Instagram tenta explicar por que IGTV ainda não deu certo

É fácil ignorar o IGTV, e formato vertical é pouco usado em vídeos longos; CEO do Instagram diz que “temos que esperar”

Você se lembra do IGTV? Essa é a investida do Instagram para concorrer com o YouTube, oferecendo vídeos verticais de até uma hora. Ele foi lançado há dois meses, mas não decolou da mesma forma que os Stories. O que aconteceu? O CEO Kevin Systrom tenta explicar.

São basicamente três problemas: o formato vertical é pouco usado para conteúdo longo; o Instagram não ensinou suas estrelas a gerar esse tipo de vídeo; e o IGTV pode ser facilmente ignorado na interface.

Em entrevista ao TechCrunch, o CEO do Instagram diz: “este é um novo formato. É diferente. Temos que esperar que as pessoas o adotem e isso leva tempo”. Systrom compara o IGTV a uma nova startup: “é como o Instagram era nos primeiros dias”.
O IGTV foi lançado em junho com um grande evento; a empresa não fazia isso desde 2013. Ela anunciou parceria com diversos criadores, que haviam recebido acesso antecipado à plataforma de vídeos verticais.

No entanto, seis desses criadores “early adopters” conseguem 6,8 vezes mais visualizações no feed, em média, que no IGTV. Por exemplo, a dançarina de k-pop Susie Shu publicou momentos diferentes de uma apresentação nos dois lugares: ela obteve 273 mil visualizações no feed, e só 27 mil no IGTV.

IGTV rende poucas visualizações

“É bastante difícil simplesmente pegar vídeos que já existem e simplesmente repostá-los. Isso não é verdade no feed. Isso basicamente força todos a criarem coisas novas”, diz Systrom.

O problema é que, rendendo poucas visualizações, não há muito incentivo para criar conteúdo no IGTV. Além disso, o Instagram não ensinou os canais a criar conteúdo longo na vertical. É fácil entreter seguidores durante stories de dez segundos; e quanto a vídeos de dez minutos?

Tem mais: é muito fácil ignorar o IGTV. Sua presença na interface se resume a um botão laranja na barra superior. Aparece uma barra de notificação quando há um vídeo de contas que você segue, mas só.

Há um aplicativo separado para o IGTV, que acumula 2,5 milhões de downloads no iOS e Android. No entanto, o número de instalações por semana despencou 94% desde seu lançamento, segundo o Sensor Tower. Só na App Store americana, ele caiu da posição 25 para 1.497 nesse período.

Conteúdo do IGTV é muito aleatório

Eu praticamente nunca entrei no IGTV. Dei uma olhada agora, e o conteúdo não me interessou: trecho de debate dos candidatos à presidência (originalmente na horizontal); várias dicas da OnePlus (meu celular é da Motorola); desodorante caseiro da Bela Gil; a cantora Kelly Clarkson se preparando para jogar tênis etc.

“O IGTV parece muito aleatório, com virais inúteis e vídeos mal cortados para caberem na vertical aparecendo na seção Popular, ao lado de alguns criadores que tentam produzir talk shows e tutoriais de culinária feitos para o IGTV”, escreve o TechCrunch.

Ainda é cedo para declará-lo um fracasso, mas está longe do sucesso imediato que foi o Instagram Stories — ele já tinha 100 milhões de usuários em dois meses. (Foi mais fácil porque eles copiaram o Snapchat, mas ainda assim.) Quanto ao IGTV, a empresa não revela números. Será que ele vai, um dia, realmente competir com o YouTube?

Fonte: Tecnoblog

Época Negócios destaca Zeeng entre as 100 Startups to watch

Época NEGÓCIOS e Pequenas Empresas & Grandes Negócios lançam um radar preciso das empresas nascentes mais atraentes do mercado e a Zeeng está entre elas!

 

Em meio à crescente complexidade do ecossistema de inovação brasileiro, o projeto “100 Startups to Watch” nasce como o mais preciso radar para detectar talentos e orientar governos, empresas e investidores. Fruto de uma parceria entre as marcas Pequenas Empresas & Grandes Negócios e Época NEGÓCIOS, da Editora Globo, e a Corp.vc, braço de corporate venture da consultoria EloGroup, o 100 STW foi produzido a partir de uma metodologia que demandou mais de cinco meses de análise de dados e mobilizou uma equipe de mais de 40 especialistas e líderes da comunidade de startups, que fizeram parte de um Conselho Consultivo. Escolhidas entre mais de 1,3 mil inscritas, as empresas listadas têm foco em soluções que estão moldando os rumos da nova economia e foram divididas em 14 setores e nos estágios protótipo, validação, MVP, tração e escala., MVP, tração e escala.

 

 

ÉPOCA NEGÓCIOS Qual é a sua visão sobre o cenário de corporate venture no Brasil?
Rogério Tamassia
 Tivemos uma explosão de iniciativas de aproximação entre corporações e startups nos últimos dois anos. Mas é preciso destacar que boa parte desses projetos ainda está ligada a estágios iniciais do corporate venture. Trata-se de um movimento natural: grandes empresas preferem apostar em formatos como hackathons e competições antes de investir em programas de inovação mais consistentes. Embora não gerem resultados expressivos, esses modelos ajudam a preparar as organizações para níveis de parceria que exigem mais comprometimento, como aceleradoras e fundos de investimento.

NEGÓCIOS Como as corporações podem evoluir para estratégias mais consistentes?
Rogério
 As empresas precisam saber o que estão procurando. Patrocinar um hackathon dificilmente resultará em um modelo de negócio “disruptivo”. Mas pode ser uma boa oportunidade para aprender sobre startups. Programas de aceleração corporativos, por sua vez, tendem a apresentar resultados mais palpáveis. No final das contas, tudo depende de quanto as empresas estão dispostas a investir na parceria — e em quanto tempo esperam obter o retorno sobre esse investimento.

NEGÓCIOS O que os gestores dos programas devem fazer para que as startups não sejam sufocadas pelos processos burocráticos de grandes empresas?
Rogério
 A maioria das corporações trabalha com metas de curto prazo. O problema é que startups apresentam ciclos de maturação mais extensos, incluindo etapas sucessivas de tentativa e erro. Quando essas duas realidades se encontram, é natural que aconteça um choque. A melhor maneira de resolver esse conflito é adotar uma mentalidade voltada para o longo prazo. Demonstrar compromisso é essencial para ganhar legitimidade no ecossistema de startups e tecnologia.

NEGÓCIOS Quais tendências devem surgir no circuito de inovação corporativa?
Rogério 
Passada a fase de consolidação atual, acredito que veremos um número maior de empresas apostando em estratégias mais completas. As organizações passarão a implantar modelos que contemplem negócios em diversos estágios de crescimento. A crença de que os programas de corporate venture servem para encontrar unicórnios também deve chegar ao fim. As expectativas de retorno sobre investimento tendem a ficar mais realistas.

NEGÓCIOS Por que é importante levantar dados que ajudem a mapear o ecossistema de startups?
Rogério 
A disponibilidade de informações confiáveis é essencial para que as empresas enxerguem o nível de evolução das startups brasileiras. Muitos executivos viajam para o Vale do Silício em busca de tecnologias que já existem por aqui. Existem muitas soluções inovadoras sendo criadas no país. Precisamos encontrar novas maneiras de mostrá-las para o mundo.

Fonte: Época Negócios

Como saber se um site é seguro?

Brasil é campeão em golpes de phishing e todo cuidado é pouco para não ser a próxima vítima; veja como saber se um site é seguro

Com frequência, conhecemos novos sites de e-commerce que oferecem ótimos produtos mas é natural que bata a incerteza de que se trata de um site legítimo. O Brasil é o campeão mundial em golpes de phishing e todo cuidado é pouco para não ser a próxima vítima. Então, como saber se um site é seguro? Reunimos algumas dicas para você usar sempre que tiver dúvidas se deve fornecer ou não seus dados para uma loja.

O que é phishing?
Phishing é um golpe aplicado por cibercriminosos para enganar você e levá-lo a revelar suas informações pessoais, como senhas ou cartões de crédito, RG, CPF e número de contas bancárias. Geralmente, enviam e-mails e links falsos para login.

Lembre-se que é vital checar se um site é seguro antes de compartilhar dados pessoais.

O mito do HTTPS

Já abordamos aqui que o uso do HTTPS não significa site seguro. A presença de páginas com certificado SSL cresce, à medida que o protocolo se tornou padrão na web, já que o Google (dono do navegador mais popular) vem desestimulando sites sem criptografia.

O problema é que uma página de phishing pode obter um certificado digital, apresentar o cadeado e encriptar o fluxo de informações com uma “conexão segura”. A “tranca” apenas garante que ninguém pode interceptar os dados trocados, mas as suas informações ainda podem ser usadas de maneira incorreta por quem gerencia o site.

Mesmo assim, observe o HTTPS

É imperativo que um site legítimo de vendas ou serviços bancários apresente HTTPS. Não forneça seus dados aos que não utilizam essa camada de segurança. Verifique se há um cadeado na barra de navegação, e HTTPS no início do link. Entretanto, saiba que só isso não basta. Há sites de phishing, simulando lojas e bancos, com certificado SSL.

Verifique a URL

Pode parecer óbvio, mas antes de clicar, tenha certeza de que está indo para o site que deseja. Se repousar o ponteiro do mouse sobre um link, a barra inferior do seu navegador deve mostrar o endereço real. Isso fica claro quando pairamos a seta sobre uma URL encurtada, por exemplo. Na parte inferior do browser, você verá o site.

Faça um teste:

Pare o ponteiro do mouse sobre essa frase (link)

Sem clicar, paire o ponteiro do mouse sobre o link acima. Você verá a URL completa no canto inferior esquerdo do seu navegador de internet: https://www.zeeng.com.br.

Analise os caracteres

Os golpes de phishing estão ficando mais sofisticados, e enganando até as pessoas mais experientes. Certifique-se de que as URLs estão escritas com as letras corretas. Domínios falsos usam caracteres unicode e letras de alfabetos russos, tailandês e cirílico que se parecem bastante com as do latino. Golpistas se aproveitam que a maioria das pessoas apenas passa os olhos sobre endereço e substituem caracteres visualmente semelhantes por outros. Há casos simples, em que troca-se a letra “o” pelo numeral “0”.

Não caia nesse truque.

Evite clicar em links encurtados, banners e anúncios

Os golpes de phishing chegam por e-mail, mensagens de WhatsApp e redes sociais. Ao ver links que ofereçam produtos a preços atraentes ou pedidos de atualizações de dados bancários, por exemplo, evite clicar neste link e vá diretamente ao site digitando o endereço no navegador. Isso evita que você seja enganado por mensagens de spam.

Consulte o Procon-SP

Em caso de e-commerce, o Procon-SP tem um levantamento atualizado com centenas de lojas em situação irregular. A lista “Evite esses sites” relaciona páginas de vendas que devem ser evitadas, pois tiveram reclamações de consumidores no Procon-SP, foram notificadas, não responderam ou seus responsáveis não foram encontrados. Antes de comprar, verifique se não se trata de uma dessas páginas de e-commerce denunciadas.

Sites como o virustotal.com podem ajudar se você desconfia que a página tem algum malware e o phishtank.com armazena denuncias de phishing em todo o mundo.

Outra forma de checar a legitimidade de um site é saber quem está por trás dele. Uma consulta de “whois” (em inglês “who is”, quem é) ajuda a descobrir quem é o proprietário do domínio, onde e quando o site foi registrado, e um contato. Caso o dono do site não seja a empresa que a página simula representar, não informe seus dados.

Procure informações de contato do site e cheque telefone, CNPJ e outros detalhes.

Use ferramentas de segurança (antivírus e cofre de senhas)

Programas antivírus oferecem bloqueio anti-phishing que podem ajudar a evitar sites desonestos com uma blacklist, atualizada sempre que um novo golpe é identificado.

Se você já conhece o site tem login e usa com alguma frequência, como o site do seu banco, de lojas favoritas e de rede sociais, pode apostar em usar gerenciadores de senhas. Esses aplicativos guardam passwords de forma segura, com uma chave mestra, e o melhor, fazem login apenas nas URLs que foram cadastradas. Sendo assim, você não corre risco de colocar suas credenciais em sites com endereço falso na Internet.

 

 

Fonte: Tecnoblog

 

RedeTV! promove debate multiplataforma entre candidatos ao governo de São Paulo

A RedeTV!, em parceria com a revista IstoÉ, promoverá o debate eleitoral entre os candidatos ao governo de São Paulo, ao vivo, diretamente dos estúdios do canal, em Osasco (SP), a partir das 22h desta sexta-feira (24).

O debate terá transmissão simultânea no portal da RedeTV!, UOL, página principal do Facebook Brasil e também a página da emissora na rede social, em seu perfil no Twitter e no canal do YouTube, contando com as mais inovadoras ferramentas disponíveis em cada plataforma. A interatividade será um dos pontos altos do debate. Qualquer pessoa poderá acompanhá-lo pelo celular, tablet ou computador, inclusive reagindo e opinando sobre as ideias, posicionamentos e propostas dos candidatos.

Enio Lucciola assina a direção da cobertura eleitoral na RedeTV!, sob o comando do chefe de redação transmídia Felipe Virgili e do superintendente de Jornalismo, Esportes e Digital, Franz Vacek.

 

 

Fonte: AdNews

WhatsApp se compromete a combater compartilhamento de informações falsas

O WhatsApp quer encarar de frente o problema das fake news, principalmente aquelas notícias que geram ataques e ondas de violência. Esse foi o compromisso firmado pelo CEO da empresa, Chris Daniels, em um encontro com o ministro da tecnologia da Índia, Ravi Shankar Prasad, que acredita que a criação de um sistema de moderação dessa categoria não é nada complicado.

De acordo com declarações do governo indiano, o WhatsApp está trabalhando em ferramentas que permitem entender como uma notícia falsa é disseminada por meio da plataforma, além de determinar sua origem. Ao mesmo tempo, a companhia colabora com autoridades na investigação das motivações por trás de tais rumores, de olho na prática de crimes que possam surgir como decorrência disso.

O mercado indiano é o maior, em número de usuários, para o WhatsApp. Mais do que isso, desde junho, dezenas de mortes já foram registradas por conta de linchamentos motivados por mensagens compartilhadas pelo mensageiro, o que motivou uma resposta das autoridades e pedidos formais para que a plataforma também tomasse atitudes para impedir a disseminação desse tipo de conteúdo.

O encontro entre Daniels e Prasad ocorreu nesta terça-feira (21), com o executivo do WhatsApp tendo como principal intenção garantir ao governo que providências estão sendo tomadas. A preocupação se relaciona não apenas à pequena onda de violência, muitas vezes motivada por racismo e ódio de classe, mas também à aproximação das eleições presidenciais, que devem acontecer em 2019.

Mais uma vez, as fake news estão na mira, com o governo tentando garantir que adversários políticos não disseminem informações falsas de boca a boca e de forma descontrolada por meio do mensageiro. Uma de suas principais características é a criptografia de ponta a ponta, o que impediria o acesso às mensagens até mesmo pela própria companhia. É segurança para o usuário, mas também garantia de impunidade para quem é adepto de práticas desse tipo.

A situação indiana foi um dos estopins para mudanças recentes do WhatsApp, como o lançamento de campanhas de educação para os usuários sobre o compartilhamento de informações sem verificação e a indicação de que uma mensagem foi encaminhada de outra conversa. Seriam, acredita a empresa, maneiras de coibir a proliferação de fake news, mas cujo efeito foi considerado limitado. Daí o pedido governamental para que mais fosse feito.

 

Fonte: Canal Tech

Facebook classifica usuários internamente por nível de ‘confiabilidade’

No último ano, o Facebook tem implementado um sistema interno de avaliação de usuários que os classifica com base em “confiabilidade”. A ideia é identificar quais denúncias de conteúdo falso são mais confiáveis e quais nem merecem ser investigadas.

Tessa Lyons, gerente de produto do Facebook, foi quem revelou a existência da ferramenta, em entrevista ao jornal norte-americano The Washington Post. Segundo ela, o sistema de reputação é uma arma no combate às informações falsas.

Qualquer usuário pode denunciar links como “fake news” na rede social. Se muita gente denuncia um mesmo conteúdo, há mais chances de que ele seja derrubado. No entanto, muitas vezes há quem tente “hackear” o sistema organizando boicotes a veículos de imprensa.

“Não é incomum que algumas pessoas nos digam que algo é falso simplesmente porque elas não concordam com a premissa de uma história ou estão tentando intencionalmente atacar um canal em particular”, disse Lyons ao jornal.

Classificar usuários por nível de confiabilidade foi a maneira encontrada pelo Facebook para avaliar se uma denúncia tem chances de ser real ou se pode ser só alguém querendo tirar uma história do ar por não gostar dela. Quanto mais “confiável” o usuário, mais chances a sua denúncia tem de ser investigada.

Lyons diz que o Facebook examina uma série de fatores comportamentais do usuário para definir seu nível de confiabilidade, entre eles a frequência com que a pessoa denuncia posts que, após investigação, são de fato considerados fake news.

O Facebook não deu mais detalhes de como o sistema funciona, mas também afirmou que a “reputação” do usuário não é o único critério levado em conta pela equipe antes de decidir investigar ou não uma denúncia de fake news ou outra violação dos termos de uso.

Fonte: Olhar Digital

Facebook suspende empresa de análise de dados por suspeita de uso indevido

Crimson Hexagon já foi contratada pelo governo americano e ONG russa para fazer monitoramento; empresa diz que tem mais de 1 trilhão de dados de usuários de redes sociais

O Facebook anunciou dia 19 de agosto a suspensão da empresa de análise de dados Crimson Hexagon de sua plataforma. Baseada em Boston, a empresa utiliza informações da rede social e de outros serviços, como Twitter e Instagram, para ajudar governos de EUA, Rússia e Turquia para monitorar o sentimento de suas populações.

A rede social comandada por Mark Zuckerberg disse que não encontrou evidências de mau uso da plataforma pela Crimson Hexagon, mas decidiu encerrar o acesso aos seus dados enquanto investiga a conduta da companhia. A empresa é uma das maiores companhias da uma indústria de análise de marketing, sendo avaliada em mais de US $ 1 bilhão nos últimos anos.

É um passo cauteloso da empresa para evitar novos escândalos como o da consultoria política Cambridge Analytica, conhecida por auxiliar a campanha presidencial de Donald Trump, que teve acesso indevido a dados pessoais de 87 milhões de usuários da rede social.

Revelado em março pelos jornais The Observer e The New York Times, o caso fez a empresa perder quase US$ 100 bilhões em valor de mercado, hoje já recuperados, e levou Mark Zuckerberg a depor por dez horas no Congresso americano. Atualmente, o Facebook ainda está sendo investigado por três agências federais dos Estados Unidos, incluindo o FBI.

Em um comunicado público, a Crimson Hexagon disse que está “colaborando com o Facebook para mostrar que não cometeu atos ilícitos.” A empresa utiliza prioritariamente dados públicos disponíveis nas rede sociais.

Segundo o jornal The Wall Street Journal, que antecipou a decisão da rede social, um possível motivo para a suspensão é a ligação da Crimson Hexagon com uma organização russa sem fins lucrativos, a Civil Society Development Foundation, bastante próxima ao governo de Vladimir Putin. De acordo com a reportagem, a empresa pode ter sido chave ao ajudar Putin a derrubar o acesso de russos ao Twitter em 2014, por exemplo, durante uma onda de protestos no país europeu.

Vale lembrar ainda que hoje o Facebook encontra-se no meio de uma grande controvérsia envolvendo Trump e os russos – a rede social há tempos investiga como pode ter sido utilizada por agentes do país europeu interessados em influenciar as eleições americanas de 2016. Nesta semana, quando Trump estreitou laços com o presidente russo, a polêmica voltou a ganhar força, especialmente quando o americano foi forçado a admitir, em uma rara ocasião, que pode ter sim havido influência externa no pleito em que foi vitorioso.

Fonte: Terra

Tecnologia a serviço das cidades

A Semana Tecnológica da UniFil (Centro Universitário Filadélfia), realizada no incio do mês, reuniu especialistas para tratar de assuntos relacionados à Tecnologia da Informação. As cidades inteligentes* foram um dos temas. Exemplo mostrado no evento é Eindhoven, na Holanda, onde a gestão pública e uma indústria da área de TI fizeram parceria para substituir a iluminação da cidade por lâmpadas de LED, que são mais econômicas. Em troca, a empresa pode “monetizar” dados obtidos a partir de sensores instalados nos postes. Os sensores monitoram o tráfego de pontos específicos da cidade, e os dados podem ser utilizados para alimentar serviço que provê informações sobre vagas de estacionamento disponíveis na rua, por exemplo. Nesse modelo, chamada de mercado “multifacetado” pelos especialistas, todos ganham: indústria, gestão pública e cidadão.


No caso de Eindhoven**, a prefeitura não precisou gastar nada para trocar toda a iluminação pública e passou a ter uma conta de 30% do que pagava antes. A indústria passou a monetizar com os dados e permitiu que se oferecesse serviços de estacionamento inteligente, por exemplo: o cidadão sai de casa e já sabe em qual vaga vai parar. Gasta menos tempo na rua e polui menos a cidade.
A segurança pública costuma ser prioridade na implantação de projetos de cidades inteligentes. Um exemplo está em São Paulo, onde há uma iniciativa das subprefeituras de colaboração entre sinais de câmeras de condomínios fechados com um sistema de coleta de imagens públicas pela polícia.

*Cidades Inteligentes – Cidade criativa e sustentável, que faz uso da tecnologia em seu planejamento e solução de problemas urbanos

**Eindhoven – Quinta cidade mais populosa da Holanda e importante centro educativo e tecnológico do país

Você está usando a tecnologia em seu planejamento?

Fonte: Folha de Londrina

Google Trends – ‪‪Primeiro debate presidencial

Primeiro encontro entre os candidatos à presidência nas Eleições 2018. Acompanhe em tempo real os temas mais buscados e a reação nas buscas ao debate, realizado no dia 9 de agosto de 2018

Os dados de Google Trends mostram o nível de curiosidade e de interesse das pessoas, em torno de um determinado nome ou assunto, e não devem ser interpretados como intenção de voto

 

A Zeeng possui um módulo de Social Analytics Dashboard, onde nele você encontra uma visão “Real Time” de indicadores chave para o sucesso das marcas do seu interesse no ambiente digital.

 

Veja quem concentrou o interesse de busca e os pré-candidatos mais populares em cada região:

 


 

 

Explore dados por candidato, temas e regiões no Google Data Studio

Veja as pesquisas que mais cresceram sobre cada candidato e as regiões onde cada um despertou mais interesse

Os mapas refletem a intensidade do interesse de busca: quanto mais escuro, maior o interesse

Os números são proporcionais: regiões pequenas buscando muito sobre um tema terão peso maior que regiões muito populosas buscando pouco sobre um assunto

“Quando será o segundo turno das eleições 2018?” foi uma das principais perguntas sobre eleições nos últimos dias anteriores ao debate

Veja a variação no interesse de busca em diferentes temas políticos durante o debate

Acesse a matéria completa em: Google Trends

 

A importância de mensurar o comportamento dos seus concorrentes

Entenda como o Big Data possibilita qualificar e mensurar o perfil da concorrência e ver como ela atua nas plataformas, diminuindo erros e maximizando acertos

A nova realidade da sociedade impõe mudanças a uma velocidade inimaginável até pouco tempo atrás. E a verdade é que, independentemente do setor de atuação,  quem não estiver preocupado em acelerar sua reinvenção para estar alinhado a esse novo ambiente, vai perder relevância e ficar para trás. É hora, então, de lançar mão das ferramentas que as novas tecnologias colocam à nossa disposição para conhecer profundamente o mercado e a concorrência e qualificar a tomada de decisões.

Alguém aí pensou em Big Data? Sim, o imenso volume de dados estruturados e não estruturados gerados pelas mais diversas fontes é fundamental para atuar nesse mercado hiperdinâmico e conseguir atender com qualidade um cliente que está cada vez mais conectado e exigente. Portanto, a palavra de ordem é centrar-se nos dados para basear suas decisões de negócio. Mas – e já falamos disso em outro artigo – ter a informação não basta: se não soubermos como tirar o melhor proveito desses dados, não utilizaremos o seu real valor.

Com o Big Data Analytics, conseguimos proativamente captar e analisar informações que possam ser utilizadas de maneira estratégica, cruzando dados e percebendo as oportunidades para colocar a empresa na melhor posição neste cenário tão disputado: à frente dos seus concorrentes. Por meio da análise adequada dos dados, podemos conhecer o cliente, entender melhor o segmento de mercado e seus problemas, saber como os consumidores percebem a nossa marca, verificar tendências e acompanhar os principais players. E também conseguimos estudar e conhecer a fundo a nossa concorrência  – o assunto principal deste artigo.

Sabendo com quem competimos

Monitorar e analisar as ações de quem concorre com você no mercado é crucial não só para saber como esses competidores se comportam, mas  também para conhecer a reação dos consumidores às ações empreendidas por eles. Em plena era da informação, devemos aproveitar os dados e as evidências que nos trazem para antever movimentos e tendências. Com essa prática, vamos deixando o “achismo” e a “pura intuição” de lado. Isto é, devemos utilizar o Big Data para construir uma inteligência competitiva de verdade, que realmente contribua para empoderar a tomada de decisão.

E a melhor alternativa para qualquer negócio que deseja conhecer e entender as características, intenções e estratégias da concorrência é investir em soluções de inteligência para extrair dessa massa de dados as informações mais relevantes. Para tornar mais assertivas e consequentes as ações de marketing e comunicação, por exemplo, o acompanhamento das movimentações dos competidores e do que eles fazem nas redes sociais, nos sites e nos blogs, é duplamente valioso.

Além de conhecer suas principais ações e verificar como se comportam de acordo com as circunstâncias, possibilita também avaliar a reação do público e a comunicação entre eles, e entender o que está ou não funcionando. Com esse conhecimento, você consegue enxergar êxitos e falhas, perceber oportunidades para agir e planejar melhor suas estratégias, gerando melhores resultados em suas ações e campanhas.

Conseguir identificar o que os seus principais competidores estão fazendo nas iniciativas de marketing e comunicação e o que vem gerando melhores resultados a eles, quais os padrões de comportamento existentes em seu mercado que se mostram como oportunos ou até mesmo inoportunos são alguns dos elementos cruciais para que as ações de marketing sejam muito mais eficazes – e uma plataforma completa de big data analytics voltada para marketing e comunicação, que utiliza a inteligência em todo o processo, pode ser o elemento que você precisa.

Que tipo de campanha o concorrente faz em determinada rede social? Quais são as redes que ele utiliza em sua estratégia? Como se posiciona e se comunica em cada uma? O que oferece nas campanhas? Como ele dialoga com o público? De que maneira interagem? Como ele reage diante de um problema, uma informação equivocada, uma reclamação de um cliente? Estes são alguns dos pontos que você consegue levantar e analisar com o uso de uma solução inteligente e completa, e que são fundamentais para vencer o desafio de conquistar

Uma solução como a Zeeng consolida, em uma única plataforma, informações que antes se encontravam de modo desintegrado, dispersas em diferentes ferramentas. Com essa plataforma única, o cruzamento informacional se dá de maneira extremamente ágil, e em tempo real. Isso permite que você baseie suas tomadas de decisão em evidências reais, deixando de depender de um  “feeling” criativo.

Para agilizar, ter mais eficiência e uma atuação mais efetiva, é crucial fazer seus planejamentos a partir de dados relevantes, informações que realmente tragam valor ao que está sendo avaliado. Se o objetivo é competir com os outros players do seu mercado com iniciativas bem fundamentadas com plenas possibilidades de trazer um retorno positivo, você não deve abrir mão de utilizar uma plataforma completa e inteligente.

Porque ter conhecimento profundo sobre os seus competidores é a melhor maneira de aperfeiçoar sua extração de valor, realizar e usufruir de análises mais precisas, melhorar sua obtenção de insights e, assim, criar ações orientadas pelas evidências e muito mais bem-sucedidas.

Post escrito por Eduardo Prange – CEO da Zeeng – Data Driven Platform.