A face não tão bela do Big Data

Microtargeting não nos parece tão malévolo quando a Netflix nos sugere o filme perfeito para o momento, certo?

Quem não exclamou algo parecido com “é um absurdo!” sobre o recente escândalo envolvendo Facebook e Cambridge Analytica? Parece inadmissível considerar que empresas estejam usando nossas informações compartilhadas em uma rede social para nos manipular, principalmente porque não os autorizamos a usar estes dados. Mas talvez esta revolta não nos dê a visão mais completa.

No caso específico da Cambridge Analytica, tudo começou com o psicólogo e cientista de dados Michael Kosinsky, interessado em como a personalidade poderia afetar decisões, comportamentos e preferências. Ele criou um aplicativo de Facebook que prometia mapear a personalidade das pessoas a partir de suas respostas, ao mesmo tempo em que coletava dados pessoais dos usuários. A autorização era solicitada com uma frase parecida com “permitir que o aplicativo acesse seus dados de perfil” – certamente o leitor se lembra de já ter visto isso em alguma ocasião. Munido de uma gigante base de dados, Kosinsky criou um algoritmo preditivo relacionando os elementos de personalidade com o comportamento dos usuários no Facebook e divulgou o estudo. Daí ao uso deste tipo de dados e algoritmos para persuadir eleitores, foi um pulo.

Mas o que a estratégia da Cambridge Analytica tem de tão inovadora? Se entendermos eleitores como consumidores, pouca coisa. Eles usam dados individuais para gerar mensagens convincentes dentro do objetivo que têm, que poderia ser vender sabão em pó da marca A, mas é convencer a votar no candidato B. Na eleição de Trump, por exemplo, se você fosse eleitor nos Estados Unidos, poderia ter recebido mensagens dizendo “não vote em ninguém”, “vote em Trump”, “Hillary não é confiável” ou diversas outras, conforme sua propensão a concordar com isso ou aquilo. A estratégia se chama microtargeting e é a evolução da mídia de massa: em vez de enviar a mesma mensagem a muitos consumidores, o uso de dados como filtros direcionadores permite a comunicação de maneira one-to-one, em que a empresa pode dizer exatamente o que o consumidor espera ouvir.

Nós queremos que empresas armazenem nossos dados e os utilizem para gerar experiências de compra personalizadas

Veja por outro lado: microtargeting não nos parece tão malévolo quando a Netflix nos sugere o filme perfeito para o momento, certo? Ou quando buscamos algo específico no Google e a resposta ideal aparece logo no primeiro link patrocinado. Aliás, isso é justamente o que queremos hoje enquanto consumidores: customização. Esperamos que ao acessar o aplicativo de transporte nossas preferências de destino estejam salvas, que ao chegar a uma nova cidade outro aplicativo nos sugira restaurantes de acordo com nossas preferências, e que ao fazermos compras on-line possamos, na sequência, receber ofertas de produtos que “combinem”. Nós queremos justamente que empresas armazenem nossos dados e os utilizem para gerar experiências de compra personalizadas. Qual, então, o problema ético com a Cambridge Analytica, se ela fez essencialmente o mesmo? Falta de transparência? Tratar eleitores como consumidores? Ambos?

A linha limítrofe é tênue. Transparência na coleta de dados é fundamental para que a conduta seja ética e o consumidor não se sinta desrespeitado, mas não vejo, sinceramente, este fator como o centro da discussão. A busca por prazer e felicidade se tornou algo tão intenso nos últimos anos, com objetivos tão imediatistas e de curto prazo, que o risco do compartilhamento de informações parece pequeno no instante da decisão. Tornar a coleta mais transparente não fará com que deixe de acontecer. Veja a configuração do seu celular: quantos aplicativos monitoram sua localização geográfica em tempo real, oferendo em troca rapidez e customização?

Ao lado da “irresponsabilidade” dos consumidores, a forma como os dados são adquiridos é outro dos elementos centrais. A Cambridge Analytica não coletou dados, não pediu autorização aos eleitores ou ofereceu algo em troca; ela simplesmente comprou a base de dados do Facebook, plataforma que vende diversão, e os usou para criar uma comunicação convincente. Isso não pode acontecer em um mercado pautado por respeito, e é preciso que encontremos meios legais de garantir que não se repita no futuro. Regulamentar o acesso aos dados é vital para que não desvirtuemos a essência do uso de Big Data.

Um último ponto: deveria haver um limite para a persuasão. A medida de quão longe uma empresa pode ir utilizando dados dos consumidores não está definida e não sabemos qual a distância entre oferecer um produto e direcionar um voto. Talvez a Cambridge Analytica tenha feito um favor à sociedade, ao iluminar um problema que precisa ser resolvido. É hora de desmistificar o uso de Big Data, aceitar que nossa realidade hoje está apoiada na coleta e armazenamento de dados e, juntos, construir diretrizes que regulamentem seus pormenores.

Temos de lembrar que o uso de Big Data tem seu lado positivo e ele é enorme. Na área de saúde, por exemplo, o compartilhamento de dados de pacientes gera pesquisas que auxiliam no avanço de tratamentos e na criação de condutas adequadas. No direito, há algumas iniciativas que utilizam Big Data para auxiliar advogados e juízes a tomar melhores decisões. Existem índices de violência sendo criados pelo compartilhamento de dados, aqui mesmo no Brasil, cujo objetivo é aumentar a segurança pública. Todos partem de dados individuais para, de alguma forma, influenciar positivamente a vida de outras pessoas. Usar dados para customizar ações não é um problema em si, mas pode se tornar um – e dos grandes – sem atitudes éticas.

Globo quer se tornar um banco de dados do mercado

Em evento realizado em São Paulo, emissora abriu informações sobre todos seus diferentes pilares com a proposta de gerar novos negócios

Em outubro do ano passado, a Globo apresentou ao público uma campanha que anunciava o alcance dos produtos televisivos da emissora a cada dia – “100 milhões de Uns”, segundo cálculos que compreendem as plataformas linear e digital. Mais do que uma campanha institucional, o projeto nasceu com a proposta de iniciar uma jornada de compartilhamento de informações com o mercado publicitário, a fim de tornar a Globo uma fonte de dados estratégicos.

Mais um passo nessa iniciativa foi dado nessa quarta-feira, 25, quando a emissora realizou o primeiro evento sob a bandeira dos “Milhões de Uns”. Com 25 palestras rápidas – todas realizadas por profissionais da casa – a Globo compartilhou com 250 convidados (profissionais de agências e de grandes anunciantes) alguns cases, diretrizes e dados de suas iniciativas nos pilares de esportes, jornalismo, dramaturgia, responsabilidade social, pesquisa, inovação e tecnologia.

De acordo com a diretoria da emissora, a proposta é abrir ao mercado um pouco das informações que a Globo veio coletando ao longo de anos de trabalho de pesquisa acerca dos hábitos de sua audiência. “Temos um banco de dados muito rico e acreditamos que compartilhar essas informações com o mercado é uma maneira de fortalecer nossa atividade e de ajudar a desenvolver melhores iniciativas e soluções em conjunto”, disse Marcelo Duarte, diretor-geral de negócios da Globo.

Durante toda a tarde, a emissora apresentou 25 palestras conduzidas por nomes de sua diretorias e elenco. Com duração de 20 minutos, cada uma sintetizava as iniciativas de algum pilar da empresa, como dramaturgia, jornalismo, variedades, negócios, inovação, esportes, responsabilidade social, pesquisa e inclusão. O jornalista William Bonner, o ator Lázaro Ramos, o diretor de dramaturgia Silvio de Abreu, o diretor de programação Amauri Soares e a autora Gloria Perez foram alguns dos palestrantes.

Na ocasião do lançamento da plataforma, no ano passado, o diretor de Comunicação da emissora, Sérgio Valente, declarou que a abertura das informações ao mercado teria como propósito gerar novos negócios entre a Globo e o mercado anunciante. Essa premissa foi reforçada no evento dessa quarta-feira, 25. “Antes de trabalhar na Globo me perguntava como a emissora era capaz de criar tanta coisa que gerava tanto interesse e conexão com as pessoas. Hoje abrimos um pouco como isso é feito a todo o mercado com a expectativa que esses insights também tragam inspirações e novas ideias a todos”, declarou Valente. Outros eventos e iniciativas da plataforma “Milhões de Uns” estão programados para acontecer neste ano.
Fonte: Meio & Mensagem

Monitoramento é estratégia!

Mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas. Os possíveis cruzamentos desses dados precisam estar presentes nas corporações

Conhecer o inimigo é a arte da guerra. Estar um passo à frente e entender o pensamento do seu adversário pode garantir uma vitória durante a batalha. No mundo dos negócios essa arte não é diferente. Conhecer seu concorrente, como ele pensa e o que ele faz, é muito importante para ter sucesso.Graças à internet, monitorar a concorrência se tornou mais acessível. E essa prática pode ajudar a embasar decisões, de forma que sejam assertivas e muito mais estratégicas. O mundo digital traz milhares de informações e a interpretação de cada uma delas, e os possíveis cruzamentos desses dados, precisam estar presentes nas corporações. Vivemos um momento em que o empreendedor não pode mais contar com a sorte ou achismos. Temos dados e eles precisam ser a base das tomadas de decisão.

Para sair na frente, comece listando seus concorrentes. Leia e pesquise o que fazem, onde estão, no que se diferenciam e como destacam no mercado que atuam. Isso exercita o olhar para o seu próprio negócio e te permite identificar melhorias necessárias, além de reforçar os pontos de vantagem que sua empresa tem.

Dê atenção aos websites, afinal eles são grandes conversores de vendas. Veja os pontos positivos, o que funciona ou não, mecanismos de busca, conteúdos. Tudo é relevante.

Monitore também o comportamento das marcas competidoras em seus canais sociais, eles são uma fonte inesgotável de informações que podem te ajudar a direcionar estratégias desde a criação até a divulgação de um produto ou serviço. É essencial conhecer as plataformas dos concorrentes, não apenas para descobrir tendências, mas também para analisar qual o tipo de estratégia de conteúdo e comunicação está sendo realizada e o nível de interação dos consumidores com as empresas.

Use a tecnologia a seu favor. Existem muitas formas de conhecer o seu mercado e os que nele atuam. Entretanto, como todo guerreiro, você precisa estar atento às mudanças e preparado para atacar.

Por: Eduardo Prange
CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Data Driven Marketing: os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital

Na manhã de hoje tivemos a oportunidade de participar de um Webinar organizado pelos nossos queridos parceiros da Trezo.

Falamos sobre o que mais gostamos: Data Driven Marketing – os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital!

Para os amigos que ficaram interessados e não conseguiram participar do webinar, segue o vídeo na íntegra para assistir:

Nos colocamos 100% á disposição para estressarmos o tema/assunto por aqui 😀 #GoZeeng#DataDrivenMarketing

O uso estratégico de Big Data para a aquisição de clientes nas agências de comunicação

A importância de uma boa plataforma para proporcionar a melhor experiência para o seu cliente desde a contratação

No universo das agências e dos gestores de comunicação e marketing, encontrar as melhores formas para as empresas se comunicarem com o público sempre foi o ponto central. O que a revolução digital fez foi acrescentar a esse core novas maneiras e ferramentas de atuação e gestão para atender à demanda crescente por fundamentação e métricas para as ações propostas. Foi-se o tempo da “genialidade pura” e do “feeling” para criar e propor ações de massa para públicos mais ou menos genéricos. Para ser relevante e efetivo hoje, é preciso conhecer o público, entender bem suas necessidades e então pensar na experiência a ser proporcionada a este público.

Afinal, de que adianta gastar muito para aparecer no horário nobre da TV, nas páginas mais caras das revistas ou impulsionar dezenas de posts em redes sociais se você não sabe muito bem com que público falar, como falar, onde falar e, principalmente, o que e quando falar? Nestes tempos digitais, há grande diversidade de canais, e as marcas devem estar em todos eles – como seus clientes estão – com a mensagem certa, no tom correto, na hora exata.  Em tempos de Big Data, o uso inteligente deste grande volume de dados, com coleta eficiente e análises precisas, é fundamental para embasar qualquer plano de atuação.

Assim, com o imenso volume de informações que geramos e temos à disposição e a necessidade de analisá-las de forma rápida, objetiva e concreta, surgem diversas soluções voltadas a extrair o valor real dessa massa de dados e transformá-la em conhecimento útil para embasar ações e iniciativas guiadas por dados para as marcas. Este uso estratégico do Big Data é importante já na hora de conquistar um cliente – seja prospectando uma determinada empresa/marca, seja atendendo a uma chamada específica -, pois você tem que estar preparado para a disputa com outros fornecedores.

A prospecção e mesmo a formatação de uma proposta são trabalhos caros e que levam tempo – é preciso que profissionais qualificados estudem muito bem o cliente e/ou sua demanda, entendam o que acontece no entorno deste cliente e quais são os seus problemas, para poder então formatar um plano de atuação/proposta voltado ao atendimento daquilo que ele precisa.

Neste momento, o uso de uma plataforma que contemple todas as necessidades de comunicação pode se mostrar decisivo ao municiar sua agência com informações mais qualificadas e insights realmente relevantes. Mas faltava no mercado uma boa plataforma usando Web Analytics, Clipping e Social Brand Behavior, reunindo o conhecimento qualificado que você precisa em um mesmo lugar, com fácil visualização, acesso e entendimento. E foi  com o objetivo de ocupar esse espaço que criamos a Zeeng, a primeira plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado nacional. É uma solução pioneira com essa proposta e uma visão inovadora no modo com que se propõe a resolver os problemas.

Muito mais em uma só plataforma

Estamos falando de uma plataforma que  traz basicamente os conceitos do Big Data – volume de dados, muita velocidade, veracidade, valor e variedade  – mas que é focada em trabalhar como um gerador de insights, um empoderador para os profissionais de comunicação e marketing. Seu benefício imediato é acabar com essa multiplicidade de ferramentas e abas abertas no navegador, contemplando o que sua agência precisa em um só lugar.

Em termos de web analytics, a ferramenta permite que se entenda o comportamento de acessos de qualquer website – e o grande valor, aqui, é que você consegue perceber o que acontece dentro do site do cliente mas também no dos concorrentes, como as palavras que as pessoas estão buscando para chegar até eles. Com isso, em uma reunião de apresentação para um provável futuro cliente, por exemplo, você terá um tom de autoridade muito maior, explicando por que os concorrentes dele recebem mais acessos ao blog, quais links externos mais atraem tráfego para os canais deles e oferecendo ideias mais concretas de atuação, além de insights significativos para o negócio deste futuro cliente. Assim também o trabalho de prospecção se torna mais rico e criativo com as informações que a plataforma permite captar.

Nossa plataforma também oferece uma segunda vertente, a de trabalhar com notícias, numa espécie de clipping que objetiva capturar dados relacionados às empresas/marcas que estão sendo monitoradas. Ao perceber algum pico, verificamos se a conotação é negativa para antecipar a reação a uma possível crise, por exemplo. Também conseguimos medir a relevância dos veículos e acompanhar o pico noticioso dos concorrentes. Com isso, podemos entender melhor a estratégia de marca desta concorrência, já que muito dessa postura pode ser visualizada por meio das notícias sobre determinada marca ou empresa.

Um terceiro ponto diferencial na plataforma é a análise de comportamento das marcas (Social Brand Behavior) em seus canais oficiais (Facebook, Instagram, Twitter e YouTube). É um trabalho de análise e otimização da presença e do desempenho dessas empresas – e de suas concorrentes  – nas mídias sociais, feito dentro dos canais oficiais das marcas. Como o meu concorrente X gera mais engajamento no Facebook? Qual é a frequência de postagens das marcas? A estratégia é orgânica, paga ou híbrida? Como definir um share of voice para cada uma das redes? Quais os horários de melhor acesso? Essas e (muitas) outras informações são facilmente obtidas e claramente visualizadas nos dashboards da plataforma.

Vale destacar, ainda, que a Zeeng trabalha com captura de dados de diferentes bases públicas e redes sociais, sem necessidade de login dos usuários. Ao consolidar todos esses dados em uma única plataforma, passa-se a trabalhar com informação direta, em vez de dados a burilar. E o que vai diferenciar sua empresa das demais, então, será a capacidade de executar ações a partir das informações que a plataforma entrega.

Então, sua agência pode utilizar as funcionalidades da plataforma para conquistar um cliente e ele, depois, quer continuar a receber as informações tão ricas que lhe foram mostradas na apresentação. E assim, além de empoderar a tomada de decisão por meio de um trabalho de inteligência com informações estratégicas, a plataforma da Zeeng revela-se, também, uma grande aliada na aquisição de clientes. Quer saber mais ou testar a plataforma? Acesse www.zeeng.com.br

Zeeng entre as AS 100 STARTUPS BRASILEIRAS PARA FICAR DE OLHO

Com mais de 1,3 mil inscritos, ranking 100 Startups to Watch aponta as empresas mais atrativas para investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

O impacto gerado pelas startups brasileiras pode ser observado em todos os setores e regiões do país — dos sistemas de gestão para lavouras familiares às plataformas de análise de dados para grandes indústrias, passando pelos softwares que estão transformando as áreas de educação e saúde. Em meio à efervescência desse cenário,o ranking 100 Startups to Watch surge como o mais novo e preciso radar para orientar investidores, aceleradoras e programas de corporate venture.

Resultado de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de coleta e análise de dados.

As informações relativas a inovação, mercado e escalabilidade das empresas foram analisadas por mais de 40 especialistas. Ao combinar abordagens quantitativas e qualitativas,conseguimos apresentar um panorama completo do setor. Com mais de 1,3 mil inscrições, o ranking traz ainda um levantamento inédito do ecossistema de tecnologia e inovação do país,incluindo perfil dos fundadores,rodadas de investimentos e volume de faturamento das startups brasileiras.

Mais do que apresentar uma fotografia estática, a pesquisa tem como objetivo formar uma base de dados que ajude a entender e estudar a comunidade de negócios de tecnologia no país. É uma iniciativainédita, que passará a ser realizada anualmente.

A lista completa, os perfis das empresas e os resultados da pesquisa podem ser lidos na revista da edição deste mês de abril que já está nas bancas e na edição digital de PEGN no Globo+. 

Conheça abaixo as startups selecionadas.

AGRONEGÓCIO
AgroTools
Alluagro
Grão Direto
Horus Aeronaves
Tau Flow
Tbit

EDUCAÇÃO
12 minutos
Agenda Edu
Dentro da História
Eadbox
Estante Mágica
Me Salva!
Quero Educação

FINANÇAS
Asaas
Celcoin
GuiaBolso
Monetus
Monkey Exchange
Nexoos
Rapidoo
Rebel
Verti

GESTÃO
Agendor
Arquivei
Contabilizei
Eficiência Fiscal
Espresso
Gupy
Owl Docs
Pin People
Rocket.Chat

IMPACTO
BChem
Biosolvit
Delfos
Hand Talk
MGov Brasil
Pop Recarga
QueroQuitar
Scipopulis
Stattus4
Sumá
Vixsystem
Zeg Environmental

INDÚSTRIA
Biomassa do Brasil
BirminD
I.Systems
TNS Nanotecnologia

LAZER E TURISMO
ClickBus
MaxMilhas
Netshow.me
Poppin

LOGÍSTICA
Bynd
Cobli
Logstore
Melhor Envio
Send4
Truckpad

MARKETING
Contentools
Decision6
Exact Sales
Forebrain
Meus Pedidos
MindMiners
Ramper
SenseData
Social Miner
Squid
Tracksale
Trakto
Zeeng

MODA E BELEZA
Beauty Date

REALIDADE VIRTUAL
Imersys

SAÚDE E BEM-ESTAR
Braincare
Carenet Longevity
Cíngulo
ePHealth
Fix It
Hi Technologies
Labi Exames
Liv Up
Oncotag
Pickcells
Portal Telemedicina
Tismoo

SERVIÇOS
DogHero
Flapper
Full Face
GetNinjas
IDwall
Instacarro
Justto
Nuper
Omnize
OriginalMy
Teravoz

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
Back4app
Cognitivo.ai
Eunerd
Pluga
TotalVoice

Fonte: Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios

Pesquisa sobre fake news: como os brasileiros lidam com notícias falsas

A questão das fake news vem ganhando cada vez mais destaque no Brasil e no mundo. Há quem atribua os resultados das eleições norte-americanas e francesas à disseminação de fake news. Exagero ou não, a preocupação com o impacto que ela pode ter nas eleições brasileiras já foi tema de discussão no TSE e nos principais veículos da imprensa nacional.

Um estudo realizado pelo jornal Folha de S. Paulo em fevereiro deste ano mostrou que, no mês anterior, páginas de notícias falsas engajaram cinco vezes mais do que as de jornalismo nas redes sociais.

O tema é delicado e requer atenção. Deve ser discutido com seriedade e combatido à exaustão, já que as fake news nada mais são do que a disseminação de notícias falsas. Por isso, o Opinion Box, em parceria com o Digitalks, realizou uma pesquisa para saber o que os brasileiros pensam sobre fake news. Veja a seguir os resultados:

Internet como fonte de informação

Não é segredo para ninguém que a internet assumiu o protagonismo como fonte de informação. 76% dos internautas brasileiros utilizam sites, blogs e portais como fonte de leitura, acompanhamento e compartilhamento de notícias, e 74% usam as redes sociais. A título de comparação, a TV aberta é usada por 59%, o rádio por 33% e os jornais impressos por 23%.

7 em cada 10 entrevistados acreditam que a internet ajuda as pessoas a se informarem melhor, de uma forma geral. Por outro lado, 62% concordam que a internet contribui para espalhar informações falsas.

E as fake news?

65% dos entrevistados afirmam que sabem o que são fake news, e 18% já ouviram o termo mas não sabem o que significa.

Ainda assim, os internautas sabem também que as notícias falsas fazem parte do dia a dia. 37% dos internautas já compartilharam algo nas redes sociais ou no WhatsApp e depois descobriram que o conteúdo era falso. Destes, 57% apagaram o conteúdo e 29% desmentiram a informação.

E quando você se depara com um conteúdo fake na sua timeline, o que faz? 79% já perceberam que algum amigo ou parente havia compartilhado uma notícia falsa. Nesses casos, 46% avisaram a pessoa em particular sobre a falsidade do conteúdo, 38% comentaram na própria publicação e 15% não fizeram nada.

Além disso, 60% já teve contato com algum perfil fake. Destes, 61% denunciaram o perfil, 32% não fizeram nada e 7% entraram em contato pedindo que a pessoa deletasse o perfil.

Por fim, 8% admitiram já ter compartilhado uma fake news intencionalmente, seja por achar engraçado, porque gostaria que fosse verdade ou por não ter certeza absoluta de que era falsa.

Fake news e a confiabilidade nos meios

A questão da credibilidade das informações e dos veículos de comunicação em geral dividem opiniões. 33% dos entrevistados acham que as redes sociais têm mais notícias falsas do que verdadeiras, e 24% acham que têm mais notícias verdadeiras do que falsas.

34% concordam que a internet contribuiu para a queda da qualidade do jornalismo, mas 35% discordam dessa informação. E 29% acreditam que as informações divulgadas pelos meios de comunicação são confiáveis, enquanto a mesma parcela, 29%, acreditam que elas não são confiáveis.

Pensando especificamente em diferentes meios de comunicação, a TV é considerada um meio confiável por 60% dos internautas, e os jornais impressos e as revistas por 57%. 31% consideram os sites, redes sociais e blogs confiáveis, e apenas 16% confiam nas redes sociais.

Fake news: como combater

7 em cada 10 entrevistados acham que cada vez mais as pessoas têm compartilhado notícias falsas sem perceber. Por outro lado, ao falar de si mesmas, as pessoas se dizem muito atentas com a verificação do conteúdo. 8 em cada 10 afirmam que verificam as informações antes de postar em suas próprias redes sociais.

E de quem é a responsabilidade de verificar a veracidade de um conteúdo publicado? Aqui, as opiniões também divergem. 30% acham que a responsabilidade é de quem compartilha a notícia. 28% acham que a responsabilidade é do veículo que publica. Por fim, 25% acham que é das redes sociais onde as notícias são publicadas.

Informações técnicas sobre a pesquisa

A pesquisa sobre fake news foi realizada no início de março deste ano com 2.016 internautas de todas as regiões do Brasil. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,2pp.

 

Fonte: OpinionBox

Zeeng na final do Prêmio ABCOMM como MELHOR FERRAMENTA DE MARKETING DIGITAL do Brasil

É com muito orgulho que comunicamos que estamos entre os indicados para o prêmio da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico – ABCOMM como melhor Ferramenta de Marketing Digital 2018.

Para conquistarmos o prêmio final, precisamos da ajuda de vocês!

Para votar basta acessar o link: http://www.abcomm.org/vota-ferramenta.php, selecionar a Zeeng e votar.

Depois disso não esqueça de CONFIRMAR O VOTO no seu e-mail, sem a confirmação o seu voto não será válido. #GoZeeng🙏🏽🎯🚀

Zeeng – Real Time Dashboard

É com MUITO orgulho que anunciamos o desenvolvimento do nosso módulo de gestão à vista para os nossos clientes, contemplando uma visão “Real Time” de indicadores chave para o sucesso das marcas no ambiente digital.

O que é gestão à vista?

A gestão à vista consiste em colocar as informações que têm relevância à disposição de seus gestores e colaboradores, favorecendo a tomada de decisões com base em dados atualizados e totalmente confiáveis, o que minimiza problemas e possíveis prejuízos oriundos da desinformação.

É muito importante, para que se entenda realmente o que é gestão à vista, que se note a necessidade de colocar apenas informações relevantes para cada setor, pois um volume de informações em excesso fará com que os colaboradores percam o interesse em acompanhar o quadro e isso não é o que queremos.

Outro fator muito importante é a definição dos indicadores a serem utilizados e como serão identificados, a fim de se facilitar a visualização das informações de forma rápida e eficaz.

Como funciona?

O nosso cliente define qual o volume de marcas que deseja visualizar de maneira consolidada em seus dashboards, a frequência de atualização e período a ser visualizado.

A seguir estão descritos os módulos disponíveis no Zeeng – Dashboard Real Time:

Share of Voice

Esta perspectiva aborda o que a marca fala para o público no ambiente das mídias sociais; traz a quantificação do volume de posts promovidos pela empresa e marcas competidoras, no intuito de indicar a participação de cada player no universo comunicacional dirigido ao consumidor.

Os dados serão apresentados igualmente em formato visual, permitindo rápida identificação do share of voice do mercado de atuação da empresa.

Tag Cloud

Esta perspectiva oferece uma visão sobre os principais termos associados à marca nos conteúdos postados pelo público, através da apresentação visual de uma tag cloud, em que o tamanho do termo apresentado representa a quantidade de vezes em que é mencionado junto à cada uma das marcas de interesse do cliente.

SOCIAL ENGAGEMENT

Apresentação comparativa do engajamento da empresa x competidores nas redes sociais (Facebook, Twitter, Instagram e Youtube), com apresentação dinâmica dos posts de maior destaque por canal.

Ficou interessado?

Para maiores informações sobre o módulo Zeeng – Real Time Dashboard entre em contato com o nosso líder em Customer Success, Marcelo Barros, através do e-mail: marcelo.barros@zeeng.com.br 😀

Forbes usa inteligência artificial para mostrar a “cara” da corrupção no Brasil

Dados mencionados por profissionais que trabalham na Operação Lava Jato e publicados na imprensa informam que os recursos perdidos em esquemas de corrupção no País somam em torno de R$ 200 bilhões (US$ 61 bilhões) por ano. Se todo esse dinheiro fosse para as mãos de uma única pessoa, ela seria dona da quinta maior fortuna do mundo, de acordo com a Lista dos Bilionários Forbes de 2017. O personagem criado pela corrupção, portanto, estaria à frente de nomes como Mark Zuckerberg e Carlos Slim.

Quem poderia ser então esse “bilionário” brasileiro? Quais suas características físicas? O que ele pensa, quais seus hábitos de consumo? Quais são os segmentos da economia nos quais atua? Qual a sua opinião sobre operações que investigam corruptos no país? Com o objetivo de chamar a atenção de todos os brasileiros para o problema e ajudar a combater a corrupção, a revista Forbes Brasil, a agência Ogilvy e a empresa de tecnologia Nexo criaram, por meio de uma ferramenta de inteligência artificial, o que seria a “cara” da corrupção brasileira. Além do rosto, com todos os traços físicos, o projeto de “machine learning” conseguiu ir além e apontar características de personalidade desse homem, chamado de Sr. Ric Brasil – anagrama de Rica Corrupção do Brasil.

Confira o vídeo da ação:

O trabalho da campanha chamada “Ric Brasil” ainda está em andamento, com os últimos ajustes da ferramenta, e a imprensa será capaz de entrevistá-lo até o final deste mês e saber todos os detalhes sobre o homem mais “poderoso” do país. O projeto para se chegar ao Sr. Rico Brasil começou há mais de oito meses com uma ampla pesquisa baseada principalmente em entrevistas e depoimentos de alguns dos principais condenados nas operações Mensalão e Lava Jato.

“A Forbes quer se posicionar contra a corrupção, então além de chamar a atenção dos brasileiros para o tamanho do problema em nosso país, pensamos nessa campanha também como uma forma de valorizar o empresário sério”, diz Antonio Camarotti, CEO da revista Forbes Brasil.  Desde 2017, na edição dos Bilionários Brasileiros os nomes que tiveram suas fortunas listadas e que se encontravam sob algum tipo de investigação de crimes ligados a corrupção, formação de quadrilha, evasão de divisas e outros crimes de lesa-pátria tiveram uma anotação indicando sob qual investigação estavam sujeitos.

A próxima revista Forbes Brasil com a Lista dos Bilionários conta com uma ação especial, também criada pela Ogilvy, para divulgar a campanha. A publicação chega às bancas a partir de 16 de abril.

“A principal ideia da campanha Ric Brasil é destacar o tamanho da corrupção no País. A lista da Forbes é a principal ferramenta para entendermos a riqueza de cada bilionário. Portanto mostrar que a corrupção no Brasil pode gerar uma fortuna desse tamanho é o melhor jeito de a revista usar informação para combater o problema”, comenta Claudio Lima, VP nacional de criação da Ogilvy Brasil.

Fonte: Adnews