Google relembra momentos marcantes da empresa em seus 20 anos de história

O Google, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, completou 20 anos nesta terça-feira (20). No entanto, dois anos antes a dupla criadora da companhia, já havia começado a idealizar alguns projetos.

No decorrer dos anos a ideia de Larry Page e Sergey Brin de construir um buscador mais inteligente se aprimorou e tornou o Google na empresa que é hoje. Confira alguns momentos:

 

Fonte: AdNews

Marketing de relacionamento: como conquistar e fidelizar clientes

Descubra o que é marketing de relacionamento, como aplicá-lo na sua empresa para fidelizar clientes e cases de sucesso. 

As redes sociais, a internet e as novas tecnologias aproximam clientes e marcas de uma forma nunca vista até então.

Hoje, é possível postar uma foto no Instagram com uma roupa da sua marca favorita, marcar a loja e receber uma curtida da própria empresa. Também ocorre de você fazer um desabafo no Facebook sobre uma situação chata que viveu envolvendo um produto, e dias depois receber em sua casa uma caixa do produto.

O marketing de relacionamento vem sendo muito bem aproveitado por diferentes marcas.

Se a sua empresa ainda não embarcou nessa, talvez seja a hora de parar para descobrir a importância que o marketing de relacionamento pode ter na sua empresa.

O que é marketing de relacionamento?

Marketing de relacionamento é toda e qualquer ação executada por uma empresa com o objetivo de criar e manter um bom relacionamento com seu cliente. A estratégia envolve ações de branding, prospecção e fidelização do cliente.

Para quem pretende atrair novos clientes, fidelizar antigos, conquistar defensores da marca, obter autoridade e tornar-se referência em seu mercado, o marketing de relacionamento pode ser a grande solução.

Por que marketing de relacionamento é importante?

Já faz um tempo que especialistas e analistas anunciam que estamos vivendo a era da experiência.

Os consumidores não querem mais apenas um produto de qualidade ou um serviço bem prestado. Eles desejam uma experiência única e memorável. Respostas rápidas, atendimento personalizado e soluções customizadas e surpreendentes fazem parte dessa experiência.

A empresa precisa encantar seus clientes. E o marketing de relacionamento é o caminho para se chegar lá. Ao demonstrar uma preocupação genuína com o seu cliente e um interesse em deixá-lo não só satisfeito, mas grato e realizado, você conquista mais do que um cliente. O seu consumidor passa a divulgá-lo, recomendá-lo e acompanhá-lo constantemente.

Hoje, o objetivo das marcas não é apenas conquistar clientes, mas fãs, seguidores e embaixadores da marca.

Como implantar marketing de relacionamento na minha empresa?

Parece complicado e caro, mas não é bem assim.

O marketing de relacionamento passa muito mais por uma mudança cultural do que por um investimento surreal. O primeiro passo é fazer com que todos os colaboradores da empresa entendam que a experiência do cliente envolve todo e qualquer contato que ele tenha com a sua marca.

Cada ligação, comentário no Facebook e cada visita a sua loja é uma oportunidade de encantar o seu cliente. Em todos esses casos, o foco deve estar totalmente no cliente.

Assim, se um consumidor entra no chat da sua empresa para fazer uma pergunta, o objetivo inicial do atendente deve ser esclarecer plenamente a dúvida, e não forçar uma venda. Se ele liga para fazer uma reclamação, o esforço deve ser para resolver o seu problema, e não para encontrar desculpas que livrem a barra do atendente ou da empresa.

Cases de sucesso de marketing de relacionamento

São tantos cases legais que fica difícil escolher alguns. Mas vou mostrar alguns exemplos em que é possível fazer marketing de relacionamento e ilustrá-los com cases reais de marcas:

Marketing de relacionamento em redes sociais

As redes sociais são excelentes canais para se aproximar e se relacionar com o seu consumidor. Dê atenção para as avaliações da sua página, para os comentários em publicações e também para o que estão dizendo da sua marca em outras postagens.

Com criatividade e bom humor, certamente haverá oportunidades para encantar e surpreender o seu cliente. Olha esse case de um cliente que fez uma reclamação no Twitter e se transformou em notícia nacional: um moço foi ao Estádio do Mineirão e, por questões de segurança, teve que jogar fora um desodorante roll-on. Indignado, o torcedor fez uma reclamação nas redes sociais e marcou o perfil do estádio.

O Mineirão começou a responder a reclamação de forma oficial, informando que eram regras do estatuto. Como o cruzeirense manteve sua reclamação, o estádio mostrou-se solícito para entender melhor o caso e afirmou que, para que não brigassem, era só ele falar qual era a marca do desodorante para que eles pudessem repor o prejuízo.

A história é longa e vale acompanhar o diálogo todo, que garante boas gargalhadas. Mas, para dar um spoiler, o torcedor ganhou uma caixa de desodorante e a história viralizou por todo o país. Isso só aconteceu porque a pessoa que era responsável pelo perfil da marca teve presença de espírito e enxergou uma oportunidade de converter um cliente insatisfeito.

Marketing de relacionamento com personalização

Ao acumular dados sobre os seus clientes, é possível proporcionar experiências únicas. O Spotify, por exemplo, usa com maestria o big data para personalizar a experiência do seu cliente. Quanto mais você utiliza o serviço, mais ele aprende sobre o seu gosto musical e oferece músicas e playlists exclusivas para você.

O mesmo acontece com o Netflix. Experimente entrar na tela inicial do serviço de streaming de um colega. Você verá que as recomendações e os filmes e séries exibidos podem ser completamente diferentes, de acordo com o que cada um gosta de assistir.

E ficamos tão felizes quando o Spotify toca aquela música que amamos ou apresenta uma banda que não conhecíamos, que automaticamente publicamos nas nossas redes sociais. É neste momento que nos tornamos divulgadores e fãs da marca.

 

 

Marketing de relacionamento por email

Existem diversas formas de criar proximidade e ter um bom relacionamento com seus clientes por email. Ofertas customizadas, conteúdos relevantes e ações de cross-selling com base no histórico de compras são só alguns exemplos.

Eu, por exemplo, sou apaixonada por livros e pela Amazon. As ações de email marketing deles são tão acertadas que, frequentemente, eu me descadastro do mailing deles. Aí descubro que perdi uma promoção importante, vou lá e reativo meu email. Começo a receber ofertas e promoções de livros que eu desejo loucamente, passo a receber uma caixa da Amazon por mês em minha casa, percebo que aquilo está se tornando uma compulsão, e vou lá e descadastro novamente.

Faz anos que nossa relação é assim, e sempre que comento isso em uma roda com mais de 10 pessoas, pelo menos uma delas diz que tem uma relação parecida.

Isso ocorre porque a Amazon, além de utilizar bem os dados, utiliza bem as estratégias de email marketing, que tornam suas ofertas personalizadas e sedutoras demais para que eu e outros aficionados por livros possam resistir.

Como a pesquisa de mercado pode ajudar no marketing de relacionamento?

A pesquisa de mercado é uma excelente ferramenta para ajudar a sua empresa a construir um bom marketing de relacionamento. Pedir que seus clientes preencham o questionário já é uma forma de construir relacionamento e uma oportunidade de encantar o cliente. Pense isso na hora de escrever o convite da sua pesquisa ou compartilhá-la em seus perfis de redes sociais.

Mas como os dados da pesquisa podem ajudar no marketing de relacionamento?

Conhecer o cliente

Acumular dados dos clientes é fascinante, mas nem sempre é possível. Se seu produto ou serviço é offline, por exemplo, fica bem mais difícil rastrear os hábitos de consumo e o comportamento do consumidor. Além disso, mesmo que seja possível acumular os dados, nem tudo é captado através do big data.

Percepções, relacionamento com concorrentes e opiniões sobre a experiência, normalmente, só podem ser obtidas perguntando diretamente ao cliente. A pesquisa de mercado pode oferecer informações valiosas sobre os seus consumidores.

Entenda a forma como ele pesquisa e consome produtos, as redes sociais que ele está presente, a imagem que ele tem da sua marca, a satisfação com seu produto e diversos outros dados importantes para você traçar sua estratégia de marketing de relacionamento.

Medir resultados

A pesquisa de satisfação é a forma mais imediata de compreender se seus clientes estão satisfeitos. Avalie os diferentes aspectos e pontos de contato do seu cliente com a marca. Assim você descobre se as ações estão gerando os resultados esperados.

Fonte: Opinion Box

O cuidado das marcas com interações polarizadas no digital

Estudo da Hello, que aponta que a publicidade online segue enfrentando rejeição dos internautas, corrobora a luta pela atenção dos anunciantes, preocupados com comentários negativos

Fortalecimento de pautas feministas, LGBT e políticas são alguns exemplos de manifestações sociais que eclodem, diariamente, nas redes. Segundo Davi Bertoncello, CEO da agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello, o brasileiro já é reconhecidamente um povo sociável e conectado à internet. “O mundo online já se fundiu ao off-line”. Atentas a esse movimento, as marcas vêm construindo relacionamentos com seus consumidores no digital. No entanto, as intensas interações polarizadas, entre brandlovers e haters pressionam anunciantes, preocupados permanentemente em não cometer deslizes capazes de gerar uma enxurrada de comentários contrários e negativos às marcas.

Quase metade (49%) dos internautas possui interesse pelas redes sociais de anunciantes que admiram, 22% a mais que os números de 2016. O dado é da Hello, que, por meio do estudo Papo Digital, realizou entrevistas digitais com mais de 1.400 pessoas, maiores de 16 anos e integrantes das classes A, B e C. A pesquisa foi realizada entre 3 e 8 de maio deste ano.

Apesar da receptividade do público em relação às marcas no ambiente online, a publicidade na internet segue enfrentando rejeição. Cerca de 50% dos participantes do estudo da agência de pesquisa de mercado e inteligência admitem bloquear publicidade na internet, quando possível. De acordo com Davi, as pessoas deixam de lado anúncios ruins ou sem relevância. “Além disso, aqueles conteúdos publicitários que representam uma barreira à navegabilidade acabam não sendo aceitos”. Segundo o profissional, para que a comunicação consiga atingir o cliente, é preciso batalhar pela atenção.

O Papo Digital mostra, por exemplo, que 48% do público presta atenção em publicidade em posts das redes sociais, 35%, em banners e pequenos anúncios nos sites, e 33%, em vídeos. Mas, 56% estão compartilhando filmes publicitários se gostam de suas mensagens. O CEO da Hello explica que conteúdo audiovisual tem o maior potencial de engajamento online, “basta ver a importância de Youtube e Netflix para as audiências ou como, ao longo do tempo, serviços como Facebook e Instagram abriram cada vez mais espaço para compartilhamento de vídeos”. Diferente da TV, onde a mensagem é exibida para uma audiência de forma massificada, pela internet é possível atingir os públicos de forma segmentada, “o que demanda uma necessidade ainda maior de conhecer os clientes, seus valores, o uso que fazem em cada rede social e em qual momento da jornada online do consumidor a marca deseja impactá-lo”.

Nike (18%) e Adidas (15%), Samsung (7%) são as marcas mais admiradas, segundo estudo da Hello. Confira ranking completo dos anunciantes mais adorados pelos consumidores:

 

 

Ainda segundo o estudo da Hello, os jovens (67%) – de 16 a 24 anos – são os mais ativos na internet. Para Davi, esse público, desde cedo, está acostumado a desbravar o online. Nas redes sociais, o principal objetivo é a comunicação com amigos e familiares. “Isso explica o Instagram ser tão utilizado quanto Facebook e Whatsapp. Fora isso, ainda existe a questão intrínseca da busca de maior aceitação social que ocorre durante essa fase da vida, que gera uma necessidade de expandir a rede de contatos e competir pelo número de amigos nas redes, likes e compartilhamento”.

Apesar do engajamento dos jovens, as marcas não podem deixar de construir peças para um público mais velho – a partir de 55 anos. “Os anunciantes precisam lembrar que esse público se relaciona com o universo digital de forma diferente”, aponta o CEO. Segundo Davi, os seniores estão preocupados em postar notícias e assuntos ligados à saúde e causas sociais e menos interessados em expor seus gostos e seguir influenciadores e celebridades. “Vale lembrar também que outro público muito negligenciado pelas marcas é aquele formado por pessoas com deficiência. Apesar de formarem a maior minoria do mundo, com um bilhão de pessoas, e no Brasil serem 20% da população, nem 1% do conteúdo digital das grandes marcas brasileiras são acessíveis”, aponta.

A Hello mostra que a TV (53%) ainda é o meio que mais chama a atenção para anúncios. Diferentemente do Brasil, no mundo os investimentos de publicidade em meios digitais já superam os de televisão. “No País, a grande sacada é conseguir aproveitar essa descentralização dos canais de comunicação tradicionais e digitais para atingir seu consumidor de forma inteligente. É possível definir qual público atingir em cada meio, mas também quando, ou qual o melhor momento da jornada de um cliente para transmitir certa mensagem”, diz.

Veja os meios de publicidade que mais recebem atenção de acordo com o perfil do público (%):

Fonte: Meio e Mensagem

22% dos brasileiros deletaram uma conta de rede social nos últimos 12 meses

Percentual sobe para 27% entre os jovens de 18 a 24 anos, segundo pesquisa da Mintel. Mesmo assim, 68% dos usuários acessam de duas a quatro redes diferentes diariamente

Uma nova pesquisa divulgada pela Mintel nesta quinta-feira, 30, sobre atitudes e hábitos no uso de mídias sociais indica que mais de um em cada cinco (22%) brasileiros afirmam ter deletado alguma conta de rede social nos últimos 12 meses — período em relação a abril de 2018. Os resultados apontam, ainda, que 68% dos usuários de redes sociais acessam de duas a quatro redes diferentes diariamente. A amostra do levantamento é de 1.501 usuários de internet com 16 anos ou mais, das regiões Sudeste (53%), Nordeste (20%), Sul (13%), Centro-Oeste (7%) e Norte (7%).

“Uma das possíveis análises é a de que essa seja uma tentativa de controlar e diminuir o tempo que passam nas redes sociais, já que os brasileiros possuem uma frequência elevada de acesso às redes sociais. Uma outra hipótese é a de que, justamente por possuir perfis em diversas redes sociais, os brasileiros, especialmente os mais jovens, deletem suas contas em redes sociais que já não despertam tanto seu interesse”, comenta Ana Paula Gilsogamo, especialista em pesquisa de consumo da Mintel. A porcentagem entre os usuários de redes sociais com idade entre 18 e 24 anos que mencionaram ter deletado uma conta em rede social é de 27%.

Em relação ao uso, 83% dos respondentes mencionaram acessar o WhatsApp várias as vezes ao dia; 62%; o Facebook e 50%, o Youtube. Em outra pesquisa realizada pela Mintel, sobre o Estilo de Vida dos Millennials, 23% dos entrevistados afirmaram estar tentando ficar mais tempo desconectado do mundo digital (como, por exemplo, usar menos o celular e redes sociais), uma porcentagem próxima daquela que mencionou ter deletado alguma conta em rede social.

Conteúdo relevante
Apesar de toda a repercussão em torno das fake news e dos movimentos de verificação de conteúdo publicado na internet, o público continua habituado a se informar pelas redes. A pesquisa indica que três em cada cinco (65%) brasileiros usam as redes sociais como sua principal fonte de informação e sete em dez (73%) dizem que gostam de acompanhar notícias e artigos nessas redes.

Já 68% dos respondentes concordam que o conteúdo postado ou compartilhado por amigos e familiares são os que mais chamam a sua atenção. Um pouco mais da metade (38%) afirma que o conteúdo criado por marcas é o que mais têm interesse em acompanhar. O percentual é alto em relação a outros países. Nos Estados Unidos, por exemplo, 16% dos usuários de mídia social afirmaram se engajar com o conteúdo criado por marcas. Já 63% dos brasileiros entrevistados afirmaram seguir suas marcas preferidas nas redes sociais. “Isso evidencia o interesse em acompanhar o conteúdo publicado por marcas, especialmente as que são suas favoritas”, destaca Ana Paula.

Quando o assunto é compartilhamento, 49% dos entrevistados dizem postar ou compartilhar conteúdo criado por outros. Enquanto 70% afirmam que postam para passar informações úteis para amigos e seguidores, de 62%, o fazem para expressar sua opinião sobre algo que discordam. Por fim, 29% dos interessados em conteúdo criado por celebridades da internet costumam compartilhar conteúdo para obter recompensas, como descontos e promoções —17% dos usuários em geral que realizam o mesmo.

Fonte: Meio e Mensagem 

FAQ: Trocar empresa

Trocar de empresa na Plataforma

  1. Clique em configurações
  2. Selecione a opção “Empresas”

 

3. Selecione a empresa por nome ou setor.

4. Selecione a empresa que deseja monitorar

 

5. Em seguida é só apertar no botão “Salvar”

 

 

Suas empresas já estarão disponíveis na tela principal!

 

Caso fique com alguma dúvida entre em contato conosco pelo FacebookInstagramTwitter ou pelo e-mail: contato@zeeng.com.br.

Apple e Twitter deverão revelar usuários que vendem elogios a candidatos

Rede de usuários divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR nas eleições 2018

Nos últimos dias, foi exposta uma rede de usuários que divulgava mensagens positivas no Twitter sobre candidatos do PT e PR, sem revelar que eram pagos por isso — o que viola a lei eleitoral. A PRE-MG (Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais) quer a ajuda da Apple para investigar o caso.

Bruno Nominato de Oliveira, procurador regional eleitoral auxiliar de MG, pediu nesta terça-feira (28) que a Apple revele todos os usuários que baixaram os aplicativos O Brasil Feliz de Novo e Follow Now. Ela tem 48 horas para responder.

Os dois apps eram usados para recrutar e coordenar elogios a candidatos do PT e PR no Twitter. A rede social, por sua vez, deverá informar os dados cadastrais dos usuários @pppholanda, @delucca, @choracuica, @cadefeminista, @joycelular e @AgenciaLajoy.

Por fim, o procurador solicitou a quebra do sigilo fiscal de seis empresas envolvidas no esquema. Isso inclui a Agência LaJoy, de Joyce Falete; Fórmula e Follow, que pertencem ao deputado petista Miguel Corrêa; e três outras empresas de parceiros de Corrêa.

Esquema de elogios coordenados no Twitter:

Na noite de sábado (25), a jornalista e militante Paula Holanda (@pppholanda) revelou o esquema. A agência de publicidade LaJoy — sem CNPJ nem endereço — prometia a partir de R$ 500 por mês para tweets positivos sobre candidatos do PT. Ela foi subcontratada pela Be Connected.

A ação era bastante coordenada. No dia 23, diversos perfis tuitaram seu apoio à petista Gleisi Hoffmann, candidata a deputada federal. No dia 24, o assunto era Luiz Marinho, candidato a governador de SP. No dia 25, a bola da vez era Wellington Dias, governador candidato à reeleição no Piauí.

 

Isso causou estranheza. Vários perfis eram de São Paulo, mas todos resolveram elogiar um candidato do Piauí ao mesmo tempo, sem motivo aparente. Paula Holanda divulgou um briefing recebido por e-mail, dizendo que “a intenção da pauta de hoje é divulgar e enaltecer a trajetória e as ações de Wellington Dias”.

TSE proíbe propaganda paga em redes sociais

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) proíbe propaganda paga nas redes sociais para a campanha de 2018, exceto se for impulsionamento “identificado de forma inequívoca como tal”. A multa de até R$ 30 mil. O Twitter não está impulsionando posts nas eleições deste ano no Brasil.

Dias afirma ao Globo que os tweets pagos foram “uma estratégia de uma moçada lá da direção nacional”, diz que “nada disso foi feito por aqui”, e reconhece que “a compra de impulsionamento é contra a lei”.

Os aplicativos Follow Now e Brasil Feliz de Novo foram usados para promover ao menos 12 candidatos nestas eleições. Ao Globo, eles negam ter pago pela publicidade.

São eles:

  • o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba;
  • Lindbergh Farias (PT), candidato ao Senado pelo RJ;
  • Fernando Pimentel (PT), candidato ao governo de MG;
  • Wellington Dias (PT), candidato à reeleição como governador de PI;
  • Luiz Marinho (PT), candidato ao governo de SP;
  • Márcia Tiburi (PT), candidata ao governo do RJ;
  • Décio Lima (PT), candidato ao governo de SC;
  • Tiririca (PR), candidato a deputado federal por SP;
  • Gleisi Hoffmann (PT), candidata a deputada federal pelo PR;
  • Kátia Sastre (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Andréia Gonçalves (PR), candidata a deputada federal por SP;
  • Luciana Costa (PR), candidata a deputada federal por SP.

O aplicativo O Brasil Feliz de Novo também está disponível na Play Store, mas o Google não entrou no pedido da PRE-MG.

 

Fonte: Tecnoblog

Plataforma de vídeos do Facebook é lançada globalmente

Facebook Watch foi disponibilizado nesta quarta-feira (29) em todos os lugares, com objetivo de oferecer às pessoas uma nova maneira de descobrir vídeos e interagir com amigos, criadores de conteúdo e outros fãs.

Primeiramente lançado nos Estados Unidos em agosto de 2017, a função serve para oferecer no Facebook um lugar para encontrar programas e criadores de vídeos e para iniciar conversas com amigos, outros fãs e até mesmo com os próprios criadores. Durante o último ano, a experiência tomou um viés mais social ao criar programas que trazem a participação da audiência e com a abertura do Watch para vídeos de páginas. Essas atualizações ajudaram as pessoas a descobrir e engajar mais profundamente com os vídeos que gostam.

Como agora o programa foi disponibilizadopara o mundo todo, veja o que ele oferece:

  • Um lugar para descobrir vídeos: encontre os vídeos mais recentes sobre entretenimento, esportes, notícias e muito mais, tudo em seu Feed personalizado do Watch.
  • Uma maneira de acompanhar os publishers e criadores de conteúdo que você adora: Na parte superior do seu Feed do Watch, você verá sua Lista para Assistir, que traz vídeos recentes das Páginas que você segue. Personalize esta seção seguindo ou removendo Páginas da sua lista no Watch.
  • Uma home para seus vídeos salvos: Se você encontrar um vídeo no seu Feed de Notícias, mas não conseguir assistí-lo naquele momento, você pode salvá-lo para ver depois no Watch.
  • Vídeos que você pode participar: Estamos desenvolvendo novas experiências de vídeo que colocam as pessoas no centro, dando a elas a possibilidade de moldar a direção do conteúdo. Com o tempo, você poderá encontrar novas experiências de vídeo no seu Feed do Watch, como as Watch Parties, Premieres e vídeos focados na participação da audiência – como o novo game show de perguntas e respostas, Confetti. E facilitaremos a forma de encontrar vídeos ao vivo para que você possa discutir os grandes momentos enquanto eles estão acontecendo.

Disponibilizar o Watch globalmente também significa novas oportunidades para publishers e criadores de vídeo. Portanto o serviço de Ad Breaks será expandido para que mais parceiros gerem receitas com suas criações e ofereçam novos insights, ferramentas e práticas recomendadas para páginas por meio do Creator Studio.

 

 

Fonte: Adnews

WhatsApp recorre à mídia impressa para alertar sobre fake news

Rede social publica mensagem com três passos para que as pessoas verifiquem a autenticidade das informações e não passem adiante mensagens inverídicas

A edição desta segunda-feira, 27, da Folha de S.Paulo, traz um anúncio do WhatsApp alertando as pessoas a respeito da importância de verificar a autenticidade das notícias que recebem e, com isso, evitar a disseminação de informações falsas.

A mensagem publicitária faz parte da estratégia da empresa de combater a disseminação das fake news, algo que vem ganhando cada vez mais importância na pauta de marketing e comunicação da rede social. No anúncio publicado no jornal, o WhatsApp usa uma linguagem didática, mostrando às pessoas três passos que devem ser tomados para evitar o compartilhamento e a disseminação de notícias falsas.

O primeiro deles, segundo a rede social, é “saber identificar que notícias podem ser falsas”. Nesse tópico, o anúncio pede as pessoas que busquem sinais que possam tirar a credibilidade daquela mensagem recebida, como o fato de ela ter vindo de um contato desconhecido, a falta de evidências ou palavras que incitem a violência. “Fotos, vídeos e até áudios podem ser manipulados para tentar te enganar”, diz o texto.

O segundo passo sugerido pelo WhatsApp é a verificação de outras fontes para validar se uma informação é mesmo verdadeira. “Faça uma busca online pelos fatos e cheque sites confiáveis de notícias para ver de onde uma história veio”, diz o texto. O último conselho dado pela rede social diz respeito diretamente ao compartilhamento de conteúdo. “Ajude a parar a divulgação. Se você se deparar com algo falso, avise as pessoas e peça para que sempre verifiquem fatos antes de compartilhá-los”, pede o anuncio.

 

 

 

Fonte: Meio Mensagem 

Google rebate críticas de Donald Trump sobre resultados de busca

Na manhã desta terça-feira (28), Donald Trump usou o Twitter para descarregar a sua ira contra o Google. Para o presidente dos Estados Unidos, a companhia manipula as buscas para priorizar resultados com críticas negativas ao seu governo. Mais tarde, o Google soltou um comunicado refutando as acusações.

Não é incomum Trump usar o Twitter para criticar veículos de imprensa ou serviços de mídia. Porém, nos últimos dias, essas manifestações têm sido mais frequentes. No início da semana, por exemplo, o presidente acusou as redes sociais de “silenciar milhões de pessoas”, uma aparente referência às ações do Facebook e Google para apagar contas que espalham desinformação ou interferem em eleições.

Com relação ao Google, Donald Trump declarou que 96% dos resultados do buscador para “Trump News” são de veículos nacionais de esquerda que, no seu entendimento, dão apenas informações falsas ou negativas. O presidente afirmou também que, ao mesmo tempo, notícias de veículos conservadores ou republicamos são suprimidos das buscas.

Trump não revelou detalhes sobre como chegou a essa conclusão, apenas deu a entender que irá tomar providências. O jornal The Guardian sugere, porém, que o presidente faz referência a uma pesquisa do site PJ Media que sugere que os 100 melhores resultados do Google News para “Trump” trazem “um padrão de preconceito contra conteúdo de direita”.

Se de modo suficiente ou não, companhias como Google e Facebook vêm promovendo esforços para evitar a disseminação de notícias falsas em seus serviços. É natural, portanto, que queixas surjam por parte de quem se sente prejudicado com essas ações.

O que chama atenção no caso das reclamações contra o Google é que o presidente Trump parece não entender que os resultados são dinâmicos e, portanto, podem variar rapidamente em curtos intervalos de tempo ou de acordo com os hábitos de navegação de cada usuário, por exemplo.

Além disso, não raramente, os resultados exibem links para serviços de notícias como ABC, CBS, New York Times e Washington Post. Há tempos que esses e outros veículos despertam a antipatia do presidente.

De qualquer forma, o Google tratou de rebater as acusações:

“Quando os usuários inserem termos na busca do Google, nosso objetivo é garantir que eles recebam as respostas mais relevantes em questão de segundos. O mecanismo não é usado para definir uma agenda política e nós não influenciamos os resultados em prol de nenhuma ideologia política.”

 

 

Fonte: Tecnoblog

O Exército Invisível do Google que todo estrategista de SEO e conteúdo deveria conhecer

Profissionais de SEO e estrategistas de conteúdo utilizam o programa de avaliação do Google como referência para entender o que o gigante das buscas entende por relevância

Você sabia que o Google utiliza feedback de avaliadores humanos para classificar a relevância dos resultados retornados pelo buscador? Estima-se que a empresa disponha de cerca de 10.000 avaliadores de qualidade de pesquisa (search quality raters, em inglês) espalhados pelo mundo. Um verdadeiro exército oculto que pouca gente ouviu falar.

Em que consiste a avaliação de qualidade de pesquisa

A principal tarefa dos avaliadores é atribuir uma nota de relevância aos resultados de pesquisa com base em termos de busca utilizados pelos usuários. Para isso, eles se baseiam nas orientações de um documento de mais de 150 páginas conhecido como “(em inglês, general guidelines for search quality raters).

Apesar de as notas dos avaliadores não afetarem diretamente o ranqueamento dos resultados no Google, elas servem como feedback para que os engenheiros avaliem se as mudanças nos algoritmos estão retornando resultados de maior relevância e qualidade para o usuário.

Impactos nas estratégias de SEO e Conteúdo

O programa de avaliação do Google existe há cerca de 10 anos, mas foi somente a partir de 2015 que a empresa começou a liberar as diretrizes gerais publicamente. Desde então, profissionais de SEO e estrategistas de conteúdo do mundo todo utilizam o documento como referência para inferir o que o gigante das buscas entende por relevância.

Cada atualização das diretrizes costuma repercutir bastante entre esses profissionais no Twitter, e a mais recente ocorreu em meados de julho deste ano. O entendimento é de quando o Google inclui novas orientações aos avaliadores, é porque ocorreram atualizações nos algoritmos referentes aos pontos que foram acrescentados. Faz sentido.

E o que dizem as diretrizes gerais

Basicamente, as diretrizes de avaliação abordam dois aspectos fundamentais de todo resultado de pesquisa: Qualidade e Relevância.

Para a avaliação desses aspectos, utiliza-se uma escala que vai de 1 a 5, sendo possível a atribuição de notas intermediárias como, por exemplo, 1,5 ou 3,5.

Qualidade

De acordo com o documento, os fatores mais importantes que influenciam a qualidade de uma página são:

  • Propósito da página
  • Expertise, Autoridade e Confiabilidade
  • Qualidade e quantidade de conteúdo
  • Informação sobre quem é o responsável pelo site e pelo conteúdo
  • Reputação do site e do responsável pelo conteúdo

 

Propósito da página

Toda página deve existir pelo propósito de oferecer conteúdo que ajuda o usuário. Websites ou páginas sem nenhum tipo de finalidade benéfica, incluindo páginas que potencialmente disseminam ódio, causam danos ou desinformam ou enganam os usuários, são consideradas de pior qualidade.

Expertise, Autoridade e Confiabilidade (E-A-C)

Além do propósito da página, outro fator de qualidade extremamente importante é a expertise, autoridade e confiabilidade tanto dos responsáveis pelo site quanto dos responsáveis pelo conteúdo sendo vinculado através da página.

Na prática, isso significa que um artigo produzido por um redator generalista, por exemplo, deve ser considerado de menor qualidade quando comparado ao conteúdo produzido por um especialista no assunto de que trata aquele artigo.

 

Qualidade e quantidade de conteúdo

Para a página ser considerada de boa qualidade, é importante que haja uma quantidade suficiente de conteúdo para satisfazer o propósito daquela página. Por exemplo: Um artigo de 200 palavras, sem links ou referências, cujo título é “O que é marketing digital” provavelmente não inclui conteúdo suficiente para satisfazer seu propósito, já que este é um tema amplo que exigiria muito mais informação do que 200 palavras são capazes de entregar.

 

Informação sobre quem é o responsável pelo site e pelo conteúdo

Para que o usuário se sinta confortável ao consumir determinado conteúdo online, é essencial que haja informação sobre quem é ou quem são os responsáveis pela página ou site e pelo próprio conteúdo que está sendo publicado. Geralmente, essa informação é encontrada na seção “Sobre” ou “Contato” do site ou na biografia do autor do artigo.

Em alguns tipos específicos de páginas, como as que abordam tópicos de saúde, por exemplo, é ainda mais importante que se tenha informações sobre os responsáveis, já que o conteúdo dessas páginas impacta profundamente a vida do usuário.

Páginas onde ocorrem transações financeiras (e-commerce) precisam também incluir informações detalhadas de atendimento e suporte ao cliente para serem consideradas de alta qualidade.

 

Reputação do site e do responsável pelo conteúdo

Reputação negativa compromete a qualidade do site ou conteúdo na visão do Google. Para determinar a reputação de um site, os avaliadores são solicitados a fazer pesquisa na web, o que corrobora a importância do gerenciamento de reputação online por qualquer marca que almeja ter uma presença de destaque na rede.

 

Relevância

Diferentemente da Qualidade da página, que pode ser analisada fora do contexto de busca, para aferir a Relevância de um resultado é necessário sempre considerar o termo de pesquisa utilizado pelo usuário. Nenhum resultado é relevante por si só, mas sim em relação às intenções ou necessidades do usuário que são deduzidas a partir do termo de pesquisa.

 

A escala de relevância utilizada nas diretrizes gerais é a seguinte:

Relevância 5: O resultado atende completamente às necessidades do usuário;

Relevância 4: O resultado atende altamente às necessidades do usuário;

Relevância 3: O resultado atende moderadamente às necessidades do usuário;

Relevância 2: O resultado atende superficialmente às necessidades do usuário;

Relevância 1: O resultado falha em atender às necessidades do usuário;

 

Resultados de Relevância 5

Esta é uma categoria de classificação especial, que se aplica apenas a determinados termos de pesquisa e resultados. Todos ou quase todos os usuários seriam imediata e totalmente satisfeitos pelo resultado e não precisariam ver outros resultados para satisfazer suas necessidades.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol esporte

Resultado: https://esporte.uol.com.br/

Explicação: O termo de pesquisa é explícito e deixa claro o que o usuário está buscando – a página de esportes do portal UOL. O resultado apresentado é exatamente aquilo que se procura. Portanto, este resultado atende completamente às necessidades do usuário.

 

Resultados de Relevância 4

Esta classificação se aplica a resultados que são muito úteis para muitos ou a maioria dos usuários. Alguns usuários poderiam querer ver resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol

Resultado: https://www.facebook.com/UOL/

Explicação: Este termo de pesquisa não é tão específico como no exemplo anterior, porém a interpretação dominante é a de que o usuário está buscando o site do UOL. Também é possível que ele esteja buscando notícias veiculadas pelo UOL ou até mesmo informações sobre a empresa. O resultado apresentado é a página oficial do UOL no Facebook, que lista as principais e mais recentes notícias do portal, além de informações de contato. Esse resultado seria muito útil para muitos usuários.

 

Resultados de Relevância 3

Esta classificação se aplica a resultados que são úteis para muitos usuários ou muito úteis para alguns usuários. Alguns ou muitos usuários poderiam querer ver resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol

Resultado: https://noticias.uol.com.br/politica/

Explicação: A interpretação dominante é a de que o usuário está buscando o site do UOL, mas também é possível que ele esteja buscando notícias veiculadas pelo UOL ou até mesmo informações sobre a empresa. O resultado apresentado é a subseção de Política dentro da página de notícias do UOL, o que é um tanto específico para este termo de pesquisa. Mesmo assim, é possível que este resultado seja muito útil para alguns usuários já que este é um tema relativamente popular dentro do portal.

 

Resultados de Relevância 2

Esta classificação se aplica a resultados que são úteis para poucos usuários. Existe uma conexão entre o termo de pesquisa e o resultado, mas essa relação é fraca ou insatisfatória. Muitos ou a maioria dos usuários iriam querer ver resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol

Resultado: https://www.alexa.com/siteinfo/uol.com.br

Explicação: A interpretação dominante é a de que o usuário está buscando o site do UOL, mas também é possível que ele esteja buscando notícias veiculadas pelo UOL ou até mesmo informações sobre a empresa. Este resultado apresenta as estatísticas de tráfego do portal UOL no site em inglês Alexa, o que é muito específico para o termo de pesquisa utilizado. Apesar de haver uma conexão entre o termo de pesquisa e o resultado, a maioria dos usuários iria querer ver resultados adicionais.

 

Resultados de Relevância 1

Esta classificação se aplica a resultados que falham completamente em atender às necessidades dos usuários. Todos ou quase todos os usuários necessitariam de resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol esporte

Resultado: https://economia.uol.com.br/

Explicação: O usuário está buscando a página de esportes do UOL. O resultado apresentado é a página de economia do portal, que falha completamente em atender às necessidades do usuário para este termo de pesquisa. Todos os usuários necessitariam ver resultados adicionais.

 

Obviamente, as definições de relevância apresentadas acima são simplificações, pois o objetivo deste texto é mais o de conscientizar o leitor sobre a existência do programa de avaliação e das diretrizes gerais.

Ao se informar sobre o que o Google entende por qualidade e relevância através dessas diretrizes, é possível incorporar esse conhecimento nas suas próprias estratégias de presença na web. Para quem quiser ir além, este artigo (em inglês) aborda um exemplo prático de como esses conceitos de avaliação podem ser úteis na estratégia de conteúdo.

 

 

Fonte: Digitalks