33% dos brasileiros já compartilharam fake news, diz estudo

Cerca de 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

A MindMiners, startup brasileira especializada em pesquisas digitais, realizou um estudo para entender como os brasileiros enxergam a questão da privacidade de dados na era do Big Data. Um dos pontos discutidos no estudo foram as famosas fake news. 82% dos respondentes disseram que usam as redes sociais como fonte de informação e 33% já compartilharam um conteúdo falso. O mais incrível é que 49% das pessoas disseram que nem sempre sabem identificar o que é ou não falso.

Um outro ponto alarmante desse estudo são as questões da privacidade de dados, 62% dos respondentes disseram que se preocupam com a segurança de dados, mas em contrapartida, mais da metade dos entrevistados não se importariam em compartilhar seus dados se soubessem que estariam beneficiando outras pessoas comum.

 

Fonte: ipnews

Zeeng é destaque na Liga Insights MarTechs

Zeeng é uma das startups brasileiras que está mudando o Marketing

 

Metodologia

O estudo tem como objetivo compreender como a área de Marketing está inovando e de que forma as startups que apresentam soluções para esse setor estão sendo desenvolvidas e aplicadas no Brasil. Após entendimento da cadeia e dos temas que envolvem a área, foi iniciada uma pesquisa para determinar quais são as inovações tecnológicas disponíveis atualmente e de que forma elas podem impactar os processos da área. Aqui foram considerados relatórios, estudos e informações de fontes como Statista, Forbes, IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), Bain&Company, Martech Advisor, Conductor, Gartner, OurSocialTimes, RockContent, Adobe, Econsultancy, DM News, UOL DIVEO, Affinion, Oxford Brookes University, McKinsey, BSA, Cohn & Wolfe, KPMG, Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Federação Mundial de Surdos, Business News, Business.com, Forrester, OutSocialTimes, Content Marketing Institute, MarketingProfs, TI Inside, Smart Insights, Marketo, NapcoResearch, Zendesk, ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), E-commercebrasil, Neustar, PEGN (Pequenas Empresas & Grandes Negócios), Saia do Lugar, Accenture Consulting, Gazeta do Povo, Procon, Frost & Sullivan, Sitel, Nielsen, Think With Google, Business Insider, entre outros.
Para entendermos melhor o cenário e importância das inovações na área de Marketing, tanto no mercado brasileiro quanto internacionalmente, entrevistamos mais de 30 empreendedores, profissionais e pesquisadores da área. Entre outras questões, buscamos entender como eles interpretam as startups que apresentam soluções para o setor, as oportunidades geradas, de que forma estão afetando a área e os principais desafios para o futuro. O estudo analisou 11.263 startups brasileiras e, dessas, 194 foram consideradas para a construção do landscape presente neste estudo.

Para a seleção das startups, utilizamos como critério incluir aquelas que apresentam algum tipo de atividade, serviço e/ou produto relacionados às áreas das seguintes categorias: Analytics, Data e Performance, Automação de Marketing, Conteúdos Interativos, CRM e Customer Success, Ferramentas de Comunicação, Fidelidade do Cliente, Gestão e Geração de Conteúdos, Marketing de Aproximação, Pesquisas, Reviews e Feedbacks, Plataformas de atendimento, Conectores e Produtividade, Social e Comunicação e Vendas e Geração de Leads. O mapeamento das startups foi realizado a partir de diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, a plataforma DisruptBox, recomendações, notícias em portais de negócios, bases abertas e busca ativa de startups. Por se tratar de um mercado com mudanças constantes, este estudo é dinâmico e terá atualizações periódicas para contemplar esses movimentos e expor novas startups que não apareceram nesta versão.

 

 

Acesse o estudo completo aqui.

 

 

Big Data pode otimizar o marketing das empresas

Ferramenta ajuda a embasar decisões em informações reais – e não em meras possibilidades –, localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento

Antigamente, uma boa campanha de marketing precisava de relatórios e análises de mercado, mas um bom brainstorm era capaz de criar ações inovadoras e relevantes. Hoje, sem dados em mãos, é praticamente impossível desenvolver mensagens e iniciativas que impactam seu cliente. Por isso, utilizar as soluções de Big Data é fundamental para o sucesso de qualquer campanha de marketing, já que é possível extrair e compreender informações sobre o público-alvo e traçar estratégias.

É cada vez mais improvável imaginar a gestão e divulgação de um negócio sem a utilização de dados relevantes. Pesquisa conduzida pela KPMG Capital mostra que 99% dos profissionais acreditam que Big Data é importante para a tomada de decisão. Entretanto, saber lidar com essa grande quantidade e conteúdo segue como maior desafio: 85% confirmam ter dificuldades para interpretar essas informações e apenas 25% conseguem aplicar os insights em novas estratégias.

Hoje, o marketing utiliza e está dependente de dados para desenvolver suas estratégias para o público correto e, principalmente, com a mensagem mais adequada para impactá-lo. O Big Data é uma ferramenta que ajuda a embasar as decisões de marketing em informações reais – e não em meras possibilidades.  Localizar potenciais clientes, personalizar ofertas, melhorar as pesquisas de mercado e otimizar o engajamento são apenas alguns dos usos possíveis.

Muitas empresas já estão utilizando Big Data aliado à inteligência de mercado, especialmente para pensar ações de marketing. Entretanto, a simples utilização de dados com mais qualidade não garante o sucesso imediato das campanhas. É preciso saber o que fazer com essas novas informações. Elas devem gerar novos insights e servir como referência para as diferentes estratégias da equipe – e isso apenas com uma interpretação e investigação acurada dos relatórios.

Não são poucos os profissionais de marketing que torcem o nariz para a entrada dos recursos tecnológicos nos processos de criação de campanhas. Entretanto, é um caminho sem volta justamente por otimizar e trazer informações de qualidade para embasar as decisões. No caso específico do Big Data, é preciso entender que ele não chega para robotizar a criatividade inerente à área.  Na verdade, é uma ferramenta importante para auxiliar os grandes estrategistas, que agora podem usar informações reais ao invés de suposições baseados em simples estatísticas com margens de erro.

Fonte: Decision Report

Marketing de relacionamento: como conquistar e fidelizar clientes

Descubra o que é marketing de relacionamento, como aplicá-lo na sua empresa para fidelizar clientes e cases de sucesso. 

As redes sociais, a internet e as novas tecnologias aproximam clientes e marcas de uma forma nunca vista até então.

Hoje, é possível postar uma foto no Instagram com uma roupa da sua marca favorita, marcar a loja e receber uma curtida da própria empresa. Também ocorre de você fazer um desabafo no Facebook sobre uma situação chata que viveu envolvendo um produto, e dias depois receber em sua casa uma caixa do produto.

O marketing de relacionamento vem sendo muito bem aproveitado por diferentes marcas.

Se a sua empresa ainda não embarcou nessa, talvez seja a hora de parar para descobrir a importância que o marketing de relacionamento pode ter na sua empresa.

O que é marketing de relacionamento?

Marketing de relacionamento é toda e qualquer ação executada por uma empresa com o objetivo de criar e manter um bom relacionamento com seu cliente. A estratégia envolve ações de branding, prospecção e fidelização do cliente.

Para quem pretende atrair novos clientes, fidelizar antigos, conquistar defensores da marca, obter autoridade e tornar-se referência em seu mercado, o marketing de relacionamento pode ser a grande solução.

Por que marketing de relacionamento é importante?

Já faz um tempo que especialistas e analistas anunciam que estamos vivendo a era da experiência.

Os consumidores não querem mais apenas um produto de qualidade ou um serviço bem prestado. Eles desejam uma experiência única e memorável. Respostas rápidas, atendimento personalizado e soluções customizadas e surpreendentes fazem parte dessa experiência.

A empresa precisa encantar seus clientes. E o marketing de relacionamento é o caminho para se chegar lá. Ao demonstrar uma preocupação genuína com o seu cliente e um interesse em deixá-lo não só satisfeito, mas grato e realizado, você conquista mais do que um cliente. O seu consumidor passa a divulgá-lo, recomendá-lo e acompanhá-lo constantemente.

Hoje, o objetivo das marcas não é apenas conquistar clientes, mas fãs, seguidores e embaixadores da marca.

Como implantar marketing de relacionamento na minha empresa?

Parece complicado e caro, mas não é bem assim.

O marketing de relacionamento passa muito mais por uma mudança cultural do que por um investimento surreal. O primeiro passo é fazer com que todos os colaboradores da empresa entendam que a experiência do cliente envolve todo e qualquer contato que ele tenha com a sua marca.

Cada ligação, comentário no Facebook e cada visita a sua loja é uma oportunidade de encantar o seu cliente. Em todos esses casos, o foco deve estar totalmente no cliente.

Assim, se um consumidor entra no chat da sua empresa para fazer uma pergunta, o objetivo inicial do atendente deve ser esclarecer plenamente a dúvida, e não forçar uma venda. Se ele liga para fazer uma reclamação, o esforço deve ser para resolver o seu problema, e não para encontrar desculpas que livrem a barra do atendente ou da empresa.

Cases de sucesso de marketing de relacionamento

São tantos cases legais que fica difícil escolher alguns. Mas vou mostrar alguns exemplos em que é possível fazer marketing de relacionamento e ilustrá-los com cases reais de marcas:

Marketing de relacionamento em redes sociais

As redes sociais são excelentes canais para se aproximar e se relacionar com o seu consumidor. Dê atenção para as avaliações da sua página, para os comentários em publicações e também para o que estão dizendo da sua marca em outras postagens.

Com criatividade e bom humor, certamente haverá oportunidades para encantar e surpreender o seu cliente. Olha esse case de um cliente que fez uma reclamação no Twitter e se transformou em notícia nacional: um moço foi ao Estádio do Mineirão e, por questões de segurança, teve que jogar fora um desodorante roll-on. Indignado, o torcedor fez uma reclamação nas redes sociais e marcou o perfil do estádio.

O Mineirão começou a responder a reclamação de forma oficial, informando que eram regras do estatuto. Como o cruzeirense manteve sua reclamação, o estádio mostrou-se solícito para entender melhor o caso e afirmou que, para que não brigassem, era só ele falar qual era a marca do desodorante para que eles pudessem repor o prejuízo.

A história é longa e vale acompanhar o diálogo todo, que garante boas gargalhadas. Mas, para dar um spoiler, o torcedor ganhou uma caixa de desodorante e a história viralizou por todo o país. Isso só aconteceu porque a pessoa que era responsável pelo perfil da marca teve presença de espírito e enxergou uma oportunidade de converter um cliente insatisfeito.

Marketing de relacionamento com personalização

Ao acumular dados sobre os seus clientes, é possível proporcionar experiências únicas. O Spotify, por exemplo, usa com maestria o big data para personalizar a experiência do seu cliente. Quanto mais você utiliza o serviço, mais ele aprende sobre o seu gosto musical e oferece músicas e playlists exclusivas para você.

O mesmo acontece com o Netflix. Experimente entrar na tela inicial do serviço de streaming de um colega. Você verá que as recomendações e os filmes e séries exibidos podem ser completamente diferentes, de acordo com o que cada um gosta de assistir.

E ficamos tão felizes quando o Spotify toca aquela música que amamos ou apresenta uma banda que não conhecíamos, que automaticamente publicamos nas nossas redes sociais. É neste momento que nos tornamos divulgadores e fãs da marca.

 

 

Marketing de relacionamento por email

Existem diversas formas de criar proximidade e ter um bom relacionamento com seus clientes por email. Ofertas customizadas, conteúdos relevantes e ações de cross-selling com base no histórico de compras são só alguns exemplos.

Eu, por exemplo, sou apaixonada por livros e pela Amazon. As ações de email marketing deles são tão acertadas que, frequentemente, eu me descadastro do mailing deles. Aí descubro que perdi uma promoção importante, vou lá e reativo meu email. Começo a receber ofertas e promoções de livros que eu desejo loucamente, passo a receber uma caixa da Amazon por mês em minha casa, percebo que aquilo está se tornando uma compulsão, e vou lá e descadastro novamente.

Faz anos que nossa relação é assim, e sempre que comento isso em uma roda com mais de 10 pessoas, pelo menos uma delas diz que tem uma relação parecida.

Isso ocorre porque a Amazon, além de utilizar bem os dados, utiliza bem as estratégias de email marketing, que tornam suas ofertas personalizadas e sedutoras demais para que eu e outros aficionados por livros possam resistir.

Como a pesquisa de mercado pode ajudar no marketing de relacionamento?

A pesquisa de mercado é uma excelente ferramenta para ajudar a sua empresa a construir um bom marketing de relacionamento. Pedir que seus clientes preencham o questionário já é uma forma de construir relacionamento e uma oportunidade de encantar o cliente. Pense isso na hora de escrever o convite da sua pesquisa ou compartilhá-la em seus perfis de redes sociais.

Mas como os dados da pesquisa podem ajudar no marketing de relacionamento?

Conhecer o cliente

Acumular dados dos clientes é fascinante, mas nem sempre é possível. Se seu produto ou serviço é offline, por exemplo, fica bem mais difícil rastrear os hábitos de consumo e o comportamento do consumidor. Além disso, mesmo que seja possível acumular os dados, nem tudo é captado através do big data.

Percepções, relacionamento com concorrentes e opiniões sobre a experiência, normalmente, só podem ser obtidas perguntando diretamente ao cliente. A pesquisa de mercado pode oferecer informações valiosas sobre os seus consumidores.

Entenda a forma como ele pesquisa e consome produtos, as redes sociais que ele está presente, a imagem que ele tem da sua marca, a satisfação com seu produto e diversos outros dados importantes para você traçar sua estratégia de marketing de relacionamento.

Medir resultados

A pesquisa de satisfação é a forma mais imediata de compreender se seus clientes estão satisfeitos. Avalie os diferentes aspectos e pontos de contato do seu cliente com a marca. Assim você descobre se as ações estão gerando os resultados esperados.

Fonte: Opinion Box

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

Entenda como o Big Data possibilita qualificar e mensurar o perfil da concorrência e ver como ela atua nas plataformas, diminuindo erros e maximizando acertos

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação,  quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em Big Data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas – e já falamos disso em outro artigo – ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o Big Data Analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência  – o assunto principal deste artigo.

Sabendo com quem competimos

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas  também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar

Uma solução como a Zeeng consolida, em uma única plataforma, informações que antes se encontravam de modo desintegrado, dispersas em diferentes ferramentas. Com essa plataforma única, o cruzamento informacional se dá de maneira extremamente ágil, e em tempo real. Isso permite que você baseie suas tomadas de decisão em evidências reais, deixando de depender de um  “feeling” criativo.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

Post escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform.

Data Driven Marketing: os dados a favor da comunicação

O valor não está mais na informação em si, mas na capacidade de tratar, analisar e contextualizar

 Nunca se produziu tanta informação no mundo. Estima-se que 90% dos dados disponíveis hoje foram criados nos últimos dois anos: nesta era digital, somos todos consumidores altamente conectados e deixamos traços por onde passamos, seja na web e fora dela.Mas esse enorme conjunto de dados complexos, estruturados ou não — o tão falado big data — que abriga informações importantes para os negócios, é inútil se as marcas não souberem como lidar com ele.

O valor não está mais na informação em si, mas na capacidade de tratar, analisar e contextualizar. Assim se faz o melhor uso dos dados, conseguindo que eles efetivamente enriqueçam nossas campanhas, inspirem nossas ideias e confiram mais relevância aos nossos projetos, resultando no sucesso dos nossos clientes.

A análise estratégica desses dados traz relevância para os negócios, além de possibilitar que sua marca fique mais próxima do cliente, chamando sua atenção e oferecendo a oportunidade de otimizar a experiência que será proporcionada a ele. Neste cenário, as agências de comunicação têm usado cada vez mais o recurso do data driven marketing ou marketing orientado por dados. Ou seja, as ideias e as decisões para ações de marketing são embasadas na análise das informações coletadas sobre o público e o mercado. Com isso, a mensagem que chega ao cliente é a que ele quer ouvir (ou ler) em qualquer canal em que ele esteja, do jeito e na hora em que ele quiser.

Essa ferramenta traz subsídios valiosos para o desenvolvimento de novas ofertas em produtos, bens e serviços, além de ajudar a reduzir custos operacionais e proporcionar diversos outros benefícios. Permite inclusive que sua marca se torne mais próxima do público e você consiga fazer projeções, de acordo com o comportamento do cliente, e formular estratégias mais objetivas. Por que esperar pelo futuro se é possível antecipar tendências, comportamentos e programar o que se vai fazer amanhã?

Um estudo da consultoria BCG em parceria com o Google, aponta que empresas que adotam a cultura dos dados em sua relação com os consumidores têm receita até 20% maior e chegam a cortar os custos em 30%. Com o marketing orientado por dados, é possível ter uma visão mais ampla sobre o seu negócio e o mercado como um todo, ouvir e entender os consumidores, conhecer a concorrência e o que eles buscam. Além disso, é possível planejar e medir estratégias e resultados de suas campanhas, seus investimentos em mídia e identificar que ação ou conteúdo pode fazer mais sentido para cada segmento do seu público.

A boa notícia é que está mais fácil aplicar inteligência a todos esses processos, graças às novas tecnologias. Existem diversas plataformas e inúmeras fontes de dados disponíveis para que as agências de comunicação consigam aperfeiçoar a performance das ações – suas e dos seus clientes – além de ajudarem na criação de novas diretrizes para os negócios.

Por fim, o essencial para que tudo dê certo é você entender o posicionamento do cliente, suas dores, conhecer e comparar o ambiente competitivo em que ele se encontra. Esses e outros dados vão dar sustentação às decisões para melhorar a experiência e os resultados dos clientes. E aí, sua agência já é data driven? Não perca mais tempo!

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

A CULTURA DE DADOS COMO FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO NO DIGITAL

Em tempo de transformação digital, é fundamental construir uma estratégia apoiada em profundas, sistemáticas e efetivas análises de dados

Os clientes são sempre lindamente, maravilhosamente insatisfeitos. Mesmo quando se dizem satisfeitos e os negócios estão indo bem, eles querem algo significativamente melhor”, Jeff Bezos. Esta frase do CEO da Amazon sintetiza bem o momento no qual estamos. Não há mais espaço no mercado para oferecer experiências mornas ou produtos que achamos que os consumidores desejam com base no nosso instinto ou no histórico de comportamentos observados até agora. A hora é de mais precisão. É necessário conhecer o cliente em profundidade, seguir seu momento de vida, acompanhar cada movimento que ele faça. E isso só é possível por meio de uma análise de dados efetiva.

Porém, quando se fala em análise de dados, é muito comum observar duas reações: a primeira é a de acreditar que o suficiente já está sendo feito. As companhias têm ferramentas e equipes de analytics e, com isso, já sentem que “cumprem essa obrigação” do mundo digital. A outra, é achar que não possuem dados suficientes ou condições adequadas para embarcar nesse universo big data. Geralmente, ambas estão equivocadas.

A maioria das empresas que considera estar realizando um bom trabalho de análise não está aproveitando as potencialidades dos dados para atender seus consumidores com mais precisão. Muitas vezes, imersas em um mundo de informações e nas possibilidades que elas geram, perdem o foco das necessidades reais que devem ser atendidas. Ou, não tendo os fatos como bases reais para as tomadas de decisão, fazem uma leitura dos dados insuficiente (ou viciada), que acaba apenas por confirmar ideias de negócio pré-estabelecidas, e não atendendo o cliente a contento. Por outro lado, as empresas que acreditam que a análise de dados é “apenas para grandes companhias” perdem oportunidades fundamentais de utilizar as informações que têm disponíveis para aproximar-se de seus usuários, desenvolver ofertas mais adequadas e alcançar o crescimento.

Enquanto isso, empresas de todas as envergaduras que são verdadeiramente guiadas por dados – as chamadas data driven enterprises – conquistam o consumidor e ganham mercado com velocidade. Mas o que as diferencia? O que é ser verdadeiramente guiado por dados?

Ao contrário do senso comum citado acima, não é ter as ferramentas certas ou a quantidade ideal de dados. Hoje, existem inúmeras tecnologias de análise distintas e uma proliferação incomensurável de dados que podem direcionar a muitas abordagens diferentes – certas ou erradas – para resolver o mesmo problema de negócios. O que diferencia essas companhias então, não é ter as “condições perfeitas”, mas conseguir identificar os desafios corretos e usar os dados que se têm em mãos para criar boas hipóteses de solução.

E sobre “encontrar os desafios corretos“, eu costumo fazer a seguinte analogia: se queremos ser inovadores, devemos agir como os cientistas que revolucionaram com suas teorias. Todos eles se basearam na profunda observação dos fatos. Então, é preciso observar os fatos, analisá-los, gerar hipóteses, experimentá-las e, assim, sucessivamente, até fazer uma descoberta. Quando eu crio o ambiente, consigo observar, tenho os fatos na minha mão, passo a ter clareza sobre o desafio que preciso perseguir e tenho um primeiro passo de uma solução. E são esses pequenos passos, dados de forma sistemática, que nos levam ao resultado que será disruptivo.

A informação é o petróleo do século 21 e a análise é o motor de combustão Peter Sondergaard, vice-presidente sênior do Gartner.

Alcançando o potencial da análise de dados

Para aproveitar o potencial do big data, seja a sua empresa uma multinacional ou uma pequena operação familiar, não espere para ter tudo em mãos, comece pequeno: descubra os pontos de dor do seu value stream, do seu consumidor, uma necessidade estratégica de sua companhia e concentre-se nos dados que dizem respeito a essas questões.

Depois, crie na sua empresa uma cultura de experimentação sustentável que aproveite os insights gerados pelos dados. Aqui, o grande segredo é construir formas de cocriação com equipes multidisciplinares que tragam para a equação diferentes pontos de vista e, com essa inteligência coletiva, elaborar as hipóteses mais completas sobre os dados disponíveis. Assim, será possível chegar a soluções mais acertadas e atingir grandes resultados, além de alimentar constantemente as bases de informação da empresa.

“Em empresas tradicionais, a ‘inteligência de negócios’ é geralmente gerenciada por departamentos; as diferentes funções selecionam suas próprias ferramentas, controlam seus próprios bancos de dados e treinam seu próprio pessoal. Mas assim, o caos está instalado. (…) Por outro lado, os concorrentes que têm fortes bases de Analytics centralizam a inteligência de dados para garantir que informações críticas e outros recursos sejam bem gerenciados e que partes diferentes da organização possam compartilhar dados facilmente, sem os impedimentos de formatos, definições e padrões inconsistentes”, Thomas H. Davenport, em artigo no Harvard Business Review.

Para isso, na CI&T, por exemplo, temos como base a filosofia de gestão Lean e seu foco no que é valor para o consumidor, que estabelece e sustenta a cultura de colaboração e de aprendizado constante para atingir a melhoria contínua. E utilizamos também abordagem do design thinking – cujos pilares são a empatia, a cooperação e a experimentação – e as ferramentas de design que instrumentam esse formato.

Então, meu conselho para as lideranças nesse ambiente é: procure aprofundar-se em metodologias que sustentem um ambiente colaborativo, aplique princípios do Lean, busque respostas no design e comece de uma maneira simples. Traga para perto as pessoas envolvidas com analytics, crie grupos com diferentes habilidades e permita-se discutir os reais problemas de negócios com eles para encontrar as soluções conjuntamente a partir do que os dados retornam. E quando este processo tiver iniciado, naturalmente, outros dados de outras fontes surgirão para enriquecer as soluções nas quais os times estiverem trabalhando. O segredo é a empresa preparar suas bases e abrir-se para o mindset digital, para o mindset de crescimento e permitir-se arriscar, experimentar para adquirir aprendizado. Na segunda-feira, chame seu pessoal e comece a implementar!

Fonte: digitalks

Zeeng: conheça a plataforma de big data analytics voltada para marketing e comunicação

Entrevista para a Revista VendaMais

Entender o seu posicionamento no mercado e comparar com seu ambiente competitivo, por meio de uma plataforma de big data analytics,voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Essa é a proposta da Zeeng, empresa de Porto Alegre que visa trazer, com uma interface simples e intuitiva, dados e informações para auxiliar na tomada de decisões.

Confira nesta entrevista com o CEO da Zeeng, Eduardo Prange, como esta funcionalidade pode auxiliar a compreender o comportamento de mercado e gerar insights para gestores.

Para começar, vamos falar um pouco da Zeeng: o que fazem e o que oferecem exatamente?

A Zeeng oferece uma plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação. Apostamos em uma interface simples e intuitiva para que os nossos clientes possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores. E também acompanhar as ações das marcas de seu interesse no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

A plataforma opera em três vertentes principais:

  • Web Analytics;
  • Monitoramento de notícias;
  • Análise de comportamento de marcas em mídias sociais.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights. Todo conteúdo capturado é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing em suas empresas.

Quais as principais tendências por parte das empresas que você vê hoje ocorrendo na questão do uso de big data analytics na área de Marketing?

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

Eduardo Prange: CEO da Zeeng

O mercado está aquecido e passando por um processo de amadurecimento. O tema big data analytics e data driven marketing está na pauta prioritária de todo e qualquer CMO contemporâneo.

O que vemos é uma grande oportunidade das empresas se apropriarem de dados externos como forma de se diferenciarem competitivamente no mercado. Porém a oportunidade ainda esbarra na dificuldade de incutir essa tecnologia no dia-a-dia. Seja por questões de cultura ou até mesmo por desconhecimento técnico.

Acredito que esse processo evolutivo ganhará ainda mais força em 2018. E os CMOS passarão a contar com o apoio de profissionais capacitados em “data science”. Esses profissionais, por sua vez passarão a exercer um espaço cada vez mais estratégico nas organizações, ocupando o “C level”, como CDOs (Chief Data Officer), fornecendo insumos para tomadas de decisões que transcendam a área de marketing das organizações.

Uma vez que tenhamos essa imersão dos CDOs nas organizações, acredito que iniciaremos verdadeiramente de maneira eficaz a operar o marketing com uma série de tecnologias de inteligência artificial e machine learning. Isso elevará e potencializará ainda mais os resultados obtidos pelas empresas em suas ações e campanhas.

Imagine que uma empresa está pensando em usar big data analytics para melhorar sua comunicação. Por onde deve começar? De maneira sucinta e objetiva, quais as suas principais recomendações?

Acredito que esse processo deva acontecer com o acompanhamento dos parceiros de comunicação (agências e consultorias de marketing) das empresas. Sem sombra de dúvidas, os parceiros são fundamentais para que a imersão neste “novo” mundo seja ainda mais efetiva para as empresas.

O que sempre digo para os nossos clientes é: não tenha medo de experimentar, errar, aperfeiçoar e evoluir. Mesmo no universo do data driven marketing, não existe receita de bolo. O que existe é um arsenal tecnológico que pode e deve fazer parte do dia-a-dia das organizações como forma de empoderar os gestores de marketing a tomarem decisões baseadas em evidências informacionais de seus mercados.

E é de suma importância que exista consciência de que este é um caminho sem volta. Em países desenvolvidos como Estados Unidos, Inglaterra, França e Espanha, o data driven marketing já deixou de ser tendência. Ele se tornou crucial nas organizações há pelo menos três anos.

Quais são os erros mais comuns que você vê as empresas cometendo em relação a este assunto específico? O que você acha que DEIXOU de funcionar, mas ainda tem empresas fazendo?

Como existe um volume muito representativo de dados dentro das organizações, elas acabam investindo energia para aperfeiçoarem a extração de valor que os mesmos podem proporcionar. E acreditam na tomada de decisão limitada e embasada no que lhes pertencem.

O fato é: as empresas possuem “dados em casa”. Mas o que efetivamente elas fazem com eles?

Não estou dizendo que os dados internos não geram valor! Estes têm de fato muito valor, mas de maneira alguma podemos desconsiderar o cruzamento e integração com os dados relacionados ao ambiente externo das organizações.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando maiores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são somente alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes.

Dessa lista de erros, qual você considera o mais grave? Por quê?

Subestimar o valor e poder dos dados! Existem muitos gestores de marketing que estão enxergando tudo isso como tendência, algo do futuro, com baixa prioridade em suas organizações. O fato é que se eles não se conscientizarem de que este é um caminho sem volta, podem levar as suas empresas à falência.

Qual seu diferencial em relação a outros possíveis concorrentes? Por que vocês são diferentes de outros fornecedores da área?

Atualmente no Brasil não existe nenhuma plataforma que ofereça a mesma proposta de valor ao mercado de comunicação e marketing como a Zeeng. Resolvemos um problema informacional relacionado à inteligência competitiva e levamos evidências para os nossos clientes tomarem as melhores decisões.

Desenvolvemos a primeira plataforma de big data analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Consolidamos em uma única plataforma o que antes nossos clientes encontravam de maneira fragmentada e desintegrada em diferentes ferramentas. Isso possibilita um cruzamento informacional extremamente ágil, em tempo real. E permite uma tomada de decisão baseada em evidências e não mais apenas pelo “big idea” ou pelo “feeling” criativo.

Com tanta experiência na área, quais dicas ou informações você vê sendo dadas pela mídia em geral sobre este assunto com as quais claramente não concorda?

Vejo muita “fumaça” em cima do termo big data, do uso de inteligência artificial e sobre robôs substituindo pessoas nas organizações, que por sua vez ficarão desempregadas. Entendo que esse processo de transformação e evolução esteja relacionado à realocação das competências profissionais. Um grande exemplo disso está relacionado a escassez dos profissionais de ciência de dados, extremamente valorizados (estou falando em âmbito global). Ou seja, quem serão os “operadores” destas máquinas que estão sendo e ainda serão criadas?

Que tipo de empresa pode se beneficiar dos serviços/produtos oferecidos pela Zeeng?

A aplicação não se restringe a um perfil específico de empresas, e sim à maturidade e ao nível de competição no qual esteja inserida. Quanto mais competitivo o mercado for e/ou maior apelo ao consumidor final a empresa possuir, maior será a aderência com o nosso negócio.

Em outra ponta, existem as agências de comunicação em geral (tradicionais, digitais, PR, etc.) que possuem uma grande percepção de valor sobre a plataforma. Elas utilizam a Zeeng em diferentes áreas: comercial (para fortalecer o speech na aquisição de clientes), planejamento, criação, conteúdo e mídia.

Damos condições dos profissionais das agências atuarem de maneira fundamentada (orientada por dados) e mensurável em tempo real, permitindo a correção de rotas dentro das ações e campanhas propostas aos seus clientes.

Da mesma forma, que tipo de situação a Zeeng NÃO se propõe a resolver?

A Zeeng não presta Consultoria e/ou serviço de inteligência. Focamos no nosso modelo de negócio (SaaS), em que vendemos assinatura para a licença de uso da nossa plataforma.

Nosso core business está relacionado ao desenvolvimento de tecnologias que fortaleçam as áreas de marketing e comunicação.

Entendemos que os melhores parceiros para os nossos clientes (empresas) sejam as agências de comunicação e empresas de consultoria que possuem expertise para extração de valor, obtenção de insights e proposição de ações orientadas pelas evidências apresentadas na plataforma.

Onde uma pessoa que quiser saber mais sobre a Zeeng pode encontrar informações e tirar dúvidas?

O nosso principal canal é o nosso website: www.zeeng.com.br. As pessoas interessadas na plataforma da Zeeng podem se dirigir para o nosso blog ou até mesmo solicitar um “free trial” da plataforma.

Algum último comentário que queira fazer para os leitores da VendaMais?

Gostaria de agradecer pelo espaço e convite para esta entrevista e me colocar 100% à disposição para evoluirmos a conversa, conforme interesse do público, por meio do meu perfil no Linkedin: /eduardoprange ou até mesmo e-mail: eduardo.prange@zeeng.com.br. Um grande abraço a todos!

Fonte: Revista Venda Mais

Data Driven Marketing: os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital

Na manhã de hoje tivemos a oportunidade de participar de um Webinar organizado pelos nossos queridos parceiros da Trezo.

Falamos sobre o que mais gostamos: Data Driven Marketing – os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital!

Para os amigos que ficaram interessados e não conseguiram participar do webinar, segue o vídeo na íntegra para assistir:

Nos colocamos 100% á disposição para estressarmos o tema/assunto por aqui 😀 #GoZeeng#DataDrivenMarketing

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
Cíngulo
ePHealth
Fix It
Hi Technologies
Labi Exames
Liv Up
Oncotag
Pickcells
Portal Telemedicina
Tismoo

SERVIÇOS
DogHero
Flapper
Full Face
GetNinjas
IDwall
Instacarro
Justto
Nuper
Omnize
OriginalMy
Teravoz

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Back4app
Cognitivo.ai
Eunerd
Pluga
TotalVoice

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios