Gestão da informação em tempo real e o aumento da produtividade das empresas

Considerado o novo petróleo por conter alto valor na geração de negócios, os dados são cada vez mais peça-chave na condução da gestão das empresas. Seja na tomada de decisão ou na capacidade de crescimento da produtividade, analisar e entender a grande quantidade de informações que temos à disposição é algo estratégico e indispensável para as companhias, independente do seu porte ou setor de atuação.

Extrair valor das iniciativas de big data analytics tem acelerado a busca por soluções e ferramentas que auxiliem nesse processo. De acordo com estimativas da consultoria IDC, os gastos com esses serviços devem crescer este ano no Brasil cerca de 18% em relação a 2017, e os gastos totais, incluindo infraestrutura, software e serviços, vão atingir US$3,2 bilhões no país.

Diversos setores já entenderam a importância da big data analytics e da gestão da informação em tempo real. Essa capacidade fornece aos gestores e tomadores de decisão informações acuradas e consistentes sobre o seu negócio, aumentando a assertividade nas ações. O principal objetivo é atingir maturidade que resulte em redução de custo, em melhor eficiência e, acima de tudo, em ganho de produtividade.

Outro ponto de extrema importância quando falamos em análise de informações é compreender possíveis falhas que podem gerar impactos negativos. O monitoramento de dados pode levar a uma maior identificação de erros, buscando a sua resolução com agilidade. O uso de ferramentas de big data analytics consegue utilizar de capacidade preditiva para encontrar problemas mais graves, o que leva a tomada de decisões eficientes para corrigi-los mais rapidamente.

 

A gestão da informação também diz respeito a dados retroativos. Ou seja, manter o histórico de dados coletados garante a realização de análises preditivas, que também possuem alto valor.

Além disso, caracterizar os tipos de dados que devem ser geridos em tempo real, a partir das melhores estratégias do seu negócio, também é fundamental para garantir ganho de eficiência. Diante de um processo que assegure que os dados sejam úteis e gerem novos insights para o gestor, é preciso criar padrões, tanto de qualidade, como de aplicações. A partir da compreensão específica do seu mercado, deve-se identificar dados que atendam à redução dos riscos operacionais, à padronização dos processos repetíveis e à melhoria dos fluxos de trabalho, por exemplo.

Em termos práticos, uma boa gestão da informação em tempo real oferece, além dos benefícios já mencionados, uma melhor realocação de recursos humanos e tecnológicos. Isso resulta em desgargalamento de operações críticas dentro da empresa. Além disso, também cria um workflow mais claro e objetivo das diversas etapas de comunicação entre os diferentes setores da companhia. Ou seja, reforça uma cultura organizacional que preze pela correção, responsabilidade e qualidade nos trabalhos desenvolvidos.

Em um mundo cada vez mais interligado, e que qualquer ação realizada gera dados e informações, é natural que todos as empresas queiram o otimizar a gestão a partir da análise correta. As companhias podem fazer essa implementação desde um profissional dedicado a essa função, até um cientista de dados, ou por meio de plataformas tecnológicas que integrem aos sistemas de gestão já presentes nas empresas.

Fonte: Ecommerce News

CI&T aponta tendências da transformação digital para 2019

Relevância da cultura baseada em dados, necessidade de autonomia às áreas e mudanças no marketing digital estão entre as tendências para a jornada de transformação digital das empresas no próximo ano

De acordo com o Gartner, a transformação digital de negócios passou de experimento para mainstream. As iniciativas digitais vão liderar a lista de prioridades dos CIOs em 2019, com 33% das empresas nas etapas de escala ou refino da maturidade digital – um número acima dos 17% em 2018. Outro dado que chama a atenção é que apenas 4% das organizações não terão nenhuma iniciativa digital no próximo ano, o que sinaliza essa mudança do digital como uma plataforma mainstream.

CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital de grandes marcas com presença global, compartilha algumas tendências desse mercado para o próximo ano:

Adoção da cultura data-driven: As organizações deverão intensificar o uso de dados como parte do planejamento e estratégias de negócios para todas as suas áreas. Uma cultura baseada em dados permite o monitoramento em tempo real das principais fontes de informação, tanto para guiar processos-chave de transformação digital como realizar atualizações tempestivas no desempenho de lançamentos de novos produtos e serviços. Para compreender as interações com os consumidores, as empresas terão que possuir maior competência em análise de dados (analytics). O uso do analytics fará toda a diferença para criar novas jornadas, onde o consumidor terá suas necessidades antecipadas e supridas de forma sem precedentes, assim como a identificação e a correção tempestiva de pontos de fricção. Ao se tornar uma organização mais inteligente e data-driven, será possível retroalimentar o negócio com dados e insights, construindo uma cultura de valor com foco no cliente e, consequentemente, impulsionando os negócios.

Mudanças do marketing no digital – Em 2019, as marcas deverão intensificar ainda mais a substituição das técnicas tradicionais por um novo mindset, mudando suas estratégias de marketing para focá-las no estímulo à experimentação e, principalmente, na inserção do cliente no centro do negócio entendendo não apenas seu mix de canais, mas sua relação com múltiplos touchpoints on e offline. O chamado Agile Marketing precisará ser implementado, com ciclos curtos e rápidos aprendizados como parte do processo de transformação digital. Para isso, equipes de marketing deverão estudar mais e correr atrás dos resultados.

Revolução da Inteligência Artificial (IA) – Outra tendência que crescerá exponencialmente será a aplicação da Inteligência Artificial, especialmente em assistentes virtuais para a oferta de experiências altamente convenientes, personalizadas e onipresentes aos consumidores. A IA vai provocar uma verdadeira revolução nos negócios peer-to-peer oupeer-to-machine, para transformá-los em machine-to-machine através da voz.

Autonomia e empoderamento das áreas – A quebra de estruturas de silos (departamentos) para dar lugar às equipes multidisciplinares (SQUADs) nas organizações está entre as ações-chave do processo de mudança cultura da transformação digital. A tendência é a formação de equipes com mais autonomia e empoderamento, agindo de forma colaborativa, em torno de um objetivo comum e com incentivo à experimentação e inovação, para que a empresa ganhe a velocidade que o mercado exige na tomada de decisões que vão gerar real valor aos seus consumidores.

Capacidade de lidar com riscos – A transformação digital traz muitos desafios e riscos também. Ano a ano, as empresas precisarão estar cada vez mais preparadas para lidar com os riscos dessa jornada, que inclui testes e experimentos fundamentais para a evolução da marca no ambiente digital. As organizações vão precisar entender que a missão de resolver problemas vai além de uma área específica, para ser tratada de forma global por todas as esferas, especialmente a do cliente.

“Em 2019, teremos que ter um olhar ainda mais profundo para as capacidades disruptivas dessas tendências, que vão provocar grandes transformações nas relações entre os consumidores e as marcas”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T.

Fonte: Proxxima

Zeeng estuda presença digital dos e-commerces durante a Black Friday

A Black Friday, data de maior movimentação do varejo, passou. Mas por onde olhamos, percebemos o rasto que ela deixou ao longo do mês. Pensando nisso, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics, mediu a presença digital das marcas Americanas, Carrefour, Casas Bahia, Centauro, Fast Shop, Magazine Luiza, Netshoes, Ponto Frio, Ricardo Eletro e Submarino durante o mês de novembro e estudou como cada uma delas se comportou em suas redes sociais, na imprensa e web analytics:

Assista o vídeo na íntegra 

A empresa com maior destaque em todos os âmbitos foi a Magazine Luiza, com nota 7,7 no Zeeng Score, indicador que leva em conta o nível de atuação da empresa nas redes sociais, imprensa e web analytics. Ao longo do mês foram 102 publicações. Seguida pela Fastshop, com 95 posts, e Ricardo Eletro, com 53 posts.

No Youtube, a Magazine Luiza também foi a marca que mais postou, com 38 vídeos, seguida por Casas Bahia, com 24, e Ponto Frio, com 23. No Instagram, a empresa postou 45 posts, seguida de Netshoes, com 20, e Americanas, com 11. A frenquência da Magazine Luiza no Twitter foi de 87 posts, seguida por Submarino, com 86, e Americanas, com 79.

O grande destaque dos e-commerces nas redes sociais está no formato de publicação utilizado neste período. “Este ano, foi forte a atuação das empresas nas redes sociais com foco na produção de conteúdos em vídeo. Vimos o que era tendência virar realidade e as marcas souberam aproveitar isso a seu favor” relata Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Os vídeos foram muito utilizados pelas marcas, para garantir a atenção do consumidor no tema Black Friday, com predominância desses posts Magazine Luiza.

No comportamento na imprensa, o Submarino ficou na frente, com mais de 1.700 notícias, seguido de Magazine Luiza 322 notícias e Casas Bahia 311 notícias.

Fonte: E-Commerce News

Solicitar dados públicos anonimamente se torna mais fácil no Brasil com novos mecanismos do governo e da sociedade civil

Para jornalistas brasileiros, poder preservar a identidade ao solicitar dados públicos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) tornou-se mais fácil recentemente.

Na semana passada, o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) passou a permitir que cidadãos peçam informações a órgãos federais de forma “anônima”. Isso tornou o país um dos sete no mundo a proteger a identidade dos requerentes, de acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro (FGV-Rio).

Com o novo dispositivo, o solicitante ainda precisa inserir seus dados pessoais ao fazer o pedido pela LAI, mas a identidade é conhecida apenas pela CGU, de acordo com reportagem do Estadão. Isso quer dizer que o servidor público encarregado de fornecer a informação não sabe quem fez a pergunta.

Embora a mudança valha apenas para instâncias federais do governo, os jornalistas que quiserem manter o anonimato ao requisitar dados a órgãos estaduais e municipais, assim como a federais, também podem recorrer a uma nova ferramenta da Open Knowledge Brasil chamada Queremos Saber. O nome é uma homenagem ao site de pedidos de informação criado pelo grupo Transparência Hacker em 2011, antes mesmo da LAI entrar em vigor.

A plataforma funciona como um intermediador para fazer perguntas a órgãos públicos. O usuário cadastra no site seu pedido, que é encaminhado ao governo em nome da Open Knowledge. Nenhuma informação pessoal é registrada — o usuário fica apenas com um número de protocolo que, posteriormente, dá acesso à resposta, segundo explicação no site do Queremos Saber.

Um dos criadores da ferramenta, Vitor Baptista, reúne os pedidos, descarta aqueles que não se encaixam no formato da LAI e protocola junto aos órgãos governamentais as perguntas. “Esse processo é fácil de ser replicado em outros países, até porque esse problema não é exclusivo do Brasil. O Queremos Saber é um sistema muito simples, porque é feito de forma manual”, explica Baptista ao Centro Knight.

Para o repórter do Estado de S. Paulo especializado em LAI Luiz Fernando Toledo, garantir o anonimato dos requerentes pode evitar o enviesamento das respostas e, consequentemente, melhorar a qualidade do material enviado por órgãos públicos.

No ano passado, o jornalista revelou que um chefe de gabinete da prefeitura de São Paulo disse que iria dificultar a resposta dos pedidos feitos por Toledo e por repórteres da TV Globo e do Agora São Paulo. Em um áudio de uma reunião, o funcionário público diz querer fazer os profissionais desistirem de reportagens que poderiam ser negativas ao governo, tornando a obtenção de respostas por LAI mais trabalhosa. Após a revelação da gravação, o servidor foi exonerado do cargo. A prefeitura disse não haver irregularidades com a transparência.

Segundo a lei de transparência brasileira, os órgãos públicos não podem levar em consideração o motivo ou o autor das solicitações ao produzir as respostas. “[Nesse caso] mostramos que a prefeitura tinha dificuldade em cumprir a legislação, e isso continua sendo um problema até hoje”, diz Toledo ao Centro Knight.

Um relatório da organização Artigo 19 publicado este ano reuniu 16 ocorrências de intimidação judicial, pressão psicológica, exposição de identidade, perseguição política e sonegação de informações em pedidos de LAI.

Por essas razões, proteger a privacidade dos cidadãos que requerem informações públicas é uma reivindicação importante dos defensores da transparência no Brasil, segundo especialistas. O país já havia feito um compromisso nessa área em 2016, por meio da iniciativa internacional Open Government Partnership (OGP).

Novos desafios para liberdade de informação no Brasil

O próximo passo para a melhoria na transparência brasileira é estender a proteção da identidade de requerentes a outras esferas do poder público, diz Toledo. “No caso dos governos locais, o obstáculo é muito grande. Primeiro porque muitos nem têm canal de transparência, ou têm um canal precário. Existem problemas ainda mais básicos que a proteção de identidade. É justamente nesses casos que o problema é mais grave”, afirma.

Baptista destaca o fato de que o sistema de pedidos do Queremos Saber não pode ser automatizado pois não existe padronização na forma de registrar perguntas por meio da LAI entre as diferentes instâncias do governo. “Antes, se aceitava fazer pedidos por e-mail, o que facilitaria a automatização. Em outros países, é possível fazer perguntas dessa forma”, ressalta.

A forma com que o governo implementou a anonimização dos pedidos de LAI também é motivo de críticas. O fato de a CGU ainda conhecer a identidade dos requerentes não garante a segurança total do pedido, segundo Baptista. Especialistas apontam ainda para a necessidade de um órgão de controle independente para monitorar a qualidade das respostas.

Apesar desses fatores, Baptista percebe que, desde que a LAI foi sancionada, em 2012, houve melhoria na percepção do público sobre a importância da transparência governamental. “Lembro que pedi uma informação e os servidores imprimiram, carimbaram, assinaram, digitalizaram e me mandaram”, diz. “Para mim, o maior avanço que tivemos é a mudança cultural entre servidores público e cidadãos”.

Nota da editora: a colaboradora do Centro Knight Alessandra Monnerat, que escreveu este post, também trabalha para o jornal O Estado de S. Paulo, citado neste texto.

Fonte: Jounalism in the Americas

 

Bancos e setor de bebidas dominam ranking de marcas mais valiosas do Brasil, diz pesquisa

Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil continuam na liderança, como nos últimos seis anos, segundo a Interbrand; veja a lista.

As empresas do setor financeiro e de bebidas continuam na liderança do ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2018, de acordo com uma pesquisa da consultoria Interbrand divulgada nesta quinta-feira (22).

Das cinco primeiras posições, três são bancos e duas são marcas de bebidas alcoólicas.

Como nos últimos seis anos, as cinco marcas de maior valor são Itaú, Bradesco, Skol, Brahma e Banco do Brasil (veja abaixo a lista completa). Este ano, a marca Assaí passou a integrar o ranking, ocupando a 23ª posição, com um valor de R$ 459 milhões.

Itaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrands, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/ReutersItaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrands, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/Reuters

Itaú é a marca com maior valor de mercado do Brasil, segundo a Interbrand, com R$ 29,7 bilhões. — Foto: Sergio Moraes/Reuters

O valor total das marcas que compõem o ranking cresceu 2,7% em relação a 2017, se aproximando de R$ 120 bilhões. Das 25 marcas ranqueadas, nove perderam valor. Já as que estão no topo da lista ficaram ainda mais valiosas, com as cinco primeiras correspondendo a 75,8% do total, ante 75,3% no ano passado.

Veja abaixo as 25 marcas mais valiosas do Brasil em 2018:

  1. Itaú: R$ 29,7 bilhões (+6%)
  2. Bradesco: R$ 22,6 bilhões (+2%)
  3. Skol: R$ 16,9 bilhões (+6%)
  4. Brahma: R$ 11,3 bilhões (+1%)
  5. Banco do Brasil: R$ 10,1 bilhões (-2%)
  6. Natura: R$ 7,5 bilhões (+8%)
  7. Antarctica: R$ 4,04 bilhões (-1%)
  8. Petrobras: R$ 3,07 bilhões (+1%)
  9. Vivo: R$ 2,3 bilhões (-2%)
  10. Cielo: R$ 1,4 bilhão (-18%)
  11. Renner: R$ 1,32 bilhão (+2%)
  12. Lojas Americanas: R$ 1,15 bilhão (+1%)
  13. Ipiranga: R$ 1,12 bilhão (-2%)
  14. BTG Pactual: R$ 938 milhões (-13%)
  15. Magazine Luiza: R$ 745 milhões (50%)
  16. Casas Bahia: R$ 722 milhões (+5%)
  17. Porto Seguro: R$ 715 milhões (+12%)
  18. Havaianas: R$ 656 milhões (-5%)
  19. CVC: R$ 518 milhões (+21%)
  20. Extra: R$ 506 milhões (+1%)
  21. Bohemia: R$ 462 milhões (-3%)
  22. Localiza: R$ 461 milhões (+10%)
  23. Assaí: R$ 459 milhões
  24. Totvs: R$ 457 milhões (-8%)
  25. Fleury: R$ 441 milhões (+7%)
 Fonte: Interbrand

Black Friday cresce em vendas e reclamações na web

Número de consumidores e aumento no tíquete médio são responsáveis por resultado inédito na data, segundo dados da Ebit|Nielsen

montante das vendas no e-commerce aumentou 23% nesta Black Friday em comparação à edição do ano passado. Ao todo, foram R$ 2,6 bilhões, aponta a Ebit|Nielsen. O número de pedidos, por sua vez, subiu 13% — totalizando 4,27 milhões. Já o tíquete médio cresceu 8%, chegando a R$ 608. O número de consumidores únicos (que fez ao menos uma compra online) cresceu 9% em relação ao ano anterior, indo para 2,41 milhões.

Na sexta-feira, 23, os produtos de tíquete médio mais elevado foram destaque como, por exemplo, smartphones, itens de linha branca e TVs. Segundo a Ebit|Nielsen, o crescimento foi impulsionado também pela confiança dos consumidores na Black Friday. Levantamento da instituição realizado antes da chegada da data havia indicado que o índice de pessoas que não acreditavam na veracidade dos descontos diminuiu de 38%, em 2017, para 35%, em 2018.

Embora a confiança na data promocional tenha aumentado, o número de reclamações durante o período de ofertas foi maior neste ano. Segundo monitoramento do ReclameAqui, a data registrou 4,2 mil reclamações das 18 horas de quinta-feira, 22, às 23 h 59 de sexta-feira, 23, contra 3,5 mil no mesmo período do ano anterior. O total de reclamações chegou a 5,6 mil considerando a partir das 11 horas da quarta-feira, dia 21, até as 23h 59 da sexta-feira, 23. Segundo o site, o volume de apontamentos foi concomitante a um recorde de acesso à plataforma. Para a empresa, isso é um indicador de que o consumidor pesquisou mais antes de comprar.

Os problemas de infraestrutura tecnológica foram superados, indica o ReclameAqui. Entretanto, os grandes descontos esperados numa Black Friday e o cumprimento de prazos não atingiram taxas ideais. “Nos últimos anos, o perfil de reclamação mudou. Agora, ao invés de problemas técnicos, o consumidor reclama de propaganda enganosa e maquiagem de preço”, afirmou em comunicado à imprensa Felipe Paniago, diretor de operações do ReclameAqui.

A propaganda enganosa e maquiagem de preço permaneceram na liderança dos principais motivos de queixas (14,2%), assim como nas edições anteriores. Na sequência, aparecem empatadas divergência de valores e problemas na finalização da compra, com 7,6% cada uma. Os segmentos mais indicados foram “Smartphones e celulares”, com 11,6% das publicações, e televisores, com 5,3% do total, seguidos por passagem aérea (4,7%), tênis (3,6%) e cartão de crédito (2,9%).

Termômetro das redes
Piadas e desejos de compras dividiram a maioria dos comentários sobre a Black Friday de 18 a 25 deste mês. A constatação é de um estudo realizado pela plataforma Torabit, que analisou quase 400 mil menções sobre o evento nas redes sociais.

Piadas foram maioria no cenário analisado: Aproveita a Black Friday e compra noção que você não tem

A categoria alimentos e bebidas despontou na liderança da conversa nas redes sociais. Em seguida, veio telefonia, que teve seu destaque nos celulares da marca Apple – marca mais citada do período, embora não tenha participado oficialmente do dia de promoções.

Houve menções de todos estados sobre a data, os que mais falaram foram RJ (29%), SP (20%), MG (9%), RS e PR (5%). As mulheres estiveram mais presentes nas menções, batendo 61% das citações, contra 39% de homens.

As piadas formam a maioria no cenário analisado com 45% de participação nas menções. Por outro lado, o usuário expressou algum desejo de compra, ou a compra efetiva de algum produto/serviço, em 42% das oportunidades. Já 9% dos comentários diziam respeito a não ter dinheiro para pagar, enquanto 4% citaram o termo “black fraude”.

Veja os destaques do monitoramento da Torabit abaixo:

Crédito: Torabit

Crédito: Torabit

Fonte: Meio & Mensagem

Amazon começa a brincar de busca, batendo de frente com Google

Não há mais muros ou limites entre negócios no mundo capitalista contemporâneo, notadamente no âmbito das plataformas tecnológicas. Agora a Amazon começa a dar passos determinados para iniciar o que poderá (ou não) vir a ser uma invação no business do Google. Acompanhar vale a pena.

Mas como isso está acontecendo?

Vamos lá…

Você já deve estar ligado que Amazon é hoje a terceira força no mundo do online advertising, ficando atrás apenas de Google e Facebook, certo?

Os números da antes livraria online nesse âmbito são já bastante impressionantes e a expectativa do ano que vem é que a empresa atinja a marca dos US$ 10 bilhões em ad revenue.

Os dois big players deverão responder por 54% do total de investimentos em publicidade online em 2019, o que é um pedaço gigante ainda, óbvio, mas esse percentual chegou a ser de 73% há não muito distantes dois anos. Parte dessa mudança tem diretamente a ver com a chegada sem pedir licença da Amazon.

Bom, é aí que começa a história da busca. Porque direcionados pela poderosa máquina de publicidade digital da companhia, os internautas passaram a buscar por produtos crescentemente a partir da plataforma Amazon. O que é natural e faz todo sentido para quem já está no ambiente do maior marketplace do mundo, certo?

Então, é por essa porta de trás, que a Amazon está entrando pela frente no mundo do search.

Em artigo do site especializado Search Engine Watch, o que está previsto é que essa atuação expanda-se inclusive para fora dos muros do marketplace Amazon. Veja: “In another extension of its full-court press to rapidly expand its online advertising business, Amazon is now testing a pilot program that lets advertisers use search queries to retarget ads across the web using its demand side platform. It’ll be the first time Amazon’s rich search data will be used outside the walls of its own platform for advertisers to capture shoppers’ intent and serve up more personalized ads”.

Ou seja, Amazon passa a ser um player de online advertising cada vez mais abrangente e poderoso, tendo como upside desse movimento incomodar também o Google no mundo do search.

Briga de cachorro muito grande. E a gente aqui, só assistindo de camarote.

Fonte: ProXXima

Zeeng Score é destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Zeeng Score: o indicador da sua marca no ambiente competitivo

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital.

“Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”,  explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Confira o vídeo sobre o lançamento do Zeeng Score:

Lançamento repercutiu nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

A novidade foi destaque nos principais veículos de marketing e comunicação do Brasil, como: ProXXima, Meio & Mensagem, Revista Live Marketing, AdNews, e dezenas de outros.

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Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Usar Data Driven é como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento

Afirmação foi de Eduardo Prange, durante palestra no 1º Congresso da Transformação Digital

A manhã do último sábado, 17, começou agitada no 1º Congresso da Transformação Digital. Com três palestras simultâneas desde as 9h, a movimentação na Fundaparque, em Bento Gonçalves, é tão intensa quanto ontem. Uma das atrações tratou de ‘Data Driven Marketing: Os dados como verdadeiros aliados em sua estratégia digital’, ministrada por Eduardo Prange, CEO da Zeeng. E, para explicar o conceito da técnica, comparou: “Data Driven nada mais é do que um mundo orientado por dados, com mais agilidade e facilidades. É como andar de carro e corrigir a rota com ele em movimento”.

Explicando também que a ferramenta é uma disciplina de marketing baseada em dados, “algo que se tornou essencial para as definições estratégicas”, Eduardo focou sua explanação no conceito de real time. Segundo ele, antes mesmo de pensar em dados, as empresas precisam fazer o famoso feijão com arroz, que significa investir na presença digital. Para ele, o primeiro passo para o uso de Data Driven é estar em um site institucional que permita o uso de Analytics, nas principais redes sociais e produzir conteúdos para portais e blogs da área de atuação. Por outro lado, alertou: “Mais importante do que estar nesses ambientes digitais, é mensurar essa presença”.

As organizações, na opinião do palestrante, precisam entender que as pessoas deixaram de falar DAS marcas pelo desejo de falar COM elas. E para corroborar sua visão, apresentou cases de chocolates, séries da Netflix e aplicativos de relacionamento, que adaptaram suas estratégias conforme coletavam dados, opiniões e reações das pessoas no mundo online. Citou ainda o caso de vazamento de dados da Cambridge Analytica na eleição de Donald Trump para presidente dos Estados Unidos. “Essas informações já são capazes de definir processo eleitoral. Alguma dúvida de que é preciso olhar para Data Driven?”, provocou.

Como etapa mais prática da sua palestra, Eduardo apresentou plataformas capazes de encontrar dados de pessoas – e usou o nome de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como exemplo de busca – e de analisar a presença digital de marcas – e optou por mostrar uma empresa local, a Vinícola Aurora. O palestrante finalizou a explanação afirmando: “O Data Driven pode nos guiar, mas para frente. Ao usar dados, não olhamos mais para o passado na tomada de decisões estratégicas”.

Confira apresentação na íntegra: Data Driven Marketing – Os dados como verdadeiros aliados nas estratégias digitais from zeengbr

O evento contou cobertura em tempo real realizada pela equipe do portal Coletiva.net, com apoio do Grupo Record RS.