Tomador de decisão, influenciador de opinião e o comprador: Como entender a jornada do consumo pode fazer o marketing digital impulsionar o mercado B2B

Com um mercado cada vez mais competitivo, tem se tornado um desafio para empresas com foco em B2B divulgar os seus produtos, apesar de ainda existir um espaço muito grande para crescer por meio de estratégias de marketing digital. São inúmeras possibilidades por meio de novas segmentações, canais e formatos para utilizar este tipo de plano.

O desafio das estratégias de marketing digital para as empresas que visam negócios B2B é saber distinguir o tomador de decisão, influenciador de opinião e o comprador. “Por exemplo, se a estratégia estiver focada no comprador, mas ele não é o tomador de decisão, a chance dessa iniciativa fracassar é enorme. Após a diferenciação entre os profissionais, chega o momento de saber impactá-los nos diversos horários, seja durante o trabalho ou lazer”, destaca Douglas Ribeiro, Operations Manager da GhFly, é uma agência referência em marketing digital e líder em performance.

Para Diego Carmona, CVO da leadlovers, plataforma de automação de marketing digital, identificando que a responsabilidade e a relação em negócios B2B, é um pouco diferente das negociações B2C, principalmente quando se trata de público, é evidente que a estratégia muda ”Claro que sem deixar de lado o fato de que são pessoas do outro lado, mas levando em consideração que o peso na mão da pessoa que negocia é maior por afetar a instituição inteira”, diz Carmona.

Também é importante levar em consideração que por ser uma venda mais complexa, o público costuma ser mais exigente, seletivo, high touch e fiel. “Eles não compram por impulso, logo, exigem uma negociação muito pautada pela racionalidade e pela clareza de todos os pontos”, afirma Taynar Costa Marketing Coordinator da DIWE, primeira agência de profound marketing do país.

Outro ponto, é que jornada de compra no B2B é, geralmente, mais longa, muito pautada pela racionalidade e negociação e passa por diversas etapas, como análises da necessidade do produto, orçamento disponível e necessidade do investimento. “Nesse sentido, as ações devem ser mais direcionadas, segmentadas e com cadências mais frequentes e objetivas. É preciso ter um entendimento maior sobre o setor em que o negócio está inserido, bem como as necessidades de médio e longo prazo, se pensarmos na necessidade de se tornar um parceiro estratégico” finaliza Taynar.

Para compreender a melhor maneira de se comunicar com o seus públicos de interesse e elaborar um planejamento mais assertivo é importante fazer uma análise de mercado. Nesse sentido uma ferramenta de Big Data Analytics é imprescindível. “Adotar o uso desse tipo de plataforma é fundamental. Com elas é possível trazer dados de inteligência competitiva e fortalecer as decisões dos gestores de comunicação e marketing, desde a etapa do planejamento até a mensuração de dados”,afirma Eduardo Prange, CEO da Zeeng primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor de marketing e comunicação. “Quem não utiliza esse tipo de ferramenta acaba tendo mais dificuldade operacional para conseguir informações, mesmo que seja da sua própria empresa, já que o objetivo desse tipo de plataforma é complementar informações que as organizações têm de si, com os elementos do mercado em que atua”, finaliza Prange.

Vale ressaltar que a conexão emocional com marcas B2B é superior ao B2C, conforme revela o Google e Motista. Isso indica que a fidelidade e confiança tendem a ser maior, logo é muito importante ter uma estratégia adequada não somente durante a aquisição de novos clientes, mas na manutenção deles.

Fonte: Ecommercenews 

8 startups brasileiras que podem ajudar a escalar o seu negócio em 2018

Soluções se debruçam em tecnologias emergentes como big data, analytics e inteligência artificial para movimentar o mercado B2B

 

No caminho sem volta da transformação digital, muitas empresas tradicionais e mesmo as nascentes podem se perder se não adotarem boas práticas digitais para os seus negócios.

É claro, nem todo negócio é igual ao outro, mas o que os diferenciam é o segmento de atuação. O comportamento, planos, visão empreendedora com foco em inovação são os grandes desafios para se ter sucesso.

Na lista abaixo, selecionamos oito startups brasileiras que desenvolvem soluções dedicadas ao mercado B2B e que podem ajudar a escalar o seu negócio em 2018.

Vianuvem

A startup oferece uma plataforma para gestão de documentos e processos em nuvem para empresas, chamada de Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED). A tecnologia prevê gerar, controlar, armazenar, compartilhar e recuperar informações existentes em documentos. A solução digital, segundo Fredy Evangelista, CEO da Vianuvem, traz redução no uso de papéis e otimiza os processos internos como contratos, notas fiscais, entre outros. O serviço avalia as necessidades específicas do cliente e oferece um sistema modular, o que possibilita a implantação gradativa do GED.

upLexis

A empresa oferece tecnologias para análise e interpretação de grandes volumes de dados extraídos da internet e de outras bases de conhecimento, disponibilizando informações relevantes para outras empresas escalarem. Utilizar dados extraídos de do chamado big data pode dar vantagens competitivas para conhecer clientes, gerar novos leads e evitar fraudes com compliance.

Zeeng

Por meio de uma plataforma com interface simples e intuitiva, a Zeeng criou uma plataforma de big data analytics para o setor de marketing e comunicação. A startup atua junto às companhias da área para antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado e dos seus consumidores.

Propz

A startup oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. A tecnologia proporciona um aumento de até 10% no ticket médio e mais de 6% na frequência em lojas.

Tracksale

Com a premissa de utilizar pesquisas no pós-venda para identificar e resolver os principais problemas e gargalos dos consumidores, a Tracksale oferece uma solução tecnológica para melhorar a experiência de compra. Com tecnologia Net Promoter Score do Brasil (NPS), a plataforma permite que as marcas possam coletar, de forma ágil e fácil, seus feedbacks, feitos por meio de uma única pergunta realizada via e-mail, SMS, websites, widget e aplicativos: “Em uma escala de zero a dez, quanto você recomendaria a empresa e o porquê?”.

Cobli

A startup paulistana, especializada no controle de frotas, telemetria e roteirização, desenvolveu um sistema capaz de fornecer, em tempo real, mais de cinco mil informações sobre o veículo. Por meio de inteligência artificial e com mais de um bilhão de quilômetros registrados, a empresa monitora e entrega relatórios que avaliam a logística, rastreamento de veículos, roteirização e acompanhamento do modo de condução dos motoristas.

Konduto

A startup tem como objetivo monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com isso, calcular em menos de 1 segundo a probabilidade de fraude em uma transação on-line. Além disso, o sistema também leva em consideração informações “básicas” da análise de risco, como geolocalização, validação de dados cadastrais e características do aparelho utilizado na compra (fingerprint), gerenciamento de regras condicionais e revisão manual.

Trustvox

O consumidor está cada vez mais exigente antes de adquirir um determinado produto, por isso eles estão em busca de sites que prezam pela transparência e sinceridade. Pensando nisso, a Trustvox desenvolveu solução que certifica reviews no Brasil, assegurando a veracidade das avaliações. O propósito é tornar o mercado do e-commerce mais transparente e, por consequência, gerar cada vez mais vendas aos comerciantes.

Fonte: IDG Now