4 alicerces da transformação digital

transformação digital é massivamente discutida e apontada como fator-chave para que as empresas sejam capazes de sobreviver à era digital. De acordo com a IDC, até 2020, 40% das maiores organizações da América Latina verão a manutenção e sucesso de seus negócios dependerem de suas capacidades de se digitalizarem.

Para driblar esse desafio, deverão utilizar tecnologias de modo estratégico de forma a criar novos modelos de negócios, processos e capacidades que lhes permitam aumentar eficiência, reduzir custos desnecessários e, principalmente, prover novos serviços e/ou melhores experiências a seus clientes, o que impacta diretamente na lucratividade do negócio.

Não há dúvidas de que a transformação digital deve ser pauta prioritária no planejamento das empresas. No Brasil, entretanto, caminhamos na contramão, pois seu planejamento e adoção ainda esbarram na velha crença de que investir em tecnologia é uma despesa sem retorno direto e que deve ser reduzida ao máximo.

Para ter sucesso nessa trajetória, o primeiro passo é a conscientização. A adoção de novas tecnologias deixa de ser opcional e passa a ser fundamental para sobrevivência, manutenção e sucesso dos negócios. A mídia, por exemplo, foi totalmente reinventada por empresas como Netflix, Amazon Video e Spotify. Vale lembrar ainda que o Uber e o Airbnb se tornaram grandes empresas de transporte e hotelaria sem ao menos possuir um único carro e hotel.

O segundo passo, é o entendimento das ferramentas e seus benefícios. Para isso, elenquei algumas tecnologias que podem viabilizar a transformação digital na sua empresa e como diferentes setores vêm se beneficiando com o uso destas ferramentas:

SD-WAN

É uma solução que utiliza o conceito de controle centralizado para trazer simplicidade, agilidade e automação para WAN. Além disso, agrega diversas funcionalidades – segurança, visibilidade de tráfego, definição de políticas de encaminhamento de tráfego baseado em aplicações e analytics – que permitem escolher os meios de transporte que melhor se adequem às necessidades de conectividade da empresa e, principalmente, possibilitam fazer o melhor uso dos seus recursos. Devido a essas funcionalidades, o SD-WAN é considerado o viabilizador da transformação digital, sendo a sua adoção o primeiro passo nessa jornada.

A rede de lojas GAP, por exemplo, foi um dos early adopters da solução. Segundo o arquiteto de redes da varejista, Snehal Patel, a adoção do SD-WAN levou a agilidade e a simplicidade necessárias para atender às demandas de negócios, além de permitir o uso de novos meios de transportes de dados que disponibilizam banda para adoção de novas aplicações e serviços, promovendo ainda, a redução de custos operacionais.

IoT

Nada mais é que o nome dado ao conceito de se conectar coisas à internet – eletrodomésticos, lâmpadas, motores industriais, carros etc. Essa tecnologia possibilita não apenas a criação de novos serviços, como também o aumento da eficiência de atividades existentes, o caso de diversas aplicações das cidades inteligentes, como monitoramento de lixeiras, bueiros, iluminação pública, etc.

O uso da MagicBand, pulseira conectada dos parques da Disney, é um caso de sucesso de IoT. A tecnologia atrela informações do usuário a diversos serviços, permitindo que funcionem como ingresso de atrações, chave do quarto de hotel e meio de pagamento. Além disso, permite que a Disney tenha acesso às informações dos usuários e as utilize para melhorar ainda mais a experiência deles.

Inteligência artificial

De maneira abrangente, é definida como a capacidade de computadores realizarem atividades que requerem inteligência e normalmente seriam realizadas por seres humanos. Porém, de uma forma mais específica e atual, está atrelada ao conceito de machine learning, em que os computadores têm capacidade de emularem a atuação de pessoas a partir da aprendizagem.

Assim, além da análise de dados e tomadas de decisões, há a capacidade de aprender com os resultados das ações e se retroalimentar com essas informações para gerar dados mais precisos e melhores decisões futuras.

Um exemplo de inteligência artificial que afeta diretamente nosso dia a dia são os chatbots e assistente virtuais, adotados para dar mais agilidade ao atendimento ao cliente tanto em pré-vendas quanto no pós-venda. Eles são utilizados para guiar os consumidores aos produtos de interesse e fornecer informações e recomendações que os ajudem em sua decisão de compra, além de auxiliar a resolver um dos principais pontos de reclamação dos clientes: o tempo de espera para atendimento. Iniciativa que apresenta uma grande adesão e aceitação dos consumidores.

Realidade Aumentada

As aplicações de realidade aumentada utilizam informações do mundo real, com dados virtuais, para simular um ambiente e/ou uma experiência.

A Sephora, rede de cosméticos internacional, verificou que 22% das desistências de compras online estavam ligadas à percepção de que o produto escolhido era diferente pessoalmente. Pensando nisso, a Sephora adotou uma aplicação de realidade aumentada para ajudar seus clientes a conhecerem melhor os produtos e melhorar a experiência de compra.

No aplicativo “Sephora Virtual Artist”, os clientes podem testar virtualmente os produtos oferecidos e maquiagens criadas pelos experts da marca. Além disso, com o uso de aplicações de inteligência artificial é possível obter recomendações de maquiagem que mais combinem com a cor da sua pele.

Esses são apenas alguns exemplos de como está latente a necessidade de que a transformação digital seja considerada como prioridade no planejamento estratégico das empresas. Analisar a transformação do modelo de negócio da vertical em que atua nos últimos anos e as tendências de futuro para definir seus objetivos estratégicos é essencial.

Independentemente de em qual pilar seus objetivos estarão apoiados – eficiência operacional, geração de novos negócios, experiência do usuário – certamente a adoção de novas tecnologias será fundamental para a transformação e sucesso do seu negócio.

Fonte: ComputerWorld

CI&T aponta tendências da transformação digital para 2019

Relevância da cultura baseada em dados, necessidade de autonomia às áreas e mudanças no marketing digital estão entre as tendências para a jornada de transformação digital das empresas no próximo ano

De acordo com o Gartner, a transformação digital de negócios passou de experimento para mainstream. As iniciativas digitais vão liderar a lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital – um número acima dos 17% em 2018. Outro dado que chama a atenção é que apenas 4% das organizações não terão nenhuma iniciativa digital no próximo ano, o que sinaliza essa mudança do digital como uma plataforma mainstream.

CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes marcas com presença global, compartilha algumas tendências desse mercado para o próximo ano:

Adoção da cultura data-driven: As organizações deverão intensificar o uso de dados como parte do planejamento e estratégias de negócios para todas as suas áreas. Uma cultura baseada em dados permite o monitoramento em tempo real das principais fontes de informação, tanto para guiar processos-chave de transformação digital como realizar atualizações tempestivas no desempenho de lançamentos de novos produtos e serviços. Para compreender as interações com os consumidores, as empresas terão que possuir maior competência em análise de dados (analytics). O uso do analytics fará toda a diferença para criar novas jornadas, onde o consumidor terá suas necessidades antecipadas e supridas de forma sem precedentes, assim como a identificação e a correção tempestiva de pontos de fricção. Ao se tornar uma organização mais inteligente e data-driven, será possível retroalimentar o negócio com dados e insights, construindo uma cultura de valor com foco no cliente e, consequentemente, impulsionando os negócios.

Mudanças do marketing no digital – Em 2019, as marcas deverão intensificar ainda mais a substituição das técnicas tradicionais por um novo mindset, mudando suas estratégias de marketing para focá-las no estímulo à experimentação e, principalmente, na inserção do cliente no centro do negócio entendendo não apenas seu mix de canais, mas sua relação com múltiplos touchpoints on e offline. O chamado Agile Marketing precisará ser implementado, com ciclos curtos e rápidos aprendizados como parte do processo de transformação digital. Para isso, equipes de marketing deverão estudar mais e correr atrás dos resultados.

Revolução da Inteligência Artificial (IA) – Outra tendência que crescerá exponencialmente será a aplicação da Inteligência Artificial, especialmente em assistentes virtuais para a oferta de experiências altamente convenientes, personalizadas e onipresentes aos consumidores. A IA vai provocar uma verdadeira revolução nos negócios peer-to-peer oupeer-to-machine, para transformá-los em machine-to-machine através da voz.

Autonomia e empoderamento das áreas – A quebra de estruturas de silos (departamentos) para dar lugar às equipes multidisciplinares (SQUADs) nas organizações está entre as ações-chave do processo de mudança cultura da transformação digital. A tendência é a formação de equipes com mais autonomia e empoderamento, agindo de forma colaborativa, em torno de um objetivo comum e com incentivo à experimentação e inovação, para que a empresa ganhe a velocidade que o mercado exige na tomada de decisões que vão gerar real valor aos seus consumidores.

Capacidade de lidar com riscos – A transformação digital traz muitos desafios e riscos também. Ano a ano, as empresas precisarão estar cada vez mais preparadas para lidar com os riscos dessa jornada, que inclui testes e experimentos fundamentais para a evolução da marca no ambiente digital. As organizações vão precisar entender que a missão de resolver problemas vai além de uma área específica, para ser tratada de forma global por todas as esferas, especialmente a do cliente.

“Em 2019, teremos que ter um olhar ainda mais profundo para as capacidades disruptivas dessas tendências, que vão provocar grandes transformações nas relações entre os consumidores e as marcas”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Fonte: Proxxima

Jornal chinês é apresentado por âncora com Inteligência Artificial

Uma agência de notícias do governo chinês começou a utilizar inteligência artificial para apresentar as notícias do país. A “IA âncoras” foi criada pela agência Xinhua em parceria com a Sogou, empresa responsável por um dos buscadores mais populares da China.

Dois modelos foram criados, um para noticias em inglês e outra para a língua local. Para o desenvolvimento dos apresentadores, foram utilizados imagens e áudios de jornalistas reais que trabalham na emissora.

No entanto a tecnologia tem bastante limitações, já que as expressões do apresentador são com poucos movimentos de outras partes do corpo durante a fala. A voz também não é muito avançada e aparenta ser mais robótica do que de outras empresas.

Mesmo com esses problemas a companhia continuará com a tendência para a evolução na área.

Veja a apresentação do jornal abaixo:

Fonte: AdNews

Facebook usará IA para saber com quem você mora e como é a sua casa

O modelo de negócios do Facebook requer que a rede social saiba cada vez mais sobre quem são seus usuários para melhor direcionar as publicidades. Assim, quanto mais a rede souber sobre alguém, melhor.

Uma patente registrada recentemente pelo Facebook e publicada no site do Escritório de Patentes e Marcas Registradas dos EUA revela que a rede social parece estar encontrando formas de saber como são as casas de seus usuários e com quem eles moram:

“Um sistema online prevê características familiares de um usuário, por exemplo, tamanho do domicílio e composição demográfica, com base nos dados de imagem do usuário, por exemplo, fotos de perfil, fotos postadas pelo usuário e fotos postadas por outros usuários conectados socialmente com o usuário, e dados no perfil do usuário que sugerem relacionamentos entre indivíduos mostrados nos dados de imagem do usuário.”

A técnica utiliza aprendizado de máquina e reconhecimento de imagens por inteligências artificiais para interpretar fotos, interações entre usuários, relações de parentesco e relacionamentos. O objetivo, de acordo com o registro, é “fornecer uma entrega de conteúdo aprimorada e direcionada ao usuário e sua família’. Usando os novos algoritmos, o Facebook será capaz de entender quem são seus colegas de quarto ou mesmo se há crianças pequenas que não possuem perfis na rede social vivendo sob o mesmo teto que você.

A novidade pode ser um diferencial para o Facebook, já que nenhuma outra empresa possui informações suficientes para oferecer serviços que englobem toda uma unidade residencial e seus ocupantes, fornecendo melhorias no direcionamento de publicidades. A patente, que foi publicada na última quinta-feira (15), foi registrada em maio, mas nada pode assegurar que já não esteja sendo utilizada pela rede social no fornecimento de anúncios segmentados. Esta mais uma prova de que não sabemos como nossos dados estão sendo utilizados pelas empresas a quem os confiamos.

Fonte: PhoneArena

O enorme poder do marketing digital

O marketing digital é hoje uma necessidade incontornável para as empresas, grandes e pequenas, em qualquer sector. Na conferência “Futura”, organizada pelo Negócios, vamos debater as grandes tendências do marketing digital.

Há conferências e palestras que não se esquecem. Nunca me hei-de esquecer da aula de Michael Wade, professor da IMD, em Lausanne, que no Verão de 2017 explicou a uma sala apinhada a estratégia de marketing digital da campanha eleitoral de Donald Trump. Como ao início o presidente escarnecia das redes sociais e como depois elas se tornaram, graças ao Facebook e à Cambridge Analytica, uma arma decisiva.

O escândalo só rebentaria meses depois, em Março deste ano, quando a jornalista do The Guardian, Carole Cadwalladr, contou ao mundo a forma como na campanha foram usados dados pessoais cedidos pela maior rede social do mundo, sem consentimento dos utilizadores. Quem esteve na sala a ouvir o Michael Wade, além de um arrepio na espinha, ficou com uma demonstração muito real do poder do marketing digital.

Nunca como antes os “marketeers” tiveram ao seu dispor ferramentas tão poderosas para conhecer o cliente, chegar ao cliente, interagir com o cliente e, o mais importante para as marcas, ganhar o cliente. O “big data“, a inteligência artificial ou o “machine learning” abriram possibilidades imensas e há novas a surgir a cada dia que passa.

O tema do marketing digital não é uma moda, é já hoje uma realidade incontornável para as empresas, transversal a toda a organização. Ciente dessa importância, o Negócios, em parceria com a Omnicom MediaGroup, organiza a Futura, uma conferência que junta oradores de prestígio internacional e nomes de grande relevo nacionais para falar sobre as grandes tendências do marketing digital.

Fonte: Jornal de Negócios

Microsoft utiliza inteligência artificial para solucionar problemas ambientais

O meio ambiente há muito tempo sofre com os resultados das atitudes humanas. Com isso em mente, a Microsoft desenvolveu o AI For Earth, programa que auxilia para a busca de soluções sustentáveis por meio da inteligência artificial.

Focado em quatro áreas fundamentais para a saúde do planeta, sendo estas: mudanças climáticas, diminuição da biodiversidade, escassez de água e desempenho agrícola, a novidade impulsionou 140 projetos em 45 países, sendo um deles o Conservation Meetrics. Nele, a IA é utilizada para impedir a caça ilegal de elefantes africanos e o contrabando do marfim, uma vez que sua população diminuiu cerca de 30% nos últimos sete anos devido à atividades ilícitas relacionadas.

A Microsoft parece otimista com a iniciativa. O líder da AI For Earth, Lucas Joppa, afirma “os problemas ambientais são criados por pessoas e as soluções para eles também serão. A inteligência artificial permite capacitar os cidadãos a encontrar soluções mais rápido”.

Fonte: Adnews

 

O uso estratégico do dados não está transformando só a indústria, também mudará a vida humana como a que conhecemos hoje

Charles Darwin fez múltiplas contribuições para a Teoria de Evolução, mas uma das mais importantes está relacionada à capacidade de adaptabilidade dos seres humanos. Como o cientista afirmou, “não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”. Em outras palavras, quem não se adapta, acaba se extinguindo.

Será que hoje essa afirmação é válida? Mesmo que não precisamos ser nômades, nem caçar animais para sobreviver. Contudo, algo que continua sendo essencial é a capacidade de adaptar-se aos novos ambientes. O mundo corporativo é um claro exemplo disso, já que se uma empresa não se adapta às demandas do mercado, provavelmente vai tornar-se pouco competitiva e infelizmente pode falir diante de outros concorrentes que souberam se adaptar.

Agora, a pergunta é se os seres humanos  estão preparados para adaptar essas novas tecnologias? Ou simplesmente vão sumir assim como as outras espécies? Sem dúvidas, a humanidade não vai se extinguir, pelo menos não nos próximos séculos. O fato, contudo, é que as pessoas precisam usar a seu favor tecnologias como machine learning, inteligência artificial, big data, junto com um elemento que a acompanha desde tempos primitivos: a paixão pelos dados e métricas.

Fonte: itforum365

 

Inteligência artificial deve movimentar R$ 730 mi no Brasil em 2018

Inteligência artificial deve movimentar R$ 730 milhões (US$ 180 mi) este ano, segundo estimativas do Sebrae em relatório sobre o tema. Ainda segundo um novo levantamento da IBM, o Brasil é o segundo país que mais utiliza o Watson, motor de IA da empresa. Mas, afinal, o que faz da ferramenta tão preciosa para o mercado?

“As empresas brasileiras já entenderam que têm condições de utilizar a IA para melhorar seus negócios. Não são apenas as grandes, muitas startups utilizam o Watson”, destaca o líder de vendas da ferramenta no Brasil, Roberto Celestino. Ao todo, a companhia aponta ao menos 20 tipos de indústrias que trabalham com o Watson, entre grandes bancos até sistemas de educação e pequenas empresas.

Uma das startups, por exemplo, é a I.Systems, situada em Campinas (SP). Uma das funções da empresa é fornecer soluções de produção usando inteligência artificial, principalmente para gestão de energia industrial. Segundo um dos fundadores da companhia, Igor Santiago, a IA tem capacidade de reconhecer os locais que precisam mais de energia de acordo com a produção. Por exemplo, se um setor está “a pleno vapor”, o sistema automaticamente aumenta a geração de energia nas caldeiras direcionada para o setor. “O nosso sistema fica observando quando são ligados e desligados os equipamentos. Com isso conseguimos aumentar a quantidade de energia gerada pela caldeira quando prevemos que uma máquina vai entrar em operação”, explica Santiago. Isso é capaz de gerar uma economia, entre 2% a 10%, ele estima.

Outro setor que se beneficia de investimentos do tipo é do pinturas automotivas. A startup chamada Autaza criou uma IA capaz de reconhecer distorções micrométricas na pintura. Tal sistema está sendo implantado pela General Motors na fábrica da Chevrolet em São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, e com isso, a expectativa é de que caia em 60% a necessidade de retrabalho de pintura, além de aumento da velocidade de inspeção.

Os sistemas funcionam com exemplo e aprendizagem. No caso do sistema de pintura, há um banco de dados em nuvem com uma série de exemplos de defeitos comparados com modelos perfeitos de pintura. Quando o sistema reconhece um micro defeito como os apontados no banco de dados, acusa o erro.

Embora a inteligência artificial possa ser eficiente em produção e análise de informações , ela ainda tem um problema, que é o direcionamento. A ferramenta só funciona em sistemas fechados, isto é, exige que todo o cenário e treinamento seja feito para uma determinada função e nada mais.

“A inteligência artificial não tem vontade própria. Ela deve fazer aquilo para o que ela foi treinada. No caso de Watson, se eu treinei para responder sobre determinado domínio de conhecimento, qualquer coisa diferente daquilo, ela não vai conseguir fazer”. O especialista ainda lembra que a IBM e as outras grandes desenvolvedoras têm um acordo ético. “O objetivo é que possamos desenvolver a tecnologia pensando na utilização de forma mais ética possível. Temos que trazer facilidade para o ser humano”, aponta Celestino.

Contudo, o que pode ser um limitante para o trabalho, também funciona como segurança para a possibilidade de a máquina “criar vida própria”.

Outra questão é sobre proteção de dados. Para o bom treinamento de uma IA, é preciso que muitas informações sejam colocadas em nuvem, algo na casa dos milhares ou milhões de dados que podem carregar segredos industriais.

Estes dois dados são apontados pela IBM como os principais desafios para o futuro da implantação de inteligência artificial na indústria.

Fonte: Canal Tech

13 cursos online para aprender sobre Data Science e Inteligência Artificial

Com tanta gente interessada em dar os primeiros passos rumo à carreira de Data Scientist, uma das profissões que mais crescem no mercado de trabalho atual, é natural que existam algumas dúvidas em relação aos principais termos utilizados no meio ou mesmo sobre qual caminho seguir para aprender tudo o que é exigido pelas empresas que estão em busca de profissionais qualificados.

Foi pensando nisso que a plataforma de ensino online Udacity criou as trilhas de dados voltadas para diferentes perfis profissionais. Dependendo do seu interesse na área, é possível escolher o caminho mais adequado e conferir os cursos essenciais para prosseguir nesse ramo.

Confira abaixo as trilhas da Udacity, compostas por vários cursos diferentes, e veja qual delas desperta seu interesse ou está de acordo com os objetivos que você já tem em mente.

Trilha do Analista de Dados

Ideal para quem tem um perfil mais analítico, essa trilha não exige conhecimentos prévios em programação. Nela, você aprende a analisar dados utilizado o Microsoft Excel e a linguagem SQL, além de montar testes para validar suas descobertas. É dividida em dois cursos, o Nanodegree Fundamentos da Análise de Dados, com os passos fundamentais para iniciantes, e o Nanodegree Analista de Dados, em que você aprenderá técnicas avançadas de coleta, tratamento e análise de dados.

Trilha do Cientista de Dados

Seguindo esse caminho, você se tornará apto a trabalhar com grandes quantidades de dados, utilizar essas informações para encontrar insights e apresentar esses resultados como um bom contador de histórias. A trilha começa com os cursos Nanodegree Fundamentos de Data Science I e Fundamentos de Data Science II, que ensinam programação em Python e os primeiros conceitos de machine learning.

Ao finalizar seus estudos com o Nanodegree Data Scientist, você estará pronto para se tornar um verdadeiro cientista de dados, tendo domínio de conceitos como engenharia de software, big data e modelo de programação MapReduce, além de sair com um portfólio de tarefas pronto para ser apresentado em entrevistas de emprego.

Trilha do Engenheiro de Machine Learning

Essa é uma boa escolha para quem deseja trabalhar com Machine Learning e Inteligência Artificial e não tem medo de lidar com números e estatísticas diariamente. Com o Nanodegree Fundamentos de AI & Machine Learning, você aprende Python, álgebra linear, estatística e visualização de dados, seguindo para o Nanodegree Engenheiro de Machine Learning e terminando no Nanodegree Deep Learning, que ensina como criar redes neurais profundas.

Cursos para ser um especialista em Inteligência Artificial

Além de todas essas trilhas, a Udacity oferece ainda uma variedade de cursos para quem tem interesse em inteligência artificial e deseja se aprofundar nessa área. Selecionamos alguns exemplos abaixo que você também pode conferir.

Ficou interessado em algum dos cursos e quer aprender mais sobre essa área? Como falamos anteriormente, a trilha de Dados, Data Science e Machine Learning da Udacity é a melhor maneira de iniciar os estudos. Os cursos são criados em parceria com grandes companhias, como Amazon, Google, IBM e Nvidia, e você pode escolher o ponto de partida ideal, de acordo com os seus conhecimentos atuais.

Além disso, todos os programas foram pensados para atender as demandas do mercado de trabalho. Portanto, você sai com o certificado de conclusão do seu Nanodegree e ainda tem um portfólio completo para mostrar aos possíveis contratantes. Acesse o site da Udacity, escolha a sua trilha e comece os estudos.

Fonte: Tecmundo

Nova ferramenta do LinkedIn traz Big Data e inteligência artificial para recrutamento de candidatos

Nesta terça-feira (25/9), o LinkedIn anunciou o lançamento do LinkedIn Talents Insights, uma ferramenta voltada à profissionais de RH responsáveis pela área de recrutamento e que usa aplicações de Inteligência Artificial e Big Data, trazendo datas em tempo real que podem ajudar na contratação de novos funcionários.

De acordo com a rede social, a ferramenta utiliza o banco de dados de mais de seus 575 milhões de usuários. A partir disso, ela fornece análises estratégicas sobre concorrência, perfis de contratação, habilidades mais procuradas para determinadas funções, entre outras métricas. O serviço pode ser adquirido como um plano de licenças anual, que varia de acordo com o número de funcionários presentes no LinkedIn.

Como funciona

 O acesso à plataforma permite a consulta de duas formas: por cargos ou companhias. Na pesquisa por cargos, por exemplo, é possível visualizar onde estão os talentos geograficamente e, por exemplo, planejar onde abrir um escritório ou investir em programas de recrutamento. Já na pesquisa por companhias, o recrutador consegue visualizar para quais empresas está perdendo candidatos ou de qual empresa se contrata com mais frequência.

LinkedIn Talents Insights ainda permite a extração de relatórios por planilhas ou apresentações, o que facilita a análise de dados pelos tomadores de decisão da empresa.

Maior eficiência

Segundo estudo recente do LinkedIn, feito com mais de 9 mil profissionais de Recursos Humanos, 64% dos entrevistados já utilizaram dados no processo de recrutamento. Dos que ainda não usam, 79% afirmam que pretendem fazê-lo para selecionar os melhores candidatos nos próximos dois anos.

“Hoje em dia, os dados de RH ainda são limitados. Na maioria das vezes, eles estão desatualizados, levam muito tempo para serem coletados e oferecem pouca visibilidade do talento que as empresas têm ou precisam encontrar”, comenta Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina. “O LinkedIn Talents Insights quer ajudar as empresas a atrair ou reter funcionários, mas também trabalhar a marca empregadora da empresa fazendo análises sofisticadas da sua principal audiência”, complementa.

Fonte: Olhar Digital