Conheça 7 formas de engajar o público com posts em mídias sociais

A interação do público é de grande importância para a detecção da popularidade e da saúde de uma empresa. Porém, para apresentar números sólidos provenientes de uma base ativa de seguidores é necessário que diversas medidas sejam tomadas para que essa taxa de vitalidade nas mídias sociais se concretize.

Para facilitar os caminhos e apontar as estratégias mais aceitas nas redes para engajar, separamos sete dicas que podem alterar o alcance de fanpages em diversas plataformas;

Confira a lista completa abaixo:

1- Procure postar coisas atuais e relevantes

No mundo de hoje, em que as informações chegam nos usuários de forma rápida, é importante buscar assuntos diferentes e que o público deseje ler. Feriados, não somente tradicionais como o Natal ou o Ano Novo, são boas pautas e atraem diferentes públicos.

2- Tenha sua própria personalidade

As pessoas farão julgamentos a respeito do seu conteúdo baseadas na forma em que são publicados, por isso é importante ser autêntico e ter uma marca registrada. Pense como se sua empresa fosse uma pessoa física e como agiria nas redes sociais.

3- Incorpore as imagens corretas para seus posts

O Buzzsumo, ferramenta de monitoramento de mídias sociais, mostrou que adicionar imagens a um post no Facebook aumenta em 2,3% o engajamento do público. Já os tweets que possuem alguma imagem podem gerar 150% mais interação. Investir nas imagens corretas é uma forma de disseminar seu trabalho pelas redes.

4- Seja transparente

O público mais exigente sabe quando está sendo enganado. Portanto, deixar os valores da marca claros e ser honesto com o público é um grande diferencial.

5- Seja ativo e interaja: responda aos comentários

Hoje em dia, os internautas gostam de sentir que fazem a diferença, e, de fato, fazem. Quando se trata da interação entre empresa e público é muito importante que haja contato, portanto, procurar se comunicar com os clientes faz com que eles queiram voltar.

6- Peça por feedbacks e sugestões

Para buscar melhora é importante ouvir opiniões e sugestões que saiam da zona de conforto. Solicitar feedbacks e sugestões por meio das redes sociais são formas de agregar diferentes conteúdos e trazer outras pessoas para dentro da empresa.

7- Planeje conteúdo

Organização sempre será uma das chaves do negócio. Ter uma agenda de planejamento fará com que o conteúdo esteja atualizado e não correrá o risco dele se repetir nas redes.

Fonte: adnews

Resumão do F8 – conferência anual do Facebook

Anualmente, o Facebook realiza sua conferência para anunciar posicionamentos novos, mudanças, evoluções. Em meio aos escândalos que envolvem a empresa, o F8 apresentou muitos recursos de inteligência artificial, realidade aumentada e virtual. Mas um dos temas que mais chamou a atenção foi a proposta de criar um concorrente do Facebook para o Tinder (a empresa de relacionamentos respondeu prontamente). E há quem diga que a companhia de Zuckerberg segue com os planos de dominar toda a internet. Veja sugestões de como usar as novidades em empresas de mídia. Destacamos alguns dos principais fatos tratados, caso não tenha conseguido acompanhar:

  • WhatsApp Business terá grandes empresas como foco e disponibilidade de vídeochamadas em grupo;
  • Uso do Whatsapp já é maior que do Instagram e Facebook (450 milhões de usuários/dia);
  • Conteúdos de stories devem, em breve ultrapassar os do feed;
  • Amigos continuam com prioridade de relevância na linha do tempo;
  • Investimentos e iniciativas para a disseminação de notícias locais;
  • Instagram terá videochamadas e adiciona ferramenta anti-bullying e integração com aplicativos de terceiros;
  • Possibilidade de realização de pagamentos via Messenger.

Confira todos os vídeos do evento na Pagína do Facebook for Developers 😀

O grande truque: as reais mudanças no agendamento do Instagram

Hoje, as redes sociais tornaram-se um fator fundamental para vários setores, e isso não é só por que elas incentivam a interação entre os usuários, mas por que elas passaram a ser um importante canal para negócios publicidade e marketing.

Dentre as plataformas que ganham cada vez mais importância, o Instagram é uma das comunidades que mais cresce e não se cansa de atrair novos públicos e marcas para a sua rede.

Ciente de seu papel no compartilhamento de fotos e vídeos, a startup que faz parte do Facebook, anunciou mudanças que terão grande impacto no mercado digital e, por isso, as marcas têm que estarem atentas a essas transformações.

Na terça-feira (30), foi confirmado o lançamento de três novas funções na API Graph (Content Publishing Beta, Business Discovery e Menções) com o objetivo de oferecer mais benefícios às contas comercias ativas na rede.

Agora, páginas inscritas dessa maneira podem agendar publicações. Porém, é importante destacar que essas mudanças alteram só o conteúdo orgânico das empresas e não as suas propagandas.

De acordo com o blog Facebook Developers, algumas empresas do Instagram passam a estar no controle de agendamento de publicações orgânicas, ver onde forem mencionadas publicamente e visualizar outros perfis de negócios.

O grande truque

De acordo com a plataforma, tudo isso tem o objetivo de oferecer mais benefícios aos perfis empresariais na gestão de seus usuários. Porém, há um truque nesta novidade e ela não está disponível diretamente no aplicativo, mas através de dispositivos feitos justamente para gerencias diversas redes sociais.

Ou seja, embora qualquer marca com acesso ao Graph API possa usá-la para ver publicações em que foram marcadas e visitar perfis de outras contas (incluindo suas postagens, biografias, links para sites e contas de seguidores), para fazer o agendamento API é necessário utilizar um provedor que seja membro parceiro do Facebook ou do programa Instagram Partners.

Dessa maneira, as alterações procuram gerar um ambiente mais amigável para as marcas publicarem seu conteúdo com maior controle e qualidade. Isso é importante se analisarmos que segundo a Verto Analytics, em média, as empresas de todos os tamanhos postam entre 5 a 66 imagens ou 5 a 21 vídeos todos os meses.

É claro que as marcas veem nesta comunidade um cenário ideal para se conectar com seu público, especialmente entre os millennials e a geração Z. Atualmente, o Instagram possui mais de 800 milhões de usuários ativos, com uma média de 206 minutos por mês na plataforma, de acordo a  Verto.

Por isso é importante notar que o aplicativo de Mark quer convencer as marcas a permanecer na plataforma e, de acordo com as mudanças anuncias, o objetivo secundário é oferecer essas mesmas funções aos perfis “normais” para atrair uma base de usuários ainda maior.

Para assim, ele se distanciar do Snapchat e Twitter; e se alinhar cada vez mais com o Facebook e o WhatsApp

Fonte: AdNews

Texto publicado originalmente por Ivan Nava no Merca 2.0

Precisamos falar sobre números…

Uma coisa que me incomoda profundamente, mas profundamente mesmo, é o comparativo frio de números nas redes sociais. Quem tem mais seguidores, ganhou mais curtidas… Mas esses números realmente significam algo pro seu negócio? A razão de eles ocorrerem têm relação com o produto/serviço que você oferece ou, pelo menos, com o propósito da sua empresa?

Já falou-se bastante que não adianta acumular seguidores se eles não formam uma comunidade no entorno da sua marca, se eles não interagem com o que você posta. Mas a pergunta que me eu faço, vendo números de fora das empresas, é: o que a empresa ganha com esse likes?

Todo mês, a Zero Hora divulga o ranking da Torabit, no qual sua taxa de engajamento (considerando ações nos conteúdos publicados no Facebook, Instagram e Twitter) está em primeiro lugar num comparativo entre veículos de comunicação.


Fonte: www.torabit.com.br/portfolio-item/engajamento-dos-veiculos-brasileiros-nas-redes/

Quando eu li a matéria, a primeira coisa que eu observei foi o alto índice de engajamento da ZH no Instagram. E pensei “Bah, legal! Mas por que ele é tão alto em comparação a outros veículos, que provavelmente têm mais seguidores?”

Fui eu dar aquela espiadinha básica nos três perfis e realmente a questão do total de seguidores se confirmou: enquanto a ZH tem 256k, o Estadão tem 568k e a Exame tem 491k. Então, se não é o número de pessoas conectadas diretamente aos perfis que faz a diferença, tem que ser o conteúdo.

Os três prints foram feitos em sequência, no mesmo horário. E o que eu vi e me ajudou a entender um pouco do desempenho da Zero Hora é a relação forte que ela tem com seus seguidores. Dos 12 posts mais recentes, 9 são fotos dos leitores. Fotos lindas, por sinal, bem selecionadas a partir do uso da #doleitorzh.

Essa prática colabora com um maior engajamento por dois fatores. Primeiro, que a audiência curte <3 fotos esteticamente agradáveis em uma rede social de fotos. E, claro, porque com esses reposts, a ZH reforça a sua conexão com seus leitores, os gaúchos, além de dar visibilidade a pessoas em um momento que os likes de aceitação e reconhecimento são tidos como tão necessários.

A Exame também usa este expediente, publicando fotos dos seguidores, mas em menor quantidade. Enquanto isso, o Estadão foca sua comunicação nas notícias do dia, posicionamento que repete nas outras redes. Meus questionamentos que ficam, os quais me motivaram a fazer essa pequena análise, que pode sim ser vista como superficial (até porque eu a vejo dessa forma), são:

  1. Até que ponto esse conteúdo necessariamente não-informativo, por mais que facilmente aceito e consumível, é relevante para uma empresa que vende jornalismo, ou seja, informação?
  2. o que esse alto engajamento, puxado pelo conteúdo do Instagram, significa efetivamente para o trabalho de um veículo de comunicação?

Nada do que eu escrevo aqui é absoluto. São as minhas percepções, são pontos que eu sempre analiso a partir da exatidão inexata que os números nos oferecem. E pra quem tiver interesse, aqui tem mais informações.

Post escrito por Poli Lopes, jornalista, social media e doutoranda em Processos e Manifestações Culturais (Universidade Feevale).