Google Search começará a exibir anúncios em dispositivos móveis em breve

A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro.

O aplicativo de buscas do Google (ou Google Search), aquela barra de pesquisas localizada na página inicial do seu smartphone, começará a trazer anúncios ainda este ano. Essa adição pode fazer com que este recurso seja um novo gerador de receitas para a empresa. Além disso, também será adicionado uma galeria de até oito imagens com anúncios dentro dos resultados de pesquisa.

Com isso, o Google quer facilitar aos usuários a tarefa de descobrir e comprar novos produtos. A explicação para a implementação dessa funcionalidade é que potenciais consumidores fazem compras em curtos períodos, enquanto assistem TV ou estão no banheiro. Essa mudança tem o objetivo de facilitar o modo como o usuário faz suas compras online.

Os anúncios também vão aparecer na página inicial do aplicativo do Google, chamado de Discover. Ele funciona como um feed de notícias, no estilo do Facebook, em que os usuários acessam para visualizar conteúdos personalizados, de acordo aos seus hábitos.

A empresa informou que os anúncios serão veiculados em qualquer lugar onde o Discover estiver disponível, inclusive em sua versão mobile, mas esclareceu que a publicidade só estaria no aplicativo do Google.

Os anúncios no Discover vêm sendo testados desde o ano passado, quando a empresa disse que mais de 800 milhões de pessoas estava usando o recurso mensalmente. O Google também disse que iria começar a mostrar conteúdo personalizado em sua página inicial do Google Shopping.

Fonte: Olhar Digital

Holistic Marketing: você já aderiu?

A palavra “Holística” vem do grego e remete a uma ideologia que considera o inteiro como algo maior do que a soma de suas partes individuais. Sendo assim, o holistic marketing entende que todas as partes de uma organização possuem relações umas com as outras. Colaboradores, fornecedores, concorrentes e os clientes têm sua importância, ou seja, todos os processos precisam estar conectados.

Esta prática permite analisar alguns tipos de comportamento, entendendo assim o padrão do setor, aumentando as chances de alavancar as vendas. Neste contexto, por exemplo, é possível correlacionar o volume de prospecções que a área comercial está fazendo em determinada praça, com informações climáticas, notícias, número de seguidores, etc. Neste compilado de dados, podemos encontrar comportamentos ligados diretamente a forma que o cliente consome um produto ou serviço.

A base dessa metodologia é garantir que você tenha uma visão do todo, reunindo os mais diferentes processos do marketing, deixando de enxergar frações e vendo tudo como uma coisa só. Quando você executa o marketing holístico, áreas como vendas, financeiro, RH e o próprio marketing passam a atuar de maneira conjunta. Assim, cada especificidade é capaz de ajudar a otimizar a performance do negócio.

Holistic marketing pode ser, sem dúvida, um braço importante do BI (business intelligence). Quando sua empresa faz um cruzamento de dados com uma visão analítica e, a partir dessa visão, chega em conclusões de comportamento, é possível ver o que acontece ao redor da marca em questão e fortalecer as tomadas de decisão.

A ciência de dados parte do princípio de que você consegue identificar respostas para perguntas que nunca foram feitas. Você não sabe exatamente o que vai encontrar, mas, uma vez que você conhece, descobre quais ações convergem para uma melhor performance do seu negócio.

Se você nunca pensou em trabalhar com essa técnica, é o momento de repensar. Sabemos que um negócio possui diversas partes distintas, mas ele só funciona quando todas elas trabalham e se movem para a mesma direção. Para onde sua empresa está indo?

Fonte: Olhar Digital

A Importância do Big Data na prospecção de clientes

Com o mundo em constante transformação, é preciso estar atento às novas possibilidades para se aproximar dos seus públicos de interesse. Principalmente, porque estamos falando de um mercado cada vez mais competitivo onde o diferencial se encontra nos pequenos detalhes.

Isso fica mais complicado se levarmos em consideração a área de comunicação, onde as agências e gestores de marketing têm que buscar sempre novas formas para captar novas contas. Até porque, que hoje em dia não basta escolher um cliente aleatoriamente, é importante que ele tenha fit com a sua expertise e que exista sinergia entre as marcas envolvidas. Nesse caso, uma plataforma de big data é fundamental.

É claro que não basta só captar todas essas informações, pois a grande sacada é saber analisá-las e decidir o que fazer a partir delas. Esse, na verdade, é o “pulo do gato” quando falamos em big data. As plataformas captam grande volume de dados e se não soubermos trabalhar com eles a consequência pode ser negativa. O maior desafio é aplicá-los pensando sempre em quais são os mais adequados para o contexto e as demandas. Afinal, só uma boa análise é capaz de gerar um conteúdo mais rico que atenda as expectativas dos clientes.

Uma reflexão importante que temos que fazer quando estamos prospectando um cliente é que conquistar novos pode custar sete vezes mais caro do que manter os já existentes, como um dos maiores especialistas em marketing, Philip Kotler, já afirmou, além de tomar muito tempo e energia. Sendo assim, é importante acertar o alvo de primeira. Para isso, é preciso estar a par de quem quer impactar e qual a melhor maneira de fazê-lo. Nesse sentido, a análise de dados pode contribuir e oferecer insights relevantes, tornando a proposta mais rica e criativa com as informações que a plataforma permite captar.

Uma boa ferramenta de Web Analytics pode gerar grande volume de dados que facilitem a tomada de decisão. Dessa maneira, fica mais fácil identificar o que seu cliente em potencial precisa, no momento certo e com a aproximação correta. Até porque, assim como o mundo, os consumidores podem apresentar mudanças muito velozes de comportamento devido à sua capacidade de se adaptar às novidades que o mercado oferece. Com isso, picos, quedas e curvas de crescimento são cada vez mais comuns nos gráficos de vendas das empresas.

Em linhas gerais, podemos concluir que muitas empresas já se deram conta que ter dados é essencial para os negócios e têm procurado por soluções e caminhos para fazer o melhor uso de toda essa onda de informação. Afinal “em terra de cego, quem tem olho é rei”, e é imprescindível ter diferenciais para estar sempre à frente.

*Eduardo Prange é CEO da Zeeng – Data Driven Platform, e atua com Marketing Digital há mais de doze anos, com participação em mais de cem projetos relacionados ao tema.

Fonte: ADNEWS

Como fazer um relatório comparativo

O relatório comparativo é uma ferramenta que auxilia na comparação das marcas monitoradas. Ela gera um relatório detalhado dos pontos escolhidos para a comparação!

 

Para criar esse relatório é bem simples, é só seguir o passo a passo abaixo:

 

1) Acesse a plataforma: https://platform.zeeng.com.br/Login/Index

2) Clique no ícone “Relatórios” na lateral esquerda da página;

3) Clique em “Novo” para gerar um novo relatório comparativo;

4) Esse é espaço em que você personaliza o seu relatório:

 

  1. Escreva o nome do seu relatório;
  2. Selecione as empresas que estarão no relatório;
  3. Escolha qual será o período de comparação (recomenda-se 1 mês).

5) Selecione os campos e as redes sociais que você deseja no seu relatório (Ou clique em “Selecionar todas” para marcar todas as opções)

6) Desça até o final da página e clique em “Salvar e Visualizar”.

7) Pronto! Seu relatório comparativo está pronto 😀

 

Caso fique com alguma dúvida entre em contato conosco pelo FacebookInstagramTwitter ou pelo e-mail: contato@zeeng.com.br.

Como fazer um relatório interno

No relatório interno você encontra informações mais aprofundadas e novos relatórios para as suas marcas administradas!

 

Para criar esse relatório é só seguir o passo a passo abaixo:

1) Acesse a plataforma: https://platform.zeeng.com.br/Login/Index

2) Clique no ícone “Relatórios Internos” na lateral esquerda da página;

3) Clique em “Novo” para gerar um novo relatório interno;

4) Esse é espaço em que você personaliza o seu relatório:

A: No ponto A você seleciona as cores que estarão nos gráficos gerados pelo relatório.

 

B: O segundo campo marcado é um espaço para upload de imagem, que será utilizado como capa do relatório. (O tamanho ideal para a imagem de capa é de até 900 de largura por 400 de altura.)

 

5) Depois é só clicar em “Salvar” e seu Relatório Interno estará pronto!

 

Caso fique com alguma dúvida entre em contato conosco pelo FacebookInstagramTwitter ou pelo e-mail: contato@zeeng.com.br.

5 etapas para o sucesso de uma estratégia de Data & Analytic

O Gartner avalia que, com o avanço das demandas por Data & Analytics dentro das empresas, os chamados Chief Data Officers (CDOs) estão sendo cada vez mais responsáveis por uma ampla agenda que abrange as iniciativas de gerenciamento, análise e ciência de dados, além de ética e transformação digital.

Conforme a consultoria, esses especialistas precisam estar preparados para liderarem a transformação baseada em dados de suas organizações. Mas como os novos CDOs que estão assumindo essa posição desafiadora podem ter sucesso em suas jornadas?

Os primeiros 100 dias constituem um período de “lua de mel”, aponta o Gartner, perído em que os CDOs devem se estabelecer e criar percepções que os outros irão associar às suas ações subsequentes. Segundo a consultoria, cada fase inclui resultados-alvo, ações e recursos críticos, bem como algumas ideias opcionais a serem consideradas, conforme o tempo e os recursos permitirem.

De acordo com a Analista e Vice-Presidente da Consultoria, Debra Logan, preparar e comunicar um plano claramente dividido é fundamental neste processo. “Os profissionais precisarão criar planos detalhados e de alto nível para atividades-chave, com análises que incluam benchmarks e medições para mostrar o progresso e as realizações de suas iniciativas”, diz.

Confira abaixo uma lista com cinco etapas para o sucesso de uma estratégia de Data & Analytics, segundo a Gartner.

Preparar – Marque reuniões com sua equipe e com os principais líderes de negócios e de TI antes de participar e prepare um conjunto de materiais introdutórios sobre sua experiência. Se você é um veterano na empresa e passou para a função de CDO, revise sua experiência rapidamente. Demonstrar que você entende “como as coisas funcionam por aqui” é crucial.

Avaliar – Use reuniões face a face para construir uma forte compreensão do negócio e relacionamento com os principais interessados. Dedique pelo menos 50% do seu tempo a atender essas partes interessadas para explicar o papel do CDO e como você as ajudará a atingir seus objetivos críticos de negócios. Uma lista de não mais do que cinco perguntas ponderadas será mais valiosa do que tentar cobrir tudo. Preste muita atenção a pontos crônicos de dor e falhas anteriores e solicite ativamente o feedback sobre as percepções sobre as demandas direcionadas ao cargo de CDO e outras funções baseadas em dados. Também tente ter uma noção de como o CIO e a organização de TI são considerados no negócio.

Planejar – A fase de planejamento transforma as lições aprendidas das fases “preparar” e “avaliar” em um plano de ação. Compartilhe uma visão com sua equipe, gerentes de linha e as partes interessadas da empresa que você entrevistou. Apoie isso com uma avaliação de como a organização se compara à sua visão e descreva como você poderá desenvolver as operações e estruturas. Lembre-se de expressar esses objetivos em termos dos principais indicadores de desempenho de negócios (KPIs) que são importantes para as metas definidas por executivos e gerentes.

Agir – Reúna-se com suas equipes operacionais para definir seu escopo de operação e considere as métricas de desempenho. Pergunte o que você pode fazer para ajudá-los a ter sucesso. Realize uma reunião de status de gerenciamento sênior e desenvolva um cronograma trimestral. Estas serão algumas das reuniões mais valiosas que você tem. A equipe executiva determinará como integrar suas necessidades em sua estratégia e deverá deixar clara sua visão sobre o que constitui o sucesso. Isso lhe dará objetivos e estrutura claros para futuras reuniões. Mantenha a agenda simples: -O que você vai fazer durante este período? -Qual é o valor comercial das ações que você está planejando abordar? -Que valor comercial a equipe executiva gostaria que você entregasse durante o próximo período?

Mensurar – Você deve articular o valor comercial dos esforços de suas equipes de projeto, para que as reuniões regulares do relatório de progresso se concentrem nas informações mais relevantes para os líderes empresariais e financeiros.

Sinalização de conteúdo pago no Instagram aumentou 56% em 2018

mercado de influência deve movimentar R$2,3 bilhões globalmente este ano, de acordo com o levantamento “Must-know Influencer Marketing Trends 2019”, divulgado esta semana pela Socialbakers. Este valor considera o volume crescente de posts patrocinados por marcas nas redes sociais. Para se ter ideia, no último ano, o número de influenciadores que utilizaram a hashtag #ad para indicar conteúdos patrocinados subiu 56%.

Conduzido entre janeiro de 2018 e março de 2019, o levantamento da Socialbakers mapeou mais de 12 milhões de perfis de influenciadores no Instagram em todos os continentes. Na América Latina, foram 2,3 milhões de influenciadores analisados. Os grandes influenciadores e celebridades, aqueles com mais de 1 milhão de seguidores, foram os que mais sinalizaram posts patrocinados: cerca de 26% deles utilizaram a hashtag #ad.

Na avaliação de Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers no Brasil, a maior sinalização de posts patrocinados se deve ao amadurecimento dos influenciadores na relação com marcas. “Os conteúdos tagueados como publicidade deixaram de ser mal vistos pela audiência”, justifica.  Uma das descobertas do estudo foi a de que o conteúdo patrocinado e não-patrocinado geraram praticamente o mesmo nível de engajamento na média global, o que mostra que conteúdos de marcas podem ser tão bem-sucedidos como conteúdos orgânicos.

Os chamados macro-influenciadores, aqueles com entre 100 mil e 1 milhão de seguidores, são os mais propensos a colaborar com uma variedade maior de marcas e indústrias na produção de conteúdo. Os micro-influenciadores, com menos de 10 mil seguidores, por sua vez, são menos propensos a colaborar com um grande número de marcas e setores.  “Os micro-influenciadores, em geral, têm menos acesso às marcas e as marcas a eles. Muitas vezes, eles nem mesmo são considerados para algumas campanhas”, explica Alexandra.

Ao mesmo tempo, influenciadores menores também costumam ser mais seletivos em suas parcerias. “Ao contrário de muitas celebridades, que veem menos risco ao se associarem comercialmente às marcas, um micro-influenciador acaba criando uma relação tão próxima com sua audiência que uma associação ruim pode colocar toda a sua credibilidade em cheque”, argumenta a country manager.

A América Latina é a região com maior volume de micro-influenciadores. Entre os produtores de conteúdo online na região, 97% se enquadram nesta categoria. Para Alexandra, o sucesso de micro-influenciadores na região se deve à cultura. “Nosso modelo de relações é mais pessoal. Faz parte da nossa cultura ter uma proximidade maior com o outro”, acrescenta.

As influenciadoras entre 25 e 34 anos dominam a base global de seguidores do Instagram e recebem a maior parcela de interações na rede social. Em segundo lugar no ranking de audiência, estão influenciadoras com entre 18 e 24 anos e, em terceiro, influenciadores homens com entre 24 e 24 anos.

Entre os segmentos de mercado mais engajados em práticas de marketing de influência no Instagram estão moda, beleza, ecommerce, automotivo e varejo, nesta ordem. Estes também são os setores com o maior número de menções de influenciadores na rede social. Abaixo, você confere o ranking das indústrias mais citadas globalmente por influenciadores no Instagram.

Fonte: Meio & Mensagem

Para entender e conquistar clientes é preciso dados, não suposições

Conhecer os clientes e construir relacionamentos têm sido princípios básicos para o bom andamento dos negócios em todo o mundo. Estamos na era da hiperconectividade e você, com toda certeza, já deve ter ouvido falar em Big Data, inteligência artificial (IA), CRM, ‘machine learning’, Google analytics, ‘business intelligence’, entre inúmeros outros termos e ferramentas que se valem da análise de dados para impulsionar resultados nos mais diferentes setores. E, caso ainda não esteja familiarizado com o ‘data science‘ na gestão da sua empresa, esse é um bom momento para começar.

O mercado está cada vez mais focado em entender a jornada do cliente e sua experiência de compra. Afinal, a razão para aquela grande ideia de negócio ter nascido é a satisfação do público-alvo, seja na entrega de um produto ou de um serviço. Avanços tecnológicos, como a inteligência artificial e o machine learning, vêm transformando as estratégias de atração e relacionamento com clientes.

A utilização de análise de dados no marketing possibilita aprimorar processos, obter ‘insights’ preciosos para analisar grandes volumes de dados e tomar decisões estratégicas com o objetivo de aumentar as vendas e o ROI, fidelizar clientes e aprimorar a experiência do usuário, por exemplo. Essa nova era do marketing, conhecida por ‘data driven’, está colocando em cheque o trabalho das agências de publicidade tradicionais – que não estão preparadas para tamanha complexidade.

Companhias que analisam seus dados conseguem responder rapidamente a mudanças do mercado, prever padrões de comportamento e prevenir riscos com mais agilidade. Analisando dados, as empresas aumentam as possibilidades de entender o cliente e responder às suas necessidades, o que leva ao crescimento.

Essas informações podem ser coletadas em diferentes lugares, como redes sociais, sites de pesquisa, e-mail, newsletters, fóruns, aplicativos e ‘gadgets’. Ao acessar um site, os ‘logs’ de acesso e de visualização ou de cliques do usuário mostram seu ponto de interesse. Quando ele faz uma compra online, é possível construir um histórico de estatísticas que mostra hábitos de consumo. Por meio dos comentários – positivos ou não – em redes sociais, ele registra uma percepção sobre aquela marca/serviço.

Porém, não é uma tarefa simples agregar valor a essa infinidade de dados, de forma que tenham sentido para gerar negócios de relevância. É preciso analisar as informações de forma inteligente, com as ferramentas e a abordagem certas para formular ‘insights’ – o ‘data science’ nada mais é do que um estudo metódico dos dados e informações referentes a um negócio, abrangendo diversas perspectivas sobre um determinado assunto.

Os profissionais de marketing – e de outras áreas – têm percebido a importância de entender métodos básicos de ciência de dados para se comunicar com as equipes de análise e avaliar as oportunidades. Atualmente, tudo o que é feito nos canais de mercado transforma-se em informação valiosa para estabelecer um padrão que caracterize o cliente certo para determinado negócio.

Está mais do que comprovado que o mercado, hoje, se baseia em números para crescer, e as companhias não podem mais focar seu planejamento e gestão em suposições. São esses dados, concretos e bem analisados, que serão de grande valia para a validação do modelo de negócio e para indicar para onde devem ser direcionadas as estratégias para que a satisfação, o engajamento e a fidelização do público-alvo sejam alcançados.

Fonte: It Forum 365

Twitter libera uso de GIFs, imagens e vídeo em retweets

Atendendo a pedidos de muitos usuários, o Twitter lançou, globalmente, um recurso que permite usar GIFs, imagens e vídeos em retweets com comentários. Segundo a companhia, em comunicado, a ferramenta que está disponível para as versões da plataforma nos sistemas iOS, Android, mobile.twitter.com, Twitter Lite e Twitter para Windows, possibilitará adicionar um vídeo, até quatro imagens ou um GIF em cada retweet.

Em nota, o Twitter também informou, que o recurso “ajuda as pessoas a se sentirem como se estivessem publicando um conteúdo original, mesmo que tenha sido criado por outros usuários”. Até o momento, somente texto podia ser inserido em retweets. A nova funcionalidade já está sendo utilizada por alguns usuários populares no Twitter no Brasil, como o canal Multishow e Rosana Hermann, apresentadora do programa Porta Afora.

Pesquisa inédita revela como C-levels brasileiros utilizam dados para tomada de decisão

Quanto maior a empresa, maior a utilização de dados na tomada de decisão. Contudo, a ferramenta escolhida para a elaboração dos dados e as áreas que demandam mais informações diferem bastante e demonstram que muitas organizações podem estar trabalhando com o ‘achismo’.

Essas informações fazem parte da pesquisa inédita sobre  Como utilizar dados para tomada de decisão, apresentada com exclusividade durante um painel no Digitalks Executive by PwC, no dia 24 de abril, em São Paulo, que contou com a participação de Edu Neves, do Reclame Aqui, Felipe Schepers, da Opinion Box, Gabriela Manzini, do Digitalks, João Ciaco, ex-FCA (Fiat Chrysler Automotive), e Reinaldo Nogueira, da BSP (Business School São Paulo), do grupo Anhembi Morumbi.

A pesquisa realizada pelo Digitalks, em parceria com o Opinion Box, foi composta por 800 entrevistas online com gerentes, diretores, C-levels e presidentes de empresas a partir de 50 funcionários em todo o país.

Segundo Felipe Schepers, COO do Opinion Box, entre os desafios levantados na pesquisa estão a implantação de uma cultura de trabalhar com dados nas empresas, deixando de lado o achismo, além de avaliação e testes frequentes dos dados recebidos. “Sozinhos, sem uma avaliação mais profunda, os dados não dizem nada. Também é preciso saber quais são mais relevantes ou fundamentais, abordá-los por vários aspectos diferentes e testá-los com frequência, sempre pensando no futuro da empresa”, esclarece Felipe.

Na pesquisa, as áreas administrativas (58%), de vendas (47%), de TI (41%), de operações (38%), de produtos (33%) e marketing (33%) são as que mais fazem relatórios, com frequência diária (36%), semanal (44%), mensal (16%) e até a cada três meses ou com menor periodicidade (4%).

O uso de Excel varia de acordo com o porte da empresa, sendo 75% de utilização em empresas com 50 a 99 funcionários, 77% entre 100 a 499, 64% entre 500 e 999, e 61% a partir de 1.000 colaboradores. Enquanto 71% dos entrevistados utilizam o Excel, 22% adotam o Google Data Studio, 20% empregam outras ferramentas de BI, 17% o Google Sheets, 16% Power BI, 8% Tableau, 4% não souberam responder enquanto 2% utilizam outras.

Sua empresa tem muitos, poucos ou nenhum dado?

Os entrevistados foram questionados sobre o volume de dados que suas empresas têm de cara área. 76%  das empresas consideram ter muitos dados da área de vendas. Em seguida vem os dados de produção, gerados em grande volume em 72% das empresas. Dados sobre o mercado em geral e sobre a satisfação do cliente empatam em terceiro lugar, com 61%. Em menor volume as empresas também têm muitos dados sobre comportamento do consumidor e sobre a satisfação da equipe (57% cada), seguidos pelos dados sobre a concorrência (52%) e as buyer personas da empresa (40%).

No tocante a dados X decisões, as empresas que utilizam dados para basear suas decisões as tomam de forma mais inteligente segundo 82% dos entrevistados. No entanto, 75% gostariam que a empresa utilizasse mais dados para tomar decisões e 36% têm dificuldades em acompanhar relatórios de dados e métricas, o que demonstra que, na prática, boa parte das empresas se consideram data-driven, mas não necessariamente o são de fato, segundo explicou Schepers

Entre os principais desafios apontados pelas organizações, 22% esperam encontrar profissionais qualificados em análise de dados, 19% querem manter a periodicidade de atualização, 18% pretendem implantar uma cultura de gestão de dados, 14% pretendem coletar dados de forma sistemática, 12% querem aprovar orçamento para contratar ferramentas, 9% gostariam de compreender os dados coletados, 5% acreditam não ter desafios e 1% não vê importância nisso.

Durante o painel, após a apresentação da pesquisa, Edu Neves, do Reclame Aqui, disse que a pergunta errada resulta em dados errados, ou seja, o problema pode ser o viés. “É preciso ser outsider. Embora os dados sejam coletados por ferramentas, devem ser vistos e avaliados por seres humanos”, concluiu.

Para João Ciaco, que recém saiu da FCA, o desafio é trabalhar modelos e processos em tempo real e também tomar decisão dessa forma. “Como a quantidade de dados é muito grande, o que faz a diferença é a agilidade. Mais do que isso, tem que ter olhar crítico com tudo que recebe. Os desafios são a quebra de paradigmas e a geração de novos pensamentos e dados para ter resultados”, conclui.

Reinaldo Nogueira, da BSP, acredita que o profissional ficou hermético. “É fundamental saber qual é a pergunta de negócios que tem que ser respondida, entender exatamente o que se quer e não esperar que o time de dados resolva. As pessoas querem muito estar lá na frente, mas quando olham internamente descobrem que a empresa ainda está no ambiente 1.0, o que acontece em várias empresas de diferentes segmentos em todo o mundo”, completa.

Para finalizar, Gabriela Manzini, do Digitalks, esclareceu que os dados trazem informações para balizar decisões, mas a empresa tem suas raízes, sua linha de atuação e precisa se pautar também por tendências sociais e de mercado por isso os dois pilares (Dados e Tendências) têm que andar juntos, sempre pensando a longo prazo.

Fonte: Digitalks