Facebook desativou 2,19 bilhões de contas falsas no primeiro trimestre de 2019

Em anúncio oficial para a imprensa, o Facebook revelou que desativou 2,19 bilhões de contas falsas no primeiro trimestre de 2019. O número impressiona ao considerar o último trimestre de 2018, quando 1,2 bilhões de contas foram banidas.

O número de contas que tomamos ações aumentou por conta de ataques automatizados, feitos por pessoas mal intencionadas e que querem criar um alto volume de contas de uma vez só“, afirma o pronunciamento.

Considerando que a rede social tem 2,38 bilhões de usuários ativos mensais, a estatística torna-se ainda mais relevante. A estimativa feita pela empresa é de que 5% dessas contas não são reais; ou seja, aproximadamente 119 milhões de contas conseguem driblar os parâmetros de segurança da rede.

Alex Schultz, vice-presidente de Analytics do Facebook, afirma que mesmo com os 2 bilhões sendo impressionantes, o foco deve ser na porcentagem que realmente consegue entrar na rede social – no caso, os 5%.

Ele explica que as duas metas da rede são “prevenir o abuso das contas falsas ao mesmo tempo que dá o poder das pessoas compartilharem conteúdo por meio de suas contas autênticas. Temos que acertar o equilíbrio entre esses dois objetivos“.

Por fim, em seu Relatório de Transparência, o Facebook mostrou a evolução de sua inteligência artificial e machine learning. Seus sistemas conseguiram detectar mais de 95% dos conteúdos ofensivos antes deles serem reportados por usuários.

A porcentagem é bastante similar à dos trimestres anteriores, mas com um detalhe interessante: o número de conteúdos bloqueados caiu de 24,6 milhões para 19,4 milhões.

Apesar da melhora na identificação de posts problemáticos, a rede social reconhece que precisa melhorar a detecção de discurso de ódio – apenas 65% do conteúdo é encontrado antes de ser reportado; ainda assim, o número é 24% maior do que há um ano.

Fonte: The Enemy

Facebook anuncia o retorno de função para visualizar seu perfil como público

No ano passado, o Facebook havia retirado um recurso que permitia aos usuários visualizarem os seus perfis na visão de outras pessoas. Isso acabou desapontando muita gente, que conseguiam editar os seus dados e fotos para que o perfil ficasse do jeito que gostaria ao público geral. No entanto, na terça (14), a gigante deu uma notícia muito boa para esses usuários, pois afirmou que está trazendo de volta essa função.

O recurso, conhecido como “Visualizar o meu perfil”, é uma ferramenta de segurança que permite aos usuários verem como seu perfil se parece na perspectiva das pessoas de quem não são amigos no Facebook. Com base nessa tela, os usuários também podem efetuar alterações nas informações disponíveis publicamente com um novo botão chamado “Editar perfil público”.

Apesar de agradar a muitos, esse recurso havia sido desativado em 2018 após um ataque hacker que se aproveitou de algumas brechas de segurança dessa mesma função, extraindo informações pessoais de 50 milhões de contas que, ao que tudo indica, foram utilizadas para planejar ações de marketing direcionadas.

Conforme os testes realizados em smartphones e notebooks, aparentemente o recurso ainda não foi liberado para todo mundo e está sendo disponibilizado aos poucos. Mas como o Facebook anunciou a volta da funcionalidade de forma pública, por meio de sua conta do Twitter, é possível que o recurso esteja à disposição de todos dentro de alguns dias.

Fonte: Canaltech

Sinalização de conteúdo pago no Instagram aumentou 56% em 2018

mercado de influência deve movimentar R$2,3 bilhões globalmente este ano, de acordo com o levantamento “Must-know Influencer Marketing Trends 2019”, divulgado esta semana pela Socialbakers. Este valor considera o volume crescente de posts patrocinados por marcas nas redes sociais. Para se ter ideia, no último ano, o número de influenciadores que utilizaram a hashtag #ad para indicar conteúdos patrocinados subiu 56%.

Conduzido entre janeiro de 2018 e março de 2019, o levantamento da Socialbakers mapeou mais de 12 milhões de perfis de influenciadores no Instagram em todos os continentes. Na América Latina, foram 2,3 milhões de influenciadores analisados. Os grandes influenciadores e celebridades, aqueles com mais de 1 milhão de seguidores, foram os que mais sinalizaram posts patrocinados: cerca de 26% deles utilizaram a hashtag #ad.

Na avaliação de Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, a maior sinalização de posts patrocinados se deve ao amadurecimento dos influenciadores na relação com marcas. “Os conteúdos tagueados como publicidade deixaram de ser mal vistos pela audiência”, justifica.  Uma das descobertas do estudo foi a de que o conteúdo patrocinado e não-patrocinado geraram praticamente o mesmo nível de engajamento na média global, o que mostra que conteúdos de marcas podem ser tão bem-sucedidos como conteúdos orgânicos.

Os chamados macro-influenciadores, aqueles com entre 100 mil e 1 milhão de seguidores, são os mais propensos a colaborar com uma variedade maior de marcas e indústrias na produção de conteúdo. Os micro-influenciadores, com menos de 10 mil seguidores, por sua vez, são menos propensos a colaborar com um grande número de marcas e setores.  “Os micro-influenciadores, em geral, têm menos acesso às marcas e as marcas a eles. Muitas vezes, eles nem mesmo são considerados para algumas campanhas”, explica Alexandra.

Ao mesmo tempo, influenciadores menores também costumam ser mais seletivos em suas parcerias. “Ao contrário de muitas celebridades, que veem menos risco ao se associarem comercialmente às marcas, um micro-influenciador acaba criando uma relação tão próxima com sua audiência que uma associação ruim pode colocar toda a sua credibilidade em cheque”, argumenta a country manager.

A América Latina é a região com maior volume de micro-influenciadores. Entre os produtores de conteúdo online na região, 97% se enquadram nesta categoria. Para Alexandra, o sucesso de micro-influenciadores na região se deve à cultura. “Nosso modelo de relações é mais pessoal. Faz parte da nossa cultura ter uma proximidade maior com o outro”, acrescenta.

As influenciadoras entre 25 e 34 anos dominam a base global de seguidores do Instagram e recebem a maior parcela de interações na rede social. Em segundo lugar no ranking de audiência, estão influenciadoras com entre 18 e 24 anos e, em terceiro, influenciadores homens com entre 24 e 24 anos.

Entre os segmentos de mercado mais engajados em práticas de marketing de influência no Instagram estão moda, beleza, ecommerce, automotivo e varejo, nesta ordem. Estes também são os setores com o maior número de menções de influenciadores na rede social. Abaixo, você confere o ranking das indústrias mais citadas globalmente por influenciadores no Instagram.

Fonte: Meio & Mensagem

Pesquisadores discutem o futuro do Facebook como um cemitério digital

Não é loucura pensar que a adoção do Facebook vai diminuir drasticamente ao longo do tempo. Embora um certo membro da diretoria da empresa esteja determinado a enganar a morte, a nossa própria mortalidade é ainda mais inevitável do que o declínio da rede social. Pesquisadores agora estão investigando o cruzamento dessas duas realidades, fazendo a pergunta: será que o Facebook vai se tornar, em breve, mais um cemitério do que uma rede social? E qual é nossa responsabilidade como sociedade para documentar essa vida digital após a morte?

O estudo — “Os mortos estão tomando conta do Facebook? Uma abordagem de Big Data para o futuro da morte online” — foi publicado neste mês no Big Data & Societypor pesquisadores do Instituto de Internet de Oxford. O artigo explora dois cenários possíveis, um em que o crescimento do Facebook para completamente a partir do ano passado e outro em que ele segue crescendo a uma taxa de 13% ao ano até atingir totalmente seu mercado alvo nas categorias de país, ano e idade.

Como os pesquisadores observaram no artigo, nenhuma dessas situações hipotéticas é suscetível de se desenvolver exatamente como ilustrado, mas eles apontaram que “o verdadeiro número” de perfis mortos “quase certamente cai” entre esses cenários, que servem como um teto e um piso para como a morte online pode se desdobrar. De qualquer forma, os pesquisadores concluíram que, até 2060 ou mais cedo, “o Facebook terá indubitavelmente centenas de milhões de usuários mortos”.

Os pesquisadores usaram dados da ONU para previsão das taxas de mortalidade por idade e nacionalidade, de acordo com o artigo. Eles também fizeram raspagem de dados na página Audience Insights, do Facebook, usando um script Python para dados sobre os usuários ativos mensais da rede social por idade e nacionalidade.

Mas, como os pesquisadores apontaram no estudo, há algumas ressalvas para suas conclusões, considerando a prática obscura anterior do Facebook de inflar suas métricas, assim como o fato de que os dados acessíveis publicamente da rede social excluem usuários menores de 18 anos, agrupam usuários maiores de 65 anos e excluem usuários que já morreram e que têm seus perfis ainda em serviço.

Dito isso, o estudo descobriu que “um mínimo de 1,4 bilhão de usuários falecerão antes de 2100, em um cenário em que o Facebook deixasse de atrair novos usuários a partir de 2018”. Esta hipótese é declaradamente improvável, a menos que um escândalo totalmente desastroso ocorra, visto que, mesmo depois da Cambridge Analytica, o Facebook ainda conseguiu novos usuários e muito dinheiro.

Se a rede social continuar em seu ritmo atual, o número de usuários que falecerão até 2100 “ultrapassará 4,9 bilhões”. E o estudo também descobriu que esses perfis póstumos estarão concentrados principalmente no sul da Ásia e na África.

“Em um nível social, apenas começamos a fazer essas perguntas e temos um longo caminho a percorrer”, disse o autor principal Carl Öhman à Universidade de Oxford, referindo-se a quem tem direito aos dados daqueles que faleceram e como eles devem ser mantidos eticamente.

“A gestão de nossos restos mortais digitais acabará afetando todos que usam as redes sociais, já que todos nós um dia morreremos e deixaremos nossos dados para trás. Mas a totalidade dos perfis dos usuários falecidos também equivale a algo maior do que a soma de suas partes. Ela é, ou pelo menos se tornará, parte da nossa herança digital global.”

Essa discussão está no centro do que os pesquisadores estão explorando em suas tentativas de entender o quão grave será a amplitude dos mortos em redes sociais nas próximas décadas. Não se trata simplesmente de apontar que, sim, é provável que muitos perfis existam apenas para atender às necessidades da empresa e dos entes queridos vivos em luto. Trata-se também de começar uma conversa sobre o significado dessa riqueza de dados e a quem eles pertencem. Principalmente, que não devem pertencer exclusivamente a uma corporação com fins lucrativos, ainda mais uma atolada em polêmicas.

“É importante que os dados historicamente significativos sejam preservados de forma que sirva a toda a humanidade, e isso não pode ser feito atribuindo a curadoria de registros sociais históricos a qualquer agente que opere em seu próprio interesse racional”, escreveram os pesquisadores no artigo.

O estudo serve como um guia útil para onde os especialistas podem focar suas atenções, tanto em termos do escopo da tarefa em questão quanto geograficamente, onde esses dados estão mais concentrados — o que, como mencionamos, ocorrerá em países não ocidentais.

Mas as questões permanecem: como esses dados podem ser coletados de forma a proteger a privacidade do usuário individual e quem são os melhores guardiões e coletores para esse tipo de dados que é do interesse das gerações futuras? David Watson, coautor do artigo, apresentou a ideia de historiadores, arquivistas, arqueólogos e especialistas em ética como os peritos que o Facebook deveria considerar para curar esses dados.

“E, como Orwell tão habilmente observou no livro 1984, aqueles que controlam nosso acesso ao passado também controlam como percebemos o presente”, escreveram os pesquisadores. “Assim, a fim de evitar um futuro possivelmente distópico de assimetrias de poder e narrativas históricas distorcidas, a tarefa diante de nós é projetar uma solução sustentável e digna que leve em conta múltiplos interessados e valores. Isso inevitavelmente requer uma descentralização do controle e da propriedade de nossa herança digital coletiva.”

Fonte: Gizmodo Brasil

Facebook processa vendedores de curtidas e seguidores falsos para Instagram

Os donos da Social Media Series Limited já haviam sofrido sanções do Facebook em 2018 por vender curtidas e seguidores artificiais, mas continuaram a atuar sob nomes falsos

O Facebook processou a Social Media Series Limited, empresa neozelandesa que vende curtidas, compartilhamentos e seguidores artificiais para usuários do Instagram. A companhia de Arend Nollen, Leon Hedges e David Pasanen driblou por anos os pedidos do Facebook para encerrar as atividades com bots — para isso, mudava o nome dos sites que ofereciam os benefícios. Agora, o processo pede que a corte dos EUA impeça a atuação da empresa e pede indenizações por manipular a plataforma.

Segundo o Facebook, os neozelandeses operam nas redes sociais desde 2015. Em 2018, eles receberam uma notificação para que parassem com as vendas de curtidas e seguidores, e fecharam o site original — mas não desistiram da atividade: Nollen, Hedges e Pasanen abriram outra loja (com nome falso) depois de terem suas contas banidas e milhões de likes artificiais bloqueados.

O Facebook estima que a Social Media Series Limited ganhou cerca de US$ 9,4 milhões com engajamento falso em mídias sociais. Segundo ele, o grupo tinha “uma rede de bots e contas do Instagram para entregar milhões de curtidas automatizadas aos clientes” e “algumas das contas controladas por eles eram responsáveis por dezenas de milhares de curtidas diariamente”.

Agora, mais uma vez, a rede social processa os vendedores por violação dos termos de serviço do Facebook e do Instagram. Depois de serem banidos das redes, os donos da empresa usaram bots para aumentar o engajamento. O processo afirma que eles mandaram comandos para os servidores das redes sociais para fraudar curtidas. Com esses dados, o Facebook declara violação da Lei de Fraude e Abuso de Computadores (CFAA).

Esse é o segundo processo recente que o Facebook registra contra contas falsas. No mês passado, várias empresas chinesas foram acusadas de vender likes e seguidores artificiais nas plataformas de Zuckeberg. Como antes, o Facebook chama isso de “mais um passo em nossos esforços contínuos para proteger as pessoas e evitar comportamentos não autênticos no Facebook e no Instagram”.

Fonte: Olhar Digital

Presença digital para empresas: entenda por que é tão importante para o seu negócio

Será que uma empresa vai alcançar o público-alvo de forma plena sem apostar no potencial da internet? A resposta é não em quase 100% dos casos. Isso porque em grande parte dos empreendimentos investir na rede mundial de computadores é fundamental para ganhar mais visibilidade.

O cenário atual mostra que a presença digital para empresas é algo imprescindível para construir uma imagem positiva e estar mais influente no cotidiano dos consumidores. Ignorar as possibilidades de ganho proporcionadas pela web é um dos maiores erros que um empresário do ramo de design pode cometer.

Saiba o que é presença digital

Essa ação consiste na maneira como de uma empresa utiliza os recursos digitais para consolidar uma posição no mercado e chamar a atenção do público.

A presença digital para empresas é um elemento vital para a estratégia de branding, porque trabalha com a imagem que a organização pretende transmitir para o mercado e mostra como a companhia busca se relacionar os clientes.

Em outras palavras, a presença digital tem como meta a construção de uma marca sólida, que passe para os consumidores alguns valores essenciais para o sucesso, como agilidade, credibilidade e transparência.

Conheça os motivos para investir no mundo digital

Após compreender o que é presença digital para empresas, vale a pena saber as razões que justificam um escritório de design, por exemplo, estar inserido em diversos canais eletrônicos.

Cotidiano digital dos clientes

Hoje, a maioria das pessoas têm um smartphone ou outro dispositivo móvel para acessar a internet. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 116 milhões de brasileiros estão conectados à rede mundial de computadores.

Isso mostra que a população usa os meios digitais para realizar diversas atividades, como fazer compras, pagar impostos, escolher as opções de lazer para o final de semana, tirar dúvidas sobre serviços, entre outras.

Muitos brasileiros utilizam os smartphones como principal recurso de acesso à internet. Por isso, a estratégia para se aproximar do público-alvo necessita levar em consideração às características dos dispositivos móveis na hora de utilizar um criador de sites ou uma plataforma para loja virtual.

Mais chances de aumentar a visibilidade

Por mais que a famosa propaganda boca a boca tenha o seu valor, estar na internet é uma excelente alternativa para estar mais próxima dos clientes.

Ao ficar na primeira página do Google, um escritório de design tem boas possibilidades de fechar negócios e de expandir os lucros. Afinal, esse mecanismo de busca é adotado por praticamente 100% dos internautas, no Brasil.

Estar bem localizado no Google é uma forma de reforçar a presença digital para empresas. Muitos consumidores, antes de fazer uma compra, fazem pesquisas sobre a reputação da companhia e os preços disponíveis no mercado.

Interação mais ativa com o público-alvo

Segundo um estudo da plataforma de mídia Hootsuite em parceria com a agência We are Social, o Brasil tem 140 milhões de usuários ativos nas redes sociais. Esse número, com certeza, indica que a presença digital para empresas é mais do que necessária para obter um desempenho expressivo nas vendas.

Um canal no YouTube, por exemplo, pode promover uma maior identificação dos consumidores com um escritório de design por meio da criação de um conteúdo que seja educativo e atraente para o público-alvo.

Não ter um perfil no Facebook atualmente é praticamente o mesmo de deixar de investir em um site. O Brasil é um dos países que têm uma maior presença na rede social mais usada no mundo.

Vendas disponíveis 24 horas por dia

Manter uma loja física aberta o dia inteiro não faz sentido, concorda? Por outro lado, contar com um site para expandir as vendas é uma excelente forma de garantir a presença digital para empresas.

Um dos motivos é que os clientes têm mais facilidade e comodidade de fazer compras pela internet. Afinal, podem escolher o horário que desejam comprar, pesquisar preços com tranquilidade e verificar como os produtos e serviços das corporações são avaliados.

Além disso, não precisam sair de casa nem enfrentar filas longas para pagar a conta no caixa. Essas vantagens mostram que uma empresa deve ter um site. Do contrário, perderá ótimas chances de expandir as vendas e de fortalecer a participação no mercado.

Concorrência já está atenta ao mundo digital

Se um empreendedor fizer uma análise de mercado antes de abrir um negócio, perceberá que muitos concorrentes já estão aproveitando a potencialidade da rede mundial de computadores para atrair o público-alvo.

Muitas companhias sabem que a internet oferece grandes oportunidades para conquistar clientes de diversas regiões de um país e até do exterior. Um restaurante de uma cidade turística, por exemplo, pode contar com um site, anúncios no Google e perfis nas redes sociais para divulgar promoções.

Promover o estabelecimento adotando uma estratégia inteligente na web é crucial para manter o negócio com um crescimento sustentável, o que contribui para fortalecer a marca.

Veja como garantir a presença digital para empresas

Muitos empresários sabem que a internet é perfeita para alavancar as vendas. Mas de que maneira explorar as potencialidades do mundo digital? Para responder a essa pergunta, mostraremos alguns recursos que podem ser explorados por um escritório de design.

  • Site (deve conter dados sobre o histórico da empresa, serviços disponíveis, links para as redes sociais e blog corporativo);
  • Blog Corporativo (é um instrumento que ajuda a educar o público-alvo e ajuda a empresa a ser localizada nos mecanismos de busca com mais facilidade);
  • Buscadores (contar com uma posição privilegiada no Google e no Bing, por exemplo, é peça-chave para aumentar a visibilidade);
  • Redes Sociais (Facebook, Twitter, YouTube, WhatsApp e LinkedIn permitem uma interatividade com diferentes segmentos do público-alvo, o que contribui para analisar as tendências do mercado);
  • E-mail marketing (é uma ferramenta que ajuda a lembrar os clientes de ofertas imperdíveis e de mantê-los conectados com a marca).

É inegável que um escritório de design deve estar presente no mundo digital. Mas isso deve ser feito com criatividade e bom senso. Não adianta investir em campanhas, caso o público-alvo não seja atingido de forma impactante. Sem dúvida, contar com um site dinâmico e com um bom logo farão com que o seu negócio seja mais atraente para o público-alvo.

Fonte: Designers Brasileiros

As redes sociais têm prazo de validade?

As redes sociais já fazem parte do dia a dia das pessoas há bastante tempo. Uma pesquisa recente feita pela Rock Content, startup de software as a service, apontou que no Brasil, 96,2% dos usuários de internet estão em alguma rede social, 18,2% a mais do que mostrou o estudo do no passado. Mesmo assim, muitas delas crescem e morrem rapidamente e esse é um retrato do que vivemos hoje. Há uma volatilidade muito grande, as coisas surgem muito rápido e acabam na mesma velocidade.

Como o caso do Orkut, por exemplo, apesar de ser uma rede que todos gostavam muito, aliás, umas das primeiras que mais se assemelham as que usamos hoje e que aculturou os brasileiros em relação a social, não durou muito tempo após a chegada do Facebook. Isso porque tudo evolui muito rápido, principalmente na internet, e o Orkut não acompanhou as mudanças que os usuários ‘pediam’. Dessa maneira, o Facebook ocupou o espaço e ainda hoje é umas das redes preferidas dos brasileiros. Um dos motivos de continuar em ‘alta’ é por estar sempre se reinventando e atualizando suas funcionalidades, de acordo com as expectativas das pessoas.

Outra que recentemente chegou ao fim foi o Google Plus. Sua proposta era muito interessante, porém, bem distante do que o perfil de usuário está procurando quando acessa uma rede social. Além disso, muitas pessoas se perguntam por que ter mais de uma, quando você tem uma que contempla todas as suas necessidades?

É preciso que algo seja realmente inovador para despertar o interesse dos usuários. As redes sociais que surgiram com ideias diferentes, como o Instagram e o Snapchat, por exemplo, rapidamente receberam propostas de compra do dono do Facebook. A primeira foi comprada e hoje em dia é a quarta rede mais acessada do Brasil. Já o Snapchat, recusou e é uma das menos acessadas, ficando em 10º lugar e em 17º no ranking mundial, de acordo com o estudo produzido pela We Are Social, agência global de marketing, em parceria com a plataforma de mídia Hootsuite, um sistema norte-americano especializado em gestão de marcas na mídia social.

Outro ponto a ser levado em consideração é que o perfil de usuários nas redes muda muito de uma para outra. E a tendência é que isso continue em constante transformação com a chegada de novas gerações. Muitas empresas já perceberam isso e sabem muito bem onde e como impactar seus públicos de interesse. O estudo da Rock Content mostrou também que 43,6% das empresas fazem divulgação nas redes sociais seguindo um calendário editorial e alcançam uma média de visitas 1,5 vezes maior do que aquelas que não utilizam o recurso. O que mostra a relevância de ter a sua empresa nas redes hoje em dia.

Em linhas gerais, o que fica claro é a importância de estar sempre atualizado e de acordo com as tendências do mercado e com as redes sociais é a mesma coisa. Além disso, sabemos que as gerações atuais cansam muito mais facilmente de tudo e a tendência é que isso seja ainda mais presente com as gerações que estão chegando. Sendo assim, o meu questionamento é: as redes sociais têm prazo de validade? Acredito que vale pensar que é preciso se reinventar sempre porque, assim como a tecnologia, as pessoas estão em constante evolução e em busca de novidades.

Fonte: Portal Makingof

Criador do Linux diz que redes sociais são doenças da atualidade

Todos sabemos que nem todo mundo sabe se comportar direito em redes sociais e as plataformas condicionam ao uso contínuo — duas das maiores críticas ao ambiente digital. Agora, quem falou um pouco mais sobre isso foi o criador do software livre Linux, o finlandês Linus Torvalds, e ele não poupou as maiores empresas do segmento de duras críticas, chamando gigantes como FacebookTwitter e Instagram de “lixo” e “doença”.

“Eu absolutamente detesto as ‘mídias sociais’ modernas, como o Facebook, o Twitter e o Instagram. São uma doença e parecem encorajar o mau comportamento”, disse, em entrevista ao Linux Journal, ao ser perguntado o que “consertaria” na tecnologia atual.

“O modelo de ‘curtir’ e ‘compartilhar’ é apenas lixo. Não há esforço, nem controle de qualidade. Na verdade, é tudo voltado para o reverso do controle de qualidade, com os menores denominadores comuns, clickbaits e coisas projetadas para gerar uma resposta emocional — muitas vezes uma ofensa moral.”

Anonimato complica ainda mais as coisas, diz Torvalds

Torvalds não é conhecido por ser bem-humorado, mas o que ele pensa a respeito é algo que vem se tornando mais comum nos últimos anos. Temos acompanhado uma queda acentuada de pessoas em redes sociais, especialmente por conta de assédio, mau comportamento, pepinos envolvendo privacidade e terrorismo.

Segundo Torvald, uma das causas dos problemas é o anonimato, que já ajuda o pessoal que alimenta um comportamento tóxico a se esconder na web. “Quando você nem mesmo coloca seu nome no seu lixo, ou no lixo que você compartilha, isso não ajuda.” Para ele, os usuários não deveriam ser permitidos a compartilhar ou “curtir” coisas sem provar suas identidades em primeiro lugar.

Nem o Facebook e o Instagram, ou Twitter, comentaram essas declarações até o momento.

Fonte: Tecmundo

Facebook enfim dirá claramente nos termos de uso que ganha dinheiro direcionando anúncios a usuários

Enquanto o Facebook não é alvo de forte regulação nos EUA e em outras partes do mundo, a rede social vai fazer algumas alterações em seus termos de uso após pressão da União Europeia. Na prática, a plataforma terá de ser clara sobre seu modelo de negócio para os usuários, informando que é gratuito, pois a companhia ganha dinheiro ao direcionar propagandas para os membros do serviço.

A União Europeia explica melhor o tipo de esclarecimento que eles querem que o Facebook expresse claramente aos usuários: que o Facebook vende para terceiros informações baseadas no uso de dados dos perfis.

Apesar de a rede ter concordado com as propostas da União Europeia, o Facebook tem até junho de 2019 para atualizar os termos de uso.

O escrutínio sobre o Facebook na Europa vem após a polêmica da Cambridge Analytica, em que dados de um teste de personalidade foram usados em um contexto político. A Comissão Europeia quer que a rede seja cada vez mais clara ao informar como ganha dinheiro e de onde vêm as receitas da empresa. Pode parecer um pouco óbvio para quem é do ramo de tecnologia, mas, aparentemente, mesmo na Europa, não existe muito bem a noção de que os dados dos usuários são a mina de ouro da companhia de Mark Zuckerberg.

“Termos de uso mais claros são bem-vindos, mas não resolvem o problema inerente ao modelo de negócio do Facebook, que foi construído na exploração e monetização extensas da privacidade das pessoas, na dominação de mercado na Europa e preocupações sobre o cumprimento da lei de privacidade europeia”, disse Ursula Pachl, vice-diretora geral do BEUC (Bureau Européen des Unions de Consommaterus), órgão de fiscalização de direitos do consumidor da União Europeia, ao TechCrunch.

Além dessa questão sobre modelo de negócio, informa a União Europeia, o Facebook também alterou:

  • Sua política de limitação de responsabilidade e reconhece agora sua responsabilidade em caso de negligência, por exemplo, no caso de dados terem sido usados de indevidamente por terceiros.
  • Seu poder de alterar unilateralmente os termos e condições, limitando-se a casos em que as alterações sejam razoáveis, tendo em conta o interesse do consumidor.
  • As regras relativas à retenção temporária de conteúdos suprimidos dos consumidores. Esse conteúdo só poderá ser retido em casos específicos — por exemplo, para cumprir um pedido de uma autoridade — e por um período máximo de 90 dias em caso de razões técnicas.
  • A linguagem que esclarece o direito de recurso dos usuários quando o conteúdo deles for removido.

Ao TechCrunch, um porta-voz do Facebook informou que as mudanças nos termos de serviço ocorrerão globalmente, e não só no território europeu. “Temos trabalhado muito neste ano para explicar melhor como o Facebook funciona, quais dados coletamos e como nós os utilizamos. Como parte desse esforço contínuo, atualizaremos os termos de serviço para ser mais claros em como o Facebook ganha dinheiro. Várias das atualizações (nos termos) são resultado de nosso trabalho com o a rede de proteção ao consumidor europeia (CPC, na sigla em inglês), mas nós faremos essas mudanças globalmente.”

No ano passado, havia rumores de que a União Europeia estaria preparando uma multa de bilionária por causa de uma falha de segurança que permitia o acesso a credenciais de 50 milhões de contas. A cobrança ainda não chegou, mas nada impede que Bruxelas (Bélgica), sede da União Europeia, escreva um talão de multa e mande para Menlo Park, a sede do Facebook na Califórnia.

Lógico, isso não é sinal de que as coisas estão tranquilas para o Facebook na Europa. Como notou Ursula em sua fala, a rede ainda é investigada pela sua dominação de mercado e por possíveis violações do GDPR.

Fonte: GIZMODO BRASIL

Facebook informará quem coleta dados para depois direcionar publicidade

A partir de 27 de fevereiro, o Facebook permitirá que usuários saibam quem coletou informações pessoais como email e número de celular com o objetivo de direcionar publicidade. Hoje, usuários têm acesso apenas à empresa que direcionou o anúncio, mas não ao agente que as coletou – o responsável pode ser um desenvolvedor ou uma agência de marketing.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (7) pelo site de tecnologia TechCrunch, que havia antecipado a mudança.

Diante de episódios relacionados à falta de transparência no último ano, o botão “Por que estou vendo isso?” ganhará uma nova camada de informações.

Se uma pessoa recebe uma peça publicitária no feed de notícias, pode entender que o direcionamento ocorreu devido à sua faixa etária e à localização geográfica, e foi feita por uma marca específica.

Com a mudança, saberá quem de fato coletou os dados e se teve o email e o número de telefone utilizados para a segmentação, visto que esse processo só pode ser feito mediante consentimento. A ferramenta existe desde junho, mas não havia um processo de verificação.

“A explicação ‘Por que estou vendo isso?’ exibirá o nome da empresa que carregou as informações do usuário no Facebook e destacará qualquer compartilhamento que possa ter ocorrido. Isso pode incluir o envolvimento de agências, desenvolvedores ou outros parceiros”, diz a empresa em uma publicação na página Facebook Advertisers Hub, dedicada a anunciantes.

A ferramenta integra a estratégia de proteção de dados do Facebook, que tenta modificar alguns de seus processos após os casos de violação de privacidade de 2018. Com esse tipo de dispositivo, usuários podem rastrear de onde recebem propaganda.

O Facebook ainda não confirmou se a medida valerá para o Brasil também.

Fonte: GauchaZH