Maturidade em data driven passa por empoderar, diz CEO

A definição é do Gartner, e vai em linha com o cenário atual da maioria das empresas, de todos os portes, do país, segundo análise de Douglas Scheibler, especialista em Business Intelligence e Business Analytics e CEO da BIMachine.

“Mesmo entre as grandes companhias, ou entre aquelas que já investem há algum tempo em tecnologias como BI, BA e Big Data, o conceito data driven ainda não é totalmente maduro e está mais na esfera do desejo do que da realização”, afirma Scheibler.

Analisar, entender, propor, melhorar: todas estas são tarefas que precisam fazer parte do cotidiano das equipes de uma empresa, sejam elas de que setores forem

Para evoluir este quadro, o executivo sugere que cada área de negócio esquadrinhe suas demandas, capacidades e defina sua própria estratégia de ação e gestão com foco em dados.

“Pode parecer um tanto radical, mas, no fundo, é bastante prático. E, o melhor: provê um conceito de liberdade para o usuário que é, sem dúvida, a ignição que muitas organizações precisam para crescer em inovação”, avalia o CEO.

O Gartner recomenda que todas as áreas de negócio enxerguem Data e Analytics como fatores críticos para a tomada de decisões – ou mesmo para a orientação de tais desígnios junto a superiores.

Do ponto de vista da tecnologia, se cada departamento tiver a liberdade para trabalhar com os dados que possui em relação às demandas com que convive e com os planos/ações que precisa definir, o resultado será uma empresa mais produtiva no geral, com foco melhor direcionado a seus mercados-alvo e maior garantia de assertividade nas decisões finais.

Para tanto, segundo Scheibler, é preciso, em primeiro lugar, dispor de ferramentas que possibilitem o exercício de tal liberdade. O especialista defende que de nada adianta imbuir equipes de uma cultura orientada ao uso dos dados se estes mesmos times não conseguirem extraí-los, organizá-los, analisá-los.

Indo nesta linha, um BI ou BA que dependa da TI para extração ou geração de todo e qualquer dashboard, gráfico, painel ou outro material afim não trará evolução, já que voltará as empresas a um modelo engessado que já está ultrapassado.

“Trata-se não apenas de dar recursos tecnológicos aos colaboradores e aos departamentos: é preciso ir além e dar-lhes também poder. Empoderar o usuário é o mote da tecnologia atual, que está realmente comprometida com os resultados de negócio”, analisa o CEO.

Não por acaso, a já citada análise do Gartner descreve o cenário atual, de imaturidade em relação ao uso de dados nas corporações, como um quadro de erros, repetições, retrabalhos e atrasos em todos os processos corporativos.

Um cenário que pode ser mudado, mas a mudança requer transformar o mindset do simples fornecimento de soluções para um mais complexo – e muito mais produtivo – envolvimento de todos com tais ferramentas.

“Analisar, entender, propor, melhorar: todas estas são tarefas que precisam fazer parte do cotidiano das equipes de uma empresa, sejam elas de que setores forem. O uso virtuoso de dados, bem como o poder para fazê-lo, precisa se tornar rotina geral para que os ganhos de negócio também se tornem”, salienta o especialista.

Fonte: Inforchannel

Data driven marketing: sua marca é orientada por dados?

marketing digital ampliou a possibilidade das empresas de possuírem uma comunicação com maior eficiência e uma maior disponibilidade de informações, além de mais conhecimento sobre o mercado e seus consumidores. Em um mundo cada vez mais tecnológico, aumentou a oportunidade de acesso e armazenamento de diversas informações referentes as empresas e clientes. Entretanto, com esses benefícios, a transformação digital trouxe uma dor de cabeça para empresas e agências, que é o grande volume de dados coletados, além disso, foi preciso se adaptar a um universo corporativo que está cada vez mais dinâmico e competitivo.

Quando se tem um enorme volume de informações armazenadas e uma grande necessidade de ser assertivo em um curto prazo para se diferenciar da concorrência, é preciso fazer esse grande volume de dados trabalhar a nosso favor, afim de aumentar a automação de processos para que as empresas possam direcionar seus esforços para a estratégia do negócio e tomar decisões através de dados. Sendo assim, grandes empresas estão adotando a estratégia de Data Driven Marketing. Mas afinal o que é isso?

A grosso modo o significado de Data Driven Marketing é: Marketing dirigido por dados. Ou seja, a tomada de decisão está relacionada através de dados que se torna o grande ponto central que influencia em toda ação da organização. O Data Driven permite ter uma visão 360 graus do seu produto, assim é possível compreender seus clientes com uma visão mais profunda e de forma completa, como seus costumes, necessidades, interesses e principalmente, saber em qual momento de compra que eles se encontram. Além de apontar novas tendências, novos canais e novas formas de consumo. Essa metodologia se baseia em algoritmos que cruzam esses dados que resultam em insights para otimizações de campanhas, investimentos de mídia e decisões de marketing. Atualmente é possível integrar diversas informações e junta-las em dashboards que ajudará a analisar de forma preditivas, as forças, oportunidades e fraquezas com informações importantes que ajudará no sucesso para sua empresa.

Para que uma empresa possa se tornar um Data Driven e alavancar seus resultados, é preciso ter os cincos (5) pilares que segundo o Google, devem ser estruturados dentro de sua empresa, que são; pessoas, processos, dados, assets e tecnologia.

Pessoas: É necessário que tenham pessoas especializadas neste assunto dentro da empresa. Por se tratar de um assunto complexo, as organizações devem apostar na contratação de cientista de dados (trabalha na união entre matemática, negócios e sistemas de informação), além de um CDO (Chief Data Officer) que contribuirá para essa transição.

Processos: É fundamental que aconteça uma integração completa dos dados obtidos para que não se tenha informações perdidas e que possam ser disponibilizadas na nuvem para cada funcionário de acordo com sua necessidade. E assim, agilizando o processo como um todo.

Dados: No universo digital, os dados sempre são armazenados, porém sabemos que nossos clientes vivem tanto no online e no off-line, e assim é preciso ter os dados dos dois lados para que possam ter informações de forma eficiente.

Assets: Os assets estão ligadas as propriedades digitais de sua empresa e um dos pontos mais importantes está relacionado a velocidade móvel. Pois mais da metade dos consumidores abandonam sites móveis, quando não carregam em menos de 3 segundos. Segundo o próprio Google, 75% dos sites mobile das maiores marcas do Brasil demoram mais de 20 segundos para carregar. Isso resultam em dados de clientes que não são capturados.

Link para testar a velocidade do seu site mobile: http://twixar.me/PNkn

Tecnologia: A tecnologia em prol da jornada do consumidor é necessário. Pois 60% dos consumidores passam pelo digital antes de efetuar uma compra. Sendo assim é necessário para alimentação de um big data que permite juntar diversas fontes de dados e disponibiliza-las de forma fácil e eficiente para os colaboradores da empresa, tudo isso em conjunto, aumenta o poder do seu marketing digital, sendo uma das chaves do sucesso da corporação.

Para iniciar a caminhada em direção ao data driven, não é necessário de grandes esforços. Porém, o melhor caminho é testar a velocidade de seu site e fazer as adaptações necessárias. Utilizar o Google meu negócio com o intuito de atrair mais clientes. O Google  meu negócio é uma ferramenta que permite compartilhamento de informações de sua empresa física e a possibilidade de coletar informações sobre a experiência do consumidor com a sua marca. Além disso, adotar uma plataforma de analytics para reunir dados coletados e utilizar ferramentas para dastboards como data studio por exemplo, já é um grande começo. Essa transformação é uma necessidade para que as empresas possam manter sua competitividade.

Fonte: Jornal 140

Qual é o valor do Big Data e das análises de negócios para as empresas?

Hoje, há diversas técnicas para que os processos sejam cada mais estruturados e otimizados, por meio de noções estatísticas, processamento de informações e pesquisas de mercados. Enquanto isso, a IDC estima que até 2020 a quantidade de dados aumentará 10 vezes, em relação ano de 2010. Mas, você sabe qual é a real importância do Big Data para extrair as informações necessárias para sua organização?

A definição do termo é comumente atrelada à um grande volume de dados tanto estruturados (Softwares de empresas como ERP, CRM, sistemas financeiros, sistemas de RH) quanto não estruturados (redes sociais, portais de notícias, dados móveis) que sobrecarregam diariamente as empresas. Não é a quantidade de dados disponíveis que importa, mas sim como as organizações os utilizam para obter novos insights, na tomada de decisões e ações mais estratégicas.

Uma solução de big data deve ser capaz de trabalhar com todos os conteúdos produzidos e recebidos pela organização. Escolher uma tecnologia que atenda melhor a empresa e fazer uma análise adequada permite a redução de custos técnicos, economia de tempo e desenvolvimento de novos produtos. Com análises de big data, assim com o ‘business intelligence’ (BI), por exemplo, é possível determinar problemas e falhas técnicas em tempo real, calcular riscos, ameaças e detectar comportamentos que podem afetar toda a organização.

Visão 360º do cliente

Até agora, ficou claro que o big data representa uma grande mudança no panorama tecnológico. Mas, para enfrentar os desafios relacionados a maior variedade, velocidade e volume de informações, as organizações também estão procurando soluções de dados como Hadoop (estrutura de software de código aberto para armazenamentos de dados e executar aplicações em ‘clusters’ de hardwares comuns) e NoSQL (bancos de dados não relacionais, como gráficos, documentos e colunas). Contudo, pode ser difícil saber por onde começar e como você determina as melhores maneiras de gerar valor com essas ferramentas.

Por meio do Hadoop, é possível reunir diversas fontes de informações utilizando um hub de processamento de dados extenso e escalável para envio de informações para um banco de dados analítico. Um exemplo prático do uso desta solução, foi no caso de uma empresa de marketing digital, que reduziu o tempo de seu processo de extrair e analisar dados em até 70% em comparação do que era feito antes do uso de uma solução atrelada ao big data.

Há tempos as empresas buscam formas de analisar os bancos de dados a fim de extrair informações estratégicas para otimizar o contato com o cliente, especialmente em mercados mais competitivos, a exemplo dos serviços de telecomunicações, hospitais e setor financeiro.

Com o desenvolvimento de ferramentas para análise de dados, que geram insights durante a jornada do consumidor, é possível oferecer suporte às equipes de vendas e serviços uma compreensão mais completa de quem é o comprador, e ao mesmo tempo a imagem de como os produtos e serviços de uma marca são percebidos pelo público externo. Instruir os colaboradores sobre esta percepção e usar o big data com soluções de BI na jornada da interação com clientes é uma das formas de tomar as decisões mais produtivas e rentáveis em tempo real.

*Claudio Tancredi é Country manager da Hitachi Vantara Brasil

Fonte: It.Forum 365

Como Configurar Metas do Google Analytics

Para desenvolver uma estratégia de Marketing é necessário que, antes de qualquer coisa, você defina seus objetivos. O que você quer conquistar com essa campanha?

Muitas vezes nos enganamos com métricas de vaidade e entramos na ilusão de estar indo bem no Marketing Digital. Mas lembre-se, o foco sempre deve ser gerar negócios.

O Google Analytics é uma forma de medir a eficiência das táticas publicitárias do seu site. Ele tem uma configuração muito simples e, se bem utilizado, ele pode mostrar como aperfeiçoar as campanhas e ajuda na tomada de decisões para seus processos.

Ao utilizar as metas do Google Analytics ela contribuem para medir o alcance das suas campanhas e entender o comportamento dos clientes.

As metas são conversões que o site tem. Usamos para analisar os objetivos do site, sejam eles concluir uma compra, assinar uma Newsletter, baixar um E-book, dar play em um vídeo, entre outros.

Como Criar uma Meta?

Faz login no Google Analytics. Clique em Administrador e vá até a vista desejada.

Na coluna vista, vá em Metas. Clique em +Nova Meta ou Importar da Galeria (se essas opções não aparecerem você ultrapassou o limite de 20 metas por vista).

Para criar metas você pode:

  • Usar um modelo de meta:

Selecione um Modelo na lista e clique em Próxima.

Os modelos ajudam a definir metas que atendam objetivos comerciais padrão. Já estão pré-configurados, mas há como editar qualquer campo antes de salvar.

As categorias são: Receita, aquisição, consulta e engajamento.

  • Criar metas personalizadas:

Clique em Personalizar e, em seguida, clique em próxima.

  • Criar metas inteligentes:

Selecione Metas Inteligentes e, em seguida, clique em Próxima.

As Metas inteligentes são configuradas no nível da vista. Elas analisam sinais sobre sessões do site e determinam a chance de resultar em conversões.

Uma vantagem é que não exigem configuração adicional.

Usando as Metas na Prática

Nossa plataforma tem uma funcionalidade que ajuda muito nestes casos, que é o Custo por Meta Personalizada que, automaticamente recolhe as suas metas e traz os seus resultados e custos em tempo real.

Podemos também ver a evolução das metas com o Evolução de Conversão de Meta.

Temos aqui alguns exemplos de metas que você pode criar, dependendo do seu negócio e dos seus objetivos.

Para conhecer estas funcionalidades acesse seu Dashboard.

Usando o Google Analytics em conjunto com a Keep.i, suas metas serão bem pré determinadas e analisadas ao longo de toda a campanha, aumentando as chances de sucesso desta.

Fonte: Keep.I

Músicas no Stories do Instagram chegam ao Brasil

Para adicionar músicas aos Stories, basta selecionar o novo adesivo após tirar uma foto ou gravar um vídeo. Ele inclui uma opção de busca para você encontrar a canção desejada e permite cortar apenas o trecho que será escutado por seus seguidores. Caso a música escolhida tenha letras disponíveis no Instagram, elas aparecerão na tela.

Dublagem ao vivo no Facebook

Além do adesivo para Stories, o Facebook também ganhou duas novidades envolvendo música. A primeira delas é o Lip Sync Live, ferramenta de dublagem de músicas ao vivo. Ela permite que o resultado seja transmitido para todos os seus amigos e seguidores na rede social, que acompanham a performance em tempo real.

O Facebook também adicionou suporte a músicas no perfil. Quando selecionadas, elas aparecem logo abaixo da sua foto de perfil para que todos conheçam qual é sua canção favorita no momento. Todas as atualizações estão disponíveis no Android e no iOS.

Fonte: Tecmundo

A transformação das agências do Brasil para um mercado 70% digital

Quem me lê há algum tempo sabe que, nos últimos cinco anos, ou mais, tenho sido um crica enchendo os piquá das agências de propaganda no Brasil, na tentativa e busca de alertá-las não só para as transformações em curso, mas principalmente para sua aparente letargia em se adaptar ao novo. O inevitável novo.

Pois tenho tido, mais recentemente, em contrapartida, a enormemente grata surpresa de constatar que, não porque tanto falei, mas porque a realidade se tornou finalmente incontornável, as agências brasileiras resolveram, de fato e na prática, se mexer. E o que estamos vendo agora é um sem número de novos modelos em fase de desenvolvimento e teste. Eba!

Sou capaz de afirmar que não há agência em operação no País hoje que não esteja revendo suas filosofias, estruturas e ofertas de valor, cada qual a seu jeito, é claro, mas todas buscando responder aos desafios renovados de construir marcas e falar com consumidores num universo em profunda transformação, que é o que as agências de propaganda fazem de melhor. E com uma excelência única.

Isso é bom. Aliás, isso é ótimo. E, de resto, inevitável, para quem quiser sobreviver.

Alerto aqui, contudo, que o que chamo de inevitável há algum tempo, seguirá inevitável, e se trata da migração massiva do consumidor e do consumo para os ambientes digitalmente distribuídos, para as plataformas de contato interativo, para os ambientes de ativação online e always on.

Isso não significa nem que os canais de conteúdo e mídia, nem que as experiências vivas do mundo real, offline, vão desaparecer. Nem ferrando. Seguirão relevantes. Mas mesmo essas, cada vez mais, estarão integradas e serão ativadas pelo espectro sem fim da onipresença digital.

Boa notícia para as agências que entenderem que não se trata somente de reavaliar seu próprio modelo de negócio, o que seria olhar miopemente apenas para seu próprio umbigo e ver como ganhar um troco. Mas de observar e entender, de forma mais generosa e estrategicamente mais inteligente, as novas verdades do mundão lá fora. Ver e enxergar como está se comportando a nova sociedade e os novos consumidores. E construir, a partir daí, ofertas de valor que encantem toda essa gente.

No caminho, seus clientes-anunciantes serão encantados também. E o troco virá.

Essa é a lógica. De fora para dentro, não o contrário.

Nessa linha, destaco que a expansão do chamado “digital” na absorção dos recursos de marketing vem sendo crescente, como todos temos tido oportunidade de presenciar.

O recente estudo do IAB Brasil Digital Adspend dá conta de que cerca de 1/3 das verbas de mídia do País são hoje já destinadas ao mundo digital. Isso deve crescer.

Aposto com você que os volumes de investimento em marketing serão 50% digitais em três anos e 70% em cinco.

Ousada essa previsão? Nem um pouquinho.

Explico por quê.

Começo revelando que peguei você num truque baixo nessa frase aí da previsão. E você caiu direitinho.

Marketing não é mídia. Ou seja, pra começar, o universo que abrangi com a fase vai bem além do universo medido pelo IAB … adspend … investimentos em advertising. Advertising é publicidade, um teco dos investimentos em um universo maior, o da Comunicação, que por sua vez, é só um teco dos investimentos totais em marketing.

Vou ainda mais adiante, questionando a essência do conceito de mídia, afirmando que, em dois anos, vai ficar difícil dizer o que é investimento em TV. Por exemplo.

O que será TV? O conteúdo de uma rede de TV por assinatura transmitido em um canal do You Tube é TV? E o mesmo conteúdo visto a partir de um player no celular, é TV? E se esse mesmo conteúdo estiver disponível na Alexa, que já terá uma tela em dois anos, é TV?

O mundão digital lá fora, em cinco anos, vai incorporar distribuição e ativação de serviços, conteúdos e experiências em aparelhos conectados que nenhum estudo ou levantamento de investimentos em marketing mensura hoje. Em cinco anos, com tudo isso já rolando, e com a simples evolução do que já temos em operação agora no mercado, imaginar que 70% dos investimentos de marketing serão digitais corre o risco de ser uma previsão conservadora, uma vez que quase nada será não-digital. Percebe?

É para esse mundo que as agências brasileiras precisam estar preparadas.

Estou falando da distribuição de conteúdos e experiências através de plataformas móveis, de apps e de streaming; da criação e produção de formatos nascentes como esports e gaming; de podcasting e messaging; e do onipresente e-commerce, que hoje não é só mais um canal de distribuição, mas uma plataforma de ativação recorrente na vida das pessoas (basta ver o movimento da Amazon e Apple, entre outros, se transformando em players de conteúdo, entretenimento e mídia).

Tudo isso passa, agora, a ser um novo ambiente mercadológico de atuação possível. O que, longe de significar um problema, pode e deve ser encarado como uma enorme nova oportunidade de geração de novas receitas.

De novo, isso é bom. Aliás, isso é ótimo!

Uma nova página da história das agências de propaganda no Brasil, potencialmente muito promissora, está sendo escrita exatamente agora. Bora escrever direito?

Fonte: Proxxima

Zeeng – Alertas de Redes Sociais

Está no ar o alerta de redes sociais 📢

Isso mesmo!

Agora, além de configurar para receber alertas de notícias de empresas monitoradas, será possível receber os posts nas Redes Sociais dos players importantes na sua estratégia de monitoramento, por e-mail. 

Configurando essa feature você passa a ter controle sobre os seus concorrentes mesmo sem acessar a Plataforma.

Para fazer a configuração é super simples, basta seguir o passo a passo abaixo:

1)  Clicar no ícone, de alertas e escolher a opção de redes sociais.

2)  Clique em “novo” para configurar um alerta com suas configurações.

3) Preencha as informações conforme suas preferências e clique em salvar.


Pronto!!
Seu alerta foi criado e você começará a recebê-los por e-mail 

DICA DA ZEENG: Lembre-se que você pode criar diversos alertas para pessoas diferentes da equipe, monitorando empresas específicas de interesse para cada usuário 😉

Caso fique com alguma dúvida entre em contato conosco pelo FacebookInstagramTwitter ou pelo e-mail: contato@zeeng.com.br.

 

Uso do Facebook caiu 20% desde escândalo de Cambridge Analytica

A receita do Facebook pode continuar nas alturas, mas estudos feitos por empresas de análise de negócios apontam uma tendência preocupante – e sintomática – da rede social: uma queda expressiva de engajamento dos usuários. O sinal mais recente disso foi registrado pelo The Guardian, que recebeu um levantamento feito pela Mixpanel, que mostrou uma queda de 20% de atividade no Facebook desde abril de 2018.

A medida é simbólica porque começa no primeiro mês completo após o escândalo de Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade pública da rede social. No gráfico apresentado pela publicação britânica, há uma queda quase contínua na quantidade de curtidas, compartilhamentos e postna rede social, com subidas em julho, outubro e dezembro de 2018, além de janeiro de 2019. De fevereiro a maio deste ano, não houve altos e baixos

Há 10 dias, a eMarketer, empresa de pesquisa de mercado, também havia apresentado uma pesquisa com resultados semelhantes. Aplicado aos Estados Unidos, o levantamento indica que os usuários do Facebook estão passando cada vez menos tempo na plataforma e, por consequência, diminuindo o uso total de redes sociais.

De 2016 a 2017, o tempo de uso de redes sociais nos EUA subiu 10,7%, o que resultou em uma média de 1h15 dedicadas a plataformas do tipo. De 2017 a 2018, houve queda de 1,9%, com média de uso de 1h14 por dia. No caso do Facebook, no entanto, o número foi de 41 minutos diários para 38 minutos, com a expectativa de uma queda ainda maior para 2019.

Ambos os resultados vão na contramão do que o próprio Facebook divulga. A empresa afirma que o número de usuários ativos por mês e ano subiu 8% na comparação de março de 2018 para março de 2019. A rede social contou com 1,56 bilhão de pessoas acessando o serviço todo dia e 2,38 bilhões fazendo login pelo menos uma vez por mês no período.

As métricas podem parecer contraditórias, mas podem coexistir. Embora o número de pessoas usando a rede social aumentou, os usuários estão gastando menos tempo diariamente na plataforma. Não é necessariamente má notícia para a empresa de Mark Zuckerberg, já que boa parte destes olhos podem estar se voltando para o Instagram ou WhatsApp, já que ambos são de propriedade do Facebook.

Um número que caiu, se compararmos o primeiro trimestre de 2018 e o de 2019 do Facebook é o lucro líquido da empresa. Ainda que a receita tenha subido de 11,9 bilhões para 15 bilhões, o lucro caiu de 4,9 bilhões para 2,4 bilhões.

Fonte: UOL

Como o marketing holístico reduz a distância entre a marca e o sucesso

Quem não conhece a famosa frase “A união faz a força”? Pois então, ela traduz, de forma simples, o caminho do sucesso. Afinal, ninguém consegue chegar ao êxito sozinho. Aí você me pergunta ”Como assim Prange? Eu tenho conquistas individuais!”. Claro, você tem seus méritos, mas o que eu quero dizer é que ninguém consegue alcançar grandes objetivos sem ajuda em algum momento da caminhada.
Nessa perspectiva, Steve Jobs precisou de Ronald Wayne e Steve Wozniak para fundar a Apple, a maior empresa do planeta. Entrando no mundo da internet, Larry Page precisou da parceria de Sergey Brin para criar o Google. Não está entendendo onde eu quero chegar? Quero chegar a um assunto que está transformando o mundo dos negócios, o marketing holístico. Esse conceito diz que uma empresa, assim como os personagens que citei anteriormente, não deve atuar de forma desconexa, muito menos enxergar barreiras entre departamentos internos, para alcançar assim novos patamares de produtividade.
Como o marketing holístico quebra silos
Em tempos tecnológicos, o que não faltam são fórmulas prontas para chegar ao sucesso, independente da área. Vídeos e mais vídeos no youtube prometem o dobro do faturamento em algumas semanas. Postagens nas redes sociais garantem ter o segredo das vendas. Mas na execução não é bem assim. Para aumentar o potencial de uma empresa no mercado, implementar iniciativas e inovações soltas não é o suficiente. E é aí que entra o marketing holístico.
Nessa perspectiva, não basta ter ideias específicas para atender as necessidades de cada setor se o conjunto como um todo não for alinhado. Com estratégias separadas por departamentos, os silos ganham força e a tendência é que as ações e decisões tomadas sejam desconexas e ineficazes, impedindo que a empresa cresça.
Porém, trabalhando com práticas holísticas de integração entre as partes, é possível criar um ambiente muito diferente do qual descrevi acima. Ou seja, muito mais sólido e preparado para integrar os setores de forma única, captar novos clientes e satisfazer os já presentes, superando os resultados esperados.
É desafiador? Muito! Vai dar trabalho? Vai! Mas só saindo da zona de conforto que se consegue avançar de forma holística. E entre os benefícios, estão não só o aumento da produtividade, mas a possibilidade de chegar a melhores resultados de negócio, transformando o trabalho das equipes, que passam a compartilhar ideias e experiências e criar juntas iniciativas muito conectadas com os princípios da empresa.
O paralelo com o sucesso
Como visto antes, o sucesso não é algo construído sozinho, assim como não cai do céu. É preciso estar sempre pronto para a colaboração e para gerar novas soluções de negócio. E, nessa mesma perspectiva, caminha o marketing, que alcança melhor os seus objetivos quando não tratado de forma solitária. A aproximação com as equipes comerciais, de vendas e de produtos, ou seja, o trabalho conjunto, promove melhorias para as iniciativas da área e, consequentemente, para a empresa como um todo.
Por outro lado, ao falar do todo, é necessário estar a par não somente do que acontece dentro da própria empresa, mas também com os concorrentes. Por exemplo, os gestores nunca podem ficar por fora das últimas ações e movimentos feitos pelas outras marcas. Isso porque, em um mercado tão competitivo, é indispensável ter uma visão 360º em relação às tendências e novidades surgidas no seu contexto de negócio.
Para isso, as informações existentes no ambiente online podem ser suas grandes aliadas. Por meio do acesso aos dados gerados no digital é possível perceber que os algoritmos nos encaminham para as respostas e que eles são ferramentas poderosas que nos auxiliam a reconhecer o que está bombando nas mídias sociais e quais estratégias estão sendo usadas pelo seu concorrente para engajar mais o público.
A partir disso, você começa a identificar o verdadeiro potencial que a coleta e a análise de informações pode ter para o seu negócio e para o desempenho das suas equipes. Percebe que elas funcionam como um instrumento essencial para as práticas holísticas ao permitir que informações precisas da concorrência ou até mesmo da performance das suas próprias ações e campanhas sejam usadas para direcionar estratégias futuras.
O futuro é integrado
Assim como em um casamento, é hora de unir as coisas. Ou seja, integrar os conhecimentos das suas equipes para fazer uma boa leitura do cenários e contextos, cruzando dados e informações da sua própria empresa, com as da concorrência e dos clientes, para que toda e qualquer iniciativa sua seja cada vez mais personalizada. Afinal, é com a junção de times que você terá informações mais completas e poderá identificar as necessidades de cada cliente, oferecendo aquilo que ele, de fato, deseja receber.
É como diz o ditado: “Duas cabeças funcionam melhor do que uma”. Então, nesse contexto, a integração entre áreas e profissionais faz com que diversas perspectivas sejam geradas, produzindo uma discussão heterogênea e mais produtiva. O conflito de ideias leva a empresa a respostas que abrangem uma maior de gama de soluções para os problemas analisados e, dessa forma, tanto a empresa quanto o cliente sai satisfeito com o trabalho exercido.
Portanto, não hesite. Modificar a cultura do negócio implementando novas formas de desenvolver ideias, gerar insights e realizar ações e campanhas é uma ótima maneira de se manter em um mercado tão competitivo. Com o marketing holístico esse poder de transformação ocorre com a agilidade que é preciso ter – o que torna o jogo dos negócios mais interessante. E aqui convido você a pensar, a sua empresa está preparada para essa mudança?
*Eduardo Prange é co-Founder e CEO da Zeeng – Data Driven Platform

Existe privacidade na internet?

Há um princípio na área da segurança militar que diz: o ataque está sempre à frente da defesa. Em termos práticos, o avião de guerra com a melhor blindagem pode resistir à artilharia antiaérea, mas não permanecerá no ar se o inimigo tiver a melhor arma. Em outras palavras, enquanto se prepara uma proteção contra a arma mais poderosa atualmente, o desenvolvimento bélico já terá dado um passo à frente e, contra o mais novo ataque, a defesa estará despreparada. Assim, o ataque será sempre mais forte do que a defesa.

Esse princípio vale também para a segurança digital, a segurança na internet. Na verdade, o princípio da segurança na internet é: ‘se querem uma informação sobre você, e você está conectado à internet, vão conseguir essa informação’.

A questão é: quantas pessoas estão preocupadas em saber alguma coisa sobre você, sobre a sua vida?

Um usuário comum da internet — eu e possivelmente você, por exemplo —, mesmo com cuidados de navegação e precauções básicas esperadas, não está livre de ter invadida aquilo que considera sua privacidade on-line. Um hacker conseguiria burlar a segurança desse usuário e ter acesso a contas de serviços on-line se tivesse interesse. Basta lembrar de autoridades que tiveram contas ou dispositivos invadidos, ou de personalidades cujas fotografias íntimas foram acessadas e publicadas sem autorização.

Não importa o grau de confidencialidade de uma informação, o ataque está sempre um passo — pelo menos um passo — à frente da defesa.

Na divulgação das conversas entre o juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, por exemplo, foi mencionado o aplicativo de mensagens utilizado. Esse aplicativo utiliza comunicação criptografada, o que o torna relativamente seguro. Ainda que não tenha havido nenhuma falha de segurança no aplicativo que permitisse acesso ao conteúdo por terceiros (hackers), as informações podem ter sido divulgadas por algum dos envolvidos nas conversas. Mesmo que mensagens transmitidas on-line fossem literalmente impossíveis de serem interceptadas e decifradas (o que não são), se o inimigo estiver na linha, ele não precisa burlar nenhuma medida de segurança para ter acesso.

Ademais, ainda que os interlocutores sejam confiáveis, de nada adianta ter os melhores recursos tecnológicos de segurança digital de comunicação se os aparelhos que trazem o conteúdo não são também protegidos por senha e criptografia, ou se são emprestados para alguém, furtados ou roubados. Melhor ainda, que as mensagens sejam lidas e apagadas, sem backup nenhum, diminuindo a chance de outras pessoas terem acesso a elas — com o contraponto de o usuário também perder a sua própria mensagem, ficando apenas em sua própria memória.

Pode ser que hoje ninguém queira saber algo sobre nós, e assim nos sentimos seguros. Mas um hacker experiente pode devassar o conteúdo da vida que demonstramos on-line, na internet, mesmo que pensemos que estamos compartilhando apenas com amigos ou que só estejamos guardando para nós mesmos.

Assim, a privacidade na internet não é um mito, mas é praticamente impossível.

O teclado inteligente que temos no celular, que nos corrige e sugere palavras, consegue esse feito porque captura e guarda tudo o que digitamos. O servidor gratuito em que guardamos nossas fotos, vídeos e documentos de toda espécie (Dropbox, Google Drive, OneDrive), tem por trás uma grande empresa, e sabemos o que move as empresas. Se nossos dados estão seguros ali, é porque hoje, para elas, a imagem positiva no mercado e a informação que guardam para si rendem mais dividendos (dão mais lucro) do que vazar na internet o conteúdo de seus usuários.

A atitude correta frente à incerteza da segurança digital é uma só: não tenhamos algo a esconder.

Pois se divulgarem tudo que temos e tudo que fazemos na internet, nossas fotos, nosso histórico de navegação, nossas mensagens familiares, no máximo conheçam os quatro cantos de nossa casa, saibam onde passamos as férias, vejam fotos de nossos filhos brincando, deem risada de nossas discussões em grupos de trabalho e estranhem como nos divertimos com coisas simples. E, no fim, apenas passemos receio e vergonha pela abertura de nossa vida, mas que nada nela e, especialmente, nada do que registramos eletronicamente, possa ser uma arma contra nós.

Mário Quintana já disse: “Sorri com tranquilidade/ Quando alguém te calunia/ Quem sabe o que não seria Se ele dissesse a verdade…” (poema Da Calúnia)

(*) Antoine Youssef Kamel é coordenador adjunto do curso superior tecnológico em Investigação Profissional do Centro Universitário Internacional Uninter.

Fonte: Proxxima