas as ramificações da famosa Inteligência Artificial. Nesse sentido, a criação de campanhas e anúncios, assim como a maneira de tocar o negócio, deixou de ser apoiada na intuição, no achismo. Agora, as decisões precisam ser tomadas de forma certeira, sem dar chances para o azar. Claro, nem sempre as estratégias vão dar certo, mas elas precisam ser calculadas para evitar o máximo de erros.

Como funciona

Houve um tempo em que para conhecer as pessoas era preciso conversar pessoalmente. No entanto, com o avanço das tecnologias, está cada vez mais simples alcançar as pessoas certas para o seu negócio e conhecer o seu público. Nessa perspectiva, conceitos de inteligência, de análise de dados e o Big e o Small Data transformaram a maneira como as marcas se relacionam com os consumidores. E o matemarketing tornou-se fundamental para compreender a fundo seus comportamentos, gostos, desejos e necessidades.

A partir da união da análise detalhada das informações com os objetivos a serem alcançados, as chances de colher bons frutos no futuro aumentam. Dessa forma, o marketing holístico começa a ser posto em prática. Com uma visão 360° do mercado e um entendimento profundo do cliente, as empresas têm o poder de mirar nas melhores alternativas para investir seu capital e energia da melhor forma possível.

Por que usar?

Como dito anteriormente, a forma de lidar com os diferentes tipos de problemas que nos assolam mudou e é preciso estar preparado – ou até mesmo a frente do seu tempo. Você consegue se imaginar tendo apenas o táxi perto da sua casa para recorrer em vez de chamar um uber? Ou trocar mensagens com os clientes sem e-mail e aplicativos de mensagens? Difícil, eu sei. Por isso, a importância dos gestores estarem antenados para as tecnologias que surgem e podem melhorar os negócios. Afinal, queimar a largada não significa só ficar atrás dos concorrentes, mas pode ser fator determinante para levar um empreendimento ao fracasso.

Nesse contexto, o casamento entre matemática e marketing logo deixará de ser um diferencial e passará a ser elemento necessário na construção de negócios de sucesso. O conceito está tão em voga no mercado que chega a ter um nome que remete às tradicionais religiões, sendo denominado de Dataísmo. Dessa maneira, as empresas que não se disporem tornaram-se “discípulos” dessa ferramenta podem ficar obsoletas com o passar do tempo e com os ganhos da concorrência que não ignorou o sinal de fumaça.

Benefícios

Todo esse esforço para mensurar as informações precisa ter um retorno. Afinal, se fosse ao contrário não estaria aqui conversando com você sobre esse assunto. Nessa conjuntura, o matemarketing pode trazer benefícios que otimizam as formas das marcas lidarem com os consumidores. Assim, utilizar os dados captados para turbinar os conteúdos produzidos é uma boa iniciativa para gerir resultados positivos.

Outra vantagem está em conhecer bem a persona a ser atingida. Mas não se espante, é atingir de uma forma boa. Isso quer dizer que com o uso da matemática com o marketing holístico, é possível elencar as preferências dos clientes e oferecer cada vez mais soluções certeiras para os problemas que rondam seu público.

Mas não pense que esse conceito é 100% voltado para os consumidores. A retenção de informações exatas vai te ajudar a focar naquilo que funciona e excluir o que der errado, assim como vai fazer você conhecer melhor os passos da concorrência. Visto isso, as estratégias que não alcançarem as metas e estiverem dando prejuízo podem ser identificadas rapidamente, evitando assim prejuízos maiores no futuro.

Podemos dizer, então, que a coleta, a análise e a contextualização de dados são elementos essenciais para as ideias progredirem. Isso porque, com as leituras de comportamento e análises preditivas, os empreendedores conseguem ter noção do que irão enfrentar com antecedência. Assim, a matemática se torna amiga inseparável das estratégias de marketing, integrando os segmentos de forma amistosa e produtiva.

E agora? Vai duvidar do poder dos dados?

Por Eduardo Prange, Co-Founder e CEO da Zeeng – Data Driven Platform

A Era do Mate-Marketing

O entrevistado Romeu Busarello é diretor de marketing da Tecnisa e há quase dez anos criou uma rodada de negócios para startups dentro da empresa. Mais de 80 projetos já foram fechados. No podcast, Busarello conta sobre as transformações do mercado. Ele acha que ter conhecimentos de matemática é fundamental para se manter competitivo. Os dados aplicados ao marketing acabaram com a era dos palpiteiros. A nova era é a do mate-marketing.

Ouça a entrevista concedida às jornalistas Camila Olivo, da CBN, e Adriana Salles, da HSM Management.

Clique aqui

Fonte: CBN

Marcas Mais Valiosas do Brasil crescem 11% em 2019, mostra ranking

 Varejo e bancos impulsionam o crescimento do valor total das marcas mais valiosas do ano

– Bradesco assume a liderança do ranking, passando do segundo ao primeiro lugar, com um valor de US$9,4 bilhões

– Magazine Luiza (+276%), Amil (+160%), Petrobras (+154%), Ypióca (+143%) e Renner (+132%) são as que tiveram maior incremento em 2019

– Google lidera o ranking das mais fortes no Brasil e pela primeira vez há cinco marcas nacionais na lista

O grupo WPP e a Kantar divulgam o novo ranking das 60 Marcas Mais Valiosas do Brasil, em parceria com a revista IstoÉ Dinheiro. Neste ano, os bancos tomaram as primeiras colocações, com o Bradesco (US$9,4 bilhões) em primeiro lugar, após um crescimento de valor de marca de 35% e Itaú (US$8,3 bilhões) na segunda colocação, também com um incremento de 35%. O terceiro lugar ficou com a Skol (US$7,2 bilhões).

O valor da soma das marcas do ranking teve um incremento de 11% em relação a 2018, alcançando US$69,9 bilhões, impulsionado principalmente pelo varejo, liderado pelo Magazine Luiza e seu crescimento de 276% em valor de marca. A Renner, rede varejista de moda, aumentou o valor da sua marca em 132%.

Bancos e varejo ganham destaque em 2019

Para Eduardo Tomiya, diretor executivo da Kantar Brasil, a experiência omnichannel, com uma ótima integração entre off e online foi a chave para o sucesso do setor varejista, nos casos do Magazine Luiza e Lojas Americanas. Já para a Renner, é a experiência do consumidor que fez a diferença, com investimentos em atendimento de qualidade variedade e uma nova disposição dos produtos nas lojas, entre outras estratégias.

Outro setor de destaque no ranking foi o de instituições financeiras, no qual, além do Bradesco e o Itaú, o Banco do Brasil se destaca com 90% de aumento no valor da sua marca em relação ao ano passado. Esse crescimento foi impulsionado pela implementação de novas soluções tecnológicas que facilitam a vida dos clientes (como a inteligência artificial ou interface de aplicativo mais intuitiva), uma resposta desses bancos tradicionais à chegada das fintechs.

Marcas nacionais se destacam entre as mais fortes

Além do ranking das Marcas Mais Valiosas do Brasil, a Kantar apresentou também o ranking das mais fortes com atuação no país. Este levantamento se refere à força das empresas nacionais ou estrangeiras que atuam no país e avalia o brand equity, ou seja, o poder de influência que ela tem no mercado e nos consumidores e que a converte na favorita do público.

Confira o ranking completo:

Esse ranking apresentou grandes mudanças, com cinco novos nomes entre as 20 marcas e a presença de mais brasileiras, passando de duas (2018) para cinco. O Guaraná Antarctica ainda alcançou o Top 10, ficando em 9° lugar, crescendo duas posições.

Metodologias diferentes

As Marcas Mais Valiosas do Brasil levam em consideração o valor financeiro (dados bolsa e da Bloomberg), além do valor de contribuição de marca: proporção do valor financeiro de uma marca gerado por sua capacidade de aumentar o volume de compra e carregar um premium price (metodologia Kantar).

Já no ranking das mais fortes são considerados apenas os aspectos de marca (brand equity), como a capacidade de gerar conexões emocionais mais significativas, a habilidade para se diferenciar de outros nomes da mesma categoria e a facilidade de se converter na primeira opção dos consumidores dentro de um grupo de produtos do mesmo segmento.

Sobre a Kantar

A Kantar é líder global em dados, insights e consultoria. Somos a empresa que mais entende como as pessoas pensam, sentem, compram, compartilham, escolhem e veem. Ao combinar nossa experiência sobre o conhecimento humano com tecnologias avançadas, as 30.000 pessoas que trabalham na Kantar contribuem para o sucesso e crescimento das principais organizações do mundo.

Sobre WPP

A WPP é o maior grupo de serviços de comunicação do mundo, com faturamento de US$ 73 bilhões e receita de US$ 19 bilhões. Através de suas empresas operacionais, o Grupo oferece uma ampla gama de serviços de publicidade e marketing, incluindo gestão de investimentos em publicidade e mídia; gestão de investimentos em dados; relações públicas e assuntos públicos; branding e identidade; comunicação de serviços de saúde; marketing direto, digital e de promoção e relacionamento, assim como comunicação especializada. A empresa emprega mais de 200.000 pessoas (incluindo associados e investimentos) em mais de 3.000 escritórios em 113 países. Para mais informações, visite www.wpp.com.

A WPP foi nomeada Holding do Ano no Festival Internacional de Criatividade do Lions de Cannes de 2016 pelo sexto ano consecutivo. A WPP também foi nomeada, pelo quinto ano consecutivo, a Holding mais Eficaz do Mundo no Effie Effectiveness Index de 2016, que reconhece a eficácia da comunicação de marketing. Em 2016, a WPP foi reconhecida pela Warc 100 como a World’s Top Holding Company (pelo segundo ano consecutivo).

TOP 60 Brazil 2019

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Fonte: Segs

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

A era do dataísmo e os próximos passos do marketing

O dataísmo é a nova religião dos dados. No passado acreditava-se muito nos princípios da fé para ter respostas às angústias que nos cercavam. Agora os poderosos algoritmos nos dão encaminhamento para as respostas. Alguns usam as estatísticas assim como os bêbados, mais para apoio do que para iluminação.

Antes eu estimava o tempo que levaria para me locomover de A para B, hoje tenho o tempo exato. Antes recorria à intuição dos mais velhos para saber se ocorreria uma chuva durante o dia, hoje tenho a previsão exata se isto acontecerá. Antes fazia minhas orações para não ser acometido por uma doença grave, hoje os testes de DNA fazem análises preditivas. Quando queríamos saber alguma informação para nos ajudar a decidir, recorríamos antigamente ao professor, ao chefe e até ao padre da paróquia. Tínhamos como base de conhecimento as grandes religiões, como o Cristianismo, o Hinduísmo, o Budismo e o Islamismo.

Não sou mais um profissional de marketing, hoje sou um profissional de Matemarketing, minha vida é sufocada por dados. No passado quando encontrava os meus pares de mercado, a pergunta mutua que me faziam era: qual é a sua agência de publicidade?  Hoje perguntamos: quais são as martechs que estão plugadas no seu negócio? Todas as martechs tem no seu DNA algoritmos potentes que geram dados, que por sua vez geram informações, que por sua vez geram a big idea.

A sequência é mais ou menos essa: Biga Data, Data, Small data, insight.  No período da big ideia pura, para aprovar uma campanha havia necessidade de muitas autorizações, assinaturas e carimbos dando autenticidade de que a ideia havia sido aprovada. Era um vai vem de papel, pranchas, assinaturas, etc. Hoje é muito comum o analista fazer uma campanha nas redes sociais, ninguém viu, ninguém aprovou e ninguém opinou. Ela impacta 1 milhão de pessoas, geram milhões de impressões, click views e centenas de clientes interessados etc. Com custo de aquisição de cliente e prospect, e acuracidade de 06 casas depois da vírgula. Tudo é absolutamente mensurado. Acabou a era dos palpiteiros de plantão.

Estamos vivendo a era do Dataísmo, a nova religião de dados, tudo se explica através de números. Os profissionais de marketing e comunicação que não acordarem para esta nova realidade estão fora da arena de negócios. Independentemente da carreira que atuamos, todos deveremos ser proficientes em competências analíticas, sobretudo os profissionais de humanas que passaram e ter que incorporar essa nova habilidade no seu grid. Ouso afirmar que o Big Data adquiriu um protagonismo significativo nos últimos anos a ponto de parear com o big ideia, no entanto um não vive sem o outro. Profissionais de humanas, bem-vindos ao mundo de exatas.

Fonte: Consumidor Moderno

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

Para entender e conquistar clientes é preciso dados, não suposições

Conhecer os clientes e construir relacionamentos têm sido princípios básicos para o bom andamento dos negócios em todo o mundo. Estamos na era da hiperconectividade e você, com toda certeza, já deve ter ouvido falar em Big Data, inteligência artificial (IA), CRM, ‘machine learning’, Google analytics, ‘business intelligence’, entre inúmeros outros termos e ferramentas que se valem da análise de dados para impulsionar resultados nos mais diferentes setores. E, caso ainda não esteja familiarizado com o ‘data science‘ na gestão da sua empresa, esse é um bom momento para começar.

O mercado está cada vez mais focado em entender a jornada do cliente e sua experiência de compra. Afinal, a razão para aquela grande ideia de negócio ter nascido é a satisfação do público-alvo, seja na entrega de um produto ou de um serviço. Avanços tecnológicos, como a inteligência artificial e o machine learning, vêm transformando as estratégias de atração e relacionamento com clientes.

A utilização de análise de dados no marketing possibilita aprimorar processos, obter ‘insights’ preciosos para analisar grandes volumes de dados e tomar decisões estratégicas com o objetivo de aumentar as vendas e o ROI, fidelizar clientes e aprimorar a experiência do usuário, por exemplo. Essa nova era do marketing, conhecida por ‘data driven’, está colocando em cheque o trabalho das agências de publicidade tradicionais – que não estão preparadas para tamanha complexidade.

Companhias que analisam seus dados conseguem responder rapidamente a mudanças do mercado, prever padrões de comportamento e prevenir riscos com mais agilidade. Analisando dados, as empresas aumentam as possibilidades de entender o cliente e responder às suas necessidades, o que leva ao crescimento.

Essas informações podem ser coletadas em diferentes lugares, como redes sociais, sites de pesquisa, e-mail, newsletters, fóruns, aplicativos e ‘gadgets’. Ao acessar um site, os ‘logs’ de acesso e de visualização ou de cliques do usuário mostram seu ponto de interesse. Quando ele faz uma compra online, é possível construir um histórico de estatísticas que mostra hábitos de consumo. Por meio dos comentários – positivos ou não – em redes sociais, ele registra uma percepção sobre aquela marca/serviço.

Porém, não é uma tarefa simples agregar valor a essa infinidade de dados, de forma que tenham sentido para gerar negócios de relevância. É preciso analisar as informações de forma inteligente, com as ferramentas e a abordagem certas para formular ‘insights’ – o ‘data science’ nada mais é do que um estudo metódico dos dados e informações referentes a um negócio, abrangendo diversas perspectivas sobre um determinado assunto.

Os profissionais de marketing – e de outras áreas – têm percebido a importância de entender métodos básicos de ciência de dados para se comunicar com as equipes de análise e avaliar as oportunidades. Atualmente, tudo o que é feito nos canais de mercado transforma-se em informação valiosa para estabelecer um padrão que caracterize o cliente certo para determinado negócio.

Está mais do que comprovado que o mercado, hoje, se baseia em números para crescer, e as companhias não podem mais focar seu planejamento e gestão em suposições. São esses dados, concretos e bem analisados, que serão de grande valia para a validação do modelo de negócio e para indicar para onde devem ser direcionadas as estratégias para que a satisfação, o engajamento e a fidelização do público-alvo sejam alcançados.

Fonte: It Forum 365

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação, quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em big data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o big data analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência – o assunto principal deste artigo.

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

* Eduardo Prange é CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação.

Fonte: Administradores.com