Especialista vê crescimento de Neymar nas redes sociais após acusação

Entre a série de polêmicas que protagonizou em sua carreira, Neymar está encarando a maior delas nos últimos dias. Acusado de estupro pela modelo Najila Trindade, o jogador do Paris Saint-Germain viu seu nome estourar nas redes sociais mais do que nunca, como analisou Eduardo Prange, CEO da Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação.

A análise mostrou que houve um impacto significativo na imagem da marca do atleta, que teve um pico muito representativo de notícias nos últimos dias, chegando a mais de mil matérias capturadas sobre Neymar em que, muitas delas, têm ligação direta com o caso.

“A gente consegue ver um impacto bastante significativo sobre a imagem do atleta, olhando para ele como uma marca. É possível perceber que muitas dessas notícias têm relação direta com o caso. Depois da menção ao termo atleta, a gente tem tanto crime quanto estupro como os casos de maior destaque”, disse Prange.

Apesar da grave acusação, Neymar não perdeu seguidores nas redes sociais, pelo contrário. O atleta ganhou fãs, fato que, segundo o CEO, indica que a população está a seu favor na acusação do suposto crime.

“Chama a atenção a questão do ativo social do Neymar. Mesmo com o ocorrido, a gente vê que ele tem obtido um crescimento significativo, principalmente nesses últimos dias, em relação à sua base de base fãs, seguidores, o que nos leva a crer que as pessoas estão do lado de Neymar e que, de uma forma ou de outra, esse caso tem repercutido muito, mas, no que diz respeito ao ativo, tem trazido um apoio e uma conotação favorável a ele”, finalizou.

Fonte: Gazeta Esportiva

Movimentando US$ 189 bilhões, tecnologia de Analytics galga espaço no Brasil

Em 2019, o mercado global de soluções de Big Data e Business Analytics movimentará cerca de US$ 189,1 bilhões, de acordo com relatório da IDC. O valor representa alta de 12% sobre 2018 e mostra a saúde deste segmento, que cresce movido ao interesse das empresas em entender o consumidor, as tendências de seus segmentos e as nuances gerais que tangem ao negócio.

Atenção que pode ser medida: segundo estudo da Forbes, até 2020, a análise preditiva e prescritiva atrairá 40% dos investimentos empresariais em Business Intelligence (BI) e Business Analytics (BA).

Uma cena que move não apenas compradores, mas também fornecedores destas tecnologias. No Brasil, empresas especializadas na área têm concentrado esforços em expandir funções das soluções oferecidas e demonstrar benefícios obtidos por clientes que já as usam.

Um exemplo, a BIMachine, empresa especializada em BI e BA que tem sede no Rio Grande do Sul, escritório em São Paulo, atuação nacional e está em fase de internacionalização para América Latina e Europa. A companhia, que acumula cases de utilização de seu sistema em setores como indústria, varejo, moveleiro, calçados, alimentício, entre outros, também abre espaço para debates da tecnologia por meio de eventos.

O próximo da agenda dos especialistas será o BIMachine Moving, encontro que já reuniu mais de 550 participantes em edições pelo país e chega, na sexta-feira, 14/06, a Porto Alegre-RS. Voltado a diretores, gerentes, executivos e tomadores de decisão, será realizado na uMove.me Arena (Rua Prof. Cristiano Fischer, 464 – Petrópolis), na capital gaúcha.

A programação vai das 8h15 às 11h20, contando com as palestras “Evolução Tecnológica – O que Esperamos do Futuro”, ministrada por Augusto Fleck, CTO da BIMachine, “Analytics e Mobilidade: a Tendência e a Realidade da Gestão Inteligente”, com Augusto Fleck e Marcelo Carneiro, executivo Comercial da uMov.me, e o painel “O Fim da Era do Eu Acho: O Poder da Informação na Tomada de Decisões”, comandado por Douglas Scheibler, CEO da BIMachine, Eduardo Baltar, CEO da Merithu, e Alexandre Trevisan, CEO da uMov.me.

“Além das tendências e soluções abordadas na programação, traremos cases que mostrarão, na prática, como nossos clientes alcançaram benefícios de gestão que se traduziram em ganhos de negócio por meio da tecnologia de Business Intelligence e Business Analytics”, comenta Douglas Scheibler, CEO da BIMachine.

A ideia, segundo a CMO da companhia, Ana Paula Thesing, é proporcionar um debate real sobre os problemas de negócios mais comuns das empresas, permitindo aos participantes uma reflexão sobre seus negócios, cultura de análise de dados e a melhor forma de aplicar uma gestão orientada a dados dentro de sua realidade.

Inscrições pelo link: http://bit.ly/bimachine-moving-porto-alegre

Fonte: Terra

Como o marketing holístico reduz a distância entre a marca e o sucesso

Quem não conhece a famosa frase “A união faz a força”? Pois então, ela traduz, de forma simples, o caminho do sucesso. Afinal, ninguém consegue chegar ao êxito sozinho. Aí você me pergunta ”Como assim Prange? Eu tenho conquistas individuais!”. Claro, você tem seus méritos, mas o que eu quero dizer é que ninguém consegue alcançar grandes objetivos sem ajuda em algum momento da caminhada.

Nessa perspectiva, Steve Jobs precisou de Ronald Wayne e Steve Wozniak para fundar a Apple, a maior empresa do planeta. Entrando no mundo da internet, Larry Page precisou da parceria de Sergey Brin para criar o Google. Não está entendendo onde eu quero chegar? Quero chegar a um assunto que está transformando o mundo dos negócios, o marketing holístico. Esse conceito diz que uma empresa, assim como os personagens que citei anteriormente, não deve atuar de forma desconexa, muito menos enxergar barreiras entre departamentos internos, para alcançar assim novos patamares de produtividade.

Como o marketing holístico quebra silos

Em tempos tecnológicos, o que não faltam são fórmulas prontas para chegar ao sucesso, independente da área. Vídeos e mais vídeos no youtube prometem o dobro do faturamento em algumas semanas. Postagens nas redes sociais garantem ter o segredo das vendas. Mas na execução não é bem assim. Para aumentar o potencial de uma empresa no mercado, implementar iniciativas e inovações soltas não é o suficiente. E é aí que entra o marketing holístico.

Nessa perspectiva, não basta ter ideias específicas para atender as necessidades de cada setor se o conjunto como um todo não for alinhado. Com estratégias separadas por departamentos, os silos ganham força e a tendência é que as ações e decisões tomadas sejam desconexas e ineficazes, impedindo que a empresa cresça.

Porém, trabalhando com práticas holísticas de integração entre as partes, é possível criar um ambiente muito diferente do qual descrevi acima. Ou seja, muito mais sólido e preparado para integrar os setores de forma única, captar novos clientes e satisfazer os já presentes, superando os resultados esperados.

É desafiador? Muito! Vai dar trabalho? Vai! Mas só saindo da zona de conforto que se consegue avançar de forma holística. E entre os benefícios, estão não só o aumento da produtividade, mas a possibilidade de chegar a melhores resultados de negócio, transformando o trabalho das equipes, que passam a compartilhar ideias e experiências e criar juntas iniciativas muito conectadas com os princípios da empresa.

O paralelo com o sucesso

Como visto antes, o sucesso não é algo construído sozinho, assim como não cai do céu. É preciso estar sempre pronto para a colaboração e para gerar novas soluções de negócio. E, nessa mesma perspectiva, caminha o marketing, que alcança melhor os seus objetivos quando não tratado de forma solitária. A aproximação com as equipes comerciais, de vendas e de produtos, ou seja, o trabalho conjunto, promove melhorias para as iniciativas da área e, consequentemente, para a empresa como um todo.

Por outro lado, ao falar do todo, é necessário estar a par não somente do que acontece dentro da própria empresa, mas também com os concorrentes. Por exemplo, os gestores nunca podem ficar por fora das últimas ações e movimentos feitos pelas outras marcas. Isso porque, em um mercado tão competitivo, é indispensável ter uma visão 360º em relação às tendências e novidades surgidas no seu contexto de negócio.

Para isso, as informações existentes no ambiente online podem ser suas grandes aliadas. Por meio do acesso aos dados gerados no digital é possível perceber que os algoritmos nos encaminham para as respostas e que eles são ferramentas poderosas que nos auxiliam a reconhecer o que está bombando nas mídias sociais e quais estratégias estão sendo usadas pelo seu concorrente para engajar mais o público.

A partir disso, você começa a identificar o verdadeiro potencial que a coleta e a análise de informações pode ter para o seu negócio e para o desempenho das suas equipes. Percebe que elas funcionam como um instrumento essencial para as práticas holísticas ao permitir que informações precisas da concorrência ou até mesmo da performance das suas próprias ações e campanhas sejam usadas para direcionar estratégias futuras.

O futuro é integrado

Assim como em um casamento, é hora de unir as coisas. Ou seja, integrar os conhecimentos das suas equipes para fazer uma boa leitura do cenários e contextos, cruzando dados e informações da sua própria empresa, com as da concorrência e dos clientes, para que toda e qualquer iniciativa sua seja cada vez mais personalizada. Afinal, é com a junção de times que você terá informações mais completas e poderá identificar as necessidades de cada cliente, oferecendo aquilo que ele, de fato, deseja receber.

É como diz o ditado: “Duas cabeças funcionam melhor do que uma”. Então, nesse contexto, a integração entre áreas e profissionais faz com que diversas perspectivas sejam geradas, produzindo uma discussão heterogênea e mais produtiva. O conflito de ideias leva a empresa a respostas que abrangem uma maior de gama de soluções para os problemas analisados e, dessa forma, tanto a empresa quanto o cliente sai satisfeito com o trabalho exercido.

Portanto, não hesite. Modificar a cultura do negócio implementando novas formas de desenvolver ideias, gerar insights e realizar ações e campanhas é uma ótima maneira de se manter em um mercado tão competitivo. Com o marketing holístico esse poder de transformação ocorre com a agilidade que é preciso ter – o que torna o jogo dos negócios mais interessante. E aqui convido você a pensar, a sua empresa está preparada para essa mudança?

Por Eduardo Prange, Co-Founder e CEO da Zeeng – Data Driven Platform

A importância do big data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

Fonte: ADNEWS

O que faz um Chief Data Officer e qual o seu valor para as organizações?

Chief Data Officer tem varrido as corporações que já assumiram a linha de frente da transformação digital. Mas apesar de ter ganhado atenção nos últimos anos, o papel de um CDO é, relativamente, antigo. Tenha como exemplo a Capital One, que nomeou o primeiro CDO em 2002. Apenas algumas organizações seguiram o exemplo na década que se seguiu, mas a Big Data Executive Survey de 2018 da NewVantage Partners descobriu que 62,5% dos tomadores de decisões de negócios e tecnologia da Fortune 1000 disseram que suas organizações haviam nomeado um diretor de dados.

Mas afinal qual é a função de um CDO? O diretor de dados supervisiona uma série de funções relacionadas a dados que podem incluir desde gerenciamento, garantia da qualidade dos dados e criar uma estratégia para tal. Ele ou ela também pode ser responsável pela análise de dados e inteligência de negócios, um processo fundamental para obter informações valiosas dos dados.

Algumas funções de gerenciamento de dados podem falhar na TI, e as análises podem pertencer a outro papel nas organizações, no caso um Chief Analytics Officer, um cargo que alguns dizem ser intercambiável com o CDO.

O papel e as responsabilidades do diretor de dados

O diretor de dados é um executivo sênior responsável pelo uso e controle de dados em toda a organização. Enquanto o diretor de dados é frequentemente encurtado para o CDO, o papel não deve ser confundido com o do Chief Digital Officer, que, às vezes, também é chamado de CDO.

“O diretor de dados é a pessoa sênior, com foco nos negócios, que entende a estratégia e a direção do negócio, mas seu foco é em como sustentar isso com os dados”, explica Caroline Carruthers, diretora da consultoria Carruthers and Jackson, e que já foi Chief Data Officer da Network Rail, e co-autora do livro “The Chief Data Officer’s Playbook and Data-Driven Business Transformation: How to Disrupt, Innovate and Stay Ahead of the Competition” (Manual do Chief Data Officer e Transformação de Negócios Orientados a Dados: Como revolucionar, Inovar e Permanecer à Frente da Competição, na tradução literal).

Embora alguns CIOs e CTOs vejam a criação de um CDO como uma invasão ao seu território, Carruthers diz que os limites são distintos. Chief Data Officers são responsáveis por áreas como qualidade de dados, governança de dados, liderança em gerenciamento de dados, estratégia de informações, ciência de dados e análise de negócios.

“A diferença entre o CDO e o CIO em minha mente é bastante clara, e eu costumo usar a analogia do balde e da água”, compara Carruthers. “O CIO é responsável pelo balde. Eles são responsáveis por garantir que o balde tenha o tamanho certo, que não haja buracos, que seja seguro e que esteja no lugar certo. É responsável pelo fluido que entra no balde, sai do balde, que vai para o lugar certo, que tem a qualidade certa e o fluido certo para começar”.

Chief Data Officer vs. Chief Analytics Officer

Mesmo que o diretor de dados e o diretor de análise sejam dois papéis distintos, ambos devem residir na mesma pessoa, argumenta Guy Gomis, sócio da empresa de recrutamento BrainWorks. “Estou achando que os melhores da classe combinam os dois”, diz ele. “A maioria dos líderes em análise quer possuir a estratégia de dados e como a empresa trata os dados e eles querem possuir análises”.

Isso faz sentido se você pensar sobre. Analytics é como os dados fornecem valor, então essa é uma função essencial. Ao mesmo tempo, você precisa de uma boa estratégia de dados e um bom gerenciamento de dados, ou não obterá dados de qualidade para analisar. Assim, Gomis diz: “A melhor prática é ter o diretor de estratégia de dados e de análise de dados que possui dados e análises e trabalha em estreita colaboração com o CIO”.

A quem o diretor de dados deve se reportar?

Enquanto as organizações estão rapidamente adotando o papel de diretor de dados, a NewVantage diz que ainda há muita confusão e desacordo sobre o mandato e a importância da posição. Sua pesquisa constatou que 39% dos participantes identificaram o diretor de dados como o executivo com responsabilidade principal pela estratégia de dados e resultados, mas 61% apontaram para outros executivos de nível C ou alegaram que não havia um único ponto de responsabilidade. Além disso, 50% sentiram que o diretor de dados deveria sentar-se no comitê executivo, com o mesmo número de discordantes.

Carruthers diz que o diretor de dados ou CDO poderia se reportar a lugares muito diferentes na organização, embora ela favoreça o CEO ou o Chief Operation Officer. “O único lugar que eu acredito que é absolutamente errado para o profissional se sentar é enquanto o papel do CIO”, diz ela. “À medida que o papel evolui e amadurece, ele está se reportando a outros lugares no negócio. Está se movendo em direção a mais de um lugar na mesa superior, o que deveria ser. Para mim, o CIO e o CDO deveriam trabalhar muito lado a lado, de mãos dadas como uma parceria, e uma parceria não funciona quando um parceiro trabalha para o outro parceiro”.

Anthony Scriffignano, cientista chefe de dados da Dun & Bradstreet, que se reporta ao CEO da Dun & Bradstreet, diz que não há uma resposta única para a questão de onde um diretor de dados deve reportar. “Eu vi o papel em finanças, TI, marketing, pesquisa e desenvolvimento, pode até ser o desenvolvimento de produtos”, diz ele. “Frequentemente, é um novo papel, talvez criado por uma pessoa que ficou sobrecarregada com as exigências de seu próprio papel, então você encontrará muitas vezes nessa parte da organização porque é quem a criou. Mas isso não significa necessariamente que é onde deve ficar”.

Fonte: CIO

7 certificações de análise de dados que compensarão

Análise de dados e big data são a força vital de qualquer negócio bem sucedido. Obter a tecnologia certa pode ser um desafio, mas construir a equipe certa com as habilidades certas para empreender iniciativas de big data pode ser ainda mais difícil. Não surpreendentemente, esse desafio é refletido na crescente demanda por habilidades e certificações de Big Data.

Se você está procurando uma maneira de obter vantagem, a certificação de big data é uma ótima opção. As certificações medem seus conhecimentos e habilidades em relação a benchmarks específicos do setor e do fornecedor para provar aos empregadores que você tem as habilidades certas. O número de certificados de análise de dados está se expandindo rapidamente.

Abaixo está o nosso guia sobre as mais procuradas certificações de análise de dados e big data para ajudá-lo a decidir qual é o certificado certo para você.

A certificação de análise de dados e de big data valem a pena?

As organizações estão em busca de cientistas de dados e analistas com experiência em lidar com big data.

Essas habilidades estão em alta demanda e são relativamente raras. Indivíduos com a mistura certa de experiência e habilidades podem exigir altos salários. As certificações certas podem ajudar.

De acordo com uma pesquisa recente da empresa de análise de tecnologia Foote Partners, a explosão de interesse por internet das coisas (IoT) está criando grandes déficits de pessoal. A IDC está prevendo um CAGR de 30% nos próximos cinco anos, enquanto a McKinsey espera que a IoT tenha um impacto econômico global de US$ 4 trilhões a US$ 11 trilhões até 2025, já que as empresas buscam mais insights sobre as tecnologias da IoT.

A Foote Partners acredita que a análise avançada de dados será uma das principais forças que impulsionam a IoT. Ela observa que as principais habilidades avançadas de análise na área de IoT incluem:

  • Apache Hadoop e módulos relacionados (HDFS, HBase, Flume, Oozie, Hive, Pig, YARN)
  • NoSQL and NewSQL
  • Apache Spark
  • Machine learning e data mining

“As capacidades avançadas de análise de dados são críticas demais para se manter competitiva”, diz David Foote, cofundador, analista chefe e diretor de pesquisa da Foote Partners. “Eles se expandiram em popularidade de alguns setores para quase todos os setores e mercados”.

As 7 principais certificações de análises de dados e de big data

  • Certification of Professional Achievement in Data Sciences
  • Certified Analytics Professional
  • Cloudera Certified Associate (CCA) Data Analyst
  • EMC Proven Professional Data Scientist Associate (EMCDSA)
  • MapR Certified Data Analyst
  • Microsoft Certified Solutions Expert (MCSE): Data Management and Analytics
  • SAS Certified Data Scientist Using SAS 9

Certification of Professional Achievement in Data Sciences

Certification of Professional Achievement in Data Sciences é um programa de graduação que visa desenvolver mecanismos com habilidades fundamentais em ciência de dados. O programa consiste em quatro cursos: Algoritmos para Ciência de Dados, Probabilidade e Estatística, Machine Learning para Ciência de Dados, Análise Exploratória de Dados e Visualização.

Organização: Columbia University

Preço: US$ 1.936 por crédito (um mínimo de 12 créditos, incluindo os quatro cursos, são necessários para completar o programa). Além disso, há uma taxa de inscrição não reembolsável de US$ 85 para o programa no campus e US$ 150 para o programa on-line. O programa on-line também inclui uma taxa de tecnologia adicional não reembolsável de US$ 395 por curso.

Como se preparar: um curso de graduação e quantitativa prévia e introdutória à programação de computadores são necessários.

Certified Analytics Professional

Certified Analytics Professional (CAP) é uma certificação analítica geral que certifica o entendimento completo do processo analítico, desde a estruturação de problemas analíticos e de negócios até a aquisição de dados, metodologia, construção de modelo, implantação e gerenciamento do ciclo de vida do modelo. Requer a conclusão do exame CAP e a adesão ao Código de Ética da CAP.

Organização: INFORMS

Preço: US$ 495 se você é um membro do INFORMS, ou US$ 695 se não for. O preço de equipe está disponível para as organizações.

Como se preparar: uma lista de cursos de estudo e uma série de webinars estão disponíveis por meio do registro.

Cloudera Certified Associate (CCA) Data Analyst

Um desenvolvedor de SQL que recebe a certificação CCA Data Analystdemonstra as principais habilidades de um analista para carregar, transformar e modelar dados do Hadoop para definir relacionamentos e extrair resultados significativos de produção crua. Ele exige a aprovação no exame de análise de dados CCA (CCA159), um conjunto controlado de controle remoto de oito a 12 tarefas práticas baseadas em desempenho em um cluster CDH 5. Os candidatos têm 120 minutos para implementar uma solução técnica para cada tarefa. Eles devem analisar o problema e chegar a uma abordagem ideal no tempo permitido.

Organização: Cloudera

Preço: US$ 295

Como se preparar: a Cloudera recomenda que os candidatos façam o curso Cloudera Data Analyst Training, que tem os mesmos objetivos do exame.

EMC Proven Professional Data Scientist Associate (EMCDSA)

A certificação EMCDSA demonstra a capacidade de um indivíduo de participar e contribuir como membro da equipe de ciência de dados em projetos de big data. Inclui a implementação do ciclo de vida de análise de dados, reformulando um desafio de negócios como um desafio analítico, aplicando técnicas e ferramentas analíticas para analisar big data e criar modelos estatísticos, selecionando as visualizações de dados apropriadas e muito mais.

Organização: Dell EMC Education Services

Preço: US$ 600 por streaming de vídeo-ILT; US$ 5 mil por curso ministrado por instrutor

Como se preparar: a EMC oferece um curso de treinamento, disponível em vídeo ou um curso ministrado por instrutor.

MapR Certified Data Analyst

A credencial do MapR Certified Data Analyst valida a capacidade de um indivíduo de executar análises em grandes conjuntos de dados usando uma variedade de ferramentas, incluindo Apache Hive, Apache Pig e Apache Drill. O exame testa a capacidade de executar tarefas típicas de ETL para manipular dados para realizar consultas. As perguntas abordam as consultas SQL existentes, incluindo a depuração de consultas malformadas de um determinado fragmento de código, a escolha das funções de consulta corretas para produzir um resultado desejado e as tarefas comuns de solução de problemas. O exame consiste em 50-60 perguntas em uma sessão supervisionada de duas horas.

Organização: MapR Technologies

Preço: US$ 250 para o exame

Como se preparar: o MapR recomenda que os candidatos se preparem com quatro de seus cursos: Introduction to SQL Analytics with Apache Drill, Apache Drill Performance e Debugging, Apache Hive Essentials e Apache Pig Essentials. O MapR também oferece um Guia de Estudo do MCDA.

Microsoft Certified Solutions Expert (MCSE): Data Management and Analytics

A credencial MCSE: Data Management and Analytics demonstra os amplos conjuntos de habilidades em administração SQL, criando soluções de dados em escala corporativa e aproveitando dados de business intelligence (BI) em ambientes locais e em nuvem. Para obter a certificação, os candidatos devem passar em um dos 12 exames.

Organização: Microsoft

Preço: US$ 165 por exame

Como se preparar: para obter essa credencial, você deve primeiro obter uma das sete Certificações Microsoft Certified Solutions Associate (MSCA): MSCA SQL Server 2012/2014; MCSA: SQL 2016 Database Administration; MCSA: SQL 2016 Database Development; MCSA: SQL 2016 BI Development; MCSA Machine Learning; MCSA: BI Reporting; or MCSA: Data Engineering with Azure. Além disso, a Microsoft oferece ferramentas de preparação para cada um dos 12 exames que levam à certificação MCSE: Data Management and Analytics.

SAS Certified Data Scientist Using SAS 9

A credencial SAS Certified Data Scientist Using SAS 9 demonstra que os indivíduos podem manipular e obter insights de big data com uma variedade de ferramentas SAS e de código aberto, fazer recomendações de negócios com modelos complexos de aprendizado e implantar modelos em escala usando o ambiente SAS. A certificação exige a aprovação de cinco exames que incluem perguntas de múltipla escolha, respostas curtas e interativas (em um ambiente SAS simulado). Os exames incluem:

  • SAS Big Data Preparation, Statistics and Visual Exploration
  • SAS Big Data Programming and Loading
  • Predictive Modeling Using SAS Enterprise Miner 7, 13, or 14
  • SAS Advanced Predictive Modeling
  • SAS Text Analytics, Time Series, Experimentation and Optimazation

Organização: SAS

Preço: US$ 180 por cada exame; US$ 250 para Predictive Modeling Using SAS Enterprise Miner

Como se preparar: o SAS recomenda que os candidatos se preparem usando seu currículo SAS Data Science da SAS Academy for Data Science. Ele custa US$ 4.400 para um curso de ensino à distância individualizado, ou US$ 16 mil para um programa de 12 semanas ministrado por instrutor em Cary, na Carolina do Norte.

Fonte: CIO

A era do dataísmo e os próximos passos do marketing

O dataísmo é a nova religião dos dados. No passado acreditava-se muito nos princípios da fé para ter respostas às angústias que nos cercavam. Agora os poderosos algoritmos nos dão encaminhamento para as respostas. Alguns usam as estatísticas assim como os bêbados, mais para apoio do que para iluminação.

Antes eu estimava o tempo que levaria para me locomover de A para B, hoje tenho o tempo exato. Antes recorria à intuição dos mais velhos para saber se ocorreria uma chuva durante o dia, hoje tenho a previsão exata se isto acontecerá. Antes fazia minhas orações para não ser acometido por uma doença grave, hoje os testes de DNA fazem análises preditivas. Quando queríamos saber alguma informação para nos ajudar a decidir, recorríamos antigamente ao professor, ao chefe e até ao padre da paróquia. Tínhamos como base de conhecimento as grandes religiões, como o Cristianismo, o Hinduísmo, o Budismo e o Islamismo.

Não sou mais um profissional de marketing, hoje sou um profissional de Matemarketing, minha vida é sufocada por dados. No passado quando encontrava os meus pares de mercado, a pergunta mutua que me faziam era: qual é a sua agência de publicidade?  Hoje perguntamos: quais são as martechs que estão plugadas no seu negócio? Todas as martechs tem no seu DNA algoritmos potentes que geram dados, que por sua vez geram informações, que por sua vez geram a big idea.

A sequência é mais ou menos essa: Biga Data, Data, Small data, insight.  No período da big ideia pura, para aprovar uma campanha havia necessidade de muitas autorizações, assinaturas e carimbos dando autenticidade de que a ideia havia sido aprovada. Era um vai vem de papel, pranchas, assinaturas, etc. Hoje é muito comum o analista fazer uma campanha nas redes sociais, ninguém viu, ninguém aprovou e ninguém opinou. Ela impacta 1 milhão de pessoas, geram milhões de impressões, click views e centenas de clientes interessados etc. Com custo de aquisição de cliente e prospect, e acuracidade de 06 casas depois da vírgula. Tudo é absolutamente mensurado. Acabou a era dos palpiteiros de plantão.

Estamos vivendo a era do Dataísmo, a nova religião de dados, tudo se explica através de números. Os profissionais de marketing e comunicação que não acordarem para esta nova realidade estão fora da arena de negócios. Independentemente da carreira que atuamos, todos deveremos ser proficientes em competências analíticas, sobretudo os profissionais de humanas que passaram e ter que incorporar essa nova habilidade no seu grid. Ouso afirmar que o Big Data adquiriu um protagonismo significativo nos últimos anos a ponto de parear com o big ideia, no entanto um não vive sem o outro. Profissionais de humanas, bem-vindos ao mundo de exatas.

Fonte: Consumidor Moderno

A Importância do Big Data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: ADNEWS

O sucesso da inteligência de negócios está na governança de dados

As empresas estão adotando estratégias de Governança de Dados para garantir que investimentos em transformação digital sejam efetivos

Cada vez mais, as empresas estão adotando estratégias de Governança de Dados para garantir que investimentos em transformação digital sejam efetivos. Isso porque, de acordo com a reportagem publicada pela Forbes Insights, Operações, Vendas e Gestão são as três principais áreas nas companhias que impulsionaram a adoção de Business Inteligence (BI) em 2018.

A aposta em Governança surge para atender a agilidade que o mercado precisa, sem perder a segurança da informação e a precisão da análise. Em 2016, a própria Forbes, no levantamento “Breakthrough Business Intelligence: How Stronger Governance Becomes a Force for Enablement”², apontou que as organizações já sentiam o impacto da ausência de uma gestão mais adequada de dados. Nesse cenário, deixavam de aproveitar o potencial gerado por Inteligência Artificial (AI), Big Data, Analytics e BI.

Governança de dados e geração de valor

Sem me alongar demais ou simplificar de menos, podemos dizer que a Governança de Dados define o plano para o gerenciamento de ativos de informação de uma organização que se propõe ser orientada por eles. O valor de uma ação nada simples como essa é que torna a leitura de dados acessível para quem está no negócio e derruba barreiras ocupadas por conhecimentos técnicos. O CIO passa a participar de discussões mais amplas em uma empresa. E a tomada de decisão a partir de dados fica mais rápida e segura.

Ainda segundo o estudo publicado na Forbes, tomar decisões melhores, conquistar eficiência operacional, aumentar as receitas e a vantagem competitiva são os quatro principais objetivos das organizações que utilizam BI atualmente. No mundo dos negócios, estamos falando de tempo e a Governança costuma ser adotada para melhor orquestrar informações que forneçam insumo para utilizar a inteligência aplicada nela.

Usuários capacitados

Para sobreviver, toda empresa precisa ser geradora de dados e, nesse contexto, ter usuários capacitados, com acesso a fontes limpas e consistentes de informação, é extremamente relevante. Para uma empresa orientada por dados funcionar e atender a todos os níveis de acesso necessários, a Governança deve prover soluções que interajam com flexibilidade.

O objetivo é que a sensação de perder oportunidades na ausência de insights apropriados para os negócios, diminua e caminhe para zero. A soma da Governança a outras ferramentas, como Big Data, IA, BI, deve fornecer inteligência instantânea e segura quando os usuários precisarem.

Só conseguimos extrair valor dos dados se eles são acessíveis, precisos e confiáveis. Nessa nova onda, não podemos contar com dados medianos para tomar decisões de negócio e apostar na transformação digital. Hoje, IA, big data, BI, entre tantas outras inteligências aplicadas, demandam governança, proteção e monitoramentos contínuos. A vantagem diante da concorrência só existirá se as informações que alimentam pipelines de negócios estiverem reunindo o que é, de fato, relevante para os negócios. Estamos em um caminho sem volta, uma vez que os volumes de dados e a complexidade aumentam.

Fonte: Olhar Digital

Tomador de decisão, influenciador de opinião e o comprador: Como entender a jornada do consumo pode fazer o marketing digital impulsionar o mercado B2B

Com um mercado cada vez mais competitivo, tem se tornado um desafio para empresas com foco em B2B divulgar os seus produtos, apesar de ainda existir um espaço muito grande para crescer por meio de estratégias de marketing digital. São inúmeras possibilidades por meio de novas segmentações, canais e formatos para utilizar este tipo de plano.

O desafio das estratégias de marketing digital para as empresas que visam negócios B2B é saber distinguir o tomador de decisão, influenciador de opinião e o comprador. “Por exemplo, se a estratégia estiver focada no comprador, mas ele não é o tomador de decisão, a chance dessa iniciativa fracassar é enorme. Após a diferenciação entre os profissionais, chega o momento de saber impactá-los nos diversos horários, seja durante o trabalho ou lazer”, destaca Douglas Ribeiro, Operations Manager da GhFly, é uma agência referência em marketing digital e líder em performance.

Para Diego Carmona, CVO da leadlovers, plataforma de automação de marketing digital, identificando que a responsabilidade e a relação em negócios B2B, é um pouco diferente das negociações B2C, principalmente quando se trata de público, é evidente que a estratégia muda ”Claro que sem deixar de lado o fato de que são pessoas do outro lado, mas levando em consideração que o peso na mão da pessoa que negocia é maior por afetar a instituição inteira”, diz Carmona.

Também é importante levar em consideração que por ser uma venda mais complexa, o público costuma ser mais exigente, seletivo, high touch e fiel. “Eles não compram por impulso, logo, exigem uma negociação muito pautada pela racionalidade e pela clareza de todos os pontos”, afirma Taynar Costa Marketing Coordinator da DIWE, primeira agência de profound marketing do país.

Outro ponto, é que jornada de compra no B2B é, geralmente, mais longa, muito pautada pela racionalidade e negociação e passa por diversas etapas, como análises da necessidade do produto, orçamento disponível e necessidade do investimento. “Nesse sentido, as ações devem ser mais direcionadas, segmentadas e com cadências mais frequentes e objetivas. É preciso ter um entendimento maior sobre o setor em que o negócio está inserido, bem como as necessidades de médio e longo prazo, se pensarmos na necessidade de se tornar um parceiro estratégico” finaliza Taynar.

Para compreender a melhor maneira de se comunicar com o seus públicos de interesse e elaborar um planejamento mais assertivo é importante fazer uma análise de mercado. Nesse sentido uma ferramenta de Big Data Analytics é imprescindível. “Adotar o uso desse tipo de plataforma é fundamental. Com elas é possível trazer dados de inteligência competitiva e fortalecer as decisões dos gestores de comunicação e marketing, desde a etapa do planejamento até a mensuração de dados”,afirma Eduardo Prange, CEO da Zeeng primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação. “Quem não utiliza esse tipo de ferramenta acaba tendo mais dificuldade operacional para conseguir informações, mesmo que seja da sua própria empresa, já que o objetivo desse tipo de plataforma é complementar informações que as organizações têm de si, com os elementos do mercado em que atua”, finaliza Prange.

Vale ressaltar que a conexão emocional com marcas B2B é superior ao B2C, conforme revela o Google e Motista. Isso indica que a fidelidade e confiança tendem a ser maior, logo é muito importante ter uma estratégia adequada não somente durante a aquisição de novos clientes, mas na manutenção deles.

Fonte: Ecommercenews