Big data: como tornar as estratégias de marketing mais assertivas?

Conjuntos de dados grandes e complexos perdem seu potencial se gerenciados apenas por meio de processos tradicionais

O big data, termo popular nos últimos anos, descreve um grande volume de dados armazenados na internet. A quantidade desses dados no mundo tem dobrado a cada dois anos e atingirá 40 trilhões de gigabytes em 2020, de acordo com estatísticas do Gartner e IDC – Instituto de Inteligência de Mercado.

Entretanto, essa tecnologia ainda não é comum aos tomadores de decisão, que não entendem ao certo o que podem fazer com todas as informações obtidas por meio do Big Data Analytics. Um estudo feito pela The Economist Intelligence Unit revela que 35% dos executivos acreditam que o grande obstáculo para empregar esses dados é a falta de conhecimento de como utilizá-los em seus setores.

O grande X dessa questão está aí. Não na quantidade de dados oferecidos, mas no que as empresas têm feito com essas informações. Conjuntos de dados grandes e complexos perdem seu potencial se gerenciados apenas por meio de processos tradicionais. Análises estratégicas geram valor para seus negócios e serão um importante diferencial competitivo nos próximos anos.

Quando usados de forma correta, os dados possuem potencial para extrair insights, reduzir custos de operações, desenvolver novos produto, criar ofertas otimizadas, entre muitas outras vantagens. Falar com o público-alvo da sua empresa nunca foi tão complexo e ao mesmo tempo tão assertivo. Consumidores omnichannel, cada vez mais conectados, espalham ricas informações por onde se conectam. O que podemos fazer com tudo isso? A tecnologia big data e as novas formas de processamento oferecem infinitas possibilidades de se aproximar, comunicar e cativar a atenção seu cliente, viabilizando a otimização das experiências que ele tem com a sua marca.

Um dos recursos utilizados atualmente pelas agências de comunicação é o data driven marketing. Termo que se refere ao uso dos dados para análise e tomada de decisão empresarial. Ele permite que o marketing fale exatamente o que o consumidor deseja ouvir ou ler. Com esses dados, a empresa pode se antecipar e fazer projeções de acordo com o comportamento do cliente agora e no futuro, desenvolvendo estratégias objetivas.

Um bom exemplo sobre o uso de big data a favor das melhorias da comunicação entre empresa e consumidor é a rede de franquias McDonald’s. Eles usam os dados não estruturados, como fotos, localização, gênero, faixa etária e assuntos mais discutidos do momento em redes sociais, para o trabalho de brainstorm. Parecem informações “básicas”, mas, quando bem analisadas, auxiliam na criação de campanhas assertivas, que estimulam a conversão de prospects em novos clientes e fidelizam o seu atual consumidor.

Por fim, declaro: não existe mais a possibilidade de as empresas não unirem o marketing off-line ao online. É preciso convergir e integrar. Use a tecnologia a favor do seu negócio.

Fonte: Proxxima

Zeeng é destaque na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

100 ideias de futuro para montar o seu negócio em 2018

A Zeeng foi destaque na edição da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios na matéria de capa sobre as startups que vêm se destacando em meio à revolução digital que dominou todas as áreas da economia.

A reportagem sobre as 100 ideias de futuro para montar o seu negócio em 2018 apresenta ferramentas como algoritmos de inteligência artificial, plataformas de realidade virtual e dispositivos de internet das coisas que já estão disponíveis para empresas de qualquer tamanho ou setor.

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Com robô de arrecadação eleitoral, empresa cresce mirando 2018

Empresa gaúcha cresceu vinte vezes em um ano oferecendo prestação de contas digital, análise de big data e mecanismo para arrecadar doações

Cinco empreendedores do interior gaúcho iniciaram um negócio de prestação de contas eleitorais de forma digital. Em janeiro, tinham 25 clientes entre políticos, partidos e diretórios. Agora, esse número chegou a 510, vinte vezes mais, com a oferta de um novo serviço que coincide com a maior preocupação atual dos partidos de olho em 2018: a arrecadação eleitoral. Na próxima eleição, a doação de empresas privadas para campanhas está vetada, mas a doação de simpatizantes dos candidatos é permitida.

“Os partidos vivem hoje a síndrome do ‘sonho de ganhar na Mega-Sena’. Criamos a figura do doador oculto. A gente liga para os partidos e tenta fazer doação para eles. Eles dizem que as pessoas não doam, porque a política está desgastada e não existe essa cultura de doação. É verdade. Mas tentamos doar, como teste, para cinquenta diretórios do país e não tivemos sucesso com nenhum. O atendimento é ruim, não sabem informar se é por depósito, débito, boleto. A experiência é péssima”, contou a VEJA Guilherme Anderson Sturm, de 30 anos, contador e CEO da EssentJus.

A ideia de criar um “robô de arrecadação surgiu quando os contadores perceberam que muitos políticos ou diretórios não contratavam a prestação de contas digital por falta de previsão de verba para o ano que vem. Os clientes da EssentJus pertencem a treze partidos como PTPSDB e Progressistas, para citar alguns.

“Criamos essa funcionalidade onde o partido ou o candidato cadastra pessoas para montar listas. Então, nosso robô começa trabalhar: dispara convites por e-mail ou por mensagem de celular, arrecada fundos por meio de cartão de crédito ou boleto. Essas doações podem ser tanto pontuais como recorrentes, com programação mensal, por exemplo. O partido também pode usar o robô para vender bandeira, camiseta e ingresso para eventos”, explica o CEO.

Guilherme Anderson Sturm, de 30 anos, à esquerda, e os sócios da EssentJus, empresa de Tucunduva, no interior do Rio Grande do Sul, que ajuda candidatos de todo o Brasil a prestar contas e a arrecadar doações (EssentJus//Com robô de arrecadação eleitoral, empresa cresce mirando 2018/Divulgação)

O serviço funciona com uma mensalidade que, com a gestão legal das contas e robô de arrecadação, custa apenas 79,90 reais mensais para diretórios partidários de porte pequeno. A startup surgiu de uma empresa de mais de 40 anos que presta serviço a partidos desde 1998. Sturm trabalhou dezessete anos na empresa da família até criar a nova empresa. A startup funciona em Tucunduva, cidadezinha de 5.000 habitantes, no noroeste do estado, e tem clientes em São PauloGoiásRio Grande do NorteMinas Gerais e Santa Catarina. Sturm pretende dobrar o número de clientes ainda nesse ano e para crescer ainda mais no ano que vem. “Aprendemos com a política que quando atingimos a meta, nós dobramos a meta”, brinca.

A EssentJus atende até mesmo clientes que concorrem entre si. Em 2016, a empresa fez a prestação de contas tanto da campanha de Raul Pont (PT) à prefeitura de Porto Alegre como da campanha de Nelson Marchezan Jr. (PSDB), que foi eleito. “Temos uma postura discreta. E tomamos todos os cuidados como não ter ninguém na equipe que seja filiado a algum partido. Temos uma postura muito neutra e garantimos o sigilo sem vazamento de qualquer informação”, explica Sturm.

Para “dobrar a meta” de clientes, além da prestação de contas e arrecadação, a EssentJus está iniciando uma parceria que oferece também análise de dados, o chamado “big data”. Junto com a empresa Zeeng, a startup gaúcha vai ajudar candidatos a analisar o comportamento do eleitorado através de um monitoramento de ações digitais como postagens em redes sociais notícias e audiência.

Com a experiência de contador, o empresário percebeu que muitas campanhas têm a prestação de contas reprovada por falta de conhecimento, não necessariamente por falhas intencionais. Por isso, acredita que sua empresa pode colaborar para tornar a prestação e contas mais transparente. “Se a gente quer que a política mude, a gente tem que proporcionar mudanças para que o sistema melhore e não afaste um monte de gente legal que não vai querer entrar nesse circuito”, explica.

Fonte: VEJA

Zeeng Drops – #04 – Entrevista Domingos Secco Junior

Confira no Zeeng Drops de hoje a nossa entrevista com Domingos Secco Junior, sócio da Alright Media Technology Hub. Desde 1999 faz pesquisa, criação e planejamento no meio digital. Trabalhou nas agências AG2, Cubocc e LiveAd nas áreas de atendimento, mídia e business intelligence, atendendo clientes como Unilever, Diageo, Pepsico, Lojas Renner e Vivo. Como empreendedor atua com design, inovação e modelagem de negócios digitais. É co-criador dos projetos de empoderamento social PortoAlegre.cc e Redenção.cc. Palestrou no Proxxima 2017, onde apresentou sua visão sobre mídia programática.


Zeeng Drops é o nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

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Itaú é o Banco com o maior ativo Digital, segundo estudo da Zeeng e Today

Empresas lançam estudo que revela como as principais instituições financeiras se comportam no ambiente online

A Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, em parceria com a Today, agência especializada em estratégia e criatividade para marcas, anunciam o lançamento do relatório “Análise do Mercado Financeiro no Ambiente Digital”, que tem o objetivo de mostrar o comportamento dos principais players do mercado financeiro na internet. O estudo, que mapeou 20 instituições do setor, revelou que o Itaú é o líder em volume de seguidores e em interações nas redes sociais, além de ser o banco particular melhor colocado no ranking.
Para chegar a essas conclusões, o relatório explorou as redes sociais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube), e indicadores como volume de notícias, média de visitantes diários, tempo de visita, taxa de rejeição, percentual de visitas oriundas de mecanismos de busca e exibições dos websites.

“Acredito que ao fazer uma análise detalhada sobre a interação dos consumidores com marcas de instituições financeiras nas mídias sociais, nós colaboramos com os gestores de marcas no desafio de fazer um diagnóstico do atual momento e definir estratégias de marketing e comunicação para suas empresas”, comenta Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

O estudo também mostrou que a Caixa Federal é o banco com melhor índice do Ranking Brasil, que índica a popularidade de um site, comparado a todos os sites de todas categorias no Brasil, e foi o segundo que mais apareceu em notícias, só atrás do BNDES com 3478. Nas redes sociais, por exemplo, a instituição ficou em 3º no volume de seguidores e em 5º na quantidade de interações. O Banco do Brasil, por sua vez, apresentou números ligeiramente abaixo da Caixa no ranking e no volume de notícias, com 2067. Já Bradesco e Santander aparecem como os bancos particulares com o maior volume de notícias. Nas redes sociais, as duas instituições ficam, respectivamente em 2º e 3º, só atrás do Itaú, que é o 1º colocado.

“É notável que mercado financeiro tem passado por muitas mudanças, graças à transformação digital dos negócios. Como hoje, os novos hábitos de consumo são uma das principais forças atuantes no mercado, é importante entender o que as instituições de um setor tão tradicional como o financeiro têm feito para engajar o seu público”, finaliza Adilson Batista, fundador e diretor de estratégia da Today.

Confira o Estudo na íntegra:

O estudo completo pode ser baixado aqui.

Sobre a Zeeng

A Zeeng é a primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, com o objetivo de auxiliar e otimizar a tomada de decisão dos gestores do segmento. A Zeeng Data Driven Platform reúne dados provenientes de redes sociais, notícias e Web Analytics.

Sobre a Today
A Today é especialista em estratégia e criatividade para marcas. Foi fundada em 2013 por Adilson Batista, profissional que tem 23 anos no mercado digital e atuação em grandes empresas. Entre seus clientes estão a Mercedes-Benz, CVC, Carrefour Serviços Financeiros, AOC, Philips, Avis/Budget, PagSeguro, Café Orfeu, Marfrig, Sem Parar, 99Corp, PagSeguros e FreeCô.

O Big Data e as eleições de 2018

HÁ UM ANO DAS ELEIÇÕES, BOLSONARO, LULA E DÓRIA REGISTRAM MAIORES ATIVOS DIGITAIS NO FACEBOOK

Jair Bolsonaro, Lula e João Dória possuem o maior ativo digital no Facebook entre os potenciais candidatos à presidência, com 4,7 milhões, 3 milhões e 2,8 milhões de fãs, respectivamente. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada pela Zeeng Data Driven Platform, plataforma de Big Data Analytics voltada ao setor de Marketing e Comunicação, que tem como objetivo construir um panorama do período que antecede as eleições de 2018.

Faltando pouco menos de um ano para a próxima eleição presidencial no Brasil, o levantamento avaliou a presença de possíveis candidatos à presidência nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e YouTube) e também na imprensa online. Foram analisados 12 nomes que provavelmente estarão na disputa: Álvaro Dias (Podemos), Ciro Gomes (PDT), Eduardo Jorge (PV), Fernando Haddad (PT), Geraldo Alckmin (PSDB), Jair Bolsonaro (PSC), Joaquim Barbosa (sem partido), João Doria (PSDB), Luciana Genro (PSOL), Lula (PT), Marina Silva (Rede) e Ronaldo Caiado (DEM).

Quando o assunto é o Twitter, Marina Silva desponta como a candidata com a maior base de fãs: 1.802.306 seguidores – um legado oriundo de sua candidatura nas eleições em 2014. A rede social, aliás, é a única onde Joaquim Barbosa possui base expressiva. O ex-ministro conquistou um ativo de mais de meio milhão de seguidores.

Já no Instagram, os destaques ficam por conta de João Dória e Jair Bolsonaro, onde isoladamente cada um possui uma base de seguidores maior do que todos os demais candidatos somados. Dória, que usou a ferramenta com bastante frequência durante sua candidatura a prefeito de São Paulo em 2016, aparece com pouco mais de 741 mil seguidores, enquanto Bolsonaro registra cerca de 612 mil.

Confira o estudo na íntegra:

Para fazer o download do estudo, acesse: https://goo.gl/U3U4HQ

YouTube: plataforma é pouco explorada

Na contramão da forte atuação dos políticos nas outras plataformas digitais, o YouTube se mostrou uma ferramenta que pouco engaja os eleitores. As visualizações totais não ultrapassam 1 milhão, um número relativamente baixo, se considerarmos que no Brasil, 95% da população online acessa a plataforma pelo menos uma vez por mês, representando 98 milhões de brasileiros, segundo dados do Google.

Vale notar que João Dória e Ronaldo Caiado não deixam aberto o volume de inscritos em seu canal, e Joaquim Barbosa e Fernando Haddad não possuem perfis na rede. Já Jair Bolsonaro construiu uma base de inscritos absolutamente superior aos outros concorrentes e possui muitas interações positivas (curtidas) em seu canal.

Lula é destaque na imprensa online

Entre os meses de setembro e outubro, Lula foi o candidato com maior evidência na imprensa online. O ex-presidente registrou um total de 6.398 notícias com o seu nome na web. Dória, Alckmin e Bolsonaro aparecem em seguida com 3.117, 2.031 e 1.542, respectivamente.

O efeito dos dados na dinâmica dos CMOs

Agências, clientes, analistas e consultorias concordam que a área será cada vez mais analítica e focada em melhorar a experiência dos consumidores

De um lado, um consumidor cada vez mais conectado, exigente e vigilante quanto ao posicionamento das marcas. De outro, áreas que vivem transformações profundas recentes diante da necessidade de aplicar dinâmicas mais ágeis e passar a compreender a quantidade cada vez maior de dados disponíveis. Diante deste contexto, um tema em especial não sai da pauta dos executivos de marketing: a análise eficiente dos dados.

Levantamento da Harvard Business Review mostra que automação, big data e a inteligência artificial já foram capazes de afetar 50% da economia mundial. Na semana passada, Jeffrey Sachs, diretor da Rede de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, afirmou, em entrevista à Folha, que o mundo depende dos engenheiros e dos dados para sua preservação.

Em entrevista recente ao Meio & Mensagem, Michelle Peluso, chief marketing officer (CMO) da IBM, disse que o marketing evoluiu de uma área pensativa e funcional focada em criatividade para um driver dinâmico, tempo real, analítico e focado em experiência do cliente e dos desempenhos da empresa. “São muitas as grandes mudanças ocorridas no marketing, moldadas, sobretudo pela preocupação em nos conectarmos com os clientes, da necessidade de gerar resultados e liderar as equipes neste contexto de mudança. O digital, sem dúvida, mudou as transações”, diz Michelle.

Pesquisa recente, da própria IBM, feita em parceria com a consultoria Oxford Economics e baseada em entrevista com 525 CMOs, incluindo países da América Latina, mostra que 64% dos executivos entrevistados acreditam que suas indústrias estarão preparadas para gerenciar grande quantidade de dados e sistemas de inteligência artificial nos próximos três anos. Apesar do otimismo, no entanto, somente um grupo de 24% dos participantes da pesquisa afirma ter uma estratégia estabelecida atualmente para tal.

Fabrício Cardoso, sócio e líder de práticas digitais da EY, enxerga uma transformação no dia a dia do CMO que já é irreversível. “Na forma como ele tem de tratar a comunicação e a análise do ambiente. Esse ambiente se alterou. Antes, ele só tinha mídia off-line, agora, o ambiente é mais complexo”, afirma. Para Abel Reis, CEO da Dentsu Aegis Network, a mudança na forma de captar e gerenciar dados também tem impacto direto na dinâmica das agências e no relacionamento que elas possuem com seus clientes. “Vai ser indispensável, em muito pouco tempo, que as agências incorporem ou passem a sentar com o cliente à mesa e discutam um desafio de negócios e suas consequências do ponto de vista de comunicação com rigor analítico e capacidade de formulação de estratégias”, afirma Reis.
Apesar dos desafios de preparo em relação ao gerenciamento dos dados, Fernanda Rocha, diretora de marketing e relacionamento da Fortes Tecnologia, explica que os maiores ganhos deste movimento são a aplicação eficiente deles são em termos de experiência do cliente, usabilidade das soluções, melhor análise de ROI de Marketing. “Essa realidade está longe da maior parte das empresas brasileiras, que são em sua maioria de pequeno e médio porte. Entendo que para esse público, a computação cognitiva é uma promessa distante ainda”, reforça Fernanda.

Fonte: Meio & Mensagem

6 livros que todo o cientista de dados deveria ler

A melhor maneira de se manter atualizado e em contato com a evolução do seu mercado é cultivando o conhecimento teórico ao mesmo tempo em que se desenvolve a experiência na prática. Esta combinação de habilidades é crucial e certamente vai ajudá-lo a ter maior sucesso na sua área de atuação.

Para quem trabalha com Data Science não é diferente. Para ser bem sucedido neste meio você precisa estar preparado para passar o tempo fazendo pesquisas e ampliando continuamente o seu conhecimento.

Mesmo exercendo suas atividades práticas no dia a dia é extremamente necessário o estudo para se manter em contato com as tendências atuais.

Embora existam muitos conteúdos disponíveis na Internet, sugerimos especificamente alguns dos melhores materiais impressos lá fora. São eles:
1. Machine Learning Yearning, de Andrew Ng

Este material, desenvolvido pelo Andrew Ng, apresenta por que a Inteligência Artificial, o Machine Learning e o Deep Learning estão efetivamente transformando a industria.

Machine Learning Yearning

2. Hadoop: The Definitive Guide, de Tom White

O Apache Hadoop é o principal framework usado para processar e gerenciar grandes quantidades de dados. Qualquer pessoa que trabalhe com programação ou ciência de dados deve se familiarizar com a plataforma.

Tom White, um consultor Hadoop especialista e membro da Fundação Apache Software, escreveu o guia definitivo repleto de insights e recursos úteis. Mais importante ainda, ele irá acompanhá-lo através de todo o processo de configuração para se trabalhar com Hadoop.

Hadoop: The Definitive Guide

3. Predictive Analytics, de Eric Siegel

Intitulado Predictive Analytics: o poder de prever quem vai clicar, comprar, mentir ou morrer, este livro explica detalhadamente como você pode tratar a maioria das formas de dados e informações, e transformá-los em previsões ou insights acionáveis.

É tarefa de um cientista de dados analisar dados crus e não estruturados e identificar tendências e padrões utilizáveis. Este livro não só irá ajudá-lo a fazer isso, mas também criar os algoritmos preditivos necessários para melhorar as operações e os processos futuros. Considere a Bíblia da análise preditiva.

Predictive Analytics: The Power to Predict Who Will Click, Buy, Lie, or Die
4. Storytelling With Data, por Kole Nussbaumer Knaflic

Storytelling With Data: um guia de visualização de dados para profissionais de negócios é uma leitura crucial para qualquer pessoa no mercado.

O livro trata da organização e extração de grandes quantidades de dados. Isso significa livrar-se de dados excessivos e pouco claros, melhorando os processos de coleta de dados e a experiência na visualizações de dados relevantes e práticos.

É o guia definitivo para aprender o que você deve fazer com todos os dados úteis que você armazena. Muitas das idéias se aplicam à tecnologia em geral, e é útil mesmo para aqueles que estão fora da área de Data Science.

Storytelling With Data
5. Inflection Point, por Scott Stawski

Mais do que apenas um guia teórico, revela sistemas de trabalho reais e descreve como você pode adaptá-los ao seu negócio ou empresa.

A parte importante é que você aprende com o livro, de maneira clara, como implementar ferramentas e plataformas dentro de sua organização.

Inflection Point
6. An Introduction to Statistical Learning with Applications in R, por Gareth James et al.

Aprendizagem estatística e métodos relacionados são necessários para trabalhar com a ciência dos dados. Este livro foi projetado para ajudar a todos os perfis de público, desde em entusiasta ou estudante até um Ph.D.

Também oferece uma ótima seleção de experiências e práticas R, com explicações detalhadas e orientações passo a passo.

An Introduction to Statistical Learning with Applications in R

 

Fonte: Kayla Matthews Para ler mais postagens da Kayla, assine seu blog Productivity Bytes.

Zeeng quer bater R$ 1 milhão em 2018

Zeeng, startup responsável por um plataforma de big data analytics voltada para gestores de marketing e comunicação, espera fechar o ano de 2018 com um faturamento de R$ 1,2 milhão.

Para isso, a empresa tem a expectativa de finalizar o ano com uma carteira de 50 clientes. Hoje, a startup atende a 22 empresas.

O resultado esperado para os próximos dois anos é de um faturamento de R$ 9 milhões, com 1,5 mil clientes.

A startup possibilita o acompanhamento de ações das marcas online e busca antecipar movimentos estratégicos ao entender o comportamento do mercado.

O sistema opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, análises de comportamento em mídias sociais e presença online.

Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que buscam facilitar a geração de insights.

A mensalidade para o uso da ferramenta varia de acordo com o número de marcas que o cliente deseja monitorar.

Além de departamentos de marketing internos, que utilizam a plataforma para monitorar sua marca e dos concorrentes – a Zeeng é utilizada por agências de publicidade, que acompanham seus clientes e as marcas que competem no mesmo mercado das empresas que atendem.

Com os 22 clientes atuais, a Zeeng conta com 850 marcas monitoradas em sua plataforma. Em dois anos, o número deve passar para 5 mil.

“Hoje, quase 80% dos clientes da Zeeng são agências, que acabam mostrando a ferramenta para as empresas atendidas e gerando um interesse na equipe de marketing em contar com as informações também internamente. Nos próximos dois anos, esperamos que a proporção de agências entre nossos clientes seja de 50%”, detalha Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Antes de criar a Zeeng no final do ano passado, Prange também fundou a Seekr – startup de monitoramento de marcas nas mídias sociais que realizou em março deste ano uma fusão com a Direct Talk, formando a Hi Platform.

César Paz, fundador da AG2, foi investidor-anjo da plataforma. Desde 2016, quando deixou de atuar na operação diária da agência, Paz tem se dedicado a consultoria de marketing digital e ao universo de startups, atuando como investidor em empresas como MPQuatro, Minovelt, Alright, Delta e Lookbel. Além dele, a Plugar, companhia de Porto Alegre que atua com inteligência de dados, se tornou sócia da Zeeng.

A plataforma reúne informações oriundas de redes sociais, notícias e bases de dados públicas de instituições, como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras.

O conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções do mercado para auxiliar os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

Fonte: Baguete

Zeeng Drops – #03 – Entrevista Roberto Ribas – CSO (Chief Strategy Officer) da Brivia

Confira no Zeeng Drops de hoje a nossa entrevista com Roberto Ribas, Diretor de Estratégias da Brivia Digital Branding Co., umas das principais Agências Digitais independentes do Brasil. Em sua trajetória o publicitário foi co-fundador da AGADi (atual ABRADi) e liderou dezenas de projetos para grandes empresas como: VIVO, Braskem, Sicredi, AES Brasil, Cetip, Banco Original entre outros.

Zeeng Drops é o nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

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