Facebook contratou pessoas para transcrever mensagens de áudio de usuários

O Facebook contratou centenas de funcionários terceirizados para transcrever gravações de áudio de usuários de seus serviços, disse a agência Bloomberg nesta terça-feira (13).

Segundo a agência de notícias, funcionários disseram que têm a tarefa de transcrever áudios, mas não recebem informações sobre como ou onde os áudios são gravados. Eles escutam conversas de usuários do Facebook, às vezes com conteúdo vulgar, disseram os funcionários, que pediram para não ser identificados. O Facebook confirmou que tem feito transcrições de áudio dos usuários e disse que abandonará a prática. “Assim como a Apple e o Google, nós pausamos a revisão de áudio por humanos há mais de uma semana”, disse a empresa nesta terça-feira.

Segundo a empresa, os usuários afetados escolheram a opção do aplicativo Messenger, do Facebook, de ter as suas mensagens de voz transcritas. Os funcionários estavam verificando se a inteligência artificial da empresa estava interpretando as mensagens, que eram anônimas, corretamente, disse o Facebook.

Fonte: Gazeta do Povo

MUITAS contas de ANÚNCIOS sendo DESATIVADAS no Facebook

Uma forma de verificação de propriedade do cartão de crédito que consta como forma de pagamento da conta de anúncios.

Verificação por meio de uma cobrança com um código único por conta de anúncios.

Este procedimento já existia, mas não era disparado em grande escala como foi recentemente

Se será uma rotina padrão não se sabe, mas os anunciantes devem estar preparados para resolver esta conferência tendo sempre acesso as faturas do cartão de crédito.


🔴 O QUE ACONTECE?

💣 1 – O Facebook “resolve” confirmar se o cartão de crédito que é a forma de pagamento da conta de anúncios é realmente de propriedade do dono da conta de anúncios e se ele REALMENTE possui acesso ao cartão.

💣 2 – Para tal o Facebook DESATIVA a conta de anúncios. TODOS os anúncios no Facebook e Instagram são suspensos (somente daquela conta).

💣 3 – Ao desativar ele envia aos administradores da conta de anúncio uma notificação Push (via mobile ou pc, ou ambas) de que sua conta foi desativada;

💣 4 – Para alguns usuários ou administradores da conta de anúncios o Facebook vai enviar uma mensagem para o endereço de E-MAIL informando que a conta de anúncios foi DESATIVADA TEMPORARIAMENTE, para que o usuário confirme que ele realmente é o DONO da FORMA de PAGAMENTO, por isso eles chamam o título da mensagem de: “Informe-nos que é você.”, nem sempre o Facebook vai enviar ou por algum fator a mensagem poderá não ser entregue (spam, etc…).

💣 5 – Então o usuário vai ver o aviso em algum dos locais enviados e vai conferir clicando na mesma;

💣 6 – Aqui o Facebook começa o processo de “checkpoint/flow” que mostra uma tela, tanto no mobile ou navegador/pc que precisa VERIFICAR A FORMA DE PAGAMENTO da conta.

  • Nesta mensagem (tela) o Facebook informa os 4 últimos dígitos do cartão de crédito da conta de anúncios. (Veja, se a conta possuir mais de um cartão como forma de pagamento ele poderá escolher um deles para informar os dígitos).
  • Na mesma mensagem o Facebook diz que precisa DISPARAR (gerar) uma cobrança no valor de R$ 3,77 que é o valor de um DÓLAR convertido em R$ na cotação do dia, por isso o tal valor foi R$ 3,77, em outros dias poderá ser um valor diferente conforme cotação.
  • Ainda na mesma tela ele informa que se você está ciente, você pode INICIAR o processo de VERIFICAÇÃO clicando no botão azul: INICIAR AUTORIZAÇÃO, que você está autorizando uma cobrança de R$ 3,77 para verificar se você possui acesso a FATURA do cartão de crédito;

💣 7 – Autorizada a cobrança é ENVIADA naquele MOMENTO para o cartão de crédito, se ela aceita vai gerar uma cobrança no mesmo com uma identificação de: FACEBK* XXXX (que é o código de 4 dígitos) – FB.ME/ADS

💣 8 – Então o usuário terá de acessar a fatura do cartão, seja por APP, SITE, ou outra forma e visualizar o código de 4 dígitos com números ou letras da transação (veja que este procedimento pode demorar ou em casos nem chegar – cuidado para não enviar muitas solicitações, pois invalidará as anteriores);

💣 9 – Ao encontrar o código o usuário insere o mesmo na tela e dá AVANÇAR, a forma de PAGAMENTO da conta será confirmada e a mesma PODERÁ ser ATIVADA.

💣 10 – Pronto, pode seguir usando a conta de anúncios. Os anúncios que foram desativados voltam a funcionar e novos podem ser feitos, etc!


🚨 ALGUMAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:

  • Por algum “erro” em muitos casos a cobrança é feita em outra moeda, o que o cartão rejeita dizendo que não foi possível fazer o pagamento; (esse passo não acontece para todos).
  • Se o usuário DEMORAR para encontrar o código, fechar a janela ou solicitar uma nova COMPRA de confirmação poderá INVALIDAR aquela checagem e não vai dar CERTO.
  • Algumas operadoras de cartão de crédito poderão NEGAR a cobrança ou achar SUSPEITA e CANCELAR a mesma, então a confirmação da forma de pagamento da conta de anúncios é “COMPROMETIDA/invalidada”.
  • Alguns casos a operadora de cartão de crédito poderá identificar como cobrança DUPLICADA por ter sido feita em um intervalo de tempo muito curto e não aceitar, invalida a confirmação da forma de pagamento.
  • Não sabe-se quantas vezes e o tempo que ela tem validade.
  • Alternar os procedimentos entre dispositivos e locais ou administradores da conta poderá invalidar os mesmos. Procure fazer tudo em um único momento.

✅ O QUE TENTAR FAZER PARA RESOLVER?

Acessar um dos avisos recebidos que a conta foi desativada, seja por meio de notificação push (pc ou mobile), seja por meio de e-mail, ou lá no gerenciador de anúncios, no aviso no topo da conta, geralmente acima dos anúncios. (ele demora um pouco a aparecer depois que a conta é acessada)

  • Encontrando este aviso clique no mesmo e veja se abrirá o processo de “VERIFICAR FORMA DE PAGAMENTO”, se sim esteja ciente de que irá disparar uma cobrança no cartão de crédito e precisará do código de 4 dígitos da mesma para informar na tela seguinte (não fechar, nem mudar de dispositivo ou local)
  • Informe o código e pronto, provável a conta será ativada (nem todas são reativadas após a inserção do código, mas vale tentar, pois a reativação via suporte é mais demorada e trabalhosa)
  • A cobrança pode demorar a chegar no cartão de crédito, aguarde, não faça novos ou muitos pedidos.
  • A cobrança não chegou, ou não tem acesso a fatura e extratos do cartão? COMPLICOU, vai ter de ser via atendimento do suporte do Facebook via CHAT ou FORMULÁRIOS de AJUDA da rede.

🙋 Ajuda do Facebook?

VIA CHAT*:
OPÇÃO 1:
https://www.facebook.com/business/form/chat
(Possui horário de seg a sex das 9 às 17hs)

VIA EMAIL E FORMULÁRIOS**: 
OPÇÃO 2: 
https://www.facebook.com/business/help

OPÇÃO 3:
https://www.facebook.com/business/clientsupport

COMO FUNCIONA?
Você preenche os dados do formulário, então é enviado uma cópia ao seu email informado, e dali em diante o atendimento é via email, o email é um endereço único por ID JOB (ticket de atendimento) e só vale para aquele caso. Tudo vai passar a ser atendido pelo EMAIL informado!

*Preencha o formulário e aguarde que ai começará bate-papo e então conte o seu problema ou dúvida e então eles conversam com você e em casos criam um chamado que segue sendo atendido via EMAIL!

**Em certos horários pode não abrir, mas outros horários abrirá.
Nem todas contas LIBERA o uso dos links aqui listados!
A prioridade de ATENDIMENTO é para perfils que tenham acesso a contas de anúncio oriundas de empresas e possui acesso a um GERENCIADOR DE NEGÓCIOS.

Você pode tentar com contas diferente (Perfils) desde que tenham acesso ao que precisa ser resolvido (conta de anúncios, página, etc etc…)


PS.: Regularmente o Facebook/Instagram altera os endereços de links ou desativa temporariamente.

Fonte: Tudo de Share

Facebook divulga novos padrões de privacidade

Após meses de negociações o Facebook chegou a um acordo com a Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, que oferece um novo marco para proteger a privacidade das pessoas e as informações que elas compartilham com a plataforma.

Em artigo assinado pelo vice-presidente jurídico do Facebook, Colin Stretch, a medida vai “exigir uma mudança fundamental na maneira como trabalhamos e vamos colocar responsabilidades adicionais nas pessoas construindo nossos produtos em todos os níveis da companhia. Isso vai marcar um movimento mais forte em direção à privacidade, em uma escala diferente de qualquer coisa que tenhamos feito no passado”.

O nível de responsabilidade exigido por esse acordo ultrapassa o que é estabelecido pela lei atual nos Estados Unidos e a empresa acredita que possa servir de modelo para a indústria. Ele introduz processos mais rigorosos para identificar riscos de privacidade, mais documentação sobre esses riscos e mais medidas para garantir que a plataforma esteja em conformidade com os novos requerimentos. “No futuro, nossa abordagem com controles de privacidade vai se parecer com os nossos controles financeiros, com um processo rigoroso de design e certificações individuais para garantir que nossos controles estão funcionando – e que a gente consiga encontrar e ajustar quando eles não estiverem”, aponta Stretch.

Nesse acordo, a plataforma também concordou em pagar uma multa de US$5 bilhões para resolver alegações de violação de um acordo com a Comissão de 2012. A investigação da FTC teve início após os eventos relacionados com a Cambridge Analytica em 2018.

“Para nós, essa questão implicou em uma quebra de confiança entre o Facebook e as pessoas que dependem de nós para proteger seus dados. Esse acordo não é apenas para reguladores, mas para reconstruir a confiança com as pessoas”, diz o comunicado.

“No último ano fizemos um grande progresso em direção à privacidade. Implementamos medidas para estar de acordo com os padrões exigidos pela Lei Geral de Privacidade de Dados, da União Europeia. Demos mais controle para as pessoas sobre os dados delas e encerramos uma série de aplicativos”, continua o executivo.

Novas medidas

A empresa afirma ainda, que vai adotar novas abordagens para documentar com mais detalhes suas decisões e monitorar seus impactos. “Vamos também introduzir mais controles técnicos para melhor automatizar as salvaguardas de privacidade. E todo funcionário do Facebook vai precisar confirmar que leu o teor do acordo com a FTC”.

Como parte desses esforços, devem executar uma revisão dos sistemas para que identifiquem problemas e possam rapidamente solucioná-los.

“Só neste mês, e em resposta à investigação da FTC, descobrimos que algumas falhas nos nossos sistemas permitiram que alguns parceiros continuassem a acessar dados para fornecer funcionalidades do Facebook nos produtos deles. Embora não tenhamos encontrado nenhum abuso, o novo acordo vai nos ajudar a nos proteger contra esses tipos de riscos no futuro. Vamos também ser mais diligentes em como monitoramos abusos, e vamos exigir que desenvolvedores sejam responsáveis pela forma como eles usam dados e que cumpram com as nossas políticas”, admite Stretch.

A empresa aponta também que terá certificações trimestrais para verificar que os controles de privacidade estão funcionando. Esse processo será supervisionado em todos os níveis até o CEO da empresa, que vai assinar relatórios de certificação.

“Vamos ter também um novo nível de comitê de supervisão. Um comitê do conselho de diretores do Facebook vai ser reunir a cada trimestre para garantir que estamos em conformidade com nossos compromissos. O comitê será frequentemente informado por um assessor de privacidade independente, cujo trabalho será revisar o programa de privacidade enquanto ele acontece e reportar para o conselho oportunidades de melhorias”.

Esses esforços acontecerão sob a supervisão da FTC e do Departamento de Justiça dos EUA. A decisão da Comissão impõe uma série de exigências de relatórios para a FTC e o Departamento de Justiça norte-americano, para que ambos tenham uma visão clara a qualquer momento de quão eficientemente que a empresa está cumprindo com suas responsabilidades.

Investigação

No comunicado divulgado pelo Facebook, Stretch diz que a investigação que estava sendo realizada pela Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) foi encerrada. “A SEC alegava que deveríamos ter melhores processos para garantir uma comunicação apropriada a investidores da plataforma em casos de abusos como o da Cambridge Analytica. A SEC também alegava que, depois que soubemos no fim de 2015 que um desenvolvedor havia transferido dados para a Cambridge Analytica, violando nossas políticas, deveríamos ter falado mais sobre esse tipo de abuso em nossas comunicações para investidores. Compartilhamos o interesse da SEC de garantir que sejamos transparentes com nossos investidores sobre o risco material que incorremos, e já atualizamos nossa comunicação e nossos controles nessa área.”

Como parte do acordo com a SEC, o Facebook arcará com uma multa de US$100 milhões.

“Temos ouvido que palavras e pedidos de desculpas não são o suficiente e que temos que mostrar ações. Ao chegar a um acordo com a SEC e a FTC sobre as investigações que estavam fazendo, esperamos encerrar esse capítulo e direcionar nosso foco e recursos em direção ao futuro”, finaliza o executivo.

Fonte: Propmark

Google, YouTube e Facebook são reconhecidos como veículos de mídia pelo Cenp

O Conselho Executivo das Normas-Padrão (Cenp) aprovou, na última terça-feira, 16, uma resolução em que “declara e reconhece, como veículos de divulgação ou comunicação, para os efeitos da legislação, todo e qualquer ente jurídico que tenha auferido receitas decorrentes de propaganda”. A classificação pelo órgão, que estabelece regras comerciais do mercado publicitário em comum acordo entre anunciantes, agências e veículos, agora abrange, na internet, as categorias busca, social, vídeo, áudio, display e outras. Ou seja, isso inclui as plataformas Google, Facebook, Instagram e YouTube.

A resolução aprovada pelo Conselho Superior do Cenp justifica que era “indispensável a identificação dos veículos surgidos em consequência do desenvolvimento tecnológico”. E que o faz “atendendo o disposto no artigo 4º da lei 4.680/65”. O artigo afirma ainda que “são veículos de divulgação, para os efeitos desta lei, quaisquer meios de comunicação visual ou auditiva capazes de transmitir mensagens de propaganda ao público, desde que reconhecidos pelas entidades e órgãos de classe”, como as “associações de propaganda”.

O documento informa, também, que “sempre que questionado por autoridade administrativa ou judicial, o Cenp se valerá da lista de meios e categorias, quanto ao reconhecimento dos tipos de veículos disponíveis às agências para veiculação de propaganda contratada por anunciantes privados e públicos”. Vale ressaltar que Facebook e Google se definem como empresas de tecnologia, não mídia, o que as isentaria, por exemplo, de responsabilidade sobre o conteúdo que os usuários publicam.

Na reunião, além da identificação dos novos veículos, o Conselho Superior aprovou outros complementos e atualizações de suas normas. A principal se refere ao chamado desconto padrão, a comissão que uma agência de propaganda recebe sobre o gasto do anunciante na compra de espaço publicitário. A tabela passou de quatro faixas de percentual negociável para nove. Segundo o presidente do Cenp, Caio Barsotti, as novas faixas “tornam mais transparente e flexível o relacionamento entre anunciantes e agências, promovendo o compliance [a conformidade] às leis federais”.

Criado há 20 anos por organizações como Associação Brasileira de Anunciantes (ABA), Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap) e Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), o Cenp tem hoje como entidade associada, entre outras, o IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), do qual fazem parte o Google e o Facebook.

Fonte: Coletiva

Quase metade do planeta está nas redes sociais: 3,5 bilhões de usuários

As redes sociais continuam onipresentes em todos os dispositivos ao redor do mundo. O relatório Global Digital Statshot 2019, confeccionado pelas empresas de dados Hootsuite e We Are Social, contabiliza atualmente mais de 3,5 bilhões de usuários — há dois anos esse número era de 3 bilhões. Isso representa nada menos do que 46% da população de todo o planeta.

A grande maioria (3,4 bilhões) acessa as plataformas por meio de dispositivos móveis. Uma das coisas que chama atenção no relatório é o uso das pessoas entre 13 e 17 anos. Diferente do que muitos pensavam, essa galera ainda está em massa no Facebook, com um total de 113 milhões.

O segundo app mais utilizados pelos adolescentes é o Snapchat, com 66,9 milhões, seguido do Instagram, com 52,9 milhões; e do WhatsApp, com 20,2 milhões.

Vídeos online seguem em alta e comandos por voz aumentam

Os dados mais recentes da GlobalWebIndex mostram que mais de 4 bilhões de pessoas em todo o mundo assistem a conteúdo de vídeo online mensalmente. O formato “vlog”, o “diário audiovisual” que ficou mais conhecido com os youtubers, é visto por metade dessas pessoas (51%). A grande maioria, 93%, ainda prefere o streaming tradicional.

Vale destacar também outras das atividades prediletas dos internautas é escutar canções em serviços como Spotify (70%), curtir programação de rádio (47%) e ouvir podcasts (39%) — aliás, esta última anda em ascensão na temporada.

Outro relatório que chama a atenção no Global Digital Statshot 2019 é o crescente uso dos comandos vocais — e consequentemente da ação de assistentes digitais como a Alexa, a Siri, a Bixby e a Google Assistente. Mais de 100 milhões de pessoas começaram a usar pesquisa e outras ações por voz desde abril e um total de 1,88 bilhão controla seus aparelhos dessa maneira.

Como dá para ver na tabela acima, os comandos vocais são mais utilizados na faixa etária de 16 a 24 anos (52%), apenas um pouco mais do que a de 25 a 34 anos (49%). Vale notar que os mais velhos continuam com índices bastante razoáveis.

Fonte: Tecmundo

Facebook vai cobrar taxa de 30% de grupos privados que têm assinaturas

Facebook passou a testar há cerca de um ano a opção para grupos privados cobrarem uma assinatura de participantes em troca de conteúdo extra. A experiência parece ter dado certo e, a partir de 1º de janeiro de 2020, a rede social começará a reivindicar sua parcela sobre a receita.

Segundo o TechCrunch, o Facebook cobrará uma taxa de até 30%, dependendo do dispositivo em que o usuário começou a assinar o grupo privado. A comissão vale apenas para asssinaturas feitas a partir de 2020, mas deve impactar muitos administradores.

A diretora de monetização de mídia do Facebook, Kate Orseth, afirma que a empresa garantirá 70% dos ganhos aos donos de grupos. O restante do valor será destinado ao Facebook, que até o momento não cobrou nada, ou taxas de outras empresas.

Como o aplicativo do Facebook utiliza os sistemas de pagamento do iOS e do AndroidApple e Google ficam com 30% do valor das assinaturas no primeiro ano e 15%, no segundo. O Facebook ganhará a partir dessa redução, pois ficará com os outros 15% que iriam para as donas das plataformas.

Na prática, a mudança não afetará os administradores de grupos, já que parte do valor terá somente um novo destino. Em assinaturas feitas no desktop, no entanto, a rede social cobrará uma taxa de 30% que, até então, não existia.

O Facebook também permitirá a criação de grupos exclusivos de assinantes, com valores de US$ 4,99 a US$ 29,99. Com isso, administradores não precisarão criar publicações para quem não paga por conteúdo extra sobre temas como culinária, criação de filhos e organização doméstica.

Fonte: Tecnoblog

Músicas no Stories do Instagram chegam ao Brasil

Para adicionar músicas aos Stories, basta selecionar o novo adesivo após tirar uma foto ou gravar um vídeo. Ele inclui uma opção de busca para você encontrar a canção desejada e permite cortar apenas o trecho que será escutado por seus seguidores. Caso a música escolhida tenha letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

Dublagem ao vivo no Facebook

Além do adesivo para Stories, o Facebook também ganhou duas novidades envolvendo música. A primeira delas é o Lip Sync Live, ferramenta de dublagem de músicas ao vivo. Ela permite que o resultado seja transmitido para todos os seus amigos e seguidores na rede social, que acompanham a performance em tempo real.

O Facebook também adicionou suporte a músicas no perfil. Quando selecionadas, elas aparecem logo abaixo da sua foto de perfil para que todos conheçam qual é sua canção favorita no momento. Todas as atualizações estão disponíveis no Android e no iOS.

Fonte: Tecmundo

Uso do Facebook caiu 20% desde escândalo de Cambridge Analytica

A receita do Facebook pode continuar nas alturas, mas estudos feitos por empresas de análise de negócios apontam uma tendência preocupante – e sintomática – da rede social: uma queda expressiva de engajamento dos usuários. O sinal mais recente disso foi registrado pelo The Guardian, que recebeu um levantamento feito pela Mixpanel, que mostrou uma queda de 20% de atividade no Facebook desde abril de 2018.

A medida é simbólica porque começa no primeiro mês completo após o escândalo de Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade pública da rede social. No gráfico apresentado pela publicação britânica, há uma queda quase contínua na quantidade de curtidas, compartilhamentos e postna rede social, com subidas em julho, outubro e dezembro de 2018, além de janeiro de 2019. De fevereiro a maio deste ano, não houve altos e baixos

Há 10 dias, a eMarketer, empresa de pesquisa de mercado, também havia apresentado uma pesquisa com resultados semelhantes. Aplicado aos Estados Unidos, o levantamento indica que os usuários do Facebook estão passando cada vez menos tempo na plataforma e, por consequência, diminuindo o uso total de redes sociais.

De 2016 a 2017, o tempo de uso de redes sociais nos EUA subiu 10,7%, o que resultou em uma média de 1h15 dedicadas a plataformas do tipo. De 2017 a 2018, houve queda de 1,9%, com média de uso de 1h14 por dia. No caso do Facebook, no entanto, o número foi de 41 minutos diários para 38 minutos, com a expectativa de uma queda ainda maior para 2019.

Ambos os resultados vão na contramão do que o próprio Facebook divulga. A empresa afirma que o número de usuários ativos por mês e ano subiu 8% na comparação de março de 2018 para março de 2019. A rede social contou com 1,56 bilhão de pessoas acessando o serviço todo dia e 2,38 bilhões fazendo login pelo menos uma vez por mês no período.

As métricas podem parecer contraditórias, mas podem coexistir. Embora o número de pessoas usando a rede social aumentou, os usuários estão gastando menos tempo diariamente na plataforma. Não é necessariamente má notícia para a empresa de Mark Zuckerberg, já que boa parte destes olhos podem estar se voltando para o Instagram ou WhatsApp, já que ambos são de propriedade do Facebook.

Um número que caiu, se compararmos o primeiro trimestre de 2018 e o de 2019 do Facebook é o lucro líquido da empresa. Ainda que a receita tenha subido de 11,9 bilhões para 15 bilhões, o lucro caiu de 4,9 bilhões para 2,4 bilhões.

Fonte: UOL

Facebook Watch: um rival para à altura do YouTube?

O Facebook Watch tem aposta no conceito de que o conteúdo audiovisual ajuda o usuário a se conectar; faz sua experiência ser menos passiva e solitária. Levando em consideração os 720 milhões de pessoas que todos os meses assistem a pelo menos um minuto de vídeo no mecanismo, não seria precipitado pensar que o Watch tem atingido seu objetivo.

Interatividade é uma das explicações

Os meios de interação disponíveis são uma das razões do sucesso. Comentários, compartilhamentos, reações, enquetes, grupos, mensagens, Watch Parties podem potencializar a conexão virtual entre indivíduos. Um exemplo é a possibilidade de encontrar grupos através do Facebook Watch. Por exemplo: se você estiver assistindo a um episódio do Red Table Talk no Watch, verá o grupo oficial ao lado do vídeo; e você, então, poderá conversar com outras pessoas interessadas neste assunto.

Outra estratégia do serviço é o Facebook Watch Originals, que disponibiliza programas originais exclusivamente na plataforma. A adaptação do icônico MTV The Real World, por exemplo, faz parte desse porgrama e estreiará em breve. Dentre os lançamentos dos próximos meses, temos: Human Discoveries (Premiere), em julho; Ball in the Family (5ª Temporada), Curse of Akakor (Premiere), Five Points (2ª Temporada), Huda Boss (2ª Temporada), em agosto; The Birch (Premiere), Limetown (Premiere),  Sorry For Your Loss (2ª Temporada), em outubro.

As colaborações entre criadores e publishers digitais também fazem parte das estratégias de atração de público. Em março deste ano, o Facebook anunciou um programa que conecta criadores de conteúdo a veículos de mídia digitais. O resultado foi a criação de novos conteúdos para estrear no Facebook Watch. Vários destes shows estarão disponíveis nos próximos meses, incluindo: Sundays at Nonna’s da Tastemade, com Ian Hecox (junho), The Players’ Tribune’s Generations, com Megan Rapinoe e Lindsey Horan (junho), Studio71’s Fetch Me A Date, com Jonathan Bennett e Dorothy Wang (julho) e Mi Quinceañera Come True do Buzzfeed apresentando PeroLike (outubro).

A conta sempre vem

Mas, nem tudo são flores. A tendência é que a quantidade de anúncios aumente nos conteúdos do Watch. Os chamados Ad Breaks estão disponíveis em mais de 40 países, inclusive no Brasil. O número de páginas ativamente usando o recurso mais do que triplicou no ano passado. A quantidade de páginas que ganham mais de US$ 1 mil por mês aumentou mais de 8 vezes, enquanto a de páginas ganhando mais de US$ 10 mil mensais aumentou mais de 3 vezes.  BuzzFeed e o Group Nine Media são alguns dos publishers que estão tendo sucesso com os Ad breaks. Com o retorno financeiro sendo comprovado, a tendência é de crescimento das produções e, também, é claro, dos anúncios que as sustentam.

Fonte: Olhar Digital

Facebook removeu 2,2 bilhões de contas no 1º trimestre de 2019

O Facebook anunciou que removeu 2,2 bilhões de contas falsas entre janeiro e março de 2019 – um número recorde para a empresa e que é ligeiramente menor que os 2,38 bilhões de usuários mensalmente ativos que a rede possui em todo o mundo. Os números fazem parte de um relatório global lançado nesta quinta-feira pela companhia; a partir de agora, os dados serão revelados trimestralmente pela empresa e incluirão outra de suas plataformas públicas: o Instagram.

“A saúde da rede social é tão importante quanto os balanços financeiros que soltamos, então faremos isso com a mesma frequência”, disse Mark Zuckerberg, em chamada com repórteres nesta quinta-feira. “Entender a presença de conteúdo danoso ajudará empresas e governos a desenhar sistemas melhores para lidar com o tema.”

Os dados chamam a atenção por serem substancialmente superiores aos números mais recentes divulgados pelo Facebook: entre outubro e dezembro de 2018, a empresa desativou 1,2 bilhão de contas falsas. No mesmo período em 2017, foram 694 milhões de contas. Os valores, claro, não são adicionados à conta total de usuários do Facebook, uma vez que os perfis falsos são desativados antes mesmo de serem adicionados à rede social, explicou o vice-presidente de análise de dados (analytics) do Facebook, Alex Schultz.

A empresa divulgou ainda que estima que 25 em cada 10 mil visualizações de conteúdo (vídeos ou fotos) violem as regras de violência e conteúdo adulto, não permitidos pela empresa na plataforma – desses, entre 11 e 14 a cada 10 mil visualizações são de nudez ou conteúdo de atividade sexual.

O Facebook comentou também que está melhorando sua capacidade de detectar vendas ilegais dentro da plataforma, como drogas ou armas – no primeiro trimestre, os sistemas da empresa conseguiram detectar 83,3% das violações de vendas de droga e 69,9% das de vendas de armas de fogo, sem necessidade de moderação humana. O Facebook acrescentou que “tomou atitudes” com relação a 19,4 milhões de peças de conteúdo no 1º trimestre deste ano – destas, 2,1 milhões passaram por “apelação” e 453 mil retornaram à rede após uma justificativa dos usuários ter sido aceita pela rede social.

Fonte: Correio do Povo