Zeeng é destaque no projeto Draft

A Zeeng é uma plataforma de Big Data Analytics para marketing e comunicação

Nome:
Zeeng.

O que faz:
É uma plataforma de Big Data Analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

Que problema resolve:
Possibilita que dados obtidos por meio de sites, redes sociais e notícias sejam compilados em um mesmo lugar, auxiliando profissionais da área em brainstorms e em estudos de concorrência.

O que a torna especial:
De acordo com os fundadores, a startup permite que os gestores de marketing tenham em mãos, em tempo real, informações sobre o comportamento de suas marcas na mídia, ambiente digital e nas redes sociais, além de observar o movimento dos concorrentes.

Modelo de negócio:
A Zeeng lucra com a assinatura SaaS da plataforma que tem pacotes comerciais a partir de 1.500 reais mensais.

Fundação:
Março de 2017.

Sócios:
Eduardo Prange — CEO
André Saldanha — CTO
Cesar Paz — Advisory Board

Perfil dos fundadores:

Eduardo Prange — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Turismo e Lazer pela Fundação Universidade Regional de Blumenau e tem MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT-SP. Foi sócio-fundador da Seekr e ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da Associação Brasileira dos Agentes Digitais (ABRADI).

André Saldanha — 33 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Computação pelo Centro Universitário La Salle. Trabalhou na Plugar.

Cesar Paz — 53 anos, Porto Alegre (RS) — é formado em Engenharia pela PUC-RS. Atua como professor do curso de Comunicação Digital da Unisinos. Fundou a AG2 e a ABRADI e é sócio e membro do advisory board da Alright, EYXO, Delta, Zeeng, DEx01, Minovelt e Delta.

Como surgiu:
Eduardo conta que antes de empreender a Zeeng era cofundador da Seekr, empresa de monitoramento de mídias sociais no Brasil. Durante o período em que ficou à frente do negócio, ele diz que percebeu um problema comum nos projetos de marketing digital: a fragmentação de diferentes tecnologias de monitoramento de informações. A partir daí, surgiu a ideia de encontrar uma forma de consolidar em uma única plataforma esses recursos. Em setembro de 2016, já com os dois sócios, iniciou o processo de desenvolvimento do MVP e a Zeeng foi lançada no mercado em abril do ano passado.

Estágio atual:
A Zeeng conta com mais de 30 clientes ativos e cerca de 1 600 marcas monitoradas por sua plataforma.

Aceleração:
Foi acelerada pela InovatiVa Brasil e atualmente está no programa da Wow Aceleradora.

Investimento recebido:
Os sócios investiram 550 mil reais na empresa.

Necessidade de investimento:
Pretendem abrir conversas com potenciais fundos de investimento, em 2019, para captar uma rodada Série A de 3 milhões de reais.

Mercado e concorrentes:
“O ano de 2017 foi de validação de várias teses para a Zeeng. Porém, em 2018, já estamos trabalhando visando a expansão da empresa”, afirma Eduardo. Ele diz que o negócio não tem concorrentes diretos no Brasil, mas aponta alguns player internacionais que possuem semelhanças com seu produto, como SimiliarWeb, TapClicks e SocialBakers.

Maiores desafios:
“Acreditamos que o grande desafio em 2018 seja o de consolidar nosso modus operandi e gerarmos escala em todas as frentes da empresa: marketing, vendas, pesquisa e desenvolvimento e atendimento”, conta o CEO.

Faturamento:
300 mil reais (em 2017).

Previsão de break-even:
Já atingiu o break-even em outubro de 2017.

Visão de futuro:
“Já temos o título de ser a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro. Porém, queremos o reconhecimento como os líderes deste mercado. Dentro dos nossos sonhos mapeados para os próximos cinco anos está atingir a marca de 3 mil clientes e levar nosso produto para outros países”, diz Eduardo.

Onde encontrar:
Site
Contato

Fonte: Draft

REGULAÇÃO: COMO A GDPR INFLUENCIARÁ O TRATAMENTO DE DADOS NO BRASIL?

No Brasil, com a aprovação do PL 4060/2012 pela Câmara,  a discussão avança rumo ao Senado e traz muitos conceitos parecidos com os da nova regulação europeia, a GDPR

 

A Regulação Geral de Proteção de Dados (traduzida do inglês GDPR), em vigor desde o dia 25 de maio, afeta os processos de tratamento de dados de cidadãos europeus. Mas quais são, de verdade, as consequências que isso traz para o mercado digital do Brasil?

Tanto as empresas subsidiárias, quanto as brasileiras que tratam regularmente ou esporadicamente dados europeus, já estão obedecendo as claras diretrizes sobre coleta, tratamento e armazenamento de “dados pessoais” –  tudo o que pode identificar um usuário. Mas, localmente, o debate avança e deve resultar em uma regulação de dados própria ao país.

No Brasil, são mais de 40 normas vigentes relacionadas ao assunto e nenhuma lei específica para os dados – o Marco Civil da Internet, sancionado em 2014, teve avanços tímidos nesse sentido, mas ainda existem muitos processos a serem regulados. Entretanto, com o PL 4060/2012, aprovado pela Câmara no dia 29 de maio desse ano, a discussão avança rumo ao Senado e traz muitos conceitos parecidos com os da nova regulação europeia.

Uma legislação em verde e amarelo

Segundo o PL, dados pessoais de qualquer cidadão em território brasileiro ainda recebem mais duas classificações: sensíveis (que revelam aspectos como etnia, religião e saúde), e anonimizados (com informações genéricas). Dentre as condições para que sejam tratados, destacam-se o consentimento do titular e o “interesse legítimo”, que contempla as finalidades comerciais e de marketing dirigido, como feito pela GDPR. O projeto também exige o contato das empresas com o dono do dado em situações como demandas do governo, necessidade de comunicação/compartilhamento ou pré-requisito para o oferecimento de um produto ou serviço, bem como a instituição de uma Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Mesmo sendo um projeto maduro, nada é garantido. Após as aprovações do Senado e a sanção do Executivo, a regulação só pode entrar em vigor após um ano e meio.

Regulações locais, incertezas globais

A GDPR ainda gera muitas dúvidas. Segundo dados do site eMarketer, o tema recebeu 177 menções entre janeiro e março nas apresentações dos balanços de empresas em todo o mundo. Entretanto, os executivos se mostram otimistas: segundo pesquisa da IBV, feita esse ano, 60% deles acredita que a GDPR é uma oportunidade para desenvolver novos e melhores modelos de negócio.

Para Céline Craipeau, Solutions and Privacy Specialist da Tradelab na França, um dos desafios para a publicidade digital, principalmente para a especialidade da empresa, mídia programática, será desenvolver um conhecimento mais aprofundado sobre os diferentes tipos de dados. “Informações como coordenadas do GPS, coletadas por alguns aplicativos, podem ser consideradas mais pessoais pelo consumidor do que suas intenções de compra, mas essa é uma problemática que deverá ser explorada junto aos cidadãos, já que cabe a eles o consentimento do uso de seus dados. O que as empresas atingidas pela regulação e pertencentes ao segmento não podem fazer é, justamente, subestimar o assunto e não providenciar as pessoas e os investimentos devidos para a atender às novas regras – afinal, estão em jogo o respeito com o consumidor, a imagem da marca e sanções pesadas, de até 4% do faturamento global (ou 20 milhões de euros) para quem não agir em conformidade com a lei”, analisa a especialista.

No Brasil, as empresas também precisam estar atentas e atuantes, pois toda regulação representa uma quebra e também uma oportunidade. É o que explica Essio Floridi, Managing Director da Tradelab no país: “É importante ver essa e todas as mudanças que estão ocorrendo com as regulações locais e internacionais como uma nova maneira de fazer o marketing digital e principalmente a programática (que trabalha essencialmente com os dados), de forma a priorizar os players sérios e certificados para o tratamento de informações”. Para ele, acompanhar de perto as transformações, analisá-las e saber o que os players têm feito é fundamental. “É por isso que eventos como o Expo Fórum Digitalks somam tanto às estratégias de gestão – e nós estaremos lá para ajudar a enriquecer a discussão sobre essas mudanças de regulação que serão tão significativas”, completa.

Confira abaixo o infográfico que mostra o funcionamento da GDPR:

A Zeeng – Data Driven Platform,  a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro, garante a segurança, transparência na coleta de dados e tranquilidade para seus usuários.

Fonte: digitalks