A importância da presença digital para sua empresa e como esse instrumento pode impulsioná-la

A presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional

Com a ascensão da internet devido ao movimento de transformação digital dos negócios, a tecnologia se tornou indispensável para a vida e o trabalho da maior parte das pessoas. Por conta disso, estar no ambiente online se tornou fundamental na estratégia de marketing de qualquer marca, produto ou serviço.

Por toda essa relevância, a presença digital deve ser levada a sério por empresas de todos os tamanhos – desde uma PME até uma multinacional. Hoje, com as pessoas cada vez mais conectadas na rede, seja por meio de smartphones ou por outros dispositivos, é comum recorrer a internet para qualquer tipo de atividade. Segundo projeções da consultoria Gartner, até 2020, haverá mais de 26 bilhões de dispositivos conectados. Isso significa muitas conexões – alguns até estimam que esse número seja muito maior, mais de 100 bilhões.

Outra questão que não deve inviabilizar o investimento de uma companhia em ambiente digital é a área de atuação. Por mais específico que seja um nicho de mercado, é possível chegar até um determinado público-alvo ou a um cliente em potencial. É importante que se invista tempo e algum esforço para que uma empresa se destaque em âmbito digital. Vale lembrar, que a presença digital não contempla apenas as redes sociais, mas também os acessos da webpage e o conteúdo noticioso que pode vir a ser publicado em portais online.

É bom ressaltar que a atuação no meio digital deve ser planejada e só dá resultados se tiver uma estratégia cuidadosa por trás. Antes de mais nada, os responsáveis pelo marketing precisam definir um objetivo. Aqui pode ser um aumento de vendas, retenção de novos clientes, rebranding, ou até mesmo uma rede virtual criada para o atendimento ao consumidor. O próximo passo é descobrir como o público escolhido se relaciona e se comporta na web. Esse processo é de extrema importância, uma vez que ajuda o gestor de marketing a definir quais os melhores canais para marcar presença.

Cuidado! A popularidade de um canal, ou de uma rede social não garante sucesso à uma estratégia de marketing digital.

É preciso saber onde a audiência desejada está para poder alcançá-la e isso pode envolver outras plataformas. Por fim, defina os formatos e os conteúdos que serão usados para interagir com o público. Lembre-se: a presença digital é um ótimo instrumento para cativar o consumidor e provocá-lo a conhecer uma marca. O engajamento conquistado por meio de uma estratégia digital é um trunfo para a fidelização e retenção de novos clientes.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: Adminstradores

Zeeng Drops – #02 – Entrevista Marcelo Trevisani

E o nosso convidado de honra para o segundo Zeeng Drops, é o Marcelo Trevisani, um dos profissionais de marketing de maior destaque no mercado brasileiro. Atuando no mercado há 16 anos, Trevisani já passou por grandes empresas e destacou-se principalmente em suas atuações na Tecnisa e BRF, antes de assumir o cargo de CMO da CI&T.

O Zeeng Drops é o nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

Deixe nos comentários o nome ou link do profile no Linkedin de profissionais que vocês gostariam de contar com uma entrevista da Zeeng para as próximas edições do #ZeengDrops 😀

Zeeng Drops – #02 – Curadoria FIC 2017

Nos últimos dias 05  e 06 de outubro aconteceu em Porto Alegre o FIC2017, onde o tema desta edição foi sobre a Economia da Experiência, ou “Economy Experience”.

Nossa equipe esteve presente no evento e preparou com muito carinho uma curadoria em formato de debate para tentar de maneira objetiva resumir os principais observados no evento que contou com palestrantes e painealistas renomados internacionalmente como: Brian Solis, Fred Gelli, Silvio Meira, Jon “Maddog” Hall, Luciana Bazanella, Marcelo Trevisani, entre outros.

Na economia da experiência a indústria criativa ganha especial destaque e protagonismo. Embora as definições sobre indústria criativa ainda sejam genéricas e amplas, podemos afirmar que ela se caracteriza por ter na criatividade e no capital intelectual seus valores referenciais.

Em seu escopo de atividades poderíamos incluir as artes, o design, a produção de conteúdo audiovisual, os jogos, a tecnologia, a comunicação, entre outras tantas atividades que se estruturam a partir da criatividade, incluindo nisso a própria ação empreendedora. Enfim, é na indústria criativa que encontraremos todas as competências necessárias na construção de experiências memoráveis e transformadoras com marcas, pessoas, contextos e espaços.

Confiram o bate papo entre Cesar Paz (curador oficial do FIC2017) e Isa Longo (Consultora parceira da Zeeng) trazendo uma visão resumida e objetiva dos principais destaques do evento:

 O conceito de economia da experiência foi introduzido pela primeira vez em 1999, por Joseph Pine e James Gilmore, ambos especialistas em mercado pela Universidade de Harvard. As experiências representam uma já existente, porém não articulada, forma de resultado econômico. Ao se distinguir “experiências” de “atividades de serviço”, abre-se uma série de possibilidades de reconhecimento de um modelo econômico que vai de encontro ao pessimismo pós-industrial de encolhimento dos empregos ante o desenvolvimento tecnológico, e resignifica a econômia de serviços comoditizada, numa nova lógica que tem as pessoas e suas variadas formas de perceber o mundo no centro de toda atividade econômica.

A “economia da experiência” continuará com seus desdobramentos e, naturalmente, evoluirá para transformações cada vez maiores. Para aqueles que já interagem com o mundo dos negócios associado à experiência, as oportunidades são vastas, cabe escolher qual o papel a ser executado.

SAS inicia terceira turma do curso de cientista de dados

Objetivo é capacitar profissionais a lidar com big data e as mais avançadas ferramentas de visualização e análise de dados do mercado

Com o sucesso do curso de Cientista de Dados do SAS, lançado no Brasil em junho de 2016, uma terceira turma terá início no próximo dia 31. A Academia para Ciência de Dados do SAS utilizará as mais avançadas ferramentas e técnicas de analytics, buscando formar profissionais altamente qualificados para lidar com big data.

O curso é presencial e tem duração de 14 meses, equivalente a 448 horas. Durante esse período, cada aluno passará por aulas teóricas, projetos em equipe, desenvolvimento de estudos de caso e provas de certificação. O programa é composto de dois módulos. O primeiro deles é voltado para a obtenção da Certificação SAS em Big Data e o segundo da Certificação SAS Advanced Analytics Professional. Um vez aprovado, o aluno obtém a Certificação SAS de Cientista de Dados.

Neste mês e em novembro, o SAS já formará a primeira e a segunda turma, respectivamente, de cientista de dados, o que representa cerca de 50 profissionais. Para um dos alunos, o especialista em Big Data, Analytics e Governança da Informação da CertSys, Herbert Morais, o curso teve um papel fundamental em sua vida profissional. “Ele abriu a minha mente e me ajudou a conseguir uma mudança na minha carreira, além de me permitir conhecer pessoas incríveis no próprio SAS. O treinamento foi pago pela minha antiga empresa, como um reconhecimento pelo meu trabalho, e agora estou trabalhando diretamente com cloud e analytics, o que tem sido muito gratificante”, diz o profissional, que participou da primeira turma.

As aulas incluem técnicas de gerenciamento e limpeza de grandes volumes de dados, análises exploratórias, visualização de dados SAS e HadoopMachine Learning e Deep Learning, incorporação de modelagem preditiva e outras habilidades necessárias à formação de um cientista de dados.

Além do conhecimento técnico, é necessário que os candidatos entendam de negócios e tenham experiência em programação, com conhecimentos em matemática aplicada, além de proficiência em inglês.

As inscrições podem ser feitas até o dia 30 de outubro pelo e-mail andreia.santos@sas.com. Para mais detalhes sobre o curso, basta clicar no link Academia de Cientista de Dados.

Profissão do futuro

Atualmente, o cientista de dados é um dos profissionais mais valorizados pelo mercado devido à grande demanda das empresas e ao alto grau de conhecimento técnico desse especialista, o que torna também os salários bem atraentes. A importância desse profissional ganhou tamanha relevância a ponto de ter sido listada pelo Fórum Econômico Mundial como uma das mais relevantes profissões para o mercado até o ano de 2020.

Segundo a coordenadora de Treinamentos do SAS Brasil, Andréia Santos, o objetivo do curso é atender às demandas do mercado por profissionais com formação especializada. “Existe hoje uma necessidade grande das empresas em poder contar com profissionais capacitados em inteligência analítica e Big Data, capazes de extrair informações valiosas desse imenso volume de dados que as organizações têm à disposição. É nesse momento que a figura do cientista de dados ganha importância”, diz a executiva.

O certificado do SAS em Ciência de Dados é reconhecido internacionalmente, permitindo que o profissional possa trabalhar em qualquer mercado ao redor do mundo, conquistando, assim, novas perspectivas de carreira.

Fonte: ITForum365

Painel Startups Exponenciais no FIC2017

Nos últimos dias 05 e 06 de outubro ocorreu o FIC 2017 – Festival de Interatividade e Comunicação. Para quem não pode presenciar o evento ou até mesmo acompanhar o painel sobre as Startups Exponenciais (Zeeng, Warren e TAG) segue o vídeo que registrou este bate papo entre os empreendedores Eduardo Prange (Zeeng), Tito Gusmão (Warren) e Arthur Dambros (TAG).

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Rock In Rio é festival com maior presença digital no Brasil

Segundo levantamento realizado pela Zeeng Data Driven Platform, primeira plataforma de Big Data Analytics do mercado brasileiro voltada ao setor de Marketing e Comunicação, o Rock in Rio é hoje o festival com a maior presença digital no Brasil. O evento carioca possui a maior média de visitantes diários, tempo de visita e exibições da webpage, seguido pelo Lollapalooza e o Tomorrowland, respectivamente.

A pesquisa mapeou as últimas edições de cinco grandes festivais de música no Brasil – Rock in Rio 2017, Lollapalooza 2017, Tomorrowland 2016, João Rock 2017 e Planeta Atlântida 2017. O levantamento ranqueou os eventos levando em conta uma combinação de fatores, como a média de visitantes diários, tempo de visita, taxa de rejeição, percentual de visitas oriundas de mecanismos de busca, exibições da webpage e o total de notícias publicadas nos últimos seis meses que antecederam a data de cada um dos eventos.

Neste período, o RiR registrou 7426 notícias publicadas em veículos noticiosos. O evento ainda apresenta a maior taxa de visitas por pesquisa, com 65%, e a menor taxa de rejeição, com apenas 36%. O Lollapalooza, festival que é marcado pelo Pop Rock Indie, registrou 58% das suas visitas oriundas de mecanismos de busca e uma taxa de rejeição de 73%. Os visitantes da página do Lolla costumam navegar por cerca de dois minutos no website do evento.

Já o João Rock, tradicional festival de rock do interior do Estado de São Paulo, possui a maior taxa de rejeição entre os cinco analisados, com 95%. Além disso, o evento também registrou uma das mais baixas médias de tempo de visita em seu website, com cerca de um minuto de navegação, perdendo apenas para o Tomorrowland, que registrou 57 segundos.

“Em plena era digital, a marca que investe em sua presença online acaba, sem dúvida, se destacando em seu mercado. O Rock In Rio é um ótimo exemplo disso, pois possui um ativo digital muito valioso”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Dados da pesquisa na íntegra:

ROCK IN RIO

Última edição no Brasil: 15, 16, 17, 21, 22, 23 e 24/09/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 1º

Visitas por pesquisa: 65%

Taxa de rejeição: 36%

Tempo de visita: 00:03:16

Total de notícias: 7426 notícias – 15/03/2017 até 24/09/2017

 

LOLLAPALOOZA

Última edição no Brasil: 25 e 26/03/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 2º

Visitas por pesquisa: 58%

Taxa de rejeição: 73%

Tempo de visita: 00:02:02

Total de notícias: 1021 notícias – 25/10/2016 até 26/03/2017

 

TOMORROWLAND

Última edição no Brasil: 21, 22 e 23/04/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 3º

Visitas por pesquisa: 55%

Taxa de rejeição: 90%

Tempo de visita: 00:00:57

Total de notícias: 228 notícias – 21/11/2015 até 24/04/2016

 

JOÃO ROCK

Última edição no Brasil: 10/06/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 4º

Visitas por pesquisa: 52%

Taxa de rejeição: 95%

Tempo de visita: 00:01:02

Total de notícias: 224 notícias – 03/08/2016 até 03/02/2017

 

PLANETA ATLÂNTIDA

Última edição no Brasil: 3 a 4/02/2017

Ranking entre festivais do Brasil: 5º

Visitas por pesquisa: website não indexado – não foi possível obter dados

Taxa de rejeição: website não indexado – não foi possível obter dados

Tempo de visita: website não indexado – não foi possível obter dados

Total de notícias: 224 notícias – 03/08/2016 até 03/02/2017

Fonte: Bem Paraná

Zeeng marcará presença no FIC 2017 em painel sobre as STARTUPS EXPONENCIAIS

Evento trará a Porto Alegre especialistas internacionais na área da tecnologia, da criação e do consumo, como Brian Solis e Jon “Mad­dog” Hall

O Festival de Interatividade e Comunicação (FIC17) trará ao BarraShoppingSul nomes de peso no universo da tecnologia, da criação e do consumo, como Brian Solis, estudioso sobre tecnologias disruptivas e seu impacto nos negócios e na sociedade, e Jon “Mad­dog” Hall, presidente da diretoria do Linux Professional Institute e CEO da Optimal Dynamics.

Em sua 13ª edição, o FIC terá três pilares de conteúdo: Technology Experience, Design Experience e Brand Experience (para discutir marcas). Nessas trilhas, palestrantes vão apresentar cases de sucesso e interagir com a plateia. O evento terá ainda food trucks, um espaço para troca de ideias e momentos de descontração com festas noturnas e networking (confira programação completa do FIC 2017).

– Debateremos o mais avançado estágio econômico, que vem depois do agrário, industrial e de serviços: é a economia da experiência, que tem como característica a boa experiência de consumo pela praticidade – afirma o curador do evento, Cesar Paz, fundador da AG2 Nurun (Grupo Publicis) e da Abradi-RS.

Serviços costumam ser calcados na tecnologia

Serviços do gênero costumam ser oferecidos de forma colaborativa e calcados na tecnologia, a exemplo de Airbnb, Uber, Spotify e Nubank, e podem inspirar novas startups, explica Paz. Esses serviços criam novos padrões entre os consumidores, que passam a defini-los como referência. Cases brasileiros também serão trazidos ao debate. A chegada ao Brasil da Comic Con Experience, evento de cultura pop que traz roteiristas de histórias em quadrinhos e desenhistas de renome internacional, será apresentada pelo autor do projeto, Pierre Montovani.

O FIC17 é direcionado aos profissionais de marketing e Tecnologia da Informação, agências de comunicação, start-ups, agentes digitais e empresas nativas da economia pós-digital. O evento é promovido pela Associação Brasileira dos Agentes Digitais – Regional Rio Grande do Sul (Abradi-RS), com a correalização do Seprorgs Plataforma de Negócios Digitais do RS, e tem patrocínio master do Grupo RBS.

Confira entrevista do Cesar Paz para a Patricia Knebel (Jornal do Comércio) sobre o Festival de Interatividade e comunicação (FIC) 2017:


O painel Startup Exponenciais ocorrerá ás 13:00 horas do dia 06/10 e contará com a presença dos empreendedores Eduardo Prange (Zeeng), Tito Gusmão (Warren) e Arthur Dambros (TAG Livros).

Alguns dos palestrantes do FIC 2017

Brian Solis – Futurista, estudioso de tecnologias disruptivas, líder em inovação e seu impacto nos negócios, autor de sete livros, entre os quais destaca-se X: The Experience When Business Meets Design.

Jon Maddog Hall – Presidente da diretoria do Linux Professional Institute e CEO da Optimal Dynamics. Estará acompanhado de seu parceiro de negócios Alex Karasulu, CTO da Optimal Dynamics.

Silvio Meira – Fundador e presidente do conselho de administração do Porto Digital, cocriador de uma das primeiras redes de business designers do Brasil, a IKEWAI, e do C.E.S.A.R, centro de estudos e sistemas avançados do Recife.

Pierre Mantovani – Empreendedor e CEO do Omelete Group. Também é sócio do investment banking Group Argent, com sede em Nova York, tendo trabalhado com acordos na América Latina.

– Eduardo Prange – CEO da Zeeng, primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de Marketing e Comunicação do mercado brasileiro.

Paulo Aguiar – Diretor de criação da Sapient AG2. No grupo Publicis, liderou criativamente operações digitais e integradas como Publicis Modem, Nurun, Sapient.

 – Edson Erdmann – Jornalista e empresário, diretor de televisão, cinema, shows e espetáculos. Foi professor da PUCRS e atuou como diretor artístico na RBS TV e também na TV Globo.

Bárbara Mattivy – Fundadora da Insecta Shoes, marca de sapatos ecológicos e veganos produzidos no Brasil. É formada em Marketing pela UFRGS e pós-graduada em Comunicação de Moda pelo IED de Milão.

Edson Matsuo – Tem formação acadêmica em arquitetura e urbanismo. Trabalha há mais de 40 anos com design, tendo como foco principal a chamada inovação “não tecnológica”.

Samantha Souza – Coordenadora da Gastromotiva, no Rio de Janeiro, uma Oscip que busca transformar a vida de pessoas em vulnerabilidade social por meio da comida, e principal responsável pela gestão do projeto Refettorio Gastromotiva.

Serviço

O quê: FIC17 – The Experience Economy
– Quando: dias 5 e 6 de outubro
– Local: Centro de Eventos BarraShoppingSul (Av. Diário de Notícias, 300), em Porto Alegre
– Convite: R$ 520 para os dois dias. Estudante paga meia.
– Programação em www.fic17.com.br/programacao/
– Inscrições: bit.ly/inscricaofic17

Big Data: entenda como a tecnologia analítica tornou-se vital para o marketing e a publicidade

Hoje, os processos de marketing e publicidade são mais precisos e o uso de ferramentas que analisam dados passou a ser vital para as empresas.

Em um mundo cada vez mais conectado, não é exagero afirmar que as empresas que são adeptas ao Business Intelligence estão vivendo o seu melhor momento em termos de disponibilidade de informações estratégicas. Graças à tecnologia, a tomada de decisão nunca esteve tão avançada e assertiva. Este cenário só é possível por conta do conceito de Big Data Analytics, que revolucionou a forma como as companhias entendem seus clientes. E dentre tantos segmentos é notável que as áreas de Marketing e Publicidade são duas das que mais se beneficiaram deste tipo de evolução.

As rotinas destes setores foram completamente otimizadas. Hoje, os processos de marketing e publicidade são mais precisos e o uso de ferramentas que analisam dados passou a ser vital para as empresas, já que agora é possível entender o consumidor de forma profunda e compreender suas preferências e necessidades. Como os clientes estão mais exigentes, é preciso compreender os reais motivos que o levam a consumir um determinado serviço ou produto, e isso exige uma análise minuciosa. Vale lembrar que antes as marcas agiam olhando para trás, interpretando dados do passado, e hoje são obrigadas a monitorar seu mercado em tempo real para que a tomada de decisão seja a mais assertiva possível.

As ferramentas baseadas em Big Data possibilitaram a análise de dados não estruturados oriundos dos mais diversos processos internos como, por exemplo, vendas, relacionamentos, atendimento aos clientes, e também de mídias digitais como blogs e redes sociais. Estas soluções são vitais para o Marketing e a Publicidade, uma vez que em plena era da informação é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma inteligência competitiva que empodere os gestores.

Se observarmos o mercado atual, conseguimos listar ótimos exemplos de criação de vantagem competitiva a partir de estratégias baseadas em Analytics. Com a ascensão do e-commerce, por exemplo, é possível ver muitas empresas deste setor utilizarem dados do perfil de seus consumidores para definir, em tempo real, os produtos a serem oferecidos. A gigante do streaming, Netflix, também realiza grande parte das suas vendas de pacotes por meio de recomendações customizadas. Companhias do mercado financeiro correlacionam dados públicos de diversas fontes de seus clientes para auxiliar a construção de seu perfil de crédito. Poderíamos listar ainda muitos outros casos em que o levantamento de informações se tornou um aliado dos negócios prósperos.

Há alguns anos, um dos desafios para a implementação do Big Data nas estratégias de Marketing era a complexidade das soluções, que eram usadas em maioria por especialistas em estatísticas. Felizmente, hoje as ferramentas analíticas estão cada vez mais simples e intuitivas, possibilitando que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado. Por fim, temos que aceitar que o Big Data chegou para ficar e os negócios que, por alguma razão, resistirem à sua adoção, tendem a ficar para trás.

Eduardo Prange — CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de dez anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Zeeng Drops – #01 – Entrevista Cesar Paz

Temos o prazer de anunciar o Zeeng Drops, nosso programa quinzenal com conteúdo exclusivo: entrevistas, curadoria de eventos, bate papos, entre outras iniciativas que visam fomentar o mercado de marketing e comunicação através da ciência de dados.

E na primeira edição já começamos em GRANDE estilo!

Entrevista com Cesar Paz, visionário e ícone do mercado digital, Paz fundou a AG2 no final dos anos 90, com base em Pelotas. Em 2010, a agência foi adquirida pelo Grupo Publicis, quando tornou-se AG2 Publicis Modem e, em 2014, transformou-se em AG2 Nurun.

Ao longo de sua trajetória, Paz liderou o salto de uma startup gaúcha que se tornou um dos principais players entre as agências nativas digitais brasileiras e parte do network Nurun da Publicis World Wide. Ícone neste segmento, Paz foi fundador e primeiro presidente da ABRADi (Associação Brasileira das Agências Digitais), e listado como um dos 10 profissionais mais inovadores do Brasil pela revista ProXXIma.

Quem você gostaria de ver em uma edição futura do Zeeng Drops?

Deixe nos comentários o nome ou link do profile no Linkedin de profissionais que vocês gostariam de contar com uma entrevista da Zeeng para as próximas edições do #ZeengDrops 😀

Entenda como a tecnologia potencializa o marketing

O Marketing se aproxima cada vez mais de tecnologia e essa relação deverá determinar o sucesso dos profissionais e das marcas de agora em diante.

Com a consolidação da transformação digital dos negócios, muitos profissionais relacionados à tecnologia, provavelmente, já ouviram falar em Martechs. Mas o que, de fato, esse termo significa? Ele contempla projetos, ferramentas ou startups que tenham a tecnologia aliada diretamente ao marketing digital. As Martechs combinam esses dois setores com o objetivo de melhorar a performance das mais diversas iniciativas –  para marcar o brand ou conversão em alguma estratégia de marketing.

Hoje é comum que os responsáveis pelo marketing de uma empresa trabalhem diretamente com o setor de tecnologia da informação. Uma pesquisa realizada pelas consultorias DataXu, Morar Consulting e WithPR, revela que mais da metade desses profissionais possuem conhecimentos em TI ou estão trabalhando com especialistas da área lado a lado.

Além disso, em outros países, as empresas têm apostado cada vez mais nessa tendência. A Gartner, consultoria especializada no desenvolvimento de novas tecnologias, por exemplo, revelou em um estudo de 2016, que 33% dos orçamentos de marketing das empresas dos Estados Unidos e da Inglaterra já são destinados à tecnologia. Hoje, a mentalidade dos gestores do setor é de que quanto mais ferramentas tecnológicas forem utilizadas para tornar as ações de marketing mais inteligente, mensuráveis e efetivas, mais “Martech” torna-se a estratégia.

Big Data auxilia na tomada de decisão

É inegável que na era digital em que vivemos, os dados são a essência da tomada de decisões empresariais. No entanto, até recentemente, a maioria desses dados eram provenientes de feedback dos clientes, testes de marketing e análises exaustivas de mercado sem o auxílio de nenhum tipo de tecnologia. Com a popularização do Big Data, no entanto, criou-se um cenário onde mais empresas podem lançar produtos com base em análises preditivas ao invés de testes experienciais. Foi uma verdadeira revolução no mercado.

Em um passado não muito distante, as pesquisas de mercado exigiam que as companhias criassem grupos específicos para testar um produto ou campanha publicitária. Entretanto, por vezes, esses conjuntos eram limitados, e o volume de dados coletados era insuficiente. Já as métricas disponíveis de Big Data abrem um leque de possibilidades para que as empresas testem novas estratégias. Como os conjuntos de dados disponíveis graças à tecnologia são muito maiores que os encontrados na maioria das pesquisas de mercado, eles proporcionam maior assertividade para o planejamento de marketing.

Imagine o quanto uma empresa não ganha em termos de competitividade quando seus gestores dispõem de informações estratégicas, como o lançamento de produtos de um concorrente, ou quantas vezes a própria marca foi citada na imprensa e nas redes sociais em um determinado período. Felizmente, já existem plataformas que conseguem mensurar esses e muitos outros indicadores.

O fato é que em pleno século XXI, é fundamental trabalhar com dados e evidências, deixando de lado a intuição para construir uma verdadeira inteligência competitiva que empodere os gestores na tomada de decisão. O futuro chegou e as companhias que apostarem em Martechs terão muito mais chances de atingir seus objetivos.

Artigo escrito por Eduardo Prange para o Portal Proxxima.

(*) Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de 10 anos, com participação em mais de 100 Projetos relacionados ao tema.