Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
Cíngulo
ePHealth
Fix It
Hi Technologies
Labi Exames
Liv Up
Oncotag
Pickcells
Portal Telemedicina
Tismoo

SERVIÇOS
DogHero
Flapper
Full Face
GetNinjas
IDwall
Instacarro
Justto
Nuper
Omnize
OriginalMy
Teravoz

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Back4app
Cognitivo.ai
Eunerd
Pluga
TotalVoice

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Zeeng na final do Prêmio ABCOMM como MELHOR FERRAMENTA DE MARKETING DIGITAL do Brasil

É com muito orgulho que comunicamos que estamos entre os indicados para o prêmio da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABCOMM como melhor Ferramenta de Marketing Digital 2018.

Para conquistarmos o prêmio final, precisamos da ajuda de vocês!

Para votar basta acessar o link: http://www.abcomm.org/vota-ferramenta.php, selecionar a Zeeng e votar.

Depois disso não esqueça de CONFIRMAR O VOTO no seu e-mail, sem a confirmação o seu voto não será válido. #GoZeeng🙏🏽🎯🚀

Zeeng – Real Time Dashboard

É com MUITO orgulho que anunciamos o desenvolvimento do nosso módulo de gestão à vista para os nossos clientes, contemplando uma visão “Real Time” de indicadores chave para o sucesso das marcas no ambiente digital.

O que é gestão à vista?

A gestão à vista consiste em colocar as informações que têm relevância à disposição de seus gestores e colaboradores, favorecendo a tomada de decisões com base em dados atualizados e totalmente confiáveis, o que minimiza problemas e possíveis prejuízos oriundos da desinformação.

É muito importante, para que se entenda realmente o que é gestão à vista, que se note a necessidade de colocar apenas informações relevantes para cada setor, pois um volume de informações em excesso fará com que os colaboradores percam o interesse em acompanhar o quadro e isso não é o que queremos.

Outro fator muito importante é a definição dos indicadores a serem utilizados e como serão identificados, a fim de se facilitar a visualização das informações de forma rápida e eficaz.

Como funciona?

O nosso cliente define qual o volume de marcas que deseja visualizar de maneira consolidada em seus dashboards, a frequência de atualização e período a ser visualizado.

A seguir estão descritos os módulos disponíveis no Zeeng – Dashboard Real Time:

Share of Voice

Esta perspectiva aborda o que a marca fala para o público no ambiente das mídias sociais; traz a quantificação do volume de posts promovidos pela empresa e marcas competidoras, no intuito de indicar a participação de cada player no universo comunicacional dirigido ao consumidor.

Os dados serão apresentados igualmente em formato visual, permitindo rápida identificação do share of voice do mercado de atuação da empresa.

Tag Cloud

Esta perspectiva oferece uma visão sobre os principais termos associados à marca nos conteúdos postados pelo público, através da apresentação visual de uma tag cloud, em que o tamanho do termo apresentado representa a quantidade de vezes em que é mencionado junto à cada uma das marcas de interesse do cliente.

SOCIAL ENGAGEMENT

Apresentação comparativa do engajamento da empresa x competidores nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Youtube), com apresentação dinâmica dos posts de maior destaque por canal.

Ficou interessado?

Para maiores informações sobre o módulo Zeeng – Real Time Dashboard entre em contato com o nosso líder em Customer Success, Marcelo Barros, através do e-mail: marcelo.barros@zeeng.com.br 😀

Big data: como tornar as estratégias de marketing mais assertivas?

Conjuntos de dados grandes e complexos perdem seu potencial se gerenciados apenas por meio de processos tradicionais

O big data, termo popular nos últimos anos, descreve um grande volume de dados armazenados na internet. A quantidade desses dados no mundo tem dobrado a cada dois anos e atingirá 40 trilhões de gigabytes em 2020, de acordo com estatísticas do Gartner e IDC – Instituto de Inteligência de Mercado.

Entretanto, essa tecnologia ainda não é comum aos tomadores de decisão, que não entendem ao certo o que podem fazer com todas as informações obtidas por meio do Big Data Analytics. Um estudo feito pela The Economist Intelligence Unit revela que 35% dos executivos acreditam que o grande obstáculo para empregar esses dados é a falta de conhecimento de como utilizá-los em seus setores.

O grande X dessa questão está aí. Não na quantidade de dados oferecidos, mas no que as empresas têm feito com essas informações. Conjuntos de dados grandes e complexos perdem seu potencial se gerenciados apenas por meio de processos tradicionais. Análises estratégicas geram valor para seus negócios e serão um importante diferencial competitivo nos próximos anos.

Quando usados de forma correta, os dados possuem potencial para extrair insights, reduzir custos de operações, desenvolver novos produto, criar ofertas otimizadas, entre muitas outras vantagens. Falar com o público-alvo da sua empresa nunca foi tão complexo e ao mesmo tempo tão assertivo. Consumidores omnichannel, cada vez mais conectados, espalham ricas informações por onde se conectam. O que podemos fazer com tudo isso? A tecnologia big data e as novas formas de processamento oferecem infinitas possibilidades de se aproximar, comunicar e cativar a atenção seu cliente, viabilizando a otimização das experiências que ele tem com a sua marca.

Um dos recursos utilizados atualmente pelas agências de comunicação é o data driven marketing. Termo que se refere ao uso dos dados para análise e tomada de decisão empresarial. Ele permite que o marketing fale exatamente o que o consumidor deseja ouvir ou ler. Com esses dados, a empresa pode se antecipar e fazer projeções de acordo com o comportamento do cliente agora e no futuro, desenvolvendo estratégias objetivas.

Um bom exemplo sobre o uso de big data a favor das melhorias da comunicação entre empresa e consumidor é a rede de franquias McDonald’s. Eles usam os dados não estruturados, como fotos, localização, gênero, faixa etária e assuntos mais discutidos do momento em redes sociais, para o trabalho de brainstorm. Parecem informações “básicas”, mas, quando bem analisadas, auxiliam na criação de campanhas assertivas, que estimulam a conversão de prospects em novos clientes e fidelizam o seu atual consumidor.

Por fim, declaro: não existe mais a possibilidade de as empresas não unirem o marketing off-line ao online. É preciso convergir e integrar. Use a tecnologia a favor do seu negócio.

Fonte: Proxxima

6º COLOCADO NO BRASILEIRÃO, FLAMENGO É CAMPEÃO NO AMBIENTE DIGITAL

Levantamento mostra que Corinthians, São Paulo e Palmeiras completam o G4 no ranking digital; Vitória, Avaí, Ponte Preta e Atlético – GO integram o Z4, em posição semelhante a do Campeonato Brasileiro de 2017

Pode comemorar torcedor Rubro-negro. O Flamengo é o grande campeão brasileiro de 2017 – ao menos no ambiente digital. É o que diz uma pesquisa realizada pela Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, que tem como objetivo mostrar a relevância dos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro na internet.

O levantamento levou em conta todos os times da primeira divisão e fez uma análise das respectivas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) e também das citações na imprensa online. Além do clube carioca, os três paulistas – Corinthians, São Paulo e Palmeiras, completam o chamado G4 digital – grupo dos primeiros quatro colocados no campeonato nacional que dá direito à uma vaga na Copa Libertadores da América do ano seguinte. Já o Z4 da internet ficou bem parecido com o grupo dos times rebaixados para a segunda divisão da competição, com Vitória, Avaí, Ponte Preta e Atlético – GO. No Brasileirão dos gramados, além das equipes de Campinas e Goiânia, caíram também Coritiba e Avaí.

“Chama muito atenção o fato de, se isolarmos o Flamengo, que se destacou em diversos aspectos, e o São Paulo que surge como 3º colocado geral, mas fez uma campanha ruim, podemos notar muita semelhança com a tabela final do campeonato. Esses resultados podem evidenciar o quanto a presença digital pode influenciar no desempenho de uma equipe. Vale notar que clubes tiveram dificuldades na competição, como o Atlético – GO que foi rebaixado, tem o potencial de gerar grande engajamento, ainda que seja com reações negativas”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Paulistas e carioca estão entre os clubes com mais reações de amor

No Facebook, o Corinthians, campeão brasileiro de 2017, o Flamengo e o Palmeiras são as equipes que geraram mais reações de amor. No ranking geral, o Rubro-negro carioca e o Timão ganham a companhia do São Paulo no grupo dos times com maior número de fãs – 11.549.185, 11.467.152 e 6.793.029, respectivamente. Em paralelo a isso, o Flamengo também se destaca como um dos times que mais geram reações de raiva, seguido de Palmeiras e Santos.

Twitter e Instagram

O Corinthians também fez bonito no Twitter, liderando o ranking com 5.617.992 seguidores e garantindo o segundo lugar no Instagram com 2.079.626. O Flamengo surge como o maior time na rede de compartilhamento de fotos com 2.260.799 seguidores.

Chape faz bonito nas redes sociais

A grande surpresa do Brasileirão foi a Chapecoense – seja nos gramados ou em ambiente virtual. O clube catarinense que garantiu a participação na Libertadores de 2018, está há quatro anos fazendo boas campanhas na Série A e se envolveu no trágico acidente aéreo em novembro de 2016, ganhou a simpatia de fãs de todo o país. No Facebook, o Verdão da Condá conta 4.077.943 fãs, ocupando o posto de 5º clube com mais fãs. Já no Instagram, a Chape registou 1.144.801 seguidores.

Flamengo também lidera em notícias e inscritos no YouTube

Apesar da campanha mediana no Brasileirão, o Flamengo também obteve destaque na imprensa online e no YouTube com 25.189 notícias publicadas e 710.050 inscritos em seu canal na maior plataforma de vídeos do mundo.

O efeito dos dados na dinâmica dos CMOs

Agências, clientes, analistas e consultorias concordam que a área será cada vez mais analítica e focada em melhorar a experiência dos consumidores

De um lado, um consumidor cada vez mais conectado, exigente e vigilante quanto ao posicionamento das marcas. De outro, áreas que vivem transformações profundas recentes diante da necessidade de aplicar dinâmicas mais ágeis e passar a compreender a quantidade cada vez maior de dados disponíveis. Diante deste contexto, um tema em especial não sai da pauta dos executivos de marketing: a análise eficiente dos dados.

Levantamento da Harvard Business Review mostra que automação, big data e a inteligência artificial já foram capazes de afetar 50% da economia mundial. Na semana passada, Jeffrey Sachs, diretor da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, afirmou, em entrevista à Folha, que o mundo depende dos engenheiros e dos dados para sua preservação.

Em entrevista recente ao Meio & Mensagem, Michelle Peluso, chief marketing officer (CMO) da IBM, disse que o marketing evoluiu de uma área pensativa e funcional focada em criatividade para um driver dinâmico, tempo real, analítico e focado em experiência do cliente e dos desempenhos da empresa. “São muitas as grandes mudanças ocorridas no marketing, moldadas, sobretudo pela preocupação em nos conectarmos com os clientes, da necessidade de gerar resultados e liderar as equipes neste contexto de mudança. O digital, sem dúvida, mudou as transações”, diz Michelle.

Pesquisa recente, da própria IBM, feita em parceria com a consultoria Oxford Economics e baseada em entrevista com 525 CMOs, incluindo países da América Latina, mostra que 64% dos executivos entrevistados acreditam que suas indústrias estarão preparadas para gerenciar grande quantidade de dados e sistemas de inteligência artificial nos próximos três anos. Apesar do otimismo, no entanto, somente um grupo de 24% dos participantes da pesquisa afirma ter uma estratégia estabelecida atualmente para tal.

Fabrício Cardoso, sócio e líder de práticas digitais da EY, enxerga uma transformação no dia a dia do CMO que já é irreversível. “Na forma como ele tem de tratar a comunicação e a análise do ambiente. Esse ambiente se alterou. Antes, ele só tinha mídia off-line, agora, o ambiente é mais complexo”, afirma. Para Abel Reis, CEO da Dentsu Aegis Network, a mudança na forma de captar e gerenciar dados também tem impacto direto na dinâmica das agências e no relacionamento que elas possuem com seus clientes. “Vai ser indispensável, em muito pouco tempo, que as agências incorporem ou passem a sentar com o cliente à mesa e discutam um desafio de negócios e suas consequências do ponto de vista de comunicação com rigor analítico e capacidade de formulação de estratégias”, afirma Reis.
Apesar dos desafios de preparo em relação ao gerenciamento dos dados, Fernanda Rocha, diretora de marketing e relacionamento da Fortes Tecnologia, explica que os maiores ganhos deste movimento são a aplicação eficiente deles são em termos de experiência do cliente, usabilidade das soluções, melhor análise de ROI de Marketing. “Essa realidade está longe da maior parte das empresas brasileiras, que são em sua maioria de pequeno e médio porte. Entendo que para esse público, a computação cognitiva é uma promessa distante ainda”, reforça Fernanda.

Fonte: Meio & Mensagem

O futuro do marketing segundo a CMO da IBM

Michelle Peluso vê uma área cada vez mais analítica, focada em dados e “clientrocentrista”

Há um ano no cargo de Chief Marketing Officer (CMO) da IBM, Michelle Peluso possui uma obsessão por discutir dados e o impacto que eles podem causar no cotidiano do profissional de marketing. “Se você não gosta de ser analítico ou não tem paixão pela análise, talvez você não seja o profissional mais indicado para o marketing”, observa.

Desde sua chegada à IBM, Michelle já treinou mais de 500 profissionais da empresa no mundo com o objetivo de desenvolver metodologias ágeis. Em passagem ao Brasil, onde se encontrou com os times de marketing e vendas e também conversou com clientes durante a comemoração dos 100 anos da IBM no País, Michelle falou ao Meio & Mensagem sobre o impacto da tecnologia na dinâmica da profissão.

Metodologia ágil
É uma mudança cultural importante e desafiadora não só interna, mas também no envolvimento dos nossos parceiros. Um dos desafios, é como trazer as agências e parceiros para trabalhar juntos em projetos. Neste caso, juntamente com a Ogilvy, estamos próximos em desenvolvimento de projetos pilotos já com essa mentalidade. E definir processos criativos que incluam toda a diversidade de canais de divulgação existentes atualmente. Em termos criativos isso é ótimo, por que você coloca todas as pessoas dos times de igual para a igual e de qualquer lado pode surgir um insight ou uma solução.

O papel do CMO
É cada vez mais dinâmico já que o marketing evoluiu de uma área pensativa e funcional focada em criatividade para um driver dinâmico, tempo real, analítico e focado em experiência do cliente e dos desempenhos da empresa. São muitas as grandes mudanças ocorridas no marketing, moldadas, sobretudo pela preocupação em nos conectarmos com os clientes, da necessidade de gerar resultados e liderar as equipes neste contexto de mudança. O digital, sem dúvida, mudou as transações e os topos de conteúdo. Agora, entramos na era social que tem sido pautada por engajamento e autenticidade. Isso derrubou aquela ideia de poder e fez com que as marcas mudassem sua forma de pensar. Depois vimos a era mobile e o domínio de uma tela menor passando por avanços relacionados à geolocalização. Tudo isso causou impacto importante para a nova forma de observar os rumos do marketing.

Profissional de marketing
Essa mudança se estende diretamente ao dia a dia do profissional de marketing. Se você não gosta de ser analítico ou não tem paixão pela análise, talvez você não seja o profissional mais indicado para o marketing. A relação com os clientes, centro de todas essas mudanças, é cada vez mais pautada pelo data driven. Neste contexto, existem oportunidades tremendas porque você passa a ter cada dólar investido acompanhado, mensurado e considerado. O resultado, o efeito, e as correções passam a ser coisas mais frequentes e do cotidiano. E as profundas transformações no marketing não param aqui. Elas serão cada vez mais rápidas, constantes e intensas. É falar sobre uso da inteligência artificial, ferramentas cognitivas, blockchain para compra de mídia e outras discussões.

Papel dos dados
É um ambiente de perguntas e não mais de respostas. Eu, como profissional de marketing focado na dinâmica estratégica, preciso ter atenção a como aplicar o uso dos dados. Eu preciso me preocupar em ter dado relevante. Existe uma grande quantidade de lixo que ainda se perde em meio ao processo de captação. E não é somente sobre dados. É sobre ferramentas que mapeiem e entendam o consumidor. Os insights, os monitoramentos de personalidades, a leitura de emoção. São várias coisas a serem consideradas. O outro passo é fazer com que essa dinâmica seja estratégica. É sobre conteúdo, construção e por aí vai.

Zeeng quer bater R$ 1 milhão em 2018

Zeeng, startup responsável por um plataforma de big data analytics voltada para gestores de marketing e comunicação, espera fechar o ano de 2018 com um faturamento de R$ 1,2 milhão.

Para isso, a empresa tem a expectativa de finalizar o ano com uma carteira de 50 clientes. Hoje, a startup atende a 22 empresas.

O resultado esperado para os próximos dois anos é de um faturamento de R$ 9 milhões, com 1,5 mil clientes.

A startup possibilita o acompanhamento de ações das marcas online e busca antecipar movimentos estratégicos ao entender o comportamento do mercado.

O sistema opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, análises de comportamento em mídias sociais e presença online.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que buscam facilitar a geração de insights.

A mensalidade para o uso da ferramenta varia de acordo com o número de marcas que o cliente deseja monitorar.

Além de departamentos de marketing internos, que utilizam a plataforma para monitorar sua marca e dos concorrentes – a Zeeng é utilizada por agências de publicidade, que acompanham seus clientes e as marcas que competem no mesmo mercado das empresas que atendem.

Com os 22 clientes atuais, a Zeeng conta com 850 marcas monitoradas em sua plataforma. Em dois anos, o número deve passar para 5 mil.

“Hoje, quase 80% dos clientes da Zeeng são agências, que acabam mostrando a ferramenta para as empresas atendidas e gerando um interesse na equipe de marketing em contar com as informações também internamente. Nos próximos dois anos, esperamos que a proporção de agências entre nossos clientes seja de 50%”, detalha Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Antes de criar a Zeeng no final do ano passado, Prange também fundou a Seekr – startup de monitoramento de marcas nas mídias sociais que realizou em março deste ano uma fusão com a Direct Talk, formando a Hi Platform.

César Paz, fundador da AG2, foi investidor-anjo da plataforma. Desde 2016, quando deixou de atuar na operação diária da agência, Paz tem se dedicado a consultoria de marketing digital e ao universo de startups, atuando como investidor em empresas como MPQuatro, Minovelt, Alright, Delta e Lookbel. Além dele, a Plugar, companhia de Porto Alegre que atua com inteligência de dados, se tornou sócia da Zeeng.

A plataforma reúne informações oriundas de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras.

O conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções do mercado para auxiliar os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

Fonte: Baguete

Zeeng Drops – #03 – Entrevista Roberto Ribas – CSO (Chief Strategy Officer) da Brivia

Confira no Zeeng Drops de hoje a nossa entrevista com Roberto Ribas, Diretor de Estratégias da Brivia Digital Branding Co., umas das principais Agências Digitais independentes do Brasil. Em sua trajetória o publicitário foi co-fundador da AGADi (atual ABRADi) e liderou dezenas de projetos para grandes empresas como: VIVO, Braskem, Sicredi, AES Brasil, Cetip, Banco Original entre outros.

Zeeng Drops é o nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

Deixe nos comentários o nome ou link do profile no Linkedin de profissionais que vocês gostariam de contar com uma entrevista da Zeeng para as próximas edições do #ZeengDrops 😀

Big Data: entenda como a tecnologia analítica tornou-se vital para o marketing e a publicidade

Hoje, os processos de marketing e publicidade são mais precisos e o uso de ferramentas que analisam dados passou a ser vital para as empresas.

Em um mundo cada vez mais conectado, não é exagero afirmar que as empresas que são adeptas ao Business Intelligence estão vivendo o seu melhor momento em termos de disponibilidade de informações estratégicas. Graças à tecnologia, a tomada de decisão nunca esteve tão avançada e assertiva. Este cenário só é possível por conta do conceito de Big Data Analytics, que revolucionou a forma como as companhias entendem seus clientes. E dentre tantos segmentos é notável que as áreas de Marketing e Publicidade são duas das que mais se beneficiaram deste tipo de evolução.

As rotinas destes setores foram completamente otimizadas. Hoje, os processos de marketing e publicidade são mais precisos e o uso de ferramentas que analisam dados passou a ser vital para as empresas, já que agora é possível entender o consumidor de forma profunda e compreender suas preferências e necessidades. Como os clientes estão mais exigentes, é preciso compreender os reais motivos que o levam a consumir um determinado serviço ou produto, e isso exige uma análise minuciosa. Vale lembrar que antes as marcas agiam olhando para trás, interpretando dados do passado, e hoje são obrigadas a monitorar seu mercado em tempo real para que a tomada de decisão seja a mais assertiva possível.

As ferramentas baseadas em Big Data possibilitaram a análise de dados não estruturados oriundos dos mais diversos processos internos como, por exemplo, vendas, relacionamentos, atendimento aos clientes, e também de mídias digitais como blogs e redes sociais. Estas soluções são vitais para o Marketing e a Publicidade, uma vez que em plena era da informação é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma inteligência competitiva que empodere os gestores.

Se observarmos o mercado atual, conseguimos listar ótimos exemplos de criação de vantagem competitiva a partir de estratégias baseadas em Analytics. Com a ascensão do e-commerce, por exemplo, é possível ver muitas empresas deste setor utilizarem dados do perfil de seus consumidores para definir, em tempo real, os produtos a serem oferecidos. A gigante do streaming, Netflix, também realiza grande parte das suas vendas de pacotes por meio de recomendações customizadas. Companhias do mercado financeiro correlacionam dados públicos de diversas fontes de seus clientes para auxiliar a construção de seu perfil de crédito. Poderíamos listar ainda muitos outros casos em que o levantamento de informações se tornou um aliado dos negócios prósperos.

Há alguns anos, um dos desafios para a implementação do Big Data nas estratégias de Marketing era a complexidade das soluções, que eram usadas em maioria por especialistas em estatísticas. Felizmente, hoje as ferramentas analíticas estão cada vez mais simples e intuitivas, possibilitando que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado. Por fim, temos que aceitar que o Big Data chegou para ficar e os negócios que, por alguma razão, resistirem à sua adoção, tendem a ficar para trás.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.