Logins do Facebook podem ser comprados por US$ 2,60 cada na Dark Web

Mais surpreendente do que saber que é possível adquirir logins e senha do Facebook na Dark Web, é tomar conhecimento da cotação de semelhante informação nesse mercado negro virtual. De acordo com um levantamento do site Money Guru, as informações pessoais para acessar a rede social são passadas por apenas US$ 2,60 a compradores mal intencionados.

Isso provavelmente diz algo sobre como os usuários e a própria companhia tratam esse volume de dados privados. Afinal, o relatório do referido site surge pouco depois do mais recente vazamento ocorrido no Facebook, cujo resultado foi o comprometimento de mais de 50 milhões de contas.

Mas os dados do Facebook não são os únicos transacionados na Dark Web. Logins e senhas individuais da rede social são apenas – é verdade – a mais barata das informações pesquisadas pelo Money Guru. Também é possível adquirir logins de emails por soma próxima, embora também estejam à disposição informações financeiras como os dados de cartões de crédito e débito, vendidos por US$ 14 e US$ 19,50, respectivamente.

Por fim, ao pesquisar um total de 26 dados privados associados aos principais serviços disponíveis na Web, o site revelou ser possível adquirir a identidade online completa de uma pessoa por menos de US$ 1 mil. Nesse pacote se incluem perfis em mídias sociais, contas em sites de venda e também em serviços de entretenimento, além de números de telefone e endereços.

“O fato de que scammers podem gastar menos de 750 libras para o acesso em potencial a dezenas de milhares [de contas pessoais] é algo assustador”, conclui o relatório. Sem dúvida que é.

Fonte: Money Guru

Lei de dados: a corrida pela adaptação do mercado

Empresas terão de se adequar a uma realidade em que conhecer a legislação sobre consentimento e transparência será essencial

Num painel com debate intenso e repleto de aprendizados, Vanessa Vilar, gerente jurídica de Brasil e LatAm da Unilever; Renato Opice Blum, economista, advogado especializado em direito digital e coordenador dos cursos de Proteção de Dados e direto digital do Insper; e Igor Puga, diretor de marketing e marca do Banco Santander, falaram sobre as implicações das novas leis de dados da Europa e do Brasil sobre o mercado em geral e, em especial, na indústria de comunicação. No palco do Maximídia, em São Paulo, eles falaram sobre pontos técnicos da lei, dificuldades de adaptação e desafios entre compliance e inovação.

Vanessa abriu a conversa falando sobre os obstáculos no caminho até a lei brasileira passar a vigorar, em fevereiro de 2020. “A gente já tinha um conjunto de normas que atacava isso de certa forma, como o Código de Defesa do Consumidor e a própria Constituição, mas de forma imprecisa, pois não trazia questões para o mercado sobre o que é privacidade, o que são dados sensíveis e outros pontos que só se tornaram mais claro ao se acompanhar a lei europeia”, falou a executiva. Para Vanessa, a principal diferença, porém, da realidade europeia que levou à implantação da General Data Protection Regulation (GDPR), é que lá já havia uma cultura de discussão sobre isso entre o mercado muito anterior à nova regulação.

Igor Puga destacou os conteúdos de consentimento e transparência presentes na Lei Geral de Proteção de Dados, o texto brasileiro. “No marketing a gente lida com dados de uma forma muito solta, sem avaliar o impacto no consumidor final. Mas quando você vai comprar remédio e a farmácia pede seu CPF para dar um desconto, parece tao efêmero, tão pequeno, que ninguém pensa na sequência, que isso não é exatamente um benefício, um programa de fidelidade”, disse o publicitário. “Imagine uma rede de farmácias que pega essas informações, reúne seus dados de suas doenças, os remédios que compra, e vende isso para um plano de saúde. O tamanho do ecossistema no qual a gente está metido tem um volume de trânsito de dados muito grande. E até pouco tempo não havia legislação, e para trabalhar o marketing com esses dados nós íamos até o limite do que permitia dentro de um risco jurídico.”

Renato questionou se o mercado brasileiro, advogados e consumidores estão realmente preparados para a proteção de dados. “Ou melhor: Estamos preparados para a desproteção de dados?”, provocou. Ele citou os termo de uso, por exemplo, algo que não se costuma ler até o final, detalhadamente, mas deverá ser uma prerrogativa. “Quando começarmos a coletar dados que possam identificar uma pessoa, terei de ter o consentimento, e para isso é preciso conhecer os termos. É um dos pontos, o mais relevante”, disse Renato. “A Europa está com dificuldade de entender e aplicar a legislação lá, e aqui será a mesma coisa. Tem muito trabalho pela frente.”

Igor comentou que está numa situação privilegiada, dentro do Santander, pois para o setor financeiro em geral, dados dos clientes é o principal ativo e, por isso, já há muitos profissionais no setor que pelo menos entendem da gestão dessas informações. Mas ponderou que na indústria de bens e outros setores não tem a mesma expertise. “O grande dilema é que os profissionais de marketing têm necessariamente formação em comunicação e não em negócios, são muito ancorados em meios tradicionais que não fazem uso de dados. Então esses profissionais não têm repertório o suficiente, anterior, para entender aquela legislação nova”, comentou Igor.

Renato complementou que o trabalho de orientação também é um efeito, ainda que sintomático, da lei. “Ao exigir a organização de seus dados na internet, com multas pesadas em caso de descumprimento, o propósito é, além de regulamentar, deixar o tratamento de dados mais sério e organizar melhor o mercado. O consentimento também vai, portanto, educar digitalmente o usuário e o mercado, não é só imposição. Às vezes a lei ajuda a conscientizar, porque a evolução tecnológica é muito rápida, então a legislação vem proteger e fazer as pessoas entenderem a importância de entenderem sobre o compartilhamento de seus dados.”

Vanessa destacou que, para ajudar na educação digital, é essencial que as empresas tenham parceiros confiáveis, com revisão de contratos, e acompanhamento diário da gestão dessas informações. E também que revisem o modo que colocam suas cláusulas para o público consumidor. “Um dado da Deloitte diz que 90% dos consumidores não lê os termos de uso. Temos de nos colocar no lugar do consumidor e sempre pensar se estamos fazendo o melhor para a pessoa entender, de forma eficiente.”

Fonte: Meio e Mensagem 

Quantas marcas – e dados – cabem em um cérebro?

Desafio da publicidade diante das limitações cognitivas e das novas tecnologias foram tema de painel da Kantar Ibope Media

O consumidor sempre precisou estar no centro de qualquer estratégia de negócio. Essa necessidade, no entanto, passa a ser ainda mais latente quando analisamos os múltiplos desafios que o setor de consumo tem pela frente. Parte deles foi apresentada pela CEO da Kantar Ibope Media, Melissa Voguel, que fez um contraponto entre a forma como os dados e as múltiplas informações são capazes de aproximar empresas e pessoas e, ao mesmo tempo, ponderou como a capacidade cognitiva humana está apta a absorver esse oceano de impactos e informações diárias.

“Vivenciamos a terceira era do consumo, que será pautada por múltiplos desafios de capacidade. O primeiro é a economia, que já não cresce mais, em diversos mercados, como cresceu no passo. O segundo é a capacidade de recursos naturais, que é finita. E o terceiro desafio é a capacidade cognitiva do ser-humano. Todos somos expostos a uma quantidade infinita de dados, mas o cérebro continua sendo o mesmo”, ponderou Melissa.

Na opinião da executiva, a atividade de consumo será estruturada em três pilares: experiência, relacionamentos e algoritmos. Para fazer a diferença nesse mundo de conexões tão múltiplas e geração de dados mais rápida do que a capacidade humana de processa-los, terão lugar, segundo a CEO da Kantar Ibope no Brasil, as marcas que conseguiram transformar informações tecnológicas em conexões relevantes, estabelecendo relacionamentos sólidos com as pessoas.

Para entender como os líderes de agências estão lidando com esse desafio, Melissa convidou ao palco do Maximídia o CEO e chairman da WMcCann, Hugo Rodrigues, o CEO da J. Walter Thompson, Ezra Geld e o sócio e CCO da Suno, Guga Ketzer. Cada um dos líderes falou sobre os desafios de usar os dados em prol da conexão humana.

Na opinião de Hugo Rodrigues, é preciso primeiramente aceitar que é impossível entender e prever as novas lógicas de consumo. “Estamos menos fieis, que tem condições está mais exigente e isso se deve a um aumento incrível da oferta que temos. Hoje temos mais ofertas e opções que jamais tivemos e a tecnologia, com sua contínua reinvenção, amplia esse cenário. A capacidade de reinvenção da tecnologia, hoje, é maior do que nossa capacidade de absorção. As marcas têm de ser humildes para entender que isso fará com que elas tenham consumidores menos fieis”, analisou o CEO e chairman da WMcCann.

Guga Ketzer ressaltou que todo o avanço tecnológico não pode afastar nunca o caráter humano da atividade. “A base da comunicação é sobre o ser humano e entende-lo passa por compreender um pouco de seu processo cognitivo. Não temos noção da rela capacidade que temos de pegar esses dados e transformá-los em outra coisa. O que acho é que vivemos um processo de alimentação via feed, que nos alimenta o tempo todo. E aí, vale um questionamento: até que ponto um algoritmo pode decidir o que ele acha que eu quero ver? O que tornou o ser humano um animal não-convencional foi, entre outras habilidades, a de caçar e criar instrumentos de cala. Quando só alimentamos os consumidores, será que estamos dando exatamente o que eles querem?”, questionou Guga.

Ezra Geld alertou sobre a possibilidade de a indústria estar, de certa forma, repetindo conceitos anteriores. “A gente vem se valendo de ferramentas que, aparentemente, nos ajudam a gerar relevância. Entendemos que isso nos permite chegar a targets mas não percebemos que isso substituiu o conceito de interrupção que já existia antes”, destacou o líder da J. Walter Thompson.

Fonte: Meio e Mensagem

“Nunca vi uma grande ideia não achar dinheiro”

Neste segundo dia de Maximídia, Juliana Azevedo, CEO da P&G, falou sobre temas que afligem o universo das marcas e agências

Para abrir a programação deste segundo dia de Maximídia, evento criado com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento do mercado, Salles Neto conversou com Juliana Azevedo, CEO da Procter & Gamble (P&G) no Brasil, sobre temas que afligem o universo das marcas e agências. Nesta quarta-feira, 3, assuntos como gestão de verbas no mundo digital, desafios gerados pelas novas tecnologias e comportamento do consumidor dominaram o palco do Hotel Unique.

Ao início do painel, Salles traz à tona a crise econômica que o Brasil vem enfrentando nos últimos anos. O período é responsável por tirar de cena a preocupação das empresas com construção de marca. Para Juliana, a crise muda o comportamento do consumidor, em termos de relacionamento com os anunciantes e pesquisa de compra. “A cadeia, como um todo, foi transformada”, disse. “A categoria de desodorantes, por exemplo, sofreu uma deflação. O consumidor brasileiro quer promoção. Mas, se você demonstrar o valor mais do que o preço, ele pagará por ele”. Segundo Juliana, a comunicação que quer conveniência, explorada antes da crise, não é mais suficiente.

Nesse cenário, a tecnologia assumiu um papel fundamental na vida do consumidor. O consumo de mídia, de cinco anos para cá, mudou bastante: a TV continua com alta penetração, porém, no universo jovem, o digital é tão alto quanto o meio televisão. “Mas, essas não são as únicas mídias. As pessoas estão o tempo todo nas ruas”, afirmou. “É preciso se aproveitar das mídias que vão além do on e off-line. A nossa missão é, com toda a informação disponível no mercado, entender por onde vale navegar”. Juliana contou que a  P&G está fazendo experimentos e tentando explorar a abordagem de startups, para construir planos que sejam melhores e que não usem só o físico e o digital.

Assim como o relacionamento de consumidores mudou, o trabalho com as agências sofreu alterações. “Há algumas tarefas que trouxemos para dentro de casa, como a gestão de dados, compra de mídia digital e pesquisa. E, essas coisas que se saem melhor”, afirmou Juliana. A profissional da P&G, por sua vez, ressaltou que as mudanças de atuação não aconteceram só entre agências, mas também dentro do universo dos anunciantes. “Os gestores de marcas tornaram-se gestores de atividades. Eu não vejo um futuro sem parceria com as agências, mas essas empresas precisam construir competências diferentes”.

Juliana revelou que, na evolução da P&G no Brasil, os primeiros 15 anos não contaram com trabalho da marca corporativa. “As pessoas nem sabiam pronunciar o nome. No entanto, ainda temos marcas que tem muito o que crescer individualmente”.

A profissional ainda contou que a empresa investe mais bilhões em pesquisa. “Mas, só a inovação que sai de laboratório e de produto não é o suficiente. Não vamos abandonar nossos cientistas, mas precisamos de velocidade”. Juliana disse que os planos para o Brasil, em temos de inovação, incluem: definição de problemas mais ampla; abertura de um centro de pesquisa focado em inovação, que inaugura no final deste 2018; e apostas na cultura de experimentos, para produto, ideia e distribuição.

Dessa forma, fica claro que a reputação criativa e o peso da publicidade, para a P&G, são muito importantes. No Brasil, são investidos mais de R$ 10 bilhões. “Trabalhar com publicidade pode ser um desafio ou uma oportunidade. Nunca vi uma grande ideia não achar dinheiro. Influenciadores e consumidores podem construir uma marca junto com a empresa . Ter muito bem definidos os elementos icônicos das marcas e as marcas é muito importante”, comentou Juliana.

Em todo esse contexto, a CEO falou que provar o valor do produto é desafiador. “Estamos revisando o portfólio de quase todos os nossos produtos. O Brasil, mais do que nunca, precisa de um portfólio vertical. Com o período econômico do País, precisamos apresentar produtos que caibam no orçamentos dos clientes”.

“Like a Girl”, case premiado em Cannes, é um exemplo de como as marcas podem trabalhar causas sociais. “As marcas precisam fazer muito mais do que fazem. Eu tive a honra de liderar a Always mundialmente. O posicionamento dessa marca é ajudar as meninas a terem confiança. Fizemos muita pesquisa, porque a confiança da mulher, que impacta todo o empoderamento durante a vida, cai na adolescência”, explicou Juliana. Na último estudo, 76% dos entrevistados consideraram “Like a Girl” um termo positivo. “Também influenciamos a moda, que usa esse termo para empoderamento”. A campanha também tem como foco a ação. “Há um pouco mais de dois anos, existiam poucos emojis que representavam as mulheres, de modo que não fossem elas dançando ou pintando as unhas. Fizemos 40 emojis, com a indústria, para as mulheres”. Juliana disse que a voz e o posicionamento precisam ser genuínos e parte integrante da estratégia.

Sobre 2019, Juliana falou que há boas expectativas. “Para nós que trabalhamos em uma empresa americana e reportamos os nossos resultados em dólar, não é fácil. Mas, se vivermos o mantra de manter as oportunidade de mercado e os consumidores como sempre, eu estou muito otimista. Há tendências, embora pequenas, mas positivas. E, isso é incentivador. A P&G está extremamente comprometida com o Brasil. O País está entre os três maiores mercados no mundo nas categorias que competimos. Vendemos produtos de uso diário e que não dá para viver sem. O centro de inovação representa o presente. Há muito o que fazer. Categorias que somos grandes e outras que somos pequenos. Então, o futuro é encorajador. Não podemos desperdiçar uma crise para criar coisas diferentes e crescer”.

 

 

Fonte: Meio e Mensagem

Facebook enfrenta bug e pode receber multa de até U$ 1,63 bilhão

Nesta sexta-feira (28) foi divulgada uma gigante falha de segurança no Facebook, onde hackers conseguiram total acesso a tokens de pelo menos 50 milhões de contas. Ou seja, potencialmente, os invasores teriam controle à todas as contas afetadas. Segundo o Wall Street Journal, a companhia acendeu a ameaça de uma multa que chega a U$ 1, 63 bilhão por parte da União Europeia.

O bug transitou em diversos recursos da rede social, o que fez com que a gigante tivesse de resetar os tokens dos 50 milhões de usuários e outras 40 milhões de contas como método de precaução.

O vice-presidente de gerenciamento de produtos da empresa afirmou à repórteres que os invasores tentaram coletar informações privadas dos usuários, mas ainda não se sabe ao certo se os hackers tiveram acesso à informações mais delicadas como conversas privadas no Messenger.

Segundo o Wall Street Journal, reguladores europeus não utilizaram ainda o GDPR para cobrar as multas. Resta saber agora se a multa aplicada seria a pena máxima, em especial se determinarem que o Facebook “tomou as medidas apropriadas para proteger os dados de usuários antes da invasão”.

Já nos EUA a possibilidade de multa é bastante remota, uma vez que eles não possuem um equivalente ao GDPR, portanto, enfrenta uma investigação da Comissão Federal de Comércio (FTC, na sigla em inglês) sobre violações de dados.

Fonte: AdNews

Zeeng é destaque na Liga Insights MarTechs

Zeeng é uma das startups brasileiras que está mudando o Marketing

 

Metodologia

O estudo tem como objetivo compreender como a área de Marketing está inovando e de que forma as startups que apresentam soluções para esse setor estão sendo desenvolvidas e aplicadas no Brasil. Após entendimento da cadeia e dos temas que envolvem a área, foi iniciada uma pesquisa para determinar quais são as inovações tecnológicas disponíveis atualmente e de que forma elas podem impactar os processos da área. Aqui foram considerados relatórios, estudos e informações de fontes como Statista, Forbes, IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), Bain&Company, Martech Advisor, Conductor, Gartner, OurSocialTimes, RockContent, Adobe, Econsultancy, DM News, UOL DIVEO, Affinion, Oxford Brookes University, McKinsey, BSA, Cohn & Wolfe, KPMG, Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Federação Mundial de Surdos, Business News, Business.com, Forrester, OutSocialTimes, Content Marketing Institute, MarketingProfs, TI Inside, Smart Insights, Marketo, NapcoResearch, Zendesk, ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), E-commercebrasil, Neustar, PEGN (Pequenas Empresas & Grandes Negócios), Saia do Lugar, Accenture Consulting, Gazeta do Povo, Procon, Frost & Sullivan, Sitel, Nielsen, Think With Google, Business Insider, entre outros.
Para entendermos melhor o cenário e importância das inovações na área de Marketing, tanto no mercado brasileiro quanto internacionalmente, entrevistamos mais de 30 empreendedores, profissionais e pesquisadores da área. Entre outras questões, buscamos entender como eles interpretam as startups que apresentam soluções para o setor, as oportunidades geradas, de que forma estão afetando a área e os principais desafios para o futuro. O estudo analisou 11.263 startups brasileiras e, dessas, 194 foram consideradas para a construção do landscape presente neste estudo.

Para a seleção das startups, utilizamos como critério incluir aquelas que apresentam algum tipo de atividade, serviço e/ou produto relacionados às áreas das seguintes categorias: Analytics, Data e Performance, Automação de Marketing, Conteúdos Interativos, CRM e Customer Success, Ferramentas de Comunicação, Fidelidade do Cliente, Gestão e Geração de Conteúdos, Marketing de Aproximação, Pesquisas, Reviews e Feedbacks, Plataformas de atendimento, Conectores e Produtividade, Social e Comunicação e Vendas e Geração de Leads. O mapeamento das startups foi realizado a partir de diversas fontes, como inscrições para os programas de aceleração e eventos da Liga Ventures, a plataforma DisruptBox, recomendações, notícias em portais de negócios, bases abertas e busca ativa de startups. Por se tratar de um mercado com mudanças constantes, este estudo é dinâmico e terá atualizações periódicas para contemplar esses movimentos e expor novas startups que não apareceram nesta versão.

 

 

Acesse o estudo completo aqui.

 

 

26 principais certificações de Big Data

Decida quais são as mais adequadas para a sua empresa e vá em frente

Big Data e Analytics são a alma de qualquer empresa de sucesso. Obter a tecnologia certa é um desafio. Mas construir a equipe certa, com as habilidades certas para empreender iniciativas a partir do uso dessas tecnologias pode ser ainda mais difícil. Não surpreendentemente, esse desafio é refletido na crescente demanda por habilidades e certificações de Big Data.

Se você está procurando uma maneira de obter vantagem, certificar a equipe em Big Data é uma ótima opção. As certificações medem os conhecimentos e habilidades dos profissionais em relação a benchmarks específicos do setor e dos fornecedores para garantir proficiência. O número de certificados de Big Data está se expandindo rapidamente.

Abaixo está o nosso guia para as certificações de Big Data mais procuradas para ajudá-lo a decidir quais são as mais adequadas para a sua empresa.

Certificações de Big Data valem a pena?
As organizações estão em busca de cientistas de dados e analistas com experiência em lidar com Big Data. Eles também precisam de grandes arquitetos de dados para traduzir requisitos em sistemas, engenheiros de dados para construir pipelines de dados, desenvolvedores que conheçam Hadoop e outras tecnologias, administradores e gerentes de sistemas para unir tudo.

Essas habilidades estão em alta demanda e são relativamente raras. Indivíduos com a mistura certa de experiência e habilidades podem exigir altos salários. As certificações certas podem ajudar a treinar o time nas habilidades necessárias para a sua empresa.

Tem mais: a análise avançada de dados será uma das principais forças que impulsionam a IoT.  E, de acordo com pesquisa recente da Foote Partners, a explosão de interesse na Internet das Coisas (IoT) está criando grandes déficits de pessoal. A IDC está prevendo um CAGR de 30% nos próximos cinco anos, enquanto a McKinsey espera que a IoT tenha um impacto econômico global de US $ 4 trilhões a US $ 11 trilhões até 2025, já que as empresas buscam mais insights sobre as tecnologias da IoT.

A Foote Partners considera que as principais habilidades de análise de dados na área de IoT incluem domínio de Apache Hadoop e módulos relacionados (HDFS, HBase, Flume, Oozie, Hive, Pig, YARN); NoSQL e NewSQL; Apache Spark; e Machine Learning e mineração de dados

“Recursos avançados de análise de dados são críticos demais para a empresa que deseja se manter competitiva”, diz David Foote, co-fundador, analista chefe e diretor de pesquisa da Foote Partners.

Portanto, convém analisar com calma as opções a seguir e decidir quais delas são mais indicadas para as necessidades da sua empresa.

1 – Amazon Web Services (AWS) Certified Big Data – Specialty
certificação AWS Certified Big Data – Specialty valida habilidades técnicas e experiência em projetar e implementar serviços da AWS para obter valor dos dados. Destina-se a validar a capacidade de:

– Implementar os principais serviços de Big Data da AWS de acordo com as práticas básicas de arquitetura

– Projetar e manter grandes volumes de dados

– Aproveitar ferramentas para automatizar a análise de dados

Preço: taxa de US$ 300 para o exame

Requisitos: Candidatos qualificados devem ter o AWS Certified Cloud Practitioner ou outra certificação  Associate-level (AWS Certified Solutions Architect – Associate, AWS Certified Developer – Associate, or AWS Certified SysOps Administrator – Associate). Além disso, os candidatos devem ter no mínimo cinco anos de experiência prática em um campo de análise de dados, experiência em definição e arquitetura de serviços Big Data da AWS e experiência em projetar uma arquitetura escalável e econômica para processar dados.

2 – Analytics: Optimizing Big Data Certificate
Analytics: Optimizing Big Data Certificate é um programa de nível de graduação destinado a gerentes de negócios, marketing e operações, analistas de dados e profissionais do setor financeiro, além de proprietários de pequenas empresas. O programa reúne estatísticas, análises e habilidades de comunicação escrita e oral. Apresenta aos alunos as ferramentas necessárias para analisar grandes conjuntos de dados, abrangendo tópicos incluindo importação de dados em um pacote de software de análise, análise exploratória gráfica e de dados, construção de modelos analíticos, para encontrar o melhor modelo para explorar a correlação entre variáveis ​​e muito mais.

Organização: University of Delaware

Preço: taxa de curso de US $ 2.895

Requisitos: São recomendados conhecimentos básicos em estatísticas e alguns cursos de faculdade anteriores.

3 – Certification of Professional Achievement in Data Sciences
Certificação de Realização Profissional em Ciências de Dados  ( Certification of Professional Achievement in Data Sciences) é um programa de graduação que se destina a desenvolver habilidades fundamentais em ciência de dados. O programa consiste em quatro cursos: Algoritmos para Ciência de Dados, Probabilidade e Estatística, Aprendizado de Máquina para Ciência de Dados, e Análise Exploratória de Dados e Visualização.

Organização: Columbia University

Preço: US$ 1.936 por crédito (um mínimo de 12 créditos, incluindo os 4 cursos, são necessários para completar o programa). Além disso, há uma taxa de inscrição não reembolsável de US$ 85 para o programa no campus e US$ 150 para o programa online. O programa online também inclui uma taxa de tecnologia adicional não reembolsável de US $ 395 por curso.

Requisitos: Um curso de graduação em programação de computadores é necessário.

4 – Certified Analytics Professional
A credencial Certified Analytics Professional (CAP) é uma certificação analítica geral que certifica no entendimento completo do processo analítico, desde a estruturação de problemas analíticos e de negócios até à aquisição de dados, metodologia, construção de modelo, implantação e gerenciamento do ciclo de vida do modelo. Requer a conclusão do exame CAP e a adesão ao Código de Ética da CAP.

Organização: INFORMS

Preço: US$ 495 se você for um membro INFORMS, ou US$ 695 se você não for. Há ainda peços especiais para treinamento de equipes disponível para as organizações.

Requisitos: Uma lista de cursos de cursos e webinars estão disponíveis através do registro.

5 – Cloudera Certified Associate (CCA) Administrator
O certificado CCA Administrator referenda que um indivíduo demonstrou ter habilidades de administrador de clusters exigidos pelas organizações que implementam o Cloudera na empresa, incluindo:

– Uma compreensão do processo de instalação do Cloudera Manager, Cloudera Hadoop (CDH) e dos projetos do ecossistema

– A capacidade de executar a configuração básica e avançada necessária para administrar efetivamente um cluster do Hadoop

– A capacidade de manter e modificar o cluster para suportar operações diárias na empresa

– Um entendimento de como habilitar serviços relevantes e configurar o cluster para atender às metas definidas pela política de segurança, bem como o conhecimento das práticas básicas de segurança

– A capacidade de avaliar as métricas operacionais do cluster e testar a configuração do sistema para operação e eficiência

– A capacidade de solucionar problemas, incluindo encontrar a causa raiz de um problema, otimizar a execução ineficiente e resolver os cenários de contenção de recursos

A credencial requer a aprovação no CCA Administrator Exam (CCA131), que consiste de oito a 12 tarefas práticas que exigem que o candidato resolva um cenário específico em um cluster Cloudera Enterprise pré-configurado. Alguns exigem fazer alterações de configuração e serviço através do Cloudera Manager, enquanto outros exigem conhecimento de Hadoop e competências básicas com o ambiente Linux. Os candidatos têm 120 minutos para concluir o exame.

Preço: US$ 295

Requisitos: Não há pré-requisitos necessários, mas Cloudera diz que o exame segue os mesmos objetivos que o Treinamento do Administrador Cloudera, tornando-o excelente preparação para o exame.

6 – Cloudera Certified Associate (CCA) Data Analyst
Um desenvolvedor de SQL que recebe a certificação CCA Data Analyst passa a ter as principais habilidades do analista para carregar, transformar e modelar dados do Hadoop para definir relacionamentos e extrair resultados significativos da saída bruta. É necessário passar no CCA Data Analyst Exam (CCA159), um conjunto controlado de oito a 12 tarefas práticas baseadas em desempenho em um cluster CDH 5. Os candidatos têm 120 minutos para implementar uma solução técnica para cada tarefa. Eles devem analisar o problema e chegar a uma abordagem ideal no tempo permitido.

Preço: US$ 295

Requisitos: A Cloudera recomenda que os candidatos façam o curso Cloudera Data Analyst Training

7 – Cloudera Certified Associate (CCA) Spark and Hadoop Developer
A credencial CCA Spark e Hadoop Developer certifica que um profissional provou suas habilidades essenciais para captar, transformar e processar dados usando o Apache Spark e as ferramentas corporativas centrais da Cloudera. Exige aprovação do CCA Spark and Hadoop Developer Exam (CCA175), controlados remotamente, que consiste em oito a 12 tarefas práticas baseadas em desempenho em um cluster Cloudera Enterprise. Cada questão exige que o candidato resolva um cenário específico. Alguns casos podem exigir uma ferramenta como Impala ou Hive, outros podem exigir codificação. Os candidatos têm 120 minutos para concluir o exame.

Preço: US$ 295

Requisitos: Não há pré-requisitos exigidos, mas a Cloudera diz que o exame segue os mesmos objetivos do curso de Treinamento para Desenvolvedores Cloudera para Spark e Hadoop, tornando-o excelente preparação para o exame.

8 – Cloudera Certified Professional (CCP): Data Engineer
A credencial de CCP: Data Engineer certifica a capacidade de executar as principais competências necessárias para captar, transformar, armazenar e analisar dados no ambiente de CDH da Cloudera. É necessário passar pelo CCP: Data Engineer Exam (DE575), um exame prático em que cada usuário recebe de cinco a oito problemas de clientes, cada um com um conjunto de dados único e grande, um cluster CDH e quatro horas. Para cada problema, o candidato deve implementar uma solução técnica com um alto grau de precisão que atenda a todos os requisitos.

Preço: US$ 400

Requisitos: A Cloudera sugere que os profissionais que buscam essa certificação tenham experiência prática e participem do curso Treinamento para Desenvolvedores Cloudera para Spark e Hadoop .

9 – EMC Proven Professional Data Scientist Associate (EMCDSA)
A certificação EMCDSA demonstra a capacidade de um indivíduo de participar e contribuir como membro da equipe de Ciência de Dados em projetos de Big Data. Inclui a implantação do ciclo de vida de análise de dados, reformulando um desafio de negócios como um desafio analítico, aplicando técnicas e ferramentas analíticas para Big Data e criando modelos estatísticos, selecionando as visualizações de dados apropriadas e muito mais.

OrganizaçãoDell EMC Education Services

Preço: US$ 600 para streaming de vídeo-ILT; US$ 5 mil para instructor-led

Requisitos: a EMC oferece um treinamento disponível como um vídeo ou como um curso ministrado por instrutor.

10 – HDP Apache Spark Developer
A certificação do HDP Apache Spark Developer destina-se a validar a compreensão individual dos aplicativos Spark Core e Spark SQL no Scala ou Python. O exame consiste em uma série de tarefas que devem ser executadas com êxito em um cluster ativo.

Organização: Hortonworks

Preço: US$ 250 para exame

Requisitos: A Hortonworks oferece cursos em seu site com opções que incluem treinamento ao vivo, e-learning individualizado ou uma experiência combinada.

11- HDP Certified Developer Big Data Hadoop
certificação Big Data Hadoop do HDP Certified Developer valida a proficiência de um desenvolvedor em Pig, Hive, Sqoop e Flume. O exame consiste em uma série de tarefas de processamento de dados, transformação de dados e análise de dados que devem ser executadas em um cluster HDP 2.4.

Organização: Hortonworks

Preço: US$ 250 para exame

Requisitos: A Hortonworks oferece cursos em seu site com opções que incluem treinamento ao vivo, e-learning individualizado ou uma experiência combinada.

12 – Hortonworks Certified Associate (HCA)
certificação Hortonworks Certified Associate (HCA) é uma credencial fundamental que valida que um profissional entende as tecnologias e pode reconhecer os casos de uso de negócios para as estruturas do Hortonworks Data Platform (HDP). Os candidatos devem passar por um exame de múltipla escolha que consiste em perguntas das seguintes cinco categorias:

– Acesso a dados (incluindo Pig, Hive HCatalog, Tez, Storm, HBase, Spark e Solr)

– Gerenciamento de dados (incluindo HDFS e YARN)

– Governança de dados e fluxo de trabalho (incluindo Falcon, Atlas, Sqoop, Flume, Kafka e Hortonworks DataFlow)

– Operações (incluindo Ambari, CloudBreak, ZooKeeper e Oozie)

– Segurança (incluindo Ranger e Knox)

Preço: US$ 100 o exame

Requisitos: A Hortonworks oferece cursos em seu site com opções que incluem treinamento ao vivo, e-learning individualizado ou uma experiência combinada.

13 – IBM Certified Data Architect – Big Data
Projetado para arquitetos de dados, a certificação IBM Certified Data Architect – Big Data requer a aprovação de um teste que consiste em cinco seções contendo um total de 55 perguntas de múltipla escolha. Demonstra que um arquiteto de dados pode trabalhar de perto com clientes e arquitetos de soluções para traduzir os requisitos de negócios dos clientes em uma solução de Big Data.

Organização: IBM Professional Certification Program

Preço: US$ 200

Como preparar: A IBM recomenda uma série de sete cursos de vários dias no SPSS Modeler to InfoSphere BigInsights para se preparar para o teste.

14 – IBM Certified Data Engineer – Big Data
A  certificação IBM Certified Data Engineer – Big Data destina-se a engenheiros de Big Data que trabalham diretamente com arquitetos de dados e desenvolvedores práticos para converter a visão de Big Data de um arquiteto em realidade. Os engenheiros de dados entendem como aplicar tecnologias para resolver problemas de Big Data e têm a capacidade de construir sistemas de processamento de dados em grande escala para a empresa. Eles desenvolvem, mantêm, testam e avaliam soluções de Big Data dentro das organizações, fornecendo aos arquitetos informações o hardware e o software necessários. Esta certificação requer a aprovação de um teste que consiste em cinco seções contendo um total de 53 perguntas de múltipla escolha.

Organização: IBM Professional Certification Program

Preço: US$ 200

Requisitos: A IBM recomenda uma série de nove cursos de vários dias para se preparar para o teste.

15 – MapR Certified Data Analyst 1.9
credencial do MapR Certified Data Analyst valida a capacidade de um indivíduo de executar análises em grandes conjuntos de dados usando uma variedade de ferramentas, incluindo o Apache Hive, o Apache Pig e o Apache Drill. O exame testa a capacidade de executar tarefas típicas de ETL para manipular dados para executar consultas. As perguntas abordam as consultas SQL existentes, incluindo a depuração de consultas mal formadas de um determinado snippet de código, a escolha das funções de consulta corretas para produzir um resultado desejado e as tarefas comuns de solução de problemas. O exame consiste em 50-60 perguntas em uma sessão supervisionada de duas horas.

Preço: US$ 250 pelo exame

Requisitos: O MapR recomenda que os candidatos se preparem com quatro de seus cursos: Introduction to SQL Analytics with Apache Drill, Apache Drill Performance and Debugging, Apache Hive Essentials, e Apache Pig Essentials. O MapR também oferece um Guia de Estudo do MCDA .

16 – MapR Certified Hadoop Developer 1.0
credencial do MapR Certified Hadoop Developer valida a capacidade de um desenvolvedor de projetar e desenvolver programas MapReduce em Java e usá-los para resolver problemas típicos com grandes conjuntos de dados. O exame se concentra no uso do MapReduce para resolver problemas típicos de análise de dados usando a API MapReduce, gerenciando, monitorando e testando programas e fluxos de trabalho MapReduce. O exame consiste em 50-60 perguntas em uma sessão supervisionada de duas horas.

Preço: US$ 250 pelo exame

Requisitos: O MapR recomenda que os candidatos se preparem com três de seus cursos: Build Hadoop MapReduce Applications, Manage and Test Hadoop MapReduce Applications, e Launch Jobs and Advanced Hadoop MapReduce. O MapR também oferece um Guia de Estudo do MCHD .

17 – MapR Certified Spark Developer 2.1
A credencial MapR Certified Spark Developer v2.1 valida a capacidade de um desenvolvedor de usar o Spark para trabalhar com grandes conjuntos de dados para executar análises em fluxos dados. Mede a compreensão do desenvolvedor da API Spark para realizar Machine Learning básico ou tarefas SQL em determinados conjuntos de dados. O exame consiste em 50-60 perguntas em uma sessão supervisionada de duas horas.

Preço: US $ 250 pelo exame

Requesitos: O MapR recomenda que os candidatos se preparem com três de seus cursos: Introduction to Apache Spark, Build and Monitor Apache Spark Applications, and Advanced Apache Spark. O MapR também oferece um guia de estudo do MCSD v2 .

18 – Microsoft Certified Solutions Expert (MCSE): Data Management and Analytics
A credencial MCSE: Data Management and Analytics demonstra amplos conjuntos de habilidades em administração de SQL, criando soluções de dados em escala corporativa e aproveitando dados de Business Intelligence (BI) em ambientes locais e em nuvem. Para obter a certificação, os candidatos devem passar em um dos 12 exames disponíveis.

Preço: US$ 165 por exame

Requisitos:  Para obter essa credencial, você deve primeiro obter uma das sete certificações Microsoft Certified Solutions Associate (MSCA): MSCA SQL Server 2012/2014; MCSA: SQL 2016 Database Administration; MCSA: SQL 2016 Database Development; MCSA: SQL 2016 BI Development; Aprendizado de Máquinas MCSA; MCSA: Relatórios de BI; ou MCSA: engenharia de dados com o Azure. Além disso, a Microsoft oferece ferramentas de preparação para cada um dos 12 exames que levam à certificação MCSE: Data Management and Analytics.

19 – Mining Massive Data Sets Graduate Certificate
Projetado para engenheiros de software, estatísticos, modeladores preditivos, pesquisadores de mercado, profissionais de análise e mineradores de dados, o  Mining Massive Data Sets Graduate Certificate exige quatro cursos e demonstra o domínio de técnicas e de algoritmos eficientes e poderosos para extrair informações de grandes conjuntos de dados estruturados e desestruturados. O certificado geralmente leva de um a dois anos para ser concluído.

Organização: Stanford Centre for Professional Development

Preço: US $ 18.900 matrícula

Requisitos: Um diploma de bacharel com um GPA de graduação de 3,0 ou mais é necessário. Os candidatos devem ter conhecimento dos princípios e habilidades básicas da Ciência da Computação, em um nível suficiente para escrever um programa razoavelmente não trivial.

20 – MongoDB Certified DBA Associate
MongoDB Certified Developer Associate pretende demonstrar que os profissionais de operações compreendem os conceitos e mecanismos necessários para administrar o MongoDB. Requer um exame de múltipla escolha de 90 minutos.

OrganizaçãoUniversidade MongoDB

Preço: US$ 150

Requisitos: Não existem pré-requisitos, mas o MongoDB sugere que os candidatos concluam um treinamento presencial ou um de seus cursos online (M102: MongoDB for DBAs; M202: MongoDB Advanced Deployment Operations). O MongoDB também fornece o  MongoDB Certification Exam Study Guide, disponível para aqueles que se registrarem para qualquer exame de certificação.

21- MongoDB Certified Developer Associate
MongoDB Certified Developer Associate destina-se a engenheiros de software que desejam demonstrar uma sólida compreensão dos fundamentos do design e da criação de aplicativos usando o MongoDB. Requer um exame de múltipla escolha de 90 minutos.

Organização: Universidade MongoDB

Preço: US$ 150

Requisitos: Não existem pré-requisitos, mas o MongoDB sugere que os candidatos concluam um treinamento presencial ou um de seus cursos online (M101J: MongoDB for Java Developers; M101JS: MongoDB for Node.js Developers; M101N: MongoDB for .NET Developers; M101P: MongoDB for Developers). O MongoDB também fornece o MongoDB Certification Exam Study Guide, disponível para aqueles que se registraram para um exame de certificação.

22 – Oracle Business Intelligence Foundation Suite 11 Certified Implementation Specialist
Oracle Business Intelligence Foundation Suite 11g Certified Implementation Specialist demonstra habilidades na implementação de soluções baseadas no Oracle Business Intelligence Suite. Abrange a instalação do OBIEE (Oracle Business Intelligence Enterprise Edition), a criação do repositório de metadados do BI Server, a criação de painéis de BI, a construção de consultas ad hoc, a definição de configurações de segurança e a configuração e gerenciamento de arquivos de cache. A certificação destina-se a membros da equipe de implementação de nível intermediário com treinamento atualizado e experiência de campo. A obtenção da certificação requer a aprovação no exame Oracle Business Intelligence (OBI) Foundation Suite 11g Essentials (1Z0-591). É um exame de múltipla escolha que consiste em 75 perguntas. Os candidatos têm 120 minutos para concluir o exame.

Organização: Oracle University

Preço: US$ 245

Requisitos: A Oracle recomenda que os candidatos concluam um dos dois cursos de treinamento: Oracle Business Intelligence Enterprise Edition Plus Implementation Boot Camp (disponível apenas para parceiros) ou Oracle Business Intelligence Foundation 11g Implementation Specialist.

23 – Post Graduate Program (PGP) in Big Data Analytics
Oferecido em Hyderabad e Bengaluru, na Índia, o PGP em Big Data Analytics é um programa de 23 semanas, distribuído em seis meses, que consiste em palestras em sala de aula e sessões de laboratório. Se concentra em Big Data, Estatística, Machine Learning, análise de texto, IA e ciências de decisão.

São 10 cursos cobrindo todos os aspectos de análise, incluindo habilidades em R e Hadoop, modelagem estatística, análise de dados, Machine Learning, mineração de texto e otimização. Os alunos são avaliados em um projeto de conclusão real e uma série de testes e mini-projetos.

Organização: International School of Engineering (INSOFE)

Preço: ₹₹3000 (INR) de taxa de inscrição e uma taxa de programa de ₹ 3,50,000 + 18 por cento de taxa de serviço.

Requisitos: A INSOFE admite estudantes com base no desempenho em seu vestibular e em sua formação acadêmica anterior e experiência de trabalho.

24 – SAS Certified Big Data Professional
O programa de certificação SAS Certified Big Data Professional destina-se a indivíduos que buscam desenvolver seus conhecimentos básicos de programação aprendendo como coletar e analisar grandes volumes de dados no SAS. O programa se concentra em habilidades de programação SAS para acessar, transformar e manipular dados; melhorar a qualidade dos dados para relatórios e análises; fundamentos de estatística e análise; trabalho com Hadoop, Hive, Pig e SAS; e exploração e visualização de dados. O programa inclui dois exames de certificação, ambos os quais os participantes devem passar.

Organização: SAS Academy for Data Science

Preço: US$ 9 mil para aulas presenciais (Cary, NC), US$ 299/mês ou US$ 2.250/ano para o e-learning individualizado.

Requisitos: Pelo menos seis meses de experiência em programação SAS ou outra linguagem de programação são necessários para se inscrever.

25 – SAS Certified Data Scientist Using SAS 9
SAS Certified Data Scientist Using SAS 9 demonstra que os indivíduos podem manipular e obter insights de Big Data com uma variedade de SAS e ferramentas de código aberto, fazer recomendações de negócios com modelos complexos de aprendizado e implantar modelos em escala usando o ambiente SAS. A certificação exige a aprovação de cinco exames que incluem perguntas de múltipla escolha, respostas curtas e interativas (em um ambiente simulado).  São eles:

– Preparação de Big Data do SAS, Estatísticas e Exploração Visual

– Programação e Carregamento de Big Data SAS

– Modelagem Preditiva Usando o SAS Enterprise Miner 7, 13 ou 14

– Modelagem Preditiva Avançada SAS

– Análise de Texto SAS, Séries Temporais, Experimentação e Otimização

Preço: US$ 180 para cada exame; US$ 250 para modelagem preditiva usando o SAS Enterprise Miner

Requisitos: A SAS recomenda que os candidatos se preparem usando seu currículo SAS Data Science da SAS Academy for Data Science . Custa US$ 4.400 para um curso de e-Learning individualizado, ou US $ 16 mil para um programa de 12 semanas ministrado por instrutor em Cary, Carolina do Norte.

26 – Stanford Data Mining and Applications Graduate Certificate
O  Data Mining and Applications Graduate Certificate certifica a capacidade de:

– Usar métodos estatísticos para extrair significado de grandes conjuntos de dados

– Desenvolver e usar modelos preditivos e análises

– Entender e usar aplicativos estratégicos de tomada de decisão

Direcionado a gerentes de estratégia, pesquisadores científicos, pesquisadores de ciências sociais, analistas de dados e consultores e executivos de publicidade e marketing, o certificado exige que os candidatos completem três cursos, começando com Data Mining and Analysis ou Introduction to Statistical Learning. O primeiro curso deve ser preenchido com grau B + ou melhor e os outros cursos devem ser preenchidos com grau B ou melhor para ganhar o certificado. A certificação é completada depois de dois anos.

OrganizaçãoStanford Centre for Professional Development

Preço: $11.340 – $12.600 (9-10 unidades)

Requisitos: Para obter o certificado de pós-graduação, os candidatos devem ter feito cursos introdutórios de estatística ou probabilidade, álgebra linear e programação de computadores. O candidato também deve ter bacharelado conferido com um GPA de graduação de 3,5 ou melhor.

Fonte: CIO

13 cursos online para aprender sobre Data Science e Inteligência Artificial

Com tanta gente interessada em dar os primeiros passos rumo à carreira de Data Scientist, uma das profissões que mais crescem no mercado de trabalho atual, é natural que existam algumas dúvidas em relação aos principais termos utilizados no meio ou mesmo sobre qual caminho seguir para aprender tudo o que é exigido pelas empresas que estão em busca de profissionais qualificados.

Foi pensando nisso que a plataforma de ensino online Udacity criou as trilhas de dados voltadas para diferentes perfis profissionais. Dependendo do seu interesse na área, é possível escolher o caminho mais adequado e conferir os cursos essenciais para prosseguir nesse ramo.

Confira abaixo as trilhas da Udacity, compostas por vários cursos diferentes, e veja qual delas desperta seu interesse ou está de acordo com os objetivos que você já tem em mente.

Trilha do Analista de Dados

Ideal para quem tem um perfil mais analítico, essa trilha não exige conhecimentos prévios em programação. Nela, você aprende a analisar dados utilizado o Microsoft Excel e a linguagem SQL, além de montar testes para validar suas descobertas. É dividida em dois cursos, o Nanodegree Fundamentos da Análise de Dados, com os passos fundamentais para iniciantes, e o Nanodegree Analista de Dados, em que você aprenderá técnicas avançadas de coleta, tratamento e análise de dados.

Trilha do Cientista de Dados

Seguindo esse caminho, você se tornará apto a trabalhar com grandes quantidades de dados, utilizar essas informações para encontrar insights e apresentar esses resultados como um bom contador de histórias. A trilha começa com os cursos Nanodegree Fundamentos de Data Science I e Fundamentos de Data Science II, que ensinam programação em Python e os primeiros conceitos de machine learning.

Ao finalizar seus estudos com o Nanodegree Data Scientist, você estará pronto para se tornar um verdadeiro cientista de dados, tendo domínio de conceitos como engenharia de software, big data e modelo de programação MapReduce, além de sair com um portfólio de tarefas pronto para ser apresentado em entrevistas de emprego.

Trilha do Engenheiro de Machine Learning

Essa é uma boa escolha para quem deseja trabalhar com Machine Learning e Inteligência Artificial e não tem medo de lidar com números e estatísticas diariamente. Com o Nanodegree Fundamentos de AI & Machine Learning, você aprende Python, álgebra linear, estatística e visualização de dados, seguindo para o Nanodegree Engenheiro de Machine Learning e terminando no Nanodegree Deep Learning, que ensina como criar redes neurais profundas.

Cursos para ser um especialista em Inteligência Artificial

Além de todas essas trilhas, a Udacity oferece ainda uma variedade de cursos para quem tem interesse em inteligência artificial e deseja se aprofundar nessa área. Selecionamos alguns exemplos abaixo que você também pode conferir.

Ficou interessado em algum dos cursos e quer aprender mais sobre essa área? Como falamos anteriormente, a trilha de Dados, Data Science e Machine Learning da Udacity é a melhor maneira de iniciar os estudos. Os cursos são criados em parceria com grandes companhias, como Amazon, Google, IBM e Nvidia, e você pode escolher o ponto de partida ideal, de acordo com os seus conhecimentos atuais.

Além disso, todos os programas foram pensados para atender as demandas do mercado de trabalho. Portanto, você sai com o certificado de conclusão do seu Nanodegree e ainda tem um portfólio completo para mostrar aos possíveis contratantes. Acesse o site da Udacity, escolha a sua trilha e comece os estudos.

Fonte: Tecmundo

Nova ferramenta do LinkedIn traz Big Data e inteligência artificial para recrutamento de candidatos

Nesta terça-feira (25/9), o LinkedIn anunciou o lançamento do LinkedIn Talents Insights, uma ferramenta voltada à profissionais de RH responsáveis pela área de recrutamento e que usa aplicações de Inteligência Artificial e Big Data, trazendo datas em tempo real que podem ajudar na contratação de novos funcionários.

De acordo com a rede social, a ferramenta utiliza o banco de dados de mais de seus 575 milhões de usuários. A partir disso, ela fornece análises estratégicas sobre concorrência, perfis de contratação, habilidades mais procuradas para determinadas funções, entre outras métricas. O serviço pode ser adquirido como um plano de licenças anual, que varia de acordo com o número de funcionários presentes no LinkedIn.

Como funciona

 O acesso à plataforma permite a consulta de duas formas: por cargos ou companhias. Na pesquisa por cargos, por exemplo, é possível visualizar onde estão os talentos geograficamente e, por exemplo, planejar onde abrir um escritório ou investir em programas de recrutamento. Já na pesquisa por companhias, o recrutador consegue visualizar para quais empresas está perdendo candidatos ou de qual empresa se contrata com mais frequência.

LinkedIn Talents Insights ainda permite a extração de relatórios por planilhas ou apresentações, o que facilita a análise de dados pelos tomadores de decisão da empresa.

Maior eficiência

Segundo estudo recente do LinkedIn, feito com mais de 9 mil profissionais de Recursos Humanos, 64% dos entrevistados já utilizaram dados no processo de recrutamento. Dos que ainda não usam, 79% afirmam que pretendem fazê-lo para selecionar os melhores candidatos nos próximos dois anos.

“Hoje em dia, os dados de RH ainda são limitados. Na maioria das vezes, eles estão desatualizados, levam muito tempo para serem coletados e oferecem pouca visibilidade do talento que as empresas têm ou precisam encontrar”, comenta Milton Beck, diretor geral do LinkedIn para a América Latina. “O LinkedIn Talents Insights quer ajudar as empresas a atrair ou reter funcionários, mas também trabalhar a marca empregadora da empresa fazendo análises sofisticadas da sua principal audiência”, complementa.

Fonte: Olhar Digital

Twitter anuncia novas políticas contra discursos de ódio generalizado

O Twitter anunciou uma nova política de moderação que promete lutar contra o que chama de discurso desumanizador, aquele voltado para atingir todo um grupo de pessoas, em vez de apenas um indivíduo. As novas medidas devem entrar em vigor no final deste ano e acrescentam às atuais regras de conduta da rede social, que, por enquanto, preveem apenas medidas contra ataques diretos e voltados a indivíduos.

O combate ao discurso de ódio vem sendo um dos principais pontos de atenção da rede social nos últimos meses. Mesmo dando grandes passos nesse sentido, o Twitter ainda é criticado por fazer pouco, principalmente, por considerar apenas como discurso de ódio ou violência aquele voltado a alguém específico. Isso significa que atacar uma mulher, por exemplo, é um ponto de atenção, mas o mesmo tratamento não é dado para um discurso que ofende e generaliza todas elas.

É justamente para chegar a um consenso em relação a isso que o Twitter anunciou as novas medidas, mas ainda não as colocou em vigor. A empresa convida os próprios usuários a participarem da construção das novas normas por meio de um formulário online, indicando, por exemplo, até que ponto consideram que as normas são claras e dando sugestões de como a companhia pode agir contra esse tipo de conduta.

O outro lado da moeda também é considerado, com os utilizadores sendo levados a indicar exemplos de conversas “sadias” que poderiam ser confundidos com discursos de ódio, bem como informações de gênero, localização e idade. A ideia é chegar a um meio termo, de forma que as medidas possam ser aplicadas de acordo com os anseios da comunidade e, também, de forma a protege-la.

Na visão do Twitter, o discurso desumanizador é todo aquele que trate alguém como menos do que um humano. Um exemplo claro é a comparação de etnias, religiões ou grupos a insetos ou vírus, assim como, também, reduzir todo um gênero ou raça a um único aspecto, como a genital ou a cor da pele.

A empresa também apresenta uma visão ampla do que pode constituir grupos desse tipo, indo além das obviedades e incluindo também deficiências físicas, problemas psicológicos, profissões, alinhamento político ou práticas sociais. É justamente devido à amplitude desse tratamento que o Twitter busca a ajuda da comunidade para implementação das regras, bem como, após sua liberação, continua dependendo de denúncias e indicações para realizar uma moderação adequada.

A motivação por trás das novas regras, entretanto, fica clara quando se leva em conta a linha do tempo até aqui. Os grupos de ódio são os principais alvos das novas medidas de moderação, principalmente depois do banimento de Alex Jones, do Infowars, de outras redes sociais. Inicialmente, o Twitter anunciou que não tomaria atitudes contra o conspirador, mas diante do feedback negativo da comunidade, decidiu não apenas agir como, também, antecipar a criação de normas mais abrangentes de moderação contra a desumanização.

De acordo com a rede social, a consulta pública estará aberta até o dia 9 de outubro, com os participantes não precisando se identificar, caso não queiram. Depois, as respostas serão analisadas para composição das regras finais, que ainda não têm data para entrarem em vigor.

 

Fonte: Twitter