Em carta à Rosa Weber, IT&E cobra combate a fake news

Instituto Tecnologia e Equidade destaca a importância da alfabetização digital da população, além de montar uma espécie de sala de monitoramento de redes sociais para as próximas eleições.

As fake news assumiram boa parte das discussões durante as Eleições deste ano. Para muitos especialistas, as notícias falsas – que geram desinformação em massa – influenciaram os resultados nas urnas. Diferentes pesquisas também apontaram que os brasileiros não sabiam discernir o que era verdade e o que era mentira do conteúdo que recebiam em apps como o WhatsApp. Pesquisa do INCT (Instituto da Democracia e da Democratização da Comunicação) relatou que 68,3% da população brasileira não desconfia de nada daquilo que recebe como noticioso.

Entretanto, em entrevista após o resultado do segundo turno das eleições 2018, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Rosa Weber, afirmou que o órgão saiu vencedor no combate às notícias falsas, que estiveram em destaque ao longo dos últimos meses no processo eleitoral. O Instituto Tecnologia e Equidade parece não concordar. Nessa segunda-feira (5), o Instituto encaminhou uma carta endereçada a ministra com recomendações para o combate às fake news para as próximas eleições, pois “acreditamos que as atuais ficarão marcadas na nossa história como as eleições da polarização”, assina a entidade em comunicado compartilhado com a imprensa.

Entre as recomendações, o Instituto destaca a importância da alfabetização digital da população como parte central para a diversidade do debate democrático, além de montar uma espécie de sala de monitoramento de redes sociais, plataformas digitais, agências de checagem de fatos, partidos políticos, empresas de mídia, mediadores e observadores.

No texto abaixo, você pode conferir a carta do IT&E na íntegra e as recomendações:

Excelentíssima Ministra Rosa Weber,

Viemos por meio desta carta, oferecer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) recomendações para as próximas eleições no Brasil, pois acreditamos que as atuais ficarão marcadas na nossa história como as eleições da polarização, do discurso de ódio e da desinformação. Cremos também que é possível evitar essa situação nas próximas campanhas.

Combater a desinformação é possível e necessário para garantir um processo democrático transparente, ético e equilibrado. Isso requer conhecimento em relação à dinâmica do Sistema Propaganda Eleitoral na Internet, seus estoques (conjuntos que podem ser medidos), processos, atores e ciclos de feedback, como pode ser visto no Mapa abaixo. Com um pouco de atenção, ele se mostra compreensível para qualquer pessoa. O conteúdo faz parte do White Paper “Recomendações sistêmicas para combater a desinformação nas eleições do Brasil”. O documento foi lançado em julho pelo IT&E (Instituto Tecnologia e Equidade).

Nós, do Instituto Tecnologia e Equidade, apresentamos, abaixo, três caminhos de ação concretos para o TSE agir. Esperamos que sejam considerados e implementados até as próximas eleições municipais em 2020″.

Alfabetização Digital, Midiática e Informacional para a população brasileira: o TSE deveria oferecer conteúdos regulares em Rádio, TV, Redes Sociais, Escolas, WhatsApp, entre outros tipos de plataformas de informação, sobre como evitar a polarização radical e o discurso de ódio, fomentar os valores democráticos; ensinar como fazer checagem de fatos, como não ser manipulado por conteúdos digitais, etc. Durante o período eleitoral, esse conteúdo deveria ocupar parcela considerável do tempo eleitoral gratuito.

A mini-reforma eleitoral passou o tempo de campanha de 90 para 45 dias. Portanto, é de suma importância exigir que as Plataformas Digitais, meses antes das eleições, façam e divulguem relatórios semanais de movimentos anormais de criação de grupos de compartilhamento de mensagens, de movimentos de spam, uso de robôs e demais mecanismos que indiquem uso indevido das tecnologias para amplificação de conteúdos para além do uso natural, individual e pessoal das redes sociais. Em caso de suspeitas, solicitar que as plataformas expliquem a natureza desses movimentos ou em caso de desconhecimento ou possibilidade de alto risco de serem grupos criados para manipular o processo eleitoral, que apliquem as suas Políticas de Comunidade com rigor e suspendam contas e grupos de modo a proteger o processo democrático de forma preventiva;

Montar uma Sala de Monitoramento (Sala de Crise) com atores qualificados em monitoramento de redes sociais, plataformas digitais, agências de checagem de fatos, partidos políticos, empresas de mídia, mediadores e observadores. O objetivo é que ela contribua para monitorar, em tempo real, os processos mais virais que ocorrem durante o período da propaganda. A partir dela, tomar rápidas decisões para antecipar processos desinformativos com tendências de viralização. Essas manadas de desinformação seriam rapidamente desarticuladas, com consequências punitivas diretas aos seus autores, incluindo candidaturas, que podem ser responsabilizadas por ações de seus militantes.

No mundo virtual, tudo ocorre na velocidade da luz. Se a Justiça Eleitoral não se atualizar em suas práticas, continuará achando que esse é um problema sem solução e continuará se eximindo de suas responsabilidades como ator mais importante em todo processo eleitoral.

Constatamos, em grande medida, a hipótese que motivou e deu origem aos projetos que desenvolvemos no IT&E neste ano de eleições: “o uso da tecnologia terá um impacto maior do que os recursos financeiros no resultado eleitoral”.

O uso da nossa metodologia, com base no pensamento sistêmico, tem sido uma ferramenta essencial na análise, no entendimento e na atuação estratégica em projetos para diminuir o impacto da desinformação nas eleições 2018 e procurar caminhos para fazer frente ao principal problema enfrentado pelas autoridades eleitorais. Oferecemos esta experiência, metodologia e aprendizados para o TSE.

Trata-se de um desequilíbrio no sistema eleitoral que impacta todos os atores que participam do processo democrático. Obviamente trata-se de um problema que atinge todos os partidos de alguma ou outra forma e o principal impactado é o eleitor.

Não seremos capazes de enfrentar esse processo de desinformação – que lamentavelmente tem desequilibrado o jogo democrático – sem ações articuladas, colaborativas, estruturadas fortes e corajosas.

Fonte: idgnow

5 lições de marketing digital importantes que podemos tirar das eleições 2018

As eleições de 2018 finalmente chegaram ao fim, depois de uma campanha extensa e de o país protagonizar uma divisão de ideais como nunca.

Mas, para quem deseja usar o potencial da internet, essas eleições trouxeram outras lições importantes e que não podem ser ignoradas.

Basta observarmos que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, foi na contra mão do senso comum eleitoral e conseguiu vencer a eleição no segundo turno com 55,10% dos votos válidos.

Mas o que trouxe essa vitória a Bolsonaro? Qual foi o papel do marketing digital nas eleições 2018?

Estas e outras reflexões é que vamos fazer juntos neste post.

Mas, antes disto, um aviso importante: Esse é um post de marketing digital e não de política. Portanto, as análises e reflexões serão feitas como aprendizado da estratégia digital usada por Bolsonaro. Por favor, vamos nos manter dentro da proposta do artigo e evitar comentários políticos.

As 5 lições de marketing digital das eleições 2018

Qual foi o impacto da internet e das redes sociais nas eleições? Realmente você enxergou tudo o que aconteceu nessas eleições?

Vamos observar a fundo 5 lições de marketing digital das eleições 2018 e ver o que podemos aprender com elas. Acompanhe esses 5 pontos que destaquei e descubra como a sua empresa ou negócio podem usá-los a seu favor. Confira!

1. Seguidores e não apenas eleitores

Jair Bolsonaro deixou clara a sua estratégia em uma reportagem especial do Fantástico, transmitida pela Rede Globo nesse Domingo (28).

A campanha do novo presidente do Brasil começou quatro anos antes, em 2014. E nesse período ele se dedicou totalmente ao marketing digital, fazendo suas mídias sociais crescerem cerca de 3.900% nesse período.

Segundo a mesma matéria, Bolsonaro saltou de pouco mais de 200 mil fãs no Facebook para mais de 8 milhões de seguidores. Somando todos os perfis nas principais redes sociais do candidato eleito, chegamos a um montante considerável de mais de 17 milhões de seguidores.

Bolsonaro se dedicou a gerar conteúdo, postar tudo o que acontecia com ele, compartilhar sua mensagem e atrair pessoas que se conectavam com ela. Uma estratégia que lhe rendeu um crescimento considerável nas mídias e o direito de residir no Palácio da Alvorada a partir de 1 de janeiro de 2019.

A estratégia de atrair fãs sem dúvida deu certo, pois os militantes digitais da campanha tiveram um papel muito importante nessas eleições. Eles foram os responsáveis por replicar o conteúdo de Bolsonaro e aumentar sua presença nas mídias digitais.

No Google Trends, que mede o interesse dos internautas em relação a um termo de pesquisa, o crescimento de Bolsonaro também é visível. Veja como a tendência de pesquisa foi aumentando com o passar do tempo:

Já pensou usar essa mesma estratégia a favor da sua empresa? Pense no impacto que sua marca poderia causar se usar as mídias digitais de forma adequada e estratégica.

2. Segunda opinião para os conteúdos

Algo que me chamou a atenção na entrevista de Bolsonaro, para o repórter Paulo Renato Soares, foi o fato de uma segunda opinião para os conteúdos postados na mídia. Jair Bolsonaro confidenciou que tinha um “amigo cabeça” para revisar seus conteúdos e dar uma segunda opinião.

Indo além das revisões de redação, o papel do amigo de Bolsonaro era medir o “tom” e o “sentimento” das mensagens. Fica claro que o novo presidente tinha receio de criar alguma crise por suas publicações e se precaveu disso buscando por segundas opiniões.

Essa é uma estratégia muito simples, mas que sem dúvida contribuiu para os resultados de Bolsonaro nas eleições 2018.

E a sua empresa, tem um curador de conteúdo ou uma segunda opinião para resguardar sua estratégia de marketing digital? Você toma esse cuidado na hora de publicar e compartilhar conteúdos em suas mídias?

Se ainda não faz, saiba que deve começar o quanto antes. Essa segunda opinião pode ser um amigo, funcionário, ou qualquer outra pessoa próxima. Mas, se puder contar com apoio
profissional é ainda melhor, como um consultor ou especialista em marketing digital.

3. Ouvir a sua audiência e atendê-las

Analistas políticos completaram as lições de marketing digital das eleições 2018 que podemos tirar. Segundo eles, Bolsonaro fixou seu discurso em temas que interessavam a população brasileira, pelo menos a maioria, e isso o fez ter sucesso em sua campanha.

Foi comum ver nos discursos do candidato, e agora presidente eleito, assuntos como combate a corrupção, aumentar a segurança no Brasil, liberdade e muitos outros temas. Percebemos que estes são os principais pontos levantados pelos brasileiros como aspectos a serem melhorados em nosso dia a dia.

Mas o que isso tem a ver com marketing digital ou mídias sociais? Se você adicionar os pontos de interesse de seu público nos discursos da sua empresa vai gerar conexão, atrair seguidores e posteriormente clientes.

Você com certeza gostaria disso, não é? Então, dedique-se a conhecer bem a sua persona e buscar atendê-la não só no discurso, como nas ações diárias em sua empresa (atendimento ao cliente, qualidade, pós venda, etc.).

4. Mídias tradicionais perdem espaço

É inquestionável que o papel das mídias tradicionais, como rádio e TV, perderam espaço para a internet nas eleições de 2018. Basta considerarmos que o candidato eleito, Jair Bolsonaro, tinha apenas 8 segundos de TV no primeiro turno contra 2 minutos e 23 segundos de Fernando Haddad, do PT.

Além disso, o candidato com o maior tempo de televisão, Geraldo Alckmin do PSDB, nem sequer chegou ao segundo turno e teve um dos piores desempenhos dessa campanha. Dados que comprovam que as mídias sociais estão tomando espaço dos canais tradicionais e sendo mais consideradas na hora de tomar decisões importantes.

Você ainda duvida que o seu cliente faz o mesmo para decidir comprar seu produto ou contratar seu serviço? Ou que ele não pesquisa na internet antes de comprar de você? É lógico que seus potenciais clientes estão conectados e você precisa se dedicar a encontrá-los na internet.

5. É possível fazer um bom marketing com menor investimento Já é sabido que as campanhas eleitorais no Brasil custam milhares de reais. Entretanto, as eleições de 2018 foram marcadas por escassez de recursos e limitações mais pesadas do TRE (Tribunal Superior Eleitoral).

Mesmo assim o candidato com menos recursos financeiros foi o grande vencedor dessa disputa. Jair Bolsonaro declarou R$1.721.537,42 gastos em sua campanha, contra R$ 34.400.867,06 de Fernando Haddad do PT.

O Candidato eleito também dispunha de menos recursos do Fundo Partidário que seu adversário (R$ 20.000 contra R$ 1.000.000).

Um outro dado que chama a atenção é que Jair Bolsonaro declarou R$ 115 mil gastos com a criação e inclusão de páginas na internet, revelando um pouco da sua estratégia de marketing digital. Enquanto isso, Fernando Haddad, não declarou despesa similar. Deixando claro que o foco de sua campanha foi nas mídias tradicionais.

Esse ponto deixa claro que a internet possibilita criar uma estratégia de marketing mais barata e eficaz, sem precisar de financiamentos milionários como outros canais. E o que a sua empresa pode fazer em relação a isso? Estar nas mídias digitais e ter uma estratégia de marketing digital eficaz é o primeiro passo para economizar e crescer ao mesmo tempo!

Qual a maior lição das eleições de 2018?

Observando todos os números que vimos anteriormente, fica claro o potencial do marketing digital nas eleições de 2018. Mas é visível que estes canais podem ser usados para expandir o alcance de sua mensagem, atrair pessoas que pensam da mesma forma que você e criar uma comunidade.

Essa estratégia pode ser usada não apenas como fonte de eleitores, mas de clientes e seguidores para sua marca também.

Portanto, espero que essa rápida reflexão faça você enxergar o real potencial das mídias digitais para o seu negócio. Afinal de contas, o Case Bolsonaro não deixa dúvidas que é possível crescer e ir além usando corretamente as mídias sociais.

Independente de sua posição política ou partido, é inegável que a campanha eleitoral de 2018 foi muito diferente das anteriores. Onde o não tão óbvio surpreendeu e os canais tradicionais foram superados pelo poder da internet.

E a sua empresa, como está usando o novo marketing para gerar negócios?

Fonte: Ecommerce News

Facebook lança ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer seus candidatos

Nesta terça-feira (02), o Facebook lança uma ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer mais sobre os candidatos e seus programas de governo antes das eleições no próximo domingo. A nova ferramenta centraliza as informações dos candidatos em um só lugar, para ajudar os eleitores a descobrir mais sobre os candidatos a presidente, governador e senador.

Os candidatos poderão apresentar seus projetos nas suas próprias palavras e as pessoas poderão conhecê-los e suas plataformas. A ferramenta aparecerá no Feed de Notícias para todos os usuários brasileiros na semana que antecede a eleição. Lá, as pessoas podem descobrir quem são os candidatos concorrendo a cada cargo, visitar suas Páginas no Facebook e assistir a vídeos curtos, nos quais eles falam sobre questões importantes.

Os candidatos têm a oportunidade de criar quatro vídeos de 20 segundos, se apresentando e respondendo a perguntas-chave:

  • O que te motivou a concorrer a presidente / governador / senador?
  • Se eleito, o que é mais importante aprovar nos primeiros 100 dias do seu mandato?
  • Por que essas eleições são importantes?

Trabalhamos com a ONG apartidária Transparência Brasil para escolher as perguntas que os candidatos podem responder. Os vídeos são gravados pelos candidatos e suas equipes, e o Facebook não tem participação nos conteúdos.

Isso faz parte do nosso trabalho contínuo para construir uma comunidade bem informada e engajada civicamente. Acreditamos que ajudar as pessoas a conhecerem melhor os candidatos pode colaborar para a construção de comunidades mais bem informadas. Todos os dias vemos pessoas usando o Facebook para conversar sobre política – mais de 62 milhões de brasileiros comentaram sobre questões relacionadas às eleições de 2018 somente no primeiro mês da campanha eleitoral. Estamos trabalhando para tornar mais fácil para as pessoas encontrar as informações necessárias para tomar decisões informadas antes das eleições.

Você pode monitorar a presença digital dos presidenciáveis com a Zeeng de maneira gratuita, acesse aqui.

 

Fonte: Newsroom 

Google anuncia site com informações de todos os candidatos

O Google continua lançando campanhas para auxiliar brasileiros a tomarem ciência de seus candidatos nas eleições. Agora a empresa anunciou uma ferramenta que facilita a informação dos mesmos, como parte da campanha #VotoInformado.

A primeira novidade é uma página chamada Google Eleições 2018, que usa o banco de dados do TSE para exibir informações sobre os 27 mil candidatos inscritos para disputar todos os cargos. A empresa também permite filtrar o conteúdo por cargos, gêneros, estado ou partido.

A ferramenta conta com informações mais aprofundadas sobre os candidatos á presidência. O canal reunirá notícias, entrevistas e conferir tendências sobre buscas relacionadas ao candidato. A página também exibe listas de ONGs de múltiplos setores para obter informações especializadas.

Uma outra mudança importante realizada pelo Google é que agora o usuário poderá realizar uma busca simples sobre um dos 8.500 candidatos a presidente, senador e deputado federal. Para isso, a plataforma do Google usará o “Painel do Conhecimento” (a caixa que fica ao lado dos resultados da pesquisa) para exibir informações específicas como partido, idade, cargo disputado, dados familiares e histórico.

Por fim, o Google Notícias também foi ajustado para o período eleitoral, tornando-se capaz de notificar o usuário sobre debates e exibi-los ao vivo por streaming. O app também permitirá acompanhar as publicações feitas pelos candidatos e pelo TSE pela plataforma.

A Zeeng oferece para o mercado uma ferramenta completa de análise do comportamento dos candidatos nas redes sociais para possibilitar um melhor entendimento das estratégias utilizadas por eles nessas eleições.

 

Fonte: AdNews

Zeeng Dashboard – Eleições 2018

A menos de um 15 dias das eleições, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de comunicação e marketing, disponibiliza gratuitamente um painel online que monitora em tempo real o comportamento dos candidatos mais influentes em seus canais sociais oficiais.

Em um dashboard intuitivo e gratuito, a startup reuniu todas as informações do Facebook, Twitter, Instagram e Youtube dos concorrentes à Presidência, alternando diariamente de forma aleatória os candidatos, trazendo uma visão geral de como cada um atua no ambiente online.

“Queremos oferecer para o mercado uma ferramenta completa de análise do comportamento dos candidatos nas redes sociais para auxiliar na escolha dos eleitores, além de possibilitar um melhor entendimento das estratégias utilizadas por eles nessas eleições”, comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Para acessar o dashboard, clique aqui.

Fonte: Proxxima

Facebook monta “sala de guerra” para monitorar eleições no Brasil e nos EUA

O Facebook admitiu o abuso da plataforma com iniciativas de desinformação nas eleições presidenciais estadunidenses em 2016 e desde então vem reunindo esforços para evitar que as fake news e ações coordenadas de pessoas mal-intencionadas possam interferir em novos pleitos.

Agora, a companhia prepara “salas de guerra” física e digital para combater esse tipo de comportamento no processo eleitoral deste ano no Brasil e nos Estados Unidos — por aqui escolhemos presidente, governador, senadores e deputados em outubro e os ianques selecionam seus novos deputados e senadores em novembro.

Essas centrais de monitoramento estarão na sede da rede social, em Menlo Park, na Califórnia. As equipes reunião diversos departamentos, incluindo os de engenharia e inteligência sobre ameaças, e dados legais e científicos, entre outras frentes. Serão mais de 300 pessoas mobilizadas simultaneamente, enquanto 20 delas estarão nessa base de operações.

“Vai servir como uma central de comando. Assim poderemos tomar decisões em tempo real, caso sejam necessárias”, adiantou o diretor de gerenciamento de produtos para as campanhas eleitorais e esforços de engajamento cívico do Facebook, Samidh Chakrabarti, em conferência com jornalistas nesta quarta-feira (19).

Brasil já conta com uma força-tarefa especial

Em julho, o Facebook disse que desvendou uma campanha com dezenas de contas e páginas usando o equivalente a US$ 11 mil em anúncios para influenciar pessoas com causas políticas de forma suspeita. O CEO Mark Zuckerberg disse recentemente que de março a outubro mais de 1,3 bilhão de perfis falsos foram desabilitados e a rede social mantém parceria com duas organizações sem fins lucrativos para monitorar a segurança em pleitos e eventos internacionais, a International Republican Institute e a International Democratic Institute.

No Brasil, já há uma reunião de esforços na plataforma para desativar contas que vêm espalhando notícias falsas e a companhia disse que se aliou a companhias de checagem de dados para criar dois bots, capazes de ajudar a reconhecer automaticamente o conteúdo de desinformação antes mesmo que eles se espalhe por aí.

Fonte: Tecmundo

Apple e Twitter deverão revelar usuários que vendem elogios a candidatos

Rede de usuários divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR nas eleições 2018

Nos últimos dias, foi exposta uma rede de usuários que divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR, sem revelar que eram pagos por isso — o que viola a lei eleitoral. A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais) quer a ajuda da Apple para investigar o caso.

Bruno Nominato de Oliveira, procurador regional eleitoral auxiliar de MG, pediu nesta terça-feira (28) que a Apple revele todos os usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow Now. Ela tem 48 horas para responder.

Os dois apps eram usados para recrutar e coordenar elogios a candidatos do PT e PR no Twitter. A rede social, por sua vez, deverá informar os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica, @cadefeminista, @joycelular e @AgenciaLajoy.

Por fim, o procurador solicitou a quebra do sigilo fiscal de seis empresas envolvidas no esquema. Isso inclui a Agência LaJoy, de Joyce Falete; Fórmula e Follow, que pertencem ao deputado petista Miguel Corrêa; e três outras empresas de parceiros de Corrêa.

Esquema de elogios coordenados no Twitter:

Na noite de sábado (25), a jornalista e militante Paula Holanda (@pppholanda) revelou o esquema. A agência de publicidade LaJoy — sem CNPJ nem endereço — prometia a partir de R$ 500 por mês para tweets positivos sobre candidatos do PT. Ela foi subcontratada pela Be Connected.

A ação era bastante coordenada. No dia 23, diversos perfis tuitaram seu apoio à petista Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal. No dia 24, o assunto era Luiz Marinho, candidato a governador de SP. No dia 25, a bola da vez era Wellington Dias, governador candidato à reeleição no Piauí.

 

Isso causou estranheza. Vários perfis eram de São Paulo, mas todos resolveram elogiar um candidato do Piauí ao mesmo tempo, sem motivo aparente. Paula Holanda divulgou um briefing recebido por e-mail, dizendo que “a intenção da pauta de hoje é divulgar e enaltecer a trajetória e as ações de Wellington Dias”.

TSE proíbe propaganda paga em redes sociais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe propaganda paga nas redes sociais para a campanha de 2018, exceto se for impulsionamento “identificado de forma inequívoca como tal”. A multa de até R$ 30 mil. O Twitter não está impulsionando posts nas eleições deste ano no Brasil.

Dias afirma ao Globo que os tweets pagos foram “uma estratégia de uma moçada lá da direção nacional”, diz que “nada disso foi feito por aqui”, e reconhece que “a compra de impulsionamento é contra a lei”.

Os aplicativos Follow Now e Brasil Feliz de Novo foram usados para promover ao menos 12 candidatos nestas eleições. Ao Globo, eles negam ter pago pela publicidade.

São eles:

  • o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba;
  • Lindbergh Farias (PT), candidato ao Senado pelo RJ;
  • Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de MG;
  • Wellington Dias (PT), candidato à reeleição como governador de PI;
  • Luiz Marinho (PT), candidato ao governo de SP;
  • Márcia Tiburi (PT), candidata ao governo do RJ;
  • Décio Lima (PT), candidato ao governo de SC;
  • Tiririca (PR), candidato a deputado federal por SP;
  • Gleisi Hoffmann (PT), candidata a deputada federal pelo PR;
  • Kátia Sastre (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Andréia Gonçalves (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Luciana Costa (PR), candidata a deputada federal por SP.

O aplicativo O Brasil Feliz de Novo também está disponível na Play Store, mas o Google não entrou no pedido da PRE-MG.

 

Fonte: Tecnoblog

Entenda o que pode e o que é proibido nas redes sociais na eleição

Postagens pagas por candidatos são permitidas e uso de robôs é vetado

A eleição de 2018 será a primeira com uma legislação específica que prevê o que os candidatos podem fazer e o que ilegal fazer nas redes sociais. O uso do Facebook, Twitter, Instagram e outras redes sociais são permitidos nas campanhas. Há, porém, limitações de práticas. O candidato pode, por exemplo, pagar para aumentar o alcance de postagens.

É ilegal, porém, que um eleitor financie diretamente essas postagens. Elas só podem ser pagas pela candidatura e precisa estar registradas em prestações de contas.

Veja o que é permitido e o que é proibido nas redes sociais:

  • Candidaturas podem pagar para aumentar alcance de postagens nas redes sociais?

Sim, as candidaturas podem patrocinar e aumentar o alcance de publicações pagando para empresas de redes sociais, casos de Facebook, Twitter e Instagram. Com isso, conseguem atingir mais internautas. Por exemplo: um post sem pagamento alcança um percentual de usuários que varia e é determinado pelo Facebook. Se um candidato paga para impulsionar a publicação, a rede social amplifica esse alcance e o conteúdo é exibido para mais pessoas. Esse pagamento precisa ser declarado na prestação de contas da campanha. A rede social informa aos usuários que o post é patrocinado.

  • Pessoas físicas, eleitores de um determinado candidato, podem pagar para impulsionar publicações dele nas redes sociais?

Não, apenas as campanhas estão liberadas para pagar às redes sociais. Um eleitor não pode financiar uma postagem de um candidato para que ela tenha maior alcance. Isso configura crime eleitoral e pode ser punido com multa no valor “de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais) ou em valor equivalente ao dobro da quantia despendida”, segundo a lei nº 13.488, de 2017, que inclui e alterou alguns pontos da lei eleitoral vigente.

  • Candidatos podem pagar a usuários com muitos seguidores para eles postarem comentários elogiosos? 

Não, isso é considerado crime eleitoral e passível de punição e multa de “de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) a R$ 30.000,00 (trinta mil reais)” e processo criminal e civil, dependendo do caso, segundo o TSE. “É vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, excetuado o impulsionamento de conteúdos”, diz o artigo 57 da lei nº 13.488.

  • Campanhas podem usar robôs para aumentar a influência de postagens nas redes sociais?

Não, é proibido o uso de perfis falsos e robôs, programas que replicam postagens e controlam contas e imitam o comportamento de usuários nas redes sociais para influenciar assuntos mais comentados e buscas. Segundo pesquisa da FGV, 10% das interações no Twitter, relacionadas com as eleições presidenciais de 2014 foram realizadas por contas vinculadas a robôs.

 

Fonte: Folha

RedeTV! promove debate multiplataforma entre candidatos ao governo de São Paulo

A RedeTV!, em parceria com a revista IstoÉ, promoverá o debate eleitoral entre os candidatos ao governo de São Paulo, ao vivo, diretamente dos estúdios do canal, em Osasco (SP), a partir das 22h desta sexta-feira (24).

O debate terá transmissão simultânea no portal da RedeTV!, UOL, página principal do Facebook Brasil e também a página da emissora na rede social, em seu perfil no Twitter e no canal do YouTube, contando com as mais inovadoras ferramentas disponíveis em cada plataforma. A interatividade será um dos pontos altos do debate. Qualquer pessoa poderá acompanhá-lo pelo celular, tablet ou computador, inclusive reagindo e opinando sobre as ideias, posicionamentos e propostas dos candidatos.

Enio Lucciola assina a direção da cobertura eleitoral na RedeTV!, sob o comando do chefe de redação transmídia Felipe Virgili e do superintendente de Jornalismo, Esportes e Digital, Franz Vacek.

 

 

Fonte: AdNews

Google Trends – ‪‪Primeiro debate presidencial

Primeiro encontro entre os candidatos à presidência nas Eleições 2018. Acompanhe em tempo real os temas mais buscados e a reação nas buscas ao debate, realizado no dia 9 de agosto de 2018

Os dados de Google Trends mostram o nível de curiosidade e de interesse das pessoas, em torno de um determinado nome ou assunto, e não devem ser interpretados como intenção de voto

 

A Zeeng possui um módulo de Social Analytics Dashboard, onde nele você encontra uma visão “Real Time” de indicadores chave para o sucesso das marcas do seu interesse no ambiente digital.

 

Veja quem concentrou o interesse de busca e os pré-candidatos mais populares em cada região:

 


 

 

Explore dados por candidato, temas e regiões no Google Data Studio

Veja as pesquisas que mais cresceram sobre cada candidato e as regiões onde cada um despertou mais interesse

Os mapas refletem a intensidade do interesse de busca: quanto mais escuro, maior o interesse

Os números são proporcionais: regiões pequenas buscando muito sobre um tema terão peso maior que regiões muito populosas buscando pouco sobre um assunto

“Quando será o segundo turno das eleições 2018?” foi uma das principais perguntas sobre eleições nos últimos dias anteriores ao debate

Veja a variação no interesse de busca em diferentes temas políticos durante o debate

Acesse a matéria completa em: Google Trends