Competências essenciais para o cientista de dados e o engenheiro de big data

Dois profissionais estão sendo valorizados nos últimos anos: o cientista de dados e o engenheiro de big data. São duas carreiras que são ligadas à big data e vistas como promissoras. No post anterior foi escrito alguns caminhos e cursos que podem ajudar nessas profissões. Mas será que apenas os cursos bastam?

Vamos falar um pouco de outras competências que são imprescindíveis:

1 – Seja curioso sobre o assunto

Trabalhar com dados exige curiosidade. Não apenas pela parte técnica mas principalmente pelos dados. Não é apenas trabalhar com os dados, mas também entender os dados. Tente extrair o máximo da análise desses dados para que possamos ter mais valor no negócio. Entenda o significado deles, seja curioso.

2 – Entenda o negócio

Para extrair ao máximo dessas informações valiosas que temos, é necessário entender bem o negócio. Por exemplo: se você quer trabalhar com o big data de um banco é necessário entender sobre o mercado financeiro. Assim, você poderá ajudar em uma melhor tomada de decisão.

3 – Converse com todos

Não se prenda apenas ao seu conhecimento. Você nunca será especialista em tudo. Converse com todas as áreas, com o máximo de pessoas possíveis. Troque informações, seja internamente ou seja com clientes/fornecedores etc. Com isso você conseguirá extrair as informações mais importantes de cada pessoa, de cada departamento, de cada área.

4 – Olhe para o oceano de informações

Não utilize apenas as informações que você tem em mãos, mas utilize também as informações e dados que estão surgindo a cada dia, a cada hora, a cada minuto. O mundo está repleto de informações que podem agregar seus dados, inclusive dados públicos. Olhe todos os dados que você tem em mãos, mas também olhe para os dados externos.

5 – Esteja sempre atualizado

Estar atualizado com as ferramentas, técnicas e algoritmos faz muito sentido, mas também vá em eventos, faça networking. A melhor forma de se atualizar é conversar com as pessoas e ver o que os profissionais estão fazendo com os dados. Cursos, matérias, posts são importantes mas o mundo é feito por pessoas. Converse com elas, atualize-se com elas.

6 – Seja inovador

Entender o negócio como vimos é essencial, mas do que adianta se você construir as mesmas informações que o seu concorrente. Pense ‘fora da caixa”, pense diferente, seja inovador.

Post escrito por Alexandre Uehara, Innovation Tech Specialist na Alelo.

Caminhos para se tornar um Cientista de Dados

Que esta é a profissão do futuro já não restam mais dúvidas. Agora quais os primeiros passos para os interessados em se tornar um cientista de dados e como ingressar nesta profissão?
 Sempre associamos a imersão em um novo desafio profissional a elevados investimentos financeiros, mas muitas vezes as alternativas existentes dependem muito mais de tempo e dedicação do que dos recursos financeiros propriamente dito.
Neste sentido separei algumas dicas de cursos (gratuitos e pagos) sobre este tema  para os profissionais interessados em se desenvolver nesta fascinante e exponencial carreira.
A DSA é uma comunidade de especialistas em Ciência de Dados, que tem por objetivo levar treinamento e qualificação profissional em algumas das áreas que mais crescem atualmente. Data ScienceBig Data, Analytics e Internet das Coisas estão demandando profissionais altamente capacitados e a DSA está aí para fornecer treinamento qualificado e diferenciado!
Na Comunidade você encontra desde cursos gratuitos, como o de Fundamentos em Big Data e o de Introdução a Ciência de Dados, até cursos pagos como Formação em Cientista de Dados, Formação em Inteligência Artificial, entre outros.
Confira a lista completa de cursos no site da Data Science Academy.
2 – Udemy
O Udemy é um “marketplace” global para aprendizado on-line com uma extensa biblioteca de mais de 55.000 cursos ministrados por instrutores especializados.  Os preços dos cursos variam bastante, mas existem ótimas opções bem acessíveis como os cursos de Machine Learning e Data Science com Python e Data Science: do Dado à Tomada de Decisão.
3 – IGTI
O Instituto de Gestão e Tecnologia da Informação é um centro de especialização profissional em TI. Fundado em 2006, tem como missão contribuir para o desenvolvimento de competências e conhecimentos em Tecnologia da Informação.
Atualmente consolidado como referência na área e alunos distribuídos em todo o País, a sua reputação é o resultado de uma gestão acadêmica preocupada com a qualidade da educação, um modelo de ensino interativo e inovador, materiais didáticos de qualidade, uma equipe de professores experientes, um eficiente atendimento ao aluno e uma proposta de cursos com enfoque no desenvolvimento de carreiras em TI.
Dentre os cursos de maior aderência aos profissionais/entusiastas da Ciência de Dados destacam-se: MBA em Ciência de Dados (Big Data), MBA em Aprendizado de Máquina (Machine Learning), MBA em Engenharia de Dados e o MBA em Análise de Inteligência de Negócios.
4 –  IBPAD
Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados é um centro independente de pesquisa e formação de analistas e pesquisadores nas áreas de Pesquisa e Opinião Pública, Política e Relações Governamentais e Comunicação Digital. O foco do Instituto é na aplicação e ensino de técnicas e metodologias de análise de dados com sólida formação científica para atuação no mercado.
Existem ótimas opções e bem acessíveis em cursos como Programação em R, Séries Temporais e Modelos Preditivos. 
5 – Udacity
A Udacity surgiu de uma experiência na Universidade de Stanford. Sebastian Thrun e Peter Norvig ofereceram um curso online gratuito de “Introdução à Inteligência Artificial”, aberto ao público. Foram mais de 160 mil inscritos de 190 países, e logo depois nasceu a Udacity. Hoje é composta por uma equipe cada vez maior de educadores e engenheiros dedicados a mudar o futuro da educação, unindo as competências requisitadas na vida real, uma educação de relevância e empregabilidade.
Existem muitas ótimas opções de cursos na Udacity, porém destaco os seguintes cursos: Fundamentos de Data Science I, Introdução à Análise de Dados, Engenheiro de Machine Learning, Predictive Analytics for Business e o de Fundamentos de Deep Learning.
6 – Coursera
O Coursera proporciona acesso universal à melhor educação do mundo fazendo parcerias com as melhores universidades e organizações para oferecer cursos on-line.
O “cardápio” de opções são inúmeros e podem ser conferidos na lista completa de cursos, porém o destaque vai para o curso de Aprendizagem Automática.
7 – Amazon Web Services (AWS) – Fundamentos da Tecnologia de Big Data
O curso Big Data Technology Fundamentals oferece conhecimentos básicos e gerais sobre as tecnologias usadas em soluções de big data. Ele abrange o desenvolvimento de soluções de big data por meio do uso do ecossistema Hadoop, incluindo MapReduce, HDFS e as estruturas de programação Pig e Hive. Este curso on-line ajuda você a criar uma base para trabalhar com serviços da AWS para soluções de big data. O curso é gratuito e pode ser usado independentemente ou para ajudá-lo a se preparar para o curso Big Data on AWS com instrutor.
O programa apresenta uma visão contemporânea, tanto teórica como prática, que prepara o profissional do marketing no desenvolvimento de pilares fundamentais do marketing analytics, como: o entendimento do ambiente de negócios, gestão de dados e modelagem informacional, análise de redes Sociais, visual information systems, digital analytics, data mining e text Mining, cluster analysis, consumer insights, técnicas integradas de decision support systems. Disciplinas como Geomarketing e Inteligência Geográfica na Tomada de Decisão farão parte da grade.
Este curso de Especialização destina-se a  profissionais com formação em nível superior que atuam na área de Administração de dados e Tecnologia da Informação com interesse em ciência de dados, podendo ser gerentes, especialistas e técnicos. O curso procura abordar problemas inerentes não somente ao contexto de Big Data, mas de dados em geral. Aborda também as tecnologias associadas a Big Data, mostrando para o que servem e diferenças em relação as empregadas em BI. Outro aspecto considerado importante, é cada vez mais dados de indivíduos são disponibilizados e facilmente obtidos na web, é preciso discutir aspectos éticos e legais do uso desses dados.

O curso visa proporcionar aos profissionais capacitação e atualização na área de gerência de grandes volumes de dados, amplamente conhecidos pelos termos Big Data e Data Science. Os conteúdos a serem abordados giram em torno de temas como análise de dados, processamento de grandes volumes de dados, visualização analítica, e computação em nuvem. Além do conhecimento teórico, os egressos do curso irão experimentar as principais ferramentas para lidar com os diversos temas das áreas de Big Data & Data Science.

Big Data e Data Science não são constituídas apenas do agrupamento de um conjunto de tecnologias, mas é a capacidade de conectar não apenas cientistas de dados e tecnólogos, mas profissionais de todas as áreas. Sem dúvida, uma das principais formas de fazer isso é usar métodos avançados de análise de dados e visualizações que não se limitam a mostrar dados, números ou mesmo gráficos, mas que façam todos esses elementos ganharem vida.

Post escrito por Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

05 tecnologias que estão fazendo a diferença para o CMO contemporâneo

Vivemos em um contexto de transformação em diferentes esferas da economia, muito disso ocorre através do impacto gerado pelas novas tecnologias existentes. Estas são desenvolvidas a fim de que possam resolver problemas reais, por meio de soluções inovadoras.

Sob essa prerrogativa, quando colocamos uma lente sobre o “MarTech” e a landscape das principais soluções existentes no mercado aderentes ao marketing contemporâneo, nos deparamos com um leque de ferramentas em um “cardápio” de opções praticamente indecifrável:

Neste contexto resolvi dividir com os amigos leitores 05 soluções brasileiras que considero destaque dentre esse volumoso leque de opções. Acredito que essas 05 empresas estão realizando um trabalho bastante complementar entre si e tem colaborado no dia a dia dos CMO, para que estes tomem melhores decisões em suas ações e campanhas criadas junto aos seus parceiros de comunicação. São elas:

In Loco Media: A empresa desenvolveu a tecnologia de localização indoor mais precisa do mercado global. Na prática, isso significa que ela é capaz de entregar anúncios mobile em locais específicos com uma precisão que varia entre um e três metros.

Ao utilizar a localização como uma das principais segmentações da campanha, o anunciante tem a garantia de que os anúncios dialogarão com as atividades do público-alvo, que estará muito mais propenso a interagir com o conteúdo compartilhado.

Zeeng: Pensando em auxiliar os gestores de Marketing e Comunicação e democratizar a ciência de dados, a Zeeng criou a primeira plataforma de Big Data e Analytics do Brasil voltada ao setor – a Zeeng Data Driven Platform.

A empresa aposta em uma interface simples e amigável para que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

Para gerar inteligência competitiva aos seus clientes, a plataforma opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, e análises de comportamento em mídias sociais e presença online. Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights.

A solução reúne informações oriundas de redes sociais, notícias, bases de dados públicas de instituições como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras. Este conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

PropzMedia: Empresa pioneira na aplicação de Inteligência Artificial para alavancar vendas no varejo físico. A  empresa combina diferentes bases de dados, como CRM, Big Data e machine learning, aliada à expertise no segmento, personaliza de forma automatizada o envio de campanhas de marketing digital em múltiplos canais. A tecnologia desenvolvida pela Propzmedia é capaz de entender a jornada de consumo, predizer ofertas mais atraentes e reagir em tempo real, atingindo os consumidores certos, momentos antes de cada missão de compra.

Entre seus principais clientes estão Bradesco, Via Varejo, Cencosud e Dotz.
A tecnologia desenvolvida pela Propzmedia faz com que os dados gerados pelas transações de seus clientes tragam mais vendas para seu varejo físico.

Intellibrand: A tecnologia da Intellibrand permite que a indústria tenha total compreensão sobre como suas marcas e produtos são representados no e-commerce, com insights capazes de otimizar a presença e a performance nos canais de venda online.

O principal objetivo da empresa é fornecer soluções inovadoras que contribuam para o aumento da conversão de vendas e margens de lucro, disponibilizando indicadores importantes que impactam o desempenho de seus clientes no varejo digital.

Pegaki: O Pegaki é uma rede de pontos de retirada para produtos comprados pela internet. Modelo bastante comum na Europa, que representa mais de 40% de todas as compras, com mais de 30 mil pontos de retirada. A empresa ‘e pioneira no mercado brasileiro e se propoe a resolver os problemas de ausência no recebimento de entregas, áreas de risco ou difícil acesso de entregas, alto valor do frete e dificuldade de devoluções e trocas.

Espero ter contribuído apresentando soluções extremamente poderosas e com propostas de valor muito nobres.

Uma dica muito importante sempre que estamos falando de ferramentas e a recomendação de se realizar um trial para validar e homologar a aplicação dentro do contexto e desafios do seu negocio.

Escrito por: Eduardo Prange para o Portal E-commerce News.

Sobre Eduardo Prange: Empreendedor Promessas Endeavor, atualmente Eduardo é Chief Executive Officer (CEO) e sócio da ZEENG – Data Driven Platform. O profissional trabalha com Marketing Digital há mais de 10 anos, com participação em mais de 100 Projetos relacionados ao tema. Possui MBA em Gerenciamento de Marketing pelo INPG e MBA em Planejamento Estratégico e Marketing Interativo pela FIT/SP. Atuou como sócio-fundador e Chief Business Officer (CBO) da Seekr, empresa de tecnologia voltada à gestão e monitoramento de marcas em mídias sociais, com o atendimento direto a clientes como VIVO, Tecnisa, Braskem, Porto Seguro, Nike, Google, entre outros. Ainda é ex-presidente do Comitê de Mídias Sociais da ABRADI e no ano de 2017 foi vencedor do prêmio ABCOMM como melhor profissional de social mídia no mercado brasileiro.

Presença Online – 10 pontos fundamentais para o sucesso da sua empresa no ambiente digital

Estar presente hoje no ambiente digital e construir uma presença online relevante é imprescindível para que as marcas sejam reconhecidas e encontradas por seus consumidores. Buscar por informações no ambiente digital já se tornou um caminho natural, um hábito das pessoas. Para que seu negócio esteja bem indexado nos mecanismos de busca é imprescindível ter uma boa estratégia de marketing digital.

A presença online das marcas transcende a construção de um web site, significa a soma de diferentes iniciativas de registros e participações da marca no ambiente digital. Esse processo de reconhecimento envolve sim, a criação de um web site, mas vai além, pois também leva em consideração, por exemplo o conteúdo desenvolvido em blog, as notícias veiculadas em portais relevantes e a participação em redes socais. São mais de 200 variáveis que impactam diretamente na relevância da presença online e consequente melhor indexação nos mecanismos de busca, eu elenquei 10 critérios que considero cruciais para esse processo 😀

Presença online, Web Analytics

01-Conteúdo único e de valor: Essa é a essência do SEO, produzir conteúdo de qualidade para o usuário. Pense menos nos robôs e mais no que as pessoas estão buscando e gostariam de ver no seu site. O Google valoriza isso!

02-Autoridade da página: PageRank foi o primeiro algoritmo criado por Larry Page há mais de 20 anos, baseado nos links que uma página recebe. Apesar da idade, ele ainda é usado, como o próprio Google afirma. Porém, muitos profissionais preferem o Page Authority, métrica da Moz que promete mais transparência, atualizações e precisão que o PageRank. Você pode conferir o seu na ferramenta Open Site Explorer, da Moz.

03-Autoridade do domínio: O posicionamento de uma página também é influenciado pela autoridade do seu domínio. Confira o seu Domain Authority também no Open Site Explorer.

04-TrustRank: Com saber se seu site é confiável? “Diga-me com quem andas…”. O Google determina o seu TrustRank baseado em seus relacionamentos, ou seja, em quantos links você recebe de sites de confiança.

05-Velocidade de carregamento: Esse é um dos fatores que o Google fez questão de anunciar: o tempo de carregamento dos sites influencia bastante na experiência do usuário e, consequentemente, no seu rankeamento.

06-Responsividade: Em abril de 2015, o Google anunciou que as páginas mobile-friendly ganhariam melhores posições nas buscas realizadas em dispositivos móveis.

07-Certificado SSL e HTTPS: O Google informou que sites seguros, que usam Certificado SSL e HTTPS, ganham prioridade. Ainda não se percebeu impacto disso no rankeamento, mas esse fator deve ganhar força.

08-Palavra-chave no título: O uso da palavra-chave é essencial na otimização, e o título é um dos fatores mais importantes do SEO On Page. Então, insira sua palavra-chave nele!

09-Usabilidade: Quanto mais você facilitar a vida do usuário dentro do seu site, melhor será sua experiência. Usabilidade impacta em tempo de permanência, visualizações de página e taxa de rejeição.

10-Arquitetura do site: Organização do conteúdo é essencial para usabilidade e ajuda o Google a entender suas páginas.

Vale ressaltar que ao todo são mais de 200 critérios e isso muda com uma certa frequência, porém acredito que os “TOP 10” estejam aqui pontuados 😀

Post escrito pela Isadora Longo, colaboradora do blog da Zeeng, Consultora de Startups e Mestre em Design Estratégico.

Zeeng, a primeira Plataforma de Big Data Analytics voltada para as áreas de marketing e comunicação do mercado brasileiro!

Pensando em auxiliar os gestores de Marketing e Comunicação e democratizar a ciência de dados, a Zeeng criou a primeira plataforma de Big Data e Analytics do Brasil voltada ao setor – a Zeeng Data Driven Platform.

A empresa aposta em uma interface simples e amigável para que as companhias da área possam antecipar movimentos estratégicos de seus competidores, acompanhar as ações de diversas marcas no ambiente digital e entender o comportamento do mercado.

Para gerar inteligência competitiva aos seus clientes, a plataforma opera em cinco vertentes: antecipação de lançamento de produtos a partir de sua base de dados, monitoramento de notícias e promoções, e análises de comportamento em mídias sociais e presença online. Todos os dados podem ser visualizados em tempo real e são organizados em dashboards que facilitam a geração de insights.

A solução reúne informações oriundas de redes sociais, notícias, bases de dados públicas de instituições como Ministério da Agricultura, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), Instituto Nacional Propriedade Industrial (INPI), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre outras. Este conteúdo é processado pela plataforma, que gera uma série de conclusões embasadas por noções sólidas do mercado, auxiliando os profissionais no planejamento e execução das ações e estratégias de marketing da sua empresa.

Confira o vídeo institucional da empresa:

 

People Centric – São “apenas” pessoas!

Todo mundo tem um lado B. O meu é acadêmico: curso Doutorado em Processos e Manifestações Culturais na Universidade Feevale e pesquiso as relações e convergências entre mídia tradicional e novas mídias, com foco em telenovela e discurso dos interagentes no Twitter.

Por isso, recentemente participei do Intercom Sul, divisão regional de um dos principais congressos de comunicação do País. Nele, apresentei meu artigo sobre a relação da #primeiraguerramemeal com conceitos como identidade, alteridade, hibridismo. Na mesma divisão temática, com foco interdisciplinar, assisti a apresentação de propostas de estudo sobre a amorosidade em hostels, personal branding a partir do case do Hugo Gloss e o feminino em A Bela e a Fera.

Se você me leu até aqui, deve estar se perguntando: por que ela está falando disso aqui ao invés de falar sobre big data, análise de dados, essas coisas todas?

Porque quando comecei a pensar o que escrever nesse meu primeiro texto pra Zeeng, veio a seguinte ideia que norteia tudo o que eu faço: é TUDO SOBRE PESSOAS. Os trabalhos falavam sobre a relação entre pessoas em ambientes compartilhados, sobre como pessoas se tornam relevantes para pessoas e sobre as percepções que elas têm do mundo, sejam elas retratadas em um filme ou postadas no Twitter usando uma hashtag.

E quando pensamos em análise de dados, a primeira coisa que precisamos lembrar e o foco que devemos ter, o tempo todo: são pessoas. Pessoas que vivem, que postam, que compartilham suas experiências, suas preferências (ou não), que contam suas histórias. São elas que nós analisamos. É sobre elas que nos debruçamos numa boa análise.

Mesmo quando pensamos em empresas, nos concorrentes, também há, obviamente, pessoas por trás, com suas motivações, seus conhecimentos de mundo, suas vivências, estudos, crenças, o que se soma às diretrizes pré-existentes do negócio e influência nas decisões que são tomadas. Pessoas tomam decisões, não marcas.

Novos produtos são lançados para atender a demanda  – ou gerar o desejo – de pessoas. Notícias são publicadas também para atender a essa curiosidade, necessidade de pessoas. Respostas à interações de pessoas são postadas por pessoas nas redes sociais.

Há 20 anos, escrevo sobre pessoas. Conto histórias. E também para pessoas, seja contando uma história através de uma notícia, seja num post de blog pessoal ou ainda no Facebook do cliente. Escrevo para que pessoas leiam e se interessem por pessoas, por ideias, por marcas, por produtos. Para que queiram sempre mais.

Então, o que fica é: por mais que possamos otimizar, automatizar, tornar mais ágil o processo de análise de dados, ele sempre será humano. Seja no operacional, seja nos números, nuvens de tags, resultados que encontrarmos.

 

Poli Lopes: à frente da POT.Com, atuo em planejamento, estratégia, curadoria e produção de conteúdo para sites e redes sociais. Sou jornalista (2001) e trabalhei em veículos impressos, rádio, tv e assessoria de imprensa até 2011, quando migrei para o digital. Em agência, participei das equipes responsáveis por planejamento e estratégia, produção de conteúdo, monitoramento e avaliação de resultados da atuação de empresas como John Deere Brasil, Inbetta, Artecola, Xalingo Brinquedos e Hercosul Alimentos nas redes sociais.

Cientista de Dados – O profissional do futuro em escassez Global

O desenvolvimento nitidamente acelerado de tecnologias, o acesso democratizado à informação, bem como a possibilidade de conexão entre as pessoas têm demandado das empresas o desenvolvimento de soluções cada vez mais completas aos seus clientes.  Clientes cada vez mais exigentes ganham um protagonismo de escolha jamais vivenciado anteriormente, devido a internet. Tal protagonismo, tem demandado das organizações uma necessidade de entendimento maior sobre seus comportamentos, pois as empresas precisam estar sempre espertas para atender e superar as expectativas do cliente.

A transformação protagonizada pela tecnologia e pelo acesso à informação faz com que usuários conectados à internet gerem diariamente centenas de milhares de dados, que representam o seu comportamento em suas atividades do cotidiano. Toda essa informação pode ser armazenada pelas empresas, pois esses dados, quando bem interpretados, geram um ativo extremamente valioso para as organizações.

Por outro lado, esse ativo tão poderoso e tão cobiçado por diferentes empresas precisa ser analisado a partir de um olhar treinado, que saiba como extrair valor dessas informações. Infelizmente, hoje no mercado faltam profissionais capacitados que consigam melhor traduzir essas informações. A escassez de cientistas de dados não é uma realidade apenas brasileira. A preocupação com a interpretação dessas informações e a iminente falta desses profissionais ultrapassa fronteiras, tomamos o exemplo da gigante do cenário global, a AirBnB, que criou seu próprio curso, para treinar profissionais que possam atender essa demanda.

Diferentes perfis de profissionais podem se tornar um cientista de dados, visto que sua essência está na multidisciplinaridade, pois agrega conhecimentos de computação, matemática, negócios e estatística. Um dos principais desafios desses profissionais é justamente conseguir cruzar essa quantidade de dados e transformar em informação, para uma tomada de decisão mais consciente e baseada em evidências e não somente em feeling.

Post escrito pela Isadora Longo, colaboradora do blog da Zeeng, Consultora de Startups e Mestre em Design Estratégico.

Data Driven Marketing – Menos feeling, Mais resultados!

No último dia 18.05.17 o nosso CEO, Eduardo Prange, proferiu uma palestra sobre Data Driven Marketing no 19º Encontro Locaweb Porto Alegre.

A palestra teve como objetivo apresentar exemplos de como se apropriar das Plataformas de Big Data Analytics para obter evidências informacionais que geram resultados no universo de marketing e comunicação.

A grade estava repleta de profissionais altamente gabaritados e com conteúdo riquíssimo.

Confira na íntegra a palestra abaixo:


SOBRE O EVENTO

A 19º edição do roadshow Encontro Locaweb tem como objetivo levar conteúdo de qualidade e promover networking para mais de 3000 profissionais de internet e empreendedores nas cidades de Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Porto Alegre e São Paulo.

Em Porto Alegre reuniu mais de 450 participantes, num Encontro de Ideias, divididos em 2 salas repletas de assuntos e palestrantes que agregarão muito com suas experiências profissionais.

Em parceria com a Locaweb, a iMasters levou uma sala com conteúdo exclusivo para desenvolvedores no modelo TED Talks, pequenas apresentações de 20min cada, com nomes renomados de Porto Alegre, além de um painel com as comunidades do estado, discutindo sobre o mercado local, suas iniciativas, dentre outros.

Com curadoria da Locaweb, a sala digital apresentou os assuntos mais comentados na área de marketing na atualidade para debate, como a tecnologia influência seus consumidores, neurociência, marketing digital e outros. Foi um total de 5 palestras, com duração de 1h cada.

Para acompanhar a programação das próximas edições do evento, acesse: http://eventos.locaweb.com.br/

E-book Tendências em digital e social media para 2017

O pessoal do QSSM convidou alguns profissionais e estudiosos do mercado de digital e social media, dentre eles o nosso CEO Eduardo Prange, para compartilharem as suas apostas sobre o que será tendência nestas áreas em 2017.

O principal objetivo deste material não é apresentar previsões e sim mostrar as percepções daqueles que vivenciam e contribuem diariamente com este mercado que vem amadurecendo e se consolidando no Brasil.

Já demos grandes passos, temos grandes cases, mas diante da volatilidade, complexidade e velocidade da área de digital e social media não podemos nos acomodar. Temos grandes desafios pela frente!

Confira os principais temas destacados pelos convidados e baixe o material gratuitamente.

 

Estudo do Mercado de Cervejas Artesanais no Brasil 2017

Este material foi produzido pela Zeeng para proporcionar ao público do Festival Brasileiro da Cerveja um breve relato da história, do momento atual e da perspectiva do mercado de cervejas artesanais.

Você conhecerá os estilos oferecidos pelas cervejarias participantes do evento, passará por Ásia, Europa e Estados Unidos, para então voltar ao Brasil, conhecer os perfis de consumidores, saber o que eles falam, entender os fatores de suas escolhas e projetar o consumo da bebida número 1 dos brasileiros nos próximos anos.

Baixe o estudo e aprecie sem moderação – Estudo Mercado Cervejas Artesanal Brasil 2017