Publicidade em mídias sociais continua a crescer em ritmo acelerado, aponta pesquisa

Segundo a pesquisa “Paid Social Trends” do 2º trimestre, investimento em anúncios em mídias sociais cresceu 40% em base anual

Os investimentos em publicidade em mídias sociais mantiveram sua trajetória de crescimento acelerado e registraram um crescimento de 40% em base anual (Jul/2017-Jun/2018 em relação ao mesmo período anterior). É o que mostra o estudo “Paid Social Trends” do 2º trimestre, desenvolvido pela iProspect. Essa taxa leva em consideração investimentos no Facebook, Instagram, Pinterest, Snapchat, Twitter e LinkedIn. A pesquisa foi realizada com mais de 210 marcas, cujas ações abrangem investimentos em vários países, incluindo o Brasil.

O anúncios em mídias sociais continuam a ganhar espaço dentro do mix de ações de marketing. Isso tanto pela mudança do comportamento do consumidor, como por melhorias das plataformas que continuam a desenvolver formatos mais amigáveis para os anunciantes. Apenas nos segundo trimestre, já foram ao menos 72 atualizações. Essas alterações impactam a performance das campanhas, retroalimentando o interesse neste tipo de comunicação”, explica Gustavo Macedo, diretor de Marketing e Creative Content da iProspect.

A pesquisa mostra que o LinkedIn foi a rede social que registrou o maior crescimento em investimentos em anúncios pagos, 167% comparado ao trimestre anterior e 245% em base anual. Tal desempenho está associado à sazonalidade das estratégias dos anunciantes na plataforma (o investimento no 2º trimestre costuma ser maior do que nos trimestres anteriores) e ao alto engajamento dos usuários do Linkedin que atraem muitas marcas de B2B ou mesmo de B2C com produtos corporativos e de luxo. Novas funções como o Lead Generation e o Carousel Ads também trouxeram grandes oportunidades para as marcas.

Já o Facebook Inc. (holding que reúne Facebook, Instagram e Audience Network) registrou uma variação positiva de 54% (base anual) e 17% (em relação ao trimestre anterior). Embora o crescimento se verifique em todas as plataformas da holding, a rede Facebook foi a que mais contribuiu para este crescimento que está associado a questões sazonais, expansão orgânica, busca de novos prospects e uso mais intensivo de modelos mais interativos de anúncios (a exemplo do Dynamic Ads for Broad Audiences), entre outros. Chama a atenção também o fato de os investimentos em anúncios em vídeo na holding já representarem 53% do total. Isso é devido à adoção de novidades como o Instagram Stories e In-Stream (mid-roll), bem como a maior adoção de recursos de vídeo e animação para blocos de anúncios.

Os gastos com o Snapchat aumentaram 142% em relação ao ano anterior e 9% em relação ao trimestre. Ambos os avanços são devidos à introdução de novos tipos de anúncios, incluindo filtros não geográficos e Lentes Snap, e para o maior espaço/destaque para a publicidade na plataforma. Houve um aumento de 168% comparado ano a ano em gastos com o Snap Ads, o que indica o amadurecimento deste formato e também a resposta positiva do mercado a criação da recém-lançada unidade de publicidade do Snapchat.

Pinterest registrou um crescimento de 17% em base anual e uma queda de 11% em relação ao trimestre anterior. Esta queda está associada a fatores sazonais e a iProspect espera que os investimentos nesta rede continuem a crescer, assim como vem ocorrendo nos trimestres anteriores. Isso porque a rede vem promovendo aprimoramentos importantes em termos de mensuração e formatos de publicidade que facilitam o desenvolvimento e acompanhamento de campanhas.

Por fim, o investimento no Twitter caiu 66% comparando ao ano anterior. Mas, está em alta em 2018, com 32% de aumento em comparação com o primeiro trimestre do ano. Vídeos no Twitter continuam a representar a maior parte do gasto por objetivo – 36% – no segundo trimestre de 2018, conforme as marcas continuam a ver fortes resultados com o formato Video In-Stream. O estudo aponta que as marcas estão começando a explorar o Twitter não apenas para obter visualização de seus vídeos, como para atingir outros objetivos de comunicação. Melhorias nos produtos de publicidade oferecidos e a possibilidade de checagem de dados de audiência por terceiros contribuem com este movimento.

“Como as redes sociais são um canal em constante evolução, o sucesso das marcas depende, em grande parte, de sua capacidade de acompanhar esses desenvolvimentos e adaptar suas estratégias, tanto em termos de mensagens e formatos, como em relação a diferentes aspectos da jornada do consumidor”, ressalta Gustavo Macedo.

Fonte: digitalks

Nova ferramenta do LinkedIn traz Big Data e inteligência artificial para recrutamento de candidatos

Nesta terça-feira (25/9), o LinkedIn anunciou o lançamento do LinkedIn Talents Insights, uma ferramenta voltada à profissionais de RH responsáveis pela área de recrutamento e que usa aplicações de Inteligência Artificial e Big Data, trazendo datas em tempo real que podem ajudar na contratação de novos funcionários.

De acordo com a rede social, a ferramenta utiliza o banco de dados de mais de seus 575 milhões de usuários. A partir disso, ela fornece análises estratégicas sobre concorrência, perfis de contratação, habilidades mais procuradas para determinadas funções, entre outras métricas. O serviço pode ser adquirido como um plano de licenças anual, que varia de acordo com o número de funcionários presentes no LinkedIn.

Como funciona

 O acesso à plataforma permite a consulta de duas formas: por cargos ou companhias. Na pesquisa por cargos, por exemplo, é possível visualizar onde estão os talentos geograficamente e, por exemplo, planejar onde abrir um escritório ou investir em programas de recrutamento. Já na pesquisa por companhias, o recrutador consegue visualizar para quais empresas está perdendo candidatos ou de qual empresa se contrata com mais frequência.

LinkedIn Talents Insights ainda permite a extração de relatórios por planilhas ou apresentações, o que facilita a análise de dados pelos tomadores de decisão da empresa.

Maior eficiência

Segundo estudo recente do LinkedIn, feito com mais de 9 mil profissionais de Recursos Humanos, 64% dos entrevistados já utilizaram dados no processo de recrutamento. Dos que ainda não usam, 79% afirmam que pretendem fazê-lo para selecionar os melhores candidatos nos próximos dois anos.

“Hoje em dia, os dados de RH ainda são limitados. Na maioria das vezes, eles estão desatualizados, levam muito tempo para serem coletados e oferecem pouca visibilidade do talento que as empresas têm ou precisam encontrar”, comenta Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina. “O LinkedIn Talents Insights quer ajudar as empresas a atrair ou reter funcionários, mas também trabalhar a marca empregadora da empresa fazendo análises sofisticadas da sua principal audiência”, complementa.

Fonte: Olhar Digital

LinkedIn anuncia campanha global para questionar o que é sucesso

O Linkedin estreia nesta segunda-feira (3), no Brasil, a campanha digital “Juntos Nessa”. A divulgação é uma adaptação da campanha global “In It Together”, lançada em janeiro, durante o intervalo comercial do Golden Globe Awards.

A campanha é a primeira da marca no Brasil e traz peças publicitárias feitas a partir de histórias reais dos usuários da rede social profissional. A criação é da agência americana Brands2Life.

Os anúncios, feitos com três usuários brasileiros, têm como objetivo estimular um debate sobre diferentes conceitos de sucesso e mostrar que o LinkedIn oferece suporte aos profissionais que ali estão para construção da sua comunidade, sejam eles de uma grande indústria, pequenos empreendedores ou com profissões que geralmente não são vistas na rede com frequência.

“Queremos mostrar que o LinkedIn é um espaço democrático, não só para pessoas com cargos de alta liderança. Para isso, buscamos nas histórias reais e inspiradoras de pessoas que encontraram no LinkedIn uma oportunidade de criar laços ou ainda, sua própria identidade como profissional”, explica Erica Firmo, gerente de comunicação do LinkedIn para a América Latina.

Dentre as histórias da campanha estão a de um grafiteiro, uma ex-publicitária que virou chef de comida vegana crua e uma trainee de marketing. Eles foram convidados para uma sessão de fotos e em seguida, criaram artigos para o LinkedIn respondendo à pergunta: “o que é sucesso para você?”.

Acompanhada da hashtag #JuntosNessa, a campanha circulará durante todo o mês de setembro, nos canais digitais da empresa, incluindo o Facebook, Instagram, Twitter e o próprio LinkedIn.

 

 

Fonte: AdNews

Agora dá para procurar emprego pelo Facebook

Quem está em busca de emprego agora pode contar com o Facebook de maneira mais prática. A rede social começou a expandir sua ferramenta de pesquisa por vagas para 40 países nesta quarta-feira, 28, incluindo o Brasil. O serviço estava em testes nos Estados Unidos e Canadá desde o ano passado.

Já é possível acessar facebook.com/jobs para encontrar as vagas em anúncio no Brasil, tanto no celular quanto no PC. Porém, nem todos os usuários já têm acesso à novidade, que parece estar sendo distribuída lentamente. Ao Olhar Digital, o Facebook disse que o recurso estará acessível a todos nas próximas semanas.

Quem procura emprego pode ir até a página oficial da ferramenta, ir até o Marketplace do Facebook ou até o feed de exploração da rede social. As vagas podem ser filtradas por local, área de conhecimento ou modelo de contratação (tempo integral, estágio etc.), entre outras opções.

É mais ou menos como funciona outra rede social voltada ao mercado de trabalho, o LinkedIn, comprado pela Microsoft em 2016. O Facebook até ajuda o usuário a criar um currículo padronizado, com informações de contato, experiência e outros dados.

Quando alguém se candidata a uma vaga, apenas a empresa que fez o anúncio pode ver essa informação. Ela não aparece no perfil do usuário e nem no feed dos seus amigos. O contato entre candidato e empresa também poderá ser feito através do Messenger.

Já as empresas também ganham uma ferramenta padronizada para o anúncio de vagas, incluindo descrição das funções, exigências, salário previsto e local de trabalho, entre outros dados. Será possível até pagar para que os anúncios cheguem a mais pessoas.

Nesta concorrência com o LinkedIn, o Facebook chega pouco tempo depois que o Google também estreou no Brasil uma ferramenta de procura por emprego integrada ao serviço de Busca.

Fonte: Olhar Digital