Marketing boca a boca e a importância de se trabalhar com dados

Já parou para pensar que quando você está com seus amigos, acaba recomendando os produtos que te satisfazem? Também se deparou com promoções como, “indique um amigo e ganhe descontos”? Pois bem, isso se chama marketing boca a boca ou referral marketing – marketing de indicação. Isso ocorre para que o cliente seja incentivado a divulgar uma marca.

De acordo com um levantamento de pesquisas realizadas pelo Buzzlead, 92% dos consumidores ao redor do mundo destacaram que confiam totalmente na indicação de um amigo ou familiar, acima de qualquer outra forma de propaganda.

Algumas empresas usam o marketing digital – aliado com o marketing boca a boca – para promover seus produtos por meio de seus próprios clientes. Algumas corporações, como Uber, iFood e a 99 fazem uso do marketing de indicação e recompensam com descontos seus consumidores que divulgam a marca para amigos.

Os benefícios do marketing boca a boca

  • Propaga-se muito rápido
  • Acelera a velocidade da compra
  • É confiável
  • Direcionado
  • É mais barato

A importância de trabalhar com dados no referral marketing – marketing de indicação

Para fazer bom uso do marketing boca a boca é necessário fazer o uso de dados no marketing, reiterando-se acerca de seu público-alvo e identificando qual a probabilidade de ele recomendar seu produto para um amigo. Existem ferramentas que demonstram essa possibilidade, auxiliando o seu negócio.

Para Keller e Kotler, no livro Administração de Marketing, “a pesquisa de marketing corresponde à elaboração, à coleta, à análise e à edição de relatórios sistemáticos de dados e descobertas relevantes sobre uma situação específica de marketing enfrentada pela empresa”.

Dave McClure, um dos maiores investidores de StartUps do mundo, desenvolveu um framework de crescimento denominado AARRR:

O funil de McClure é regido por 5 etapas que representam todo o processo de indicação

  • Acquisition (aquisição)
  • Activation (ativação)
  • Retention (retenção)
  • Revenue (revenda)
  • Referral (indicação)

Com base em um funil, o processo retrata todos os passos que um cliente passa até compactuar com o referral marketing. Assim, entendemos que a utilização de dados no marketing serve para gerar um grande embasamento na tomada de decisões, evitando a precipitação, além de apresentar um raio-x de seus clientes.

 

Fonte: Parana Portal

Eleições e instabilidade não barraram investimentos em Marketing esse ano, diz pesquisa

Os investimentos de marketing em 2018 sofreram pouco ou nenhum impacto neste ano devido às instabilidades financeiras e econômicas e às eleições. É o que revela a segunda edição da pesquisa “O Status do Marketing B2B no Brasil”, conduzida pela Intelligenzia, a primeira agência brasileira com foco nas empresas B2B.

Quase 80% dos entrevistados pelo estudo afirmaram que não tiveram sua verba de marketing restringida ao longo do ano por conta da instabilidade política. Pelo contrário, mais da metade das empresas não teve alterações em relação à verba de marketing ou tiveram um aumento na verba em 2018.

A pesquisa foi realizada entre os meses de maio e agosto, e contou com a participação 320 entrevistados – profissionais das áreas de Marketing e Comunicação das empresas. Ao menos 42% dos profissionais que responderam à pesquisa trabalham em empresas classificadas como de “grande porte”, de acordo com os critérios estabelecidos pelo IBGE. As médias, pequenas e microempresas correspondem a 58% dos entrevistados.

Atração de leads foi o foco neste ano 

A edição 2018 do estudo da Intelligenzia mostra que o marketing continua sendo um recurso importante na ampliação de oportunidades, especialmente diante de um cenário de crise. Um exemplo disso é o fato de a maioria dos participantes (67,5%) da pesquisa citar o desenvolvimento de uma estratégia de atração e gestão de leads qualificados como foco dos investimentos em 2018.

Outro destaque do estudo é uma evolução, ainda que pequena, no nível de maturidade das empresas em relação à estratégia de marketing.

No último ano, enquanto cerca de 52,9% dos entrevistados afirmaram que entendem, de maneira clara, quais são os principais passos para a implementação do marketing digital, este ano, 68,4% afirmaram o mesmo. Também caiu de 20% para 9% o número de entrevistados que, ao serem questionados sobre a estrutura da área de marketing, responderam que a empresa quase não faz marketing digital.

Nível de maturidade digital cresce 

Entre os anos de 2017 e 2018, houve pouca variação no número de empresas que utilizam o marketing digital para gerar oportunidades de negócio. No entanto, o número de entrevistados que afirmaram que suas empresas entendem, de maneira clara, quais são os passos para a implementação do marketing digital na organização subiu de 68,4% (2017) para 79,3% (2018).

O modo como o marketing está estruturado nas empresas também mostra um esforço maior em dar vazão a múltiplas atividades para atingir os objetivos de negócio, com uma redução considerável na porcentagem de empresas que não fazem marketing digital. Em 2017, 23% dos entrevistados disseram que quase não havia marketing digital em suas organizações; em 2018, esse número foi para 9% – uma queda de 55%.

Principais objetivos para os próximos meses 

Em relação aos objetivos de marketing, a geração de leads e a geração de vendas continuam sendo as prioridades, sendo citadas por, respectivamente, 81,8% e 79,2% dos participantes do estudo.

A principal mudança fica para os dois próximos principais objetivos da lista. Se antes o terceiro colocado era brand awareness, com 32,6%, esse objetivo agora ocupa o quinto lugar, sendo ultrapassado pelos objetivos de aumentar o engajamento e nutrir a base de leads, ambos citados por 41,6% dos entrevistados.

Assim como em 2017, considerando que a geração de leads é disparadamente o principal objetivo das empresas com marketing digital, não é surpresa que as métricas mais usadas também tenham relação com os leads gerados.

O estudo mostra, no entanto, uma mudança que, apesar de sutil, revela um importante ganho de maturidade, que é a priorização da qualidade do lead.

Em 2017, a quantidade de leads foi mais citada do que a qualidade de leads para medir o retorno do trabalho – ambas foram citadas por, respectivamente, 58% e 52%. Este ano, a qualidade dos leads foi citada por 67,6%, enquanto a quantidade de leads, por 58,1%. 

Marketing de Conteúdo ainda dá seus primeiros passos 

A edição atual do estudo mostrou que houve um aumento no número de empresas que contam com um planejamento para o marketing de conteúdo, ainda que pouco aplicado (de 30% para 31,6%).

Ao mesmo tempo, a quantidade de participantes que classificou sua estratégia de marketing de conteúdo como nos primeiros passos diminuiu de 48% para 31,6%.

De qualquer maneira, ainda é possível considerar que 63,2% das empresas ainda geram uma quantidade de conteúdo relativamente baixa, já que ainda estão nos primeiros passos ou contam com um planejamento pouco aplicado.

Ferramentas 

Entre as ferramentas mais usadas dentro da estratégia de marketing, assim como em 2017, o destaque ainda são as plataformas para envios de e-mails, que foram citadas por 83,3% dos entrevistados (em 2017, essas ferramentas também ocuparam o primeiro lugar entre as  estratégias utilizadas dentro do marketing, mas foram citadas por 57% dos participantes).

Em seguida, aparecem às ferramentas analíticas, com 59,7%, que tiveram um desempenho estável em relação ao ano passado, e as ferramentas para agendamento de mídias sociais, que tiveram um aumento de 24% em seu uso – de 41% para 51%.

Os softwares de automação de marketing também tiveram um crescimento expressivo, de 27% para 43% este ano.

 

Fonte: Ecommerce Brasil

20% mais vendas se o marketing usar dados

Estudo BCG/Google constatou que a maioria das empresas de varejo ainda está em estágios iniciais na utilização de informações para tomada de decisões. Veja aqui como galgar etapas

O setor de marketing da sua empresa já utiliza dados do consumidor para tomar decisões? E, se usa, com qual profundidade? Para responder a questões como essas, a consultoria BCG e o Google realizaram um estudo com mais de 60 profissionais dessa área que trabalham em diversos segmentos da economia, incluindo o varejo. O levantamento encontrou quatro estágios de maturidade no uso de informações para decisões de marketing: nascente, emergente, conectado e multimomento – nesta ordem.

A maioria das empresas varejistas está no segundo nível. Ou seja, tem dados, mas eles não estão integrados on e off line ou conectados com análises de retorno do investimento. Além disso, as decisões geradas não são personalizadas a partir do comportamento individual do cliente. Mas, afinal, qual é a vantagem de dar passos na direção do estágio mais avançado, em que tudo isso já acontece?

Segundo o estudo, as empresas que avançam no uso de dados na área de marketing elevam em até 20% seu faturamento e reduzem em até 30% seus custos. Tudo isso graças à assertividade das decisões. “No caso do varejo alimentar, é possível definir, por exemplo, se os folhetos de ofertas precisam ser personalizados para cada loja ou não, se serão distribuídos online ou em papel, etc.”, explica Eduardo Leone, sócio do BCG. “E mais: o varejista consegue entender em quais produtos o consumidor é mais sensível a preço e em quais não é, o que evita ofertas desnecessárias”, comenta. Para ele, também é importante que os varejos que trabalham com e-commerce integrem os dados obtidos nesse canal com os das lojas físicas. O cruzamento deles permite personalizar o sortimento nos dois canais, entre outros benefícios.

Estágios de maturidade no uso de dados em marketing

  • Nascente: decisões de marketing menos complexas pautadas em dados de terceiros, baixa ligação com resultados de vendas
  • Emergente: campanhas baseadas em dados próprios, com profundidade menor que em outros estágios, teste independente de canais de mídia
  • Conectado: dados integrados e ativados nos diferentes canais com clara conexão com retorno do investimento e resultado de vendas
  • Multimomento: execução dinâmica, otimizada e personalizada para cada cliente em todos os canais

O que você precisa para alcançar novos estágios

  • Dados: conectados Interligar todas as fontes de informação, online e off line
  • Tecnologia: contar com um conjunto de ferramentas tecnológicas de marketing, como de análise de web, sistemas de CRM e de personalização de mensagens
  • Métricas: gerar indicadores que permitam analisar o impacto nas vendas e no lucro
  • Competências Estratégicas: além de contratar cientistas de dados e experts, é importante que esses profissionais interajam com os demais talentos das empresas. Há companhias que contam com um desses profissionais no time de cada área
  • Novas Formas de Trabalho: implantar a cultura de “testar e aprender” e “falhar rápido” ajuda a ser mais ágil e a encontrar ciclos mais curtos de planejamento

 

Fonte: SA Varejo

Facebook lança ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer seus candidatos

Nesta terça-feira (02), o Facebook lança uma ferramenta para ajudar os brasileiros a conhecer mais sobre os candidatos e seus programas de governo antes das eleições no próximo domingo. A nova ferramenta centraliza as informações dos candidatos em um só lugar, para ajudar os eleitores a descobrir mais sobre os candidatos a presidente, governador e senador.

Os candidatos poderão apresentar seus projetos nas suas próprias palavras e as pessoas poderão conhecê-los e suas plataformas. A ferramenta aparecerá no Feed de Notícias para todos os usuários brasileiros na semana que antecede a eleição. Lá, as pessoas podem descobrir quem são os candidatos concorrendo a cada cargo, visitar suas Páginas no Facebook e assistir a vídeos curtos, nos quais eles falam sobre questões importantes.

Os candidatos têm a oportunidade de criar quatro vídeos de 20 segundos, se apresentando e respondendo a perguntas-chave:

  • O que te motivou a concorrer a presidente / governador / senador?
  • Se eleito, o que é mais importante aprovar nos primeiros 100 dias do seu mandato?
  • Por que essas eleições são importantes?

Trabalhamos com a ONG apartidária Transparência Brasil para escolher as perguntas que os candidatos podem responder. Os vídeos são gravados pelos candidatos e suas equipes, e o Facebook não tem participação nos conteúdos.

Isso faz parte do nosso trabalho contínuo para construir uma comunidade bem informada e engajada civicamente. Acreditamos que ajudar as pessoas a conhecerem melhor os candidatos pode colaborar para a construção de comunidades mais bem informadas. Todos os dias vemos pessoas usando o Facebook para conversar sobre política – mais de 62 milhões de brasileiros comentaram sobre questões relacionadas às eleições de 2018 somente no primeiro mês da campanha eleitoral. Estamos trabalhando para tornar mais fácil para as pessoas encontrar as informações necessárias para tomar decisões informadas antes das eleições.

Você pode monitorar a presença digital dos presidenciáveis com a Zeeng de maneira gratuita, acesse aqui.

 

Fonte: Newsroom 

Python seria a melhor linguagem de programação para os iniciantes?

O Python é a melhor linguagem de programação para quem quer se iniciar na área. Além de ser um requisito em desenvolvedores de grandes empresas, ela permite que você trabalhe com data science e machine learning, e em muitas outras áreas que hoje em dia são essenciais nas organizações de grande porte.

Mas o que leva o Python a ser uma linguagem de programação para iniciantes? A resposta é: Python é uma linguagem ágil, fácil e objetiva, o que democratiza seu ensino e a faz ser procurada cada vez mais. É uma linguagem orientada a objetos criada em 1991 e a sua simplicidade é sua maior característica. Conta com um modelo comunitário de desenvolvimento, que é aberto e sem fins lucrativos.

É também uma linguagem para todos os públicos: crianças, universitários, desenvolvedores, entusiastas da programação etc. Se você tem um projeto a ser desenvolvido, precisa de uma ajudinha de linguagens de programação, mas não sabe muita coisa sobre o assunto, o Python é o que você procura.

Por ser uma linguagem de alto nível, o Python não requer conhecimentos de outras linguagens para que se possa trabalhar com ele. A lógica da programação pode ser aplicada diretamente ao código, o que faz com que seu aprendizado seja simples e rápido. É, também, uma linguagem que requer menos código para concluir tarefas que são básica. Com apenas uma linha de código, você pode determinar uma sequência e montar uma lista. Python é uma linguagem de fonte livre e aberta, com uma grande comunidade de apoio para seus desenvolvedores. Se surgir alguma dúvida, você pode consultá-los, ou conferir esse curso de Python indicado para iniciantes​!

Apesar de sua simplicidade, o Python pode ser aplicado em projetos robustos. Back-end de sistemas web, ciência de dados, machine learning, simulações etc. são alguns exemplo de projetos em que o Python pode marcar presença. Os setores de tecnologia de empresas como Google, YouTube, Disney e IBM estão repletos de funcionaŕios que dominam o Python. Não é à toa que são as empresas responsáveis pelo crescimento desse mercado – e é justamente por isso que você deve dar uma chance para essa linguagem.

Para quem não quer encontrar regras difíceis de serem entendidas e executadas, o Python também não decepciona. A sintaxe dessa linguagem é fácil de aprender, e um comando termina quando uma linha acaba. Isso significa que as exigências do Python são reduzidas, e que uma linha de código é suficiente para a realização de tarefas que exigem mais de três linhas de código em outras linguagens. Assim, o programador tem menos chances de errar.

Por ser uma linguagem interpretada, e não compilada, o Python tem seu código-fonte lido por um interpretador e convertido em código executável por uma máquina. Por não ser processada por um compilador para um formato específico, a linguagem roda em diferentes plataformas – basta ter um interpretador para processar o código. Isso torna o Python uma linguagem multiplataforma. Para aprender desenvolver aplicações comerciais para diferentes tipos de plataforma, clique aqui​!

Já está mais do que claro que Python é a linguagem perfeita para quem quer começar a se aventurar no mundo da programação, certo? Fácil de aprender, multiplataforma e ainda conta com uma comunidade abrangente, que pode te ajudar no desenvolvimento de projetos e tirar todas as suas dúvidas. A comunidade é feita por pessoas que também usam o Python e que, por isso, podem te auxiliar.

E se você pretende começar agora mesmo a aprender tudo sobre Python, dê uma olhada nas indicações de cursos online e completos para começar a sua jornada:
Python para Data Science e Machine Learning
Programação orientada a objetos com Python
Python Completo
Python para Android, iOS, Windows, Linux e Mac

 

 

HubSpot Academy oferece cursos gratuitos de Marketing Digital

Certificação permite ampliar o conhecimento de ferramentas e técnicas no âmbito de automação de marketing, iniciativa cada vez mais presente na estratégia das empresas

A preocupação em entregar um conteúdo de qualidade já está na agenda das empresas há anos. Entretanto, com a chegada da Era Digital, é possível notar a rapidez da difusão das informações onde os usuários passam a ter cada vez mais acessos à diferentes opiniões e troca de experiências. Essa característica exige que os conteúdos estejam alinhados tanto com a necessidade do cliente, como com o objetivo de negócio e com o time de vendas.

Pensando em levar o conhecimento para auxiliar as organizações na otimização de seus conteúdos a partir da experiência do usuário, a HubSpot desenvolveu o HubSpot Academy. Desde 2012, o ambiente transforma a maneira de fazer negócio das pessoas e empresas ao oferecer treinamentos gratuitos: cursos, projetos, certificações e treinamento de software. No Brasil já são 6,5 mil pessoas certificadas nos cursos da academia.

De acordo com Rodrigo Souto, gerente de marketing da HubSpot para o Brasil, o interesse em automação de marketing cresceu significativamente no país, o que reforça a importância de oferecer cursos focados para esse tipo de público: “Nosso estudo, ‘O Estado do Inbound’, aponta que a instabilidade econômica do Brasil afetou diretamente as estratégias de marketing digital das empresas de maneira que 36% afirmam ter aumentado os esforços em marketing de conteúdo motivados pelo cenário econômico. Com a HubSpot Academy, nosso propósito é educar e inspirar as pessoas para que, juntos, possamos transformar a maneira como o mundo faz negócios. Atingimos desde pessoas que já têm contato com ferramentas de automação de marketing e querem otimizar a maneira de fazer negócios, até iniciantes que buscam ampliar seu conhecimento sobre o tema”, completa.

A pesquisa “O Estado do Inbound 2018”, reforça a importância do marketing digital ao confirmar que a confiança na eficácia da estratégia de marketing aumenta até 75% para equipes que trabalham com inbound. As empresas devem, inclusive, manter (ou aumentar) a presença em vídeos do YouTube, Instagram e Facebook, além de se concentrarem em descobrir como fazer negócios em aplicativos profissionais como o LinkedIn, o Snapchat e o Slack – ainda apontados como um mistério para a maioria das empresas.

Os cursos da HubSpot Academy podem ser encontrados diretamente no site da academia.

Certificação de Inbound em destaque

Um dos cursos gratuitos da academia que mais atrai os usuários do Brasil é Certificação de Inbound, disponível no site da empresa em Português. Composto por doze aulas sobre os fundamentos e os quatro estágios da metodologia Inbound, o curso inclui conteúdos como otimização do site, anatomia da landing page, aprimoramento das habilidades de vendas de inbound e tópicos como SEO, blog, email marketing e mídias sociais.

No final das aulas, o usuário deve realizar uma prova composta de 60 questões de múltiplas escolhas e atingir uma nota de 45 para comprovar o domínio da metodologia inbound e receber o certificado da HubSpot. No total, mais de 4 mil foram certificados no Brasil e outras 40 mil pessoas estão inscritas no curso de Inbound em português.

Fonte: It Frum 365

Inteligência artificial deve movimentar R$ 730 mi no Brasil em 2018

Inteligência artificial deve movimentar R$ 730 milhões (US$ 180 mi) este ano, segundo estimativas do Sebrae em relatório sobre o tema. Ainda segundo um novo levantamento da IBM, o Brasil é o segundo país que mais utiliza o Watson, motor de IA da empresa. Mas, afinal, o que faz da ferramenta tão preciosa para o mercado?

“As empresas brasileiras já entenderam que têm condições de utilizar a IA para melhorar seus negócios. Não são apenas as grandes, muitas startups utilizam o Watson”, destaca o líder de vendas da ferramenta no Brasil, Roberto Celestino. Ao todo, a companhia aponta ao menos 20 tipos de indústrias que trabalham com o Watson, entre grandes bancos até sistemas de educação e pequenas empresas.

Uma das startups, por exemplo, é a I.Systems, situada em Campinas (SP). Uma das funções da empresa é fornecer soluções de produção usando inteligência artificial, principalmente para gestão de energia industrial. Segundo um dos fundadores da companhia, Igor Santiago, a IA tem capacidade de reconhecer os locais que precisam mais de energia de acordo com a produção. Por exemplo, se um setor está “a pleno vapor”, o sistema automaticamente aumenta a geração de energia nas caldeiras direcionada para o setor. “O nosso sistema fica observando quando são ligados e desligados os equipamentos. Com isso conseguimos aumentar a quantidade de energia gerada pela caldeira quando prevemos que uma máquina vai entrar em operação”, explica Santiago. Isso é capaz de gerar uma economia, entre 2% a 10%, ele estima.

Outro setor que se beneficia de investimentos do tipo é do pinturas automotivas. A startup chamada Autaza criou uma IA capaz de reconhecer distorções micrométricas na pintura. Tal sistema está sendo implantado pela General Motors na fábrica da Chevrolet em São Caetano do Sul, no estado de São Paulo, e com isso, a expectativa é de que caia em 60% a necessidade de retrabalho de pintura, além de aumento da velocidade de inspeção.

Os sistemas funcionam com exemplo e aprendizagem. No caso do sistema de pintura, há um banco de dados em nuvem com uma série de exemplos de defeitos comparados com modelos perfeitos de pintura. Quando o sistema reconhece um micro defeito como os apontados no banco de dados, acusa o erro.

Embora a inteligência artificial possa ser eficiente em produção e análise de informações , ela ainda tem um problema, que é o direcionamento. A ferramenta só funciona em sistemas fechados, isto é, exige que todo o cenário e treinamento seja feito para uma determinada função e nada mais.

“A inteligência artificial não tem vontade própria. Ela deve fazer aquilo para o que ela foi treinada. No caso de Watson, se eu treinei para responder sobre determinado domínio de conhecimento, qualquer coisa diferente daquilo, ela não vai conseguir fazer”. O especialista ainda lembra que a IBM e as outras grandes desenvolvedoras têm um acordo ético. “O objetivo é que possamos desenvolver a tecnologia pensando na utilização de forma mais ética possível. Temos que trazer facilidade para o ser humano”, aponta Celestino.

Contudo, o que pode ser um limitante para o trabalho, também funciona como segurança para a possibilidade de a máquina “criar vida própria”.

Outra questão é sobre proteção de dados. Para o bom treinamento de uma IA, é preciso que muitas informações sejam colocadas em nuvem, algo na casa dos milhares ou milhões de dados que podem carregar segredos industriais.

Estes dois dados são apontados pela IBM como os principais desafios para o futuro da implantação de inteligência artificial na indústria.

Fonte: Canal Tech

Logins do Facebook podem ser comprados por US$ 2,60 cada na Dark Web

Mais surpreendente do que saber que é possível adquirir logins e senha do Facebook na Dark Web, é tomar conhecimento da cotação de semelhante informação nesse mercado negro virtual. De acordo com um levantamento do site Money Guru, as informações pessoais para acessar a rede social são passadas por apenas US$ 2,60 a compradores mal intencionados.

Isso provavelmente diz algo sobre como os usuários e a própria companhia tratam esse volume de dados privados. Afinal, o relatório do referido site surge pouco depois do mais recente vazamento ocorrido no Facebook, cujo resultado foi o comprometimento de mais de 50 milhões de contas.

Mas os dados do Facebook não são os únicos transacionados na Dark Web. Logins e senhas individuais da rede social são apenas – é verdade – a mais barata das informações pesquisadas pelo Money Guru. Também é possível adquirir logins de emails por soma próxima, embora também estejam à disposição informações financeiras como os dados de cartões de crédito e débito, vendidos por US$ 14 e US$ 19,50, respectivamente.

Por fim, ao pesquisar um total de 26 dados privados associados aos principais serviços disponíveis na Web, o site revelou ser possível adquirir a identidade online completa de uma pessoa por menos de US$ 1 mil. Nesse pacote se incluem perfis em mídias sociais, contas em sites de venda e também em serviços de entretenimento, além de números de telefone e endereços.

“O fato de que scammers podem gastar menos de 750 libras para o acesso em potencial a dezenas de milhares [de contas pessoais] é algo assustador”, conclui o relatório. Sem dúvida que é.

Fonte: Money Guru

Lei de dados: a corrida pela adaptação do mercado

Empresas terão de se adequar a uma realidade em que conhecer a legislação sobre consentimento e transparência será essencial

Num painel com debate intenso e repleto de aprendizados, Vanessa Vilar, gerente jurídica de Brasil e LatAm da Unilever; Renato Opice Blum, economista, advogado especializado em direito digital e coordenador dos cursos de Proteção de Dados e direto digital do Insper; e Igor Puga, diretor de marketing e marca do Banco Santander, falaram sobre as implicações das novas leis de dados da Europa e do Brasil sobre o mercado em geral e, em especial, na indústria de comunicação. No palco do Maximídia, em São Paulo, eles falaram sobre pontos técnicos da lei, dificuldades de adaptação e desafios entre compliance e inovação.

Vanessa abriu a conversa falando sobre os obstáculos no caminho até a lei brasileira passar a vigorar, em fevereiro de 2020. “A gente já tinha um conjunto de normas que atacava isso de certa forma, como o Código de Defesa do Consumidor e a própria Constituição, mas de forma imprecisa, pois não trazia questões para o mercado sobre o que é privacidade, o que são dados sensíveis e outros pontos que só se tornaram mais claro ao se acompanhar a lei europeia”, falou a executiva. Para Vanessa, a principal diferença, porém, da realidade europeia que levou à implantação da General Data Protection Regulation (GDPR), é que lá já havia uma cultura de discussão sobre isso entre o mercado muito anterior à nova regulação.

Igor Puga destacou os conteúdos de consentimento e transparência presentes na Lei Geral de Proteção de Dados, o texto brasileiro. “No marketing a gente lida com dados de uma forma muito solta, sem avaliar o impacto no consumidor final. Mas quando você vai comprar remédio e a farmácia pede seu CPF para dar um desconto, parece tao efêmero, tão pequeno, que ninguém pensa na sequência, que isso não é exatamente um benefício, um programa de fidelidade”, disse o publicitário. “Imagine uma rede de farmácias que pega essas informações, reúne seus dados de suas doenças, os remédios que compra, e vende isso para um plano de saúde. O tamanho do ecossistema no qual a gente está metido tem um volume de trânsito de dados muito grande. E até pouco tempo não havia legislação, e para trabalhar o marketing com esses dados nós íamos até o limite do que permitia dentro de um risco jurídico.”

Renato questionou se o mercado brasileiro, advogados e consumidores estão realmente preparados para a proteção de dados. “Ou melhor: Estamos preparados para a desproteção de dados?”, provocou. Ele citou os termo de uso, por exemplo, algo que não se costuma ler até o final, detalhadamente, mas deverá ser uma prerrogativa. “Quando começarmos a coletar dados que possam identificar uma pessoa, terei de ter o consentimento, e para isso é preciso conhecer os termos. É um dos pontos, o mais relevante”, disse Renato. “A Europa está com dificuldade de entender e aplicar a legislação lá, e aqui será a mesma coisa. Tem muito trabalho pela frente.”

Igor comentou que está numa situação privilegiada, dentro do Santander, pois para o setor financeiro em geral, dados dos clientes é o principal ativo e, por isso, já há muitos profissionais no setor que pelo menos entendem da gestão dessas informações. Mas ponderou que na indústria de bens e outros setores não tem a mesma expertise. “O grande dilema é que os profissionais de marketing têm necessariamente formação em comunicação e não em negócios, são muito ancorados em meios tradicionais que não fazem uso de dados. Então esses profissionais não têm repertório o suficiente, anterior, para entender aquela legislação nova”, comentou Igor.

Renato complementou que o trabalho de orientação também é um efeito, ainda que sintomático, da lei. “Ao exigir a organização de seus dados na internet, com multas pesadas em caso de descumprimento, o propósito é, além de regulamentar, deixar o tratamento de dados mais sério e organizar melhor o mercado. O consentimento também vai, portanto, educar digitalmente o usuário e o mercado, não é só imposição. Às vezes a lei ajuda a conscientizar, porque a evolução tecnológica é muito rápida, então a legislação vem proteger e fazer as pessoas entenderem a importância de entenderem sobre o compartilhamento de seus dados.”

Vanessa destacou que, para ajudar na educação digital, é essencial que as empresas tenham parceiros confiáveis, com revisão de contratos, e acompanhamento diário da gestão dessas informações. E também que revisem o modo que colocam suas cláusulas para o público consumidor. “Um dado da Deloitte diz que 90% dos consumidores não lê os termos de uso. Temos de nos colocar no lugar do consumidor e sempre pensar se estamos fazendo o melhor para a pessoa entender, de forma eficiente.”

Fonte: Meio e Mensagem 

Quantas marcas – e dados – cabem em um cérebro?

Desafio da publicidade diante das limitações cognitivas e das novas tecnologias foram tema de painel da Kantar Ibope Media

O consumidor sempre precisou estar no centro de qualquer estratégia de negócio. Essa necessidade, no entanto, passa a ser ainda mais latente quando analisamos os múltiplos desafios que o setor de consumo tem pela frente. Parte deles foi apresentada pela CEO da Kantar Ibope Media, Melissa Voguel, que fez um contraponto entre a forma como os dados e as múltiplas informações são capazes de aproximar empresas e pessoas e, ao mesmo tempo, ponderou como a capacidade cognitiva humana está apta a absorver esse oceano de impactos e informações diárias.

“Vivenciamos a terceira era do consumo, que será pautada por múltiplos desafios de capacidade. O primeiro é a economia, que já não cresce mais, em diversos mercados, como cresceu no passo. O segundo é a capacidade de recursos naturais, que é finita. E o terceiro desafio é a capacidade cognitiva do ser-humano. Todos somos expostos a uma quantidade infinita de dados, mas o cérebro continua sendo o mesmo”, ponderou Melissa.

Na opinião da executiva, a atividade de consumo será estruturada em três pilares: experiência, relacionamentos e algoritmos. Para fazer a diferença nesse mundo de conexões tão múltiplas e geração de dados mais rápida do que a capacidade humana de processa-los, terão lugar, segundo a CEO da Kantar Ibope no Brasil, as marcas que conseguiram transformar informações tecnológicas em conexões relevantes, estabelecendo relacionamentos sólidos com as pessoas.

Para entender como os líderes de agências estão lidando com esse desafio, Melissa convidou ao palco do Maximídia o CEO e chairman da WMcCann, Hugo Rodrigues, o CEO da J. Walter Thompson, Ezra Geld e o sócio e CCO da Suno, Guga Ketzer. Cada um dos líderes falou sobre os desafios de usar os dados em prol da conexão humana.

Na opinião de Hugo Rodrigues, é preciso primeiramente aceitar que é impossível entender e prever as novas lógicas de consumo. “Estamos menos fieis, que tem condições está mais exigente e isso se deve a um aumento incrível da oferta que temos. Hoje temos mais ofertas e opções que jamais tivemos e a tecnologia, com sua contínua reinvenção, amplia esse cenário. A capacidade de reinvenção da tecnologia, hoje, é maior do que nossa capacidade de absorção. As marcas têm de ser humildes para entender que isso fará com que elas tenham consumidores menos fieis”, analisou o CEO e chairman da WMcCann.

Guga Ketzer ressaltou que todo o avanço tecnológico não pode afastar nunca o caráter humano da atividade. “A base da comunicação é sobre o ser humano e entende-lo passa por compreender um pouco de seu processo cognitivo. Não temos noção da rela capacidade que temos de pegar esses dados e transformá-los em outra coisa. O que acho é que vivemos um processo de alimentação via feed, que nos alimenta o tempo todo. E aí, vale um questionamento: até que ponto um algoritmo pode decidir o que ele acha que eu quero ver? O que tornou o ser humano um animal não-convencional foi, entre outras habilidades, a de caçar e criar instrumentos de cala. Quando só alimentamos os consumidores, será que estamos dando exatamente o que eles querem?”, questionou Guga.

Ezra Geld alertou sobre a possibilidade de a indústria estar, de certa forma, repetindo conceitos anteriores. “A gente vem se valendo de ferramentas que, aparentemente, nos ajudam a gerar relevância. Entendemos que isso nos permite chegar a targets mas não percebemos que isso substituiu o conceito de interrupção que já existia antes”, destacou o líder da J. Walter Thompson.

Fonte: Meio e Mensagem