Presença Online – 10 pontos fundamentais para o sucesso da sua empresa no ambiente digital

Estar presente hoje no ambiente digital e construir uma presença online relevante é imprescindível para que as marcas sejam reconhecidas e encontradas por seus consumidores. Buscar por informações no ambiente digital já se tornou um caminho natural, um hábito das pessoas. Para que seu negócio esteja bem indexado nos mecanismos de busca é imprescindível ter uma boa estratégia de marketing digital.

A presença online das marcas transcende a construção de um web site, significa a soma de diferentes iniciativas de registros e participações da marca no ambiente digital. Esse processo de reconhecimento envolve sim, a criação de um web site, mas vai além, pois também leva em consideração, por exemplo o conteúdo desenvolvido em blog, as notícias veiculadas em portais relevantes e a participação em redes socais. São mais de 200 variáveis que impactam diretamente na relevância da presença online e consequente melhor indexação nos mecanismos de busca, eu elenquei 10 critérios que considero cruciais para esse processo 😀

Presença online, Web Analytics

01-Conteúdo único e de valor: Essa é a essência do SEO, produzir conteúdo de qualidade para o usuário. Pense menos nos robôs e mais no que as pessoas estão buscando e gostariam de ver no seu site. O Google valoriza isso!

02-Autoridade da página: PageRank foi o primeiro algoritmo criado por Larry Page há mais de 20 anos, baseado nos links que uma página recebe. Apesar da idade, ele ainda é usado, como o próprio Google afirma. Porém, muitos profissionais preferem o Page Authority, métrica da Moz que promete mais transparência, atualizações e precisão que o PageRank. Você pode conferir o seu na ferramenta Open Site Explorer, da Moz.

03-Autoridade do domínio: O posicionamento de uma página também é influenciado pela autoridade do seu domínio. Confira o seu Domain Authority também no Open Site Explorer.

04-TrustRank: Com saber se seu site é confiável? “Diga-me com quem andas…”. O Google determina o seu TrustRank baseado em seus relacionamentos, ou seja, em quantos links você recebe de sites de confiança.

05-Velocidade de carregamento: Esse é um dos fatores que o Google fez questão de anunciar: o tempo de carregamento dos sites influencia bastante na experiência do usuário e, consequentemente, no seu rankeamento.

06-Responsividade: Em abril de 2015, o Google anunciou que as páginas mobile-friendly ganhariam melhores posições nas buscas realizadas em dispositivos móveis.

07-Certificado SSL e HTTPS: O Google informou que sites seguros, que usam Certificado SSL e HTTPS, ganham prioridade. Ainda não se percebeu impacto disso no rankeamento, mas esse fator deve ganhar força.

08-Palavra-chave no título: O uso da palavra-chave é essencial na otimização, e o título é um dos fatores mais importantes do SEO On Page. Então, insira sua palavra-chave nele!

09-Usabilidade: Quanto mais você facilitar a vida do usuário dentro do seu site, melhor será sua experiência. Usabilidade impacta em tempo de permanência, visualizações de página e taxa de rejeição.

10-Arquitetura do site: Organização do conteúdo é essencial para usabilidade e ajuda o Google a entender suas páginas.

Vale ressaltar que ao todo são mais de 200 critérios e isso muda com uma certa frequência, porém acredito que os “TOP 10” estejam aqui pontuados 😀

Post escrito pela Isadora Longo, colaboradora do blog da Zeeng, Consultora de Startups e Mestre em Design Estratégico.

Zeeng, a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro!

Pensando em auxiliar os gestores de Marketing e Comunicação e democratizar a ciência de dados, a Zeeng criou a primeira plataforma de Big Data e Analytics do Brasil voltada ao setor – a Zeeng Data Driven Platform.

A empresa aposta em uma interface simples e amigável para que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

Para gerar inteligência competitiva aos seus clientes, a plataforma opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, e análises de comportamento em mídias sociais e presença online. Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights.

A solução reúne informações oriundas de redes sociais, notícias, bases de dados públicas de instituições como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras. Este conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

Confira o vídeo institucional da empresa:

 

People Centric – São “apenas” pessoas!

Todo mundo tem um lado B. O meu é acadêmico: curso Doutorado em Processos e Manifestações Culturais na Universidade Feevale e pesquiso as relações e convergências entre mídia tradicional e novas mídias, com foco em telenovela e discurso dos interagentes no Twitter.

Por isso, recentemente participei do Intercom Sul, divisão regional de um dos principais congressos de comunicação do País. Nele, apresentei meu artigo sobre a relação da #primeiraguerramemeal com conceitos como identidade, alteridade, hibridismo. Na mesma divisão temática, com foco interdisciplinar, assisti a apresentação de propostas de estudo sobre a amorosidade em hostels, personal branding a partir do case do Hugo Gloss e o feminino em A Bela e a Fera.

Se você me leu até aqui, deve estar se perguntando: por que ela está falando disso aqui ao invés de falar sobre big data, análise de dados, essas coisas todas?

Porque quando comecei a pensar o que escrever nesse meu primeiro texto pra Zeeng, veio a seguinte ideia que norteia tudo o que eu faço: é TUDO SOBRE PESSOAS. Os trabalhos falavam sobre a relação entre pessoas em ambientes compartilhados, sobre como pessoas se tornam relevantes para pessoas e sobre as percepções que elas têm do mundo, sejam elas retratadas em um filme ou postadas no Twitter usando uma hashtag.

E quando pensamos em análise de dados, a primeira coisa que precisamos lembrar e o foco que devemos ter, o tempo todo: são pessoas. Pessoas que vivem, que postam, que compartilham suas experiências, suas preferências (ou não), que contam suas histórias. São elas que nós analisamos. É sobre elas que nos debruçamos numa boa análise.

Mesmo quando pensamos em empresas, nos concorrentes, também há, obviamente, pessoas por trás, com suas motivações, seus conhecimentos de mundo, suas vivências, estudos, crenças, o que se soma às diretrizes pré-existentes do negócio e influência nas decisões que são tomadas. Pessoas tomam decisões, não marcas.

Novos produtos são lançados para atender a demanda  – ou gerar o desejo – de pessoas. Notícias são publicadas também para atender a essa curiosidade, necessidade de pessoas. Respostas à interações de pessoas são postadas por pessoas nas redes sociais.

Há 20 anos, escrevo sobre pessoas. Conto histórias. E também para pessoas, seja contando uma história através de uma notícia, seja num post de blog pessoal ou ainda no Facebook do cliente. Escrevo para que pessoas leiam e se interessem por pessoas, por ideias, por marcas, por produtos. Para que queiram sempre mais.

Então, o que fica é: por mais que possamos otimizar, automatizar, tornar mais ágil o processo de análise de dados, ele sempre será humano. Seja no operacional, seja nos números, nuvens de tags, resultados que encontrarmos.

 

Poli Lopes: à frente da POT.Com, atuo em planejamento, estratégia, curadoria e produção de conteúdo para sites e redes sociais. Sou jornalista (2001) e trabalhei em veículos impressos, rádio, tv e assessoria de imprensa até 2011, quando migrei para o digital. Em agência, participei das equipes responsáveis por planejamento e estratégia, produção de conteúdo, monitoramento e avaliação de resultados da atuação de empresas como John Deere Brasil, Inbetta, Artecola, Xalingo Brinquedos e Hercosul Alimentos nas redes sociais.

Cientista de Dados – O profissional do futuro em escassez Global

O desenvolvimento nitidamente acelerado de tecnologias, o acesso democratizado à informação, bem como a possibilidade de conexão entre as pessoas têm demandado das empresas o desenvolvimento de soluções cada vez mais completas aos seus clientes.  Clientes cada vez mais exigentes ganham um protagonismo de escolha jamais vivenciado anteriormente, devido a internet. Tal protagonismo, tem demandado das organizações uma necessidade de entendimento maior sobre seus comportamentos, pois as empresas precisam estar sempre espertas para atender e superar as expectativas do cliente.

A transformação protagonizada pela tecnologia e pelo acesso à informação faz com que usuários conectados à internet gerem diariamente centenas de milhares de dados, que representam o seu comportamento em suas atividades do cotidiano. Toda essa informação pode ser armazenada pelas empresas, pois esses dados, quando bem interpretados, geram um ativo extremamente valioso para as organizações.

Por outro lado, esse ativo tão poderoso e tão cobiçado por diferentes empresas precisa ser analisado a partir de um olhar treinado, que saiba como extrair valor dessas informações. Infelizmente, hoje no mercado faltam profissionais capacitados que consigam melhor traduzir essas informações. A escassez de cientistas de dados não é uma realidade apenas brasileira. A preocupação com a interpretação dessas informações e a iminente falta desses profissionais ultrapassa fronteiras, tomamos o exemplo da gigante do cenário global, a AirBnB, que criou seu próprio curso, para treinar profissionais que possam atender essa demanda.

Diferentes perfis de profissionais podem se tornar um cientista de dados, visto que sua essência está na multidisciplinaridade, pois agrega conhecimentos de computação, matemática, negócios e estatística. Um dos principais desafios desses profissionais é justamente conseguir cruzar essa quantidade de dados e transformar em informação, para uma tomada de decisão mais consciente e baseada em evidências e não somente em feeling.

Post escrito pela Isadora Longo, colaboradora do blog da Zeeng, Consultora de Startups e Mestre em Design Estratégico.

Data Driven Marketing – Menos feeling, Mais resultados!

No último dia 18.05.17 o nosso CEO, Eduardo Prange, proferiu uma palestra sobre Data Driven Marketing no 19º Encontro Locaweb Porto Alegre.

A palestra teve como objetivo apresentar exemplos de como se apropriar das Plataformas de Big Data Analytics para obter evidências informacionais que geram resultados no universo de marketing e comunicação.

A grade estava repleta de profissionais altamente gabaritados e com conteúdo riquíssimo.

Confira na íntegra a palestra abaixo:


SOBRE O EVENTO

A 19º edição do roadshow Encontro Locaweb tem como objetivo levar conteúdo de qualidade e promover networking para mais de 3000 profissionais de internet e empreendedores nas cidades de Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

Em Porto Alegre reuniu mais de 450 participantes, num Encontro de Ideias, divididos em 2 salas repletas de assuntos e palestrantes que agregarão muito com suas experiências profissionais.

Em parceria com a Locaweb, a iMasters levou uma sala com conteúdo exclusivo para desenvolvedores no modelo TED Talks, pequenas apresentações de 20min cada, com nomes renomados de Porto Alegre, além de um painel com as comunidades do estado, discutindo sobre o mercado local, suas iniciativas, dentre outros.

Com curadoria da Locaweb, a sala digital apresentou os assuntos mais comentados na área de marketing na atualidade para debate, como a tecnologia influência seus consumidores, neurociência, marketing digital e outros. Foi um total de 5 palestras, com duração de 1h cada.

Para acompanhar a programação das próximas edições do evento, acesse: http://eventos.locaweb.com.br/

E-book Tendências em digital e social media para 2017

O pessoal do QSSM convidou alguns profissionais e estudiosos do mercado de digital e social media, dentre eles o nosso CEO Eduardo Prange, para compartilharem as suas apostas sobre o que será tendência nestas áreas em 2017.

O principal objetivo deste material não é apresentar previsões e sim mostrar as percepções daqueles que vivenciam e contribuem diariamente com este mercado que vem amadurecendo e se consolidando no Brasil.

Já demos grandes passos, temos grandes cases, mas diante da volatilidade, complexidade e velocidade da área de digital e social media não podemos nos acomodar. Temos grandes desafios pela frente!

Confira os principais temas destacados pelos convidados e baixe o material gratuitamente.

 

Estudo do Mercado de Cervejas Artesanais no Brasil 2017

Este material foi produzido pela Zeeng para proporcionar ao público do Festival Brasileiro da Cerveja um breve relato da história, do momento atual e da perspectiva do mercado de cervejas artesanais.

Você conhecerá os estilos oferecidos pelas cervejarias participantes do evento, passará por Ásia, Europa e Estados Unidos, para então voltar ao Brasil, conhecer os perfis de consumidores, saber o que eles falam, entender os fatores de suas escolhas e projetar o consumo da bebida número 1 dos brasileiros nos próximos anos.

Baixe o estudo e aprecie sem moderação – Estudo Mercado Cervejas Artesanal Brasil 2017