Zeeng Score – Indicador que permite comparar marcas e/ou empresas no ambiente digital

Integrada a Zeeng Platform, nova funcionalidade unifica parametrização da análise competitiva de marcas no ambiente digital

Em um mundo cada vez mais complexo, onde os modelos de comunicação se fragmentam e criam um ambiente caótico que transforma rapidamente os hábitos de consumo, as marcas sofrem para se manterem ativas e competitivas. Sempre antenada ao mercado e com a missão de otimizar a gestão dos profissionais de marketing e comunicação, a Zeeng, primeira plataforma de big data analytics voltada para o setor, anuncia o Zeeng Score.

Com a ampliação de seu portfólio de funcionalidades, o Zeeng Score traduz de forma objetiva e tangível a mensuração e comparação do desempenho online de diferentes marcas, em uma única interface digital. “Antigamente, nossos clientes até tinham informações sobre as estratégias e desempenhos de seus concorrentes no ambiente online, mas de maneira mais ‘solta’ e de difícil interpretação. Por isso, o Zeeng Score chega como um parceiro estratégico no âmbito de cada negócio onde o gestor de área consegue, em poucos cliques e de modo muito intuitivo, entender o que os seus principais concorrentes estão fazendo e onde estes têm se saído melhor. E mais do que isso, consegue perceber qual é o seu real posicionamento neste ambiente competitivo”, explica Eduardo Prange, CEO da Zeeng.

Incorporado à plataforma da Zeeng, o ZS utiliza métodos estatísticos para classificar de forma qualitativa as empresas, utilizando indicativos que co-relacionam diferentes bases de análise como: melhores práticas de web analytics, presença das marcas na imprensa online e portais de comunicação bem como os comportamentos destas nas redes sociais, gerando uma nota para cada player competidor cadastrado na Plataforma.

“O Zeeng Score é fruto de um trabalho muito intenso para dar as ferramentas certas às empresas que buscam entender a atuação dos seus concorrentes no ambiente digital e como utilizar estes dados a seu favor. Possibilitamos um olhar parametrizado sobre diferentes ambientes competitivos de forma holística, robusta e sistematizada”, explica Prange.

Quer saber o score da sua empresa?

Big Data: Quando os dados ditam o que você vai comprar

As empresas, com informações extremamente relevantes e mineradas da forma adequada, estão um passo à frente dos desejos do consumidor.

O mundo digital poderia ser definido como uma grande estante com milhares de gavetas cheias de informações. Nomes, CPFs, localizações, preferências, restaurantes favoritos, amigos… A lista é gigante! Estes são só alguns dos infindáveis dados que a internet nos permite ter acesso. Neste mundo tão high tech, nos tornamos consumidores altamente conectados e deixamos traços da nossa vida online por onde passamos. O conjunto de todas essas informações é o tão falado big data.

As empresas, com informações extremamente relevantes e mineradas da forma adequada, estão um passo à frente dos desejos do consumidor. Ter a capacidade de antecipar tendências de consumo é o objetivo de todo varejista. Conhecer a rotina de compra do cliente, cada vez mais hiperconectado é estar atento ao que ele procura.

Como consumidores, estamos cada vez mais ligados a marcas, empresas, causas, etc. Neste ponto, a tecnologia nos apresenta uma nova forma de consumir, onde estamos pautados pela experiência de compra, onde o preço não é fator determinante. É muito mais atraente comprar em uma loja segura, que entregue os produtos com agilidade e que tenha atenção no cliente, ao ponto de oferecer o que nós precisamos – mesmo quando nem sabemos que precisamos.

Um recente estudo da Euromonitor Internacional, empresa de pesquisas digitais, mostrou que os consumidores comparam preços no ambiente digital pelo menos uma vez por semana e pelo menos uma vez na vida interagiram com uma empresa via mídias sociais. Além disso, destacam-se três características marcantes desse público: imediatismo; personalização e independência. Em todos estes aspectos, o big data pode, e muito provavelmente estará completamente incluso, facilitando a vida de quem compra e de quem vende.

Conhecer essa jornada e os interesses dos consumidores garante uma oferta personalizada e estratégica. Quem nunca pesquisou determinado produto e segundos depois encontrou diversos semelhantes no seu feed de notícias? Ou recebeu um SMS assim que entrou no shopping? O consumidor está mais exigente e alcança-lo de forma positiva vai ajudá-lo a escolher o que ele vai comprar e onde.

Com toda essa transformação digital, o cliente ganha o poder de dizer e ser ouvido no mesmo instante por milhares de pessoas sobre um produto ou marca, e essa opinião compartilhada passa a influenciar as decisões de outros consumidores.

Aproveitar tudo o que a internet e as tecnologias podem oferecer é participar dessa transformação que temos, aos poucos, vivido. Ou seja, as ideias e as decisões das empresas são embasadas na análise das informações coletadas sobre o público e o mercado. Tal público se baseia na reputação, segurança e cuidado que esta empresa oferece aos seus clientes. Com a união de ambas as partes, a mensagem que chega ao cliente é a que ele quer ouvir (ou ler), onde quer que ele esteja, e na hora em que ele quiser.

Por isso, estar conectado é ser visto e abordado pelas marcas. Elas oferecem incontáveis oportunidades, por vezes descontos e até um relacionamento personalizado. Analise com base em suas necessidades, dores e experiências o que mais te satisfaz. Isso é o futuro.

Fonte: Olhar DigitalProxxima

Como as ferramentas de marketing digital podem impulsionar as vendas durante a black friday

Mas, para que as marcas possam se destacar da concorrência e aumentar as suas vendas é preciso realizar promoções e ações para engajar os clientes. O uso de ferramentas de marketing digital tem sido um ponto fundamental nas estratégias de divulgação, pois permite que os lojistas se aproximem do seu público e estejam presentes em todos os canais de comunicação. “Proporcionar uma experiência diferenciada, surpreendente e única para os clientes é fundamental e imprescindível para melhorar a jornada de compra dos consumidores. O uso de ações de push, mala direta, sms com campanhas promocionais pode ajudar a alcançar esse objetivo”, afirma Israel Nacaxe, COO da Propz, empresa que oferece soluções de CRM, inteligência analítica e big data que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada.

Segundo dados do Google, 82% das pessoas que compram alguma coisa durante  a Black Friday, fazem isso online. Para ajudar nesse processo, alguns empreendedores do segmento mostram como as ferramentas de marketing digital podem impulsionar as vendas durante a Black Friday:

Comunicação assertiva e investimento em marketplaces Oferecem condições especiais para novas compras é também uma forma de fazer o cliente

comprar de novo. Segundo Sidney Zynger, diretor de marketing do Bling, sistema de gestão empresarial (ERP) online para micro e pequenas empresas,  a jornada do consumidor é orgânica e não guiada apenas por um evento ou promoção. “Na Black Friday, as pessoas estão mais dispostas a arriscar com marcas que não conhecem. Esse pode ser o início de uma relação com novas lojas. É importante não focar apenas nesta data, pois muitos reservam suas compras para os dias antes e depois do evento: quase 40% das vendas do período ocorrem fora da sexta-feira. Isso pode acontecer devido a ofertas pontuais, e por isso que o empreendedor deve ficar atento para aproveitar ao máximo os sinais de intenção do consumidor”, explica.

Para Dannyel Filgueiras, CEO da Epicom, plataforma para gestão de marketplaces, investir em uma ferramenta que viabiliza produtos em múltiplos ambientes simultaneamente é essencial para que o negócio dê certo. “Por meio da Epicom, por exemplo, os clientes conseguem aumentar sua exposição, vendas, além de otimizar o tempo de gestão em um único ambiente”, explica.

 

Conheça o seu público-alvo

Para Jordão Bevilaqua, Head de Marketing da Xtech Commerce plataforma que cria lojas virtuais para pequenas e médias empresas, você precisa primeiramente conhecer o seu cliente, saber onde ele está, como ele se comporta, quais são seus hábitos de compra, como ele prefere pagar e receber suas mercadorias. “O comportamento do seu cliente vai determinar como o seu negócio gira. Saiba onde ele mais te procura, por exemplo se é pelo Instagram, pense em maneiras de marketing através desta rede social”. Pense em quais mídias as ações de marketing serão veiculadas, qual é objetivo dessas ações e o público que deseja atingir.

 

Mantenha um bom relacionamento com seus clientes

Os consumidores estão cada vez mais curiosos, impacientes e exigentes. Isso significa que os esforços devem ser direcionados em entender as necessidades deste público e oferecer soluções personalizadas, de forma única e diferenciada. “As pesquisas por produtos e marcas aumentam significativamente antes da Black Friday, o que oferece uma grande oportunidade aos lojistas para chamar a atenção do seu público e iniciar a construção do relacionamento com o cliente”, explica Gustavo Hana, CEO da GhFly, agência referência em marketing digital e performance.

Outra maneira de garantir que as marcas tenham um relacionamento de confiança com os seus consumidores é agir de forma transparente e sincera. Por isso, é importante que as opiniões sobre a experiência de compra que são feitos sobre os produtos comercializados pela loja sejam publicados em todos os seus canais de comunicação. “Principalmente durante a Black Friday os consumidores investem seu tempo para buscar opiniões e histórias reais desses itens de interesse, por isso essas avaliações de produto e loja precisam ficar disponíveis, para que elas sejam usadas na tomada de decisão de compra”, ressalta Tatiana Pezoa, CEO da Trustvox, primeira certificadora de reviews.

 

Invista em conteúdos audiovisuais

Os vídeos são ferramentas poderosas para entreter e vender mais na internet. Além dos benefícios mais facilmente mensuráveis, como aumento do tempo médio de permanência no site e consequente melhoria no ranqueamento e SEO, com vídeos é possível posicionar melhor a marca no mercado e na mente do consumidor, criando uma melhor experiência de compra. “Para produzir vídeos que convertem é preciso elaborar materiais curtos e usar muito storytelling. Evite colocar preços de produtos/serviços nos vídeos, isso vai facilitar muito a manutenção dos materiais no futuro, evitando perda de tempo com edições desnecessárias. Outra dica importante é usar a Lei do Pareto: 80% de entretenimento e 20% de propaganda, conseguindo assim passar as informações mais importante para gerar engajamento”, explica Pedro Filizzola, CMO da Samba Tech.

Atenção na estratégia

Hoje já existem muitas ferramentas consagradas no meio digital para que as empresas escolham quais as melhores para a data. Mas, para Eduardo Prange, CEO da Zeeng, o cuidado a se tomar é a estratégia. “Atenção total para não lesar uma relação construída com estes novos clientes durante o período de descontos. No fim das contas falamos de baixa de preço, mas não gaste suas forças apenas oferecendo grandes descontos. É fundamental atrela-lo também à qualidade do seu serviço e à experiência desse consumidor com a sua marca”.

 

O impacto do marketing digital na Black Friday

Para os lojistas está sobretudo a democratização do espaço que antigamente era apenas dos gigantes. Hoje, todos podem gerar conteúdo para a internet, agregar valor para a sua audiência, aparecer para o público e ser lembrado por ele durante o ano todo.

Até mesmo anunciar ficou mais fácil e barato. Antes a publicidade se resumia em TV, jornal e revista, o que era muito custoso para a maioria das pequenas e médias empresas. Hoje, com o Facebook Ads e o Google AdWords, por exemplo, é possível impactar sua audiência com um capital bem mais modesto, além de conseguir mensurar o que está dando mais ou menos resultado, otimizando seus investimentos e aumentando suas chances de sucesso. Tudo em tempo real e na palma da mão.

Para Roberto Rocha, CMO da leadlovers“Quanto mais presente você estiver no dia a dia do seu público durante todos os dias do ano, mais resultados terá na Black Friday ou em qualquer outra data importante para o comércio”.

Segundo Filgueiras, da Epicom, é fundamental que os lojistas se preparem para oportunidades reais. “Hoje, a Black Friday tornou-se uma ótima forma de renovação e giro de estoque parado. Lançamentos também ocorrem e são aguardados pelo consumidor. Por isso, eles têm antecipado sua atenção e monitoramento sobre itens de seu interesse. por isso, acredito que é necessário oferecer de fato alguma vantagem”, finaliza.

Fonte: adnews

SEO é mais importante que palavra-chave

*por Betto Alves, coordenador de marketing na SEMrush

Estar em primeiro lugar nas pesquisas de sites de busca é importante, mas é preciso ser realmente a solução relevante que as pessoas procuram. É preciso oferecer mais! Por isso, o trabalho de SEO (Search Engine Optimization) se torna muito mais do que apenas o foco em palavras-chaves e, sim, um projeto que deve ser analisado continuamente, a longo prazo, dentro da sua estratégia de marketing digital.

Mas, quais técnicas de SEO são importantes além de trabalhar uma lista de palavras chave específica para o seu negócio? Conheça outros pontos importantes para destacar no seu projeto e acompanhar de perto, diariamente, para não ter problemas na hora da indexação.

Site responsivo

O acesso mobile cresce cada vez mais. Por isso, ter um site responsivo não é mais um diferencial, mas sim obrigação! Isso porque, ter um site que se adeque aos mais diferentes formatos de aparelhos, contribui para oferecer uma melhor experiência para o usuário e diminui a taxa de rejeição, por exemplo.

Ter um site responsivo, também é fundamental para uma boa indexação em sites de busca com o Google. Isso porque, quando uma busca é feita por um dispositivo móvel, ele dá preferências aos sites que tem essa opção, otimizando o tráfego orgânico.

Outro fator importante, é que desde março de 2018, o Google anunciou que prioriza a versão mobile de um site na hora de indexá-lo, tornando os sites mobile, muito mais importantes para o buscador do que o mobile.

Velocidade de Carregamento e Arquitetura de site otimizada

Além do site se adequar aos mais diferentes formatos de tela disponíveis hoje no mercado, outros dois pontos são importantes para um bom desempenho na sua estratégia de SEO. São eles: velocidade de carregamento e arquitetura de site otimizada.

O Google dá atenção a páginas que carregam mais rápido. Isso significa que de nada adianta ter um site cheio de imagens lindas e detalhes cativantes se os arquivos e imagens demoram minutos para carregar. A lentidão no carregamento do seu site, pode afetar negativamente todo o seu projeto de otimização.

Quando falamos sobre design e estrutura do site, também é preciso ficar de olho. O usuário precisa encontrar com facilidade o que ele procura. O seu site precisa ser, acima de tudo, extremamente útil. Por isso, as informações das páginas precisam estar organizadas de maneira hierárquica.

Tags

Bom SEO, é sinônimo de bom conteúdo. Por isso, é importante ficar atento aos conteúdos que você produz em sua página e principalmente as TAGs de suas páginas. Sendo elas:

Tag de título: essa tag deve ser cativante para ajudar os rastreadores a encontrá-la com mais facilidade. Na criação desta tag, você precisa se atentar a títulos duplicados que podem confundir os seus clientes.

Tag H1: esta tag também é importante para os rastreadores e usuários entenderem o seu conteúdo. Robôs de pesquisa usam o H1 para ter uma ideia do que a sua página fala. Essa tag também contribui para que o seu texto fique mais estruturado e crie um conteúdo escaneável.

Meta descrição: uma meta descrição bem feita pode ser o grande diferencial para gerar o clique para o seu site. Por isso, ela se torna tão importante para o seu negócio. Sempre que seu link aparecer em uma pesquisa, essa descrição aparecerá logo abaixo falando sobre o conteúdo daquela página. Vale também o cuidado com meta descrições duplicadas, pois elas podem atrapalhar os buscadores a entenderem o que é realmente relevante.

SSL

O seu site é um site seguro? O SSL é uma chave de segurança que cria uma conexão segura com a internet e garante que não haja problemas de invasão durante a troca de dados. Este dado agora, é um dos fatores de rankeamento do Google. Assim, hoje o HTTPS, gerado pelo certificado SSL, permite que o Google Analytics identifique a fonte de tráfego de qualquer site para qualquer endereço.

É preciso verificar se o seu certificado SSL está atualizado, se ele ainda é válido, registrado no domínio correto e se não gera notificações perturbadoras para o seu usuário. Quando falamos de adicionar este protocolo seguro para o seu site, é preciso ter cuidado para não se deparar com redirecionamentos ausentes para não resultar em ranqueamentos mais baixos.

Lembre-se: ao adicionar o SSL em seu site, atualize os links internos e seu sitemap com URLs em HTTPs.

Estratégias com links

SEO é muito mais do que palavra-chave. Ao fazer a otimização de sites é fundamental estar atento também a uma estratégia de links. Afinal, são eles que vão guiar as pessoas dentro do seu site. Desde a construção das URLs até os links de direcionamento.

Por exemplo, uma URL pode afetar negativamente a indexação e classificação do seu site. Assim, usar hífens entre as palavras, ajuda muito a construir URL amigáveis e a evitar problemas e a não atrapalhar a legibilidade para robôs e humanos.

Ao trabalhar técnicas de link building, tome cuidado também com os links quebrados, para não gerar uma experiência uma experiência ruim com os seus usuários. Busque sempre estar relacionado a sites de referência, já que, quanto mais importante o link te indicou tem, mais relevância você também terá pelo site de busca!

Fique atento também a quantidade de links em uma mesma página para que seu site não pareça um spam.

Trabalhe bem com as mídias sociais

Esteja presente nas mídias sociais. Tenha um perfil mais próximo e dinâmico no relacionamento dos seus clientes. Utilize imagens que podem viralizar e produza posts de qualidade. Investir em links externos também te ajuda, já que quando você divulga os seus conteúdos nesses canais, você é visto positivamente pelos mecanismos de busca, já que o alcance orgânico do seu material e contribuindo para que estes endereços fiquem bem posicionados.

Qualidade de Conteúdo

A qualidade e o tamanho do seu texto são extremamente importantes. O seu conteúdo precisa ser relevante para o Google, não pode ser um texto sem nexo criado com o planejador de palavra chave, que não faça sentido e faça com que o leitor desista em minutos. Ele precisa encontrar o que ele busca!

Como resultado deste bom trabalho, quanto melhor for o texto que você criar, mais chances tem dele estar no topo da busca orgânica!

Análise de concorrência

Estar de olho nos seus concorrentes pode ser um grande diferencial. Assim, você pode aproveitar todas as brechas e falhas de estratégia de SEO que ele não executa para aumentar o seu volume de buscas e alcançar melhores resultados.

Visto todos esses detalhes, fica claro que a pesquisa de palavras-chave é apenas um pequeno detalhe para otimizar o seu site e ter destaque nas páginas do Google. Para isso, é ter ferramentas que te auxiliem nesse projeto, como a SEMrush.

Ferramentas para a construção de estratégia

Hoje, a SEMrush possui o maior banco de dados de palavras-chaves do Mundo. São mais de 8 milhões de palavras-chaves, nos mais diferentes idiomas, para te ajudar no seu planejamento de pesquisa. Com uma rápida pesquisa, é possível uma visão geral das palavras escolhidas, a dificuldade de cada uma e insights para criar tráfego orgânico.

Mas, não é só isso, a ferramenta também contribui com um relatório completo com análise do site de seus clientes, mostrando o relatório de posições, as lacunas de palavras-chave, um relatório de backlinks dos concorrentes e uma análise de tráfego consistente.

Comentamos sobre a importância da criação de um forte portfólio de backlinks. Com a SEMrush você conseguir analisar os seus backlinks, criar uma auditoria e ainda contar com uma ferramenta especializada de linkbuilding.

Alguns detalhes em um projeto de SEO são mais difíceis de serem mapeados, entre eles erros de SEO on-page, como links quebrados, erros em tags e meta descrição. Uma maneira fácil de solucionar esse problema é o nosso Site Audit e o ON Page SEO Checker.

Conheça essa e outras ferramentas de SEO da SEMrush em nosso e-book. Você pode também baixar um checklist completo para conferir quais itens de SEO, além das palavras-chaves, precisa implementar no seu negócio.

Fonte: Canal Tech

O Exército Invisível do Google que todo estrategista de SEO e conteúdo deveria conhecer

Profissionais de SEO e estrategistas de conteúdo utilizam o programa de avaliação do Google como referência para entender o que o gigante das buscas entende por relevância

Você sabia que o Google utiliza feedback de avaliadores humanos para classificar a relevância dos resultados retornados pelo buscador? Estima-se que a empresa disponha de cerca de 10.000 avaliadores de qualidade de pesquisa (search quality raters, em inglês) espalhados pelo mundo. Um verdadeiro exército oculto que pouca gente ouviu falar.

Em que consiste a avaliação de qualidade de pesquisa

A principal tarefa dos avaliadores é atribuir uma nota de relevância aos resultados de pesquisa com base em termos de busca utilizados pelos usuários. Para isso, eles se baseiam nas orientações de um documento de mais de 150 páginas conhecido como “(em inglês, general guidelines for search quality raters).

Apesar de as notas dos avaliadores não afetarem diretamente o ranqueamento dos resultados no Google, elas servem como feedback para que os engenheiros avaliem se as mudanças nos algoritmos estão retornando resultados de maior relevância e qualidade para o usuário.

Impactos nas estratégias de SEO e Conteúdo

O programa de avaliação do Google existe há cerca de 10 anos, mas foi somente a partir de 2015 que a empresa começou a liberar as diretrizes gerais publicamente. Desde então, profissionais de SEO e estrategistas de conteúdo do mundo todo utilizam o documento como referência para inferir o que o gigante das buscas entende por relevância.

Cada atualização das diretrizes costuma repercutir bastante entre esses profissionais no Twitter, e a mais recente ocorreu em meados de julho deste ano. O entendimento é de quando o Google inclui novas orientações aos avaliadores, é porque ocorreram atualizações nos algoritmos referentes aos pontos que foram acrescentados. Faz sentido.

E o que dizem as diretrizes gerais

Basicamente, as diretrizes de avaliação abordam dois aspectos fundamentais de todo resultado de pesquisa: Qualidade e Relevância.

Para a avaliação desses aspectos, utiliza-se uma escala que vai de 1 a 5, sendo possível a atribuição de notas intermediárias como, por exemplo, 1,5 ou 3,5.

Qualidade

De acordo com o documento, os fatores mais importantes que influenciam a qualidade de uma página são:

  • Propósito da página
  • Expertise, Autoridade e Confiabilidade
  • Qualidade e quantidade de conteúdo
  • Informação sobre quem é o responsável pelo site e pelo conteúdo
  • Reputação do site e do responsável pelo conteúdo

 

Propósito da página

Toda página deve existir pelo propósito de oferecer conteúdo que ajuda o usuário. Websites ou páginas sem nenhum tipo de finalidade benéfica, incluindo páginas que potencialmente disseminam ódio, causam danos ou desinformam ou enganam os usuários, são consideradas de pior qualidade.

Expertise, Autoridade e Confiabilidade (E-A-C)

Além do propósito da página, outro fator de qualidade extremamente importante é a expertise, autoridade e confiabilidade tanto dos responsáveis pelo site quanto dos responsáveis pelo conteúdo sendo vinculado através da página.

Na prática, isso significa que um artigo produzido por um redator generalista, por exemplo, deve ser considerado de menor qualidade quando comparado ao conteúdo produzido por um especialista no assunto de que trata aquele artigo.

 

Qualidade e quantidade de conteúdo

Para a página ser considerada de boa qualidade, é importante que haja uma quantidade suficiente de conteúdo para satisfazer o propósito daquela página. Por exemplo: Um artigo de 200 palavras, sem links ou referências, cujo título é “O que é marketing digital” provavelmente não inclui conteúdo suficiente para satisfazer seu propósito, já que este é um tema amplo que exigiria muito mais informação do que 200 palavras são capazes de entregar.

 

Informação sobre quem é o responsável pelo site e pelo conteúdo

Para que o usuário se sinta confortável ao consumir determinado conteúdo online, é essencial que haja informação sobre quem é ou quem são os responsáveis pela página ou site e pelo próprio conteúdo que está sendo publicado. Geralmente, essa informação é encontrada na seção “Sobre” ou “Contato” do site ou na biografia do autor do artigo.

Em alguns tipos específicos de páginas, como as que abordam tópicos de saúde, por exemplo, é ainda mais importante que se tenha informações sobre os responsáveis, já que o conteúdo dessas páginas impacta profundamente a vida do usuário.

Páginas onde ocorrem transações financeiras (e-commerce) precisam também incluir informações detalhadas de atendimento e suporte ao cliente para serem consideradas de alta qualidade.

 

Reputação do site e do responsável pelo conteúdo

Reputação negativa compromete a qualidade do site ou conteúdo na visão do Google. Para determinar a reputação de um site, os avaliadores são solicitados a fazer pesquisa na web, o que corrobora a importância do gerenciamento de reputação online por qualquer marca que almeja ter uma presença de destaque na rede.

 

Relevância

Diferentemente da Qualidade da página, que pode ser analisada fora do contexto de busca, para aferir a Relevância de um resultado é necessário sempre considerar o termo de pesquisa utilizado pelo usuário. Nenhum resultado é relevante por si só, mas sim em relação às intenções ou necessidades do usuário que são deduzidas a partir do termo de pesquisa.

 

A escala de relevância utilizada nas diretrizes gerais é a seguinte:

Relevância 5: O resultado atende completamente às necessidades do usuário;

Relevância 4: O resultado atende altamente às necessidades do usuário;

Relevância 3: O resultado atende moderadamente às necessidades do usuário;

Relevância 2: O resultado atende superficialmente às necessidades do usuário;

Relevância 1: O resultado falha em atender às necessidades do usuário;

 

Resultados de Relevância 5

Esta é uma categoria de classificação especial, que se aplica apenas a determinados termos de pesquisa e resultados. Todos ou quase todos os usuários seriam imediata e totalmente satisfeitos pelo resultado e não precisariam ver outros resultados para satisfazer suas necessidades.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol esporte

Resultado: https://esporte.uol.com.br/

Explicação: O termo de pesquisa é explícito e deixa claro o que o usuário está buscando – a página de esportes do portal UOL. O resultado apresentado é exatamente aquilo que se procura. Portanto, este resultado atende completamente às necessidades do usuário.

 

Resultados de Relevância 4

Esta classificação se aplica a resultados que são muito úteis para muitos ou a maioria dos usuários. Alguns usuários poderiam querer ver resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol

Resultado: https://www.facebook.com/UOL/

Explicação: Este termo de pesquisa não é tão específico como no exemplo anterior, porém a interpretação dominante é a de que o usuário está buscando o site do UOL. Também é possível que ele esteja buscando notícias veiculadas pelo UOL ou até mesmo informações sobre a empresa. O resultado apresentado é a página oficial do UOL no Facebook, que lista as principais e mais recentes notícias do portal, além de informações de contato. Esse resultado seria muito útil para muitos usuários.

 

Resultados de Relevância 3

Esta classificação se aplica a resultados que são úteis para muitos usuários ou muito úteis para alguns usuários. Alguns ou muitos usuários poderiam querer ver resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol

Resultado: https://noticias.uol.com.br/politica/

Explicação: A interpretação dominante é a de que o usuário está buscando o site do UOL, mas também é possível que ele esteja buscando notícias veiculadas pelo UOL ou até mesmo informações sobre a empresa. O resultado apresentado é a subseção de Política dentro da página de notícias do UOL, o que é um tanto específico para este termo de pesquisa. Mesmo assim, é possível que este resultado seja muito útil para alguns usuários já que este é um tema relativamente popular dentro do portal.

 

Resultados de Relevância 2

Esta classificação se aplica a resultados que são úteis para poucos usuários. Existe uma conexão entre o termo de pesquisa e o resultado, mas essa relação é fraca ou insatisfatória. Muitos ou a maioria dos usuários iriam querer ver resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol

Resultado: https://www.alexa.com/siteinfo/uol.com.br

Explicação: A interpretação dominante é a de que o usuário está buscando o site do UOL, mas também é possível que ele esteja buscando notícias veiculadas pelo UOL ou até mesmo informações sobre a empresa. Este resultado apresenta as estatísticas de tráfego do portal UOL no site em inglês Alexa, o que é muito específico para o termo de pesquisa utilizado. Apesar de haver uma conexão entre o termo de pesquisa e o resultado, a maioria dos usuários iria querer ver resultados adicionais.

 

Resultados de Relevância 1

Esta classificação se aplica a resultados que falham completamente em atender às necessidades dos usuários. Todos ou quase todos os usuários necessitariam de resultados adicionais.

Exemplo:

Termo de pesquisa: uol esporte

Resultado: https://economia.uol.com.br/

Explicação: O usuário está buscando a página de esportes do UOL. O resultado apresentado é a página de economia do portal, que falha completamente em atender às necessidades do usuário para este termo de pesquisa. Todos os usuários necessitariam ver resultados adicionais.

 

Obviamente, as definições de relevância apresentadas acima são simplificações, pois o objetivo deste texto é mais o de conscientizar o leitor sobre a existência do programa de avaliação e das diretrizes gerais.

Ao se informar sobre o que o Google entende por qualidade e relevância através dessas diretrizes, é possível incorporar esse conhecimento nas suas próprias estratégias de presença na web. Para quem quiser ir além, este artigo (em inglês) aborda um exemplo prático de como esses conceitos de avaliação podem ser úteis na estratégia de conteúdo.

 

 

Fonte: Digitalks

Sabe quanto vale sua marca para o consumidor na web? Quase nada.

Em recente e relevante entrevista a repórter Isabella Lessa, de Meio & Mensagem, Charles Houdoux, sócio e chief client officer da Havas Health & You, baseando-se no estudo Meaningful Brands, que o Havas Group realizou no ano passado, revelou que 74% dos consumidores não estão nem aí se sua marca sumir do mercado. Legal, né?

Você acorda todos os dias pensando e investindo no relacionamento com seu consumidor. Se você é um profissional de marketing com décadas de mercado, faz isso há décadas (e se você é um profissional de agência, idem). Se sua companhia ou marca tem séculos de vida, ela faz isso há séculos.

Ok, sua marca (ou do seu cliente) é conhecida e respeitada. Seu trabalho, apesar dos pesares, vem dando certo. Você e sua companhia vem fazendo seu melhor e, sem falsa modéstia, merecem méritos e reconhecimento. Parabéns! Vocês, de fato, são demais!

Mas hoje mesmo seu tão amado consumidor bandeou-se para outra marca. Hoje mesmo ele desdenhou a relação duradoura que vinha tendo com seu brilhante trabalho de marketing ou seu trabalho de agência. Mas como assim?

Em recente e relevante entrevista a repórter Isabella Lessa, de Meio & Mensagem, Charles Houdoux, sócio e chief client officer da Havas Health & You, baseando-se no estudo Meaningful Brands, que o Havas Group realizou no ano passado, revelou que 74% dos consumidores não estão nem aí se sua marca sumir do mercado.

Legal, né? Você trabalha feito louco, constrói valor, estreita a relação com seus públicos-alvo e esse tal público-alvo, ingrato de prontidão, te trai com a marca ali ao lado na gôndola. Ou ignora sua falência, se você vier a falir. What a shame!

Pois todas as companhias do mundo hoje deveriam fazer todos os dias estudos como o da Havas. Aliás, deveriam ter isso num dashboard digital 24/7, capturando o que estou chamando aqui de Índice de Volatilidade das Marcas no Mundo Líquido Digital, ou IVMMLD.

O IVMMLD é um índice fácil de compor. Aqui vão seus 5 princípios e indicadores básicos:

  1. Indicador de Caos – O mundo hoje, como bem sabemos – mas o marketing e as agências fazem questão de esquecer renitentemente – é um caos. Os mercados são caóticos ambientes de oferta e procura regidos, como todo caos, sem ordem aparente. O antigo fundamento de administrar marcas e campanhas a partir de modelos, padrões e personas não resiste mais à um único post numa rede social. Que dirá aos trilhões de posts diários nas redes sociais. O caos é a nova ordem. Põe aí na planilha.
  2. Indicador de Fugacidade – A velocidade do mundo acelerou de tal forma que hoje escapa a nossa tão humana e tão limitada capacidade de acompanhar esse novo ritmo, um ritmo que só máquinas podem e poderão acompanhar. Overload. Nada mais é permanente, tudo é fugaz. Sua marca está nesse bolo. Suas campanhas idem. Todas as suas ações mercadológicas também. Então, ora, se o mundo é fugaz, você e suas estratégias têm que ser também. Esqueça planejamento e construa marcas a partir do momento. Esse passa a ser a unidade padrão para as suas práticas e suas dinâmicas de mensuração. O tempo é um só: o tempo presente. Real time.
  3. Indicador de Volatilidade – Como o estudo do Havas muito bem quantificou, o consumidor hoje é vil. Não está nem aí para você. É fugaz, volátil e líquido. Seu centro é seu self. Si mesmo. Se não entendermos isso, ele não vai nos entender e perderemos contato para sempre. Incorpore volatilidade a sua lógica de negócios. Nunca mais, daqui para a frente, a ignore.
  4. Indicador de Digitalidade – A culpa de tudo isso é do digital. Foi ele que criou esse caos e será ele que continuará tirando seu sono eternamente, daqui para a frente. Foram as tecnologias digitais que destruíram as tradições e os modelos previamente concebidos, anabolizaram a fugacidade e a volatilidade. E será ela que viabilizará a exponencialidade (como veremos a seguir). Medir seu impacto na vida das pessoas e de seu consumidor é, portanto, tarefa não mais estratégica, mas essencial e permanente.
  5. Indicador de Exponencialidade – Esse você já deve ter ouvido falar e é basicão: todos os indicadores aí acima passarão a ser regidos por uma nova ordem de grandeza, a grandeza exponencial. O diagrama aí abaixo simplifica muito o entendimento. Antes, evoluíamos numa lógica historicamente linear. Vamos saltar para o exponencial em função dos novos fundamentos e avanços da tecnologia. Estamos exatamente no ponto em que a linha do exponencial se descola do linear. Veja no gráfico. Se tudo vai ser assim, só tem um jeito: você e suas atividades profissionais terão que ser assim também.

O IVMMLD, resumidamente, indica algo muito simples, em verdade: se você não se mexer, vai ficar no mesmo lugar. Lei da Física. Para nós, profissionais da comunicação e do marketing, a Lei da Irrelevância. Ou, se preferir, a Lei da Morte.

Como fazer? Eu não sei. Mas divido com você dois princípios:

  • Futuro nas existe. Pare de ser idiota e ficar preocupado com algo que nunca chega. A única coisa que tem valor e sobre a qual temos acesso é o presente. E o único tempo relevante é o agora. O segundo que passou também não tem o menor valor ( foi esse enquanto você lia a palavra “nós” e “vimos”, que valor tem isso ???);
  • Imagine sua agência e sua companhia como uma rede neural em constante rearranjo dinâmico; abaixo, o diagrama da sua empresa, em que cada círculo é uma pessoa ou uma área da companhia; numa ponta, entram realidades mercadológicas, na outra, saem soluções; no meio, uma máquina de produzir ideias e inovação. O gráfico abaixo é o diagrama de uma rede neural, base da Inteligência Artificial.

 E só tem um jeito de colocar isso em prática: Agências e Marketing terão que ser centros geridos por Inteligência Artificial em todas as suas atividades, dinâmicas e tarefas cotidianas. Sem essa concepção funcional e sem essa máquina, não teremos nenhuma condição de nos adaptarmos as acima citadas transformações exponenciais da sociedade, do comportamento e do consumo. Do IVMMLD.

Acelera, Airton!

Fonte: Proxxima

O mercado não sabe o que é Web Analytics

Insights sobre dados podem trazer para a empresa uma descoberta de um erro que poderia impactar vendas ou uma melhoria que auxilie na resolução de um problema

 Recentemente tive mais de 99 recomendações no meu LinkedIn sobre Google Analytics, com diversos profissionais e amigos me recomendando sobre esse skill e fiquei muito contente por atingir esse número. Passada a euforia, eu fiquei com uma pulga atrás da orelha e algo me chamou muita a atenção. Apesar de ter mais de 99 recomendações nesse skill, em web analytics mesmo eu tinha apenas 34.

Claro que muitas pessoas podem me recomendar por Google Analytics e não fazer o mesmo em WA, mas isso me chamou muito a atenção pois é algo que vivemos muito no mercado. Vendo essa informação pude constatar que o mercado até hoje ainda possui muitas dúvidas sobre o que é Web Analytics e acaba confundindo a análise de dados com a ferramenta. Uma das principais causas disso é a falta de conhecimento em entender que web analytics está no fato de transformar os dados em ação e não importa onde estão esses dados, excel, Google analytics ou através de uma pesquisa com usuários.

Vamos fazer um exercício sobre Web Analytics e Interpretação de dados:

Interpretando os dados mostrados na imagem abaixo, o que você consegue concluir?

Analise um pouco o gráfico antes de saber a interpretação.
Este é um gráfico personalizado mostrando a hora que mais vende no site.  Interpretando esse gráfico, chegamos a decisão que a hora que mais vende no site é as 15:00. Agora a pergunta que tenho que fazer é? Ok, mas porquê? Qual canal que mais vende a essa hora?

Através do relatório personalizado que criamos no Google analytics conseguimos ver que a hora que mais vende é as 15:00 e que os canais que mais influenciam para isso são e-mail e Adwords, seguindo por Google orgânico e tráfego direto.

Nessa interpretação de dados, concluímos que se aumentarmos nosso investimento em Adwords às 15:00 podemos obter um retorno maior, ou que podemos enviar os e-mails segmentados para as bases antes das 15, mas vale a pena linkar isso com a taxa de abertura e cliques por hora também.

Outro exemplo:
Interpretando os dados abaixo, o que podemos concluir? Este é um gráfico de pesquisas internas do site!

Analise um pouco o gráfico antes de saber a interpretação.
Este é um gráfico com mais interpretações. Primeiro ponto que podemos interpretar é que Orquídea é meu produto mais buscado e vendido:

Segundo ponto que podemos analisar é que estamos perdendo oportunidade com a busca por girassol e margarida. Os usuários acessam meu site, buscam por essa informação e eu não vendo o produto. Se somarmos as buscas de “girassol”, “girasol” e margarida, temos 20 buscas, se tornam os mais buscados.

A principal interpretação desse relatório de Web Analytics é que os usuários estão entrando no seu site e dizendo: “Eu quero comprar margaridas” “Eu quero comprar girassol”, só que você não tem esse produto! Você está perdendo uma oportunidade aqui!

O terceiro ponto a ser analisado no relatório é uma possível falha na sua ferramenta de busca. A ferramenta está separando os resultados das buscas para “lirio” e “lirios” e “orquidea” e “orquideas”. Será que seu site diferencia singular de plural? Ou direciona ambos para o mesmo resultado? “Orquídea” no singular e “lírios” no plural possuem receita já “orquídeas” no plural e “lírio” no singular não possuem receita. Tem algo no mínimo estranho aí!

O último ponto a ser analisado neste relatório de buscas é a possível criação de uma categoria chamada “Presente de Aniversário” com dicas para presentear as pessoas com flores.

Se meu site tem 10 buscas por esse termo e ainda sim possui venda, significa que meus usuários querem saber dicas de como presentear alguém com flores. Talvez a criação de uma categoria de presentes de aniversário ou uma página ajudando o usuário a comprar presentes de aniversário pode aumentar a sua conversão, uma vez que os usuários já buscam por isso em seu site.

Em um gráfico simples de busca do site, analisamos diversos pontos para melhorar ou oportunidades para aumentar a nossa conversão e interação com o usuário.

Um trabalho de Web Analytics vai muito além de analisar as métricas mais conhecidas apenas e vai muito mais muito além da ferramenta. É como se você ganhasse um celular totalmente poderoso soubesse que ele faz infinitas coisas, mas não utiliza nada. Para que você tem esse telefone?

No mercado digital, temos junto a Web Analytics e suas ferramentas de monitoramento a possibilidade de mensurar os dados e de criar e inovar no mercado, pois podemos analisar o resultado positivo ou negativo de uma nova funcionalidade em real time. É por isso que dizemos que web analytics é mais que um gráfico bonitinho.

Fonte: Mundo do Marketing